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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Especial - 80 anos do Rei Pelé

 


Em 23 de outubro de 1940 nascia na cidade mineira de Três Corações o menino Edson. Mas aquele menino ficaria famoso nos campos de todo o mundo através de seu apelido: Pelé.


Foram mais de mil gols, três Copas do Mundo, dois títulos mundiais com o Santos e muitas histórias que viraram inspiração para diversos escritores e poetas.




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Micro e pequenas empresas já geraram 13 milhões de empregos formais em pouco mais de dez anos

imagem: arquivo / reprodução

No ano passado, os micro e pequenos negócios foram responsáveis pela geração de mais de 730 mil empregos formais no Brasil, 22% a mais do que no ano anterior. O bom resultado foi na contramão de empresas de maior porte, que no mesmo período fecharam cerca de 88 mil postos de trabalho. Entre 2007 e 2019, as pequenas empresas brasileiras criaram quase 13 milhões de empregos com carteira assinada.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), compilados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), apontam para um cenário cada vez mais positivo para esse setor no Brasil: o de gerador de emprego e renda e de esperança na retomada econômica em meio à pandemia do novo coronavírus.

"A micro e pequena empresa é a teia que sustenta qualquer país. É a padaria, a loja de roupa, todos os segmentos da sociedade. O Brasil vem aperfeiçoando esse ambiente de melhoria de convivência com esse setor", garante o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Por ser um setor que gera, hoje, 30% da riqueza do Brasil e 55% de empregos formais, Melles acredita que é preciso condições cada vez mais viáveis para que essas empresas sobrevivam em meio ao ambiente de negócios competitivo no País.

"Na década de 1990, tínhamos só o Simples Nacional, que era a união de impostos federais. Depois veio a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, aproveitando o regime tributário especial que foi dado a esse público. Essa lei geral, que é uma das mais bem elaboradas do mundo, talvez, é muito complementar. Vai de quem faz a roupa, quem corta a roupa, quem prega o botão, quem embala, quem distribui, essa é uma cadeia que não tem nenhum imposto, você paga só no final. Ou seja, há um cooperativismo intrínseco", pontua Melles.

A LC 123/2006, também conhecida como Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, regulamenta o tratamento favorecido, simplificado e diferenciado a esse setor, conforme disposto na Constituição Federal de 1988. O objetivo, segundo o texto, é fomentar o desenvolvimento e a competitividade da micro e pequena empresa e do microempreendedor individual (MEI) como estratégia de geração de emprego, distribuição de renda, inclusão social, redução da informalidade e fortalecimento da economia.

Os benefícios criados pela Lei Geral, à exceção do tratamento tributário diferenciado, alcançam também o produtor rural pessoa física e o agricultor familiar. "Fizemos uma reserva de mercado para a micro e pequena empresa em relação às compras governamentais. Isso quer dizer que o município pode dar preferência de até 10% a mais no preço para micro e pequenas empresas para compra no município, no estado e na esfera federal. Isso dá uma reserva de mercado formidável, começando pela merenda escolar. O pequeno produtor rural já pode fazer isso muito bem, tudo com nota fiscal, tudo bem feito", avalia o presidente da entidade.  

Para o especialista em administração pública Karlos Gad Gomes, favorecer micro e pequenos negócios pode injetar mais recursos na economia local e, consequentemente, acelerar o processo de retomada econômica pós-pandemia. Ele cita o exemplo da participação desse público em licitações municipais.

"As prefeituras, quando da abertura de seus processos licitatórios, podem impor requisitos no edital que beneficiem micro e pequenas empresas, tanto locais quanto regionais. Seria interessante uma ampliação dos requisitos viáveis para o procedimento licitatório, como ampliar o limite máximo de exclusividade. Uma ampliação assim pode fomentar ainda mais esse tipo de mercado, que é o maior mercado consumidor que temos hoje no Brasil", opina o especialista.

Entre as ações do Sebrae para facilitar o acesso de pequenos negócios às compras governamentais, está a de realização de licitação exclusiva para microempreendedores (as) individuais. Segundo o documento "Seja um candidato empreendedor – 10 dicas do Sebrae", a expectativa é de que sejam geradas, com essa ação, oportunidades de trabalho e renda e incentivo aos empreendedores que estão iniciando seu negócio.

