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sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Amazônia+21 terá diálogo para discutir modelos de desenvolvimento regional sustentável

imagem: arquivo / reprodução

Com o intuito de estimular a identidade cultural e econômica da região amazônica, o Fórum internacional Amazônia+21 tem como propósito ajudar a criar novos modelos de desenvolvimento regional sustentável. A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual. O acesso será gratuito e contará com tradução simultânea para o inglês e espanhol.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé, explica que Amazônia+21 é um fórum de diálogos que visa promover a comunicação entre os mais variados agentes que atuam no território amazônico, entre eles o governo, o setor produtivo e a sociedade civil organizada.

"Desde o dia 19 de agosto, quando iniciamos essa jornada, já tivemos dois encontros. Tivemos encontros sobre infraestrutura, regularização fundiária e agricultura na Amazônia. Sobre cidades amazônicas e, ainda, cultura e agricultura, como preparação para o evento principal, em novembro", destaca o presidente da FIERO.  

O evento deve contar com a participação de cientistas, pesquisadores, especialistas, empresários, empreendedores, investidores, órgãos de fomento, governantes e chefes de Estado. Além da FIERO, o Amazônia+21 é promovido com o apoio da Prefeitura de Porto Velho, através da ADPVH, com correalização da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Para ter acesso aos debates, os interessados devem se inscrever aqui. O acesso por este canal é importante, principalmente para quem não tem domínio da língua inglesa ou espanhola, já que a tradução simultânea só será disponibilizada por esta plataforma e alguns convidados não falam português.

Eventos anteriores
Antes da realização do Fórum internacional Amazônia+21, outros eventos importantes foram realizados. Em um deles, no último dia 14, foi debatido o assunto vida nas cidades amazônicas e oportunidades de negócios sustentáveis.  Para o aprofundamento do tema, foi necessária a divisão em dois diálogos.

O primeiro apresentou a temática "Cidades e Desenvolvimento Sustentável", com informações repassadas pelo gerente de Relações Institucionais do Iclei América do Sul, Rodrigo Corradi. A prefeita de Boa Vista, Teresa Surita, chegou a apresentar um projeto de sustentabilidade de energia por meio de investimentos em energia fotovoltaica.

"Nossa capital é a única que não é interligada ao sistema nacional de energia elétrica. E preocupados com poluição, focamos no investimento em placas solares, pois a região nos permite", afirmou.

O projeto piloto foi desenvolvido na comunidade indígena Darora, que conta com cerca de famílias. Com o sucesso da experiência, outras cinco usinas solares foram construídas e atendem diversos órgãos públicos, como a prefeitura, secretarias municipais, mercado municipal e pontos de ônibus climatizados.

"Até o final do ano entregaremos mais uma usina, que, somada às já concluídas, representará uma economia de R$ 5 milhões/ano, a preservação de 245.629 árvores, abastecimento de mais de 9 mil residências e diminuição de 7,5 milhões em emissão de gás carbono", salientou Teresa Surita.

Na avaliação do diretor regional da ONU-Habitat para América Latina e Caribe, Elkin Velásquez, atualmente há uma necessidade de progresso na agenda da sustentabilidade. Segundo ele, incluir a região no chamado bloco da panamazônia é um meio de chamar a atenção dos governos para a importância da sustentabilidade e do desenvolvimento.

Fonte: Br 61


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Orientações do Sebrae ajudam micro empresários na sustentação dos empregos durante a pandemia

imagem: arquivo / reprodução

A pandemia do novo coronavírus provocou uma escalada de desemprego no Brasil que afetou boa parte da população. A crise causada pela Covid-19 afetou drasticamente a economia, gerando retração de consumo e o fechamento de centenas de empresas. Com este cenário, empresários de pequeno porte tiveram que se reinventar em seus negócios para driblar os efeitos negativos da atual situação.

Mãe de quatro filhos, a empreendedora Janai pauluk, de 35 anos, é proprietária da loja de embalagens multifuncionais DeFamília, no município paranaense de Ponta Grossa. Para não sofrer com os efeitos negativos da crise, ela apostou na humanização da relação com os clientes. Para isso, a pedagoga por formação conta que buscou orientação do Sebrae/PR logo no início da pandemia sobre o uso mais assertivo das redes sociais.

