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domingo, 13 de janeiro de 2019

A MÚSICA DO DIA - 13 de janeiro

Imagem arquivo L'Aurore da França.

Em 1898 foi publicado J'Accuse

O texto de Emile Zola foi publicado num jornal de Paris por ocasião do emblemático Caso Dreyfus.

 "Eu acuso" é o título de um artigo publicado num jornal de Paris por ocasião do emblemático Caso Dreyfus. Na França, Alfred Dreyfuss foi acusado de alta traição num processo conduzido de forma secreta e fraudulenta. Ele era inocente. Os documentos que fundamentavam a acusação eram falsos e as autoridades francesas tentaram ocultar isso. O texto de Emile Zola apontou os militares franceses responsáveis pelo erro judicial, o que se tornou um marco na história da imprensa e da Justiça. Emile Zola teve que se exilar. Foi condenado a 1 mês de prisão e mil francos pelos ataques aos militares. Passou 11 meses presos, mas a revisão do processo foi feita. Aí ele voltou à França e publicou outro artigo, chamado Justiça, em que fala sobre todo o episódio.

A Música do Dia é "J'accuse", de Damien Saez.

Ouça "J'accuse", de Damien Saez

Produção e apresentação - Luiz Cláudio Canuto

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sábado, 12 de janeiro de 2019

Bom final de semana!

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Bom final de semana!

por Digitalradiotv

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Tamanho exagerado de porções é um dos fatores da obesidade.

Estudo feito no Brasil, China, Finlândia, Gana, Índia e Estados Unidos mostrou que 94% das refeições servidas em restaurantes continham mais do que o consumo energético por refeição indicado pelo Sistema de Saúde da Inglaterra (foto: Angelo Rosa / Pixabay)


Existe algo de excessivo no tamanho das porções de comida servidas em restaurantes e isso não ocorre apenas nos Estados Unidos. Estudo realizado por equipe internacional de pesquisadores, que contou com o apoio da FAPESP, mostra que porções exageradas são comuns em restaurantes mundo afora.

O estudo publicado no British Medical Journal pesou e mediu o valor calórico de refeições em restaurantes populares no Brasil, China, Finlândia, Gana, Índia.

O resultado mostrou que 94% das refeições à la carte e 72% dos pratos servidos em fast-foods continham mais de 600 quilocalorias – mais que o consumo energético por refeição recomendado pelo Sistema de Saúde da Inglaterra (NHS).

Os pesquisadores encontraram uma relação significativa entre o peso da porção servida e o seu conteúdo calórico. De acordo com as medições, refeições como, por exemplo, o tradicional arroz, feijão, frango, mandioca, salada e pão (841 gramas e 1.656 kcal), servido em qualquer restaurante do Brasil, ou o clássico ganês fufu com carne de bode e sopa (1.105 gramas e 1.151 kcal) e o típico prato indiano biryani de carneiro (1.012 gramas e 1.463 kcal), além de extremamente calóricas, primam pela quantidade exagerada de comida.

"A obesidade é um problema mundial, causado por vários fatores como sedentarismo, ingestão de alimentos processados, açúcar e também pela quantidade excessiva de comida ingerida. Uma parcela da população pode estar confundindo fome com vontade de comer. Esse estudo mostra que para combater a obesidade é preciso também olhar para esses excessos", disse Vivian Suen, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRPUSP), uma das autoras do artigo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade uma epidemia global que aumenta o fator de risco para doenças como cardiopatias, AVC e diabetes. Estima que 1,9 bilhão de adultos tenham sobrepeso, sendo 600 milhões com obesidade.

No artigo, exceto na China – que apresentou pratos menos calóricos que nos outros países estudados –, o consumo das porções servidas em restaurante fornecia entre 70% e 120% das necessidades calóricas diárias para uma mulher sedentária, cerca de 2.000 quilocalorias.

"Não levamos em conta, nesse estudo, o modo de preparo e a composição nutricional dos pratos estudados. O fato é que, pelos restaurantes pesquisados, há uma parcela da população que está comendo muito", disse Suen.

