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sexta-feira, 12 de setembro de 2025

IPCA de agosto registra deflação de 0,11% puxada por energia, alimentos e transportes



***Dados divulgados pelo IBGE mostram que a inflação recuou em agosto. Regionalmente, Vitória registrou a maior alta, enquanto Goiânia e Porto Alegre tiveram as maiores quedas no mês.

imagem: Valter Campanato/Agência Brasil / reprodução



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo IBGE, registrou queda de 0,11% em agosto, a primeira deflação do ano. O resultado foi influenciado principalmente pelos grupos Habitação (-0,90%), Alimentação e bebidas (-0,46%) e Transportes (-0,27%), que juntos retiraram 0,37 ponto percentual do índice geral.

Na energia elétrica, o recuo foi de 4,21% em função do bônus de Itaipu, creditado nas faturas de agosto. No grupo alimentação, os destaques foram as quedas do tomate, batata-inglesa, cebola, arroz e café Já nos transportes, os preços de gasolina, etanol e passagens aéreas tiveram retração.

O conselheiro do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), Guidi Nunes, avalia que o alívio em agosto foi condicionado a fatores específicos. "Assim, o fator principal que pesou nessa influência foi o fator habitação, particularmente energia, que é o bônus de Itaipu. Na parte de energia, teve um desconto de 4,2%, que é só para agosto. Não vai ter, em setembro, esse desconto, então ela volta à normalidade", aponta.

Com o resultado, o IPCA acumula alta de 3,15% no ano e 5,13% em 12 meses.

Para o conselheiro, trata-se de um quadro positivo: "Esse cenário todo, inflacionário brasileiro é um cenário benigno. O Banco Central ainda tem uma taxa de juros alta, perseguindo a meta de inflação de 3%, sendo que o teto é 4,5%, e a inflação tem ficado, nos últimos seis anos, na faixa de 5%."

IPCA: diferenças regionais  

O comportamento do IPCA em agosto variou entre as capitais (ver tabela abaixo). Vitória (ES) foi a que apresentou a maior alta, de 0,23%, puxada por energia elétrica e taxa de água e esgoto. Já Porto Alegre (RS) e Goiânia (GO) tiveram as maiores quedas, ambas de -0,40%, influenciadas pela retração nos preços da energia e da gasolina.

O gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, reforçou essas variações. "Em termos de regionais, a maior variação do IPCA foi em Vitória, com alta de 0,23%, e a menor em Goiânia e Porto Alegre, com queda de 0,40%. 

Região Peso Regional (%) Variação (%) Variação Acumulada (%)
Julho Agosto Ano 12 meses
Vitória 1,86 0,10 0,23 3,56 5,30
Brasília 4,06 0,01 0,11 3,37 4,93
São Paulo 32,28 0,46 0,10 3,57 5,61
Fortaleza 3,23 0,11 -0,07 3,09 5,01
Curitiba 8,09 0,33 -0,07 3,33 5,46
Rio Branco 0,51 -0,15 -0,08 1,95 4,78
Salvador 5,99 0,02 -0,08 2,94 4,94
Belém 3,94 -0,04 -0,15 3,19 5,33
Recife 3,92 0,32 -0,24 3,09 4,58
Aracaju 1,03 0,28 -0,26 3,48 4,60
Belo Horizonte 9,69 0,22 -0,26 3,34 5,25
São Luís 1,62 -0,02 -0,27 2,60 4,88
Campo Grande 1,57 -0,19 -0,28 2,26 4,68
Rio de Janeiro 9,43 0,24 -0,34 2,35 4,63
Goiânia 4,17 -0,14 -0,40 1,68 4,85
Porto Alegre 8,61 0,41 -0,40 3,18 4,29
Brasil 100,00 0,26 -0,11 3,15 5,13

Fonte: IBGE

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.


Reportagem: Mariana Ramos
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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MACEIÓ (AL): Associação Comercial e Sebrae impulsionam micro e pequenas empresas locais



***Nova estrutura de atendimento da ACMaceió, em parceria com o Sebrae, oferece orientação, capacitação e consultoria para fortalecer negócios em Alagoas.

imagem: acervo ACMaceió / reprodução



Em um estado onde micro e pequenas empresas representam quase 95% dos negócios ativos, ter apoio especializado faz toda a diferença. A Associação Comercial e Empresarial de Maceió (ACMaceió) reforça esse papel com a inauguração do projeto Parceiro Sebrae em sua sede, oferecendo serviços voltados para o desenvolvimento e fortalecimento de empresários e empreendedores da região.

