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sábado, 3 de outubro de 2020

Senado libera R$ 20 bi em crédito para empresas afetadas pela pandemia do Covid-19

imagem: arquivo / reprodução

O Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (1), Medida Provisória que libera R$ 20 bilhões para socorrer empresas afetadas pela pandemia da Covid-19. Vão poder ter acesso ao crédito as empresas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões.

Além dessas empresas, poderão acessar o financiamento com garantia as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito.

Fonte: Br 61

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Lei que prevê maior rigor na segurança de barragens é sancionada

imagem: arquivo / reprodução

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quinta-feira (1), uma lei que proíbe o uso de barragens pelo método a montante, o mesmo usado nas barragens de Mariana e Brumadinho, que se romperam e vitimaram mais de 250 pessoas.

De acordo com a lei, que aumenta as exigências para as mineradoras quanto à segurança de barragens, as empresas que adotam esse tipo de estrutura, a montante, têm até 25 de fevereiro de 2022 para desmontá-las. O descumprimento da regra pode gerar multas administrativas de até R$ 1 bilhão.

Além disso, o infrator pode sofrer advertência e até perder os direitos de exploração mineral. A nova lei também exige que as empresas notifiquem os órgãos fiscalizadores, ambientais, e de defesa civil, quando qualquer alteração das condições de segurança da barragem possa, eventualmente, causar acidente ou desastre.

O texto inclui as áreas degradadas por acidentes ou desastres ambientais entre aquelas que têm prioridade para receber recursos do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA).

Fonte: Br 61

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São Paulo tem mais de 1.200 obras atrasadas ou paralisadas, aponta TCE-SP

imagem: arquivo / reprodução

Levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo apontou que, em toda a unidade da federação, 1.248 obras estão atrasadas ou paralisadas. Os empreendimentos custaram pouco mais de R$ 50 bilhões aos cofres públicos.

Mais de 84% do total – 1.059 obras – são de âmbito municipal e, em valores iniciais de contrato, somam cerca de R$ 2,5 bilhões. As outras 189 obras, ou 15,14%, são reponsabilidade estadual e já geraram custo de aproximadamente R$ 47,7 milhões.

Entre as principais causas dos atrasos ou das paralisações apresentadas pelas administrações, estão demoras nos repasses de verbas públicas, questões técnicas que se revelaram após a licitação, contingenciamento de recursos próprios e deficiências ou insuficiências nas informações contidas no projeto básico.

Fonte: Br 61

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Quatro estados e 25 municípios têm mais de R$ 51 milhões disponíveis para amenizarem prejuízos causados por desastres naturais

imagem: arquivo / reprodução

Repasse do governo federal deve beneficiar mais de três milhões de pessoas, segundo MDR

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) liberou mais de R$ 51 milhões para ações de prevenção e respostas a desastres naturais. O recurso será dividido entre quatro estados e 25 municípios. A estimativa é que o repasse beneficie cerca de três milhões de pessoas.


O Piauí é o estado que recebeu maior volume de recursos. Cerca de R$ 16 milhões foram destinados para ações de prevenção em áreas de risco, que podem sofrer desabamento e alagamento, próximas à barragem do Bezerro, no município de José de Freitas.

Como resposta aos incêndios florestais que atingem o Pantanal, os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o município de Barão Melgaço receberam cerca de R$ 15,68 milhões. O dinheiro deve ser usado para aquisição de equipamentos para brigadistas, contenção do fogo, abastecimento e aluguel de aeronaves.

Fonte: Br 61

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Plano prévio define estratégias de vacinação contra a Covid-19,Data de publicação

imagem: arquivo / reprodução

O Ministério da Saúde já trabalha para garantir a imunização contra o novo coronavírus para a população brasileira. Na última semana, o órgão apresentou um plano prévio com estratégias de vacinação contra a Covid-19, fruto de uma parceria com o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde).

