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sexta-feira, 4 de junho de 2021

História de Hoje 03 de junho

imagem: arquivo / reprodução

EM 3 DE JUNHO, O VULCÃO DE FOGO CAUSOU MORTE E DESTRUIÇÃO NA GUATEMALA.



Foi a erupção mais violenta do vulcão desde 1974. Ao cuspir lavas de fogo, naquele dia, em 2018, deixou um rastro de destruição e matou mais de 200 pessoas.

Suas cinzas atingiram mais de 10 km de altura e o material expelido percorreu 40 km, deixando o povoado de San Miguel Los Lotes encoberto por material vulcânico.


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Educação: bom desempenho municipal, Fundeb, trabalhos sociais e aulas remotas

imagem: arquivo / reprodução

Retrospectiva dos últimos 12 meses elenca principais fatos que envolvem a Educação no Brasil.





No ano passado, o município de Sobral, localizado no estado do Ceará foi reconhecido pelo Senado Federal como a "capital nacional da educação". De acordo com informações do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), do Ministério da Educação, a cidade saiu do 1.336º lugar, em 2005, para a ponta de cima do ranking dez anos depois – primeiro lugar mantido até hoje.  

Na avaliação do secretário de Educação de Sobral, Herbert Lima, o bom desempenho se deve a variados fatores, entre eles, à política de continuidade de projetos que se estendem há 25 anos. Segundo ele, verificou-se que apenas investimentos em obras e concursos seriam suficientes para que melhores índices fossem atingidos.

"Se estabeleceu uma política de formação continuada de professores, dispositivos para valorização dos profissionais do magistério, como é o caso de gratificações. Além disso, avaliações externas sistemáticas, o estabelecimento de metas, programas e projetos voltados para alfabetização, do desenvolvimento do raciocínio lógico e matemático, para as habilidades de leitura e escrita, processos meritocráticos no âmbito da gestão escolar, entre outras medidas", pontua.

Dentro desse contexto, também foi mencionado por Herbert Lima a relevância do apoio financeiro à Educação municipal e estadual. Neste caso, o destaque foi para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), de natureza contábil e de âmbito estadual.

"Ele cumpre um papel importante para garantir direitos, valorização e respeito aos profissionais do magistério. Por meio do fundo se estabelece a possibilidade do cumprimento do piso salarial, pagamento de gratificações e contratação por meio de concurso público ou seleção pública de professores efetivos e temporários", considera.

Movimentação sobre o Fundeb entre 2020 e 2021
Composto por recursos oriundos de impostos e das transferências dos estados, Distrito Federal e municípios vinculados à educação, o Fundeb entrou em vigor em janeiro de 2007 e se estendia até 2020.

No entanto, diante de apelos de instituições, parlamentares e especialistas ligados à área da educação, o fundo foi instituído como instrumento permanente de financiamento da educação pública por meio da Emenda Constitucional 108/2020. A medida encontra amparo na Lei 14.113/2020.

Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins, a decisão permite o desenvolvimento e a manutenção de todas as etapas da educação básica, desde creches, pré-escola, até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).  

"O mecanismo de financiamento e o mecanismo redistributivo de financiamento são fundamentais para pensarmos em um processo de desenvolvimento da nação. Porque eles permitem um processo de justiça social. Permitem que aquele que ganhe mais contribua com aquele que ganhe menos e as ações de educação possam acontecer independentemente dessas condições", avalia.

De acordo com a Portaria Interministerial 1/2021 dos ministérios da Educação e da Economia (MEC/ME), que estabelece os parâmetros operacionais para o Fundeb sobre o exercício de 2021, de abril a dezembro, a estimativa da receita total do é de R$ 176,3 bilhões. Desse valor, R$ 160,3 bilhões representam as contribuições dos estados, DF e municípios, e R$ 16 bilhões correspondem à complementação da União.

