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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Agências da ONU promovem ações para lembrar Dia Mundial da Alimentação

imagem: arquivo / reprodução

Para celebrar o Dia Mundial da Alimentação de 2020 (#DMA2020) no Brasil, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e o Centro de Excelência contra Fome do Programa Mundial de Alimentos (WFP) realizam ações com o objetivo de dar visibilidade ao tema da alimentação.

Nos dias 15 e 16 de outubro, entre 18h e 22h, quem passar em frente ao Museu Nacional da República, em Brasília (DF), irá assistir à projeção, na fachada externa do Museu, de fotos de Heróis da Alimentação, além de ler mensagens sobre a importância da digitalização no campo, da transformação dos sistemas alimentares no contexto pós-COVID-19, e dados sobre a fome no mundo.

Com o tema "Cultivar, nutrir, preservar. Juntos", o #DMA2020 pede solidariedade internacional para ajudar os mais vulneráveis a se recuperarem e para que os sistemas alimentares sejam fortalecidos de forma mais sustentável e resiliente. Nossas ações são nosso futuro e todos nós temos um papel a cumprir, desde escolher opções de alimentos que melhorem tanto nossa saúde quanto nosso sistema alimentar, até não deixar hábitos sustentáveis caírem no esquecimento.

No dia 16 de outubro, com o objetivo de propor uma reflexão sobre nossos hábitos alimentares e sobre a importância de reconhecer e apoiar nossos heróis da alimentação, às 17h, no canal do YouTube da ONU Brasil, acontece a Live #DiaMundialDaAlimentação: Iniciativas Inspiradoras, com a participação de jovens que atuam em projetos e iniciativas voltadas à alimentação e à agricultura, e que vêm transformando nossos sistemas alimentares.

A comida é a essência da vida e a base de nossas culturas e comunidades. Preservar o acesso a alimentos seguros e nutritivos é - e continuará a ser - uma parte essencial da resposta à pandemia da Covid-19, particularmente para as comunidades mais vulneráveis. Em um momento como este, todos nós precisamos garantir que nossos sistemas alimentares sejam capazes de cultivar uma variedade de alimentos para nutrir a população e preservar o planeta, juntos.

Serviço:

Projeção de imagens no Museu Nacional da República Data: 15 e 16 de outubro Horário: 18h às 22h Local: Fachada Externa do Museu Nacional da República, em Brasília (DF)

Live #DiaMundialDaAlimentação: Iniciativas Inspiradoras Data: 16 de outubro Horário: 17h Local: Canal do Youtube ONU Brasil – http://bit.ly/DiaDaAlimentação2020

Convidados:

  •     Marie Tarrise – Gerente de Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil
  •     Aline Martins – Gerente de Gestão de Conhecimento do Programa Semear Internacional. Coordena o processo executivo de implementação das Cadernetas Agroecológicas junto a 874 agricultoras ligadas aos seis projetos apoiados pelo FIDA no Brasil.
  •     José Eduardo Scardua – CEO e fundador da Raiz Capixaba, agrotech que realiza a previsibilidade de produção de frutas, legumes e verduras orgânicos por meio da inteligência artificial.
  •     Naiara Aguiar Santestevan – Sócia-proprietária da VivaFlor - Produtos Naturais, que integra o Grupo Pé na Terra, iniciativa que articula agricultores, restaurante e consumidores na região norte do Estado do Rio Grande do Sul.

Fonte: ONU Br

Saiba mais detalhes em https://digitalradiotv.com

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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

A História do Dia.

imagem: arquivo / reprodução

Para assistir mais vídeos acesse https://digitalradiotv.com.

Fonte: Digital Rádio e Tv.

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TSE vai testar sistema de voto online pelo celular ou computador

imagem: arquivo / reprodução

Objetivo é reduzir os custos com equipamentos nas eleições e permitir que o eleitor vote de qualquer lugar

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou em 28 de setembro um edital para identificar empresas e tecnologias que possam desenvolver um sistema de votação online que possa ser usado pelo eleitor sem que ele tenha que sair de casa. O objetivo é que o voto possa ser dado pelo computador, tablet ou smartphone.