Segundo dados da Junta Comercial de Alagoas (Juceal), existem 284,9 mil micro e pequenas empresas ativas no estado, sendo 180,6 mil microempreendedores individuais (MEIs), 88 mil microempresas (MEs) e 15,8 mil empresas de pequeno porte (EPPs). Além disso, algumas dessas empresas já expandiram sua atuação pelo país, com 400 MEs e 335 EPPs registradas em filiais fora do estado.

Rede de suporte

O novo ponto de atendimento do Sebrae na ACMaceió oferece serviços que vão do planejamento empresarial à consultoria de crédito, passando por orientação para MEIs e estratégias de marketing e gestão. "Nosso objetivo é criar um ambiente propício para que empresários e empreendedores prosperem, com suporte técnico, capacitação e informações estratégicas para crescer de maneira sustentável", explica Kennedy Calheiros, presidente da ACMaceió e da Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas (Federalagoas).

 A parceria com o Sebrae permite que micro e pequenas empresas tenham acesso a serviços que, muitas vezes, são difíceis de conseguir de forma isolada.

 Entre os principais atendimentos oferecidos estão:

 • Orientações para MEI: capacitação e apoio contínuo para microempreendedores individuais.
 • Planejamento Empresarial: estratégias para organização e crescimento sustentável do negócio.
 • Consultoria de Crédito: facilitação de acesso a linhas de crédito e financiamento.
 • Marketing e Consultorias Especializadas: auxílio em posicionamento de marca e fortalecimento da presença no mercado.

Integração e associativismo como motores do desenvolvimento

Fundada em 1931, a Associação Comercial e Empresarial de Maceió (ACMaceió) reúne hoje mais de 400 associados, entre indústrias, empresas de comércio, serviços e pequenos negócios. Mais que representação de classe, a entidade tornou-se um espaço de integração econômica e social, que ajuda empresários a se desenvolverem e também repercute na qualidade de vida da população.

A ACMaceió integra a Federalagoas, que por sua vez representa o estado na Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). A Confederação é considerada a maior rede independente de representação empresarial do país: reúne mais de 2,3 mil associações em todos os estados, alcançando cerca de 175 milhões de pessoas em setores como comércio, indústria, serviços e agro.

Para Alfredo Cotait, presidente da CACB, o associativismo brasileiro tem uma força única justamente porque nasce nas bases locais. "Diferente das centrais sindicais, nosso sistema é independente e construído de baixo para cima, com base nas lideranças locais. Somos a maior rede capilar independente do Brasil", destaca.

Cotait reforça que ouvir e integrar as demandas das associações de cada município é o que dá sentido ao movimento. "O nosso sistema é associativo, capilar e único no Brasil, cujas lideranças estão na base. As demandas vêm dessa base para que nós, das federações e da Confederação, possamos representá-los. Precisamos ouvi-los e precisamos que conversem entre si", completa.

Associativismo como futuro coletivo

Mais do que garantir conquistas individuais às empresas, o associativismo gera empregos, estimula o empreendedorismo e fortalece a economia. Como resume o presidente da ACMaceió, Kennedy Calheiros: "sozinho pode-se até ir mais rápido, mas é em conjunto que os empresários conseguem ir mais longe – e transformar a realidade de uma cidade, de um estado e de um país inteiro."



Reportagem: Lívia Braz
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog /Br 61

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Municípios gastaram R$ 57,4 bilhões acima do piso constitucional em saúde em 2024, aponta CNM



***Estudo revela que despesas com saúde consumiram 21,6% da receita municipal no ano passado, bem acima dos 15% exigidos por lei, e resultaram em déficit de R$ 3 bilhões na Média e Alta Complexidade.

imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil / reprodução



Os municípios brasileiros estão arcando cada vez mais com os custos da saúde pública, em especial no atendimento de Média e Alta Complexidade (MAC). Segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), em 2024, os municípios aplicaram, em média, 21,6% das receitas correntes líquidas de impostos em ações e serviços públicos de saúde, percentual bem acima do piso constitucional de 15%.

Em termos absolutos, a despesa municipal com saúde somou R$ 160,6 bilhões no ano passado, o que representa um crescimento de 4,1% em relação a 2023. Do total, R$ 57,4 bilhões correspondem a valores aplicados acima do mínimo exigido, evidenciando o esforço adicional dos gestores locais para manter os serviços.

A sobrecarga financeira, no entanto, vem comprometendo a sustentabilidade fiscal dos municípios. Em 2024, a maior parte dos custos do MAC foi bancada por recursos próprios de impostos e transferências municipais (50,3%), o que gerou um déficit operacional acumulado de aproximadamente R$ 3 bilhões.

