Texto para dar distância entre figuras

Esta é a página inicial da Digital Radio Tv... "A Sua Melhor Companhia" ! . . Sejam Benvindos (as, x's) ! ! ! !

Digital Radio e Tv

CLIQUE OU TOQUE NO "PLAY" DA IMAGEM PARA OUVIR A WEBRADIO AO VIVO . Caso a imagem não esteja aparecendo, role esta página até o final que há outro PLAYER da webradio 12345, para acionar e ouvir a programação ao vivo. COMPARTILHEM NOSSA WEBRADIO NAS SUAS REDES SOCIAIS

Webradio, Contato, Marca d'água, Doar


ENTRE EM CONTATO CONOSCO OU NOS AJUDE DOANDO O QUE DESEJAR

Outras Páginas 1

CLIQUE NAS IMAGENS, VISITE NOSSAS PÁGINAS e CONHEÇA NOSSO TRABALHO


                  
 

Outras páginas 2


                   
 

COMPARTILHEM EM SUAS REDES SOCIAIS

 

Design ***Digital Rádio e Tv - São Paulo / SP - Brasil - Todos os direitos reservados - Whats App (11) 9 7291 4716

 

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

sexta-feira, 9 de abril de 2021

1º Encontro Nacional de Lodo de Estação de Tratamento de Água

imagem: arquivo / reprodução


Início
17/06/2021
Fim
19/06/2021




O primeiro "Encontro Nacional de Lodo de Estação de Tratamento de Água: Conexões para Inovação Tecnológica" acontecerá entre os dias 17 e 19 de junho de 2021, em formato on-line. O evento é promovido por Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade de São Paulo (USP) e Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

O evento contará com palestrantes das áreas de saneamento, meio ambiente, geotecnia e ciências dos materiais, sessões de discussão e técnicas com apresentação de trabalhos.

A programação será dividida em cinco eixos temáticos: "Caracterização (física, química, biológica, mecânica e outras)", "Tecnologias de desaguamento", "Usos benéficos", "Técnicas e tecnologias para o manejo" e "Aspectos e impactos da disposição final".

Os interessados podem enviar resumos expandidos até este sábado (10/04), por meio de formulário eletrônico. Os trabalhos a serem apresentados serão selecionados entre os resumos expandidos aceitos para compor os anais do evento.

Mais informações e inscrições são gratuitas e poderão ser feitas a partir do dia 15 de maio, pelo site do evento.

Fonte: Agência FAPESP – Digitalradiotv
Visitem nossas redes sociais
                             
Notícia com apoio cultural de http://emporionaturalista.com.br 

Fusão Termonuclear Controlada: Energia Limpa, Segura e Inesgotável

imagem: arquivo / reprodução / slidetodoc


Início
10/04/2021
Fim
10/04/2021



O Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP) promove neste sábado (10/04) uma nova edição da série Física para Todos, que terá como tema "Fusão Termonuclear Controlada: Energia Limpa, Segura e Inesgotável".

A apresentação pretende delinear, de maneira simples, uma perspectiva histórica das pesquisas em fusão e seu progresso. Serão também discutidos os principais desafios científicos e tecnológicos que ainda precisam ser enfrentados para a construção de reatores comerciais a fusão nuclear.

O Física para Todos promove palestras sobre os mais diversos campos científicos a um público abrangente, desde estudantes do Ensino Médio, ou jovens graduandos, até o público geral que acompanha e aprecia temas científicos.

A atual edição será apresentada pelo pesquisador Vinícius Njaim Duarte, da Princeton University (Estados Unidos). O evento será transmitido às 10h30 pelo Zoom e pelo canal do IF-USP no Youtube. Não há necessidade de inscrição prévia.

Mais informações: https://portal.if.usp.br/extensao/pt-br/f%C3%ADsica-para-todos.

Fonte: Agência FAPESP – Digitalradiotv.

Visitem nossas redes sociais
                             
Notícia com apoio cultural de    http://qsaudavel.com 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Municípios devem ter R$ 1,4 bi a mais de FPM no primeiro decêndio de abril

imagem: arquivo / reprodução

O valor, com o salto projetado de um período para outro, é de R$ 3,7 bilhões e deve ser creditado na próxima sexta-feira (9).


Novos valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) serão creditados nesta sexta-feira (9). Assim como no decêndio anterior, a previsão é de que haja um aumento substancial dos recursos. A projeção é de um salto de R$ 1,4 bilhão, de um período para o outro. O total a ser repassado no primeiro decêndio deste mês é de R$ 3,7 bilhões.

