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sexta-feira, 14 de março de 2014

Pra fechar a semana... Durma com este barulho!

 
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Um mês inteiro de comemoração para as mulheres.

 
 
DIA INTERNACIONAL DA MULHER, E, UM MÊS INTEIRO DE COMEMORAÇÕES.
 
EVENTO NA ZONA LESTE.
 
 
Mulheres produzindo autonomia
Feira de artesãs e economia solidária, serviços do CAT móvel para mulheres, testes rápidos de saúde, oficinas, roda de conversa, atividades culturais da região.
Parceria: Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho Empreendedorismo; Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras/Subprefeitura de São Miguel; Supervisão de Saúde de São Miguel - Coordenadoria Regional de Saúde Leste da Secretaria de Saúde do Município; Sociedade Amigos de Vila Mara; Fórum de Mulheres pela não violência de São Miguel; Rede Criança de Combate à Violência Doméstica; Movimento de Mulheres do Consab.s; Centro de Defesa da Mulher - Maria da Penha; Escola de Samba União das Vilas e Mocidade Amazonense; SPTuris
Horário: 10h às 16h
Zona Leste
Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra (Praça do Forró) - Av. São Miguel - São Miguel Paulista
 
 
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quinta-feira, 13 de março de 2014

Dia 16 de Março tem atividade cultural

Vai ser na Casa Amarela...
 
 
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Sarau na Cozinha - Março


BIBLIOTECA RAIMUNDO DE MENEZES

CONVIDA

 

 

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Para acesso a programação cultural completa do Sistema Municipal de Bibliotecas consulte www.bibliotecas.sp.gov.br
 

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Cultura Leste


Teatro Nos Parques 2014 ganha Edição Nacional

 

1ª edição Nacional Teatro Nos Parques inicia temporada 2014 em São Paulo na Zona Leste.
Parques de Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Rio de Janeiro e Curitiba também terão espetáculos gratuitos ao ar livre. Serão 96 apresentações durante 7 meses.
Neste fim de semana (15 e 16), projeto estará no Parque Ecológico do Tietê.
Em São Paulo, os seguintes parques terão apresentações: Ecológico do Tietê, Villa-Lobos, Praça Victor Civita e Cidade de Toronto.
A abertura, no sábado, 15 de março será no Parque Ecológico do Tietê com os espetáculos "Água", da Companhia Clã e "Letras Perambulantes", do Grupo Núcleo Caboclinhas.
O Teatro nos Parques surgiu em 2009 idealizado por Edson Caeiro com a proposta de promover o acesso ao teatro, levando apresentações ao ar livre em parques de todas as regiões.
O Grupo CCR patrocina esta primeira edição nacional do Teatro nos Parques apostando na motivação das pessoas em ocupar os parques, estimulando-as a pertencer a esses espaços públicos.
Programação:
Parque Ecológico do Tietê
(Rua Guirá Acangatara, 70 – Engenheiro Goulart – 2958-1477)
15/03 – sábado – 11h
Clã – Estúdio das Artes Cômicas
espetáculo: Água
Água - Clã
Estúdio das Artes Cômicas (SP)
Uma trupe formada por palhaços acaba "entrando pelo cano" ao desperdiçar o "tão valioso líquido incolor, inodoro e insípido". A partir daí, passam por aventuras marinhas e ribeirinhas. O espetáculo faz uma homenagem aos circos "panos de roda", os famosos "tomara que não chova".
Ficha Técnica:
Direção: Cida Almeida
Direção Musical: Célio Collela
Direção de Arte: Emília e Helena Ramos
Elenco/ Palhaços:
Caio Franzolin, Caio Marinho, Gabriel Küster, Julia Pires, Juliana Oliveira e Paula Praia
Gênero: Comédia Infanto-juvenil
15/03 – sábado – 15h
Grupo Núcleo Caboclinhas
espetáculo: Letras Perambulantes
Letras Perambulantes
Grupo Núcleo Caboclinhas (SP)
Aborda a vida do poeta Patativa do Assaré. Figuras que fizeram parte da vida do poeta tornam-se personagens fictícios que, entremeados por uma seleção musical, contam de forma lúdica a história de Patativa.
Ficha Técnica:
Autor: Aline Anfilo e Geni Cavalcante
Direção: Luciana Silveira
Elenco: Aline Anfilo, Geni Cavalcante, Giulia Cerchiari e Luciana Silveira
Gênero: narrativa lítero-musical
16/03 – domingo – 11h e 15h
Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado (SC)
espetáculo: Amor por Anexins
Amor por Anexins
Grupo de Teatro Cirquinho Do Revirado (SC)
O espetáculo relata a história do solteirão Isaías, que tenta conquistar a viúva costureira Inês através de anexins (ditados populares e provérbios). Desiludida com o ex-noivo, que rompe o compromisso depois de encontrar outra mulher em melhor situação financeira, Inês resolve dar uma chance ao velho solteirão também por interesse financeiro. Para que Isaías conquiste a mão da viúva, ele será desafiado a não falar anexins durante meia hora.
Ficha Técnica:
Autor: Artur Azevedo
Direção: Lourival Andrade
Elenco: Reveraldo Joaquim, Yonara Marques, Luan Marques e Joaquim
Composição Musical: Jefferson Bittencourt
Figurinos: Norma Ribeiro
Maquiagem: Carlos Eduardo Silva
Confira a Programação Completa..CLIQUE AQUI
 
