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sexta-feira, 9 de julho de 2021

“Falta de acompanhamento médico adequado durante o início dos sintomas pode contribuir para quadros graves da Covid-19”, afirma especialista

***Relatos de vítimas da Covid-19 que passaram por dificuldades, medos, inseguranças, dores e solidão durante o período de infecção do coronavírus.


Em agosto do ano passado a secretária Michele Souza, 27 anos, moradora da cidade de Planaltina (DF), testou positivo para Covid-19 e o infortúnio surgiu durante a recuperação de uma crise de ansiedade. Michele conta que foi atacada por múltiplas sensações, de várias formas e ao mesmo tempo, como o medo.

"Quando peguei o exame e vi que o resultado era positivo fiquei abalada. A sensação que tive era que ia morrer e deixar meu filho. Foi desesperador", relata a secretária.

Logo que os primeiros sintomas da Covid-19 se manifestaram, a secretária buscou o pronto socorro. Já na recepção do hospital se deparou com uma nova realidade, onde a morosidade e a falta de informação adequada agem fortemente.

Ao contrário dessa situação, Michele ansiava por diagnósticos exatos, respaldados em exames para ter tranquilidade. No entanto, a secretária relata que a reação do profissional foi de espanto, ao saber que estava diante de um quadro de Covid-19, quando para o médico o correto seria ela estar em casa e isolada.

"Eu acho que muita gente morreu por isso. 'Espera, está com Covid-19? Afasta'. E, por estar com Covid-19, eu deveria ser preferencial. Para não contaminar ninguém", explica Michele Souza.

A secretária insistia a cada consulta por exames, orientações, mas conta que toda informação repassada pela equipe médica, além de morosas, chegavam superficiais. Michele demorou aceitar os diagnósticos que evoluíram para cura, mas, de forma dolorida, com transtornos e estresses demasiados e segue com sequelas psicológicas e com tratamento, até hoje.

No dia 22 de fevereiro a psicóloga Luana Karina Olivato, 33 anos, moradora da cidade de Sobradinho (DF), acordou ansiosa porque ia embarcar para uma viagem de descanso, longe do trabalho. Já se passava quase um ano de pandemia e a agenda lotada de pacientes exigia extremamente da mente e do corpo.

Luana precisava parar e a viagem foi programada, até porque, em 2018, ela sofreu com trombo embolia pulmonar e a recuperação levou meses. O retorno ao trabalho foi considerado uma vitória pessoal e providencial, já que pôde contribuir no atendimento às vítimas da Covid-19.

A expectativa era de dias tranquilos, descanso à beira mar, mas no segundo dia de férias, a mil e quatrocentos quilômetros distante de casa, a psicóloga apresentou os primeiros sintomas da Covid-19 e se isolou em um quarto da hospedaria.

As orientações sobre os cuidados e procedimentos no trato da doença foram repassados pela internet. Os médicos, por meio de videoconferência, fizeram o atendimento baseado nos relatos dos sintomas, apenas, sem exames ou testes para referência. Na cidade do interior não havia testes para Covid-19 disponíveis naquele dia e muito menos vagas para atendimento nos hospitais. Ela estava na penúria e teve medo de perder a vida.

"Com muito medo. Me senti desamparada. Tinha muito medo de passar mal. A cidade, em que estava, já havia passado pelo boom de superlotação em hospitais. Foi mais um agravante que me causou pavor", relata Luana Karina Olivato.

A Covid-19 causou febre, inflamações, dores, falta de paladar, olfato, apetite e outras dezenas de sintomas na brasiliense.  A distância de casa e o isolamento foram gatilhos para a depressão e a falta de atendimento médico próximo, durante a fase crítica de manifestação da doença, trouxe crises de pânico.  

"O fato de ter um profissional próximo a você, que te oriente, te acalme, com certeza teria me trazido alívio. O fato de não ter hospital próximo, de não ter tido contato com médico, que me examinasse, que de fato verificasse os meus pulmões, me causou um desespero maior, me senti insegura", explica, Luana Karina Olivato.

Fique em casa?
A sensação de solidão e morte que a secretária Michele Souza, e a psicóloga Luana Karina Olivato, conviveram causaram sequelas físicas e psicológicas e, segundo especialistas em saúde, é fator da falta de orientação, de acompanhamento médico próximo, já no período de início dos sintomas. Aliás, "a recomendação inicial era 'uma vez com sintomas gripais, com diagnóstico da Covid-19, fique em casa e procure o hospital caso tenha queda de saturação ou piora na falta de ar'. Esse conceito caiu por terra. Hoje a recomendação é cada vez mais termos o acompanhamento de perto, o diagnóstico precoce", explica Fabrício da Silva, especialista em Emergências Clínicas e no tratamento da Covid-19 na fase grave, do Hospital DF Star, Rede D'Or.

Dr. Fabricio destaca que, mesmo nos casos leves da Covid-19, é necessário o acompanhamento médico de perto desde o início dos sintomas. Descartar a possibilidade de a doença evoluir para uma forma grave após os primeiros exames, segundo o médico, é um erro grave.  

