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Combate ao Câncer - Informação é melhor remédio para a prevenção


Seminário discute as novidades para o tratamento da mielodisplasia, tipo de câncer comum aos idosos


Foto: ABC Med

Foto: ABC Med

No dia 23 de maio a ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia – realiza o Seminário de Síndrome Mielodisplásica, voltado para pacientes, familiares e profissionais da saúde. O evento, que acontece na cidade de São Paulo a partir das 8h30, tem por objetivo disseminar informações sobre este tipo de câncer, mais comum aos idosos, e a evolução do tratamento no cenário internacional.

Como palestrantes, contaremos com a participação dos especialistas Lewis Silverman e Erin P. Demakos, do Icahn School of Medicine at Mount Sinai, dos Estados Unidos.

As inscrições, gratuitas, devem ser feitas pelo http://www.abrale.org.br

O que é síndrome mielodisplásica?

Também conhecida como mielodisplasia, este tipo de câncer causa um desarranjo da medula óssea que leva à morte celular precoce, e pode evoluir para uma leucemia aguda. A doença atinge, principalmente, pessoas acima dos 60 anos e dentre os principais sintomas estão cansaço e sangramentos, devido à baixa de plaquetas. Como opções para o tratamento, estão transfusões de sangue periódicas e quimioterapia.

Informações do evento

Seminário de Síndrome Mielodisplásica

Data: 23/05/2014

Local – Rua Pamplona, 518 – 3º andar (próximo ao metrô Trianon Masp)

Horário – Das 8h30 às 13h

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ANVISA estuda como facilitar a importação de medicamentos com substância química da maconha


Medicamento com canabidiol pode ser dispensado de autorização especial.
Decisão terá que ser aprovada em reunião da agência.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estuda alterar até o fim de junho o processo de importação de medicamentos que levam canabidiol, substância química encontrada na maconha e que, segundo alguns estudos científicos, tem utilidade médica para tratar diversas doenças, entre elas, neurológicas.

A informação foi divulgada pelo diretor-adjunto da Anvisa, Luiz Roberto Klassmann, durante palestra realizada em São Paulo, dentro do 4º Simpósio Internacional da Cannabis Medicinal, que discute o tema com especialistas das áreas médica e jurídica. O evento segue até o próximo sábado (17).

A decisão terá que ser aprovada pela Diretoria Colegiada da agência, em reunião que vai acontecer até o fim deste semestre. Se isso ocorrer, qualquer brasileiro com uma prescrição médica em mãos recomendando um medicamento com canabidiol, poderá entrar no país de maneira legal com o produto, ou recebê-lo por encomenda.

Atualmente, esses remédios estão em uma lista do órgão de Vigilância Sanitária que proíbe o uso para fins terapêuticos, exceto quando há alguma autorização especial para importação concedida pelo próprio diretor da agência ou ainda sentença jurídica com a mesma finalidade.

Reclassificação

Segundo Klassmann, a retirada do canabidiol da lista de substâncias de uso prescrito e sua reclassificação como substância sujeita a controle especial (com receita médica de duas vias), pode acontecer porque já existiriam evidências científicas suficientes que comprovam a eficácia da droga e sua segurança para uso terapêutico.

A visão pessoal de Klassmann é de que a mudança "deve ser aprovada pela diretoria colegiada".

"A partir do momento que ela deixar de ser proscrita, esses problemas de barreira alfandegária vão acabar", disse Klassmann ao G1. "Precisamos, inicialmente, quebrar o preconceito e estigma [do uso da maconha medicinal] e ver pela ótica cientifica o que está disponível. Eu me comprometo em agilizar a liberação", complementou o diretor-adjunto da Anvisa.

Nos Estados Unidos, 20 estados e a capital Washington têm legislação que autoriza o uso da maconha para fins medicinais.

Alto custo

Katiele Fischer e Norberto Fischer com                          Anny, de 6 anos, portadora da rara síndrome                          CDKL5. Eles conseguiram na Justiça o direito de                          usar o canabidiol (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Katiele Fischer e Norberto Fischer com Anny, de 6 anos, portadora da rara síndrome CDKL5. Eles conseguiram na Justiça o direito de usar o canabidiol (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Elisaldo Carlini, um dos maiores especialistas do Brasil sobre maconha medicinal, considera a possível decisão da Anvisa como um progresso, mas afirma que a barreira financeira será um problema. "Vai ficar caro [para as famílias], mas se o governo brasileiro tiver vontade e a população também quiser, cria-se uma política pública", explica.