O plano, que ainda está em construção, tem como objetivo reduzir a transmissão e o número de mortes no país por causa da doença. Inicialmente, a estratégia é vacinar todos os profissionais de saúde e as populações de maior risco, como os idosos e as pessoas que têm comorbidades ou doenças crônicas, entre elas o diabetes e as cardiopatias.

Para Julival Ribeiro, médico infectologista e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), é muito importante que o governo se prepare o quanto antes na elaboração de um plano para vacinação da população. No entanto, ele destaca que até lá é preciso ter paciência.

"Nós temos que manter as medidas preventivas (como lavar as mãos com água e sabão, higienizar com álcool em gel, usar máscaras). Não sabemos ainda quando essa pandemia vai acabar. O mais importante em relação à vacina é que todos nós tenhamos paciência, porque precisamos de algo seguro", avalia.

O plano
Por hora, não há um cronograma de vacinação como ocorre nas campanhas de imunização contra o vírus Influenza, causador da gripe, por exemplo. Isso porque a ampliação da vacinação a outros grupos depende do aumento da disponibilidade de doses.

O Ministério da Saúde tem um acordo com a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford para aquisição de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. A vacina está em fase de ensaio clínico e conta com a participação de 5 mil voluntários no país — a Anvisa autorizou os testes em mais 5 mil pessoas há duas semanas.

Como o Brasil acompanha os estudos por uma vacina eficaz e segura contra o novo coronavírus, o plano pode sofrer algumas atualizações, conforme as evidências e avanços do conhecimento. Até lá, ao menos, as instituições que vão participar desse processo estão definidas. Entre elas, estão a Anvisa, os laboratórios da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Butantan, além de diversas sociedades médicas.

O infectologista Julival Ribeiro destaca a experiência do país com estratégias de vacinação, mas alerta para as dificuldades que podem surgir com a distribuição de um novo imunizante. "O Brasil é um dos melhores países do mundo em relação à campanhas de vacinação. Portanto, ele já tem logística para realizar também a aplicabilidade da vacina para a Covid. Entretanto, vale lembrar que nós somos um país continental e que não é fácil você de uma hora pra outra fazer essa distribuição", ressalta.

O plano prevê um esforço de comunicação dos atores envolvidos em uma campanha de vacinação para atingir a sociedade. Pontos como a importância da vacinação, quais os critérios para a escolha de uma população prioritária, como, quando e onde a vacina estará disponível e segurança do imunizante devem ser reforçados.

Francieli Fontana, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), também levantou aspectos que ainda precisam de esclarecimento: quando uma vacina segura estará disponível, duração da proteção, se precisará de mais de uma dose, se mais de uma vacina será adquirida, entre outros.

"Nós precisaremos orientar a população sobre a importância de se vacinar. Temos tido movimentos antivacina, de fake news, e essa comunicação vai ser imprescindível para termos sucesso na estratégia de vacinação", afirma.

Estágio
Atualmente, 149 vacinas candidatas estão em avaliação pré-clínica no mundo. No Brasil, além da vacina de Oxford, o imunizante do laboratório chinês Sinovac, em testes em mais nove mil voluntários no país, também está na última fase antes da aprovação da Anvisa.

Nesta quarta-feira (30), o governador de São Paulo fechou acordo para compra de 46 milhões de doses da vacina, que é desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com os chineses. Segundo ele, a ideia é começar a campanha para os profissionais de saúde do estado em 15 de dezembro.

Francieli Fontana reforçou em reunião ordinária, na última semana, que o país acompanha os imunizantes que estão em andamento.  

"Essas vacinas estão sendo estudadas pelo Programa Nacional de Imunizações junto a um grupo de especialistas, para que nós tenhamos subsídios no momento de aderir a uma vacina com eficácia e segurança adequada e poder definir um grupo prioritário de vacinação", diz.

