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domingo, 11 de julho de 2021

Covid-19: Pesquisa da Fiocruz aponta que esquema vacinal completo reduz casos graves em idosos

imagem: arquivo / reprodução

Estudo avaliou efetividade de vacinas da AstraZeneca e CoronaVac. Efetividade chegou a quase 80% entre pessoas de 60 a 80 anos.



Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu que a imunização com duas doses de vacinas contra a Covid-19 garante efetividade média de 79,8% em pessoas que têm entre 60 e 80 anos e de 70,3% em idosos com mais de 80 anos.

A pesquisa mediu os resultados das vacinas AstraZeneca/Oxford e CoronaVac aplicadas até o dia 7 de junho em mais de 40 milhões de brasileiros. O estudo constatou que as vacinas são eficientes para reduzir os casos graves da Covid-19 em idosos, como hospitalizações e mortes.



Para quem recebeu a primeira dose, a efetividade das vacinas foi de 73,7% para pessoas de 60 a 79 anos, e de 63% entre os idosos acima dos 80 anos. Em nota técnica, a Fiocruz afirmou que os dados obtidos dão suporte às evidências de que a proteção vacinal é eficaz contra a variante gama do novo coronavírus, que é a cepa mais circulante no País.

A Fiocruz disse que vai continuar acompanhando a efetividade da vacinação e prometeu estimar mais dados sobre o quadro. Até o início da tarde deste sábado (10), o Ministério da Saúde distribuiu quase 144 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Dessas, cerca de 110 milhões foram aplicadas na população, sendo 81,1 milhões referentes à primeira dose e 28,9 milhões à dose de reforço.

Fonte:  Br 61

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sábado, 10 de julho de 2021

A Música do Dia 10 de julho

imagem: arquivo / reprodução

10 de julho, é aniversário de 150 anos de nascimento de Marcel Proust, o maior escritor da literatura francesa.



Tamara Elizbarashvili (piano) e Roland Daugareil (violino) - Concerto para Violino e Piano (César Franck).

Produção e apresentação - Luiz Cláudio Canuto

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História de Hoje 09 de julho

imagem: arquivo / reprodução

Saudade de Vinícius Moraes, o nosso poetinha, completa 41 anos.



Em 9 de julho de 1980, morria um dos maiores poetas brasileiros do século XX, Vinícius de Moraes.

Ele nasceu no Rio de Janeiro, filho de um casal da classe média, no dia 19 de outubro de 1913.

Formado em direito, não dedicou muito tempo à advocacia. Foi jornalista e trabalhou como diplomata até se dedicar totalmente à música.

Morreu em sua casa, na Gávea, ao lado do parceiro Toquinho e da esposa, Gilda Matoso.



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sexta-feira, 9 de julho de 2021

A Música do Dia 09 de julho

imagem: arquivo / reprodução

Em 9 de julho de 1980 morreu Vinicius de Moraes.



Toquinho e Vinicius de Moraes – Testamento (Toquinho e Vinicius de Moraes).

Produção e apresentação - Luiz Cláudio Canuto

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Mulheres que tomaram a vacina contra a Covid-19 devem esperar para fazer mamografia

imagem: arquivo / reprodução

Para evitar preocupações e diagnósticos errados, a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) orienta que as mulheres esperem um mês após a vacinação para realizar o exame.



A vacina contra a Covid-19 pode provocar alterações em exames de mamografia e fazer com que mulheres apresentem linfonodos nas axilas. Para evitar preocupações e diagnósticos errados, a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) orienta que as mulheres esperem um mês após a vacinação para realizar o exame ou comuniquem o médico sobre a imunização.

Os linfonodos, também conhecidos como ínguas, caroços ou gânglios linfáticos, são pequenas glândulas em forma de 'feijão', que estão distribuídas por todo o corpo, e que ajudam o sistema imune a funcionar corretamente. Os gânglios logo desaparecem, mas estão levando a indicações desnecessárias de cirurgias e punções.