O estudo mediu as calorias de 223 amostras de refeições populares de 111 refeições escolhidas aleatoriamente de pratos à la carte e fast-food de restaurantes de Ribeirão Perto (Brasil), Pequim (China), Kuopio (Finlândia), Acra (Gana) e Bangalore (Índia).

Os dados foram comparados com um estudo anterior realizado na Universidade de Tufts com as medidas de restaurantes de Boston (Estados Unidos). A escolha dos restaurantes devia atender a distância dentro de um raio de 25 quilômetros de cada centro de pesquisa que participou do estudo.

"A análise quebrou dois sensos comuns: de que não estamos só comendo pior, mas em exagero, e que em termos de calorias muitas vezes um prato considerado saudável pode engordar mais, deixar o balanço energético mais positivo, do que o de um fast-food", disse Suen.

Embora os resultados tenham mostrado que, na média, as refeições fast-foods continham menos calorias (809 calorias) que as servidas à la carte (1.317 kcal), o estudo está longe de ser uma defesa desse tipo de restaurante.

"Isso só mostra que enquanto estamos prestando atenção em fast-foods, com campanhas para alimentação saudável, que são muito positivas e necessárias, estamos deixando de lado fatores importantes como o tamanho das porções que estamos comendo. Isso pode ter um impacto grande também na obesidade mundial", disse Suen.

Compensação

A pesquisadora explica que as porções exageradas têm efeito também no chamado mecanismo compensatório.

"Normalmente, quando uma pessoa não obesa faz um almoço muito reforçado, ela tende a sentir menos fome e comer menos no jantar, por exemplo. Porém, e isso já foi muito estudado pelo grupo de pesquisadores da Tufts University, os obesos perderiam essa percepção. Portanto, não ocorre mais essa regulação de comer menos na refeição subsequente", disse Suen.

Ela destaca que outro problema é que o organismo de pessoas obesas também cria resistência para a perda de peso.

"Existem muitas dietas. Tem, por exemplo, a low carb, a dieta com alto conteúdo proteico e a dieta com baixo teor de gordura. Mas qual é a melhor delas para emagrecer? Até hoje não se sabe. O que conta é o conteúdo calórico total no longo prazo. Logicamente, a qualidade do alimento também é importante. Comer carboidrato de má qualidade, gordura saturada, carboidrato simples, isso contribui para doenças relacionadas ao excesso desses alimentos. Porém o ganho de peso está relacionado ao excesso de calorias", disse.

O artigo Measured energy content of frequently purchased restaurant meals: multi-country cross sectional study (doi: 10.1136/bmj.k4864), de Susan B. Roberts, Sai Krupa Das, Vivian Marques Miguel Suen, Jussi Pihlajamäki, Rebecca Kuriyan, Matilda Steiner-Asiedu, Amy Taetzsch, Alex K. Anderson, Rachel E. Silver, Kathryn Barger, Amy Krauss, Leila Karhunen, Xueying Zhang, Catherine Hambly, Ursula Schwab, Andresa de Toledo Triffoni-Melo, Priscila Giacomo Fassini, Salima F. Taylor, Christina Economos, Anura V. Kurpad, John R. Speakman, pode ser lido em www.bmj.com/content/363/bmj.k4864.


por Maria Fernanda Ziegler  |  Agência FAPESP

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Ecossistemas poderão ser restaurados por meio da engenharia da biodiversidade

Pesquisadores avaliam que há condições teóricas, metodológicas e tecnológicas para manipular a composição de comunidades ecológicas e garantir a permanência das funções de um ecossistema ((Trochilus polytmus / foto: Sharp Photography - Wikimedia)

Muitos cientistas consideram que as atividades humanas começaram a ter, a partir do fim do século 18, um impacto tão significativo no clima e nos ecossistemas da Terra a ponto de der dado origem a uma época geológica que denominaram Antropoceno.

As eliminações de espécies nesse período mais recente da história do planeta Terra podem rivalizar com as grandes extinções em massa registradas ao longo de outras eras geológicas. A fim de restaurar essa perda de biodiversidade e o funcionamento do ecossistema terrestre seria preciso aplicar, urgentemente, o conhecimento ecológico existente.