De acordo com o consultor da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Eduardo Stranz, as destinações das quantias aos municípios são feitas de maneiras distintas, levando em conta a quantidade populacional, renda per capta e percentual de participação dos estados.

"Os municípios recebem o FPM diferente porque cada um tem um coeficiente e cada estado tem uma participação no valor geral. Um município pequeno do Piauí, que tem a mesma população de um município de São Paulo vai receber valores diferentes por conta do coeficiente distinto", explica o especialista.

Stranz destaca, ainda, que as diferenças de valores variam dentro dos meses, seguindo um padrão que leva em conta as características de cada decêndio. "Geralmente, o primeiro decêndio é muito forte, porque ele pega o final do mês, o segundo decêndio, que entra no dia 20, pega os primeiros dias do mês, então ele é menor. E, o terceiro decêndio é um pouco maior que o segundo, mas menor que o primeiro. A lógica é sempre essa", pontua.

O FPM é a forma como a União repassa verbas para os municípios brasileiros, cujo percentual, além de outros fatores, é estabelecido principalmente pela proporção do número de habitantes estimado anualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Confira quanto seu município vai receber

A divisão dos municípios é feita em três categorias: capitais, interior e reserva. As capitais dos estados e Brasília recebem 10% do FNP. Os municípios do interior representam 86,4% do fundo. Os municípios de reserva, por sua vez, são os com população superior a 142.633 habitantes e recebem – além da participação como município de interior – uma cota adicional de 3,6% do fundo.

Bloqueio de repasses
O ente da Federação que contém débitos com a União, como dívidas com o INSS, inscrição na dívida ativa pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), por exemplo, não receberá o repasse até que consiga quitar as pendências.

Para o desbloqueio, neste caso, o município deve, inicialmente, identificar o órgão que determinou o bloqueio (Receita Federal, PGFN, sentença judicial). O próximo passo é procurar a instituição responsável pela retenção, conhecer a causa e regularizar a situação.

Pelos termos da Lei Complementar 62/1989, os valores relativos ao FPM devem ser creditados aos municípios a cada dez dias, até os dias 10, 20 e 30 de cada mês, mediante crédito em conta aberta com essa finalidade no Banco do Brasil.

Caso a data coincida com fim de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o primeiro dia útil anterior. O valor transferido toma por base a arrecadação líquida do IR e do IPI do decêndio anterior.

Os valores são creditados pelo Banco do Brasil S/A, que disponibiliza na internet os avisos referentes às distribuições decendiais das contas dos Fundos de Participações, com os lançamentos a crédito e débito.

Fonte: Br 61

Notícia com apoio cultural de    http://qsaudavel.com 


Visitem nossas redes sociais

                     

Prefeituras indicam Ivermectina para tratar Covid-19

imagem: arquivo / reprodução

Alguns médicos observam que o uso do medicamento tem surtido efeito no tratamento de seus pacientes, mas autoridades de saúde afirmam que estudos não são suficientes para comprovar eficácia.


Na busca pelo tratamento precoce de pacientes com Covid-19, diversas prefeituras estão indicando Ivermectina para suas populações. O medicamento não tem indicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), nem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para combater a doença.

Em Uberlândia (MG), a Secretaria Municipal de Saúde elaborou um fluxograma para atendimento dos pacientes, no qual indica o vermífugo para casos suspeitos e leves da Covid-19.

A autônoma Karita Lopes é moradora da Uberlândia e afirma que, assim como sua família, vai tomar o medicamento para se proteger do coronavírus.

"É difícil termos certeza de algo, mas as minhas tias tomaram, eu tenho primos que fazem uso contínuo desse remédio e ainda não pegaram. Conheço também algumas pessoas que já tomaram, pegaram o vírus e foi brando. Mas eu vou tomar", afirma.

A empresária e influencer digital curitibana, Patricia Ziebart, conta que seguiu a recomendação do marido de uma prima, que é médico, e de seu ginecologista, para tomar Ivermectina no início dos sintomas da Covid-19.

"Ela [prima] me alertou: se você pegar Covid-19, me avisa que o Alexandre vai passar os medicamentos para você. Tem que ser no início da doença. Em outubro, senti os sintomas, entrei em contato com meu ginecologista – que eu sabia que era favor do tratamento precoce – e ele me passou a receita, que era praticamente a mesma que meu primo me passou", conta.

Em Macapá (AP), a prefeitura criou o Programa +Proteção, que distribui um complexo de vitaminas C e D, além de Zinco e Ivermectina, aos pacientes com Covid-19, para impedir a evolução da doença.

