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segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Nova versão do Clique Escola é disponibilizada pelo MEC

imagem: Marcelo Casal Jr/ reprodução

***Atualização traz novo espaço, chamado de Colaboração, destinado exclusivamente à interação de diretores escolares de todo Brasil.



O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta semana, a versão 2.0 do aplicativo educacional gratuito Clique Escola, sistema que disponibiliza dados financeiros e educacionais de 180 mil escolas públicas e privadas do país.

A nova versão, já disponível para download nas lojas de aplicativos dos celulares, apresenta dados atualizados e funcionalidades inéditas, permitindo o acesso a informações sobre as estruturas físicas das escolas, como a quantidade de laboratórios, banheiros e quadras esportivas. Além disso, a plataforma oferece oportunidade de interação entre os diretores escolares de todo o Brasil e um espaço para divulgação de projetos escolares.

"Além da transparência e do controle social, queremos promover uma forte interação entre a comunidade escolar, e entre os cidadãos e a escola. Unindo todos por meio de uma plataforma digital, rica em dados educacionais e financeiros de cerca de 180 mil escolas da educação básica", ressaltou Mauro Rabelo, secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, durante evento de lançamento do aplicativo que aconteceu nesta semana.

As informações do aplicativo são retiradas do banco de dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), e o desenvolvimento da nova versão foi feito em parceria com o Centro de Artes e Comunicação (CAC), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Pelo aplicativo é possível acessar dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), a taxa de distorção idade-série, taxas de rendimento e repasses financeiros do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).

O secretário acrescentou que a primeira versão do Clique Escola, de março de 2020, foi baixada mais de 213 mil vezes, e que a expectativa é aumentar os downloads nessa nova versão, pois é uma ferramenta importante para o sistema educacional. "Na educação a gente aprende com exemplos, uns aprendem com os outros. Essa é uma oportunidade que os gestores vão ter de poder visualizar projetos de outras escolas, e daí se inspirar, aperfeiçoar, melhorar. Então, trocar experiência com outras gestões de outros estados e cidades", enfatizou.

Fonte:  Br 61

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domingo, 12 de dezembro de 2021

A Música do Dia - 12 de dezembro

imagem: arquivo / reprodução

***Em 12 de dezembro de 2002 morreu o indigenista Orlando Villas Boas.



Djavan - Cara de Índio (Djavan).

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto

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sábado, 11 de dezembro de 2021

A Música do Dia - 11 de dezembro

imagem: arquivo / reprodução

***Em 11 de dezembro de 1809 começaram as operações da primeira agência do Banco do Brasil.



MPB4 - O Malandro (Kurt Weill e Berthold Brecht, versão de Chico Buarque).

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto

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Governo Federal debate construção do novo Plano Nacional de Habitação com representantes da Região Sudeste

***Governo Federal debate construção do novo Plano Nacional de Habitação com representantes da Região Sudeste.


O Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, finalizou a fase de debates regionais para a construção do novo Plano Nacional de Habitação, que terá validade até 2040.

Desta vez, representantes de instituições e de estados e municípios da Região Sudeste debateram ações, experiências e desafios para combater o déficit habitacional de forma mais eficaz e sustentável.

Temas como priorizar o acesso à moradia digna para famílias de baixa renda, regularização fundiária, apoio a programas de locação social, cesta de materiais de construção e trabalhos sociais foram citados como itens relevantes para a política habitacional, que entrará em vigor em 2023.

Alfredo dos Santos, secretário nacional de Habitação do MDR, explica quais são as prioridades no processo de revisão do atual Plano Nacional de Habitação.  

"Como premissa no PlanHab, nós temos a manutenção dos eixos do Plano atual, com incorporação do eixo dedicado à sustentabilidade. Os principais desafios do Plano são: incorporar os aprendizados dos ciclos de investimento, a estruturação do eixo de sustentabilidade e o enfrentamento do cenário pós-pandemia".

Foto: MDR/Divulgação

O MDR deu início ao processo colaborativo de elaboração do Plano Nacional de Habitação em uma oficina com enfoque nacional. Desde então, outras cinco reuniões foram realizadas, uma para cada região do País. Agora, o próximo passo será a realização de oficinas temáticas, a partir de janeiro de 2022.

Para saber mais sobre o PlanHab 2040 e outras ações de Habitação do Governo Federal, acesse mdr.gov.br.

Fonte: Br 61

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

A Música do Dia - 10 de dezembro

imagem: arquivo / reprodução

***Em 10 de dezembro de 1964 Martin Luther King ganhou o Nobel da Paz.



Simoninha - Tributo a Martin Luther King (Wilson Simonal e Ronaldo Bôscoli).

Produção e apresentação - Luiz Cláudio Canuto

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História de Hoje - 10 de dezembro _ Clarice Linspector

imagem: arquivo / reprodução

***Em 10 de dezembro de 1920 nascia Clarice Lispector.



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A escritora que nasceu na Ucrânia, mudou-se em 1922 para o Brasil

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Carnaval 2022: Ministério da Saúde não recomenda a realização da festa

imagem: arquivo / Tânia Rêgo

***Declaração foi dada pela secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo; confira quais capitais já cancelaram o Carnaval.



