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sábado, 21 de julho de 2018

Participem!!!

Sábados e Domingos são excelentes dias para divulgar sua poesia em áudio... envie-a para a @Digitalradiotv, para serem inseridas na programação.
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"WhatsApp" diz que irá começar a limitar o encaminhamento de mensagens.



O WhatsApp anunciou na noite da última quinta-feira, 19, em um post no seu blog oficial, que começou a testar uma mudança no recurso de encaminhamento de mensagens. O aplicativo vai passar a limitar a função para todos os usuários ao redor do mundo.

Até hoje, era possível encaminhar uma mensagem para quantos chats o usuário quisesse. Agora, o número de encaminhamentos vai ser limitado. O WhatsApp não informou qual é o novo limite, mas indicou que o número pode variar de país para país.

Na Índia, por exemplo, que recebe atenção especial devido a uma onda de boatos espalhados pelo aplicativo que levou à morte de dezenas de pessoas nos últimos meses, usuários só poderão encaminhar uma mensagem para até cinco outras conversas de cada vez.

Além disso, a versão indiana do aplicativo não terá mais o botão de encaminhamento rápido em mensagens com mídia (foto ou vídeo). Segundo o WhatsApp, a Índia é o país que mais encaminha mensagens, fotos e vídeos pelo aplicativo no mundo.

As mudanças se somam a um recente recurso adicionado pelo WhatsApp que informa quando uma mensagem que o usuário recebeu foi encaminhada de outra conversa. Tudo isso parece ter como objetivo frear o compartilhamento irresponsável de boatos.

No entanto, ao anunciar os novos limites, o WhatsApp não citou diretamente o problema das "fake news" (notícias falsas). "Acreditamos que essas mudanças - que continuaremos a avaliar - ajudarão a manter o WhatsApp do jeito que ele foi projetado para ser: um aplicativo de mensagens privado", disse a empresa.


 POR: LUCAS CARVALHO correspondente ODigital.



quinta-feira, 19 de julho de 2018

Intel chega aos 50 anos em meio a um dos maiores desafios de sua história.

50 anos da Intel: a história de como começou a empresa...

Foi em 18 de julho de 1968 que Gordon E. Moore e Robert Noyce  fundaram uma das mais importantes empresas da história da tecnologia: a NM Electronics, que depois veio a ser conhecida como integrated electronics, ou Intel.


Assista ao vídeo da História da INTEL no link a seguir:

https://ns.ibxk.com.br/clickjogos/2018/07/17/17140209662054.mp4

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Denúncias que ajudarem na recuperação de recursos públicos desviados podem render prêmio em dinheiro.


A ideia é incentivar os denunciantes, como afirmou o autor do projeto, senador ValadaresPSB.

Ouça a reportagem: https://bit.ly/2NZHENN

@radioagencia

Mecanismo que afeta multiplicação de linhagem do vírus da dengue é descoberto.

 Estudo mostra que para uma linhagem do vírus se sobressair a outra ela ativa menos a resposta do sistema imunológico dos doentes. A linhagem prevalece mesmo se multiplicando menos (imagem: PLOS Neglected Tropical Diseases).

Uma linhagem do vírus da dengue 1 encontrada no Brasil consegue prevalecer sobre outra, apesar de se multiplicar menos nos mosquitos portadores do vírus e nas células humanas infectadas. A descoberta foi feita em uma pesquisa colaborativa apoiada pela FAPESP e desenvolvida por diversas instituições nacionais e uma universidade dos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, a linhagem ativa menos a resposta do sistema imunológico dos doentes. Sendo menos combatido, o vírus consegue se multiplicar mais no corpo humano, aumentando as chances de a pessoa ser picada por um mosquito e contagiar outras. Assim, essa linhagem consegue superar outra, com capacidade muito maior de se multiplicar em mosquitos e em pacientes.

Os pesquisadores estudaram as linhagens 1 e 6 (L1 e L6) do vírus da dengue de tipo 1 que afetam a população de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. O estudo mostrou que, apesar de a L1 ter maior capacidade de multiplicação no mosquito e nas células, a L6 consegue minimizar e até desativar as respostas imunológicas do corpo humano, fazendo com que essa linhagem ocupe o local da L1.