Chapecó (SC) também incluiu o tratamento precoce com Ivermectina no plano de combate à pandemia, que também determina o funcionamento de todas as unidades de saúde e aplicação de testes rápidos. O prefeito João Rodrigues afirma que a gestão municipal optou pelo que fosse melhor para a população.

"Aqui nós não discriminamos a ciência e não desrespeitamos o dito popular, que muitos médicos e especialistas indicaram. Como prefeito da cidade, nós lideramos o processo, unimos o povo e adotamos todo e qualquer tratamento que possa dar resultado, cientificamente aprovado ou por médicos que já testaram e deu certo", esclarece.


O que dizem as autoridades de Saúde
Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que, até o momento, o único medicamento aprovado no Brasil, com indicação aprovada em bula, para o tratamento da Covid-19 é o Rendesivir. Ainda assim, o Rendesivir tem uma indicação específica para determinados grupos de pacientes e sua prescrição deve ser feita por um médico.

Cabe ainda aos órgãos de vigilância locais a fiscalização de venda e dispensação de todos os medicamentos sujeitos à prescrição.

Também em nota, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) comunica que monitora periodicamente as evidências sobre possíveis intervenções terapêuticas para o manejo de pessoas com Covid-19. O relatório está disponível no link.

Embora 25 estudos clínicos randomizados tenham avaliado a Ivermectina em pacientes com Covid-19, apenas alguns deles relataram resultados clinicamente importantes. Os resultados combinados desses estudos sugerem redução da mortalidade com a Ivermectina. Porém, a certeza das evidências foi muito baixa devido às limitações metodológicas e ao pequeno número de eventos.

Segundo a OPAS, são necessárias mais informações a partir de estudos, com um desenho adequado, para confirmar ou descartar essas conclusões.

A organização continuará examinando os resultados dos ensaios clínicos publicados e sintetizando as evidências, para apoiar a formulação de recomendações.

Estudos Científicos
Uma pesquisa da Universidade Federal de Sergipe (UFS) pretende determinar a eficácia da Ivermectina na prevenção ao agravamento dos sintomas de pacientes infectados pelo coronavírus. O estudo foi aprovado pelo Edital n° 11/2020 do Programa de Combate a Epidemias da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, vinculada ao Ministério da Educação.

No entanto, segundo o diretor do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da UFS e responsável pela pesquisa, Adriano Araújo, o estudo ainda está em fase inicial e em sigilo.

A médica da Atenção a Urgência e Emergência em leitos de contingência de semi-intensivo de Uberlândia, Carolina de Oliveira, afirma que a prática da medicina deve se basear em estudos científicos de qualidade.

"Um estudo observacional geralmente é um estudo de baixa confiança e um estudo clínico randomizado possui uma evidência maior. Então, para além da justificativa do uso de determinada intervenção, é necessária uma criticidade científica para analisar a qualidade da evidência", afirma.

Ela cita um estudo, publicado em 2020 na Science Direct, feito com cultura de células in vitro. O resultado mostra uma redução de 99% da carga viral, com uma concentração de cerca de 5 microgramas de Ivermectina. No entanto, a dosagem era muito acima do recomendado.

"Levantou uma esperança muito grande. Porém quando foi publicado, levantou também preocupações consideráveis, porque na prática clínica superaria a dose aprovada na bula de 27 até 63 vezes. Nós nunca usamos uma dose dessa dimensão em clínica até hoje, desse tipo de medicação". A doutora ressalta ainda que o estudo in vitro, ou seja, em laboratório possui variáveis muito diferentes do organismo humano.

A doutora Carolina de Oliveira também cita um estudo publicado na Journal of the American Medical Association (JAMA), no dia 4 de março de 2021, com o método randomizado duplo-cego, realizado com 476 pacientes com sintomas leves de Covid-19. Segundo a médica, as conclusões mostram não haver diferença entre o grupo que tomou placebo e o que tomou a Ivermectina.

Posicionamentos dos médicos
Para a doutora Carolina de Oliveira, a Ivermectina é um medicamento considerado promissor, mas os estudos ainda não são suficientes para comprovar sua eficácia.

"Não podemos falar que é uma medicação eficaz. E frente a essas informações é necessário muita cautela e orientação de seu uso, porque ela pode ter complicações. Não é conveniente fazer o abuso, a automedicação, o uso indiscriminado, sem ser prescrito", recomenda.