Por conta do avanço da pandemia da Covid-19 e do surgimento de novas variantes, o Ministério da Saúde não recomenda a realização do Carnaval em 2022. A orientação foi dada pela secretária da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo, durante audiências realizadas na Câmara dos Deputados e no Senado na quarta  e nesta quinta-feira (9).

Em uma apresentação de 10 minutos, Rosana ressaltou que o Carnaval está ligado a grandes aglomerações e vários dias de festa, um cenário propício para o surgimento de novas variantes. Ela explicou que o país está com os índices de vacinação avançados, mas que ainda é preciso seguir as medidas de distanciamento e higiene recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Mesmo afirmando que realizar o carnaval no ano que vem é "extremamente arriscado para o país", a secretária considera "extremamente precoce" uma decisão definitiva sobre o carnaval neste momento, sinalizando que pode haver alguma mudança no futuro.

Até o momento, Belém, no Pará; Campo Grande, no Mato Grosso do Sul; Cuiabá, no Mato Grosso, e Teresina, no Piauí, são as únicas capitais que já confirmaram o cancelamento das festas de carnaval em 2022 por precaução em relação à pandemia.

  • Belém: a decisão foi divulgada no dia 30 de novembro pela prefeitura e abrange os desfiles das escolas, blocos de ruas e demais manifestações culturais de rua.
  • Campo Grande: as festas públicas foram canceladas, mas clubes, agremiações e espaços privados estão autorizados, desde que sigam as orientações de biossegurança.
  • Cuiabá: a decisão foi divulgada em 1º de dezembro pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que informou que vai editar decretos proibindo a realização de festas públicas e privadas alusivas ao Carnaval.
  • Teresina: a prefeitura informou que não terá um calendário de comemorações de Carnaval em 2022, seguindo as orientações do Comitê de Operações Emergenciais (COE) do município, que avalia o cenário da pandemia.


No começo da semana, o Comitê Científico do Consórcio Nordeste recomendou que todos os nove estados da região não façam festas de réveillon e Carnaval, pois esses eventos poderiam intensificar a transmissão do coronavírus. As prefeituras do Recife e de Olinda, principais destinos quando se trata de Carnaval no Nordeste, ainda não se posicionaram oficialmente sobre o tema, e o Governo de Pernambuco avisou que tomará uma decisão apenas em janeiro.

Na Bahia, as ruas da capital Salvador ficam lotadas no período de Carnaval por conta dos trios elétricos e blocos tradicionais e, até agora, nem a prefeitura da cidade e nem o governo do estado se pronunciaram sobre o possível cancelamento da folia. Mas a Banda Eva e a cantora Daniela Mercury, que puxam alguns dos trios elétricos mais badalados do circuito Barra-Ondina, já anunciaram que não farão festas de rua em 2022.

Já na capital Rio de Janeiro, que é destino de muitos foliões e só em 2020 teve mais de 10 milhões de pessoas circulando durante o carnaval e contou com mais de 2.1 milhões de turistas na cidade, a festa continua sendo planejada. Porém, de acordo com o prefeito Eduardo Paes (PSD), a realização depende do cenário epidemiológico. As associações de blocos de rua da cidade adiaram para janeiro a decisão final sobre o Carnaval.

Em São Paulo, o Consórcio Intermunicipal Grande ABC, que é composto por sete cidades da região, anunciou o cancelamento do réveillon e Carnaval nos municípios. Mas, na capital, a prefeitura informou que não pretende tomar nenhuma decisão sobre o cancelamento do Carnaval 2022 na cidade, por enquanto.

Até o fechamento da matéria, as demais capitais ainda não haviam se manifestado oficialmente sobre o cancelamento do Carnaval 2022.

Dados Covid-19

De acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (9), o país registrou 9.278 novos casos e 206 óbitos por Covid-19. Desde o início da pandemia, mais de 22,1 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus.

O estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação continua sendo o Rio de Janeiro, com 5,13%. O índice médio de letalidade do país está em 2,78%.

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ    5,13%
  • SP    3,48%
  • AM    3,20%
  • PE    3,16%
  • MA    2,82%
  • PA    2,76%
  • AL    2,63%
  • GO    2,61%
  • CE    2,59%
  • PR    2,57%
  • MS    2,56%
  • MG    2,55%
  • MT    2,50%
  • RS    2,42%
  • RO    2,38%
  • SE    2,17%
  • PI    2,17%
  • BA    2,16%
  • DF    2,13%
  • ES    2,12%
  • AC    2,09%
  • PB    2,07%
  • RN    1,96%
  • TO    1,68%
  • SC    1,62%
  • RR    1,60%
  • AP    1,60%
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão.

Fonte:  Br 61

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