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domingo, 3 de janeiro de 2016

" Prece " - Fernando Pessoa ( Na voz de Maria Bethânia )

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Clara Nunes, pra matar a saudade!

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Computador pessoal recebeu título de Homem do Ano em 1983... O título foi concedido pela revista Time.


Pavel P.
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Livro digital


A informática avança a cada dia. Em um passado nem tão longínquo, a Apple criou o mouse. A Microsoft criou o sistema operacional Windows. Na internet, o browser era a Netscape. Tudo isso mudou tanto que poucos se lembram da origem do mouse, que praticamente foi abandonado pela sua criadora. Agora é a era dos tablets, que se aproximam cada vez mais dos celulares. No dia 3 de janeiro de 1983, a revista Time concedeu a um computador pessoal o título de Homem do Ano.

A Música do Dia é Homecomputer, do Kraftwerk, ouça no link abaixo.

Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Adeus 2015 ___ Bem-vindo 2016


Duas canções para marcar o último dia do ano

 

 Fogos de Réveillon

Ano-novo é época de repensar a vida, fazer planos e renovar promessas não cumpridas. No último dia do ano, as pessoas costumam avaliar o que fizeram de bom e de ruim, reunir a família, os amigos, ou ficar na solidão.

Mais: em nenhuma época do ano as pessoas refletem tanto sobre a vida. Não é o que você está fazendo agora?

A Música do Dia de hoje são, na verdade, duas, e ambas remetem ao ano-novo: "When I fall in love", de Victor Young e Eduard Raymond, com a Orquestra de Victor Silvester, e "Bosta nova", de Lulina

Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto

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domingo, 27 de dezembro de 2015

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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O momento político atual e a surdez do governo Dilma


DILMA-CABEÇA-BAIXA - MST

CPT: Nunca um governo, desde o final dos anos de chumbo da ditadura militar, foi tão surdo às demandas populares, no campo e nas cidades, quanto o governo Dilma.


Da CPT


"Tão ou mais grave que o mar de lama da Samarco em Mariana, Minas Gerais, é o mar de lama que escorre do mundo da política. Pois enquanto a lama da Samarco afeta a bacia do Rio Doce, a que escorre do Congresso Nacional, das assembleias legislativas e de gabinetes de Brasília afetam sonhos e esperanças de toda nação brasileira, sobretudo dos mais pobres", afirma a Comissão Pastoral da Terra - CPT em nota.


Eis a nota.


A Diretoria e a Coordenação Executiva Nacional da Comissão Pastoral da Terra – CPT vêm a público se manifestar sobre o grave momento da conjuntura nacional, cujo foco na polarização da crise política, em muito enviesada e distorcida, obscurece a percepção dos atuais conflitos violentos contra os povos do campo.


O país viveu, neste ano de 2015, um período conturbado pela recessão econômica e pela crise política que encurralaram a presidência da República. A incompetência no enfrentamento da crise econômica, as denúncias diárias de corrupção que atingem o PT e aliados de seu governo de coalizão têm sido utilizadas pela oposição para uma busca ilegítima do poder que ameaça desestabilizar a ordem democrática. A corrupção, endêmica na vida política brasileira, é apresentada, sobretudo pelos meios de comunicação, como a maior e mais grave da história deste país. Esquece-se que somente agora estes casos estão sendo investigados e punidos.


A crise econômica tem sido potencializada ao máximo por uma crise política alimentada diariamente na mídia e por um Congresso Nacional venal e obscurantista, que tenta um processo de impedimento da Presidenta da República com mais que frágeis argumentos.


Este Congresso tem demonstrado publicamente o quanto é refém e está a serviço do poder econômico que custeou as caras campanhas eleitorais dos seus ocupantes. Os interesses do povo, sobretudo os dos mais fracos, de forma alguma são prioridade da maioria dos congressistas. Isto se torna evidente pelas proposições e defesas da poderosa bancada ruralista, e das bancadas da bala e evangélica, que se tornaram conhecidas como a bancada do BBB - do boi, da bala e da bíblia.


Os interesses por trás destas bancadas se revelam na aprovação das leis da terceirização do trabalho e da redução da idade penal e nas tentativas, já em fase adiantada nos procedimentos regimentais, de desmonte dos direitos indígenas e de outras comunidades tradicionais com a PEC 215, com o projeto de lei que quer modificar o conceito de trabalho escravo, e com a pressa em aprovar um código de mineração que prioriza os interesses das mineradoras em detrimento das comunidades atingidas.


