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O programa visa disponibilizar internet gratuita para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica matriculados em instituições da Rede Federal de todo o país, oferecendo condições para a retomada das atividades acadêmicas de maneira remota, que foram paralisadas devido a pandemia da Covid-19.
Nos primeiros seis meses, a medida pretende beneficiar cerca de 400 mil alunos, priorizando aqueles com renda familiar mensal de até meio salário mínimo. Assim que chegam às instituições, os chips são desbloqueados pelas operadoras e direcionados aos estudantes de baixa renda. A carga inicial de internet da franquia dos chips é de 20 GB, com renovação todo dia 30 de cada mês.
Uma das instituições que já recebeu os chips solicitados foi a Universidade Federal do Maranhão (UFMA). 2.342 unidades foram entregues na instituição e encaminhadas aos estudantes aptos ao benefício.
O número de chips enviados para cada instituição foi estabelecido em função da necessidade informada por elas ao Ministério da Educação. A única regra determinada pelo MEC é que as universidades não podem estar com as aulas suspensas ou sem previsão de retorno.
Fonte: Br 61