"O ambiente de negócios tem sido cada dia mais visto e reconhecido como necessário para fazer a micro e pequena empresa continuar crescendo", aponta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Casos de sucesso
Na categoria "Compras governamentais de pequenos negócios", da 10ª edição do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor, o município de São José de Ribamar (MA) levou a melhor. Antes de desenvolver boas práticas nesse setor, a cidade demonstrava fragilidade nos procedimentos adotados pelos gestores – alguns deles, inclusive, foram objeto de investigação do Ministério Público Estadual. As contratações, até então, ficavam nas mãos de poucas empresas e o resultado não era o esperado, com atrasos e baixa qualidade de produtos e serviços.

Com as informações em mãos, o município se mexeu e desenvolveu uma dinâmica com base em sete pilares: tratamento diferenciado e favorecido aos pequenos negócios; transparência; planejamento estratégico; aprimoramento dos processos internos; capacitação e orientação técnica para as secretarias municipais; sensibilização do público-alvo, e parcerias estratégicas. As iniciativas de São José de Ribamar incluíram a retomada de obras públicas e dos programas de compra direta da agricultura familiar.

O resultado foi um maior número de oportunidades geradas para os pequenos negócios e o de servidores municipais e de empresários capacitados. Houve também um aumento expressivo de recursos destinados às licitações realizadas com fornecedores locais, impulsionando a economia do município e estimulando pequenos negócios. O projeto está em andamento e prevê, ainda, implantação do cadastro eletrônico de fornecedores, estímulo à formalização de pequenas empresas e maior divulgação de oportunidades.

Em São Paulo, no município de Limeira, o projeto "Estimulando os micro e pequenos empreendedores" também foi premiado na mesma categoria de compras governamentais. O projeto se destaca pela transparência nas compras governamentais e aumento das licitações exclusivas para micro e pequenas empresas. As ações são desenvolvidas pela Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação.

"O empreendedorismo é hoje a principal forma de gerações de renda e de emprego. Por esta razão, estimulamos todas as iniciativas de empreendedorismo", disse o prefeito Mario Botion na ocasião da entrega do prêmio.

Apoio ao gestor
O documento "Seja um candidato empreendedor – 10 dicas do Sebrae" foi lançado recentemente pelo Sebrae e parceiros na tentativa de inserir a pauta do empreendedorismo nas campanhas eleitorais deste ano. A ideia é incentivar futuros (as) prefeitos (as) e vereadores (as) a valorizarem os pequenos negócios e movimentarem a economia local.

Entre as dez dicas, o Sebrae propõe dar preferência aos pequenos negócios locais e regionais nas compras do município; adquirir produtos da agricultura familiar para a merenda escolar; contratar microempreendedores individuais (MEIs) para realizar pequenos reparos e serviços diversos em prédios e espaços públicos; promover campanhas de valorização de compras no comércio local; e apoiar a organização de feiras livres de produtos locais e da agricultura familiar.

"A campanha política em si é um ato de levar esperança, de levar propostas. Nesse aspecto, a micro e pequena empresa, hoje, é a rede de sustentação municipal. Ela deverá, por meio de sindicatos, associações comerciais, agremiações, consórcios, despertar no candidato à prefeitura a importância das micro e pequenas empresas para o município. E as micro e pequenas empresas vão despertar no eleitor como ele pode escolher melhor um candidato comprometido com a geração de emprego e renda, com a educação empreendedora, com crédito, ou seja, é um círculo virtuoso que a gente espera atingir nessa pré-campanha com os candidatos", afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O guia é uma iniciativa do Sebrae com o apoio da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), do Instituto Rui Barbosa, com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil.

Fonte: Br 61


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Representantes da indústria e líder do governo na Câmara debatem caminhos para retomada econômica do país

imagem: arquivo / reprodução

Em live que ocorreu nesta quinta-feira (22), representantes da indústria e o líder do governo na Câmara dos Deputados, o parlamentar Ricardo Barros (PP-PR), defenderam o avanço da agenda de reformas e das privatizações para a retomada do crescimento econômico do País pós-pandemia da Covid-19. O evento "Indústria em Debate: o que fazer para o Brasil voltar a crescer", foi promovido pela Bússola em parceria com a CNI, Sesi, Senai e Exame.
 
O deputado federal Ricardo Barros afirmou que o momento para a recuperação econômica é favorável, uma vez que o Congresso Nacional é "reformista". Ele elenca as reformas tributária e administrativa, as privatizações e os marcos legais do saneamento e do gás natural como pontos cruciais.
 