31 empresas, de pequenas startups a gigantes como a Amazon e IBM, manifestaram interesse em desenvolver esta tecnologia. Segundo o UOL, a ideia é que três delas façam uma demonstração, com candidatos fictícios, já no primeiro turno das eleições deste ano, marcadas para 15 de novembro.

De acordo com Sandro Vieira, juiz auxiliar da presidência do TSE e coordenador do projeto Eleições do Futuro, "No dia da eleição, três empresas montarão estandes em cada local de votação. O eleitor que quiser participar da simulação receberá as orientações para votar. O TSE acompanhará os resultados".

Os colégios eleitorais que participarão do teste ficam em São Paulo, Curitiba e Valparaíso de Goiás (GO). As tecnologias apresentadas devem preencher três requisitos: identificação do eleitor por biometria digital ou facial, sigilo do voto e disponibilidade de mecanismos de auditoria.

O principal objetivo do projeto é reduzir os custos associados à realização das eleições. O sistema eletrônico brasileiro custa caro. O TSE espera gastar R$ 699 milhões com a compra de novos equipamentos somente neste ano. Com vida útil estimada em dez anos, as urnas eletrônicas são utilizadas em até quatro campanhas eleitorais.

Além disso, o voto online traria mais comodidade para o eleitor. "O voto online seria cômodo neste ano de pandemia", diz o juiz. "Será muito útil ao eleitor que estiver em trânsito. Hoje ele está preso a uma seção eleitoral, mas no futuro poderá votar de qualquer lugar do mundo."

Fonte: UOL

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MEC libera R$ 83,4 milhões para custeio de instituições federais de ensino

imagem: arquivo / reprodução

Nesta semana, o Ministério da Educação liberou R$ 83,4 milhões para as instituições federais de ensino vinculadas à pasta. Os repasses têm o objetivo de custear a manutenção dessas instituições, como pagamento de contas de água, energia, telefone e serviços terceirizados. O Ministério da Educação também visa o pagamento do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), que oferece assistência a estudantes de baixa renda matriculados em cursos de graduação presencial.

Do total repassado pelo Executivo, a maior parte (R$ 54,9 milhões) é destinada às universidades federais, incluindo hospitais universitários. Já a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica recebeu R$ 27 milhões. O restante (R$ 1,5 milhão) foi repassado ao Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

Fonte: Br 61

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Especialistas avaliam que apesar da Covid-19, 2020 não foi um ano perdido para a educação

imagem: arquivo / reprodução

Durante a pandemia causada pela Covid-19, em que as pessoas precisaram se recolher dentro de casa, um triste cenário se repetiu por todo o país: portões das escolas fechados e alunos distantes das salas de aulas. E não foi apenas uma cena para se gravar na memória, mas um fato que marcou profundamente a história do ensino no Brasil, com consequências que podem demorar alguns anos para serem revertidas.

Por isso, a volta às aulas em formato presencial é um momento bastante aguardado pela população brasileira. Há alguns meses, o Governo Federal, entidades de educação, secretárias estaduais e municipais debatem o assunto para definir a melhor forma de realizar essa retomada às aulas.  

Um exemplo de medida adota em favor desse retorno, foi o investimento feito pelo Ministério da Educação para as escolas públicas por todo o país com um valor total de R$ 454 milhões para aquisição de materiais e insumos necessários para prevenir a transmissão da Covid-19 entre estudantes e profissionais da rede básica.

Para Cecilia Motta, que é secretária de Educação do Mato Grosso do Sul e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ainda há muitos debates e ações a serem desempenhados para que a educação no Brasil possa se reestruturar, uma vez que a pandemia da Covid-19 alargou as desigualdades entre a qualidade de ensino e oportunidade entre os estudantes.

"A diversidade já existe, a pandemia só escancarou isso. Quem não teve tecnologia para estudar, na verdade é porque já não tinha antes mesmo, tinha menos condições. Quer dizer que a desigualdade social, que já existia, aumentou nesse momento. Mas eu gostaria de destacar o esforço dos professores, diretores e coordenadores que nos surpreenderam com sua criatividade e sua garra, fazendo com que o aluno perdesse o mínimo possível, fazendo com que os impactos [da pandemia] fossem o menor possível", destacou Motta.