 
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Convite para o debate Comunicação, Cultura de Paz e Direito à Cidade

 

convite polis


Instituto Pólis promove debate sobre Comunicação, Cultura de Paz e Direito à Cidade
 

O Pontão do Instituto Pólis convida a todas e todos para o debate Comunicação, Cultura de Paz e Direito à Cidade, que acontece no dia 20 de março, às 19h30, no auditório do Pólis. O encontro tem apoio e parceria do Le Monde Diplomatique Brasil, da ABONG (Associação Brasileira de Organizações não Governamentais) e da Rede Mundial de Artistas.

A presença -e ausência- de temas relativos aos direitos humanos na mídia, o uso da linguagem na construção de significados e a importância da comunicação como um direito serão os temas tratados no encontro.

Propomos ainda questionar como a comunicação pode se tornar um instrumento de paz, capaz de contribuir para a resolução de conflitos de forma pacífica e de despertar a convivência democrática.

Na mesa de debate estarão presentes João Paulo Charleaux, da Conectas Direitos Humanos, o jornalista Igor Fuser, membro do conselho editorial do Brasil de Fato e professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), e Sebastião Squirra, professor da Universidade Metodista que atua nas disciplinas Cibercomunicação, Sociedade Digital e Plataformas da Comunicação Digital. Amanda Proetti, coordenadora do projeto Comunicação e Direitos Humanos da Abong, participa da mesa com comentários e críticas.

Acesse a página do evento no Facebook e se inscreva gratuitamente: http://on.fb.me/1cvfW6A

A organização e mediação será feita por Hamilton Faria e Amanda Kamanchek, do Instituto Pólis.

O evento integra as Rodas de Conversa do Pontão de Convivência e Cultura de Paz do Pólis que acontecem nesse ano, cujo objetivo é promover a cultura de paz e a convivência nas cidades.

 

Sobre os palestrantes:

João Paulo Charleaux - Coordenador de Comunicação da Conectas Direitos Humanos, Charleaux foi editor assistente da seção internacional do jornal O Estado de S. Paulo entre 2008 e 2011, além de ter trabalhado para o jornal Folha de S. Paulo em Santiago do Chile em 2011 e 2012. Como jornalista, ainda escreve sobre cultura e direito internacional humanitário para a Folha, além de manter uma coluna mensal no site jurídico Última Instância, que é parte do maior portal de notícias do Brasil, o UOL. Entre 2001 e 2008, foi porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai. Há 10 anos, Charleaux coordena os cursos de jornalismo em situações de conflito armado e outras situações de violência realizados em São Paulo pelo CICV, a Oboré e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em parceria com as principais escolas de jornalismo de São Paulo.

 

Sebastião Squirra - Mestre e Doutor pela ECA/USP, bolsista Fulbright (EUA) na Michigan State University. Desde 1999 é docente da Pós-graduação em Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo atuando nas disciplinas Cibercomunicação, Sociedade Digital, Plataformas da Comunicação Digital e Tecnologias Digitais da Comunicação. É autor de cinco obras e organizador de cinco livros em Comunicação Digital e Jornalismo, com foco na Cibercomunicação, Sociedade digital e em TV Digital. Na Universidade Metodista de São Paulo lidera o Grupo de Pesquisa  Comunicação e Tecnologias Digitais (www.comtec.pro.br), com pesquisas  relacionadas às Mídias e Tecnologias Digitais.