"Sempre sugiro que tenha uma reavaliação lá pelo oitavo, nono dia, justamente para definir se o paciente vai ter uma potencial chance de evoluir para forma mais grave, se vai começar a esboçar pneumonia", acredita.

Os prejuízos e males causados pela Covid-19 ainda são um desafio para as equipes médicas e, por isso, acompanhar cada pessoa infectada, desde o início dos sintomas, é importante. Cada sinal pode indicar a forma de tratamento, e se for realizado cedo, com grandes chances de cura de amenizar possíveis casos graves da doença.

"Realizar tomografia nessa fase é importante para definir o paciente que vai evoluir com acometimento pulmonar, com pneumonia pela Covid-19 e para tentarmos otimizar o tratamento medicamentoso. Eventualmente, envolver a fisioterapia nesse cuidado e já traçar o planejamento de reavaliação, entendendo que ele está entrando na curva de piora da inflamação, em que o pico vai se dar lá no 10º, 11º, 12º dia. Essa noção de evolução e acompanhamento de perto é fundamental", pontua.


Fonte: Br 61

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quinta-feira, 8 de julho de 2021

A Música do Dia 08 de julho

imagem: arquivo / reprodução

8 de julho, é aniversário de 400 anos de nascimento de La Fontaine, o rei das fábulas.



Toquinho e Paulinho Tapajós - Fábula (Toquinho e Paulinho Tapajós).

Produção e apresentação - Luiz Cláudio Canuto

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História de Hoje 08 de julho

imagem: arquivo / reprodução

Líder norte-coreano Kim Il-Sung morria em 1994.



Em 8 de julho de 1994 morria, aos 82 anos, Kim Il-Sung, então presidente da Coreia do Norte e um dos principais líderes políticos do país.

Ele nasceu em abril de 1912, em Pyongyang, atual capital do país, na época uma região ocupada pelo Japão, que controlava a península da Coreia desde o final do século 19.


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Covid-19: conheça a reação da vacina AstraZeneca e outras

imagem: Breno Esaki / reprodução

Dúvidas sobre as reações às vacinas contra Covid-19 aumentam com o avanço da imunização, principalmente em relação ao produto da AstraZeneca. Efeitos colaterais mais comuns são sintomas como febre, fadiga, dor de cabeça e dor muscular.



Por que a vacina contra a Covid-19 provoca efeitos colaterais? Quais são as reações mais comuns? A AstraZeneca "derruba mais"? Qual vacina contra Covid-19 dá menos reação? É bom ter reação à vacina? Esses são alguns dos vários questionamentos levantados por quem foi imunizado contra o novo coronavírus e apresentou sintomas como dores de cabeça, febre e fadiga, por exemplo.

Para esclarecer alguns desses pontos, o portal Brasil61.com ouviu médicos especialistas no tema. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), efeitos colaterais leves a moderados são normais, e ocorrem porque "o sistema imunológico do corpo está respondendo à vacina e se preparando para combater o vírus". Geralmente, após a aplicação da dose, o corpo aumenta o fluxo sanguíneo para que mais células imunes possam circular e aumenta a temperatura para matar o vírus, como explica a OMS.



Quais os sintomas mais comuns depois de tomar a vacina?
Os efeitos colaterais das vacinas contra a Covid-19 mais relatados incluem dor no local da injeção, febre, fadiga, dor de cabeça, dor muscular, calafrios e diarreia. A maior parte dos sintomas vão de leves a moderados, e não duraram mais do que alguns poucos dias, como detalha a infectologista Ana Helena Germoglio.

"Os sintomas mais comuns são febre, dor na da aplicação, um pouco de inchaço ou vermelhidão. Isso funciona para qualquer vacina. Normalmente, esses eventos vão durar por 24 ou 48 horas. Eles são transitórios e passam sozinhos, sem precisar da gente fazer qualquer tipo de intervenção mais grave."

CoronaVac, AstraZeneca, Janssen e Pfizer
A bula da CoronaVac, um dos imunizantes mais utilizados no Brasil, por exemplo, traz três tópicos sobre possíveis reações adversas observadas a partir de estudos clínicos.

  • Reação muito comum (podem ocorrer em mais de 10% dos pacientes): dor no local da aplicação;
  • Reação comum (podem ocorrer entre 1% e 10% dos pacientes): cansaço, febre, dor no corpo, diarreia, náusea, dor de cabeça;
  • Reação incomum (podem ocorrer entre 0,1% e 1% dos pacientes): vômitos, dor abdominal inferior, distensão abdominal, tonturas, tosse, perda de apetite, reação alérgica, pressão arterial elevada, hipersensibilidade alérgica ou imediata.


A bula da AstraZeneca, Janssen e Pfizer também descrevem sintomas semelhantes. O informativo da AstraZeneca avisa que, "como todos os medicamentos, essa vacina pode causar efeitos colaterais, apesar de nem todas as pessoas os apresentarem", e conclui que, em estudos clínicos com a vacina, "a maioria dos efeitos colaterais foi de natureza leve a moderada e resolvida dentro de poucos dias, com alguns ainda presentes uma semana após a vacinação".

