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Até agosto, o terraço do Centro Cultural São Paulo (CCSP) recebe sessões gratuitas de cinema, sempre uma vez por mês, aos domingos. As datas são: 17 de junho, 29 de julho e 5 de agosto, às 18h30.

inRead invented by Teads... Créditos: João Mussolin/divulgação


A experiência cinematográfica se completa com oficinas de stop motion para crianças e produção de videoclipes ao longo do dia, além de espaço para discussões nos Talks. A cada mês serão dois especialistas que usarão o filme como gancho para oferecer uma ótica diferente dos temas propostos, com mediação de Juliana Sabbag (do portal Cinema na Mesa). A curadoria de filmes é de Renata Ávila Alamy.
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Confira a programação:

Junho
Data: 17/6
Filme: "Inception" (2010)
Sessão às 18h30 (sujeito a lotação)
Tema do Talk: Sonhos lúcidos e Hiper realidade (com Monique Evelle e Lina Lopes) • às 17h30

Oficinas:

- OFICINA CHIRRIN CHIRRION | Stop Motion para Crianças (6 - 12 anos, acompanhadas dos pais) • Criação de cenas curtas e efeitos especiais com smartphones da Família #motoZ e moto Snaps™️ • Das 14h às 17h • 10 vagas
- OFICINA VIDEOCLIPE | Produção de clipes para Jovens (13 - 18 anos) • Gravação de performances artísticas para os grupos de dança que ensaiam no CCSP com smartphones da Família #motoZ e moto Snaps™️ • Das 17h às 20h30 • 2 vagas

Julho
Data: 29/7
Filme: "Lost in Translation" (2004)
Sessão às 18h30 (sujeito a lotação)
Tema do Talk: A Cumplicidade na Solidão (com Natália Garcia e Piti Koshimura) • às 17h30

Oficinas:

- OFICINA CHIRRIN CHIRRION | Stop Motion para Crianças (6 - 12 anos, acompanhadas dos pais) • Criação de cenas curtas e efeitos especiais com smartphones da Família #motoZ e moto Snaps™️ • Das 14h às 17h • 10 vagas
- OFICINA VIDEOCLIPE | Produção de clipes para Jovens (13 - 18 anos) • Gravação de performances artísticas para os grupos de dança que ensaiam no CCSP com smartphones da Família #motoZ e moto Snaps™️ • Das 17h às 20h30 • 2 vagas

Agosto
Data: 5/8
Filme: "Blade Runner" (1992) • Sessão às 18h30 (sujeito a lotação)
Tema do Talk: Andróids Sonham com Ovelhas Elétricas? (com Lídia Zuin e André Alves) • às 17h30

Oficinas:

- OFICINA CHIRRIN CHIRRION | Stop Motion para Crianças (6 - 12 anos, acompanhadas dos pais) • Criação de cenas curtas e efeitos especiais com smartphones da Família #motoZ e moto Snaps™️ • Das 14h às 17h • 10 vagas
- OFICINA VIDEOCLIPE | Produção de clipes para Jovens (13 - 18 anos) • Gravação de performances artísticas para os grupos de dança que ensaiam no CCSP com smartphones da Família #motoZ e moto Snaps™️ • Das 17h às 20h30 • 2 vagas

por Redação


Oficina Colaborativa de modelo vivo


De agosto de 2017 a outubro de 2018

Nesta oficina não há modelos, os próprios participantes se revezam posando entre si, permitindo que todos experimentem livremente as diversas facetas da produção artística. Ao se ver como artista e modelo o participante expande seus limites perceptivos e passa a entender sua produção e a extensão do corpo de outra forma.

sextas, às 14h30 – 120min – 12 anos – Sala de Ensaio II – 60 pessoas (por ordem de chegada) – aberta ao público em geral interessado em desenvolver habilidades técnicas e perceptivas em desenho expandido

*Não haverá oficina nos dias 1º, 22 e 29/6


Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro 1000 - CEP 01504-000 tel 3397 4002 - Paraíso São Paulo - SP


Câmara aprova perda de imóvel utilizado como cativeiro


Texto estabelece a perda, em favor da União, de imóveis que sejam utilizados como cativeiro nos crimes de sequestro e cárcere privado, e de extorsão mediante sequestro, quando o dono do imóvel participar do crime

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou uma proposta que busca garantir a perda do imóvel de quem utilizar o bem para sequestrar pessoas (PL 3852/04).

O texto estabelece a perda, em favor da União, de imóveis que sejam utilizados como cativeiro nos crimes de sequestro e cárcere privado, e de extorsão mediante sequestro, quando o dono do imóvel participar do crime. O juiz deverá declarar a perda na sentença.

O relator, deputado Delegado Edson Moreira, do PR de Minas Gerais, defendeu a aprovação.

"Os crimes de sequestro e cárcere privado, e extorsão mediante sequestro banalizaram-se com o correr dos anos. É preciso que a lei penal restrinja ao máximo as oportunidades da delinquência, e a perda do imóvel utilizado funciona como intimidação do delito."

O texto aprovado pela CCJ garante que a perda do imóvel não poderá ser declarada no caso de bens de família.

A proposta foi aprovada em caráter conclusivo e, portanto, deve seguir ao Senado, a não ser haja recurso para votação pelo Plenário.

Reportagem - Paula Bittar

Festival de Cinema Ambiental discute fontes de energia renovável,O Fica 2018 prossegue até domingo na cidade de Goiás


O coordenador-geral do Fica, Nasr Chaul, e Rodrigo Pedroso, representante da Absolar, durante mesa temática A Nova Energia (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

 
As novas fontes de energia e a importância da diversificação da matriz energética brasileira foram tema de debate hoje (6) durante o 20º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), na Cidade de Goiás. Além da extensa programação cultural, o desenvolvimento sustentável é parte do evento nas oficinas e mesas de conversa.

Os participantes da primeira mesa de meio ambiente do Fica, com o tema A Nova Energia, destacaram a importância de se aliar o desenvolvimento tecnológico à preservação do meio ambiente. Para o representante da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Pedroso, a diversificação e a complementariedade da matriz energética são essenciais para a estabilidade do sistema elétrico. "Temos as hidrelétricas, a energias eólica, a solar, e com isso, uma condição de geração bem contínua. Todas elas, a não ser a de combustíveis fósseis, são importante e se complementam", disse.

O coordenador-geral do Fica, Nasr Chaul, e o representante da Absolar, Rodrigo Pedroso,  durante mesa temática de Meio Ambiente, que discute "A Nova Energia".


Mais de 82% da matriz energética brasileira é de fontes renováveis, sendo mais de 60% hídrica, mas tendência é de diversificação. Segundo Pedroso, o Brasil tem 152 gigawatts de capacidade instalada, sendo apenas 1 gigawatts de energia solar. "Estamos em uma curva de crescimento. A energia solar não é mais a energia do futuro, mas do presente", disse. Segundo ele, a expectativa é que, até 2040, a energia solar represente 32% da matriz energética. "É um recurso que não agride o meio ambiente, temos que usá-lo".

De acordo com representante da Absolar, a Resolução 482 da Aneel, que regulamentou a utilização da energia solar fotovoltaica, permite que cada pessoa gere a sua própria energia elétrica e envie para o sistema da concessionária de energia o que não é utilizado. "Mais do que um benefício ambiental, ela traz um benefício econômico", explicou.

Também há linhas de financiamento específicas para compra de equipamentos e instalação do sistema e a possibilidade de isenção do ICMS na conta de energia. "Precisamos mostrar que não é uma energia inacessível, muita gente não usa por desconhecer. Mas é viável economicamente e ambientalmente", disse Pedroso.