A receita do Fundeb prevista para 2021 é R$ 13,9 bilhões (8,6%) maior que a receita estimada para 2020 pela Portaria Interministerial 3/2020, que foi de R$ 162,4 bilhões, dos quais R$ 147,6 bilhões são de contribuições de estados, DF e municípios, enquanto R$ 14,8 bilhões representam a complementação da União.



Estudo remoto na pandemia e o prejuízo para a educação
A pandemia da Covid-19 forçou a população a encarar um processo de isolamento social. Essa medida, apesar de necessária para evitar a propagação do coronavírus, trouxe prejuízos à educação no Brasil. Pelo menos é o que aponta um estudo realizado pelo Instituto Unibanco e o Insper.

De acordo com o levantamento, os alunos do último ano do ensino médio só vão conseguir recuperar em 2021 de 35% a 40% da perda de aprendizagem prevista até o fim do ano. Em relação à Língua Portuguesa, por exemplo, o Brasil atingiria 275 pontos na escala Saeb até o fim de 2021. No entanto, com o ensino remoto e o atual nível de engajamento dos alunos, a nota poderá recuar para 259 até dezembro deste ano.

Para minimizar o resultado dessa projeção, segundo os pesquisadores, o Brasil precisa adotar, pelo menos, três medidas principais: é necessário dobrar o engajamento dos alunos, assim como controlar a pandemia e adotar ensino híbrido ao longo de todo o segundo semestre, e por último criar programas de reforço escolar.

Além disso, levantamento feito pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), com apoio do UNICEF e do Itaú Social, aponta que o acesso à internet e infraestrutura escolar foram os maiores desafios das redes municipais de educação em 2020.

Com o ensino remoto, o acesso dos estudantes à internet foi o principal desafio: 78,6% identificaram um grau de dificuldade entre médio e alto nesse quesito. Em segundo lugar está a adequação da infraestrutura das escolas públicas municipais, a qual 69,2% das redes classificaram como média e alta dificuldade.

De acordo com a pesquisa, aproximadamente 70% das redes respondentes concluíram o ano letivo de 2020 até dezembro do ano passado. Entre elas, 91,9% o fez apenas com atividades não presenciais. A maioria concentrou as atividades em materiais impressos (95,3%) e orientações por WhatsApp (92,9%).



No entanto, também foram utilizados recursos como videoaulas gravadas (61,3%), orientações online por aplicativos (54%), plataformas educacionais (22,5%), videoaulas online ao vivo (21,3%), aulas pela TV (4,1%) e pelo rádio (2,6%). Apenas 2,4% das redes não oferecem atividades remotas.

Em todo o Brasil, os estados já elaboraram planos para a retomada das atividades presenciais nas escolas. No Paraná, o retorno presencial na rede pública estadual começou, de forma gradativa, no dia 10 de maio. Em Manaus, no Amazonas, as aulas presenciais foram retomadas na última terça-feira (1º). A Prefeitura de Guarulhos também havia anunciado a volta dos alunos às escolas na terça. Já no Ceará, o governador Camilo Santana disse que programa o retorno presencial das aulas a partir do segundo semestre.

Escola do Cerrado
Nessa reportagem especial o portal Brasil61.com resgata uma história comovente que envolve crianças carentes que vivem no Distrito Federal. Há três anos, uma Organização Não Governamental, chamada BSB Invisível, desempenha um trabalho de apoio e assistência social junto a famílias sem-teto, na capital federal.

Essas famílias sofreram com um processo de despejo por parte do governo local, acusadas de invasão de área pública. O grupo enxergou a necessidade de amparar essas pessoas e, dentro das atividades sociais oferecidas, a equipe passou a desenvolver projetos voltados para a área da educação.

"O início foi bem simples. Dava aula para os meninos, com ajuda de alguns amigos e, ao longo do tempo, foi surgindo mais professores, mais estrutura, mais aluno.  Conseguimos alguns benefícios, os alunos mais velhos fazem um curso profissionalizante aos sábados. Há alguns projetos levados por professores. Vimos que o projeto cresceu e evoluiu", relata a professora Rafaella Sereno.