"Temos trabalhado bastante com as redes sociais, principalmente o Instagram, mostrando um pouquinho do dia a dia da empresa e da família por trás desse empreendimento, além de mostrar como utilizar nossos produtos. Isso humaniza bem a marca e faz com que o cliente se relacione mais com a gente e crie um vínculo. Com isso, ele participa mais da nossa rotina, até auxiliando na escolha de novos produtos", destaca Janai.

No total, 1.144.875 vagas de emprego foram fechadas apenas nos primeiros cinco meses de pandemia. A crise chegou de forma severa para empresas de todos os portes e, no caso dos pequenos negócios, o golpe foi ainda mais duro. O cenário imposto exige de prefeitos e prefeitas estratégias que ajudem as empresas na recuperação econômica. Por esse motivo, o

Sebrae elaborou o documento intitulado "Seja um candidato empreendedor – 10 dicas do Sebrae". A ideia da publicação é apoiar o candidato na construção de políticas efetivas, que assegurem uma retomada sustentável do desenvolvimento municipal.

Trata-se de um compilado de informações que podem auxiliar candidatos (as) a prefeito (a) e vereador (a) nas eleições municipais deste ano. A dica é valorizar os pequenos negócios, já que esses empreendimentos são relevantes no processo de geração de emprego e renda.

"O processo de desburocratização é uma ação efetiva. O processo de compras públicas, já que um dos grandes compradores nos municípios são as próprias prefeituras e administrações regionais. Indicamos como essa compra pode fomentar o pequeno negócio que está instalado naquele município. Além disso, há um conjunto de capacitações que o Sebrae consegue fornecer, capacitando tanto o servidor quanto o micro e pequeno empresário", explica César Rissete, gerente de competitividade do Sebrae.

Entre as orientações está a inclusão do desenvolvimento econômico na agenda de prioridades da gestão municipal, a construção de parcerias com o setor produtivo, o investimento em programas de desenvolvimento a partir das vocações e proporcionar a formalização de empreendimento e de Micro e Pequenas Empresas.

Candidato Empreendedor
O Sebrae lançou o documento Guia do Candidato Empreendedor com o apoio da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), do Instituto Rui Barbosa, com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil.

Para o presidente da CNM, Glademir Aroldi, o documento representa uma oportunidade de os municípios empregarem estratégias necessárias para a retomada do emprego, principalmente neste momento em que os entes sofrem com as perdas provocadas pela pandemia.

"Todos nós sabemos do momento que estamos enfrentando, com impactos severos na saúde, na educação, na assistência social e impacto negativo também na economia brasileira. Mais oportuno impossível a gente colocar o guia à disposição dos candidatos. Os pequenos negócios representam a força da economia no Brasil", pontuou.

De acordo com o Sebrae, o Brasil conta com mais de 7 milhões de micro e pequenas empresas e mais de 10,6 milhões de microempreendedores individuais (MEI). Diante dessa dimensão, o programa é dividido em 10 eixos de atuação, organizados em serviços e produtos, que podem ser adaptados para as necessidades de cada região do País.

Fonte: Br 61


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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Anvisa libera importação de insumos para produção de 40 mi de doses da Coronavac

imagem: arquivo / reprodução

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou nesta quarta-feira (28) a importação de matéria-prima para produção da Coronavac, vacina contra a Covid-19, desenvolvida e testada pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O Butantan fez a solicitação para a compra dos insumos no dia 23 de setembro. O instituto pretende usar a matéria-prima que virá da China para produzir 40 milhões de doses da vacina. Vale lembrar que, na última semana, a Anvisa já havia liberado a importação de seis milhões de doses prontas do imunizante.

A Coronavac está na última fase de testes no país. O objetivo é saber se o imunizante é eficaz e seguro contra a infecção pelo novo coronavírus. Caso a Anvisa aprove os resultados dos testes em curso, o governo de São Paulo pretende fazer uma campanha estadual de vacinação a partir de dezembro.

Fonte: Br 61


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Governo completa mais um ciclo de pagamentos do auxílio emergencial neste domingo (1)

imagem: arquivo / reprodução

O governo federal vai concluir o terceiro ciclo de pagamentos do auxílio emergencial no próximo domingo (1). Nesta quinta-feira (29), o crédito será disponibilizado para os nascidos em novembro. Até o fim de semana, a transferência é para quem faz aniversário em dezembro.