"Havia três práticas para investigar as situações de multiplicação do vírus da dengue e explicar por que uma linhagem superava outra. Nossa pesquisa trouxe à tona um novo fenômeno que explica como um vírus sobrevive em uma população", disse Maurício Lacerda Nogueira, professor adjunto do Laboratório de Pesquisas em Virologia do Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina de São José do Preto (Famerp) e um dos autores de artigo publicado recentemente na PLOS Neglected Tropical Diseases com resultados da pesquisa.

"Mas não se trata só de observar se o vírus se multiplica mais ou menos no mosquito ou na célula humana para entender por que uma linhagem toma o lugar de outra. Precisamos saber como o vírus interage com o ser humano como um todo", disse Nogueira, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, à Agência FAPESP.

O estudo traz novos conhecimentos fundamentais para a produção de vacinas no combate à doença. "Compreender, de forma global, como o vírus interage com a população nos ajuda a entender como as vacinas funcionam e é fundamental para podermos desenhá-las", disse.

Sabe-se que no Brasil houve três introduções de vírus da dengue do tipo 1: as linhagens 1, 3 e 6, todas com o mesmo genótipo. Em São José do Rio Preto, observou-se inicialmente a circulação da L6 pelo menos desde 2008. Em 2010, a L1 foi identificada pela primeira vez na cidade. Por um período, ambas circularam conjuntamente.

Esperava-se que L1 apresentasse maior capacidade de multiplicação nas células e nos mosquitos transmissores, o Aedes aegypti, já que ela chegou depois de L6 e conseguiu se instalar. Porém, a partir de 2013, a L1 começou a diminuir até não ser mais detectada na população, contrariando a expectativa de que a nova linhagem fosse substituir a L6.

Esse fato contrariava o conhecimento científico produzido a respeito da prevalência de uma linhagem sobre outra, um fenômeno chamado substituição de clado (grupo de organismos originados de um único ancestral comum).

Ele pode ocorrer se a linhagem introduzida no meio se multiplica melhor nas células humanas do que a que já estava no ambiente. A outra hipótese é a de que a linhagem que chegou posteriormente se multiplica mais no mosquito. Em ambos os casos, diz-se que o vírus que suplantou o outro tem um "fitness viral" melhor.

Fitness epidemiológico

Uma terceira explicação surgiu a partir de um estudo feito em Porto Rico em 2015, onde se encontrou uma linhagem do vírus da dengue com um fitness viral pior do que as que já estavam no ambiente, mas que acabou prevalecendo sobre as demais. Descobriu-se que essa linhagem inibe o sistema interferon, proteína que induz uma resposta antiviral toda vez que alguém é infectado por vírus, diminuindo sua replicação. Nesse caso, o processo se chama fitness epidemiológico.

No caso brasileiro, nada disso ocorreu. Primeiro, os pesquisadores sequenciaram os genomas das duas linhagens de vírus. Elas têm 47 aminoácidos diferentes, são bem distantes geneticamente, mas competiram entre si e a L6 venceu.

"As informações que tínhamos até ali dizia que o esperado era que a L6 se multiplicasse melhor, daí ter prevalecido, mas, quando olhamos células contaminadas de humanos e de macacos, vimos que a L1 multiplica 10 vezes mais, em média, do que a L6", disse Nogueira.

Se L1 não o fazia nas células humanas, a hipótese era de que o melhor fitness viral se explicaria porque a L6 se multiplicaria melhor no mosquito. Então os cientistas infectaram oralmente mosquitos cativos – criados para experimentos científicos. Para se alimentar, os mosquitos picavam uma membrana que tinha sangue de camundongo contaminado com vírus da dengue das linhagens 1 e 6. "De novo, a L1 se multiplicou 10 vezes melhor no mosquito do que a L6", disse.

Surgiu a possibilidade de que os mosquitos cativos talvez não fossem representativos em relação aos encontrados no meio ambiente. Feito um novo experimento, em que ovos do mosquito foram coletados no ambiente e eclodidos em laboratório, chegou-se ao mesmo resultado: L1 continuava a ser mais eficiente na multiplicação do que L6, apesar de os estudos mostrarem que pacientes contaminados com L6 tinham uma carga viral muito maior do que os infectados pela L1.