Um estudo de autoria de pesquisadores brasileiros e britânicos indicou que há condições teóricas, metodológicas e tecnológicas sem precedentes para enfrentar esse desafio.

Resultado de uma pesquisa apoiada pela FAPESP e de um pós-doutorado realizado com Bolsa da FAPESP, o trabalho teve resultados publicados na revista Trends in Ecology & Evolution.

"Estamos a apenas alguns passos de possibilitar a realização da 'engenharia da biodiversidade', ou seja, manipular a biodiversidade para projetar a composição de comunidades ecológicas e garantir a permanência das funções de um ecossistema", disse Rafael Luís Galdini Raimundo, professor do Departamento de Engenharia e Meio Ambiente da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e primeiro autor do estudo, à Agência FAPESP.

"Temos agora todas as condições teóricas e metodológicas para entender e prever melhor as consequências da inclusão ou da retirada de uma espécie de uma comunidade para fim de manejo na diversidade funcional de um ecossistema", avaliou.

De acordo com os autores do estudo, a manipulação de comunidades ecológicas para restauração tem uma longa história científica e é feita há mais de um século, principalmente em países da Europa e nos Estados Unidos.

Tradicionalmente, contudo, as iniciativas de restauração têm sido focadas na inclusão ou na remoção de espécies com o intuito de resgatar padrões de riqueza de plantas e animais, sem se concentrar nas interações ecológicas entre populações, espécies e predadores e presas, por exemplo.

Essas interações ecológicas são determinantes para os padrões de biodiversidade e de funcionamento de um ecossistema por moldar a força e os modos de seleção natural. Eventuais mudanças nos padrões dessas interações provocadas pela extinção de espécies ou pela entrada de espécies invasoras, por exemplo, afetam a evolução de características funcionais ecologicamente relevantes, como o tamanho do bico de aves que se alimentam de frutos (frugívoras) e o tamanho dos frutos que dispersam.

Na Mata Atlântica, a perda de grandes espécies de aves como tucanos (Ramphastidae) e jacutingas (Pipile jacutinga) tem levado à diminuição da dispersão de árvores com sementes grandes. Já a diminuição de espécies dispersoras do palmito-juçara (Euterpe edulis) tem feito com que suas sementes passem a ser distribuídas por poucas áreas do bioma. Consequentemente, tem diminuído o tamanho das sementes da planta, dizem os autores do estudo.

"As interações entre espécies representam a ligação entre processos ecológicos e evolutivos e também podem ser vistas como a conexão entre a estrutura da biodiversidade e o funcionamento do ecossistema", disse Galdini Raimundo.

Condições propícias

O desenvolvimento de modelos matemáticos de redes adaptativas permitiu a ecólogos compreender melhor como mudanças nos padrões de interações ecológicas – que definem a estrutura de uma rede de interações – são seguidas por mudanças na dinâmica e nas propriedades das populações de cada espécie, como sua abundância e características.

Essas mudanças ecológicas e evolutivas nas propriedades das espécies podem desencadear novas reconfigurações no nível da rede de interações, fechando um ciclo.

"A aplicação da abordagem de rede à ecologia permite gerar previsões para o que acontece com processos evolutivos e ecológicos nessas redes de interações complexas e criar hipóteses testáveis de diferentes estratégias de manejo", disse Galdini Raimundo. "Com isso, é possível construir comunidades estáveis, com todas as funções ecossistêmicas operando normalmente."

Apesar do potencial dos modelos de redes adaptativas na gestão de ecossistemas, até recentemente os dados necessários para alimentá-los impediam sua aplicação como uma ferramenta preditiva na ecologia da restauração.

As técnicas de sequenciamento do genoma desenvolvidas nos últimos anos permitiram obter dados de interação de espécies em uma escala sem precedentes, dando origem ao big data da biodiversidade.

Segundo os pesquisadores, essas técnicas de sequenciamento possibilitaram não apenas obter dados da estrutura ecológica de redes, mas também sobre as relações filogenéticas entre espécies dentro de uma comunidade – o que é fundamental para prever como uma rede ecológica irá reconectar sua estrutura e como novas dinâmicas irão remodelar características e a abundância de espécies.