Com isso, cerca de 6,7 milhões de pessoas vão receber a primeira parcela da extensão do benefício. A ampliação do auxílio emergencial, no valor de R$ 300 ou R$ 600, é paga para 27 milhões de pessoas que se cadastraram por meios digitais ou que integram o Cadastro Único. Já outros 16,2 milhões de cidadãos ainda recebem, neste ciclo, o benefício no valor de R$ 600 ou R$ 1200.
 
A duração da extensão do benefício vai até 31 de dezembro. De acordo com o Ministério da Cidadania, os gastos com o programa de socorro aos informais, desempregados, autônomos e Microempreendedores Individuais (MEI), já superou os R$ 230 bilhões, alcançando 67,7 milhões de pessoas.

Fonte: Br 61


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TCU dá aval para continuidade de leilões de linhas de transmissão de energia

imagem: arquivo / reprodução

O Tribunal de Contas da União (TCU) não encontrou irregularidades que impossibilitem o processo de concessão de 1.958 km de linhas de transmissão de energia elétrica em nove estados, localizados nas cinco regiões do país.

Por meio de um leilão, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê desestatizar 11 lotes de transmissão de energia. Estão previstas obras no Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Apesar de não ter constatado irregularidades que impeçam o prosseguimento do processo de concessão, o TCU comunicou a Aneel sobre algumas falhas verificadas pela sua auditoria, como por exemplo a realização de pesquisas de mercado deficientes, com poucos fornecedores ou desatualizadas. Além disso, a Corte recomendou a agência que escute outras entidades, como o Ministério de Minas e Energia, para prosseguir os leilões de transmissão.

Fonte: Br 61


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Governo repassa cerca de R$ 3 mi a abrigos de idosos da região Norte

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O governo federal vai repassar cerca de R$ 3 milhões a 45 Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) localizadas na região Norte. O repasse, que ocorre de forma emergencial, beneficiará 1,2 mil idosos.

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, do total de entidades beneficiadas com os recursos, 17 são do Pará, 11 de Rondônia, oito de Tocantins, três do Acre, três do Amazonas, duas do Amapá e uma de Roraima.

De acordo com o governo federal, em todo o país, 2.118 abrigos de idosos serão beneficiados com R$ 160 milhões. Os repasses poderão ser utilizados na aquisição de equipamentos médico-hospitalares, alimentos e produtos e materiais para limpeza e descontaminação dos ambientes.

Fonte: Br 61


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Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lança edital de intercooperação do Programa Brasil Mais Cooperativo

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou um novo edital para selecionar cooperativas agropecuárias da região Nordeste que vão participar do Projeto Eixo Intercooperação do Programa Brasil Mais Cooperativo. De acordo com o Mapa, a iniciativa visa fortalecer os negócios através da parceria com outras cooperativas que têm experiência em aspectos como o acesso a mercados, gestão e governança e aprimoramento de processos.

As inscrições devem ser feitas até o dia 26 de novembro de 2020, por meio de cadastro no site do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). É preciso ter em mãos informações como o CNPJ da cooperativa, as cadeias produtivas e produtos com que trabalha, o número de cooperados e a área de atuação.

Segundo o Ministério da Agricultura, 24 cooperativas agropecuárias da região Nordeste vão ser selecionadas, especialmente da agricultura familiar.

Fonte: Br 61


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Empresa Simples de Crédito e Cadastro Positivo surgem como alternativas de crédito para micro e pequenas empresas

imagem: arquivo / reprodução

Nem sempre as condições são fáceis para que micro e pequenos empreendedores consigam crédito ou capital de giro para seus negócios. No ano passado, na tentativa de criar uma alternativa de crédito mais viável e barata, o Governo Federal lançou a Empresa Simples de Crédito. Também chamada de ESC, a iniciativa tem como objetivo tonar mais em conta o crédito para microempreendedores individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas por meio de operações como empréstimos e financiamentos.

A diferença da ESC para outras financeiras está na possibilidade de pessoas físicas montarem empresas e, por meio delas, realizarem operações diretas de crédito para esse público de empreendedores. "Aquela pessoa que tem um dinheiro guardado, ou um imóvel, que pretende obter uma rentabilidade um pouco melhor, pode montar uma empresa. A partir daí, pode fazer operações de crédito e emprestar dinheiro para MEIs, micro e pequenas empresas", exemplifica Adalberto Luiz, consultor para áreas de Inovações Financeiras do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).  