Segundo o especialista, o que vai levantar o setor é a energia solar centralizada, por meio de usinas solares. Ele conta que esse ano, por exemplo, o setor pode participar de um dos leilões de energia do governo federal. "Não somos os salvadores, mas como energia renovável, todos unidos temos condições de resolver problema de abastecimento de energia no Brasil", ressaltou. "Queremos que a energia renovável seja a base do sistema e que ele tenha as termelétricas [que opera com a queima de carvão] como emergência".

Energia eólica
O representante da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ney Maron, destacou que o potencial eólico, quando utilizado com responsabilidade, é capaz de fazer transformações socioambientais. A capacidade instalada da energia eólica no Brasil é de 13 gigawatts, sendo 11 gigawatts só no Nordeste. A geração eólica já chegou a abastecer mais de 60% do consumo do Nordeste, por exemplo, e já evitou apagões.

"A matriz brasileira é bastante limpa, com 82% de renováveis. O desafio é não nos contentarmos com isso. [..] E as usinas hidrelétricas não conseguem mais ser viabilizadas por conta das questões socioambientais", disse Maron. Segundo ele, as vantagens da energia eólica é que os parques ocupam as áreas que não havia utilização humana, nem para agricultura, nem para indústria, e ainda podem conviver com outras atividades.

Para ele, não existe atividade humana desprovida de impactos. "Mas é uma questão de escolha. Que a gente vai gerar energia não há dúvida, a discussão é como vai gerar. O viés socioambiental não pode ser deixado de lado, não pode ser só o de menos custo ou de menor tempo de implantação", disse.

O Fica 2018 acontece até o próximo domingo (10). Mais duas mesas de meio ambiente fazem parte da programação. Elas abordarão as questões das novas cidades e da espiritualidade. O festival é uma realização da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte do governo de Goiás.

Por Agencia Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) o impedimento ou suspeição do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes nos processos envolvendo o empresário Orlando Diniz.

MPF do Rio pede impedimento de Gilmar Mendes em processos contra empresário carioca


O empresário, que presidiu a Fecomércio do Rio de Janeiro, por 20 anos, é acusado pela Força-Tarefa da Lava Jato no Estado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.


Em oficio enviado à PGR, os procuradores afirmam que as investigações sobre Diniz revelaram fatos que evidenciam eventual suspeição ou impedimento do ministro.


Os procuradores alegam que o Instituto Brasiliense de Direito Público, que tem o ministro como um dos sócios-fundadores e é controlado por sua família, teve uma série de eventos apoiados sob patrocínio da federação presidida por Diniz.


Segundo os procuradores, pelo menos três eventos entre 2015 e 2017, tiveram patrocínios da Fecomércio-RJ: um no Rio de Janeiro e dois em Lisboa.


A quebra de sigilo fiscal da Fecomércio teria revelado o pagamento de R$ 50 mil, em 2016.


Os procuradores citam que Mendes se declarou impedido em processo sobre questões patrimoniais em que a Fecomércio é parte e que tem o escritório de advocacia Sérgio Bermudes como representante legal.


O escritório tem no quadro de advogados em Brasília Guiomar Mendes, esposa do ministro.


O pedido de impedimento traz reportagem de jornal, na qual o ministro informa, por nota, que se declarava impedido para atuar em três casos representados pelo escritório de Bermudes.


No documento, os procuradores consideram descabido que o impedimento do magistrado seja válido em processo de natureza civil e não se aplique em processo de natureza penal, que trata da repressão a crimes graves, como corrupção e lavagem de dinheiro.


No último dia 31 de maio, Gilmar Mendes concedeu liminar habeas corpus determinando a substituição da prisão preventiva de Orlando Diniz por medidas cautelares.


Diniz foi preso por determinação do juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no estado, sob acusação do MPF de participar em esquema criminoso que desviou mais de R$ 10 milhões de recursos públicos provenientes do Sesc, o Serviço Social do Comércio, e do Senac, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio.

Na semana passada, Brasil foi inserido na lista dos casos suspeitos de violação de direitos trabalhistas


Visão geral do Senado durante sessão em Brasília, no Brasil


OIT decide hoje se reforma trabalhista violou direitos

Na semana passada, Brasil foi inserido na lista dos casos suspeitos de violação de direitos trabalhistas

Análise: a Organização pode pedir mais esclarecimentos ao governo, e ainda definir que uma comissão de especialistas seja enviada ao país para analisar de perto a reforma (Adriano Machado/Reuters)

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) decide, nesta quinta-feira, se a Reforma Trabalhista brasileira violou os acordos da Convenção 98 – a Convenção relativa à Aplicação dos Princípios do Direito de Organização e de Negociação Coletiva –, e se colocou seus próprios trabalhadores em situação de vulnerabilidade.

Na semana passada, a OIT inseriu o Brasil na lista dos casos suspeitos de violação de direitos trabalhistas. Essa suspeita foi motivada pela falta de entendimento sobre como serão as negociações coletivas entre sindicatos e empresas empregadoras, e sobre os impactos que essa incerteza já estava causando.

No ano passado, um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostrou que, entre fevereiro de 2017 e fevereiro deste ano, os acordos coletivos entre um único sindicato e uma empresa caíram 24%, e que o número de convenções coletivas que envolvem sindicatos de trabalhadores e patronais teve redução de 44%.

A queda das negociações acertou em cheio as forças sindicalizadas do país. Uma das principais reações foi a da Central Única dos Trabalhadores (CUT) que entrou, em setembro do ano passado, com uma representação de contestação na OIT levantando dúvidas sobre se a reforma trabalhista poderia romper com acordos coletivos trabalhistas e retirar direitos dos trabalhadores.

Analisando o recurso, o Comitê de Peritos da Organização pediu um esclarecimento do governo brasileiro, uma vez que as primeiras análises mostravam uma "preocupação" com as consequências que a reforma poderia gerar.

O Ministério do Trabalho, respondeu à Comissão de Aplicação de Normas da OIT na tarde de ontem, e afirmou que o Comitê agiu com "parcialidade política", porque não houve tempo hábil para analisar os impactos da reforma trabalhista em setembro do ano passado.  A reposta, porém, não foi suficiente para membros da reunião. Representantes de sindicatos da Bélgica, Espanha, Portugal, Itália, EUA, Canadá, Reino Unido, Uruguai, Paraguai e do Chile, além da própria CUT, atacaram a reforma trabalhista e pediram uma resposta global contra o que consideram retrocesso nos direitos dos trabalhadores.

A Organização pode, agora, pedir mais esclarecimentos ao governo, ou pode ainda definir que uma comissão de especialistas seja enviada ao Brasil para analisar de perto o que define a reforma. Seria má notícia para o governo.

O embate entre a Organização internacional e o governo brasileiro não é de hoje. No ano passado, a Organização criticou fortemente a proposta de modificar o conceito de trabalho escravo, afirmando que a decisão do Ministério do Trabalho pode causar "retrocessos lamentáveis", interrompendo "a trajetória de sucesso do Brasil no combate ao trabalho escravo".

Saiu na revista exame.

Pitty está de volta com sua nova música, "Contramão (Feat. Tássia Reis e Emmily Barreto)".


Imagem: Divulgação

O single é uma parceria com outras duas artistas: Tássia Reis e Emmily Barreto da banda Far From Alaska.

Em sua nova música, Pitty mostra influência de outros estilos musicais., além do rock. A produção da canção ficou por parte de Rafael Ramos, com mixagem de Tim Palmer (U2, Ozzy Osbourne, Pearl Jam e a própria Pitty) e masterização de Chris Athens (Drake e Childish Gambino).



O vídeo foi dirigido por Judith Belfer e conta com produção da Spray Filmes.

Clique na imagem e assista ao vídeo.

Antiprisma une folk e psicodelia em novo single, "Fogo mais Fogo"


Faixa traz participação de Gabriela Deptulski, do My Magical Glowing Lens


O duo Antiprisma lançou um novo single, "Fogo mais Fogo", que traz participação especial de Gabriela Deptulski, do projeto capixaba My Magical Glowing Lens.