Katiele Fischer e Norberto Fischer são pais de Anny, de 6 anos, portadora da rara síndrome CDKL5, doença genética que provoca deficiência neurológica grave e grande quantidade de convulsões. O caso dela foi mostrado pelo Fantástico em março deste ano. Em abril, o casal obteve, na Justiça, autorização para importar o Canabidiol.

Com a decisão, eles trouxeram para o Brasil uma bisnaga de dez gramas do medicamento, suficiente para três meses de tratamento, ao custo de US$ 500. Eles tiveram que desembolsar cerca de US$ 100 de taxa de importação e houve ainda cobrança de outros tributos.

Segundo Norberto, a droga praticamente zerou as convulsões em nove semanas (Anny tinha cerca de 60 crises semanais) e deve ajudar a melhorar a qualidade de vida da menina. Katiele afirma que a mudança do protocolo por parte da Anvisa poderá beneficiar outras famílias, que sofrem com a burocracia da importação.

CFM afirma que médico tem autonomia para prescrever
Sobre a liberação de medicamentos feitos com substâncias encontradas na maconha, o Conselho Federal de Medicina (CFM) afirma que desenvolve atualmente discussões para provável e posterior envio da matéria à análise de Comissão específica ao reconhecimento de novas terapêuticas e procedimentos científicos.

"Dependendo dos resultados do estudo e com base na lei 12.842/13 (Lei do Ato Médico), o CFM poderá editar norma para o reconhecimento científico do uso desse procedimento", informou o órgão por meio de nota.

O CFM afirma ainda que "o profissional médico tem a autonomia para prescrever ou não qualquer medicamento, sempre respeitando a autonomia do paciente e informando-o sobre o diagnóstico, prognóstico, riscos e objetivos de cada tratamento".

O que é o canabidiol?

Substância química encontrada na maconha que, segundo estudos científicos, tem utilidade médica para tratar diversas doenças, entre elas, neurológicas.

Informações do G1 Notícias

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Especialista esclarece cinco dúvidas sobre o diagnóstico do câncer de mama


câncer de mamaSegundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o segundo tipo que mais acomete mulheres no país, atrás apenas do melanoma. O diagnóstico precoce geralmente realizado em exames de rotina aumentam as chances de cura da doença. A Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) explica quais são os exames utilizados para diagnosticar esse tipo de câncer e tira as principais dúvidas, a partir de esclarecimentos do médico patologista Leonard Medeiros.

Medeiros, que é membro da SBP, avalia que para um diagnóstico preciso tudo depende do contexto clínico no qual a paciente está inserida. "Aspectos como a idade, densidade das mamas e histórico familiar deste tipo de câncer são relevantes, mas a consulta com o mastologista define qual será a melhor abordagem em cada caso", considera o médico.

Apesar disso, muitos questionamentos são gerados. A seguir, você pode esclarecer cinco dúvidas simples e frequentes referentes ao diagnóstico da doença. Confira!

Qual o melhor método para detecção do câncer de mama?

Não existe um único método. O diagnóstico é multidisciplinar por envolver diversos profissionais da área da saúde com papéis diferentes como o mastologista que faz o exame clínico, o radiologista responsável pelos exames de imagem e o patologista que analisará, se necessário, uma eventual biópsia ou punção aspirativa da lesão.

A biópsia é indicada quando?

Os exames clínicos e de imagem determinam a necessidade ou não de uma biópsia (procedimento invasivo no qual pequeno fragmento da lesão é amostrado). O exame anatomopatológico realizado pelo patologista determina se a lesão a ser estudada é de caráter maligno ou benigno. De posse de todos estes resultados a equipe multidisciplinar define o melhor tratamento para a paciente.

Qual o tipo de exame mais frequente para diagnóstico?

A modalidade mais utilizada é a mamografia. Este exame é capaz de detectar lesões precoces do tipo carcinoma "in situ", que corresponde ao grau grave da doença. A mamografia tem resolução e capacidade de identificar lesões em mamas menos densas. A mama de pacientes acima de 35/40 anos começa a ter menos densidade e assim permitem melhor resolução da mamografia. Outra modalidade é a ressonância nuclear magnética, que tem indicações mais precisas, em especial no contexto de câncer de mama familiar e neoplasia lobular.

Quando a ultrassonografia é prescrita?

A ultrassonografia é capaz de identificar lesões em tecidos mais densos. Vale uma ressalva, câncer de mama em paciente com menos de 30 anos é um evento raro e, quando ocorre, apresenta-se com características passíveis de serem detectadas pela mamografia.

Quais as limitações que cada exame tem?