A Escola do Cerrado, como é denominado esse braço pedagógico da BSB Invisível, surgiu em meados de 2020, e se mantém por meio de doações. O projeto começou com três alunos e, atualmente, atende mais de 20, com idades entre 6 e 16 anos. Ou seja, vai desde o 1° ano do Ensino Fundamental até o 1° ano do Ensino Médio.  

"O meu maior sonho é que eles tenham oportunidades, o que a vida inteira lhes foi negado. Entre eles tem crianças que sonham em ser veterinário, engenheiro civil ou policial. Meu maior objetivo é ajudá-los a conseguir realizar esses sonhos", projeta a professora.



O grupo via a necessidade de construir uma estrutura mínima para acomodar melhor os alunos durante as aulas. Foi aí que aos poucos ergueram um espaço onde puderam organizar o material e deixá-lo mais protegido.



No entanto, Rafaella afirma que o projeto sofreu um contratempo por conta das derrubadas ocorridas neste ano. Apesar disso, ela destaca que o próximo passo é contar com um suporte que garanta que a educação será levada onde essas crianças estiverem com mais facilidade.

"O plano para o futuro é uma escola itinerante, a qual será composta por uma kombi equipada com armários, mesas, livros didáticos. O intuito é levar o acesso à educação a mais comunidades, a outras crianças que também precisam. O projeto visa expandir essa prática ser ter problemas com a legislação", pontua.

Fonte: Br 61

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quinta-feira, 3 de junho de 2021

A Música do Dia - 03 de junho

imagem: arquivo / reprodução

3 de junho, 120 anos de nascimento de José Lins do Rego.



Milton Guedes - O Sonho Se Perdeu (Danilo Caymmi e Dudu Falcão)

Produção e apresentação: Luiz Cláudio Canuto 

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quarta-feira, 2 de junho de 2021

A Música do Dia - 02 de junho

imagem: arquivo / reprodução

2 de junho, aniversário de 40 anos do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.



Zeca Baleiro - Quase Nada (Zeca Baleiro e Alice Ruiz)

Produção e apresentação: Luiz Cláudio Canuto 

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História de Hoje 02 de junho

imagem: arquivo / reprodução

EM 1953, ERA TRANSMITIDA PELA 1ª VEZ NA TV A COROAÇÃO DE UMA RAINHA.



Mais de 27 milhões de pessoas no Reino Unido assistiram Elizabeth II ser coroada na Abadia de Westminster, em Londres, na Inglaterra.

As imagens correram o mundo e mostraram uma jovem rainha sorridente e aclamada pelo público que a esperava do lado de fora da igreja.

Elizabeth Alexandra Mary tornou-se rainha aos 25 anos, após a morte do pai, o rei George VI.


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HPV: região Norte soma a maioria dos casos do país

imagem: arquivo / reprodução

Em 2019, 6.596 mulheres foram a óbito pela doença.



Dados do Boletim Epidemiológico n°18 do Ministério da Saúde apontam que a região Norte do país apresenta a taxa mais elevada de casos de câncer de colo do útero (CCU) causados pelo HPV (papilomavírus humano), o que representa 26,24 a cada 100 mil mulheres. Em seguida, em ordem decrescente, encontram-se a região Nordeste (16,10), a região Centro-Oeste (12,35), a região Sul (12,60) e o Sudeste (8,61).

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2019, 6.596 mulheres foram a óbito por CCU e para cada ano do triênio 2020-2022, o número esperado de novos casos é de 16.590. Dentre as consequências da infecção pelo HPV, o câncer de colo do útero (CCU) surge em 99% dos casos.

Entretanto, nem toda mulher que tem HPV desenvolve o câncer do colo uterino, pois existem mais de 100 tipos diferentes, sendo 15 deles conhecidos por causar o câncer cervical, como explica a cirurgiã oncológica do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Luísa Maciel.