A canção já está disponível nos streamings e antecipa o segundo disco da dupla, que será lançado em breve.


No Dia do Meio Ambiente, ONU promove atividades para combater a poluição plástica

Ilha de Fuerteventura, nas Ilhas Canárias. Foto: Flickr/Rasande Tyskar (CC)


Desde que foi instituído, em 1974, o Dia Mundial do Meio Ambiente se tornou a principal plataforma global para sensibilizar pessoas, organizações e países sobre a proteção da natureza.

Este ano, com o tema #AcabeComAPoluiçãoPlástica, a data soma esforços à campanha #MaresLimpos da ONU Meio Ambiente para combater o lixo marinho e mobilizar todos os setores da sociedade global no enfrentamento deste problema — que se não for solucionado, poderá resultar em mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050.

A poluição plástica é considerada uma das principais causas atuais de danos ao meio ambiente e à saúde. Mesmo assim, os números da produção e descarte incorreto deste material não param de crescer. Mais plástico foi produzido na última década do que em todo o século passado. Por ano, são consumidas até 5 trilhões de sacolas plásticas em todo o planeta.

A cada minuto, são compradas 1 milhão de garrafas plásticas e 90% da água engarrafada contém microplásticos. Metade do plástico consumido pelos humanos é descartável (e evitável) e pelo menos 13 milhões de toneladas vão parar nos oceanos anualmente, prejudicando 600 espécies marinhas, das quais 15% estão ameaçadas de extinção.

Mais de 100 países já se uniram sob o slogan do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano e se comprometeram com atividades, como mutirões de limpeza de praias e florestas, e anúncios de políticas públicas voltadas ao descarte e consumo responsável do plástico.

Para o diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, este é um momento crucial para reverter a maré de poluição global. "Precisamos encontrar soluções melhores e mais rápidas do que nunca. Desistir não é uma opção para nós. Agora é a hora de agir juntos — independentemente da nossa idade — pelo bem do nosso planeta", alertou.

No Brasil, a ONU Meio Ambiente irá promover e apoiar uma série de ações durante toda a semana, entre os dias 4 e 11 de junho.
Semana de mobilização contra a poluição plástica

Hoje (4), será assinada a portaria que cria a Comissão Gestora do Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar pelo ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte.

A Comissão, da qual a ONU Meio Ambiente fará parte, terá o prazo de um ano para concluir o Plano Nacional, o qual deverá ser elaborado com a participação de vários setores da sociedade por meio de consulta pública.

Na terça-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, a agência e a National Geographic promoverão uma roda de conversa sobre a poluição plástica, que será realizada a partir das 19h30, no Cubo Itaú, em São Paulo.

A enviada especial da NatGeo, Paulina Chamorro, irá comentar os dados e descobertas da edição internacional de maio da revista, cuja capa contendo a obra do designer mexicano Jorge Gamboa e o provocativo título "Planeta ou Plástico?" viralizou mundialmente.



Foto: Jorge Gamboa

Fernanda Daltro, head campaigner da ONU Meio Ambiente, irá falar sobre a campanha Mares Limpos, lançada em 2017.

No mesmo dia (5), a ONU Meio Ambiente e o Sebrae, por meio do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), lançarão de forma inédita no país o Portal de Ecoinovação (www.ecoinovação.com.br). A plataforma reunirá informações e conteúdos interativos, como infográficos, publicações e vídeos, para auxiliar o empreendedor brasileiro a embarcar no movimento global da sustentabilidade corporativa.

Na quarta-feira (6), no AquaRio, no Rio de Janeiro, serão anunciados os resultados do Desafio Mares Limpos 2017 com os Escoteiros do Brasil, em que mais de 3 mil escoteiros receberam insígnias Mares Limpos por terem reduzido seu consumo de plásticos descartáveis. Segundo os escoteiros, um dos maiores obstáculos encontrados foi a resistência das próprias famílias em abraçar novos hábitos.

Na ocasião, também serão anunciadas as medidas de redução do plástico descartável nas operações do Grupo Cataratas nos parques nacionais da Tijuca (RJ), Foz do Iguaçu (SC) e Fernando de Noronha (PE). Denise Hamú, representante da ONU Meio Ambiente no Brasil, fará a abertura da exposição "Dá para ser diferente", em que três tanques do AquaRio terão plástico no lugar dos peixes para demonstrar a atual situação dos oceanos.

Na quinta-feira (7), a digital influencer e defensora #MaresLimpos, Fe Cortez, lançará a websérie "Mares Limpos" no canal do projeto "Menos 1 Lixo" no You Tube (www.youtube.com/menos1lixooficial). Serão dez capítulos, com dez minutos de duração cada, abordando o problema da poluição plástica de forma didática e dinâmica. A narrativa incluirá dados, descobertas e entrevistas com ativistas e cientistas do Brasil e do mundo, como o Capitão Charles Moore, que descobriu a ilha de plástico do Pacífico.

Na sexta-feira (8), a ONU Meio Ambiente estará no estado de Santa Catarina, onde as 11 cidades que compõem a Associação de Municípios da Foz do Rio Itajaí (AMFRI) irão aderir à campanha Mares Limpos, comprometendo-se a desenvolver e implementar um Plano Regional de Combate ao Lixo no Mar com foco no Rio Itajaí.

Na sexta-feira (8) e no sábado (9), a ONU Meio Ambiente promoverá, em parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e a Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado do Amazonas (SEMA), o seminário "Dos Rios Limpos e Mares Limpos com os ODS", em Manaus.

Além de inserir a poluição dos rios interiores na agenda de debates sobre lixo marinho, o evento será palco do lançamento da iniciativa "Rios Limpos para Mares Limpos" e contará com a presença de Denise Hamú e do ministro Edson Duarte.

Como parte do objetivo global de promover o "maior clean up do mundo" neste período, a ONU Meio Ambiente também apoiará ações de limpeza de praias e rios durante toda a semana.

Outras atividades que integram as celebrações incluem: participação na mesa da audiência pública na Câmara Municipal de São Paulo sobre o consumo de canudos plásticos (5 de junho), participação na II Semana do Mar de Fortaleza (11 de junho), apresentação em painel na Semana de Meio Ambiente de Santos (7 de junho) e apoio à 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, em São Paulo.
O jogo global para que todo mundo #AcabeComAPoluiçãoPlástica

A ONU Meio Ambiente lançou o jogo global #AcabeComAPoluiçãoPlástica para incentivar uma mudança nos hábitos de consumo de plásticos descartáveis.

O desafio começou com influenciadores digitais e celebridades, como o ator Adrian Grenier, postando um vídeo ou foto nas suas redes sociais mostrando a mudança de comportamento que decidiram adotar e que troca algum item de plástico descartável por alternativas mais sustentáveis.

Nesse vídeo ou foto eles marcam três pessoas ou organizações, desafiando-as a mostrar a sua mudança nas próximas 24 horas para combater a poluição plástica e assim por diante, envolvendo cada vez mais pessoas ao redor do mundo.

É rápido e simples participar: decida qual mudança você vai adotar em seu dia a dia para acabar com a poluição plástica, tire uma selfie ou grave um vídeo mostrando sua nova escolha, marque três pessoas/organizações/empresas para desafiá-las e use as hashtags #AcabeComAPoluiçãoPlástica e #DiaMundialdoMeioAmbiente em seus posts. Lembre-se de mencionar a @ONUMeioAmbiente.


ONU Meio Ambiente

Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente


Movimentos de moradia realizam marcha nacional pelo direito à cidade e contra o desmonte da política de habitação


De 5 a 7 de junho, em Brasília, DF, a União Nacional por Moradia Popular (UNMP), a Central dos Movimentos Populares (CMP), a Confederação Nacional de Associações de Moradores (CONAM), o Movimento de Luta de Bairros e Favelas (MLB), o Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD) e o Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) estarão novamente nas ruas em defesa da democracia e da moradia popular. A Marcha Nacional pelo Direito à Cidade – Reforma Urbana Já! reunirá milhares de pessoas para lutar pela retomada da construção da política nacional de desenvolvimento urbano e dos investimentos no Minha Casa Minha Vida-Entidades, dentre outras reivindicações.

