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sábado, 7 de junho de 2025

Porto de Parintins (AM) recebe novos módulos flutuantes e reforça operações no Festival Folclórico

imagem: Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte (IP4) - Foto: DNIT / reprodução

***O empreendimento terá investimento de quase R$ 7 milhões. A expectativa é de que sejam recebidos mais de 170 mil turistas durante o evento.

A Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte do município amazonense de Parintins, a 370 km de Manaus, contará com a substituição de dois módulos flutuantes intermediários. O empreendimento terá investimento de quase R$ 7 milhões.

De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), responsável pela obra, a iniciativa visa garantir segurança e eficiência nas operações portuárias no período que antecede a 58ª edição do Festival Folclórico – considerado um dos maiores eventos culturais do país. A expectativa é de que sejam recebidos mais de 170 mil turistas entre 22 e 29 de junho.

Além disso, o terminal é apontado como a principal porta de entrada de suprimentos para Parintins – como alimentos, medicamentos e outros insumos essenciais. A cidade, que tem aproximadamente 102 mil habitantes, fica situada às margens do Rio Amazonas e depende do transporte hidroviário.

Segundo o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação do MPor, Dino Antunes, as ações devem beneficiar não apenas os trabalhadores que atuam no terminal, mas também os passageiros, já que o local vai oferecer condições mais seguras e confortáveis. "A nossa prioridade é garantir segurança e eficiência nas operações, principalmente em municípios que, como Parintins, dependem majoritariamente do transporte hidroviário para se conectar e se manter abastecidos", pontua.

"Garantir que o terminal esteja plenamente operacional neste momento é essencial para que Parintins consiga receber bem os turistas e manter o abastecimento regular da população local", complementa Antunes.

Para o chefe administrativo do Porto de Parintins, Wilhames Corrêa, a estrutura flutuante é essencial para acomodar as variações do nível do Rio Amazonas.

"Nesse sentido, a manutenção preventiva é de extrema importância para a continuidade do funcionamento do porto. Evita que ele fique fechado por um tempo muito prolongado, o que causa inúmeros transtornos para a população. Então, esse investimento na manutenção preventiva das balsas intermediárias é relevante, principalmente estando na véspera do Festival Folclórico de Parintins, quando o fluxo fica intenso", destaca Corrêa.

Em meio às obras, foi disponibilizada uma balsa de apoio para garantir a continuidade das operações essenciais. Na prática, isso evita interrupções no transporte de pedestres e cargas.

Projeção para 2025
Wilhames Corrêa estima que, ao longo deste ano, o terminal movimente mais de 650 mil passageiros e 135 mil toneladas de mercadorias, distribuídas em cerca de 7 mil embarcações. O volume corresponde a um aumento de aproximadamente 4% no fluxo de passageiros e de 12,5% no volume de cargas, na comparação com 2024.

"Apenas na semana do festival, estima-se que 40 mil pessoas e 13 mil toneladas de mercadorias sejam transportadas em mais de 250 embarcações", pontua.

Movimentação portuária
Dados divulgados pelo MPor revelam que, no ano passado, o terminal recebeu 625.433 passageiros. Esse número representa um acréscimo de cerca de 9%, ante 573 mil registrados no ano anterior.

Em relação ao volume de mercadorias, também houve aumento. Em 2024, foram 120 mil toneladas, enquanto em 2023, foram 103 mil toneladas, ou seja, uma elevação de aproximadamente 16,5%.

A quantidade de embarcações também seguiu a tendência de alta, ao passar de 4.346 em 2023 para 5.618 em 2024, o que representa um aumento de cerca de 29%.


Reportagem: Marquezan Araújo
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Alta do IOF pressiona empresas e acende alerta sobre crédito, consumo e investimentos

imagem: Freepik / reprodução

***Especialistas alertam que o aumento do imposto compromete o acesso ao crédito, impacta a competitividade e gera insegurança jurídica; medida deve pesar mais sobre pequenas e médias empresas.