Estrutura
O Brasil já conta com o PNI e uma estrutura e tradição consolidadas para a aplicação de vacinas em escala nacional. Neste ano, por exemplo, mais de 75 milhões de doses contra a gripe foram distribuídas para estados e municípios. Ao todo, são mais de 38 mil salas de vacina, de acordo com o Ministério da Saúde.

Fonte: Br 61

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Governo Federal anuncia nova proposta para substituir o Auxílio Emergencial

imagem: arquivo / reprodução

Nesta semana o Governo Federal anunciou uma nova proposta para substituir o Auxílio Emergencial a partir de janeiro de 2021, com a criação do programa Renda Cidadã. De acordo com a proposta, que até o fechamento desta reportagem não foi oficializada como uma Emenda Parlamentar no Congresso Nacional, os recursos que podem sustentar o programa devem sair do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O senador Marcio Bittar (MDB/AC) é relator do Orçamento para 2021 no Congresso Nacional e, também, da proposta emergencial PEC 186/2019 - na qual deve ficar atrelado o programa Renda Cidadã. O parlamentar tem participado de todos os debates financeiros junto ao Ministério da Economia para viabilizar o programa e explicou ao portal Brasil61.com que uma das fontes de onde devem vir os recursos para o projeto é do Fundeb, que recebeu um incremento de recursos que serão enviados pela União. Segundo o senador, a proposta vai ajudar as famílias a serem incluídas no Renda Cidadã e ao mesmo tempo em manter os filhos na escola.

"A educação no Brasil tem problemas gravíssimos, mas se tem um problema que a educação não tem é a falta de dinheiro. O que adianta termos um volume imenso [de recursos] para a educação se temos cinco milhões de famílias, no Brasil, em que os filhos não estão na escola. E porque não estão na escola? Porque estão ajudando o pai e a mãe [no trabalho]. Estamos propondo autorizar o Executivo que, daquele a mais que nós autorizamos para o Fundeb, em até 5%, o governo possa usar para fazer com que essas crianças das famílias que estejam no programa, estejam na sala de aula", detalhou o parlamentar.

De acordo com o professor de Economia da Universidade de Brasília, José Luis Oreiro, uma opção mais relevante para resolver a questão de onde podem vir os recursos para o Renda Cidadã, é a derrubada do teto de gastos, que é uma regra anacrônica e existente apenas no Brasil, o que acaba causando dilemas artificiais na economia do país. O professor ainda criticou a solução apontada até agora como fontes de onde gerar os recursos para o programa social.

"O governo está propondo um desvio de função do Fundeb. Então isso eu vejo com uma grande preocupação esse tipo de manobra que envolve, até mesmo, coisas que considero ilegais. O desvio de função do Fundeb é muito", explicou Luis Oreiro.  

Segundo levantamento realizado pela organização Todos pela Educação, a retirada de 5% do Fundeb representa cerca de R$8 bilhões de reais e deve causar impacto nos municípios mais pobres do país, uma vez que o complemento de renda feito pela União é direcionada exatamente para as redes de ensino mais vulneráveis. Desta forma, quase três mil municípios e 17 milhões de estudantes poderão ser afetados com a medida, principalmente aqueles das creches e pré-escolas.

O Todos pela Educação é uma organização sem fins lucrativos suprapartidária e independente, composta por diversos setores da sociedade brasileira com o objetivo de assegurar o direito à educação básica de qualidade para todos os cidadãos até 2022 - ano que se comemora o bicentenário da independência do Brasil.

Na noite desta quarta-feira (30), após a repercussão negativa sobre a possibilidade de limitar o pagamento de precatórios, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o uso de dinheiro destinado ao pagamento de dívidas judicializadas não será para financiar o novo programa social, mas para manter as despesas sob controle.

Fonte: Br 61

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Equipe de robótica do Rio de Janeiro desenvolve mecanismo que possibilita abertura de portas sem o uso das mãos

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Uma equipe de robótica composta por sete alunos do ensino médio do colégio Franco Brasileiro, no Rio de Janeiro, foi premiada no Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19 com o prêmio de Melhor Proposta de Empreendedorismo. A equipe Francodroid desenvolveu o EPPE (Empurra a Porta com o Pé), mecanismo que possibilita que portas, com algum tipo de resistência, por peso ou por empregarem molas, sejam abertas com o mínimo de esforço e utilizando os pés.