A maioria das limitações se enquadra da impossibilidade de definir com 100% de certeza se a imagem detectada representa um câncer ou tecido normal da mama. Quando um tecido no estudo de imagem é tido como suspeito, entra em cena o patologista que determina se a lesão estudada é de caráter maligno ou benigno a partir de uma pequena amostra da mesma. Às vezes, esta definição também é difícil para o patologista, que ainda tem a alternativa de utilizar exames do tipo imuno-histoquímico e moleculares para auxiliá-lo.

Nesse sentido, os patologistas são determinantes no diagnóstico definitivo dos cânceres. Participam desde a determinação exata do seu diagnóstico (existem dezenas de diagnósticos diferenciais com sintomas semelhantes), estabelecem subtipos prognósticos (muito comum em tumores pediátricos a divisão em diversos subgrupos de diagnóstico e tratamento) e pesquisando na amostra tecidual retirada marcadores (muitas vezes moleculares) relacionados a tratamento e prognóstico.

Fonte: Bone News

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Vacina modificada do sarampo fez desaparecer câncer em paciente


Uma dose fortíssima do vírus do sarampo manipulada em laboratório eliminou pela primeira vez o câncer em uma paciente, informaram cientistas americanos esta semana.

vacina"Temos aqui um tratamento que você aplica uma vez e o efeito pode ser a remissão de longo prazo do câncer", disse o principal autor do estudo, um hematologista que co-desenvolveu a terapia, descrita na edição desta quarta-feira do periódico Mayo Clinic Proceedings.

"Acreditamos que possa se tornar uma cura de aplicação única", prosseguiu.

A paciente, de 49 anos, foi diagnosticada com um tipo de câncer na medula denominado mieloma múltiplo. Ela tinha um tumor na fronte e o câncer se espalhou pela medula espinhal.

Ela recebeu uma dose intravenosa do vírus do sarampo, conhecido como MV-NIS, que é seletivamente tóxico às células de plasma do mieloma múltiplo.

Uma dose normal de vacina do sarampo contém 10 mil unidades infecciosas do vírus do sarampo. A dose neste estudo foi de 100 bilhões de unidades infecciosas.

"Ela teve uma resposta notável", disse Russell.

Apesar de alguns efeitos colaterais precoces, como fortes dores de cabeça, o tumor na testa logo desapareceu e sua medula ficou limpa.

Russell disse que sua remissão durou nove meses. Quando o tumor em sua fronte começou a reaparecer, os médicos o trataram com radioterapia local.

Uma reportagem publicada no jornal Minneapolis Star Tribune noticiou que a mulher, agora com 50 anos, continua a gozar de boa saúde e espera que a visita ao seu médico, no mês que vêm mostre que ela ainda está livre do câncer.

Uma segunda paciente acompanhada no estudo não se saiu tão bem. Ela tinha grandes tumores nas pernas e a terapia não conseguiu erradicá-los.

No entanto, usando estudos de geração de imagem avançados, os médicos conseguiram rastrear o caminho do vírus do sarampo em seu corpo e descobriram que ele, na verdade, estava atacando as áreas onde os tumores estavam se desenvolvendo.

As duas foram as primeiras estudadas na mais elevada dose possível do tratamento, que não funcionou em doses menores.

As mulheres também tiveram uma exposição limitada ao sarampo no passado. Seus cânceres se espalharam a um ponto em que não tinham outras opções de tratamento.

Em editorial que acompanha o artigo, escrito por John Bell, do Centro de Pesquisas Inovadoras sobre o Câncer do Instituto de Pesquisas do Hospital de Ottawa, no Canadá, informou que as evidências eram "convincentes".

"São resultados animadores que finalmente validam o potencial clínico deste tipo de tratamento. No entanto, há muita pesquisa a ser feita", escreveu Bell.

Fonte: swissinfo.ch

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Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia cria vídeo para a conscientização da classe médica sobre câncer raro


dor nas costasA ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) produziu um vídeo para conscientizar a classe médica, principalmente médicos generalistas, ortopedistas e geriatras sobre o mieloma múltiplo, câncer de medula óssea que passa despercebido pela maioria dos médicos.

O que é mieloma múltiplo?

O mieloma múltiplo é uma doença hematológica maligna (câncer maligno na medula) que afeta originalmente a medula óssea e se caracteriza pelo aumento do plasmócito, um tipo de célula que produz imunoglobulina, proteína que participa de nosso sistema de defesa.

Esta doença tem maior prevalência em pessoas idosas, em geral, maiores de 65 anos. Entretanto, a incidência da doença em indivíduos mais novos está aumentando. Mais de 2% dos doentes com mieloma múltiplo tem menos de 40 anos quando diagnosticado.

Sobre a ABRALE:

A ABRALE é uma associação que dá apoio e suporte aos pacientes, familiares e profissionais da saúde, atuando na área onco-hematológica e políticas públicas da saúde.