Segundo a doutora Carolina de Oliveira, os médicos brasileiros recebem orientações das grandes sociedades e conselhos, além do próprio Ministério da Saúde, mas cada médico individualmente possui uma certa autonomia para prescrever e recomendar os cuidados para pacientes infectados pelo coronavírus.

"Inclusive, no guideline do Ministério da Saúde, até o momento, não há um medicamento específico para o tratamento do novo coronavírus", ressalta a médica.
Para o neurocirurgião Paulo Porto, o médico deve ter autonomia para prescrever o que achar necessário para o tratamento do paciente, desde que tenha se capacitado para isso e esteja convencido da eficácia e da segurança dos fármacos que pretende indicar.

"O paciente tem o direito de ser tratado imediatamente quando a suspeita clínica é feita. É assim quando a gente suspeita de pneumonia; é assim quando a gente suspeita de câncer. A gente não pode perder tempo com doença nenhuma. Com a Covid-19 é a mesma coisa", afirma.

No entanto, a doutora Flávia Machado, coordenadora Geral de Cursos da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), alerta para os riscos de misturar a Ivermectina com outros medicamentos.

"Existem algumas dessas medicações que sabidamente alteram o coração e, portanto, aumentam o risco de arritmia. Existe o risco de que o uso concomitante de medicações que não foram estudadas, em combinação, possa colocar esses pacientes em risco aumentado de eventos adversos", alerta.

Em relação às medicações indicadas para tratamento precoce da Covid-19 – não somente a Ivermectina, mas também outras como a Hidroxicloroquina – a médica ressalta que não há embasamento científico que comprove sua eficácia.

"O que se pode dizer é que não há embasamento científico sólido para o uso dessas medicações. Nós intensivistas temos vistos a admissão de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com formas graves da Covid-19, que usaram a medicação", relata.

No link é possível conferir uma série de orientações e recomendações da AMIB sobre a Covid-19, como recomendações para uso de máscara, orientações sobre tratamento precoce, entre outros.

Fonte: Br 61


Notícia com apoio cultural de    http://emporionaturalista.com.br 

Visitem nossas redes sociais  YouTube  Facebook  Instagram  Whats App

                     

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Dia Mundial da Saúde - profissionais da área pedem socorro

imagem: arquivo / reprodução

Pesquisa da Fiocruz indica exaustão e outros distúrbios mentais entre os profissionais de saúde, durante pandemia.


O Dia Mundial da Saúde é celebrado em 7 de abril para conscientizar as pessoas sobre a importância dos cuidados com a saúde física e mental. Em tempos de pandemia, a atenção ao bem-estar também precisa ser promovida entre os profissionais dessa área. Por isso, os Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) decidiram, por unanimidade, declarar 2021 como o Ano Internacional dos Trabalhadores de Saúde e Cuidados. A decisão é uma forma de reconhecer a dedicação e o sacrifício de milhões de profissionais que atuam na linha de frente do combate à Covid-19.

Uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que, em um ano de enfrentamento à pandemia, os trabalhadores da saúde estão esgotados. Dos 25 mil entrevistados – entre médicos, enfermeiros, odontólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos e outras categoriais da área da Saúde – 50% admitiram excesso de trabalho, com jornadas além das 40 horas semanais. Além disso, 45% afirmaram que precisam de mais de um emprego para sobreviver.

Os dados da pesquisa indicam que 43,2% dos profissionais de saúde não se sentem protegidos no enfrentamento da Covid-19 e o principal motivo – para 23% deles – é a falta e a inadequação do uso de EPIs (equipamentos de proteção individual).

A pesquisa também mostra que 15,8% dos entrevistados relataram perturbação do sono; 13,6% irritabilidade, choro frequente, distúrbios em geral; 11,7% incapacidade de relaxar e estresse; 9,2% dificuldade de concentração ou pensamento lento; 9,1% perda de satisfação na carreira ou na vida, tristeza e apatia; 8,3% sensação negativa do futuro e pensamento suicida; e 8,1% relataram alteração de apetite ou de peso.



Relatos da linha de frente
A enfermeira da Unidade de Pronto Atendimento de Planaltina (GO), Vera Trajano Ribeiro, comenta que a demanda de serviço triplicou.

"Ano passado o nosso público-alvo eram os idosos. Esse ano estamos atendendo grávidas, adultos, crianças. O serviço triplicou. Estamos cansados. Ontem mesmo fui para o enterro do tio do meu esposo. Nunca pensei que fosse ver uma coisa dessa", relata.

A enfermeira chegou a se contaminar com o coronavírus, mas conseguiu se recuperar.