"A gente queria contribuir no momento, agora, para de fato ajudar a sociedade. Tentar minimizar os impactos da Covid-19. A ideia do grupo era criar algo simples, viável, que qualquer pessoa pudesse ter em casa ou nos estabelecimentos comerciais", diz a técnica da equipe e professora de robótica, Rosângela Nezi.

O EPPE utiliza-se da geometria para simplificar o movimento de abertura da porta. Uma porta que antes precisava ser puxada, pode ser empurrada, graças à parte protuberante do produto. Além de atuar contra a contaminação pelo coronavírus através de superfícies contaminadas, também beneficia pessoas com mobilidade e/ou equilíbrio reduzidos. O uso é recomendado para residências, mas também para lugares com grande circulação de pessoas, como portarias e centros comerciais.

Segundo Rosângela Nezi, o baixo custo e a fácil aplicação do EPPE tornam o produto com chance real de ser comercializado em larga escala. "É um produto barato e acessível. A gente tem contato com algumas empresas de materiais de construção que têm interesse em levar para frente a ideia, produzir e vender em larga escala. Acho que a chance é bem grande de ele ser multiplicado. Nosso objetivo desde o começo era fazer algo acessível e que alcançasse o maior número de pessoas possível", diz.  

Devido à necessidade de distanciamento social, todo o projeto foi desenvolvido de forma remota. Uma das integrantes da equipe Francodroid, Helena Marques, aluna do 2º ano do ensino médio, relata a experiência em participar do Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19.

"É importante tentar ajudar uns aos outros. Esse projeto foi uma boa oportunidade para colocar isso em prática. Realizamos vídeo chamadas, utilizamos whatsapp, Google Docs para interagirmos. É muito bom ter a chance de mudar o mundo. Melhor ainda, além de ajudar o próximo, quando nosso trabalho é reconhecido", relata a estudante.

Desafio Covid-19
Com o objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos de diagnóstico, prevenção ou combate ao coronavírus, a competição teve quase dois mil estudantes inscritos de escolas públicas e particulares de todo o país. Ao todo, foram pouco menos de 400 equipes disputando as primeiras colocações.

Sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, e ainda prêmios para o Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em
Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

Todas as sete vencedoras receberam medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas foram convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.

Fonte: Br 61

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Sistema de desinfecção de táxis e transportes por aplicativo rende premiação a escola de Sergipe em torneio nacional de robótica

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A fácil infecção pelo coronavírus através do ar ou simples contato com superfícies contaminadas afastou a população de táxis e transportes por aplicativo e obrigou os trabalhadores da área a adaptarem os veículos para a viagem mais segura de passageiros. Ainda assim, o risco de contaminação de usuários e motoristas é alto, já que diferentes pessoas passam pelo mesmo local todos os dias, mesmo com a circulação reduzida nas cidades.

Pensando nisso, um grupo de oito alunos do colégio particular COESI, de Aracaju, desenvolveu um sistema de desinfecção para transportes particulares com uso da luz UV-C, chamado de SAFETRIP. O projeto rendeu à equipe ROBOCOE o terceiro lugar geral no Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19.

Os estudantes criaram o produto a partir da percepção de que, no transporte privado de passageiros, ainda não havia proteção eficaz tanto para motoristas quanto para os usuários. Na prática, o sistema é de fácil uso. Entre uma viagem e outra, o motorista aciona uma lâmpada que emite a luz UV-C por três minutos, tempo suficiente para a desinfecção do ambiente.