"Depois da eleição, o governo vai apresentar as suas propostas para ver quais têm adesão, possibilidade de aprovação. A nova ordem da articulação política é combina primeiro, anuncia depois. Temos que ter uma articulação que permita comunicar com a sociedade e o mercado aquilo que já temos apoio no Congresso para aprovar", destacou.
 
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse que as medidas do Executivo e do Legislativo de socorro às empresas, como a postergação do pagamento de impostos e os financiamentos para manter os salários dos funcionários, além do auxílio emergencial, foram importantes para minimizar os impactos sobre a economia e para garantir um ambiente mais otimista na retomada.
 
Agora, ele aposta, sobretudo nas mudanças no regime de tributação e na máquina pública para acelerar o crescimento. "É preciso fazer ações que permitam recuperar mais rapidamente a economia com sustentabilidade, em um ambiente que permita dar competitividade às empresas brasileiras. Já estamos discutindo a reforma tributária, que é fundamental não só para as empresas, mas para atrair investimentos, que é o que gera emprego", destacou Andrade.

Reforma Tributária
Algumas propostas de reforma tributária já estão sendo discutidas no Congresso Nacional. A mais adiantada delas é a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 45, na Câmara, cujo relator é o deputado Aguinaldo Ribeiro. O texto propõe um imposto único sobre bens e serviços, que substituiria outros cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS). Chamado de IBS, o tributo único teria alíquota com tributação no destino. Exportações e investimentos seriam desonerados.
 
Os representantes da indústria declararam apoio à medida, mas reforçaram que o setor espera um tratamento mais justo, pois é um dos mais onerados pelo sistema tributário. Presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Carlos Valter Martins, destacou que a reforma tributária é a oportunidade de equilibrar a contribuição de cada segmento.
 
Embora represente 20,9% do PIB nacional, o segmento industrial é responsável por 33% da arrecadação de tributos a nível federal (exceto receitas previdenciárias) e por 31,2% da arrecadação previdenciária patronal. Além disso, para cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 na economia brasileira. Na agricultura, esse retorno é de R$ 1,66, e no Comércio e Serviços, de R$ 1,49.  
 
Humberto Barbato, presidente da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) também acredita que a reforma é importante para que a indústria brasileira seja mais competitiva a nível internacional. "Essas reformas são uma grande oportunidade para reindustrializar o nosso país, até porque as vulnerabilidades que a pandemia trouxe, demonstram que existe um grande espaço para incrementarmos a indústria no nosso Brasil."

Privatizações
Líder do governo na Câmara, Barros afirmou que as privatizações vão avançar com mais intensidade no Legislativo a partir do ano que vem, já que há um acordo do governo com o Congresso para que esse tipo de matéria só fosse pautada em 2021.
 
Fato é que a proposta para privatização dos Correios deve ser a primeira a ser apresentada aos parlamentares. "A partir de fevereiro vamos avançar muito nas privatizações. Precisamos transformar o estado brasileiro em um estado mais leve", avaliou Barros.
 
"As privatizações precisam avançar de maneira mais rápida e célere, porque isso vai ser uma possibilidade de negócios, de desenvolvimento e de geração de empregos", complementou Robson Andrade.

Não se mexe
Apesar do aumento crescente do déficit para este ano, devido aos recursos do governo para combater a pandemia, foi consenso entre os participantes que é preciso respeitar o teto de gastos e não aumentar a carga tributária, dois "mantras" determinados pelo presidente Jair Bolsonaro, garantiu Barros. "O presidente disse 'Ó, vocês podem achar uma solução desde que não fure o teto e não aumente a carga tributária'".
 
"A solução não é simples, vamos continuar buscando alternativas com o Congresso, equipe econômica e demais líderes do governo para que a gente possa criar esse ambiente de avanço", afirmou Barros.
 
De acordo com a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, até 20 de outubro, o governo já havia gasto cerca de R$ 460 bilhões no enfrentamento à pandemia, cerca de 77% do que foi autorizado.

Fonte: Br 61


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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

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imagem: arquivo

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A música do dia 22 de outubro


 

A MÚSICA DO DIA

Em 22 de outubro de 1938 nasceu Juca Chaves

Juca Chaves - A Cúmplice (Juca Chaves)

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto


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Agentes públicos participarão do 5º Fórum Nacional das Transferências da União

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O 5º o Fórum Nacional das Transferências da União reunirá virtualmente na próxima sexta-feira (23), gestores, servidores e especialistas para debater como a tecnologia pode auxiliar na transparência e no controle da movimentação do dinheiro público.