Sobrou, então, a hipótese do fitness epidemiológico, como ocorreu em Porto Rico, onde foi encontrado um vírus da dengue que codificava um RNA que inibia o interferon. Não se confirmou a interferência no caso brasileiro. "Aí percebemos que estávamos diante de outro mecanismo, diverso dos três já conhecidos", disse Nogueira.

Para resolver o mistério, os pesquisadores passaram a fazer o estudo dos aspectos imunológicos da interação do vírus com a resposta imune do organismo. Usando sistemas computacionais de predição, verificaram que L1 conseguia ativar muito mais os linfócitos B e T, que compõem o sistema imune, do que L6.

A seguir, nos estudos envolvendo camundongos e células doadas por pessoas contaminadas com o vírus, os cientistas conseguiram estimular e medir a ativação de respostas dos linfócitos B e T, notando que L6 ativava uma resposta mais fraca do que L1. Mediram ainda o nível de citocinas presentes no soro recolhido dos pacientes. As citocinas têm como papel ativar, mediar ou regular a resposta imune.

"De forma geral, observamos que a L1 multiplica muito melhor, mas também ativa fortemente o sistema imune, tanto do humano quanto do camundongo, ou seja, a L1 induz uma resposta muito grande do organismo contra o vírus. Já a L6 se multiplica menos, mas ou ela inibe ou não estimula ou estimula pouco as respostas do sistema imune. Por isso, o organismo demora mais para reconhecer o vírus", disse.

Graças a isso, a quantidade de vírus da linhagem 6 no ser humano é, em média, 10 vezes maior do que a da 1, constataram os pesquisadores. Eles também observaram que o vírus da linhagem 1 se multiplica muito mais no mosquito e tem replicação local muito maior ao infectar a pessoa.

Só que essa replicação induz uma ativação forte de linfócitos B e T, levando ao aumento de citocinas, ou seja, gera uma forte resposta imune, capaz de inibir a replicação sistêmica do vírus no corpo. Com isso, a carga viral é menor, diminuindo a disseminação para mosquitos, ou seja, menos gente será infectada por ele.

No caso do vírus da linhagem 6, apesar de sua menor capacidade de multiplicação no mosquito e também no local de replicação inicial após picar uma pessoa, ele produz uma ativação fraca de células B e T e estimula a produção de citocinas que, na verdade, inibem a resposta imune, em vez de estimulá-la.

"Com isso, há uma replicação sistêmica na pessoa muito maior, ou seja, uma quantidade de vírus maior na população, o que é capaz de infectar mais mosquitos. Concluímos então que L6 tem um melhor fitness epidemiológico do que o L1, que, por sua vez, tem melhor fitness viral do que L6", disse Nogueira.

A pesquisa durou dois anos e meio e envolveu um grupo de 24 pesquisadores da Famerp, da Fundação Oswaldo Cruz, das universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e Minas Gerais (UFMG), da Unesp e um colaborador estrangeiro – Nikos Vasilakis, pesquisador do Centro de Doenças Tropicais da Universidade do Texas (Galveston), dos Estados Unidos, e também coautor do artigo.

"Empregando análises epidemiológicas, filogenéticas, moleculares e imunológicas, os autores da pesquisa demonstraram que diferenças na resposta imune no hospedeiro determinam a dinâmica da circulação da dengue de duas linhagens circulantes na cidade, sugerindo que os fatores que influenciam a dinâmica da transmissão da dengue são muito mais complexos do que anteriormente se suspeitava", disse Vasilakis.

O artigo Viral immunogenicity determines epidemiological fitness in a cohort of DENV-1 infection in Brazil (doi: https://doi.org/10.1371/journal.pntd.0006525), de Tauyne Menegaldo Pinheiro, Maurício Lacerda Nogueira e outros, está disponível em: http://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371%2Fjournal.pntd.0006525.


Janaína Simões  |  Agência FAPESP


terça-feira, 17 de julho de 2018

Caminhões e ônibus respondem por metade da poluição do ar em São Paulo


Agência FAPESP – Um novo estudo coordenado por físicos da Universidade de São Paulo (USP) calculou que veículos movidos a diesel, como caminhões e ônibus, são responsáveis por cerca da metade da concentração de compostos tóxicos na atmosfera, tais como benzeno, tolueno e material particulado.