O envelhecimento da população e o consequente aumento da incidência de doenças crônicas, entre outros fatores, têm impulsionado o crescimento dos gastos em saúde nas últimas décadas, impondo grandes desafios à gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, a CNM analisou os dados municipais de despesas com Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) do Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) e apresentou os percentuais médios de aplicação em saúde pelos municípios de cada estado, na tabela abaixo.

UF Municípios que enviaram o SIOPS Cumprimento do mínimo Cumprimento do mínimo (%) Percentual médio aplicado
  2024 2023 2024 2024 2023 2024
AC 22 21 22 100,0% 17,3% 16,0%
AL 102 102 99 97,1% 20,7% 18,0%
AM 62 61 60 96,8% 20,9% 19,7%
AP 13 12 13 100,0% 17,7% 20,6%
BA 415 415 413 99,5% 22,0% 19,7%
CE 184 184 184 100,0% 24,8% 23,3%
ES 73 73 73 100,0% 22,3% 21,3%
GO 244 242 244 100,0% 22,2% 21,9%
MA 216 216 211 97,7% 20,8% 20,3%
MG 838 838 832 99,3% 23,5% 21,8%
MS 79 79 79 100,0% 23,8% 23,6%
MT 139 139 139 100,0% 23,9% 23,2%
PA 139 139 138 99,3% 20,3% 19,8%
PB 221 220 219 99,1% 22,6% 20,0%
PE 184 184 182 98,9% 24,1% 20,5%
PI 223 222 218 97,8% 19,3% 18,5%
PR 377 375 377 100,0% 24,8% 23,8%
RJ 86 85 85 98,8% 25,3% 24,6%
RN 164 163 164 100,0% 25,2% 23,7%
RO 52 52 51 98,1% 24,3% 22,1%
RR 14 13 13 92,9% 17,7% 17,5%
RS 471 471 469 99,6% 21,9% 20,8%
SC 276 276 276 100,0% 21,7% 21,0%
SE 75 75 73 97,3% 19,5% 18,1%
SP 635 634 635 100,0% 27,3% 25,1%
TO 139 137 134 96,4% 19,4% 18,2%
BR 5.443 5.428 5.403 99,3% 23,1% 21,6%

Fonte: Siops/Elaboração: Confederação Nacional dos Municípios (CNM)

A tabela mostra que, em 2024, 99,3% do total de 5.428 dos municípios que declararam seus dados ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops) cumpriram o limite mínimo constitucional de aplicação em ASPS. Em 11 estados, todos os municípios atingiram integralmente o piso exigido para a área. Os maiores percentuais médios de investimento foram registrados em São Paulo (25,1%), Rio de Janeiro (24,6%) e Paraná (23,8%).

Em relação aos estados e ao Distrito Federal, todos cumpriram o limite mínimo constitucional de 12% da Receita Corrente Líquida (RCL) em ASPS. Em 2024, a média de aplicação foi de 14,7% das receitas, o que representa R$ 19,3 bilhões acima do piso legal. Apesar de atender à exigência constitucional, os dados mostram que os investimentos adicionais refletem a dificuldade de ampliar a capacidade de resposta dos sistemas estaduais de saúde.

"Essa situação gera repercussões negativas em outras áreas cruciais da gestão municipal, como a Atenção Primária à Saúde, que pode sofrer com a limitação de investimentos e o redirecionamento de recursos para cobrir déficits em outros níveis de atenção", afirmou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

A entidade reforça a urgência na revisão dos critérios de financiamento do SUS, apontando que a atual distribuição de custos, concentrada nos municípios, compromete os princípios de universalidade e equidade.


Reportagem: Déborah Souza
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Círio Musical 2025: com atração internacional, evento deve reunir 100 mil pessoas em Belém (PA)


***Iniciativa traz grandes atrações da música católica para a cidade; coordenadora da produção artística do evento destaca importância do patrocínio do Banco da Amazônia.

imagem: arquivo / reprodução



Reunindo cultura, fé, adoração e música, o Círio Musical 2025 – tradicional evento católico de Belém (PA) – deve atrair um público estimado em 100 mil pessoas, segundo a organização. A programação contará com 14 apresentações, entre os dias 12 e 25 de outubro, na Concha Acústica da Praça Santuário.

Patrocinado pelo Banco da Amazônia, o evento leva ao público shows de grandes artistas da música católica, tanto para os moradores da capital quanto para os turistas que participam da Festividade de Nossa Senhora de Nazaré, um dos maiores encontros religiosos do mundo.

A abertura ficará por conta do grupo Anjos de Resgate, e a programação inclui ainda a participação internacional de Junior Chu, cantor, compositor e missionário católico sul-coreano (confira a programação completa abaixo).