Os protestos contra o aumento no preço dos combustíveis que pararam o Brasil foram mais uma evidência de que o povo brasileiro está insatisfeito com tantos retrocessos na política econômica e social. O golpe em 2016 se perpetua e avança sobre a democracia, os direitos e conquistas históricas dos trabalhadores. Por isso, dizemos Fora Temer! Não podemos tolerar um presidente usurpador que implementa uma agenda ultraliberal, derrotada nas urnas por quatro eleições consecutivas.

Nas cidades, os efeitos são de piora significativa na vida das pessoas. Além do aumento no custo de vida, o País atinge novos recordes de desemprego e aumento nos índices de pobreza e miséria. Além disso, seguem completamente paralisadas as políticas voltadas à construção de moradia popular, urbanização de favelas, saneamento e mobilidade. O golpe também atinge espaços de participação social como as Conferências e Conselhos, igualmente paralisados. Por isso, é fundamental a soma de esforços entre os movimentos urbanos, trabalhadores e o conjunto dos movimentos sociais em defesa da democracia.

 
Na Marcha Nacional pelo Direito à Cidade, exigimos:

  • Retomada da construção da política nacional de habitação, com investimentos para a urbanização de favelas e regularização fundiária, assistência técnica e melhoria e produção habitacional
  • Retomada dos investimentos no Minha Casa Minha Vida para a faixa mais baixa de renda, com 100 mil unidades por ano para o MCMV Entidades e 100 mil unidades por ano na Habitação Rural
  • Retomada dos investimentos em saneamento e mobilidade
  • Realização da VI Conferência Nacional das Cidades em 2018
  • Retomada imediata do Conselho Nacional das Cidades
  • Retomada de um projeto nacional de desenvolvimento, que garanta nossa soberania, com geração de empregos, fortalecimento da nossa economia, em especial da nossa indústria
  • Revogação da EC 95/2016, que limita os gastos em políticas sociais, em especial da saúde, educação e redes de proteção social
  • Revogação das mudanças na legislação Trabalhista e da Terceirização, que fragilizam as relações de trabalho, a organização sindical do trabalhador e beneficiam somente o patrão
  • Proteção dos serviços públicos da ameaça da privatização, principalmente nos serviços de saneamento, energia e na defesa da Caixa Econômica Federal.

Em defesa da Democracia!

Pelo direito à moradia digna!


Pesquisa "Viver em São Paulo - Maio Ambienter"


Meio Ambiente

No próximo dia 13 de junho, a Rede Nossa São Paulo e o Ibope Inteligência, em parceria com o Sesc São Paulo, apresentarão os resultados da pesquisa "A cidade e o meio ambiente". O levantamento integra a série "Viver em São Paulo", que foi iniciada este ano e mensalmente tem divulgado dados sobre a percepção dos paulistanos em relação a temas importantes que afetam a vida na capital paulista.

Entre as perguntas relacionadas ao meio ambiente que os moradores da cidade responderam na pesquisa estão: de uma maneira geral, como você avalia a preservação e manutenção das praças e parques da cidade de São Paulo; você ou alguém que mora com você, separa os materiais recicláveis da sua casa dos materiais não recicláveis; e quais medidas você acredita que mais ajudariam a diminuir a poluição da cidade.

Propositalmente, a apresentação dos resultados do levantamento "A cidade e o meio ambiente" será realizada no Sesc Interlagos - um espaço com muito verde situado à beira da Represa Billings, na zona sul de São Paulo.

A atividade inclui um debate com especialistas e ativistas ambientais, que poderão avaliar os dados apurados na pesquisa. E também contará com uma apresentação do Sarau do Binho.

Como novidade, as organizações promotoras da iniciativa estão programando uma caminhada pelo centro campestre, para conhecer a biodiversidade do local. Por essa razão, a sugestão é que os participantes venham com tênis ou calçado confortável.



Para confirmar sua presença, clique aqui.



Reflita um pouco...



Porque o gás de cozinha está tão caro?
Porque a tarifa da bandeira de energia elétrica é cara?
Porque o alimento é caro?

Porque seu salário é baixo/

Porque será???

Reflita, antes de reclamar que não tem combustível para colocar em seu carro ou moto!!!

Marcelo falava antes de morrer e ninguém acreditou...


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Olha só a matéria que saiu na revista EXAME!!! Em São Paulo, o jogo do empurra pós-desabamento


Incêndios: o governo de São Paulo anunciou que irá disponibilizar auxílio moradia para as famílias


 O edifício que desabou era do governo Federal, mas quem cadastrou as famílias foi a Prefeitura e quem fez a inspeção foram os bombeiros estaduais

Os sobreviventes do incêndio seguido do desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, em São Paulo, passaram parte da terça-feira aglomerados em frente à igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, no Largo do Paissandu.       

Tudo o que tinham foi consumido pelas chamas ou está soterrado pelas vigas de concreto dos escombros. Vinte e nove pessoas continuam desaparecidas.

O problema se torna mais grave na medida que continua a existir um jogo de empurra entre as três esferas de governo sobre as responsabilidades do caso.

O edifício era de propriedade do governo Federal, a Prefeitura havia cadastrado as famílias e os bombeiros, estaduais, já tinham condenado o prédio.

O presidente Michel Temer, que foi recebido com protesto em sua visita ao edifício, ontem, afirmou que a União não tinha como pedir a reintegração de posse do imóvel. O prefeito, Bruno Covas, afirmou que só este ano foram feitas seis reuniões com os moradores, e que a Prefeitura fará uma avaliação em 70 imóveis vizinhos.

O governador, Márcio França, afirmou que o desabamento era uma "tragédia anunciada". O ex-prefeito da cidade, João Doria, afirmou que o prédio era ocupado por uma "facção criminosa", e depois não explicou a inexplicável declaração fora do tom.

Em um primeiro momento, as famílias que moravam no prédio serão encaminhadas para centros de acolhida da prefeitura. O governo de São Paulo anunciou que irá disponibilizar auxílio moradia para as famílias. O benefício será de 1.200 reais no primeiro mês e de 400 reais a partir do segundo, pago por um período de 12 meses.

No entanto, nenhum plano foi anunciado para resolver a questão da moradias irregulares no centro. Sem isso, há o risco de essas mesmas famílias entrarem em outro prédio condenado do centro da cidade. Os relatos até agora dão conta de que as famílias pagavam entre 150 e 400 reais de aluguel para a organização do movimento Luta por Moradia Digna.

Com déficit habitacional de mais de 369.000 famílias, 150 prédios estão ocupados em São Paulo, 70 em condições precárias, oito deles na região em que ficava o Wilton Paes de Almeida.

É preciso trabalhar agora para que novas tragédias não voltem a acontecer.


Via @digitalradiotv



Quase dois terços da força de trabalho global estão na economia informal, diz estudo da OIT




Mais de 61% da população empregada no mundo — 2 bilhões de pessoas — está na economia informal, segundo estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado na segunda-feira (30), enfatizando que a transição para a economia formal é essencial para garantir proteção social e condições de trabalho decente.

"A alta incidência de informalidade em todas as suas formas têm múltiplas consequências adversas para trabalhadores, empresas e sociedades, e é um importante desafio para a conquista do trabalho decente para todos", disse Rafael Diez de Medina, diretor do Departamento de Estatísticas da OIT.

As conclusões constam no mais novo relatório da OIT, "Mulheres e homens na economia informal: uma foto estatística". O estudo também fornece estimativas comparáveis sobre o tamanho da economia informal e um perfil estatístico do setor, usando critérios de mais de 100 países.