Os pesquisadores destacam que é um valor muito alto, uma vez que ônibus e caminhões representam somente 5% da frota veicular. A Região Metropolitana de São Paulo tem mais de 7 milhões de veículos. O estudo foi publicado nesta segunda-feira (16/07) na revista Scientific Reports do grupo Nature.

"A estimativa da emissão de poluentes de cada tipo de veículo é feita geralmente baseada em valores medidos em laboratório e multiplicados pelo número de veículos nas ruas", disse Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da USP e um dos autores do estudo.

O problema dessa metodologia, segundo ele, é que não leva em conta necessariamente condições reais de condução e manutenção dos veículos, aspectos fundamentais para a emissão de poluentes. O estudo publicado agora foi realizado em condições reais.

"Um dos aspectos inovadores desse estudo foi utilizar o etanol na atmosfera, que é emitido somente por carros e motos. Com isso, pudemos separar a contribuição real de veículos leves, que emitem etanol, dos pesados, movidos a diesel e que não emitem etanol", disse Artaxo, que é membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais.

Na região metropolitana de São Paulo há 100 veículos de passageiros para cada ônibus e 30 para cada caminhão. Em 2013, ano em que forma feitas as medidas usadas no estudo, o consumo médio por veículos de passageiros era de 55% de gasolina para 45% de etanol. A mistura de gasolina e etanol é usada basicamente por veículos leves, sejam do tipo flex ou que usem um dos dois combustíveis. Outros estudos ao redor do mundo têm focado no papel do uso de biocombustíveis como etanol na redução de emissão de poluentes.

"O grande diferencial da nova análise foi o foco não no efeito do etanol em si, mas no seu uso como um traçador de poluentes, permitindo separar pela primeira vez fontes veiculares distintas", disse o líder do estudo Joel Ferreira de Brito, cujo pós-doutorado no Instituto de Física da USP, com Bolsa da FAPESP, levou a esses resultados.

Luciana Rizzo, professora da Universidade Federal de São Paulo, que também integrou a equipe, ressalta que uma das forças do estudo foi conseguir incluir um grande conjunto de poluentes, inclusive de reconhecido impacto na saúde humana e no clima, atualmente não regulamentados.

É o caso, segundo Rizzo, de partículas de escalas nanométricas, ozônio, acetaldeído, benzeno, tolueno e o carbono negro, composto emitido por combustão e responsável pela fumaça preta observada em escapamentos.

"Pelos resultados obtidos, certamente uma redução de uso de veículos na cidade de São Paulo, aliada à expansão da linha de metrô, por exemplo, é o primeiro e mais eficaz modo de minimizar a poluição na cidade. Um ótimo custo-benefício pode também ser obtido diminuindo as emissões de poluentes pelos ônibus", disse Brito.

O pesquisador ressalta que existem filtros que eliminam 95% das emissões de ônibus, "e é muito importante que essas novas tecnologias, disponíveis e baratas, sejam efetivamente implementadas em São Paulo e nas grandes cidades brasileiras".

Esses resultados foram obtidos durante três meses de medida no centro de São Paulo, na primavera, um período relativamente chuvoso e de pouca poluição.

"Outros estudos mais extensos, inclusive no inverno, com acúmulo de poluentes na atmosfera, deve ampliar nossa compreensão do impacto dos veículos na atmosfera de São Paulo e na sua população", disse.



***O artigo Disentangling vehicular emission impact in urban air pollution using etanol as a tracer (doi: 10.1038/s41598-018-29138-7), de Joel Brito, Samara Carbone, Djacinto A. Monteiro dos Santos, Pamela Dominutti, Nilmara de Oliveira Alves, Luciana V. Rizzo e Paulo Artaxo, está publicado em: nature.com/articles/s41598-018-29138-7.


@Agencia FAPESP

domingo, 15 de julho de 2018

ONU repudia ameaças à pesquisadora e defensora dos direitos humanos Debora Diniz.

Debora Diniz é internacionalmente reconhecida por seu trabalho e ativismo em questões relacionadas à saúde e direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Foto: TV Brasil

O Sistema das Nações Unidas no Brasil expressa a sua preocupação e repudia as manifestações de ódio e ameaças direcionadas à pesquisadora e professora da Universidade de Brasília (UnB), Debora Diniz. Ativista de longa data pela saúde pública e universal, é internacionalmente reconhecida por seu trabalho e ativismo em questões relacionadas à saúde e direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.