"Vimos que aplicativos de transporte exigiram que os motoristas colocassem um biombo que dividisse a relação entre passageiro e motorista. A relação passageiro com passageiro não havia proteção, já que um sai e outro entra. Quando o passageiro sai, a luz é ligada. Fizemos teste com radiômetro e conferimos que a radiação não passava para o motorista. Quando apaga a luz, automaticamente acaba a radiação", explica o técnico da equipe, Hélio Igor. "O aparato custa R$ 350. É barato e eficaz. Só com material de limpeza o custo é de cerca de R$ 200 por mês, além do risco de limpar a parte traseira. Com o sistema de desinfecção, só se gasta uma vez. Pessoas passaram a confiar mais nos carros em que aplicamos o sistema e tinham o selo SAFETRIP de proteção ", completa.

O projeto demorou aproximadamente três meses para ficar pronto. A equipe ROBOCOE teve a preocupação de desenvolver algo que fosse viável, eficaz e que alcançasse toda a população, sem restrição de idade. Além de eliminar o coronavírus, o produto também atua contra outros tipos de vírus, bactérias e fungos. Hélio Igor diz que há a possibilidade de produção do sistema de desinfecção em larga escala. Segundo Igor, já há uma fabricante de lâmpadas UV-C interessada no projeto.

"Estamos agora no processo de patente, de registro da solução. É um produto escalável, já foi estudado pela empresa. Já se dispuseram a ser fornecedor das lâmpadas em um primeiro momento, e depois avaliar venda em larga escala. O sistema tem um valor de mercado muito efetivo e há grande chance de ser multiplicado", diz o técnico.

Uma das integrantes da equipe ROBOCOE, Sofia Machado Menezes, estudante do 9º ano do ensino fundamental, ressalta a importância do projeto em meio à pandemia e destaca o trabalho em equipe realizado para a conclusão do produto. "É perceptível que nosso projeto é de suma importância, visto que mesmo com o coronavírus, ainda existe mais de 15,4 milhões de pessoas que utilizam o serviço de transporte privado. O SAFETRIP garante segurança a todos durante a corrida", diz. "Ao decorrer do projeto, percebemos a importância do trabalho em equipe. Todos utilizaram suas habilidades e nos ajudamos mutualmente", completa.

O torneio
O Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19 teve quase dois mil estudantes inscritos de escolas públicas e particulares de todo o país. Ao todo, foram pouco menos de 400 equipes disputando as primeiras colocações. A competição tinha o objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos de diagnóstico, prevenção ou combate ao coronavírus.

Sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, e ainda prêmios para o Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

Todas as sete vencedoras receberam medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas foram convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.

Fonte: Br 61

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“Instituições de ensino estão preparadas para receber alunos presencialmente”, garante diretor da ABMES

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Desde quando alguns estados brasileiros começaram a registrar uma certa estabilização no número de casos da Covid-19, a população, autoridades e pessoas ligadas à área da Educação começaram a questionar sobre o retorno das aulas presenciais no país.

Em entrevista exclusiva ao portal brasil61.com, o diretor-executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Sólon Caldas, afirmou que isso não deve ocorrer imediatamente, mas garantiu que as instituições de ensino já estão preparadas para esse regresso.

"As instituições de ensino estão preparadas e estão obedecendo a protocolos de segurança determinados pela OMS, pelo Ministério da Saúde e governos locais, para que essa volta ocorra dentro da maior segurança possível. É certo que será uma volta gradativa, porque temos grupos de risco. Essas pessoas vão continuar assistindo aula de casa, tendo acesso à aula virtual", explicou.

Em relação ao ensino à distância, Caldas disse que o número de alunos matriculados nesta modalidade tem aumentado significativamente nos últimos anos, não apenas por causa da pandemia. Sobre esta questão, ele acredita que houve um aumento de custo para as instituições de ensino, tendo em vista às adequações que precisaram ser feitas.

"Esse custo aumentou substancialmente porque, para oferecer as aulas remotas, as instituições tiveram que investir muito em tecnologia, em software, em internet, para que essas aulas pudessem chegar até os alunos. Então, as instituições de ensino se adaptaram rapidamente a esse novo contexto, a educação no nosso país não parou e os alunos estão tendo segmento no seu ano letivo para que não seja comprometida a sua formação", considerou.