Mesmo considerando que os impactos da pandemia de Covid-19 no ensino brasileiro possam perdurar por alguns anos, a reinvenção na forma de ensinar fez com que 2020 não fosse um ano perdido para os mais de 36 milhões de alunos espalhados por quase 117 mil escolas pelo país. E é isso o que afirma o coordenador de projeto do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo.

"A gente teve uma mobilização muito grande das secretarias [de educação], dos professores, dos diretores, dos estudantes para a educação não parar, para a gente conseguir migrar para o ensino remoto. Lógico, o ensino remoto não chegou para todo mundo, mas eu acho que a educação não parou. Então, eu não diria que esse foi um ano perdido, mas foi o ano mais difícil da história da educação básica. A questão é que dizer que não foi o ano perdido não significa a gente não reconhecer todos os impactos que esse ano teve", afirmou Gontijo.

O Todos pela Educação é uma organização sem fins lucrativos suprapartidária e independente, composta por diversos setores da sociedade brasileira com o objetivo de assegurar o direito à educação básica de qualidade para todos os cidadãos até 2022 – ano que se comemora o bicentenário da independência do Brasil.

Já o Conselho Nacional de Secretários de Educação é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, que reúne as Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal. Seu objetivo é promover a integração das redes estaduais de educação e intensificar a participação dos estados nos processos decisórios das políticas nacionais, além de promover o regime de colaboração entre as unidades federativas para o desenvolvimento da escola pública.

Fonte: Br 61

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Casa Verde e Amarela terá redução na taxa de juros para financiamentos habitacionais

imagem: arquivo / reprodução

Foram regulamentadas novas regras e a redução nas taxas de juros dos financiamentos habitacionais por meio do Programa Casa Verde e Amarela. O novo programa do governo federal é o substituto do Minha Casa, Minha Vida. A meta é atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com o programa até 2024, um incremento de 350 mil unidades.

A queda nos juros nas regiões Norte e Nordeste será  ainda maior, com a redução em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda até R$ 2 mil mensais. Os juros poderão chegar a 4,25% ao ano para cotistas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, nas demais, a 4,5%, ofertando a menor taxa de juros na história num programa habitacional.

O objetivo é promover o acesso de mais famílias ao financiamento habitacional nessas duas regiões, que têm, historicamente, baixos índices de contratação da modalidade. Com isso, as famílias terão uma menor prestação mensal na aquisição de novos imóveis pelo programa.

Com a redução a taxa de juros será a menor da história do FGTS, com mudanças na remuneração do agente financeiro. O Fundo terá mais recursos disponíveis para novas contratações, propondo assim a redução da parcela de spread bancário pago aos agentes financeiros operadores do programa, sem comprometer, contudo, a sustentabilidade das operações.

Fonte: Br 61

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Estados e municípios recebem a nona parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar

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Estados, municípios e o Distrito Federal receberam em outubro a nona parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os repasses somam pouco mais de R$ 376 milhões de reais. Segundo o Governo Federal, o FNDE já destinou R$ 3,4 bilhões aos entes federativos em 2020.

Mesmo sem atividades escolares presenciais por conta da pandemia de Covid-19, a autarquia segue distribuindo o recurso, já que houve adaptação da legislação para possibilitar a entrega aos estudantes.

A orientação do poder Executivo é que a distribuição nas escolas seja realizada em forma de kits, definidos pela equipe de nutrição local, de acordo com a faixa etária de cada estudante e o período em que estaria sendo atendido na unidade escolar. Além disso, os kits devem seguir as determinações do Programa Nacional de Alimentação Escolar como respeitar hábitos alimentares, e a qualidade nutricional e sanitária.

Fonte: Br 61

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Vacinação de pessoas entre 20 e 49 anos segue até dia 30 de outubro

imagem: arquivo / reprodução

De março para cá, mais de 15,7 mil pessoas já foram infectadas pela doença, que pode até matar.