"Medir essa dimensão importante, agora incluída nos indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), pode ser visto como um passo excelente rumo à ação, particularmente graças a dados mais comparáveis dos países", disse Medina.

A distribuição geográfica do emprego no setor informal mostra um cenário impressionante.

Na África, 85,8% do emprego é informal. A proporção é de 68,2% na Ásia e no Pacífico, de 68,6% nos Estados Árabes, de 40% nas Américas, e pouco acima de 25% na Europa e na Ásia Central.

No Brasil, o índice de informalidade no emprego total é de 46%, sendo maior entre os homens (37%), do que entre as mulheres (21,5%) no setor informal.

De maneira geral, 93% do emprego informal do mundo está nos países emergentes e em desenvolvimento. Globalmente, o relatório também concluiu que o emprego informal é mais frequente entre homens (63%) do que entre mulheres (52,1%).

"Dos 2 bilhões de trabalhadores informais do mundo, pouco mais de 740 milhões são mulheres", disse a OIT, lembrando que elas estão mais presentes nos mercados informais em países de baixa e média renda, onde estão em situação de maior vulnerabilidade.

Fatores que afetam o nível de informalidade

A educação é o principal fator a afetar o nível de informalidade, disse o estudo, notando que quanto maior a escolaridade, menor o nível de informalidade.

"Pessoas que concluíram a educação secundária e superior têm menos chance de estar no mercado informal na comparação com trabalhadores que não têm escolaridade ou só completaram a educação primária", disse a OIT.

Além disso, pessoas vivendo em áreas rurais têm duas vezes mais chances de estar no mercado informal na comparação com os trabalhadores de áreas urbanas, acrescentou o estudo.

De acordo com Florence Bonnet, um dos autores do relatório, os dados sobre essas questões são cruciais para a elaboração de políticas públicas efetivas.

"Para centenas de milhões de trabalhadores, a informalidade significa falta de proteção social, direitos no trabalho e condições de trabalho decente, e para as empresas significa baixa produtividade e falta de acesso a financiamento", disse.

Clique aqui para acessar o relatório (em inglês)http://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---dgreports/---dcomm/documents/publication/wcms_626831.pdf

Contatos de imprensa

martinage@ilo.org (Jean Luc Martinage)
rohland@ilo.org (Hans von Rohland)
Telefone: +41-22-799.7916


onubr

Tribunal de Contas de São Paulo lança site para fiscalização de gastos públicos

Imagem divulgação: iris.tcm.sp.gov.br


 
O Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP) lançou uma ferramenta digital para pesquisa de despesas, licitações e contratações municipais, o sistema Informações e Relatórios de Interesse Social (IRIS).

A ferramenta – desenvolvida pelo Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) e pela Subsecretaria de Fiscalização e Controle (SFC) do TCMSP – servirá para facilitar o acesso público aos dados que envolvem gastos públicos em todos os setores da administração municipal.

Para o tribunal, o acesso aos dados é importante para ampliar a participação cidadã e o controle social.

"Lançamos um produto inovador, o IRIS é um projeto de fomento à transparência que tem como objetivo mostrar aos municípios, em tempo real, as informações sobre os gastos da prefeitura de São Paulo. É uma ferramenta do TCM a serviço da sociedade paulistana", destacou o presidente do tribunal, João Antonio.

O IRIS é constituído por três visões: a orçamentária, que apresenta, de forma simplificada, o orçamento do município e permite que o cidadão tenha tanto uma visão abrangente quanto detalhada dos gastos municipais. É possível conhecer desde os gastos totais de um órgão até as despesas relacionadas a uma pequena atividade.

A visão regional traz para o cidadão informações sobre as despesas de cada prefeitura regional. O morador passa a ter informações sobre aqueles gastos que mais afetam o seu dia a dia, como manutenção de vias e áreas públicas ou de sistemas de drenagem. Já a visão das licitações relaciona informações detalhadas sobre as contratações da cidade de São Paulo.

De acordo com o presidente do TCM, as informações são extraídas diretamente dos sistemas utilizados pela prefeitura de São Paulo. O tratamento automático da informação, sem a intervenção humana, garante que os dados originais não sejam alterados.

Presente no lançamento da ferramenta digital, o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (DEM), considerou o programa um avanço para a sociedade. "É mais um instrumento que o TCM produz, com sua estrutura, que permite que a sociedade possa acompanhar os feitos do Executivo, da Câmara e também do próprio tribunal".

Leite destaca que a ferramenta vai permitir acompanhar em tempo real o destino final dos tributos. "É importante esse instrumento para que a sociedade possa cobrar o Poder Legislativo e também possa ofertar suas sugestões, afinal todos somos contribuintes, e precisamos saber como e de que forma está sendo gasto."

No sistema IRIS há tutoriais que ajudam na navegação de forma didática. O presidente do TCM, João Antonio, ressaltou, entretanto, que o Núcleo de Tecnologia do órgão está à disposição para dar treinamentos a representantes da sociedade civil mediante agendamento prévio.

Projeto de lei

O lançamento da ferramenta ocorre em meio à discussão de um projeto na Câmara Municipal de São Paulo que pretende extinguir o TCM. Na justificativa, os vereadores alegam que o Tribunal de Contas do Município de São Paulo é "uma estrutura caríssima e desnecessária". A justificativa destaca ainda que "o controle contábil pode ser feito pelo Tribunal de Contas do Estado, tal e qual ocorre com os outros municípios. É desnecessário e caro manter um Tribunal de Contas próprio".

Durante o lançamento da ferramenta IRIS, o presidente do TCM, João Antonio, reafirmou o compromisso do órgão com a sociedade. "Somos um tribunal cada vez mais atuante e visando aperfeiçoar sua atividade-fim, que é a atividade do controle externo com a finalidade articulada com os representantes do povo da cidade de São Paulo", destacou.


Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil  São Paulo
Edição: Lílian Beraldo & @digitalradiotv



O Dia Mundial do Livro, ou simplesmente Dia do Livro, é comemorado anualmente em 23 de abril.



Além de homenagear várias obras literárias e seus autores, a data também busca conscientizar as pessoas sobre os prazeres da leitura.


Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor
No Dia Mundial do Livro também é celebrado o Dia dos Direitos de Autor.

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) criou a data do "Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" para encorajar as pessoas, especialmente os jovens, a descobrirem os prazeres da leitura, e conhecerem a enorme contribuição dos autores de livros através dos séculos.

Uma tradição catalã ligada aos livros já existia no dia 23 de abril, e parece ter influenciado a escolha da Unesco. Na tradição catalã, no dia de São Jorge (23 de abril), é costume dar uma rosa para quem comprar um livro. Trocar flores por livros já se tornou tradição em outros países também.


Origem do Dia Mundial do Livro
A Unesco escolheu a data do Dia Mundial do Livro em 1995, em Paris, durante o XXVIII Congresso Geral.

O dia 23 de abril foi escolhido por ser a data da morte de três grandes escritores da história: William Shakespeare, Miguel de Cervantes, e Inca Garcilaso de la Vega.

23 de abril é também a data de nascimento ou morte de outros autores famosos, como Maurice Druon, Haldor K.Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.



Atividades para o Dia Mundial do Livro

  • Escreva uma estória em grupo;
  • Leia um livro em voz alta;
  • Incentive as crianças a lerem versões infantis dos grandes clássicos da literatura;
  • Aproveite a oportunidade para contar a história dos grandes escritores do mundo;
  • Desenhe ou pinte desenhos sobre Dom Quixote ou de outros clássicos da literatura, por exemplo.

#digitalradiotv

Há 26 anos, os dois maiores ícones do grunge tocavam no mesmo dia no festival holandês

Aah, a era de ouro do grunge…

Nos anos 90, bandas com um som sujo e visual mais sujo ainda tomaram conta do rádio e da TV, e o movimento ficou marcado na história da música para sempre. Grupos como Alice In Chains, Nirvana, Mudhoney, Stone Temple Pilots, Hole, entre várias outros, são até hoje venerados e acompanhados por uma legião de fãs — pelo menos aqueles que continuam na ativa.

