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UNESCO debate evolução da linguagem no mundo digital em Brasília

Estudante universitário utiliza tablet enquanto busca livros na biblioteca. Foto: Banco Mundial/Dominic Chavez


Como o uso das tecnologias está influenciando ou mesmo mudando a forma como nos comunicamos? Essa é uma das perguntas que a mesa-redonda 'A evolução da linguagem no mundo digital' busca responder. Debate promovido pela UNESCO acontece na terça-feira (14), na Embaixada da França, em Brasília, e conta com a participação de especialistas do país e também do Brasil.

Como o uso das tecnologias está influenciando ou mesmo mudando a forma como nos comunicamos? Essa é uma das perguntas que a mesa-redonda "A evolução da linguagem no mundo digital" busca responder. Realizada no âmbito da exposição "Palavras Sem Fronteiras – Mídias Convergentes", como um dos eventos associados, e também como parte da Semana da Francofonia 2017, o debate acontece na terça-feira (14), às 19h, na sala Le Corbusier, na Embaixada da França no Brasil, em Brasília.

A moderadora da mesa-redonda é Sabine Gorovitz, doutora em Sociolinguística pela Université Paris V, professora adjunta e diretora da Assessoria Internacional da Universidade de Brasília (UnB) — mais informações abaixo.

Participa do evento o especialista e professor Loïc Depecker, delegado-geral da Língua Francesa e Idiomas da França, do Ministério francês da Cultura e da Comunicação. Depecker é também perito da Associação Francesa de Normas Técnicas (AFNOR) e presidente fundador da Sociedade Francesa de Terminologia.

Outro integrante da mesa-redonda é o professor Cláudio Menezes, mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e atualmente professor do Departamento de Línguas Estrangeiras de Tradução (LET), da UnB. O brasileiro trabalhou também na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em Paris, sobretudo na atual Divisão para a Sociedade do Conhecimento (CI/KSD).

Os especialistas convidados discutem como o uso intenso da linguagem virtual nos dias de hoje tem consequências na linguagem formal; as alterações na forma como a escrita é produzida diante da influência das novas tecnologias de Comunicação e informação (TIC); e como elas impactam as línguas, especialmente, a portuguesa e a francesa.

O evento é realizado pela UNESCO no Brasil, pela Embaixada da França e pelo Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), órgão da Fundação Alexandre Gusmão (FUNAG), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.

O debate acontece um dia após a abertura da exposição "Palavras Sem Fronteiras – Mídias Convergentes", que já passou pelo Rio de Janeiro e por São Paulo. Com o apoio da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), em parceria com o IPRI, a exposição chega a Brasília e será instalada no Palácio do Itamaraty, onde receberá a visitação do público no período de 14/03 a 13/04/2017, de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h e nos finais de semana das 9h às 17h, com entrada gratuita.

A exposição é baseada na obra do embaixador Sergio Corrêa da Costa, "Palavras Sem Fronteiras", na qual é apresentado um índice com 3 mil palavras e expressões, 16 mil exemplos do emprego das palavras, recolhidos durante 24 meses e em 15 países, de oito línguas, refletindo 46 idiomas. Trata-se de um verdadeiro vocabulário universal, que continuamente amplia e aproxima as culturas, memórias, tradições e valores.

Sobre os participantes:

• Sabine Gorovitz — Possui mestrado em Comunicação pela Universidade de Brasília (2000) e doutorado em Sociolinguística pela Université de Paris V (René Descartes, 2008). Atualmente, é diretora da Assessoria Internacional da UnB e professora adjunta da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Línguas Estrangeiras Modernas e Sociolinguística, atuando principalmente nos seguintes temas: tradução, legendagem, recepção, bilinguismo, plurilinguismo urbano, migrações e contatos entre idiomas.

• Loïc Depecker — É delegado-geral da Língua Francesa e Idiomas da França, do Ministério francês da Cultura e da Comunicação, e professor de Ciências da Linguagem na Universidade de Paris Sorbonne. É perito da Associação Francesa de Normas Técnicas (AFNOR) e presidente fundador da Sociedade Francesa de Terminologia. É especialista no estudo dos vocábulos científicos e técnicos, frutos dos trabalhos realizados há mais de 30 anos nas comissões de terminologia na França e na AFNOR.

• Claudio Menezes — Possui mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é professor do Departamento de Línguas Estrangeiras de Tradução (LET), da UnB. Atua no Bacharelado em Línguas Estrangeiras Aplicadas (LEA), tendo elaborado — com a contribuição de diversos docentes — o projeto pedagógico desse curso e sido o seu 1º coordenador. Por 20 anos, o professor Menezes trabalhou na UNESCO, sobretudo na atual Divisão para a Sociedade do Conhecimento (CI/KSD), sediada em Paris.


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