"Não me prejudiquei tanto quanto o tio do meu esposo, que era tabagista. Perdi 9 quilos e perdi o olfato. Todos os meus colegas tiveram Covid-19. Muitos se salvaram. Muitos deles foram embora. Hoje mesmo um médico que trabalhava comigo aqui na UPA faleceu. E muitos ainda não têm consciência", relata.

A médica infectologista do Hospital Regional da Asa Norte em Brasília, Joana D'arc Gonçalves, descreve uma sensação de impotência.

"Estamos em um momento complexo. Presenciamos um número alto de pessoas morrendo e nos sentimos impotentes. Já não sabemos para quem gritar, o que falar, aonde ir. Tentamos todos os dias fazer um pouquinho, aquilo que está ao nosso alcance", comenta.



O gastroenterologista do Hospital Universitário de Brasília, Gabriel Ravazzi dos Santos, diz que a sensação de desgaste físico e emocional começou desde o início da pandemia, quando os profissionais de saúde ainda não sabiam com o que estavam lidando.

Segundo ele, com o surgimento de testes e vacinas contra o coronavírus, a população relaxou em relação às medidas de proteção sanitária, o que levou ao aumento de casos graves, não apenas de idosos e pessoas com comorbidades, mas também de jovens e indivíduos sem doenças pré-existentes.

Para o doutor Gabriel Ravazzi dos Santos, isso sobrecarregou o trabalho dos profissionais de saúde, que são tratados como heróis pela população e pela mídia.
"É comum nos noticiários sermos tratados como heróis. Mas eu acho que nós não somos heróis, porque isso dá a falsa sensação de que somos infalíveis. E todos nós somos seres humanos; temos nossas fraquezas, nossas limitações, estamos cansados. Precisamos da população, nesse momento, do nosso lado. Cada um fazendo a sua parte", afirma.

Atendimento Psicoterapêutico
Para a psicóloga do Hospital das Clínicas de Porto Alegre, Márcia Ramos, o crescimento da curva de casos da Covid-19 no país, em fevereiro de 2021, tem levado ao aumento da procura por serviços de psicoterapia, tanto por pacientes em geral, quanto por trabalhadores da saúde.

"Existe algumas questões pontuais que trazem esse trabalhador para os atendimentos. Uma delas é a questão do cansaço e do esgotamento físico e mental. A outra é a questão do enlutamento. Muitos estão perdendo pessoas muito próximas a eles." Segundo ela, os profissionais também relatam medo de levar o vírus para casa e contagiar os familiares.

A psicóloga aponta as principais demandas apresentadas nos consultórios de psicoterapia.

"Ansiedades, dificuldades para conciliar o sono, tristeza, depressão. Todas essas manifestações demonstram a vulnerabilidade do trabalhador, que conta com vários recursos de suporte para se manter trabalhando, mas que – pelo próprio envolvimento afetivo que tem com o trabalho – acaba ficando um pouco mais fragilizado nesse momento", afirma.

Segundo Márcia Ramos, desde o ano passado, o Hospital das Clínicas de Porto Alegre oferece suporte psicológico individual e coletivo à equipe de trabalhadores da saúde.



Para o médico Gabriel Ravazzi dos Santos, apesar do cansaço, assistir a recuperação de um paciente é gratificante.

"Também temos momentos bons, de felicidade. Quando conseguimos vencer essa doença é gratificante; essa sensação de poder dar alta para um paciente, ver um sorriso no rosto dele, de um familiar, de agradecimento, de reconhecimento do nosso trabalho."

Fonte: Br 61


Notícia com apoio cultural de    http://emporionaturalista.com.br 

Visitem nossas redes sociais

                     

Ganhador da Mega não busca R$ 162,6 milhões e valor vai para Fies

imagem: arquivo / reprodução

A Caixa Econômica Federal dá um prazo de três meses para buscar o prêmio milionário, mas o ganhador do sorteio da virada de 2020 não apareceu.


A chance de acertar as seis dezenas da Mega da Virada é de uma em mais de 50 milhões para quem realiza um jogo simples. Mas, se o acerto é raro, mais raro ainda é quando o jogador que vence a aposta não busca o prêmio milionário. E isso aconteceu neste ano.

Duas pessoas acertaram os números da Mega da Virada 2020, mas apenas um dos ganhadores buscou o valor de mais de R$ 162,6 milhões até o último dia de março. O outro não apareceu dentro do prazo de três meses estipulado para recolhimento da quantia, e o dinheiro foi destinado ao Fundo de Financiamento do Ensino Superior (Fies), do Ministério da Educação.