Ainda no centro de uma polêmica entre governo, Congresso e setor produtivo, os decretos que aumentaram o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) seguem em vigor — ao menos por enquanto. Os Decretos nº 12.466 e nº 12.467, publicados em maio de 2025, introduziram mudanças significativas no tributo, afetando operações de crédito, câmbio e previdência privada.

A medida, tomada de forma unilateral e sem diálogo prévio com o Legislativo ou com representantes do setor, surpreendeu o mercado e gerou insegurança. Para a professora Virgínia Pinheiro, mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e docente da Universidade São Judas Tadeu, a falta de previsibilidade traz incertezas e desestimula o setor produtivo. Segundo ela, o impacto atinge desde os planejamentos operacionais das organizações até operações com cartão de crédito e débito em cooperativas de crédito.

"Uma operação de crédito mais cara desestimula a demanda por capital e, por consequência, também inibe investimentos privados, desestimula o consumo, impactando diretamente nessas operações", avalia Virgínia.

Impacto na Selic
Na avaliação de analistas da XP Investimentos, os efeitos da elevação do IOF equivalem a um aumento entre 25 e 50 pontos-base na taxa Selic.

A Selic — taxa básica de juros definida pelo Banco Central para controlar a inflação — influencia diretamente o custo dos empréstimos. Quando ela sobe, o crédito encarece, a tomada de recursos diminui e a pressão sobre os preços tende a cair. Na prática, o aumento do IOF produz um efeito semelhante, como explica a professora Virgínia.

"Observando o momento de desaceleração econômica, o IOF traz um impacto de um aumento indireto na taxa Selic. Ou seja, teria impacto relevante no custo das operações de crédito de empréstimo."

Pequenos negócios mais afetados
A elevação do IOF deve impactar de forma mais intensa as empresas de menor porte, como os microempreendedores individuais (MEIs) e os optantes pelo Simples Nacional. A professora Virgínia destaca que a mudança interfere diretamente em toda a estrutura de crédito:

"Por exemplo, pequenas empresas de cooperativas de crédito agora terão taxação. Assim também como operações de cartão de crédito, de débito, no contexto internacional, também com alterações de aumento da taxa do IOF, portanto resulta-se em impactos significativos."

Para empresas do Simples Nacional, a alíquota máxima — que inclui a taxa fixa e a adicional — passará de 0,88% para 1,95%, mais que o dobro do valor anterior. Já os MEIs terão um aumento mais moderado: foi fixada para eles uma alíquota menor, de 0,38%, além da menor taxa prevista dentro do regime simplificado.

Outro ponto relevante é a equiparação do risco sacado — modalidade de crédito usada por grandes varejistas com seus fornecedores — às operações regulares de crédito. Antes informal e isenta do tributo, esse tipo de antecipação de recebíveis agora será tributado com IOF, o que pode elevar os custos para pequenos fornecedores envolvidos na cadeia.

Reação do setor privado
O aumento do IOF gerou forte reação do setor privado, que critica a medida e pede sua revisão. O principal receio é o impacto no custo do crédito, que pode inibir investimentos, comprometer a atividade econômica e dificultar o acesso a financiamentos.

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) também se posicionou contra a medida, afirmando que ela prejudica diretamente a sustentabilidade dos pequenos negócios. A entidade defende que, em vez de onerar ainda mais o crédito, o governo avance em reformas estruturais que reduzam o custo Brasil.

Diante da pressão, o Ministério da Fazenda admitiu a possibilidade de revisão e agendou uma reunião com líderes do Congresso para o próximo domingo (8). Enquanto não há uma definição, as alíquotas seguem como foram anunciadas em 22 de maio. Com a medida, o governo espera arrecadar R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.