Dois destes grandes nomes, e talvez os maiores do gênero, são o Pearl Jam e o Soundgarden. Lá em 1992, no auge do sucesso de ambas as bandas e para o êxtase dos seguidores do estilo musical, os caras tocaram no mesmo palco no festival holandês Pinkpop.

O show da banda de Eddie Vedder ficou marcado pela incrível execução do hit "Black" e da total entrega do frontman durante a apresentação. Enquanto isso, o saudoso Chris Cornell impressionava público e crítica com sua voz afiada e som pesado.

Você pode conferir os dois shows ao fim desta publicação.


Pearl Jam e Soundgarden


O PJ começou em 1990 e não parou nenhum segundo desde então.

A banda acaba de passar pelo Brasil, onde tocou no Lollapalooza 2018, e parece estar cozinhando o seu 11° disco de estúdio. Você pode ouvir o novo single, "Can't Deny Me", clicando aqui.


 
Já o Soundgarden, infelizmente, aparenta ter chegado ao fim. Mesmo não tendo feito um anúncio oficial de fato, a morte do líder Chris Cornell em Maio de 2017 interrompeu a história do incrível grupo, e os membros remanescentes não deram indícios de que pretendem continuar sem o amigo.


Por tenhomaisdiscosqueamigos  via @Digitalradiotv  #divulganoblog


Sem poder levar celular até para ouvir música durante a prova, jovem usa solução mais analógica ao levar toca-discos à escola

Toca-discos: rapaz usou solução não digital para ouvir música na prova (Eric Saueracker/Reprodução)


O mundo avança em uma velocidade inimaginável há algumas décadas. As organizações, as pessoas e instituições mais tradicionais se esforçam para acompanhar as mudanças. No entanto, se alguns agentes acompanham as transformações, outros ainda sofrem com as contemporaneidades.

Diante deste cenário, um dos símbolos ocidentais que mais têm dificuldades em caminhar ao lado do digital é a escola. Com uma administração e organograma semelhante há séculos, as salas de aula são um dos campos onde a disciplina tem ainda mais dificuldade em ser respeitada por alunos que não ficam um minuto longe de seus mobiles.

A última demonstração desta disparidade aconteceu durante uma prova na Hudson's Bay High School em Vancouver. Tudo começou quando o professor Eric Saueracker proibiu celulares durante o seu teste. Inconformado, um estudante inventou uma maneira criativa de driblar esta regra.

Confira abaixo a saída do jovem que o próprio Saurecker postou no Twitter e já foi retweetada 117 mil vezes:


Eric Saueracker@esaueracker

Students are taking their Physics Midterm exam today. I said no cell phones, not even for music since they could be used to cheat. This student brought in a record player and is bumping Kanye in his headphones right now...



Na publicação, o professor falou que não havia permitido telefones celulares "nem mesmo para música, já que eles poderiam ser usados para trapacear".

Quanto ao som que ele ouvia nos fones? Era o College Dropout. Um clássico.


Por Gabriel Grunewald, da AdNews via @Digitalradiotv


Na Cúpula das Américas, um disco de rock contra Maduro

Álbum distribuído no evento tem 16 canções de bandas que criticam regime do presidente venezuelano

Em mais de uma ocasião Nicolás Maduro se declarou roqueiro. Em discursos presidenciais disse que nos anos 80, quando era um estudante secundarista com longos cabelos e bigode, era o segundo guitarrista em uma banda chamada Enigma, que certa vez se apresentou em um programa de televisão e da qual ainda há rastros no YouTube. Certa ocasião afirmou que "a canção mais completa do rock" é Stairway to Heaven, de Led Zeppelin e também disse mais de uma vez que é fã de John Lennon. Agora, com bigode ainda e faixa presidencial, seu passado roqueiro volta a estar presente. O presidente venezuelano aparece na capa da coletânea Rock contra a Ditadura Volume I, que está sendo distribuída nos eventos oficiais e alternativos da VIII Cúpula das Américas, cujo início é nesta sexta-feira em Lima e da qual Maduro foi vetado.


A iniciativa é das ONGs de direitos humanos Provea e Redes de Ajuda, que reuniram as canções de 16 bandas venezuelanas – algumas delas integrantes da diáspora do país sul-americano – que usaram o rock como meio para denunciar a crise social e democrática vivida na Venezuela. "Desde o primeiro ciclo de protestos contra Maduro em 2014 começamos a notar que a participação dos jovens era muito importante, e como organizações de direitos humanos tínhamos que buscar a maneira de falar para eles", conta Rafael Uzcátegui, coordenador da Provea, uma das ONGs que documentaram denúncias de violações de direitos humanos expostas em foros internacionais.

Dessa inquietação surgiram alguns podcasts que se transformaram no programa de rádio Humano Derecho e depois em um selo discográfico para respaldar as bandas que estão usando a música como veículo de denúncia, por intermédio da iniciativa Música por Remédios, na qual são trocados discos por medicamentos para os doentes que enfrentam a dramática escassez na Venezuela. A Humano Derecho Records também se encarregou da reprodução das 1.000 cópias de Rock contra a Ditadura, com 16 cançõe, que estão sendo distribuídas de forma gratuita em Lima, tanto em eventos como em lojas de discos.

"O álbum traz canções que foram gravadas desde 2014, quando as manifestações começaram a mexer com a sociedade e esses músicos entenderam esse chamado. Em certo momento o projeto bolivariano tinha suas próprias canções, mas hoje Maduro perdeu isso. Por sua vez, esse movimento de retorno à democracia, como ocorreu na região em outros processos de ditadura, tem seus ícones, tem cultura, e suas bandas. Pode ser que haja pessoas que ainda não entendam por que Nicolás Maduro é um ditador e esta é uma maneira de denunciá-lo", diz Uzcátegui, que se considera parte da cultura punk.

Emigdio + Superpower, Los Delorean, Colibrí, BioShaft, Cadáveres Podridos, Doctor No, Los J, Pez Volador, Agente Extraño, Sibelius, HolyHands, Ministerio de la Suprema Infelicidad, Le Cinema, Doña Maldad, Zombies No e Cardiel são as bandas que participam do álbum. Todas cederam suas canções para a coletânea. Os gêneros vão do rock latino, pop, new metal e ska, passam pelo punk e chegam ao hardcore.

As letras criticam diretamente o Governo, a corrupção e as forças de segurança que reprimiram os protestos contra Maduro, que em 2014 deixaram 43 mortos e em 2017, mais de 100. "Vamos ao paraíso, o paraíso fiscal, olha que já instalamos o governo popular", diz a primeira canção do disco. A capa, uma ilustração de Marcos Ramos Celis, mostra Maduro na cadeira presidencial rodeado de tentáculos.

Em Lima a proposta boi bem recebida, diz o ativista. "Há muitíssima compreensão do que se passa na Venezuela, pela experiência que tiveram com Fujimori no Peru, onde é muito forte o movimento de direitos humanos contra essas ditaduras modernas que chegam ao poder através das eleições. Quando era jovem conheci o que se passou neste país com o fujimorismo pelas canções de Leusemia e Voz Propia. Todas as passagens das ditaduras à democracia deixaram suas bandas. Temos os primeiros discos de Miguel Mateos, a banda de punk argentina Los Violadores, León Gieco, Los Prisioneros do Chile, Masacre 68 no México".

Voz Propia, parte do chamado movimento do rock subterrâneo peruano dos anos oitenta, se apresentará em um show com outras bandas peruanas, organizado pela Provea e Redes de Ajuda, em Lima, em apoio à causa venezuelana. O valor arrecadado durante o evento, marcado para o domingo, no bar Hensley, na região de Barranco, será doado a uma organização jesuíta que apoia os milhares de imigrantes que chegaram ao Peru nos últimos meses.