Assim que a lei que regula a ESC (LC 167/2019) foi sancionada, mais de 200 empresas foram formalizadas em apenas três meses. Em 2020, o número subiu para 790, até 16 de outubro – um crescimento quatro vezes maior em relação a abril de 2019. São Paulo, Paraná e Minas Gerais lideram no número de ESC abertas até agora, segundo dados disponíveis no site da Redesin, compilados pelo Sebrae nacional. No ano passado, essas empresas realizaram, em três meses, 84 operações equivalentes a R$ 1,5 milhão, o que dá, em média, R$ 17,9 mil cada uma. Eu estou achando esses valores bem baixos.

"Mas existem algumas regras que precisam ser observadas", alerta Adalberto. "A ESC só pode emprestar o dinheiro dos sócios. Se um sócio tem R$ 200 mil e o outro tem outros R$ 200 mil, eles podem montar uma empresa com a soma dos dois. Então, a empresa só pode emprestar até o limite de R$ 400 mil", orienta.

Outro ponto fundamental, na opinião do consultor do Sebrae, é que as Empresas Simples de Crédito não podem emprestar para pessoas físicas, somente para MEIs, micro e pequenos negócios. É importante observar também, segundo ele, que essas empresas têm um limite territorial de operação. "Se você monta uma empresa no município sede, que é onde você vive, você só pode emprestar para as cidades que fazem divisa com seu município", reforça Adalberto Luiz.

"A gente sabe das dificuldades que os pequenos negócios têm na obtenção de crédito, então, o primeiro objetivo é facilitar o acesso a ele. O outro é promover o desenvolvimento do município. Como a ESC opera em uma região mais restrita, há um ciclo de desenvolvimento municipal muito interessante", defende o consultor.

Na opinião do economista do Ibmec Brasília Frederico Gomes, "A ideia de a empresa atuar dentro de uma localidade, dentro de uma cidade onde você já conhece as pessoas, os empresários, as empresas, faz com que seja mais fácil fazer a avaliação e precificar melhor a operação de crédito."

Para o especialista, a desburocratização que a iniciativa propõe pode ser uma saída para esse público. "Os bancos colocam uma série de obstáculos para emprestar para empresas desse porte. A criação da Empresa Simples de Crédito é uma tentativa de fazer com que esse crédito se torne mais disponível para empresas menores", pontua Gomes.

O economista e presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), César Bergo, classifica a ideia como interessante. "Muita gente tem dinheiro em casa e está acostumada a aplicar em banco. Aquele que tem dinheiro disponível e gostaria de aplicar dentro de uma rentabilidade maior, opta por essa empresa de empréstimo."

O fato de ser um crédito direto, ou seja, entra quem tem dinheiro e quem precisa, pode tornar mais atrativo esse mercado. "As ESC têm tudo para ser um sucesso e acredito que vai crescer bastante", aponta.

Foi o que aconteceu com Rafael Clementino, dono de uma das primeiras ESC abertas no Brasil. O empresário de Manaus (AM) conta que abriu a empresa porque o setor de crédito para esse público parecia promissor. "Sabemos na pele as dificuldades. Já tive outras empresas, sei como é difícil administrar um negócio e conseguir crédito no Brasil. As empresas e os bancos são muito criteriosos na concessão para os pequenos", observa.

O perfil dos clientes de Rafael são empresas mais "famílias", como mercadinhos, empresas de animação infantil e doceiras. "São pessoas pequenas que precisam desse crédito e não conseguem isso no mercado."

Ele relata que teve um aumento nos pedidos durante a pandemia. "Foi um período bem nebuloso. Tive muito receio de conceder crédito, por conta da incerteza do futuro. Mas agora percebo que o mercado está melhor e dando mais segurança para isso."

Cadastro Positivo

Criado em 2011, o Cadastro Positivo é uma espécie de banco de dados com informações de operações de crédito e obrigações de pagamento quitadas ou em andamento, de pessoa física ou jurídica, na obtenção de financiamento, empréstimos, redução dos juros e melhoria dos prazos para a realização de compras. A abertura do Cadastro Positivo disponibiliza o histórico de pagamentos, que fica disponível para empresas credenciadas junto ao SPC Brasil.