Reportagem: Lívia Braz
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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sexta-feira, 6 de junho de 2025

Diálogos de Integração: Resiliência Climática

imagem: Rodrigo Hanna/MIDR / reprodução

***No episódio 9 do podcast, Marilene Nascimento, chefe de gabinete do MIDR e Juliana Moretti, diretora de articulação e gestão da Defesa Civil Nacional explicaram como a integração nacional e o desenvolvimento regional do Brasil estão alinhados aos parâmetros internacionais de direitos das mulheres.

Em março de 2025, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) participou da 69ª sessão da Comissão sobre a Condição da Mulher, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque. Entre as contribuições do MIDR à comunidade internacional, o painel "Mulheres na Linha de Frente da Resiliência Climática e Gestão de Riscos de Desastres" destacou a necessidade de integrar a perspectiva de gênero em todas as etapas da gestão de desastres.

Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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segunda-feira, 2 de junho de 2025

Rocks gerados por IA

imagem: arquivo / reprodução

***O Capítulo Rock desta semana é diferente.




Em vez das tradicionais bandas de rock, o programa vai abordar grupos que só existem dentro da imaginação dos criadores que lidam com plataformas de criação em inteligência artificial. Sim, são bandas fictícias, que possivelmente pela primeira vez serão tocadas numa emissora de rádio. Para entender um pouco mais dessa novidade a produção do Capítulo Rock chamou o especialista em IA Tadeu Sposito, que comanda as redes sociais do Senado e ministra oficinas sobre os dois temas em municípios de todo o país. Tadeu Sposito vai responder perguntas sobre a construção de músicas pela IA, e o avanço dessas ferramentas na vida cotidiana. Será que um dia teremos bandas artificiais "dominando os palcos"? Nosso convidado também será provocado sobre isso.


Músicas do Programa

- THE MENTAL FORGE - THE TIGER

- CAMELLAS – OASIS OF THE DARK

- LOS ANCESTROS – CAMINOS DE JAGUAR

- THE WALLS - THE SUN OF THE NIGHT

- TANGERINE – WAKE UP

- SABLE TEMPLE – MIRROR MADE OF SMOKE

- SMOKE SIGNALS – ONLY THE DRUMS REMEMBER

- BLACK HAVEN - SCORCHED HORIZON

- THE MIRAGEM - TREE FOR EMOTION (7ª MÚSICA)


Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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quinta-feira, 29 de maio de 2025

Jornal da tarde de 29 de maio de 2025

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Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Jornal da manhã de 29 de maio de 2025

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Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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quarta-feira, 28 de maio de 2025

Jornal da tarde

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Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog

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Notícia 2 Tá Sabendo

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Câmara debate criação do Dia Nacional do Associativismo e destaca impacto do modelo na economia brasileira

imagem: Tauan Alencar / CACB / reprodução

***Proposta busca instituir 15 de julho como data oficial para valorizar força que representa mais de 2 mil associações e responde por 70% dos empregos no país.




A Câmara dos Deputados realizou nesta terça-feira (27) uma audiência pública para discutir a criação do Dia Nacional do Associativismo, proposta que visa instituir o dia 15 de julho como data oficial em homenagem à fundação da Associação Comercial da Bahia, em 1811 — a primeira do sistema CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil). O encontro, promovido pela Comissão de Assuntos Econômicos, reuniu representantes de entidades empresariais de todo o país e parlamentares e marcou o início da tramitação de um projeto de lei sobre o tema.

Autor do requerimento e presidente da sessão, o deputado Luiz Gastão (PSD-CE) destacou que reconhecer o associativismo é essencial para valorizar os empreendedores brasileiros.

"Muitos dos empreendedores, principalmente do interior e pequenas empresas, se valeram do associativismo para poder ter acesso às informações que vão poder ajudar a desenvolver seu negócio, desenvolver sua cidade e desenvolver seu estado. E, por que não dizer também, desenvolver o país", afirmou. Segundo ele, trata-se de um setor presente em todos os municípios e responsável por quase 70% dos empregos no país, mas que recebe pouco apoio do governo.