Para a coordenadora de produção artística do Círio Musical 2025, Helena Guerra Shalon, o evento tem papel fundamental na difusão da música católica e no fortalecimento do Círio.

"O Círio Musical é um grande evento da música – considerado o maior do Norte, em quantidade de dias. Tem a presença dos nomes mais fortes da música católica, muitos dos quais as paróquias já não conseguem trazer devido aos altos custos, de passagem, hospedagem, tudo mais. O Círio Musical traz essa marca de grandes atrações. E o público tem participação importantíssima, porque há uma devolutiva muito forte do público em cada apresentação", ressalta.

Segundo Helena, a realização só é possível graças ao apoio de patrocinadores, como do Banco da Amazônia. "A igreja não tem esse recurso próprio. Então, vai atrás dos patrocínios. E o Banco da Amazônia vem ajudando já há alguns anos, participando. Para nós, é uma grande honra ter uma grande instituição favorecendo que tantos e tantas tenham essa experiência de fé, de amor, de paz", avalia. 

Papel ambiental e social do evento

O Círio Musical também reforça o compromisso do Banco da Amazônia com a sustentabilidade. Durante as apresentações, será feita a coleta seletiva de garrafas PET, copos e latas de alumínio, em parceria com cooperativas de catadores e voluntários.

Além disso, o evento promove campanhas solidárias e ações beneficentes voltadas ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade social.

Círio de Nazaré

A Festividade de Nossa Senhora de Nazaré – Círio de Nazaré tem 232 anos de história e reúne cerca de 2 milhões de peregrinos, apenas no dia principal da Romaria.

O Círio é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Círio Musical 2025: programação

  • Dia 12/10/2025 (Domingo) – Anjos de Resgate;
  • Dia 13/10/2025 (Segunda-feira) – Eliana Ribeiro;
  • Dia 14/10/2025 (Terça-feira) – Semente do Verbo Vida e Cruz;
  • Dia 15/10/2025 (Quarta-feira) - Dunga;
  • Dia 16/10/2025 (Quinta-feira) – Thiago Brado;
  • Dia 17/10/2025 (Sexta-feira) – Junior Chu;
  • Dia 18/10/2025 (Sábado) – Missionário Shalom;
  • Dia 19/10/2025 (Domingo) – Flávio Vitor;
  • Dia 20/10/2025 (Segunda-feira) – Ministério Seráfico;
  • Dia 21/10/2025 (Terça-feira) - Rosa de Saron;
  • Dia 22/10/2025 (Quarta-feira) – Adoração a Vida;
  • Dia 23/10/2025 (Quinta-feira) – Tony Alysson;
  • Dia 24/10/2025 (Sexta-feira) - Adriana Arydes;
  • Dia 25/10/2025 (Sábado) - Pe. Cavalcante.


Reportagem: Bianca Mingote
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Indústria completa nove meses sem confiança, aponta pesquisa da CNI


***Em setembro, ICEI marcou 46,2 pontos, indicando piora na percepção sobre cenário atual. Mas expectativas avançam levemente.

imagem: Agência de Notícias da Indústria / reprodução



A confiança do empresário industrial segue em queda. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado nesta quinta-feira (11), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou 46,2 pontos em setembro de 2025, praticamente estável em relação a agosto (46,1), quando atingiu o pior nível do ano. O resultado mantém o indicador abaixo da linha dos 50 pontos pelo nono mês consecutivo, sinalizando pessimismo no setor.

Segundo Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, essa relativa estabilidade esconde movimentos opostos nos componentes do índice. "O índice aumentou 0,1 ponto, mas continua abaixo da linha divisória, que separa confiança de falta de confiança, que acontece desde o início do ano", afirma.

Enquanto a percepção sobre as condições atuais da economia e dos negócios piorou, o índice de expectativas teve leve alta. "A avaliação das condições ocorrentes da atividade, da economia brasileira, que já vinha negativa, piorou. Já com relação às expectativas, elas seguem pessimistas quando se fala de economia brasileira, seguem bastante moderadas quando se fala da economia. Melhoraram um pouco na passagem de agosto para setembro", explica o economista.

Azevedo ressalta que a taxa de juros elevada é um dos fatores que vêm contaminando a confiança do setor desde o começo de 2025. Segundo o especialista, isso tende a se refletir de forma mais concreta nas decisões do mercado. "O empresário com confiança tende a aumentar sua produção, tende a contratar, a investir mais e acontece ao contrário no momento atual com a falta de confiança, ele tende a reduzir sua produção, a adiar decisões de investimento e de contratação", destaca.