Durante a entrevista, o diretor executivo da ABMES também falou sobre o papel da educação à distância para pessoas que vivem em pequenos municípios, onde o acesso é difícil. Nesse contexto, ele entende que a modalidade é uma porta de acesso para quem tem essas dificuldades, mas busca se qualificar.

"Entre 2015 e 2017, o número de matrículas no ensino presencial diminuiu enquanto no EAD aumentou. Essa modalidade tem crescido e proporciona uma oportunidade para que os alunos de municípios menores, onde não tem oferta do presencial, possam ter acesso à educação superior. Quem ganha com isso é o país, que vai ter cada vez mais mão de obra qualificada no mercado de trabalho e, consequentemente, o desenvolvimento do Brasil", pontua.

Para a pós-pandemia, Sólon Caldas acredita que haverá uma evolução do ensino híbrido, na qual uma parte das disciplinas será disponibilizada remotamente, enquanto outra será executada no próprio ambiente escolar. Isso, segundo ele, vai permitir aos alunos terem uma melhor adequação e usar o tempo de forma mais eficiente.

"As disciplinas teóricas, certamente terão essa destinação, enquanto as que precisam da presença em sala de aula, terão que contar com o deslocamento do aluno até o ambiente escolar. Isso ainda não está muito bem definido, até porque a regulação não prevê esse modelo híbrido. As autoridades vão precisar rever toda essa regulamentação, para atualizar o ensino para a pós-pandemia", avaliou.

Há cerca de uma semana, o Ministério da Educação informou que estuda uma forma de avaliar os efeitos da pandemia na a aprendizagem dos alunos no Brasil. Segundo destacou o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, o órgão procura uma "possibilidade de fazer avaliações amostrais", mas, que, por enquanto, seriam para estudos internos e não avaliações em larga escala.

Fonte: Br 61

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

CNI e especialistas voltam a defender reforma tributária ampla e geral e criticam “nova CPMF”

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) voltou a defender, nessa quarta-feira (30), uma reforma tributária com imposto único e sem aumento de carga tributária. O debate virtual, mediado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), reuniu parlamentares e especialistas no assunto, que criticaram duramente a proposta do Executivo em criar um imposto sobre transações digitais, semelhante à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, é inaceitável a ideia de mais um imposto. Recentemente, Andrade já havia defendido uma reforma mais ampla e geral, contemplando todos os impostos sobre o consumo e uma alíquota única. "Não aceitamos a criação de um imposto que venha com o nome de CPMF, ela não serve. É o pior imposto que existe, é perverso, cobra mais das camadas mais baixas da população, impacta nas grandes cadeias produtivas e não vai resolver", dispara.

Para ele, o Brasil precisa se tornar um ambiente de negócios mais atrativo a partir de uma reforma, já que, hoje, enfrenta vários problemas estruturais. "Precisamos urgentemente fazer uma mudança tributária. Isso é fundamental para que o Brasil possa crescer, desenvolver e se inserir num mercado competitivo global. Se não fizermos uma mudança rápida no setor, que é o principal problema da falta de competitividade de todos os setores da economia brasileira, estaremos fadados a continuar sem crescimento, sem desenvolvimento, sem emprego, sem renda", alega o presidente da CNI.

A economista Ana Carla Abrão confirma a projeção. "É uma reforma complexa, que exige amadurecimento, escolhas e transparência. Não é criando um tributo, que onera crédito e os mais pobres, que vamos resolver a questão da simplificação tributária e muito menos a questão de uma melhor alocação de recursos e gastos públicos", pontua.  

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, acredita que é imprescindível que a reforma seja aprovada ainda neste ano. "É mais do que inafastável que tenhamos um novo modelo tributário. O nosso é caótico e complexo, faz com que o ambiente de negócios seja o pior possível. E isso atinge em cheio a competitividade, um entrave para a economia. E o Brasil precisa voltar a crescer", avalia.