 

Igor Fuser - Professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC (UFABC) e colaborador do Conselho Editorial dos jornais Brasil de Fato e Le Monde Diplomatique Brasil. Autor dos livros "Energia e Relações Internacionais" (Saraiva, 2013), "Petróleo e Poder - O Envolvimento Militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico" (Ed.Unesp, 2008), "Geopolítica - O Mundo em Conflito" (Ed.Salesiana, 2006), "A Arte da Reportagem" (org. Ed.Scritta, 1996) e "México em Transe" (Ed.Scritta, 1995). Pesquisador nas áreas de Política Externa Brasileira, Geopolítica da Energia, Política na América Latina e Política Externa dos EUA. Experiência de mais de vinte anos como jornalista especializado em Assuntos Internacionais, exercendo o cargo de editor na Folha de S.Paulo, Veja e Época, entre outras publicações.

 

Comunicação, Cultura de Paz e Direito à Cidade
Quando: Dia 20 de março, às 19h30
Onde: Instituto Pólis - Rua Araújo, 124 - Auditório
Próximo à estação República do Metrô
GRÁTIS
NÃO É NECESSÁRIO FAZER INSCRIÇÃO


Informações:
Amanda Kamanchek Lemos
E-mail: amandalemos@polis.org.br
Tel.: (11) 2174-6814
 
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Geração Nem-Nem+: uma bomba-relógio

 

 

 Flavia Loureiro - Núcleo dos Amigos do Brooklin
"INFORMAÇÃO" Direito e Dever de tod@s Art.5ºXIV,CRFB/Cap.40 Agenda 21

Geração Nem-Nem+: uma bomba-relógio

Quase 10 milhões de jovens brasileiros (15 a 29 anos) no Brasil não trabalham nem estudam. É um exército de reserva que pode ser manobrado para o bem ou para o mal.

Publicado por Luiz Flávio Gomes

Quase 10 milhões de jovens brasileiros (15 a 29 anos) no Brasil não trabalham nem estudam. É um exército de reserva que pode ser manobrado para o bem ou para o mal. A classe dominante brasileira sempre teve medo de uma rebelião dos escravos (Darcy Ribeiro). Mas são os antagonismos sociais (desigualdades) do nosso capitalismo selvagem e extrativista que podem um dia explodir por meio de uma violência coletiva devastadora. O IBGE (na Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio de 2012) apontou que os jovens que não trabalhavam nem frequentavam a escola, os chamados de "nem-nem", representavam 19,6%. Isso significa 9,6 milhões de jovens, de uma população estimada para o período de 48, 8 milhões de jovens, na faixa etária de 15 a 29 anos.

O problema, aliás, é mundial. O relatório Tendências Mundiais de Emprego 2014 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostra que o desemprego entre os jovens continua aumentando. Em 2013, 73,4 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estavam sem trabalho – quase 1 milhão a mais do que no ano anterior. Isso representa uma taxa de desemprego juvenil de 12,6 %, mais do que o dobro da taxa de desemprego geral de 6,1%. A pesquisa revelou que o número de jovens que não trabalham nem estudam cresceu em 30 dos 40 países pesquisados. Em 2013, 1 milhão de jovens perderam seus trabalhos.

Boa parcela desses milhões de jovens que não estudam nem trabalham conta, no entanto, com estrutura familiar (é o grupo Nem-Nem acolchoado). O restante é desfamiliarizado (não tem uma constituição familiar sólida nem amparo social, como é corrente nos países de capitalismo selvagem e/ou concentrador: Brasil, EUA etc., que nada têm a ver com os países de capitalismo evoluído e distributivo, civilizados, como Dinamarca, Noruega, Japão, Alemanha, Islândia etc.).

Esse grupo desfamiliarizado (Nem-Nem+), nos países de capitalismo selvagem e extrativista, é uma verdadeira bomba-relógio, em termos sociais, de potencial criminalidade e de violência. Por quê? Porque os fatores negativos começam a se somar (não estuda, não trabalha, não procura emprego, não tem família, não tem projeto de vida...). Se a isso se juntam más companhias, uso de drogas, convites do crime organizado, intensa propaganda para o consumismo, famílias desestruturadas etc., dificilmente esse jovem escapa da criminalidade (consoante a teoria multifatorial da origem do delito). Milhões de jovens, teoricamente, estão na fila da criminalidade (e nossa indiferença hermética não se altera um milímetro com tudo isso).