O mistério sobre o ganhador desaparecido ainda não foi solucionado. A Caixa Econômica Federal informou que a pessoa que acertou as dezenas realizou o jogo através de meio eletrônico, e que os dados pessoais são invioláveis e não são registrados nos sistemas, "para proteção do próprio apostador".

O banco também detalhou que somente o ganhador pode solicitar o recebimento de prêmios de loterias, o que deve ser feito em até 90 dias. Caso isso não ocorra, "a Lei 13.756/2018 estabelece que todo prêmio não reclamado no prazo seja repassado ao Fies", como diz a Caixa, em nota.



Debate
O caso gerou comentários em diferentes partes do país. Moradora de Anápolis (GO), Lorraine Caroline Rodrigues, avalia que o dinheiro poderia ser utilizado para a saúde neste ano de pandemia. "Acho que o valor deveria ser passado para instituições de saúde, compras de vacinas, para atender hospitais, qualquer coisa neste sentido", opina.

Leonardo Falcão, gestor de TI, também pontua o momento atual. Para ele, é difícil não pensar que o pior tenha acontecido com o ganhador, neste ano de recorde de mortes em decorrência da Covid-19. "A gente espera que essa pessoa esteja bem. Ao mesmo tempo ficamos tristes, porque esse dinheiro poderia vir para nós. Eu mesmo joguei bastante na Mega da Virada. Mas ficamos felizes por estar sendo empregado em um bom motivo. Vai para a educação e a gente acaba sendo beneficiado também", diz.

Willian Danton, estudante, também pensa assim. "É um investimento para o próprio governo, já que a pessoa beneficiada pelo Fies vai ajudar a sociedade mais à frente, quando se formar e se tornar um profissional de qualidade. É um investimento social muito frutífero a longo prazo."

A especialista em direito do consumidor Amanda Caroline, no entanto, avalia que o banco deve procurar o apostador vencedor. "A Caixa deve ter a postura de localizar o consumidor, uma vez que uma atitude diversa dessa viola os preceitos de defesa e proteção que o consumidor tem na nossa lei vigente. Ela não pode simplesmente esperar o transcurso do prazo acontecer sem que o ganhador procure a agência", opina.

A Mega da Virada de 2020 sorteou os números 17 - 20 - 22 - 35 - 41 e 42. Um morador de Aracaju, em Sergipe, também acertou as dezenas, mas já buscou o prêmio de R$ 162,6 milhões.

Fonte: Br 61



Notícia com apoio cultural de    http://qsaudavel.com 


Visitem nossas redes sociais

                     

Covid-19 - municípios com grandes rodovias tiveram aumento no número de casos

imagem: arquivo / reprodução

Estudo foi realizado pelo Ministério Público Federal (MPF), que observou datas como eleições municipais, festas de fim de ano e carnaval.


Um estudo realizado pelo Ministério Público Federal (MPF) mostra a evolução da transmissão da Covid-19 em municípios com grandes rodovias. Em datas comemorativas, como as festas de fim de ano, a quantidade de contaminados nos municípios por onde passam grandes rodovias foi quatro vezes maior à de infectados nas localidades sem essas estradas, em média, proporcionalmente à população.

A pesquisa foi elaborada pela Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise do MPF (Sppea/MPF), que concluiu que em todos os períodos analisados o total de casos do novo coronavírus e a média de infecções por 100 mil habitantes foram maiores nas localidades interligadas a rodovias federais, com exceção do momento inicial da pandemia.

Os pesquisadores observaram os períodos de tempo das eleições municipais, das festas de fim de ano e do carnaval. "De forma proporcional, em todos esses períodos, a média de infecções a cada 100 mil habitantes apresentou uma variação de 7% a 10% quando comparados os dois grupos de municípios", explica o texto.



União no combate
Para o procurador da República em São Paulo, Edilson Vitorelli, membro do Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia Covid-19, é preciso integrar as ações de combate à pandemia, pois os esforços e estratégias de um local em específico, seja uma cidade ou unidade da federação, não garante um freio ao avanço do vírus em uma situação de colapso de saúde pública.

"Uma integração de atuação é absolutamente fundamental. O que nós estamos vendo hoje é que não adianta um Ente público agir muito bem e resolver os seus problemas se o município vizinho, ou estado vizinho, não resolver os seus problemas. O que nós teremos é o efeito cascata que vai acabar afetando mesmo aqueles entes públicos que atuaram com maior rigor e com maior seriedade", avalia Edilson.