O mecanismo vai estabelecer pontuações para quem mantiver as contas em dia, o que pode facilitar a concessão de financiamentos e, consequentemente, reduzir juros. Com isso, bons pagadores podem pleitear taxas mais baixas, por exemplo. A intenção é que isso atinja positivamente micro e pequenas empresas, que representam 99% dos negócios do país.

"Hoje, temos mais de 63 milhões de brasileiros negativados. É umas piores notícias que a gente pode ter. Estar negativado é estar cerceado a qualquer atividade. Você não abre uma empresa, não tem assistência ao crédito", lamenta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

A entidade calcula que a iniciativa de incorporar cidadãos e empresas no Cadastro Positivo poderá reduzir a inadimplência em até 45%. A estimativa das entidades que compõem a Frente do Cadastro Positivo indica que, a médio prazo, os efeitos do cadastro poderão injetar até R$ 1,1 trilhão na economia, promover um aumento de R$ 790 bilhões na geração de negócios e incluir 22 milhões de pessoas no mercado de crédito, mesmo quem não tem comprovação de renda.

Para que a economia volte a entrar nos eixos, ainda mais após a pandemia, Carlos Melles sugere que o governo conceda uma espécie de anistia aos Micro Empreendedores Individuais. "Uma das coisas mais importantes que o Brasil pode dar hoje aos seus cidadãos é uma espécie de 'alforria', uma anistia para aqueles que erraram ou que não tiveram sucesso, que a pandemia quebrou, espero que dê a eles uma chance de retomada", projeta.

Para Frederico Gomes, economista do Ibmec Brasília, o programa pode reduzir taxas e facilitar para esse público de pequenos. "É uma medida muito importante no sentido de reduzir o chamado spread bancário, que nada mais é do que a diferença entre as taxas que os bancos cobram para emprestar e a taxa que eles pagam para captar recursos. No Brasil, esse spread é um dos mais altos do mundo e o Cadastro Positivo é uma das medidas que deve ajudar a reduzir isso", explica.

Ainda de acordo com o Sebrae, sobre como as pequenas empresas se financiam, a taxa de juros muito alta foi citada como o principal obstáculo para obtenção de crédito por quase metade (44%) dos entrevistados, chegando a 50% entre os MEIs.

Apoio a gestores

Lançado recentemente pela entidade e parceiros, o documento "Seja um candidato empreendedor – 10 dicas do Sebrae" traz informações que podem auxiliar candidatos (as) a prefeito (a) e vereador nessas eleições municipais (a) a valorizarem os pequenos negócios e movimentar a economia local. Entre elas, a de incluir o desenvolvimento econômico na agenda de prioridades da gestão do município; construir parceria com o setor produtivo; investir em programa de desenvolvimento a partir das vocações e oportunidades do município e região e estimular e facilitar a formalização de empreendimentos e de MEIs.

O guia é uma iniciativa do Sebrae com apoio da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), do Instituto Rui Barbosa, com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil.

Fonte: Br 61


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Obras financiadas pelo Fundo Nacional de Saúde são prorrogadas

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Serão prorrogados os prazos relativos às obras financiadas por recursos transferidos na modalidade fundo a fundo, do Fundo Nacional de Saúde. O prazo para a execução das obras poderá ser adiado em até 270 dias corridos, contados da data limite prevista no Sistema de Monitoramento de Obras.

Segundo a decisão publicada na Portaria Nº 2.699, o adiamento dos prazos se aplica a obras de construção, ampliação e reforma, a receber recursos entre 7 de fevereiro de 2017 e 29 de fevereiro de 2020, sob gestão das Secretarias de Atenção Especializada à Saúde, de Atenção Primária à Saúde e de Vigilância em Saúde.

O Ministério da Saúde esclareceu que a prorrogação será feita em função das dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19, para possibilitar a readequação do cronograma de execução das obras. Assim os municípios terão um prazo maior para cumprimento da regulamentação estabelecida, possibilitando a oferta de mais serviços de saúde à população.