A avalanche contra os pequenos se consubstancia ainda na CPI da FUNAI e do INCRA para barrar todo e qualquer avanço no reconhecimento dos direitos territoriais dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e de outras comunidades tradicionais.


O que acontece em nível nacional se reproduz em nível estadual. No Mato Grosso do Sul, a violência contra os indígenas campeia solta com ações quase diárias de agressões às aldeias e aos acampamentos, sobretudo em áreas próprias retomadas pelos indígenas. Na esteira destas ações a Assembleia Legislativa constituiu uma CPI para investigar o Conselho Indigenista Missionário, CIMI, pelo apoio que tem dado à causa dos povos indígenas. Com isso tenta desmobilizar e desmoralizar a luta indígena, sugerindo que os indígenas não são capazes de defender seus próprios interesses.


Aproveitando-se deste cenário mais que sombrio, como já temos reiterado mais de uma vez, tem crescido de forma assustadora a violência contra os trabalhadores e trabalhadoras do campo. Até o final de novembro, o Centro de Documentação Dom Tomás Balduino, da CPT, tinha registrado o mais alto número de assassinatos no campo, desde 2004, 46 pessoas - camponeses, sobretudo posseiros, sem terra e assentados da reforma agrária. 44 destas mortes ocorreram na Amazônia. A maior parte dos conflitos nesta região está relacionada a terras públicas griladas. A fraqueza do Estado em recuperar estas áreas para destiná-las à Reforma Agrária, como manda a Constituição, favorece que os ataques de grileiros e pistoleiros se multipliquem, bem como as invasões de áreas e a expulsão de famílias.


Tão ou mais grave que o mar de lama da Samarco em Mariana, Minas Gerais, é o mar de lama que escorre do mundo da política. Pois enquanto a lama da Samarco afeta a bacia do Rio Doce, a que escorre do Congresso Nacional, das assembleias legislativas e de gabinetes de Brasília e dos estados afetam sonhos e esperanças de toda nação brasileira, sobretudo dos mais pobres.


Neste cenário de sombras, ainda bem, algumas luzes se acendem. Tem crescido o número de sem terra que fazem ocupações em busca de um pedaço de chão para viver e plantar. Nas cidades, jovens têm se destacado na luta em defesa da educação pública e de qualidade diante de tentativas de fechamento e de uma reorganização questionável de escolas, ou da entrega do ensino público a Organizações Sociais (OS), como acontece em Goiás. As ocupações das escolas pelos estudantes, com apoio de suas famílias, em São Paulo e em Goiás, são um grito de alerta para uma sociedade sonolenta. A organização dos jovens, o cuidado com os espaços ocupados, o uso das tecnologias de comunicação soam para os ouvidos atentos como fina música de um concerto de harmonias que pareciam perdidas.


A Diretoria e a Coordenação Executiva Nacional da CPT, ao mesmo tempo em que denunciam as tentativas da quebra da normalidade democrática, lamentam a falta de sensibilidade do governo Dilma no atendimento às reivindicações populares. Nunca um governo, desde o final dos anos de chumbo da ditadura militar, foi tão surdo às demandas populares, no campo e nas cidades, quanto o governo Dilma. Foi o governo que menos reconheceu terras indígenas e territórios quilombolas e o que menos fez assentamentos de sem terra. As decantadas políticas sociais, decadentes sob os cortes do ajuste econômico que mais uma vez favorece os que têm poder, já não conseguem aludir a uma imagem "popular" do governo.


A surdez da Presidência se tornou quase uma afronta aos homens e mulheres do campo com a nomeação para o Ministério da Agricultura da senadora Kátia Abreu, que sempre se mostrou inimiga dos movimentos do campo e do meio ambiente em plena crise climática. E diante de tantos apelos dos mais diversos movimentos populares, mantém o ministro da Fazenda totalmente alinhado aos interesses da classe dominante.


Esperamos que a estrela que conduziu os Magos até Belém possa conduzir nosso país nos caminhos da normalidade democrática, duramente conquistada, e na superação dos entraves que impedem o reconhecimento efetivo dos direitos dos pequenos e pobres.