Dificuldade na prática
Gestores de municípios com estradas grandes sabem a dificuldade de enfrentar o avanço do vírus que vem de outros locais. Dimas Urban, prefeito de Pirassununga (SP), conta que a cidade tem 23 entradas, além de receber o fluxo da Rodovia Anhanguera (SP-330).

"Os municípios à beira dessas rodovias realmente estão sendo muito atingidos pela pandemia. Isso não há dúvida nenhuma. O fato de estar à beira da Anhanguera abre uma porta de entrada muito grande aqui. As barreiras nas entradas das cidades ficam difíceis, porque o fato de medir a temperatura de quem está entrando na cidade é algo muito falho", pontua.



Dimas também lembra que a entrada da variante P1, de Manaus, no estado paulista, tornou a pandemia ainda mais difícil de ser combatida neste ano de 2021. Mas o município de Pirassununga segue à risca as recomendações para contenção, como testar o maior número de habitantes possível com sintomas da Covid-19.

"Temos uma política de realizar exames do tipo RT-PCR, através da USP, em massa. Toda e qualquer pessoa que tenha sintomas, nós colhemos o exame e ela é isolada em casa. Essa é uma das atitudes que ajudam a gente a tentar controlar a pandemia. Mas, infelizmente, boa parte da população não tem a responsabilidade de ficar em casa", lamenta o prefeito.

A pesquisa do MPF foi feita a pedido de procuradores que ajuizaram uma ação civil pública pedindo que a União adotasse medidas restritivas de locomoção nas estradas federais do país entre os dias 1º e 4 deste mês, em razão do feriado da Semana Santa.

Fonte: Br 61


Notícia com apoio cultural de    http://emporionaturalista.com.br 

Visitem nossas redes sociais

                     

Medidas para conter cartel de combustível no país foi discutida no Senado

imagem: arquivo / reprodução

Nesta terça (6) a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ouviu representantes do Cade e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre distribuição de combustíveis.


A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado realizou, nesta terça-feira (6), audiência pública que prestou informações sobre suposto cartel formado entre distribuidoras de combustíveis que dominam o mercado, bem como a distribuição e revenda de gasolina e diesel. O cartel é um acordo entre empresas concorrentes para definir os preços praticados no mercado.

O debate foi solicitado pelo presidente da CAE, senador Otto Alencar (PSD-BA), que argumentou que o sistema de distribuição no qual o combustível passa obrigatoriamente por uma empresa distribuidora antes de chegar às revendedoras, sem possibilidade de venda direta entre as refinarias e os postos, prejudica os consumidores e impede soluções que diminuam o valor final do combustível. "Aumenta o gás de cozinha, aumenta o etanol, aumenta a gasolina e aumenta o diesel. O diesel, sobretudo, tem um reflexo muito grande na inflação", destaca.

O presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Barreto de Souza, explicou que apesar dos indícios de cartéis, existe uma tendência de homogeneização de preços no mercado. "É importante enfatizar que uma coincidência de preços não significa necessariamente que estamos tratando de um cartel, muito embora, o mercado de revenda de combustíveis têm sido investigado pelo Cade".

Desde 2013 o Cade julgou 28 processos, e atualmente há 11 investigações em andamento. Desses 28 processos já julgados, que abrangeram 17 unidades da Federação, foram aplicadas multas de R$495 milhões em condenações realizadas pela instituição, em condutas das mais diversas ordens: formação de cartel entre postos de combustíveis, tabelamento de preços praticados por sindicatos, indução de conduta comercial uniforme, que ocorre quando sindicatos ou cooperativas indicam aos seus associados ou aos seus sindicalizados qual o preço a ser praticado.

O presidente do Cade defendeu ainda a criação de um mapa de valores praticados em todo o país para ajudar na identificação de cartéis. "A ideia é que criemos hoje, com base em informações que são disponibilizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, um filtro no Cade que nos permita ter o mapa, em tempo real no Brasil, dos preços praticados nos postos de combustíveis. A partir do comportamento do preço de mercado, nos é permitido ter indícios se está ocorrendo cartel naquele mercado ou não", sugere.

Um estudo mais recente do Conselho sobre a formação de preço do combustível indica que 13% do preço total da margem é capturada das distribuidoras e das revendas, 11% é do etanol anidro, 29% de tributos estaduais, 16% dos tributos federais e 31% do custo do óleo cru.

