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terça-feira, 27 de abril de 2021

Nova Lei do Gás possibilita mais matéria-prima, atração de indústrias e emprego, diz Paulo Ganime

imagem: arquivo / reprodução

Para o deputado federal, os benefícios da nova legislação também envolvem o gás como matéria-prima e fonte de energia.


A Nova Lei do Gás foi sancionada e é ressaltada por parlamentares como essencial para diminuição do preço do gás de cozinha para o consumidor final, mas os benefícios não param por aí. Especialistas lembram que a legislação permite avanços em outros segmentos econômicos e sustentáveis, como maior investimento em infraestrutura e geração de empregos.
 
É isso que pontua o deputado federal Paulo Ganime (Novo-RJ). "A Lei do Gás traz benefícios diretos para a população. A gente deve ter impactos já no próprio mercado, com a possibilidade de acessar os gasodutos com mais facilidade. Temos impactos da energia produzida com gás nas termelétricas. Temos mais matéria-prima para a indústria, fazendo com que a gente tenha talvez até a atração de novas indústrias para o Brasil, gerando mais empregos", exemplifica.
 
O projeto de lei que institui o marco regulatório do gás natural foi transformado em lei em 8 de abril de 2021. A legislação tem como principais mudanças a alteração do regime de concessão para o regime de autorização, as novas regras tarifárias e o acesso de terceiros aos gasodutos, unidades de tratamento e processamento de gás natural e terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL).  
 
A expectativa do governo federal é de que a nova lei reduza a burocracia na construção de gasodutos — tubulações utilizadas para transportar gás natural — contribuindo, assim, para a diminuição de custo no transporte, geração de empregos e principalmente atração de investimentos.
 
Para Paulo Ganime, essas mudanças impactam a vida do brasileiro como um todo. O parlamentar também ressalta os desenvolvimentos sustentáveis a partir da nova legislação. "A gente pode ter impacto também no mercado de transporte, o gás servindo como fonte de energia muito mais barata e sustentável do que outras fontes de energia baseadas em carbono", lembra.

Descarbonização
Especialistas no tema avaliam que há melhorias mais visíveis para o consumidor, mas há também a possibilidade de desenvolvimentos mais complexos com a Nova Lei do Gás. João Mattos, diretor da OncCorp e Ongás, afirma que a legislação "traz uma melhora no mercado de gás que não é só palpável, por exemplo, na situação ligada ao gás de cozinha".
 
"Você tem dois benefícios: por conta do gás natural ser mais barato, os leilões de energia vão ter preços menores de custos variáveis. E, ao mesmo tempo, você vai ter necessariamente uma descarbonização do movimento de sustentabilidade ambiental. Ao invés de você ter uma geração de energia em que ainda se tem bastante ativos movidos a óleo, você vai ter esse benefício da descarbonização, que é uma transição. O gás natural é um combustível menos poluente", pontua.
 
Os investimentos também são pontos altos da lei. Segundo um levantamento do Ministério de Minas e Energia (MME), com o novo marco regulatório, são esperados investimentos de cerca de R$ 74 bilhões e a geração de mais de 33 mil empregos diretos e indiretos em 10 anos.
 
"Teremos, então, desde a conta de energia à própria oferta de produtos mais baratos, considerando que a indústria também vai ter acesso a esse gás mais barato. Então, todo processo industrial vai se beneficiar disso. E, por fim, o gás natural veicular também vai sentir um processo de redução, considerando a oferta maior e mais barata", acredita João Mattos.

Fonte: Br 61
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Compra de vacina por empresas avançaria a fila de prioridades do SUS, diz Nelsinho Trad

imagem: arquivo / reprodução

Senador lembra que projeto a ser discutido pelo Senado prevê que metade das doses compradas pela iniciativa privadas serão obrigatoriamente cedidas ao SUS, o que daria mais velocidade às imunizações no Brasil.



A compra de vacinas por empresas deve ser discutida no Senado Federal nos próximos dias, enquanto parlamentares debatem o texto já aprovado pela Câmara dos Deputados. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) é um dos que acredita que o avanço do projeto também significa um passo a mais na velocidade da imunização dos brasileiros.
 
"Sou a favor do projeto que permite à iniciativa privada adquirir doses da vacina contra o coronavírus e, com isso, vacinar a sua massa laborativa, os seus trabalhadores, desde que uma parte dessas doses, até 50%, possa ser disponibilizada para o Sistema Único de Saúde", afirma.
 
O texto coloca critérios a serem seguidos para as aquisições das vacinas, como a obrigação da doação de metade das doses compradas ao SUS. O projeto permite que empresas realizem as aquisições individualmente ou por meio de consórcios, sejam elas registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou por qualquer autoridade sanitária estrangeira reconhecida e certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
"Com isso, no meu entender, a gente consegue avançar a fila de prioridades do SUS, porque vai passar a ter uma fonte de aquisição de vacinas das empresas privadas e vai tirar das costas do SUS a necessidade de vacinar esse grupo de trabalhadores que não são considerados prioritários neste momento", avalia Nelsinho Trad.