Segundo a Dra. Maira Caleffi, mastologista e presidente voluntária da Femama, a reação pode ser causada por qualquer injeção ou vacina, não apenas pelos imunizantes contra a Covid-19, e não há motivos para se preocupar, pois a aplicação das vacinas é segura. "Não há motivo de preocupação porque é um efeito colateral da vacina, principalmente no braço em que foi feita a aplicação", afirmou.

A informação é confirmada pela Sociedade Brasileira de Mastologia, pela Comissão Nacional de Mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), que já divulgaram recomendações para conduta frente à linfonodopatia axilar em pacientes que receberam recentemente a vacina.

A recomendação, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Dr. Vilmar Marques, é que a mulher que esteja em fase do rastreamento do câncer de mama, acima dos 40 anos de idade, faça a mamografia antes de tomar a vacina. Mas caso já tenha tomado, que ela espere pelo menos quatro semanas depois da segunda dose para realizar o exame mamográfico.

"Este período é o suficiente para que esse linfonodo reduza de tamanho e não apareça no exame. Desta forma não acarretará nenhum ônus para esta paciente na interpretação do seu exame", ressaltou Marques.

56,8% dos imunizantes contra a Covid-19 no Brasil foram destinados a mulheres, tendo em vista que a proporção do sexo feminino é maior na faixa etária a partir dos 39 anos e chega a representar 68% dos brasileiros acima de 90 anos. As mulheres também são a maioria dos trabalhadores da saúde, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A Femama também esclareceu que as vacinas contra a Covid-19 não provocam câncer de mama nem facilitam a descoberta da doença, ao contrário do que dizem notícias falsas que circulam na internet.

Fonte:  Br 61

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“Falta de acompanhamento médico adequado durante o início dos sintomas pode contribuir para quadros graves da Covid-19”, afirma especialista

***Relatos de vítimas da Covid-19 que passaram por dificuldades, medos, inseguranças, dores e solidão durante o período de infecção do coronavírus.


Em agosto do ano passado a secretária Michele Souza, 27 anos, moradora da cidade de Planaltina (DF), testou positivo para Covid-19 e o infortúnio surgiu durante a recuperação de uma crise de ansiedade. Michele conta que foi atacada por múltiplas sensações, de várias formas e ao mesmo tempo, como o medo.

"Quando peguei o exame e vi que o resultado era positivo fiquei abalada. A sensação que tive era que ia morrer e deixar meu filho. Foi desesperador", relata a secretária.

Logo que os primeiros sintomas da Covid-19 se manifestaram, a secretária buscou o pronto socorro. Já na recepção do hospital se deparou com uma nova realidade, onde a morosidade e a falta de informação adequada agem fortemente.

Ao contrário dessa situação, Michele ansiava por diagnósticos exatos, respaldados em exames para ter tranquilidade. No entanto, a secretária relata que a reação do profissional foi de espanto, ao saber que estava diante de um quadro de Covid-19, quando para o médico o correto seria ela estar em casa e isolada.

"Eu acho que muita gente morreu por isso. 'Espera, está com Covid-19? Afasta'. E, por estar com Covid-19, eu deveria ser preferencial. Para não contaminar ninguém", explica Michele Souza.

A secretária insistia a cada consulta por exames, orientações, mas conta que toda informação repassada pela equipe médica, além de morosas, chegavam superficiais. Michele demorou aceitar os diagnósticos que evoluíram para cura, mas, de forma dolorida, com transtornos e estresses demasiados e segue com sequelas psicológicas e com tratamento, até hoje.

No dia 22 de fevereiro a psicóloga Luana Karina Olivato, 33 anos, moradora da cidade de Sobradinho (DF), acordou ansiosa porque ia embarcar para uma viagem de descanso, longe do trabalho. Já se passava quase um ano de pandemia e a agenda lotada de pacientes exigia extremamente da mente e do corpo.

Luana precisava parar e a viagem foi programada, até porque, em 2018, ela sofreu com trombo embolia pulmonar e a recuperação levou meses. O retorno ao trabalho foi considerado uma vitória pessoal e providencial, já que pôde contribuir no atendimento às vítimas da Covid-19.