Goiânia, 17 de dezembro de 2015.


Diretoria Nacional e Coordenação Executiva Nacional da CPT

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Faz tempo que nós indicamos... este é brasileiro, prestigie!


Imagem - Divulgação

Faz tempo que nós indicamos... este é brasileiro, prestigie!

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domingo, 13 de dezembro de 2015

Produtora brasileira prepara séries de viés humanista para a televisão


Imagem - Reprodução

Responsável por filmes independentes como Um Céu de Estrelas, Antônia, Hoje e De Menor, a produtora brasileira Tangerina está preparando três novas séries para a televisão. As obras, intituladas Causando na Rua, De Menor e A Mulher Que Era o General da Casa, terão em comum temáticas humanistas, retratando histórias de responsabilidade social.

A primeira delas a ficar pronta será Causando na Rua, já em processo de gravação e prevista para estrear no primeiro trimestre de 2016 – todas devem ficar prontas no ano que vem. Em 13 episódios de 26 minutos cada, a produção mostrará ações de coletivos no espaço público. A produção tem direção geral de Tata Amaral, responsável por títulos marcantes da cinematografia brasileira recente, como Um Céu de Estrelas (1996).

De Menor é uma adaptação do longa-metragem de mesmo nome, vencedor do Festival do Rio de mesmo nome, em 2013. A série ficcional é composta por 13 episódios de 52 minutos e se concentra no cotidiano do Fórum Central da cidade de São Paulo e no julgamento de alguns casos. São apresentadas as histórias das famílias dos adolescentes que passam pela Vara da Infância e da Juventude (em casos de delito e criminalidade, adoção, guarda de filhos, entre outros). Os personagens centrais são dois juízes, dois promotores e dois defensores, que se revezam nos casos e estabelecem relações entre si e entre os adolescentes que defendem. O roteiro é da dupla Caru Alves de Souza e Marton Olympio (das séries Natalia e Musas).

Baseada no livro homônimo de Paulo Moreira Leite, A Mulher que Era o General da Casa também tem direção de Tata Amaral e mostra aspectos mais relevantes e menos conhecidos da resistência ao regime ditatorial no Brasil: a luta do cidadão comum, daqueles que foram capazes de enfrentar as dores de seu tempo e mobilizar a sociedade civil para defender os direitos dos que eram sequestrados, presos e torturados.

Ainda não há confirmação dos canais em que as três séries serão exibidas. Além destas produções, a Tangerina também trabalha no lançamento de novos longas para 2016. Trago Comigo, estrelado por Carlos Alberto Riccelli, mais um dirigido por Tata Amaral, tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2016. Outros três novos projetos, todos longas-metragens independentes, encontram-se em desenvolvimento: Bagdá, de Caru Alves de Souza, uma parceria com a produtora Manjericão Filmes, Sequestro Relâmpago, de Tata Amaral, e Vanessa, de Francisco Cesar Filho.

Por: Redação RS
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“Feliz Ano Velho"

Com clipe em plano-sequência, Selton divulga o single "Feliz Ano Velho"

Com direção do italiano Francesco Imperato, responsável pelo vídeo de "Across the Sea", "Feliz Ano Velho" é um plano-sequência filmado em Milão, na Itália, cidade onde surgiu o Selton.

O vídeo é protagonizado pelo ator Rosario Altavill e tem como cenário a casa onde vive o jovem Selton, de seis anos de idade, batizado em homenagem ao grupo dos brasileiros Ramiro Levy (voz e guitarra), Ricardo Fischmann (voz e guitarra), Eduardo Stein Dechtiar (baixo) e Daniel Plentz (bateria).

Com o título de "Buoni Propositi" na Itália, o single foi produzido por Tommaso Colliva, que tem trabalhos com grupos como Franz Ferdinand, Phoenix e Muse. Responsável pelas dez músicas de Loreto Paradiso, Colliva também assinou Saudade, terceiro disco da banda, de 2013.

O álbum disco deve ser lançado no início de 2016, segundo a assessoria da banda. Na edição italiana, o registro conta com uma faixa bônus assinada por Hector Castillo, que trabalhou com artistas como Björk, David Bowie e Philip Glass.


 por Redação RS
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