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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Projeto do Governo Federal estimula participação feminina nas ciências exatas e tecnológicas

***Alunas e professoras da rede pública de ensino em todo o país têm até 10 de outubro para se inscreverem no Programa Futuras Cientistas, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).


Alunas e professoras da rede pública de ensino em todo o país têm até 10 de outubro para se inscreverem no Programa Futuras Cientistas, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O projeto é realizado pelo Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), Unidade de Pesquisa do MCTIC, e atualmente estimula as alunas e professoras da rede pública de ensino da Paraíba, Pernambuco e Sergipe a terem mais contato com as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Em 2023, o programa ampliará sua atuação. Com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), serão ofertadas 470 vagas para a Imersão Científica, destinadas a alunas do 2º ano do ensino médio e professoras da rede pública de todo o Brasil.

As vagas serão distribuídas da seguinte forma:



O objetivo do programa é aproximar as professoras e as estudantes, especialmente as alunas do 2° ano do ensino médio, das áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática (conhecidas como STEM, sigla em inglês para Science, Technology, Engineering and Mathematics).

A cientista Giovana Machado, criadora do programa, explica como a ideia surgiu: "Conversando com muitas meninas, eu identifiquei que elas não compreendiam muito bem o que era realizado nessas áreas. A ideia do programa surgiu como uma aproximação de meninas, em especial de escolas públicas, e professoras dessas áreas de STEM. Para que elas pudessem compreender que mundo era esse que com certeza ele está ao alcance delas também", completa Giovana.

Ana Júlia Rocha, de 19 anos, moradora de São José do Egito (PE), participou do programa em 2020, por incentivo da diretora da escola onde estudava. Ela pesquisou o desenvolvimento de alguns algoritmos e diferentes formas de fazer o mapeamento da classificação do genoma de pacientes com HIV. Por meio desses algoritmos, o computador seria capaz de indicar o melhor coquetel de remédios para o tratamento do paciente, com base no genoma do vírus.

"Foi tão boa a experiência, tão boa pra mim, abriu tantos horizontes, mudou tanto o meu ponto de vista, o que eu esperava de mim. Eu quero fazer isso também, eu quero poder ajudar, eu quero que essa oportunidade chegue para outras meninas e, em 2021, eu entrei pra organização", conclui.

As inscrições para o Futuras Cientistas começaram nessa segunda-feira (19) e ficarão abertas até o dia 10 de outubro. Para se inscrever, basta acessar o site gov.br/cetene, clicar na opção "Futuras Cientistas", e preencher o formulário. 


Fonte: Br 61/Digitalradiotv

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sábado, 17 de setembro de 2022

Dia Mundial do Doador de Medula Óssea

imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Saiba como se tornar doador.



O Dia Mundial do Doador de Medula Óssea é celebrado no terceiro sábado de setembro, desde 2015. Neste ano, a data é 17 de setembro. Criado pela World Marrow Donor Association (WMDA), associação mundial que reúne os registros de doadores de medula óssea, o principal objetivo da comemoração é agradecer a todos os doadores e destacar a cooperação global pelo Transplante de Medula Óssea (TMO).

A servidora pública Gabriela Lima, 43 anos, mora em Brasilia e é doadora de medula desde 2013. "Eu decidi fazer meu cadastro como doadora de medula óssea porque é uma oportunidade de ajudar o próximo, de salvar uma vida. Enfim, ser heroína de alguém na vida real", completa. Gabriela também conta que separou e armazenou as células da medula do cordão umbilical da filha quando ela nasceu.

TERESINA (PI): 44,8 mil crianças devem vacinar contra poliomielite na cidade

O transplante de medula óssea também é chamado de transplante de células tronco hematopoiéticas. É indicado para diversas doenças como leucemias, linfomas, mieloma múltiplo, aplasia de medula e as imunodeficiências, sendo em muitas vezes a única possibilidade de cura para esses pacientes.

A hematologista do Hospital São Francisco de Brasília, Jackeline Felix, explica que a doação de medula óssea é uma das atitudes mais nobres e generosas que um ser humano pode desempenhar, pois servirá para a realização do transplante em um paciente que precisa.

Realização do cadastro
Segundo a médica, para ser um doador de medula óssea, é preciso ter entre 18 e 35 anos de idade, um bom estado geral de saúde, não apresentar nenhuma doença infecciosa ou incapacitante, não apresentar nenhuma patologia neoplásica, como câncer ou alguma doença hematológica (do sangue), e nenhuma doença que afete o sistema imunológico.