Debora denunciou em junho às autoridades e meios de comunicação os ataques e ameaças de morte que vem sofrendo nos últimos meses por telefone, cartas e redes sociais, devido a seus posicionamentos sobre a descriminalização do aborto no Brasil. Ela também relatou insultos machistas e misóginos proferidos contra ela nesse contexto.

A ONU no Brasil considera inaceitáveis os ataques e ameaças feitas à professora, que ocorrem em um contexto de crescente número de assassinatos de defensoras e defensores de direitos humanos no Brasil.

No marco da celebração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e dos 20 anos da Declaração sobre os defensores dos direitos humanos (1998), o Sistema das Nações Unidas no Brasil reafirma seu compromisso em apoiar o Estado brasileiro para fortalecer o Programa Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos e solicita às autoridades que sejam tomadas as medidas cabíveis para assegurar a proteção e a integridade de Debora Diniz, com a devida punição dos agressores.


Por: ONU Br


sexta-feira, 13 de julho de 2018

30 dicas de passeios gratuitos para fazer com as crianças nas Férias.

1 – Mundo de Brincar
O que é? Espaço de brincar
Onde? Museu da Imigração – Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca
Quando? De quarta a domingo das 11h às 17h

2 – O Mundo das Maravilhas de Monteiro Lobato
O que é? Exposição
Onde? Biblioteca Monteiro Lobato – Rua Gal. Jardim, 485 – Vila Buarque
Quando? de segunda a sexta das 8h às 18h, sábado das 10h às 17h, domingo das 10h às 14h

3 – Projeto Buzum
O que é? Teatro
Onde? Instituto Butantan – Avenida Vital Brasil, 1500 – Butantã
Quando? 08 de julho, sessões às 10h, 11h, 12h, 14h, 15h e 16h

4 – Pintar de Giz
O que é? Vivência artística para crianças
Onde? MIS – Av. Europa, 158 – Jardim Europa
Quando? 08 de julho a partir do meio dia

5 – O Casulo Viajante
O que é? – Biblioteca itinerante e jogos infantis
Onde? Tendal da Lapa – Rua Guaicurus, 1100 – Lapa
Quando – terças e quintas de julho (verificar horário)

6 – Música para Brincar com Fe Lelot
O que é? Aula aberta de musicalização para bebês de 6 a 36 meses
Onde? Espaço Flor de Hórus – Rua Pelotas, 435 – Vila Mariana
Quando? 05 de julho às 10h
Inscrição pelo Whatsapp 96418 5982

7 – Centro de Memória do Corpo de Bombeiros da PMSP
O que é? Museu
Onde? Rua Domingos de Morais, 2329 – Vila Mariana
Quando – entrar em contato pelo telefone 3396 2596 para verificar o dia e horário mais conveniente para a visita

8 – Biblioteca Hans Christian Andersen
O que é? Biblioteca/teatro
Onde? Av. Celso Garcia, 4142 – Tatuapé
Quando? 08 de julho às 11h – Músicas de Oz, 13 de julho às 11h – Navegantes, 22 de julho às 11h – Travessuras de Palhaços e 29 de julho às 11h – Contos russos

9 – Museu Catavento
O que é? Museu
Onde? Av. Mercurio s/n – Parque D. Pedro II
Quando? Terças-feiras das 9h às 16h (nos demais dias o ingresso é R$10,00)

10 – Parque da Água Branca
O que é? Parque com diversas atrações
Onde? Av. Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca
Quando? Diariamente das 6h às 20h

11 – Tiquequê
O que é? Show musical
Onde? Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Sé
Quando? de 12 a 15 e 19 a 22 de julho às 16h

12 – Bichos de cá, aqui e acolá
O que é? Teatro
Onde? Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Sé
Quando – de 05 a 09 de julho às 16h

13 – Biblioteca pública Viriato Corrêa
O que é? Biblioteca/teatro
Onde? Rua Sena Madureira, 298
Quando? 12 de julho às 15h – Travessuras de Palhaços e 21 de julho às 15h – Músicas de Oz