As canções que integram o disco não tocam nas emissoras comerciais da Venezuela, fortemente controladas pelo Governo em seus conteúdos, e muito menos nos órgãos de mídia e eventos do Estado. No perfil de Humano Derecho na plataforma bandcamp.com é possível escutar o disco completo. O chamado para um segundo volume está próximo. A Provea espera que em Caracas, que perdeu seus espaços para o rock em consequência da crise econômica, possa ser organizado em breve um show com algumas destas bandas para estimular um ativismo que ficou adormecido no ano passado, depois de se manter por meses na rua.

"Os músicos têm essa capacidade de emocionar, de transmitir informação e de não permitir que a situação que a Venezuela está passando se torne normal. Podem se transformar em agentes de mudança. E os shows, além disso, têm a capacidade de reunir as pessoas em meio à crise de representatividade que a sociedade venezuelana vive neste momento, de fazer com que voltem a se encontrar no espaço público."


Saiu no El Pais & @digitalradiotv


Roda de conversa debaterá campanha “Um novo Congresso é necessário. É possível. E vai ser pelo voto”


No evento, a ser realizado no dia 25/4, serão apresentadas todas as informações sobre a campanha, bem como seus objetivos. Agende-se e participe! 

No dia 25 de abril, às 18h30, será realizada uma roda de conversa sobre a campanha "Um novo Congresso é necessário. É possível. E vai ser pelo voto". Na ocasião, serão apresentadas todas as informações sobre a campanha, bem como seus objetivos.

Tabata Amaral, do Movimento Acredito, Airton Soares, advogado e comentarista do Jornal da Cultura, e Chico Whitaker, arquiteto, ex-vereador da cidade de São Paulo e integrante da campanha, farão parte do debate.

Nas eleições de 7 de outubro, os eleitores terão a oportunidade de eleger um novo presidente e renovar ou requalificar parte do Executivo e do Legislativo. Sua participação é fundamental neste momento.

Esta é uma reunião aberta a todos que querem construir um país melhor.

Vamos participar, vamos construir e compartilhar esta campanha, afinal: UM NOVO CONGRESSO É NECESSÁRIO. É POSSÍVEL. E VAI SER PELO VOTO!

Acesse aqui o Manifesto da campanha. 

Visite nossa página na internet: www.umnovocongresso.org.br

Ouça entrevista à Rádio CBN de Jorge Abrahão, coordenador-geral do Programa Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, e de Chico Whitaker, arquiteto, ex-vereador da capital paulista e integrande da campanha "Um novo Congresso". 


Serviço:
Roda de conversa e apresentação da campanha por "Um novo Congresso"
Dia 25/4 - quarta-feira - 18h30
Paróquia São Domingos (Rua Caiubí, 164 - Perdizes)


Enviado por NossaSP @digitalradiotv


O acesso à cultura tem CEP, tem classe e tem cor

A avaliação é do cientista político e produtor cultural, Marcio Black, durante o debate sobre os resultados da pesquisa "Viver em São Paulo: Cultura"


Ao avaliar os resultados da pesquisa "Viver em São Paulo: Cultura", que foram apresentados na terça-feira (10/4), o cientista político e produtor cultural, Marcio Black, concluiu: "os dados mostram que o acesso à cultura tem CEP, tem classe e tem cor".

Segundo ele, faltam equipamentos de cultura na maioria dos distritos da capital paulista. "O acesso à cultura continua sendo segregado na cidade de São Paulo" reforçou Black, que é também coordenador de cultura da Fundação Tide Setubal.

As declarações foram feitas durante o debate que se seguiu à apresentação dos resultados do levantamento, em evento promovido pela Rede Nossa São Paulo e Ibope Inteligência, em parceria com o Sesc São Paulo.


Realizada no Sesc Vila Mariana, a atividade contou com a participação do coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, Jorge Abrahão. "A questão social aparece muito fortemente em todas as nossas pesquisas", considerou ele, ao ressaltar que o problema também aparece claramente no acesso à cultura.

Na opinião de Abrahão, as diversas desigualdades podem ser correlacionadas. "As mulheres negras moradoras da periferia, de menor renda e escolaridade, são aquelas que, em geral, não frequentam nenhuma atividade cultural", denunciou.

O coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo argumentou que as desigualdades não ocorreram naturalmente, foram resultados de decisões e escolhas que envolvem as seguintes perguntas: Para quem a cidade é governada? Para onde está sendo direcionado o orçamento? E quais são as prioridades?  "Temos que questionar essas coisas e procurar influenciar essas decisões", sugeriu.

Desigualdade de acesso à cultura em números

Os resultados da pesquisa "Viver em São Paulo: Cultura" foram apresentados por Patrícia Pavanelli, diretora de contas do Ibope Inteligência.

De acordo com o levantamento, apenas 17% dos paulistanos frequentam (pelo menos, uma vez ao ano) todas as seis atividades e espaços mencionados no levantamento: cinemas, centros culturais, shows, museus, teatros e bibliotecas.

Entre os segmentos predominantes entre os que mais frequentam todas as atividades culturais relacionadas estão: os mais escolarizados, com renda familiar acima de cinco salários mínimos e brancos.

Por outro lado, quase 1/4 da população (24%) não usufruiu de nenhum desses equipamentos.

Nesse grupo predominam: os menos escolarizados, com renda familiar de até dois salários mínimos, pretos e pardos.

"Escolaridade, classe social, renda e raça são as variáveis que diferenciam o perfil daqueles que frequentam todas e nenhuma das atividades avaliadas", concluiu a diretora de contas do Ibope Inteligência.

Confira aqui a apresentação da pesquisa.

Confira aqui a pesquisa completa. 

Debate sobre os resultados

As desigualdades apontadas pela pesquisa também foram destacadas por Juliana Braga, gerente de artes visuais e tecnologia do Sesc São Paulo. "Apesar dos avanços, a cultura ainda é um grande desafio para a cidade", disse ela, ao constatar: "a gente se depara com um número muito grande de pessoas que não frequentam nenhuma atividade cultural".

Juliana lembrou que a cultura tem um enorme potencial para gerar empregos e renda.  

Elaine Mineiro, do Fórum de Cultura da Zona Leste, questionou um dos dados do levantamento, segundo o qual, 68% dos paulistanos vão ao cinema, pelo menos, uma vez ao ano. "O que a maioria dessas pessoas que vão ao cinema está assistindo? Será que são coisas da nossa cultura?" Para ela, essa é uma discussão muito importante a ser feita.

A integrante do Fórum de Cultura da Zona Leste relatou que há uma intensa atividade cultural nas periferias da cidade e defendeu a necessidade de maior diálogo por parte da atual gestão municipal. "Vários terrenos que a Prefeitura pretende privatizar são ocupações de cultura, que sofrem perseguição por parte do poder público", denunciou. 

Outro participante do debate que destacou as atividades e manifestações culturais populares, especialmente nas periferias, foi o ex-secretário municipal de Cultura, Nabil Bonduki. Segundo ele, o levantamento não contempla essas expressões de cultura. "O que não quer dizer que ela [a pesquisa] não tenha uma importância grande para entender o que acontece nessa área", ressalvou.

Bonduki relatou algumas ações e políticas que implementou quando esteve à frente da secretaria, para ampliar o acesso à cultura, como o Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais – VAI e os Pontos de Cultura.

O ex-secretário defendeu uma integração entre as áreas de educação e cultura, que, segundo ele, não podem ser pensadas de forma separada. "Temos que transformar cada escola em um espaço de cultura", propôs.



Durante o evento, a atriz, MC e diretora musical, Roberta Estrela D´Alva, declamou algumas poesias. 