Diferentemente dos países civilizados de capitalismo evoluído e distributivo (que teriam todos esses jovens dentro da escola), nosso capitalismo bárbaro não se distingue pela educação de qualidade para todos, pelo ensino da ética, pelo império da lei e do devido processo e pela alta renda per capita. O Brasil, aliás, ocupa a vergonhosa 85ª posição no ranking mundial do IDH (índice de desenvolvimento humano). Estamos vivendo uma grave crise intergeracional. A cada dia é "roubado" o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecerem completamente, o risco é de eclosão de uma grande explosão local e/ou mundial de violência.

*Colaborou Flávia Mestriner Botelho, socióloga e pesquisadora do Instituto Avante Brasil.

Luiz Flávio Gomes

Publicado por Luiz Flávio Gomes

Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz...

http://professorlfg.jusbrasil.com.br/artigos/113727367/geracao-nem-nem-uma-bomba-relogio
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 Flavia Loureiro - Núcleo dos Amigos do Brooklin
"INFORMAÇÃO" Direito e Dever de tod@s Art.5ºXIV,CRFB/Cap.40 Agenda 21

"Informação causa mudanças" Flavia Loureiro
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segunda-feira, 10 de março de 2014

Convite Plenária do Fórum Agenda 21 Macro Leste 15/03/2014 - 10h - Sesc Itaquera

 

Convidamos para a Plenária do Fórum Agenda 21 Macro Leste:

Data: 15/03/2014 (sábado)
Horário: 10h-13h
Local: Espaço Benfeitores da Natureza - Sesc Itaquera

Pauta:
10h- Plenária
11h30 - GT Conflitos da Ocupação Urbana



Um forte abraço e até lá

Cintia Okamura



http://forumag21macroleste.webnode.com.br

Obs. A plenária reúne representantes dos três setores (poder público,
iniciativa privada e sociedade civil) das onze regiões administrativas que
compõe a Macro Leste (Aricanduva, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo,
Guaianases, Itaim Paulista, Itaquera, Mooca, Penha, São Mateus, São Miguel
e Vila Prudente)  e ocorre uma vez por mês (3º sábado)
 
 
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Combate ao Câncer - Informação é melhor remédio para a prevenção

 
    

Perguntas e respostas sobre a vacinação contra o HPV

 

vacina contra o hpv

Você sabia que a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer de colo do útero, passa a ser ofertada gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 10 de março, para meninas de 11 a 13 anos? Se você ainda tem dúvidas sobre a vacina, então confira abaixo o material que o Blog da Saúde preparou:

1. Como a vacina contra HPV funciona?

Estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.

2. A vacina será oferecida no SUS?

Sim. A vacina HPV será ofertada para meninas e pré-adolescentes entre 09 a 13 anos, nas unidades básicas de saúde e também em escolas públicas e privadas, de forma articulada com as unidades de saúde de cada região.

No entanto, a sua implantação será gradativa. Em 2014, a população alvo da vacinação contra HPV será composta por adolescentes do sexo feminino na faixa etária de 11 a 13 anos. Em 2015, serão vacinadas as adolescentes na faixa etária de 9 a 11 anos e a partir de 2016, serão vacinadas as meninas de 9 anos de idade.

3. Qual é o objetivo estabelecido pelo Ministério da Saúde com a vacinação contra HPV?

O objetivo da vacinação contra HPV no Brasil é prevenir o câncer de colo do útero, refletindo na redução da incidência e da mortalidade por esta enfermidade.

4. Por que o Ministério da Saúde estabeleceu a faixa etária de 9 a 13 anos para a vacinação?

Nas meninas entre 9 a 13 não expostas aos tipos de HPV 6, 11, 16 e 18, a vacina tem eficácia de 98,8%. A época mais favorável para a vacinação é nesta faixa etária, de preferência antes do início da atividade sexual, ou seja, antes da exposição ao vírus.

Estudos também verificaram que nesta faixa etária a vacina quadrivalente induz melhor resposta quando comparada em adultos jovens, e que meninas vacinadas sem contato prévio com HPV têm maiores chances de proteção contra lesões que podem provocar o câncer uterino.