De acordo com Azevedo, o cenário ainda é de cautela. "As expectativas seguem pessimistas quando se fala de economia brasileira. Elas melhoraram um pouco na passagem de agosto para setembro, mas o diagnóstico continua sendo o mesmo, de uma expectativa negativa de economia brasileira e uma moderação nas expectativas para a própria empresa", completa

A pesquisa consultou 1.150 empresas, sendo 460 de pequeno porte, 418 de médio porte e 272 de grande porte, entre os dias 1º e 5 de setembro. O ICEI é realizado mensalmente.


Reportagem: Déborah Souza
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Pix: novas regras para agilizar devolução de valores em casos de golpes



***Banco Central amplia funcionalidades do Mecanismo Especial de Devolução, que permitirá contestação direta pelo aplicativo do banco e recuperação de recursos, mesmo após transferência para outras contas.

imagem: arquivo / reprodução



O Banco Central anunciou mudanças nas regras do Pix que vão facilitar a devolução de valores em casos de golpes, fraudes ou crimes de coerção. A partir de 1º de outubro, os clientes poderão contestar transações suspeitas diretamente pelo aplicativo do banco, sem precisar recorrer a centrais de atendimento. O recurso será integrado ao ambiente Pix e promete dar mais rapidez ao bloqueio de valores.

Outra inovação será a possibilidade de recuperar o dinheiro mesmo quando o fraudador já tiver transferido para outras contas. O Mecanismo Especial de Devolução (MED) passará a rastrear o caminho dos recursos e compartilhar essas informações entre os bancos envolvidos. Assim, aumentam as chances de que as vítimas recebam de volta, total ou parcialmente, os valores.

A advogada Ana Francisca Carvalho, especialista em sistema bancário, avalia que as novas regras do MED aumentam as chances de recuperação de valores em casos de golpes, mas ressalta que a agilidade do cliente continua sendo o fator decisivo. "O Pix cai de forma imediata na conta do recebedor e os fraudadores possuem como prática a evasão do dinheiro, seja por meio de transferências sequenciais ou até mesmo saque. Com a atualização, aumentam as chances, pois é propiciado um rastreamento mais abrangente que permite recuperar esse dinheiro, mesmo que o fraudador o transfira para outras contas sequencialmente em até cinco níveis, ou seja, a primeira transação e mais quatro eventualmente realizadas pelos fraudadores", explica.

Criado em 2021, o MED pode ser acionado apenas em situações de fraude comprovada ou falhas operacionais das instituições financeiras. O recurso não se aplica a desacordos comerciais, transações entre terceiros de boa-fé ou casos em que o próprio pagador envia o Pix para a chave errada por engano.

Em casos comprovados de fraude ou falha operacional das instituições financeiras, o cliente pode acionar o MED desde que o pedido seja feito em até 80 dias após a transação. Hoje, a devolução é possível apenas se ainda houver saldo na conta usada no golpe, o que limita a recuperação, já que criminosos costumam esvaziar rapidamente esses recursos.

Com as novas regras, o Banco Central espera ampliar a identificação de contas usadas em fraudes, desestimular práticas criminosas e aumentar a efetividade da devolução de valores.

Segundo o BC, a devolução poderá ocorrer em até 11 dias após a contestação. Essa funcionalidade entra em operação de forma facultativa em 23 de novembro e se tornará obrigatória a partir de 2 de fevereiro de 2026.

Sobre a contestação direta via aplicativo, a especialista destaca que a medida facilita o início do processo e pode aumentar as chances de sucesso. "O tempo de resposta, na verdade, permanece o mesmo. A questão é que, com a otimização da contestação, aumentam-se as chances de localização dos valores. Como toda funcionalidade facilitadora, no entanto, há o risco de aumento de pedidos infundados, sendo indispensável que haja critério por parte dos clientes quanto à função principal do MED, que é a devolução de recursos para as vítimas de fraudes, golpes ou coerção", alerta.

A advogada acrescenta ainda que o rastreamento de transferências para contas secundárias deve inibir a atuação dos criminosos. "O rastreamento de transferências para contas secundárias dificulta que os fraudadores atuem na evasão do dinheiro, porque não se rastreará apenas a transação feita pelo contestante, mas eventuais transferências sequenciais feitas pelos fraudadores em cadeia. Com isso, há um aumento de chances de êxito na recuperação dos valores e rastreamento dessas contas que receberão quantias referentes a golpes, fraudes ou coerção, o que aumenta a segurança do sistema como um todo", conclui.


Reportagem: Déborah Souza
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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