A expectativa era de dias tranquilos, descanso à beira mar, mas no segundo dia de férias, a mil e quatrocentos quilômetros distante de casa, a psicóloga apresentou os primeiros sintomas da Covid-19 e se isolou em um quarto da hospedaria.

As orientações sobre os cuidados e procedimentos no trato da doença foram repassados pela internet. Os médicos, por meio de videoconferência, fizeram o atendimento baseado nos relatos dos sintomas, apenas, sem exames ou testes para referência. Na cidade do interior não havia testes para Covid-19 disponíveis naquele dia e muito menos vagas para atendimento nos hospitais. Ela estava na penúria e teve medo de perder a vida.

"Com muito medo. Me senti desamparada. Tinha muito medo de passar mal. A cidade, em que estava, já havia passado pelo boom de superlotação em hospitais. Foi mais um agravante que me causou pavor", relata Luana Karina Olivato.

A Covid-19 causou febre, inflamações, dores, falta de paladar, olfato, apetite e outras dezenas de sintomas na brasiliense.  A distância de casa e o isolamento foram gatilhos para a depressão e a falta de atendimento médico próximo, durante a fase crítica de manifestação da doença, trouxe crises de pânico.  

"O fato de ter um profissional próximo a você, que te oriente, te acalme, com certeza teria me trazido alívio. O fato de não ter hospital próximo, de não ter tido contato com médico, que me examinasse, que de fato verificasse os meus pulmões, me causou um desespero maior, me senti insegura", explica, Luana Karina Olivato.

Fique em casa?
A sensação de solidão e morte que a secretária Michele Souza, e a psicóloga Luana Karina Olivato, conviveram causaram sequelas físicas e psicológicas e, segundo especialistas em saúde, é fator da falta de orientação, de acompanhamento médico próximo, já no período de início dos sintomas. Aliás, "a recomendação inicial era 'uma vez com sintomas gripais, com diagnóstico da Covid-19, fique em casa e procure o hospital caso tenha queda de saturação ou piora na falta de ar'. Esse conceito caiu por terra. Hoje a recomendação é cada vez mais termos o acompanhamento de perto, o diagnóstico precoce", explica Fabrício da Silva, especialista em Emergências Clínicas e no tratamento da Covid-19 na fase grave, do Hospital DF Star, Rede D'Or.

Dr. Fabricio destaca que, mesmo nos casos leves da Covid-19, é necessário o acompanhamento médico de perto desde o início dos sintomas. Descartar a possibilidade de a doença evoluir para uma forma grave após os primeiros exames, segundo o médico, é um erro grave.  

"Sempre sugiro que tenha uma reavaliação lá pelo oitavo, nono dia, justamente para definir se o paciente vai ter uma potencial chance de evoluir para forma mais grave, se vai começar a esboçar pneumonia", acredita.

Os prejuízos e males causados pela Covid-19 ainda são um desafio para as equipes médicas e, por isso, acompanhar cada pessoa infectada, desde o início dos sintomas, é importante. Cada sinal pode indicar a forma de tratamento, e se for realizado cedo, com grandes chances de cura de amenizar possíveis casos graves da doença.

"Realizar tomografia nessa fase é importante para definir o paciente que vai evoluir com acometimento pulmonar, com pneumonia pela Covid-19 e para tentarmos otimizar o tratamento medicamentoso. Eventualmente, envolver a fisioterapia nesse cuidado e já traçar o planejamento de reavaliação, entendendo que ele está entrando na curva de piora da inflamação, em que o pico vai se dar lá no 10º, 11º, 12º dia. Essa noção de evolução e acompanhamento de perto é fundamental", pontua.


Fonte: Br 61

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quinta-feira, 8 de julho de 2021

A Música do Dia 08 de julho

imagem: arquivo / reprodução

8 de julho, é aniversário de 400 anos de nascimento de La Fontaine, o rei das fábulas.



Toquinho e Paulinho Tapajós - Fábula (Toquinho e Paulinho Tapajós).

Produção e apresentação - Luiz Cláudio Canuto

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