5. Qual é a meta da vacinação contra HPV definida pelo Ministério da Saúde?

A meta é vacinar pelo menos 80% do grupo alvo, que em 2014 é de 5,2 milhões de adolescentes de 11 a 13 anos.

6. Quantas doses são necessárias para a imunização?

Para receber a dose, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção, sendo que a segunda, seis meses depois, e a terceira, cinco anos após a primeira dose.

7. A vacina é administrada por via oral ou é injeção?

É por via intramuscular – injeção de apenas 0,5 mL em cada dose.

8. A vacinação contra HPV substituirá o exame de Papanicolaou?

Não. É importante lembrar que a vacinação é uma ferramenta de prevenção primária e não substitui o rastreamento do câncer de colo do útero em mulheres na faixa etária entre 25 e 64 anos. Assim, as meninas vacinadas, só terão recomendação para o rastreamento quando atingirem a faixa etária preconizada para o exame Papanicolaou e já tiverem vida sexual ativa.

É imprescindível manter a realização do exame preventivo (exame de Papanicolaou), pois as vacinas protegem apenas contra dois tipos oncogênicos de HPV, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero. Ou seja, 30% dos casos de câncer causados pelos outros tipos oncogênicos de HPV vão continuar ocorrendo se não for realizada a prevenção secundária, ou seja, pelo rastreamento (exame Papanicolaou).

9. Mesmo vacinada será necessário utilizar preservativo durante a relação sexual?

Sim, pois é imprescindível manter a prevenção contra outras doenças transmitidas por via sexual, como HIV, sífilis, hepatite B, etc.

10. A vacina contra HPV pode ser administrada concomitantemente com outra vacina?

A vacina HPV pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação do PNI, sem interferências na resposta de anticorpos a qualquer uma das vacinas. Quando a vacinação simultânea for necessária, devem ser utilizadas agulhas, seringas e regiões anatômicas distintas.

Fonte: Blog da Saúde

O post Perguntas e respostas sobre a vacinação contra o HPV apareceu primeiro em Combate ao Câncer - Informação é melhor remédio para a prevenção.

 
 
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AEC Kauê de Itaquera implanta mais um Projeto de inclusão através do Esporte!

 

AEC KAUÊ IMPLANTA PROJETO "MEXENDO O ESQUELETO" NO PARQUE LINEAR CORREGO DO RIO VERDE

O esporte é um caminho seguro que oferece oportunidades para crianças e adolescentes, resgatando-os ou impedindo-os que se envolvam no mundo das drogas.  Um caminho que os transforma em cidadãos do bem, com valores morais e éticos e com saúde física e mental para agregarem valores à sociedade.

 

Nesse sentido, é valoroso o trabalho desenvolvido pela AEC Kauê, afastando crianças e jovens das drogas, retirando-os das ruas e da situação de risco, oferecendo-lhes os conceitos de disciplina e respeito. Um trabalho de base, que resgata vidas através do esporte.

 

Mas não é uma atividade exclusiva e que beneficia apenas os jovens e as crianças, por este motivo o fundador da AEC Kauê Itaquerense e coordenador dos projetos da entidade que luta pela inclusão social através do esporte, leva o projeto "Mexendo o Esqueleto" para o Parque Linear Córrego do Rio Verde, Francisco Carlos ou Fran Kauê como se tornou conhecido faz questão de 03 vezes por semana (segunda, quarta e sexta) às 07 horas da manhã, ministrar as aulas de alongamento antes da caminhada matinal com aproximadamente 50 pessoas.

 

O principal objetivo da atividade física para o público da 3ª idade é ajudar no combate ao sedentarismo, a inclusão da atividade esportiva sem compromisso com auto rendimento, faz com que as pessoas desenvolvam o hábito de caminhar, alongar e exercitar-se. O exercício físico para a 3ª idade traz benefícios como controle da diabete e pressão arterial, finaliza Fran.

 

Para o administrador do Parque Linear Sergio Sales, é fundamental que a comunidade ocupe os espaços com projetos como este, isso dá força e motivação para continuar lutando cada vez mais por melhorias para o espaço.

 

Parabéns à AEC Kauê Itaquerense, ao coordenador Fran e ao Sergio Sales pela excelente iniciativa, para saber mais sobre os projetos da AEC Kauê de Itaquera acesse o site www.aeckaue.com.br ou envie um e-mail para fran@itaquera.com.br


Texto/Colaboração: 
Kátia Ribeiro

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