Atualmente o Brasil tem em torno de 160 distribuidores de líquidos. Entre 2015 e 2019 é possível observar redução na concentração do setor de distribuição de gasolina (-8%) e diesel (-9%), representados no quadro abaixo com base em levantamento a respeito dos quatro principais agentes econômicos.



A cadeia de abastecimento do Brasil funciona da seguinte forma: no primeiro ano, o setor conta com os importadores, produtores e usinas. O produtor tem a refinaria, o formulador e também as usinas, no caso do etanol e do biodiesel. No segundo elo da cadeia existe o distribuidor e, no final, entra o revendedor ou transportador-revendedor-retalhista, que também é uma figura que existe nesse mercado.

Um dos pontos abordados durante a comissão foi a venda direta de etanol, quando o produto sai das refinarias direto para o distribuidor final (posto de combustível). A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é a favor da simplificação do processo. No entanto, ela esbarra em exigências das quais precisa obedecer. Como destaca o Diretor-Geral da ANP, Rodolfo Henrique de Saboia.

"É importante termos em mente que a ANP não pode contrariar as premissas definidas na política pública emanada do CNPE (nº 2 de 04/06/2020), haja vista que as questões tributárias ainda estão sendo tratadas pelo Ministério da Economia, conforme demanda do próprio CNPE quando acionou essa determinação da promoção da venda direta", diz Saboia.

De acordo com a Resolução do CNPE n° 2, de 2020, a comercialização por produto de etanol hidratado diretamente com revendedor será regulamentada pela ANP, considerando as diretrizes de isonomia concorrencial no aspecto tributário e preservação da arrecadação de tributos de alíquota específica em relação à comercialização do produto com distribuidores de combustíveis.

Sobre o trajeto do etanol, o senador Otto Alencar (PSD/BA) diz não entender o porquê das usinas não terem permissão para comercializar diretamente com o consumidor. "Ele [etanol] é produzido na usina em Pirenópolis, de lá vai para Goiás, para uma distribuidora, e depois que chega a essa distribuidora volta para o posto de combustível em Pirenópolis. Roda 640 km para chegar ao consumidor, ao posto de combustível. Esse passeio que não entendemos o porquê", pontua o senador.

Aumento no bolso do consumidor
Nesta semana a Petrobras anunciou que a partir do dia 1° de maio o gás natural terá aumento de 39% para as distribuidoras. De acordo com a instituição, a variação é resultado da aplicação das fórmulas dos contratos de fornecimento, que vinculam o preço à cotação do petróleo e à taxa de câmbio.

Por causa do efeito da queda dos preços do petróleo no início do ano, durante 2020, os preços do gás natural às distribuidoras alcançaram redução acumulada de até 35% em reais e de 48% em dólares.

A Petrobras informou ainda que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo valor de venda da companhia, mas também pelas margens das distribuidoras e, no caso do gás natural veicular, dos postos de revenda, e pelos tributos federais e estaduais.

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos/PR), demonstrou preocupação com o aumento do gás, principalmente o país tendo apenas uma única distribuidora do insumo.  "Com esse aumento de 39% o gás vai passar de R$100 em todos os estados brasileiros, o que é uma situação absolutamente dramática, principalmente para quem ganha salário mínimo. Um botijão de gás vai custar quase 9% do valor do salário mínimo, ou quase 10%. Como a única produtora de gás no nosso Brasil é a Petrobras, não há muito o que fazer", pontua.



Com relação ao aumento de 39% do gás, o diretor-geral da ANP, Rodolfo Henrique de Saboia, explicou que o reajuste não se refere ao gás utilizado nas cozinhas (GLP) e não sofrerá impactos decorrentes do gás natural (GN). "Isso é um aumento estabelecido em contrato entre a Petrobras e as distribuidoras, que possuem acordo comercial entre partes que contém uma fórmula que diz como serão feitos esses reajustes: a periodicidade e em que termos, que basicamente incluem o preço do transporte e o preço da molécula. E, no preço da molécula, entram o preço do petróleo, o câmbio e o IGPM, que é o índice acordado para fazer parte dessa fórmula de reajuste", esclarece.

A  Agência Nacional do Petróleo possuía um aplicativo com informações sobre os preços praticados pela distribuição, mas em março de 2020 a plataforma foi descontinuada pois dependia de informações enviadas de órgãos e secretarias de Fazendas Estaduais, com os quais a ANP não conseguia estabelecer comunicação para viabilizar o pleno funcionamento do aplicativo.

Fonte: Br 61



Notícia com apoio cultural de    http://qsaudavel.com 


Visitem nossas redes sociais