"Os vírus HPV's foram classificados como de baixo ou alto risco de causar o câncer cervical. Os tipos 6 e 11 causam cerca de 90% das verrugas genitais, esses tipos são considerados de baixo risco porque eles não causam câncer do colo uterino. Os tipos 16 e 18 são os tipos de alto risco que causam a maioria dos casos de câncer cervical, em torno de 70%. Existem outros sorotipos do vírus HPV como o 31 e 33, entre outros, que também são de alto risco e podem causar o câncer do colo uterino."

No Brasil, o rastreamento do câncer de colo do útero se faz predominantemente pelo exame preventivo, conhecido como Papanicolau, oferecido de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde. No município de Boa Vista, em Roraima, a Secretaria Municipal de Saúde trabalha com o público alvo estabelecido pelo Ministério da Saúde, mulheres de 25 a 64 anos. A técnica de saúde da mulher da Secretaria Municipal de Saúde de Boa Vista (RR), Gabrielle Almeida Rodrigues, explica que após a identificação da doença em mulheres, as pacientes passam a ser acompanhadas pelo estado.

"Quando detectamos alterações dos exames citopatológicos, nós encaminhamos para o centro de referência estadual que estará fazendo os exames para verificar se essa mulher realmente possui alguma lesão cancerígena. A partir daí, o acompanhamento fica pelo Centro de Referência Estadual e, se confirmado, a paciente vai para a Unidade de Tratamento de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do estado."

Com a pandemia do coronavírus, as ações de proteção contra o HPV no município tiveram que ser adaptadas. "Nós tínhamos parceria junto com as escolas para a busca dos adolescentes na faixa etária preconizada, como agora as escolas estão com as aulas remotas, o trabalho acontece dentro das unidades básicas", afirma.

Diagnosticada com câncer do colo do útero, Simone Rocha mora em Macapá (AP) e diz que durante a atual pandemia o município não tem oferecido suporte para as pacientes com câncer e, por isso, terá que realizar o tratamento em outro estado, em Porto Velho (RO).

"Fui encaminhada para a Unacon do meu estado para realizar o tratamento com urgência, mas no dia da consulta o médico não me atendeu. Além disso, tem certos exames que preciso fazer e não tem aqui. Precisei comprar alguns remédios e até agulhas para que pudessem aplicar a medicação em mim. Quem tem câncer precisa correr contra o tempo. Estava apenas com o câncer no colo do útero, mas com a demora do tratamento ele espalhou para a bexiga e intestino."

Até o fechamento desta reportagem a Secretaria de Estado de Saúde do Amapá não respondeu aos nossos questionamentos.

Com relação ao alto índice de câncer de colo de útero na região Norte, em nota enviada à reportagem, o Ministério da saúde informou que "atua fortemente na disseminação de informações sobre vacinação em seus meios de comunicação para esclarecer dúvidas, interação nas redes sociais e discussão com as Sociedades Científicas envolvidas com o tema, visando sensibilizar os médicos filiados e suas equipes. Além disso, atua com algumas parcerias, como a do Ministério da Educação com o Programa Saúde na Escola, que realiza o fortalecimento das ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, informando professores, alunos e suas famílias sobre os riscos da infecção HPV, bem como a relevância da vacinação contra esta doença".



Como se prevenir contra o HPV?
A cirurgiã oncológica do INCA, Luísa Maciel, explica que os preservativos auxiliam na prevenção contra o HPV, mas que não são totalmente eficazes. "Embora os preservativos sejam uma forma importante de prevenir a maioria das transmissões sexualmente transmissíveis, eles não oferecem uma proteção completa contra a infecção do HPV porque não cobrem toda a genital exposta. O risco da exposição a esse vírus aumenta de acordo com o número de parceiros sexuais que você tem. Fazer sexo com alguém que já teve muitos outros parceiros no passado também aumenta o risco."