Velocidade de imunização

A proposta ainda permite que as empresas privadas usem imediatamente a outra metade das doses adquiridas para imunizar "empregados, cooperados, associados e outros trabalhadores que lhe prestem serviços". Até então, só é possível começar a vacinação privada após a imunização dos grupos prioritários definidos pelo SUS.
 
Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), diz que um dos fatores que fez com que o País tivesse uma segunda onda tão forte de casos e óbitos em decorrência da Covid-19 foi o ritmo de aplicação das doses.
 
"Acredito que se a gente tivesse alcançado, conforme pleiteamos desde junho do ano passado, o ritmo de vacinação que a gente propôs, neste momento não estávamos em colapso como nós estamos", pontua Wilames.
 
O PL que foi levado ao Senado também define que as fabricantes que venderem vacinas para empresas só podem realizar essa entrega após enviarem toda a remessa já contratada pelo Ministério da Saúde. Em caso de descumprimento, o fabricante do imunizante pode ser condenado a pagar uma multa de dez vezes o valor gasto na aquisição.

Fonte: Br 61

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500 municípios do interior serão beneficiados com a expansão do Programa Wi-Fi Brasil

imagem: arquivo / reprodução

Parceria entre Ministério das Comunicações e Banco do Brasil irá atender cidades com pouca ou nenhuma conexão de internet.


Em janeiro deste ano o Ministério das Comunicações fechou uma parceria com o Banco do Brasil para expandir o Programa Wi-Fi Brasil. Neste domingo (25), a instituição financeira anunciou que até 500 municípios do interior do Brasil serão beneficiados com a expansão.

O objetivo é instalar pontos de internet em locais sem acesso a fibra ótica para que mais brasileiros tenham acesso à internet. Além disso, a parceria prevê a capacitação de clientes para o mundo digital, consultoria em educação financeira e uso dos serviços bancários por produtores rurais. A rede também será usada para promover cursos voltados ao empreendedorismo promovidos pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

De acordo com o Banco do Brasil, serão atendidas cidades com pouca ou nenhuma conexão de internet, e o programa deverá atender escolas, postos de saúde, unidades de segurança pública, aldeias indígenas, quilombos e assentamentos rurais.

Programa Wi-Fi Brasil
O Wi-Fi Brasil leva internet de alta velocidade ilimitada a locais remotos aonde esse recurso não chega por fibra óptica, nem por sinal de rede móvel de dados.

Ao longo de 2020, foram instalados 12.715 pontos de internet ilimitada. Mais de 80% deles atenderam às regiões Norte e Nordeste. Chegou a mais de 9,5 mil escolas, alcançando 2,6 milhões de estudantes.

Até meados de março deste ano, 13.213 pontos de internet haviam sido instalados, beneficiando cerca de 8,5 milhões de habitantes. O programa está presente em quase 3 mil municípios, a maioria ainda nas regiões Norte e Nordeste.

Fonte: Br 61
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Prazo para renovação do FIES é prorrogado

imagem: arquivo / reprodução

Renovação de contrato do FIES e transferência de curso ou de instituição de ensino agora podem ser feitos até 30 de junho.



Prazo para renovação semestral dos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi prorrogado para o próximo dia 30 de junho. A medida do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União.

A decisão vale tanto para contratos simplificados, quanto os não simplificados, e também estabelece para 30 de junho o prazo para os estudantes interessados em pedir transferência de curso ou de instituição de ensino, com dilatação do período de utilização do financiamento estudantil referente ao primeiro semestre do ano.

A portaria foi assinada por Marcelo Lopes da Ponte, presidente da autarquia responsável pela execução de políticas educacionais do Ministério da Educação (MEC).

O FNDE
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC), responsável pela execução da maioria das ações e programas da Educação Básica, Educação Profissional e Tecnológica e no Ensino Superior do país.

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e Proinfância são alguns exemplos de projetos executados pela autarquia.

Os recursos financeiros disponível para esses programas vêm de várias fontes, como dos impostos das loterias e, principalmente, do salário-educação, um tributo de 2,5% descontado da folha de pagamento das empresas.

Fonte: Br 61

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segunda-feira, 26 de abril de 2021

História de Hoje 26 de abril

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HÁ 35 ANOS, O MUNDO SE CHOCAVA COM O ACIDENTE NUCLEAR DE CHERNOBYL.



A folhinha do calendário marcava 26 de abril de 1986.

Neste dia, o mundo ficou perplexo com o maior acidente nuclear da história.

Deveria ser mais um dia comum primavera para os mais de 40 mil habitantes de Pripyat no norte da Ucrânia, mas a 1h23 da madrugada daquele dia todas as flores da colorida estação começaram lentamente a murchar.

Distante dali, a aproximadamente 3 quilômetros, um teste estava sendo iniciado na Central Nuclear de Chernobyl e tudo deu errado.

Fonte: Digital WebRadio e WebTv

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A Música do Dia 26 de abril

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26 de abril. Há 35 anos houve Chernobyl, o maior acidente nuclear da História.