Jovens e adultos com idade entre 20 e 49 anos têm até o dia 30 de outubro para se vacinar contra o sarampo. Basta procurar um dos mais de 40 mil postos de saúde espalhados em todo o Brasil. A iniciativa faz parte do Plano de Ação para Interrupção da Circulação do Vírus do Sarampo neste ano, já que, até setembro, mais de 15,7 mil casos suspeitos da doença foram notificados no País.  

O Ministério da Saúde disponibilizou 36 milhões de doses para reforçar a mobilização. De março para cá, já foram vacinadas nove milhões de pessoas. A meta é alcançar o público-alvo de cerca de 90 milhões de jovens e adultos nessa faixa etária.

Mesmo com a pandemia, o ministério garante que os postos foram orientados a tomarem todas as medidas de segurança necessárias para a vacinação, como evitar aglomerações e cuidados com a higiene.

Neste ano, sete pessoas já morreram por causa do sarampo, incluindo uma pessoa da faixa etária alvo da campanha. O sarampo é uma doença grave e com alto risco de contágio e disseminação. De acordo com o Ministério da Saúde, uma pessoa pode transmitir para até 18 pessoas. A transmissão ocorre pelo ar, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

A vacinação contra o sarampo está contraindicada para crianças menores de seis meses de idade, gestantes e pessoas com sinais e sintomas de sarampo.

Mais informações no site do ministério, em http://www.saude.gov.br.

Fonte: Br 61

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Vacinação de pessoas entre 20 e 49 anos segue até dia 30 de outubro

imagem: arquivo / reprodução

De março para cá, mais de 15,7 mil pessoas já foram infectadas pela doença, que pode até matar.

Jovens e adultos com idade entre 20 e 49 anos têm até o dia 30 de outubro para se vacinar contra o sarampo. Basta procurar um dos mais de 40 mil postos de saúde espalhados em todo o Brasil. A iniciativa faz parte do Plano de Ação para Interrupção da Circulação do Vírus do Sarampo neste ano, já que, até setembro, mais de 15,7 mil casos suspeitos da doença foram notificados no País.  

O Ministério da Saúde disponibilizou 36 milhões de doses para reforçar a mobilização. De março para cá, já foram vacinadas nove milhões de pessoas. A meta é alcançar o público-alvo de cerca de 90 milhões de jovens e adultos nessa faixa etária.

Mesmo com a pandemia, o ministério garante que os postos foram orientados a tomarem todas as medidas de segurança necessárias para a vacinação, como evitar aglomerações e cuidados com a higiene.

Neste ano, sete pessoas já morreram por causa do sarampo, incluindo uma pessoa da faixa etária alvo da campanha. O sarampo é uma doença grave e com alto risco de contágio e disseminação. De acordo com o Ministério da Saúde, uma pessoa pode transmitir para até 18 pessoas. A transmissão ocorre pelo ar, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

A vacinação contra o sarampo está contraindicada para crianças menores de seis meses de idade, gestantes e pessoas com sinais e sintomas de sarampo.

Mais informações no site do ministério, em http://www.saude.gov.br.

Fonte: Br 61

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Governo do Amapá realiza consulta pública para projeto de saneamento básico

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Edital da iniciativa deve ser publicado até o fim do ano.

O governo do Amapá abriu uma consulta pública para colher sugestões sobre o projeto de concessão à iniciativa privada dos serviços de saneamento no estado. O objetivo do projeto é assegurar a do abastecimento de água e tratamento de esgoto em todos os municípios amapaenses. O governo do estado afirma que deve publicar o edital da concessão até o fim do ano.

O projeto foi estruturado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo a instituição financeira, são estimados investimentos de R$ 3,1 bilhões ao longo dos 35 anos de concessão, sendo R$ 959 milhões nos cinco primeiros anos.

A iniciativa seguirá as regras do Novo Marco Legal do Saneamento, sancionado em julho pelo presidente Jair Bolsonaro. No final de setembro, foi realizado o primeiro leilão de serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto sob as regras da nova legislação, para a concessão do serviço em cidades de Alagoas.

Fonte: Br 61

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