A melhor maneira de se proteger contra o HPV é tomar a vacina contra o vírus. A eficácia do imunizante é maior em pessoas que ainda não apresentaram contato ou infecção causada pelo HPV e, por isso, a importância de receber a injeção antes do início das atividades sexuais. No Brasil a vacinação é gratuita em meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos.

Considerando a vacinação do grupo de adolescentes, o Ministério da Saúde informou que realizou, no período de 2014 a 2019, duas campanhas anuais para veiculação nacional em mídias sociais e impressa, visando divulgar a importância da vacinação contra o HPV. Atualmente, com as escolas fechadas devido a pandemia do coronavírus, não existe campanha de vacinação contra o vírus, entretanto, o público pode receber a vacina em qualquer momento do ano, de forma gratuita, em qualquer unidade de saúde ou nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) de todo o país.

Desde 2015 o Ministério da Saúde disponibiliza a vacina quadrivalente contra HPV também para pessoas imunossuprimidas (PVHIV/Aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea e pacientes oncológicos) de 9 a 26 anos, o que constitui a principal medida de prevenção do câncer do colo do útero.

Em março deste ano foi instituída a ampliação da faixa etária da vacina HPV para mulheres imunossuprimidas até 45 anos. A medida segue o exemplo de outros países que adotaram essa estratégia e tiveram bons resultados. A ampliação da idade vacinal não inclui homens com imunossupressão ou que vivem com HIV, visto que, segundo as indicações da bula da vacina disponível no Sistema Único de Saúde, a idade para uso do sexo masculino é de 26 anos.

Vacinas contra o HPV
Existem três vacinas disponíveis no mercado para prevenir a infecção contra os tipos de HPV que são causadores do câncer do colo uterino. A vacina bivalente contra os tipos 16 e 18 da doença, a tetravalente contra HPV 6, 11, 16 e 18 e a nonavalente contra nove subtipos diferentes do vírus.

Segundo ressaltou o Ministério da Saúde, é necessário completar o esquema de duas doses, com um intervalo mínimo de seis meses entre elas, pois a resposta imunológica se mostrou mais efetiva em situações onde este intervalo é respeitado. Recomenda-se ainda que o intervalo entre as doses contra o HPV não seja superior a 12-15 meses, para que o esquema vacinal seja completado o mais prontamente, visando garantir uma elevada produção de anticorpos e a efetividade da vacinação.

Em caso de atraso no esquema de doses, mesmo ultrapassando o intervalo recomendado (12-15 meses), é necessário comparecer às salas de vacinação e se imunizar, não havendo a necessidade de reiniciar o programa vacinal. Em 2020 foram aplicadas 1.773.577,851 doses contra o HPV no Brasil. Confira abaixo a quantidade total de vacinas aplicadas no país até o momento.

1ª dose feminino

    

2ª dose feminino

 

1ª dose masculino

 

2ª dose masculino

 

2020  

2021

2020  

2021

2020

2021

2020

2021

1.402.709  

338.536

1.168.142

303.624

975.473

219.962

795.531

196.044



Maciel destaca a importância da vacinação para que a doença não evolua. "Todas as vacinas são seguras e reduzem significativamente o número de mulheres que podem desenvolver lesões precursoras do câncer do colo uterino, além da própria lesão invasora cervical e também contra verrugas, câncer de vagina, vulva, ânus e cavidade oral."

De acordo com a médica, ainda não se sabe exatamente por quanto tempo a vacina é eficaz contra a infecção do HPV, mas, a princípio, ela não perde a capacidade de proteção com o tempo.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum. Estima-se que em torno de 80% dos adultos sexualmente ativos já tenham, ao menos uma vez, entrado em contato com o vírus antes. A maioria desses indivíduos é infectado pela primeira vez com algum tipo de HPV ou mais um tipo entre os 15 e 25 anos.

Fonte: 

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