14 – Planeta Inseto
O que é? Museu
Onde – Museu do Instituto Biológico – Av. Dr. Dante Pazzanese, 64 – Vila Mariana
Quando? De terça a domingo das 9h às 17h

15 – Jockey Clube de São Paulo
O que é? Corrida de cavalos
Onde? Av. Lineu de Paula Machado, 1263 – Cidade Jardim
Quando? Sábados e domingos a partir das 14h. Tem espaço kids e passeio a cavalo também gratuitos

16 – Férias na Vila
O que é? Diversas atrações nas unidades da Livraria da Vila
Quando? Link para programação completa: http://livrariadavila.com.br/eventos

17 – Vila Itororó
O que é? Prédio histórico em processo de restauração/visita guiada
Onde? Rua Pedroso, 238 – Bela Vista
Quando? Quintas e sextas às 16h, sábados às 14h (obrigatório uso de sapato fechado e capacete que é fornecido pelo local) Atividade apenas para aventureiros

18 – Praça Sol Perez
O que é? Pracinha com brinquedos Ere Lab
Onde? Rua Francisco Romeiro Sobrinho, 173 – ao lado do Shopping Morumbi
Quando? Diariamente (é uma pracinha bem pequena, mas vale a visita).

19 – Parque do Cordeiro
O que é? Parque com brinquedos acessíveis
Onde? Rua Breves, 968 – Chácara Monte Alegre
Quando? Diariamente das 7h às 18h

20 – Festival Primeiro Olhar
O que é? Teatro para bebês
Onde? Sede do Grupo Sobrevento – Rua Cel. Albino Bairão, 42 – Bresser
Quando? 07 e 08 de julho às 11h – espetáculo Amana. 14 e 15 de julho às 11h – espetáculo O que eu sonhei
Os ingressos devem ser reservados através do email: info@sobrevento.com.br

21 – Cinemateca Brasileira
O que é? Prédio histórico com jardim para fazer picnic, correr, brincar
Onde? Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino
Quando – diariamente das 8h às 18h

22 – Férias no MAM
O que é? Museu
Onde? MAM – dentro do parque Ibirapuera
Quando? Atividades nas quartas, quintas e sextas às 14:30h e nos sábados às 15h

23 – Avenida Paulista
O que é? Centros culturais
Onde – Avenida Paulista na região do metrô Brigadeiro
Quando?
Casa das Rosas – de terça a sábado das 10h às 22h, domingo das 10h às 18h
Japan House – de terça a sábado das 10h às 22h, domingo das 10h às 18h
Itaú Cultural – de terça a sexta das 9h às 20h, sábado e domingo das 11h às 20h.

24 – Pracinhas públicas
O que é? Praças públicas limpas, seguras e com brinquedos adequados para crianças pequenas
Onde?
Praça Amadeu Amaral – Bela Vista
Praça Rosa Alves da Silva – Aclimação
Praça Haruo Uoya – Chácara Santo Antônio
Praça Ayrton Senna – Ibirapuera
Praça Horácio Sabino – Vila Madalena
Quando? Diariamente

25 – CCBB
O que é? Centro Cultural
Onde? Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando? De quarta a segunda das 9h às 21h.

26 – Centro de Culturas Negras do Jabaquara
O que é? Centro cultural
Onde? Rua Arsênio Tavoliere, 45 – Jabaquara
Quando – de terça à sexta das 8h às 22h, sábado e domingo das 8h às 18h

27 – Kids que arrebentam
O que é? Atividades para crianças em centro cultural
Onde? Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré
Quando? Contação de histórias e oficina criativa – 22 de julho às 15h

28 – Espetáculo "Água Doce" da Cia das Tribos
O que é? Teatro
Onde? Parque Cidade de Toronto
Quando?
15/07 às 11h e às 16h

29 – Espetáculo: "Cadê meu nariz?"
O que é? Teatro
Onde? Casa de Cultura de Santo Amaro – Praça Francisco Ferreira Lopes, 434
Quando? 05 de julho às 14h

30 – SESC
O que é? SESC é vida, né mores?
Onde? Diversas unidades
Quando? Consulte programação no site


Se organizar direitinho, todo mundo passeia 😎
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