Informação, Educação e Política são as áreas de atuação mais importantes e efetivas da ABRALE, sempre com o suporte de um Comitê Científico composto por especialista em Onco-Hematologia dos principais centros de tratamento na transmissão de informações e em todas as ações da associação. O Comitê Científico valida e orienta todas as ações da entidade.

A organização também possui comitês de diversas especialidades da saúde – Psicologia, Enfermagem, Nutrição, Terapia Ocupacional, Odontologia, Fisioterapia e Serviço Social – que contribuem tecnicamente para nortear ações que demandam conhecimento específico.

Assista o vídeo:

Saiba quais são os sintomas mais comuns e como é feito o diagnóstico do Mieloma Múltiplo.

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Rondônia ganha reforço no tratamento contra o câncer


hospital de rondôniaPorto Velho, Rondônia – A população de Rondônia ganha novo centro de tratamento contra o câncer. Trata-se do Hospital Regional de Cacoal, que passa, a partir de agora, oferecer aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), serviços como radioterapia, quimioterapia e cirurgias oncológicas.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Williames Pimentel, a habilitação do Hospital Regional de Cacoal vai reforçar – principalmente nos municípios da Zona da Mata e Cone Sul -, o tratamento e prevenção ao câncer em Rondônia. Pimentel explica que a partir de agora, o Estado terá dois pólos de referência. Porto Velho, o Hospital de Base, via Hospital de Barretos, e Cacoal com o Daniel Comboni e hospital Regional.

Investimento

De acordo com dados apresentados pelo relatório das ações da Saúde em 2013, o governo de Rondônia investe, anualmente, R$ 18 milhões – do orçamento próprio – para complementar os custos de todas os tratamentos oferecidos pelo Estado através do SUS.

Pimentel avalia como mais uma grande vitória do governador Confúcio Moura, que vem se empenhando, com apoio de parte da bancada federal, para a ampliação e avanço do tratamento da doença no Estado.

A liberação da verba foi publicada terça-feira, 13, no Diário Oficial da União, sob a portaria 909. Com a publicação, os recursos já podem ser investidos pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), afirma o secretário.

Hospital-Escola

Williames Pimentel destacou, também, a grande estrutura que o Hospital Regional de Cacoal possui, funcionando como hospital-escola. No total, três residências médicas são mantidas pela unidade: pediatria, cirurgia buco-maxilar e clínica geral. Isto, segundo o secretário, comprova que o governo realmente investiu na descentralização, ampliação e melhoria da qualidade do atendimento da Saúde em todo o Estado.

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Rosi Campos é madrinha do Rapunzel Solidária


Atriz abraça a causa de projeto que tem contribuído para a recuperação da autoestima de pessoas que estão em tratamento de câncer em todo o país

rosi campos 1(1)Com três meses de existência e iniciado com o propósito de arrecadar cabelos para a confecção de perucas a serem doadas para pessoas em tratamento, o projeto já ultrapassa a marca de 7500 seguidores em uma fanpage no Facebook e recebeu mais de 160 doações de cabelos, em três meses de existência.

"Sinto muito orgulho em ser madrinha de um projeto como o Rapunzel Solidária, que já levou autoestima para muitas mulheres e crianças em todo o país. Espero poder contribuir de forma a triplicar a mobilização que já ocorre nas redes sociais para levar autoestima em cada canto deste Brasil", comenta Rosi.

Rapunzel Solidária também conta com a parceria de Luiz Crispim, especialista em cabelos e perucas naturais. O profissional, juntamente com Beth Lomaski, idealizadora do projeto, estão criando a Oficina Rapunzel Solidária de Confecção de Perucas para que os pacientes aprendam a confeccionar as próprias peças, nos hospitais e centros de tratamento onde se encontram. "O Crispim chegou no projeto para juntos doarmos amor, auto-estima e beleza em forma de cabelos.", comemora Beth.

Rapunzel em Números e Parcerias

  • 3 meses de fanpage no Facebook
  • Mais de 7500 seguidores
  • 163 doações de cabelos recebidos pelos Correios ( 95 em trânsito)
  • 7 perucas confeccionadas para serem entregues
  • 20 salões, em diversas partes do país, com o selo Amigo da Rapunzel Solidária (realizam cortes gratuitamente para as doações)
  • Parceria com os projetos Banco da AutoEstima (SP), Superando com Estilo (GO) e Mundo Colorido (PI).

Elizabeth Lomaski

Idealizadora do Rapunzel Solidária

rapunzelsolidaria@gmail.com

http://facebook.com/rapunzelsolidaria

 

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