"Basta o indivíduo procurar o hemocentro mais próximo de sua residência, fazer um cadastro e coletar uma amostra de sangue em torno de 10ml. Com essa amostra, serão realizados exames de histocompatibilidade, também chamados de HLA. Com esses resultados liberados, os dados do doador são adicionados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, também chamados de REDOME", conclui.


Os doadores devem manter os dados cadastrais atualizados, pois podem ser chamados para a doação até completarem 60 anos de idade.

Fonte:  Br 61

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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Cobertura vacinal baixa coloca em risco a saúde de pacientes com doenças crônicas

imagem: arquivo / reprodução

EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA, ESPECIALISTAS APONTARAM OS RISCOS DA BAIXA COBERTURA VACINAL DO PAÍS PARA PESSOAS COM DIABETES, OBESIDADE E DOENÇAS CRÔNICAS. A REPÓRTER KARLA ALESSANDRA TEM MAIS INFORMAÇÕES.



O Brasil é o sexto país em incidência de diabetes no mundo e o primeiro na América Latina, com 15 milhões e 700 mil brasileiros adultos com diabetes. E a estimativa é que, até 2045, a doença alcance 23 milhões de pessoas.

Enquanto isso, a cobertura vacinal da população ficou abaixo de 60% em 2021, o que prejudica em especial as pessoas com diabetes, que tem o sistema imunológico mais frágil. O alerta foi dado pela Coordenadora da Coalizão Vozes em defesa dos direitos dos diabéticos e obesos, Vanessa Pirolo, durante audiência pública das comissões de Seguridade Social e Família e do Idoso da Câmara.

"Pra que se coloque também, se possível, uma campanha de vacinação para pessoas com diabetes. Porque ficou constatado que pessoas com diabetes morreram muito durante a pandemia e que elas têm um sistema imune mais deficitário quando você compara com pessoas que não têm esse tipo de doença crônica".

A representante do Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, Ana Karolina Marinho, afirmou que o ministério já está discutindo formas mais eficazes de comunicação com a população sobre a importância de se manter as vacinas em dia.

"Essa comunicação efetiva pensando qual o papel da vacina? É diminuir o desfecho grave. A gente precisa tentar de algum modo, e isso o ministério vem planejando desde que há poucos meses a nova coordenadora do PNI assumiu, esse modo de comunicação, como é que a gente precisa falar com as pessoas".

A presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, ABESO, Cintia Cercata, destacou que 60% dos brasileiros estão com excesso de peso e 22,4% da população é obesa, o que aumenta o risco de doenças crônicas e a mortalidade por doenças agudas.

"Em pacientes que tem obesidade severa, grau 3, a gente aumenta em 10 vezes a chance do indivíduo ter diabetes e 15 vezes a chance desse indivíduo ter hipertensão".

O deputado Zacharias Calil (UNIÃO-GO)coordenou a reunião e destacou que, além de fornecer as vacinas, o Brasil precisa garantir o acesso da população a elas. Ele lembrou que quase 10% dos brasileiros com mais de 65 anos desenvolve diabetes do tipo 2.

"Por isso que a gente tem que produzir isso no SUS que a população está envelhecendo. Somos um país hoje já não de jovens, somos um país de idosos e obesos".

O presidente da Associação Brasileira de Imunização, a SBIm, Juarez Cunha, lembrou que os centros de referência de imunobiológicos especiais, para onde deveriam ser encaminhados os pacientes com doenças crônicas, são desconhecidos até dos próprios médicos. Para melhorar a rede de informações, a SBIm vai realizar no dia 03 de outubro a Sala de Vacinação, evento on-line e gratuito para os profissionais de saúde. As inscrições podem ser feitas pelo site sbim.org.br.


Fonte:  de Brasília, Karla Alessandra

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Defesa Civil de São Paulo capacita professores da rede municipal com Boas Práticas

imagem: arquivo / reprodução

Objetivo é ensinar aos profissionais das escolas ações de prevenção de desastres.



O Banco de Boas Práticas em Ações de Proteção e Defesa Civil tem contribuído com estados e municípios brasileiros no desenvolvimento de políticas públicas de auxílio à população. Elas foram criadas para trazer soluções de fácil implementação em momentos nos quais a sociedade precisa de ajuda, como em casos de desastres naturais, capacitações, monitoramento e alertas.