"Fundir técnicas de sequenciamento de genoma de última geração com redes ecológicas fornece novas ferramentas para estudar a resiliência de comunidades interagentes às mudanças ambientais, ao mesmo tempo que incorpora importantes atributos, como a diversidade funcional", disse Darren Evans, professor da Newcastle University, na Inglaterra, e coautor do estudo.

Alguns dos gargalos para o uso desses modelos ecológicos evolutivos e preditivos são ampliar as colaborações em pesquisa, de modo a permitir monitorar locais para fazer as previsões de rede adaptativas, e aumentar a interação entre pesquisadores que realizam os trabalhos em campo e implementam as práticas de restauração e os teóricos.

"A aplicação desses modelos depende do estabelecimento de uma via de mão dupla entre o pesquisador que faz os modelos e gera as predições e quem está em campo, testando as práticas de restauração nessa escala de comunidade, para aprimorar os modelos, gerar predições mais acuradas e, com o tempo, em longo prazo, conseguirmos refinar essa engenharia da biodiversidade", disse Galdini Raimundo.

O artigo Adaptive networks for restoration ecology (doi: doi.org/10.1016/j.tree.2018.06.002), de Rafael L. G. Raimundo, Paulo R. Guimarães Jr e Darren M. Evans, pode ser lido por assinantes da revista Trends in Ecology & Evolution em www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0169534718301393.


Por Elton Alisson  |  Agência FAPESP

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Busca por doenças raras

Número de brasileiros diagnosticados com patologias genéticas incomuns aumenta 150% em quatro anos (Monte Santo, município baiano com várias doenças genéticas identificadas / foto: Eduardo Cesar - Pesquisa FAPESP)


 Em Bela Cruz, Trairi, Fortaleza, Mulungu e outras 10 cidades cearenses, pesquisadores de São Paulo e do Ceará identificaram 27 pessoas de 22 famílias com uma doença genética rara chamada picnodisostose.

Causada por mutações que favorecem o acúmulo de cálcio nos ossos, essa enfermidade caracteriza-se pela baixa estatura, imperfeições na estrutura da cabeça e da face, dedos curtos e ossos frágeis. Ampliando o estudo, os especialistas encontraram 15 pessoas com a mesma doença em nove cidades da Paraíba, Goiás, São Paulo, Maranhão e Rio Grande do Sul.

"As famílias com picnodisostose de fora do Nordeste não se conheciam, mas tinham um ancestral comum no Ceará", explica a médica geneticista Denise Cavalcanti, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-Unicamp) e coordenadora do estudo. Em novembro, sua equipe trabalhava nos exames de seis moradores de duas famílias de Salvador, na Bahia, com essa doença, a mesma do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901). "À medida que procuramos", diz ela, "as doenças raras se mostram não tão raras assim".

A picnodisostose é uma das patologias que constam de um novo censo nacional sobre a ocorrência de doenças raras, de origem genética, ambiental ou congênita, feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Instituto Nacional de Genética Médica e Populacional (Inagemp).

Em relação ao mapeamento anterior, realizado em 2014, o trabalho atual ampliou de 88 para 144 o total de municípios com alta prevalência (proporção de casos na população) de pessoas com doenças raras. O estudo, publicado em junho de 2018 na Journal of Community Genetics, mostrou que a quantidade de pessoas identificadas com esse tipo de enfermidade subiu de 4.100 para cerca de 10 mil no país.

"Conseguimos agora ter uma ideia melhor das mutações e dos erros de metabolismo que causam as doenças genéticas raras e da quantidade de pessoas que estão ou não sendo tratadas", explica a médica geneticista Lavínia Schuler-Faccini, professora da UFRGS e coordenadora do levantamento atual e do anterior.

Maioria no Nordeste

A amostragem ainda é limitada. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil abrigaria cerca de 13 milhões de pessoas com alguma enfermidade dessa categoria, ou seja, um a cada 16 indivíduos. "Cada doença pode atingir um número reduzido de pessoas, mas a soma de todas elas afeta uma parcela expressiva da população", comenta Lavínia.