A atual plataforma utilizada pelo governo, +Brasil, movimentou R$ 12 bilhões e realizou mais de 13 mil assinaturas de instrumentos como convênios e contratos de repasse em 2019.

A Rede +Brasil disponibiliza um conjunto de recursos que facilita o controle social e o melhor emprego de recursos públicos, como o acompanhamento pelo cidadão do estágio de uma obra por meio do aplicativo +Cidadão, baixado gratuitamente pelo celular. Com a ferramenta tecnológica, a sociedade passa a ter protagonismo nas ações públicas com acesso a um canal direto de relacionamento com o Estado.

Já os gestores contam com informações em tempo real sobre os programas disponíveis, além de acessarem o extrato de toda a movimentação financeira do instrumento em execução.

Os fiscais dos investimentos também possuem um aplicativo próprio para monitorar e fiscalizar a correta aplicação de recursos com precisão e integridade dos dados.

A Rede +Brasil é composta por 152 órgãos e entidades públicas e privadas e foi constituída para aprimorar, disseminar e compartilhar conhecimentos relativos à gestão das transferências da União.

Fonte: Br 61


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Cursos de Universidades Públicas apresentam melhor desempenho que particulares

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Os cursos das instituições públicas de ensino superior apresentaram desempenhos maiores que os das instituições privadas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2019.

O exame avaliou a atuação dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos no curso de graduação. No levantamento de 2019 foram avaliados cursos de bacharelado em engenharia, arquitetura e urbanismo, ciências agrárias, ciências da saúde e áreas afins, além dos cursos tecnológicos nas áreas de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e de segurança.

Dos cursos enquadrados na faixa 5, melhor nota do indicador, 81,4% são de instituições públicas, enquanto 18,6% correspondem a instituições privadas. O dado faz parte do Conceito Enade, calculado a partir dos desempenhos dos estudantes concluintes dos cursos de graduação no Enade.

O Enade 2019 mostra ainda que 60% dos estudantes concluintes são beneficiados por subsídios ou financiamentos públicos, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni).

Dos que receberam subsídio do Governo Federal, 71% são os primeiros da família com acesso ao ensino superior.

Fonte: Br 61


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Famílias passarão a receber o Bolsa Família somado ao Auxílio Emergencial até dezembro

imagem: arquivo / reprodução

Até o próximo dia 30 de outubro, cerca de 12,4 milhões das mais de 14,27 milhões de famílias atendidas pelo Programa Bolsa Família (PBF) receberão o benefício de R$ 300 ou R$ 600, somados a primeira parcela da extensão do Auxílio Emergencial.

Durante as cinco primeiras parcelas do Auxílio dado em função da pandemia do novo coronavírus, o benefício do Bolsa Família foi suspenso e todas as famílias elegíveis passaram a receber o Auxílio Emergencial, desde que fosse mais vantajoso para elas.

Neste mês, segundo informações da Dataprev, 1,5 milhão de famílias receberão somente a parcela habitual do Bolsa Família, enquanto 185 mil serão beneficiadas apenas com o Auxílio Emergencial em sua versão original.

Fonte: Br 61


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Resíduos do tratamento de esgoto poderão se tornar fertilizantes

imagem: arquivo / reprodução

Cerca de 1200 toneladas de lodo de esgoto, 180 toneladas de poda de árvores e 500 toneladas de grama cortada poderão agora se transformar em um composto orgânico para a agricultura em Piracicaba, no interior paulista. Os resíduos que seriam descartados em aterro sanitário terão um uso sustentável.

A estratégia dos especialistas é utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola. O método permite o pós-tratamento do lodo de esgoto sem que haja mau cheiro e moscas e o processo de decomposição leva cerca de 60 dias.

O projeto é uma parceria entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq/USP) e a concessionária Mirante do grupo AEGEA. O acordo assinado em 21 de setembro prevê vigência até julho de 2021.

A implementação em Piracicaba faz parte de um plano maior enviado para aprovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que busca dar um destino sustentável para todo o resíduo do tratamento de esgoto das cidades do Estado.

Fonte: Br 61


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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

A música do dia 21 de outubro

 

Em 21 de outubro de 1879 Thomas Edison inventou a lâmpada elétrica

Beto Guedes - Luz e Mistério (Beto Guedes e Caetano Veloso)

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto


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