"São ideias de baixo custo, que nós coletamos de estados e municípios no Brasil. É possível encontrar boas ideias para planos de contingência, defesa civil na escola, gestão sistêmica, entre outras práticas que permitem a proteção das pessoas nas cidades", destaca o Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Coronel Alexandre Lucas.

Em São Paulo, foi criado o curso de Formação dos Professores da Rede Municipal de Ensino. Com atividades teóricas e práticas, a capacitação foi desenvolvida em parceria com as Secretarias Municipais de Educação, Saúde, Segurança Urbana, Verde e Meio Ambiente com o objetivo de ensinar aos profissionais das escolas as ações de prevenção de desastres decorrentes de chuvas intensas, como alagamentos, inundações e enxurradas.

O curso se torna uma ferramenta fundamental para alcançar, por meio das escolas e dos professores, um número de pessoas muito maior.

"Um dos focos foi, justamente, tentar aproximar as pessoas para essa realidade e tornar esse conhecimento mais palpável sobre o que aquela população pode fazer ali, no seu dia a dia, para se prevenir, para evitar que um desastre aconteça", destaca Natália Leite, Diretora da Divisão de Prevenção da Coordenação Municipal da Defesa Civil de São Paulo.

A professora da rede municipal, Cássia Gonçalves, ressalta a importância do curso para aproximar a comunidade da realidade dos desastres e, mais do que isso, de conhecer cada um deles para saber lidar em casos de necessidade.

"A gente começou do básico. Quando você começa a destrinchar o que é enchente, o que é inundação, o que é um ponto de alagamento já cria a base de tudo. Muitas escolas estão localizadas em áreas de inundação, e as crianças não entendiam muito bem o que era aquilo e por que acontecia. Elas tinham a impressão de que era uma questão só de limpeza de bueiro. Não é uma questão só de limpeza de bueiro, é uma questão de estrutura mesmo, de terreno, de como esse terreno está compactado ou não", explica a professora.

Banco de Boas Práticas
São oito os temas que abordam as melhores práticas do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), por meio dos trabalhos que as Coordenadorias Estaduais e Municipais de Proteção e Defesa Civil vêm desenvolvendo. Elas apresentam resultados consistentes, satisfatórios, inovadores e replicáveis. As Boas Práticas estão divididas da seguinte maneira:

  • Capacitação em Proteção e Defesa Civil
  • Defesa Civil na Escola
  • Iniciativas para as Comunidades
  • Gestão sistêmica
  • Mapeamento de Áreas de Risco
  • Monitoramento e Alerta
  • Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil
  • Planos de Contingência
Nas próximas semanas, sempre às quartas-feiras, serão apresentadas outras cinco Boas Práticas de Proteção e Defesa Civil adotadas por alguns municípios pelo Brasil:

  • Formação e implementação dos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil em Aracaju (SE)
  • Plano de Auxílio Mútuo dos Hospitais em Curitiba (PR)
  • Mapeamento de Áreas de Risco de Inundação e Alagamento em Belo Horizonte (MG)
  • Dignidade e Humanização em Abrigos em Rio Branco (AC)
  • Educação Ambiental e ERRD: Ações não Estruturais para Resiliência Comunitária em Jaboatão dos Guararapes (PE)
Veja neste link mais de 80 exemplos de boas práticas que podem ser aplicadas nas cidades pelo País.

Confira abaixo o vídeo sobre o curso de Boas Práticas em São Paulo:


Fonte:  Br 61

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quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Prazo para complementação da documentação pelos requisitantes do auxílio para gratuidade de transporte público de idosos se encerra nesta sexta-feira (16)

imagem: arquivo / reprodução

Ao todo, serão disponibilizados R$ 2,5 bilhões em recursos da União para reduzir os efeitos da elevação do preço do petróleo, combustíveis e derivados no transporte público coletivo urbano de passageiros.




Termina nesta sexta-feira (16) o prazo para estados, municípios e Distrito Federal complementarem a documentação para a solicitação de recursos do Auxílio Emergencial à Gratuidade das Pessoas Idosas no Transporte Público Coletivo Urbano.

O Ministério do Desenvolvimento Regional alerta para a necessidade de que os entes solicitantes fiquem atentos a necessidade de complementação de documentos exigidos para a liberação dos recursos. A conferência da documentação deve ser feita na Plataforma +Brasil.