Existem de 5 mil a 8 mil doenças raras conhecidas, em geral crônicas e progressivas. A maioria (80%) é causada por mutações genéticas, incluindo formas de câncer hereditário. Outras são causadas por fatores ambientais, como as malformações decorrentes da infecção pelo vírus zika. Para a maioria dessas doenças, não há medicamentos específicos, apenas tratamento de apoio, como fisioterapia e fonoaudiologia. Quando existe medicação, é geralmente importada e obtida por meio de decisões judiciais.

De acordo com os levantamentos do Inagemp, a maioria das pessoas afetadas vive no Nordeste, onde o casamento entre parentes, uma prática que favorece a propagação de mutações patogênicas, é mais comum que em outras regiões. A cidade de Monte Santo, na Bahia, apresenta casos de mucopolissacaridose, fenilcetonúria e surdez congênita.


Por Carlos Fioravanti  |  Revista Pesquisa FAPESP

às 06:30 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Persista... Sempre!

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

A Frase do Dia !

às 04:16 Nenhum comentário:
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Nova Ordem: “Sempre foi sobre o futuro”...

A banda revela Movement - The Definitive Edition na nova edição da revista Uncut


Movement - The Definitive Edition inclui um CD bônus de faixas inéditas, além de um DVD de shows ao vivo, e será lançado em 5 de abril de 2019.


A nova edição da Uncut - em lojas amanhã (20 de dezembro), mas disponível para pedidos on-line agora clicando neste link - apresenta uma entrevista detalhada com todos os quatro membros da banda sobre a difícil transição da Joy Division para a New Order e a criação de movimento .

"Pessoalmente, eu não queria que soasse como sub-Joy Division, eu não queria soar como sub-Ian", diz Bernard Sumner . "Pareceu um pouco assim. Mas eu realmente não sabia de nada porque ... bem, nós éramos Joy Division, mas sem o vocalista.

"Uma das coisas que eu acho que as pessoas gostaram de New Order nos primeiros dias foi o caos, não poderia dar-a-porra", acrescenta o baterista Stephen Morris . "Nós não sabíamos o que diabos estávamos fazendo. Então ficamos chateados e esperamos que ninguém notasse.

"Eu gosto de um desafio", continua Sumner . "Dê-me algo difícil de fazer, se você me der tempo suficiente, eu serei capaz de fazer isso. A maioria das pessoas aprenderia a cantar, ter um pouco de experiência e depois fazer um disco. Mas eu fiz um registro primeiro, como cantor. Não era o jeito certo de fazer isso. Tivemos que passar por essa experiência dolorosa para sair do outro lado. No final, não havia um jeito certo de fazê-lo ".

Peter Hook deixou o New Order em 2007, mas continua honrando seus trabalhos históricos com sua nova banda, The Light . Ele continua extremamente apaixonado pelo Movimento : "Para mim, a beleza do Movimento é a sincronicidade entre os três instrumentos: o baixo de seis cordas, o violão, a bateria. Quando funcionou, foi mágico. Foi tudo sobre nós três clicando juntos.

Talvez inevitavelmente, Sumner tenha uma visão diferente, ao recordar aquele estranho período liminar, quando Joy Division se tornou Nova Ordem e três amigos encontraram algum consolo profundo e desarticulado na música que fizeram juntos. "Nossa atitude foi: 'aconteça o que acontecer, temos que fazer funcionar'", diz ele. "Porque é a única coisa que temos."

"Sempre foi sobre o futuro", ele reflete "Sem essa atitude eu não estaria aqui hoje, e não teríamos criado músicas como 'Blue Monday' ou 'Bizarre Love Triangle' ou 'Temptation' ou ' Tudo está verde ". Desde os primeiros dias da Joy Division, eu sempre tive um pensamento incômodo na parte de trás da minha cabeça: não seria fabuloso se você pudesse levar a música adiante? "


Read more at uncut.co.uk/news/new-order-always-future-108692#m3bBAqpo6Z3LwfkA.99


às 09:37 Nenhum comentário:
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Convite para Curso Gratuito de Ozônioterapia.

às 08:07 Nenhum comentário:
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A "Frase do Dia" !

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