Por Airton Goes, da Rede Nossa São Paulo @digitalradiotv



Edital Videocamp de Filmes 2018

Edital Videocamp de Filmes 2018 from VIDEOCAMP on Vimeo.

O VIDEOCAMP ACREDITA NO PODER DO CINEMA PARA TRANSFORMAR REALIDADES. Sabemos que o audiovisual é uma das artes mais poderosas para inspirar e provocar reflexões. Por isso, escolhemos o fomento à produção audiovisual como uma de nossas apostas estratégicas.

O 2º Edital VIDEOCAMP de Filmes já nasce como um dos maiores do mundo. O projeto selecionado receberá o patrocínio de até US$ 400 mil (quatrocentos mil dólares) para a produção de um único filme. Dessa vez, o tema é Educação Inclusiva. Acesse: videocamp.com/edital2018

Uma equipe grande e diversa foi responsável pela produção deste filme:

Produtora - TILT REC - Screen Content
Direção - Beto Macedo
Co-direção - Tiago Berbare
Montagem - Tiago Berbare
Direção de fotografia - Bruno Tiezzi
Direção de produção - Gabriel Braga (PorqueEu Filmes)
Produção - Bruna Ciccarello (PorqueEu Filmes)
Assistente de produção: Marcos Vitoriano (PorqueEu Filmes)
1º assistente de câmera -Peterson Augusto Lomovtov
2º assistente de câmera - Paulo Vinicius Rodrigues da Silva
Direção de arte - Ciça Pinheiro
Assistente de arte - Juliana Carletti
Trilha original - Marcos Gerez
Mixagem de áudio - Daniel Bozi
Colorização - Marco Oliveira
Rotoscopia - Juan Camejo (La Clandestina)
Figurino - Ciça Pinheiro
Finalização - TILT REC - Screen Content
Elenco - Juliana Luna, Fabiano Gold e Graciete Soares
Maquiagem - Vanessa Pina
Chefe de elétrica - Rodrigo Barnete
1º assistente de elétrica - Luiz Claudio Damasceno
1º assistente de elétrica - Raimundo Macedo
2º Assistente de elétrica - Gabriel dos Santos Ferreira
Maquinista - Wilson da Silva Santos
Transporte - Leandro Pacheco e Daniel Fiori
Catering - Rosa Mileo
Roteiro: Justificando, Marcus Couto, Josi Campos e Julia Zylbersztajn
Tradução Roteiro Inglês: Peter Smith, Daniela Perle e Juliana Luna
Coordenação: Josi Campos
Aprovação: Carolina Pasquali, Josi Campos e Daniela Perle


Edital Videocamp de Filmes 2018 from VIDEOCAMP on Vimeo.

Balanço do primeiro ano do Plano de Metas de São Paulo 2017-2020

A Rede Nossa São Paulo e outras organizações da sociedade civil estão realizando um balanço do primeiro ano do Plano de Metas de São Paulo 2017-2020. O levantamento será apresentado no dia 17/4, às 19h, na Câmara Municipal de São Paulo (Auditório Prestes Maia). Na ocasião também será lançada uma ferramenta de monitoramento do Plano.

Quem fará a avaliação?
    Rede Nossa São Paulo
    Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
    IAB SP - Instituto de Arquitetos do Brasil - São Paulo
    Cidade dos Sonhos
    Instituto Pólis
    UNICEF Brasil
    Secretaria Municipal de Gestão
    Fundação Tide Setubal

Conhecer a nossa cidade, os projetos e o planejamento faz parte de uma construção coletiva.
Participe e compartilhe este evento #MetasDeSP

17/4 || 19h
AUDITÓRIO PRESTES MAIA
CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
(VIADUTO JACAREÍ, 100)



Por: Rede Nossa São Paulo via @digitalradiotv

 

Novo currículo do ensino médio exigirá mudança na formação do professor



CNE vai analisar BNCC antes da implementação das mudançasArquivo/Agência Brasil

O sucesso da implementação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio passará por mudanças na formação de professores e adaptações nas escolas, apontam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. O documento, que vai orientar os currículos dessa etapa e estabelecer as habilidades e competências que devem ser desenvolvidas pelos alunos ao longo do ensino médio em cada uma das áreas, foi entregue na última terça-feira (3) pelo Ministério da Educação (MEC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

A BNCC do ensino médio é organizada por áreas do conhecimento: linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. Apenas as disciplinas de língua portuguesa e matemática aparecem como componentes curriculares, ou seja, disciplinas obrigatórias para os três anos do ensino médio. Os alunos deverão cobrir toda a BNCC em, no máximo, 1,8 mil horas. O tempo restante deve ser dedicado ao aprofundamento no itinerário formativo de escolha do estudante.

Para o diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, essas mudanças vão exigir muito investimento na formação de professores e um "repensar da formação de professores no Brasil" para que haja uma integração entre as disciplinas.

"Quando você faz um trabalho por área de conhecimento que reforça o caráter da interdisciplinariedade, você tem que investir muito na formação de professores. Hoje, como o professor de química é formado sem ter um diálogo direto com o professor de física ou biologia, que fazem parte da mesma área de conhecimento, por exemplo, agora para dar conta desse novo ensino médio, eles terão que se integrar já dentro da universidade", diz.

Segundo ele, a mudança vai ter impacto nos currículos das licenciaturas. "As coordenações dessas áreas vão ter que sentar e repensar. Não é que não vai mais ter professor de química, física e biologia, mas vai ter que haver um esforço para integrar esses conhecimentos", diz.

A formação dos professores deve ser priorizada também na visão da pedagoga Anna Helena Altenfelder. "Não só os professores, mas toda a estrutura da escola que hoje é pensada por disciplina e não por área de conhecimento. Então, temos um desafio grande", diz a presidente do Conselho de Administração do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).

Ela também aponta um possível acirramento das desigualdades na educação como um dos riscos da nova base para o ensino médio. "Sabemos que os estados têm condições diferentes tanto técnicas como financeiras para construir seus próprios currículos. Então, a questão dos itinerários deve ser melhor definida em um apoio maior para os estados", diz. O MEC se comprometeu a elaborar um guia de orientações para ajudar os estados na elaboração dos itinerários formativos.

Aperfeiçoamentos

A BNCC do ensino médio deverá ser analisada e aprovada pelo CNE e homologada pelo MEC antes de o documento começar a valer. O conselho irá fazer uma consulta pública em plataforma digital e audiências para colher sugestões da sociedade antes de submeter o texto à avaliação dos conselheiros.

A presidente executiva do movimento Todos pela Educação, Priscilla Cruz, considera que o CNE deve especificar melhor a forma como as redes vão se organizar, além de estabelecer o que é obrigatório ou não e deixar mais clara e objetiva a redação das habilidades previstas para serem alcançadas pelos alunos.

"Há uma impressão que o ensino médio está 'menor' pela falta de objetividade nas habilidades, é muito dependente da implementação pelos estados, não há um plano de implementação progressiva que ajude as redes a se ajustarem", diz. No entanto, ela considera positivo fato de o texto prever a formação mais integrada, "direcionando para mais profundidade, recomendando outros espaços de aprendizagem e formatos de aula, dando características juvenis ao ensino médio".

O conselheiro do CNE Cesar Callegari, presidente da comissão que vai analisar a BNCC, também considera que o colegiado terá que complementar o texto entregue pelo MEC. "A base está incompleta, está um documento bastante genérico e, no meu modo de entender, não atende às expectativas e necessidades do ensino médio no Brasil", diz.

O Ministério da Educação já instituiu o Programa de Apoio à Implementação da Base Nacional Comum Curricular para apoiar os estados no processo de revisão ou elaboração e implementação de seus currículos alinhados à BNCC. Segundo o MEC, no primeiro ano de execução, serão repassados às secretarias estaduais cerca de R$ 100 milhões para a implementação da base.


Sabrina Craide – Repórter da Ag. Brasil

Edição: Amanda Cieglinski @Digitalradiotv