Para o enquadramento das propostas, é preciso que seja anexada na Plataforma +Brasil a autodeclaração do solicitante confirmando possuir serviço regular em operação de transporte público urbano de passageiros. A ausência da autodeclaração, até o dia 16 de setembro, implicará no não enquadramento do plano de ação, conforme previsto na Portaria Interministerial MDR/MMFDH nº 09, de 26 de agosto de 2022.

Foram recebidas 797 propostas para a solicitação de recursos. Do total, 777 planos de ação foram enviados por prefeituras, 19 por governos estaduais e um pelo Governo do Distrito Federal. Confira a lista completa aqui (estados) e aqui (municípios).

Serão destinados ao auxílio R$ 2,5 bilhões em recursos da União. O montante deverá ser aplicado, exclusivamente, para auxiliar no custeio da gratuidade de maiores de 65 anos em sistemas regulares de transporte público coletivo urbano, semiurbano ou metropolitano e terão função de complementariedade aos subsídios tarifários, subsídios orçamentários e aportes de recursos de todos os gêneros concedidos pelos estados, Distrito Federal e pelos municípios e aos demais custeios do sistema de transporte público coletivo suportados por esses entes. A ação foi instituída por meio da Emenda Constitucional nº 123/2022.

A execução dos recursos será descentralizada, por meio de transferências da União a órgãos vinculados, municípios, estados e ao Distrito Federal. Os entes federativos serão responsáveis pelo uso e distribuição dos recursos aos prestadores de serviços, observando o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão do transporte público coletivo e as diretrizes da modicidade tarifária.

O enquadramento final das solicitações, com o devido cálculo da distribuição dos valores aos entes federativos elegíveis, será efetivado até 21 de setembro – a fórmula da operação está disponível no Anexo I da íntegra da portaria. A lista final será publicada no dia 23 de setembro.

Para que os valores possam ser efetivamente repassados, municípios, estados e o Distrito Federal deverão assinar um Termo de Adesão até 28 de setembro, que fixará o valor a ser transferido, além de condicionantes para a efetivação do repasse. O documento ficará disponível para ser assinado eletronicamente na Plataforma +Brasil. O Termo de Adesão deverá ser inteiramente publicado em Diário Oficial ou outro meio de comunicação oficial.

O repasse de recursos aos entes federativos começará a ser efetuado a partir do dia 30 de setembro. A data-limite de transferências do Auxílio pela União é 31 de dezembro deste ano. Todas as movimentações de saídas de valores poderão ser classificadas e identificadas. Essas informações serão disponibilizadas para acompanhamento, prestação de contas e fiscalização.

Fonte:  Br 61

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segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Sarau do corpo

imagem: arquivo / reprodução

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Nome do grupo: Slam do Corpo

Classificação indicativa: 15 a 17 anos
Duração:90 min.
Formato da apresentação: Presencial

Projeto: Dia Nacional dos Surdos

Acessibilidade: LIBRAS



Sarau do Corpo é um evento cultural onde os poetas surdes e ouvintes podem se expressar ou manifestar artisticamente. Convidamos três pares de poetas surdes e ouvintes para expressarem suas poesias em Libras e em português. O evento será realizado em celebração ao Dia Nacional dos Surdos que é comemorado no dia 26 de setembro.

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Fonte: 
Biblioteca Pública Raimundo de Menezes

Av. Nordestina, 780 – São Miguel Paulista

08021-000 – São Paulo, SP

tel.: (11) 2297-4053.

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segunda-feira, 18 de abril de 2022

Plano Nacional de Resíduos Sólidos determina encerramento de todos lixões até 2024

imagem: arquivo / reprodução

***Documento, instituído por decreto, faz diagnósticos da situação do país e traz metas e diretrizes para modernizar a gestão de resíduos sólidos.




O Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares) determina o encerramento de todos os lixões do país até 2024. Aguardado desde 2010, o documento instituído pelo Decreto 11.043/2022 faz diagnósticos da situação do país e traz metas e diretrizes para modernizar a gestão de resíduos sólidos e para que sejam colocados em prática os objetivos previstos na Lei 12.305/2010.

O Planares foi elaborado por meio de Acordo de Cooperação com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), sob a coordenação da Secretaria de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente.

O presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho, destaca a importância da aprovação do Planares para os gestores.