Atualmente, entre todos os brasileiros vacinados, 46,7% receberam doses da AstraZeneca, 43,4% da CoronaVac, 8,7% da Pfizer e 1,2% da Janssen. Caso a pessoa imunizada apresente sintomas diferentes destes citados em bula ou persistentes, a recomendação é procurar um profissional de saúde para o diagnóstico mais preciso.



Se medicar após a vacina bloqueia a proteção contra a Covid-19?
Uma outra dúvida recorrente de quem é imunizado contra a Covid-19 é se pode ou não utilizar uma medicação contra as reações à vacina. A médica Ana Helena afirma que não existe nenhum medicamento que seja comprovadamente contraindicado. Ou seja, não há um remédio que possa "bloquear" o efeito da vacina.

"Caso você tenha somente febre, dor no corpo, enjoo, por aquelas 24h ou 48h, pode tomar o medicamento que já é de costume, ou perguntar para o seu médico que já te acompanha, para orientar o que deve ser feito", diz. A recomendação é a mesma da bula da AstraZeneca, que traz: "Se os efeitos colaterais como dor e/ou febre estiverem incomodando, informe o seu profissional de saúde, ele poderá indicar o uso de algum medicamento para alívio destes sintomas, como, por exemplo, medicamentos contendo paracetamol".

Como se medicar?
Fernanda Silva, 51 anos, é uma das pessoas que recebeu a dose de proteção e seguiu essas indicações. "Tomei a vacina da AstraZeneca ao meio-dia e comecei a sentir reação por volta de 21h. Eu tive muito calafrio, muito frio, muita dor no corpo. Passei a madrugada inteira tremendo muito e tomei uma Dipirona para passar um pouco do mal-estar", relata.

Fernando Cerqueira, infectologista do Hospital Santa Marta Asa Norte, destaca que alguns remédios podem ser bons aliados para combater os efeitos. "Medicações como Dipirona, principalmente, em casos de dor de cabeça, em caso de febre, de fadiga. Em caso de enjoo, pode ser tomado um Plasil, um Vonau. Mas é importante ressaltar que não se tome nenhuma medicação que necessite de prescrição médica, sem o devido acompanhamento", alerta.

Os sintomas de Fernanda passaram um dia após a aplicação, seguindo o padrão de normalidade citado pelos médicos. "Ter a oportunidade de receber a vacina pelo SUS é um privilégio muito grande, eu acho que a gente tem que enaltecer isso. Essa é a sensação, de alegria, de vitória. Espero que todos também tenham essa oportunidade, que a gente consiga conter esse vírus aí", pontua.

A proteção final também é destacada pela infectologista Ana Helena. "Qualquer vacina que a gente tome pode dar algum efeito colateral ou evento adverso. O mais importante é a população saber que as vacinas são seguras e eficazes. Elas são o método mais rápido e mais simples da gente voltar para o nosso normal. Os efeitos colaterais são muito menores quando se compara o efeito de uma Covid. E os benefícios são muito maiores", sintetiza.



Não ter reação significa que não houve proteção contra a Covid?
Há também quem se vacina contra o novo coronavírus e não apresenta sintomas adversos. Isso quer dizer que a pessoa não foi imunizada? A resposta é objetiva: não ter efeitos colaterais não significa que não há proteção. A própria OMS destaca essa informação.

"Efeitos colaterais comuns, leves ou moderados, são uma coisa boa. Eles nos mostram que a vacina está funcionando. Não experimentar efeitos colaterais não significa que a vacina seja ineficaz. Significa que todos respondem de forma diferente".

Fonte:  Br 61

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quarta-feira, 7 de julho de 2021

História de Hoje 07 de julho

imagem: arquivo / reprodução

Corcovado é uma das sete maravilhas do mundo desde 2007.



Terceira maior escultura do mundo, a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, foi escolhida como uma das sete novas maravilhas, em um concurso informal que movimentou mais de 100 milhões de votos.

Ela tem 30 metros de altura, 28 de largura, pesa mais de 1.000 toneladas e está a mais de 700 metros do nível do mar..

Fonte: 

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A Música do Dia 07 de julho

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7 de julho. O músico Cazuza morreu em 1990.



Cazuza - Um Trem Para As Estrelas (Cazuza e Gilberto Gil).

Produção e apresentação - Luiz Cláudio Canuto

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Notícia - Q saudavel 2

imagem: arquivo / reprodução

"Unir esforços em prol da sustentabilidade"... Este é o caminho, e, é o nosso objetivo !.




Requisitadas através de ofício da presidente da Associação, Sra. Vanessa, ao Fundo Social do estado de São Paulo, foram recebidas na sede da Associação um total de 90 cestas básicas para serem imediatamente doadas para as famílias cadastradas e com situação comprovadamente vulnerável devido a crise da pandemia do Covid-19.

Todas as cestas básicas, foram distribuídas conforme protocolo de segurança em saúde à todas as famílias contempladas nesta fase deste projeto alimentar, que é constante na Associação Criativa.

Conheça esta trabalho social em   https://ongcriativa.blogspot.com

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