O associativismo e o reflexo na sociedade
A proposta também foi defendida por líderes regionais das federações que compõem a CACB, entidade que reúne mais de 2 mil associações comerciais e empresariais, com atuação nos setores de comércio, indústria, serviços e agro. Para Valmir Rodrigues, presidente da Federação das Associações Comerciais de Minas Gerais, o associativismo é uma ferramenta concreta para o desenvolvimento de empresas e comunidades.

"Todo setor econômico e produtivo é importante. Comércio, serviço, agro, indústria e quando você tem tudo isso muito bem desenvolvido e participando ativamente da sua cadeia, você fortalece, você gera emprego, você qualifica emprego", afirmou. Valmir Rodrigues ainda defendeu que o modelo associativista fortalece negócios locais por meio da troca de experiências, capacitação e representatividade política.

O projeto também ganhou apoio da Frente Parlamentar do Empreendedorismo e de diversas associações de estados que estiveram representadas no evento, como as associações de Goiás, Santa Catarina, Paraíba, Espírito Santo e Pará.

Além de contribuir para o fortalecimento das empresas, o associativismo é um modelo  reconhecido por sua capacidade de impactar positivamente a sociedade como um todo, ao gerar emprego, qualificar mão de obra e promover o desenvolvimento regional. A criação de um dia nacional poderá ampliar a conscientização sobre o papel estratégico do associativismo na economia.


Reportagem: Lívia Braz
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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terça-feira, 27 de maio de 2025

Dengue grave: reconheça sintomas e evite complicações

imagem: jcomp/Freepik / reprodução

***Dor intensa na barriga, vômitos frequentes, tontura e sensação de desmaio e qualquer sangramento no nariz, gengivas e fezes são sinais de alerta para a dengue grave.




A dengue pode evoluir para formas graves que exigem atenção médica urgente. A campanha nacional de enfrentamento à dengue e outras arboviroses intensifica o alerta para os sinais que indicam que a doença está se agravando e reforça a importância de procurar imediatamente uma unidade de saúde para evitar hospitalizações e, principalmente, reduzir o risco de óbito. Reconhecer esses sinais é crucial para uma intervenção rápida e eficaz.

A progressão da dengue para um quadro grave pode ser silenciosa nos primeiros dias, mas alguns sintomas demandam atenção imediata.

Fabiano Geraldo Pimenta Junior, secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), destaca os principais sinais de alerta: "Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, tonteiras, queda de pressão, que a pessoa percebe que está acontecendo alguma coisa, que ela teve uma alteração da pressão. Isso é, se for sábado, se for domingo, se for à noite, não esperar a unidade de saúde, abrir na segunda-feira, é procurar uma emergência."

Sinais de alerta da dengue grave:

  • Dor intensa na barriga
  • Vômitos frequentes
  • Tontura ou sensação de desmaio
  • Sangramentos nas gengivas, nariz ou fezes
  • Cansaço e/ou irritabilidade
  • Dificuldade de respirar
O secretário adjunto também enfatiza a vulnerabilidade de alguns grupos: "A gente chama a atenção, para aquelas pessoas que têm diabetes, hipertensão, idosos. Para aquelas pessoas que têm alguma doença que nós chamamos de doenças com problemas no sistema imunológico, então, é muito importante que isso seja observado, porque esses sinais de alertas exigem um cuidado muito mais urgente."

Ao identificar qualquer um desses sinais de alerta, a recomendação é clara: não espere e procure imediatamente um serviço de urgência, como uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou um hospital. O tempo é um fator fundamental para evitar complicações graves e aumentar as chances de recuperação.

A busca por atendimento médico já nos primeiros sintomas da dengue também é essencial  para tratamento adequado e para evitar que a doença evolua para formas graves. Conforme orienta Fabiano Pimenta: "Ao sentir febre, dor no corpo ou nas articulações, procure a unidade de saúde para uma primeira avaliação."

Para mais informações, acesse gov.br/mosquito ou ligue para o OuvSUS no 136.


Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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