Os Replicantes - Chernobil (Wander Wildner e Heron Heinz).

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto
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domingo, 25 de abril de 2021

A Música do Dia 25 de abril

imagem: arquivo / reprodução

Em 25 de abril de 1984 a Emenda das Diretas Já foi rejeitada.


Cazuza - Maior Abandonado (Roberto Frejat e Cazuza)

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto
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Artistas negros defendem mais participação no mercado audiovisual brasileiro

Atores, produtores, roteiristas e diretores revelaram o desejo de contar suas histórias e desfazer estereótipos.



Participantes de uma videoconferência do grupo de trabalho criado pela Câmara dos Deputados para aperfeiçoar a legislação de combate ao racismo estrutural no País defenderam a regulação do mercado audiovisual no Brasil, a fim de aumentar o acesso de profissionais negros ao setor, com a valorização de suas vivências e especificidades.

O pedido vale para ingresso nos cursos de audiovisual, acesso a políticas públicas, contratação em elencos e ainda como cabeças de equipe na televisão ou no cinema, por exemplo.

O debate, realizado nesta sexta-feira (23), teve como tema "Cultura e Reparação Histórica da População Negra".

Sofia Ferreira: em 2016, só 2,5% dos diretores e roteiristas brasileiros eram negros
"A falta de inclusão de pessoas negras, indígenas e LGBTQIA+ na indústria audiovisual causa um dano imenso para essas populações também no quesito econômico", disse a produtora e atriz Sofia Ferreira, ressaltando que o setor movimenta atualmente cerca de R$ 25 bilhões por ano no País. "Uma pesquisa da Ancine [Agência Nacional do Cinema] de 2016 revela que pessoas negras representam 2,5% de diretores e roteiristas, sendo que somente homens negros estão nesse percentual. A gente não tem mulheres negras como diretoras e roteiristas", lamentou.

Sofia Ferreira representou na reunião o Coletivo Macumba Lab Audiovisual, que luta por mais espaço no mercado audiovisual para profissionais negros, ainda que reconheça avanços das últimas décadas.

Ela reivindicou a inclusão mais ampla desses profissionais, que muitas vezes fazem cinema por amor, por uma necessidade de ver contada sua história na tela. "Quem vai contar essas histórias se não estamos ocupando os espaços de criação? Que nada seja dito sobre nós sem a nossa presença", defendeu.




Santana: "Quero gerar emprego por meio da arte, encher a geladeira do jovem negro"
A roteirista Mariani Ferreira, também do Coletivo Macumba Lab Audiovisual, acrescentou que políticas para pressionar o mercado a se tornar mais representativo são igualmente importantes para mudar o imaginário da sociedade brasileira, ainda formado por estereótipos racistas, como o da mulher negra sexualizada ou o do homem negro como sujeito perigoso. "É fundamental que a gente tenha políticas de Estado que não sejam ameaçadas a cada troca de governo", ressaltou.

Empregos
O diretor artístico Jô Santana, da Fato Produções Artísticas, disse ter sido salvo pelo teatro. Idealizador do musical "Cartola: O mundo é um moinho", de 2016, ele afirmou que sua motivação foi contar "a história do meu povo preto". "Quando a gente estreou foi um sucesso: 75% da população que estava assistindo era preta, se vendo representada e pagante", lembrou o ator.

Jô Santana destacou que o incentivo a produções culturais significa também a criação de empregos diretos e indiretos para pessoas que vêm da periferia. "Eu quero por meio da arte gerar emprego. Encher a geladeira do jovem negro, porque nós somos potência, só precisamos de oportunidade, só isso."

Conhecimento
Por sua vez, a presidente do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro Brasileiros (Ipeafro), Elisa Larkin Nascimento, e o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo Dennis de Oliveira destacaram a necessidade de se valorizar a história dos povos africanos, como produtores de conhecimentos, tradições e tecnologias. Um povo, conforme disseram, que possui vivências para além dos séculos de escravização.

Elisa Larkin: é preciso valorizar a vivência cultural dos povos africanos

Elisa Larkin: é preciso valorizar a vivência cultural dos povos africanos
"Você tem não apenas o trabalho braçal, mas a contribuição com técnicas de agricultura e mineração que o europeu não conhecia. E muitas outras contribuições na espiritualidade, na língua e na cultura nacional", listou Elisa, viúva do artista e ativista negro Abdias do Nascimento (1914-2011).

Grupo
O grupo de trabalho é formado por 20 juristas, todos negros, e tem até o fim deste mês como prazo inicial para concluir seus trabalhos e apresentar sugestões de alteração na legislação brasileira.

O debate desta sexta foi coordenado pela jurista Rita de Oliveira. Ela afirmou que o colegiado tem consciência de sua responsabilidade quanto à questão cultural, objeto de expropriação, apropriação e assimilação ao longo do tempo. "Que a população negra tenha reparação histórica e cultural."

Imagens - Gustavo Sales
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcelo Oliveira


Fonte: Agência Câmara de Notícias

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