"O Planares estabelece o direcionamento para que todos os responsáveis pela gestão de resíduos no país possam se guiar na tomada de decisão e definição dos caminhos a seguir, para que a gestão de resíduos sólidos possa avançar de forma a superar o déficit atual e proporcionar a transição de um modelo, ainda um tanto quanto ultrapassado, para um sistema de gestão de resíduos do século 21."

Metas
Além da meta de encerrar todos os lixões do país até 2024, o Planares também determina a crescente recuperação dos resíduos, com uma taxa de reaproveitamento de 50% nos próximos 20 anos. Dessa forma, metade do lixo gerado deverá passar por reciclagem, compostagem, biodigestão ou recuperação energética. Segundo a Abrelpe, atualmente, apenas 3% dos resíduos sólidos urbanos são recuperados.

O presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho, destaca outras metas do Planares.

"Temos metas também para assegurar a sustentabilidade econômico-financeira da gestão de resíduos; metas de evolução da coleta seletiva, da logística reversa, da inclusão de catadores."

Metas estabelecidas pelo Planares:

  • Aumentar a sustentabilidade econômico-financeira do manejo de resíduos pelos municípios;
  • Aumentar a capacidade de gestão dos municípios;
  • Eliminar práticas de disposição final inadequada e encerrar lixões e aterros controlados;
  • Reduzir a quantidade de resíduos e rejeitos encaminhados para disposição final ambientalmente adequada;
  • Promover a inclusão social e emancipação econômicas de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis;
  • Aumentar a recuperação da fração seca dos RSU;
  • Aumentar a reciclagem da fração orgânica dos RSU;
  • Aumentar a recuperação e aproveitamento energético de biogás de RSU;
  • Aumentar a recuperação e aproveitamento energético por meio de tratamento térmico de RSU;
  • Aumenta a reciclagem dos resíduos da construção civil;
  • Aumentar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos de serviço de saúde.
Diagnósticos
De acordo com o Planares, o "crescimento acelerado e desordenado das cidades brasileiras, associado ao crescimento populacional e ao consumo, em larga escala, de produtos industrializados e descartáveis, tem causado um aumento expressivo da quantidade de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)".

"No entanto, nem todo volume gerado é coletado, devido à insuficiência do serviço de coleta, associada à baixa consciência sanitária e ambiental da sociedade, que ainda descarta seus resíduos de forma inadequada."

Segundo o Planares, é difícil mensurar a massa gerada de resíduos sólidos urbanos, uma vez que eles são gerados de forma difusa e descartados de maneira inadequada nas vias públicas, nos rios, nos terrenos baldios ou até mesmo queimado a céu aberto. E muitas vezes, parte desses resíduos são levados pelas águas das chuvas e vão parar nos rios e mares.

Só é possível mensurar a quantidade de lixo gerado ao considerar a massa coletada pelos serviços de varrição de vias públicas, limpeza de sistemas de drenagem, capina e poda e coleta domiciliar.

Segundo o gráfico do Planares, houve um aumento na geração de RSU em todas as regiões do país, entre 2017 e 2018. De acordo com o Panorama da Abrelpe de 2021, 40% do total de resíduos coletados são destinados inadequadamente para aterros controlados e lixões a céu aberto, um total  de 30,3 milhões de toneladas por ano. Essa quantidade seria suficiente para encher 765 estádios do Maracanã, com impacto direto no meio ambiente e na saúde de 77,5 milhões de pessoas.


"O diagnóstico é um instrumento da maior importância, pois traz justamente a linha de base, o ponto de partida, para toda a estratégia a ser desenvolvida ao longo do documento. Esse é o primeiro compilado com dados gerais que essa abrangência elaborado no país", comenta Carlos Silva Filho.

A edição mais recente do Panorama dos Resíduos Sólidos da Abrelpe mostra que a fração orgânica é a principal componente dos RSU, com 45,3%, o que representa pouco mais de 37 milhões de toneladas por ano. Já os materiais recicláveis secos compreendem 35% de todo o resíduo gerado, ou 27,8 milhões de toneladas por ano, compostos principalmente por plásticos (16,8%), papel e papelão (10,4%), além dos vidros (2,7%), metais (2,3%) e embalagens multicamadas (1,4%). Os rejeitos, como materiais sanitários, por exemplo, correspondem a 14,1%. Os demais são resíduos têxteis, couros e borrachas (5,6%) e outros resíduos não especificados (1,4%).

Fonte: Br61

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