Apesar de favorável à reforma, o vice-presidente da Comissão Diretora do Senado, Antonio Anastasia (PSD-MG), acredita que a aprovação não vem neste ano. "O Brasil tem que fazer uma reforma tributária profunda já e agora. É uma janela de oportunidades. Mas é preciso uma liderança sólida, firme, com credibilidade e vontade política de fazer uma reforma verdadeira. Confesso que não acredito que ela será aprovada neste ano, conheço bem a administração pública", justifica o senador.

"O nosso país é riquíssimo, mas não temos instituições consolidadas. Quando falo de instituições, falo do Estado brasileiro e das prioridades da sociedade. A reforma tributária não é uma prioridade", lamenta Anastasia.

Reformas e impostos
Durante o debate, o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Pereira (Republicanos-SP), classificou como necessário realizar cinco reformas no Brasil. Duas já estão em vigência – a trabalhista e a previdenciária –, mas a lista dele inclui ainda a administrativa, a política e a tributária.

"Das cinco, a tributária é a mais relevante e mais importante para melhorar ambiente de negócios no Brasil, elevar o nível do País nos relatórios de competividade do Banco Mundial e OCDE e, assim, atrair investimentos nacionais e internacionais para gerar emprego e renda", aposta.  

Na avaliação de Pereira, a proposta de reforma apresentada pelo Governo Federal, que apresenta a "nova CPMF", é uma "mistura" de ações e impostos que podem atrasar a discussão e tornar o sistema tributário ainda mais confuso.

"O cenário, com essa reforma que o governo apresentou, fazendo uma mistura com o Renda Brasil, Fundeb, uso de precatórios e do imposto que o Ministério da Economia insiste em chamar de imposto digital – mas sabemos que é a mesma essência da CPMF – deixou o calendário um pouco tumultuado e confuso", observa.

Alexis Fonteyne (Novo-SP) corrobora com o vice-presidente da Câmara e afirma que o Congresso está "mais próximo de uma discussão de qualidade." Na opinião do deputado, as propostas do Senado e da Câmara são boas, mas é preciso avançar.  

"As propostas têm foco naquilo que deve ter mesmo, que é nos impostos sobre o consumo. E quando falamos sobre consumo, estamos falando diretamente na produção, na indústria brasileira, que tem os piores sistemas tributários. Isso faz com que a indústria acumule tributos na cadeia produtiva. Tudo isso acumulando no serviço torna o produto caro para o consumidor brasileiro e pouco competitivo para exportar", aponta Fonteyne.  

Sobre a CPMF, ele comenta. "O que me entristece muito é que o debate estava bom, a proposta estava boa, mas de repente aparece uma CPMF para atrapalhar tudo. Podemos fazer a desoneração da folha de pagamento (como sugere o Ministério da Economia) dentro do sistema tributário sem precisar criar um tributo que é um contrassenso."

O economista e ex-deputado Luiz Carlos Hauly, autor de uma das propostas da reforma tributária, também participou do debate. Defensor há décadas de mudanças no sistema tributário, Hauly é taxativo. "O Brasil não tem mais tempo. O tempo está esgotado, o Brasil faliu. Nossa economia quebrou. Só não quebra de todo porque tem os monopólios, oligopólios e cartéis e empresas com mercado cativo e incentivos fiscais e creditícios", critica.

Para ele, "não fazer a reforma significa não crescimento." Hauly ainda desabafa sobre a criação de uma nova CPMF, chamando de "mãe de todos os erros", e diz: "Se o Congresso não votar a reforma, está condenado a zero de crescimento."

Respondendo aos colegas, o deputado Marcos Pereira garante: "A proposta está madura do meu ponto de vista. Tenho absoluta convicção de que aprovaremos essa reforma ainda neste ano", finaliza.

Fonte: Br 61

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