A prorrogação só ocorrerá mediante solicitação apresentando a justificativa e a quantidade de dias necessários. A professora de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Carla Pintas, caracterizou a medida como importante e com efeito positivo, já que houve diminuição dos recursos e serviços para as obras em função do isolamento social.

"Houve prejuízo obviamente no andamento e na execução dessas obras. São obras que provavelmente, as que foram iniciadas lá no início podem estar na fase final, mas devem ter algumas que ainda estão na fase de projeto. É importante essa prorrogação, porque considera todo esse período da pandemia", disse.

Pintas ainda destacou a importância dos órgãos de controle na reformulação deste calendário. "Os Conselhos de Saúde devem ficar atentos para essas prorrogações. É importante acompanhar as comissões bipartites ou tripartites solicitarem um calendário de execução dessas obras", pontuou.

Das secretarias contempladas, serão prorrogadas as obras em execução de Atenção Especializada da UPA 24h, cadastradas no Sistema de Monitoramento de Obra (SISMOB). Já a área de Pessoa com Deficiência será contemplada com a prorrogação de obras para oficinas ortopédicas.

Em relação à construção das unidades de vigilância de Zoonoses, que têm como atribuição fundamental prevenir e controlar as zoonoses (doenças transmitidas entre animais e pessoas), são desenvolvidos sistemas de vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental. As obras englobam a ampliação da capacidade estrutural e tecnológica do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Na Vigilância em Saúde, serão contempladas no âmbito estadual obras de construção de unidade de Zoonoses no Piauí, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amapá e Pernambuco; e no âmbito municipal obras em Macapá-AP, Patos-PB, Lagoa da Prata-MG, Armação dos Búzios-RJ, e Oeiras do Piauí-PI.

Fonte: Br 61


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Federação das Indústrias de Santa Catarina lança conteúdo exclusivo para profissionais em busca de emprego

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A pandemia do coronavírus teve impacto direto na alta do desemprego no Brasil. Dados da PNAD Covid-19, do IBGE, apontam que o número de pessoas sem emprego em território nacional aumentou de 10 milhões em maio para 13 milhões em setembro, alta de 33%. No cenário específico de Santa Catarina, a taxa de desocupação é de 7,8%, a menor de todo o país.

Mesmo tendo o melhor índice do Brasil, a situação ainda preocupa no estado catarinense. Pensando nisso, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) lançou em outubro a Liga pelo Trabalho, uma iniciativa que integra as ações previstas no novo ciclo do Movimento Santa Catarina pela Educação.

O objetivo é oferecer gratuitamente conteúdo exclusivo para profissionais que foram desligados e que estão em busca de emprego. Por meio da plataforma Eu Voluntário, a entidade disponibiliza vídeos com dicas sobre como se preparar para um novo emprego, além de recomendações sobre economia pessoal e equilíbrio emocional.  

"Com a pandemia, nós tivemos mudanças nas nossas vidas, tanto profissional, quanto pessoal. O objetivo do Liga pelo Trabalho é dar dicas para as pessoas se recolocarem no mercado de trabalho    , reverem suas questões de finanças pessoas, e principalmente a questão do equilíbrio emocional em tempos de incerteza que estamos vivendo", explica Sandro Volpato Faria, assessor da Responsabilidade Social do SESI/SENAI-SC.

Neste momento, a iniciativa da FIESC oferece três linhas de vídeos com dicas para o mercado de trabalho. O primeiro consta em orientações de como se preparar para um novo emprego, onde a pessoa aprende a montar um currículo, como fazer uma entrevista de trabalho e quais são os melhores caminhos para divulgação do currículo para empresas.

Há também vídeo com dicas sobre finanças pessoais, onde é possível encontrar orientações para pessoas que perderam a renda, como fazer negociação de dívidas e planejamento financeiro. Por fim, a FIESC disponibiliza vídeo sobre equilíbrio emocional durante a pandemia. A entidade entende que é importante trabalhar questões como a resiliência e estar bem mentalmente para encarar a rotina.

"Teremos todos os meses novos vídeos, como por exemplo interpretação de texto, dicas de como aprender a língua inglesa, raciocínio lógico, entre outras. Tudo isso até janeiro do ano que vem", ressalta Sandro Volpato.

O Liga pelo Trabalho pode ser acessado através do fiesc.com.br/ligapelotrabalho.

Fonte: Br 61


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