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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Notícias BBC Brasil

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O "BUZÃO" lotado!

Sexta-feira, final da tarde. O ônibus está lotado. Horário de pico é sempre uma aventura para quem pega ônibus. Todo mundo se empurrando, o trocador pedindo para darmos "um passinho para trás", gente gritando, bebês chorando, alguém conversando no celular um pouco alto, um funk tocando e ninguém nunca desce do ônibus, nunca. Só entra, ninguém sai.
No final do ano, tudo piora. Além de estudantes e trabalhadores, se juntam ao transporte público pessoas que vão comprar presentes. E como é verão, chove no final da tarde. E chove muito, com pingos grossos e gelados. Então encontramos nos ônibus pessoas cansadas, molhadas, segurando sombrinhas e guarda-chuvas, além de tudo o que habitualmente acontece. E como sempre, o ônibus para a cada metro, por causa do transito que flui normalmente.
O que fazer para se distrair? Se você está sentado, existem várias opções. Ouvir música, ler um livro, jogar cobrinha no celular e, a mais utilizada, dormir. Claro que você corre o risco de ser assaltado, mas eu costumo fechar os olhos e segurar bem minha bolsa. Quanto a passar do ponto de descida, isso nunca acontece. Já tem um despertador dentro de mim.
E se você estiver em pé, o que provavelmente é o mais corriqueiro, você pode ouvir música, ou se distrair com as conversas alheias, dar uma olhada no que a pessoa que está sentada no campo de sua visão está lendo, pensar sobre a vida e o mistério do planeta, contar postes (sim, eu já fiz isso), e conversar consigo mesmo.
O que não pode, nesse momento estressante do dia, é ficar bravo por qualquer coisa. Aprendi, já que sou uma pessoa "esquentadinha", que me estressar não me leva a nada, meu dia apenas fica pior. Comecei a me divertir com as coisas que aconteciam ao meu redor e a pensar que poderia ser pior.
No final, o que vale é a sensação de chegar em casa, tomar um banho, comer e continuar com o dia. Infelizmente, ainda não inventaram o teletransporte. Enquanto esperamos ansiosamente por esse dia, utilizemos o ônibus com alegria e muita paciência.
Por: Susana Reis (Literatortura)
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sábado, 13 de dezembro de 2014
Fwd: MOOC - Capacitação de professores - Jornal na sala de aula
No Dia do Professor, o site Veduca disponibilizou o novo MOOC Capacitação de professores - Jornal na sala de aula, produzido em parceria com a Unisinos - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
Este novo curso capacita professores do Ensino Fundamental a utilizarem jornais e tecnologias digitais em sala de aula, com o objetivo de aprimorar habilidades como leitura e escrita.
O curso é dividido em 4 vídeos, sendo eles:
1. Introdução sobre o objetivo do curso;
2. (Re)significando a leitura e escrita;
3. Estratégia para trabalho de leitura e escrita em sala de aula;
4. Entendendo alguns gêneros do Jornal.
O curso de capacitação MOOC pode ser acessado gratuitamente através do link.
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Fwd: Educação ambiental: onde falhamos?
- Texto escrito por Vera Rita da Costa no site Instituto Ciência Hoje
Já contamos com mais de 30 anos de trabalhos dedicados à educação ambiental em nosso país, se não direta e formalmente, por meio da escola, pelo menos de modo informal e por outros canais. Mas, basta passar um domingo de sol na praia ou em um parque, para nos questionarmos sobre onde se encontra, na prática, a nossa educação ambiental.
Fiz isso há algumas semanas e fiquei chocada. As cenas presenciadas no final do dia na praia do Tombo, no Guarujá (SP), eram de fazer cair o queixo de qualquer observador atento. Havia lixo espalhado por todos os lados, embora existissem no local lixeiras e garis. Estes últimos, aliás, tentando em vão dar conta daquilo que as pessoas, totalmente indiferentes e displicentes aos apelos distribuídos pelo local, lançavam em seu entorno.
As cenas que vi não diferiam muito do retrato traçado na campanha 'Povo desenvolvido, povo limpo', uma das primeiras ações de educação ambiental promovidas no Brasil, ainda na década de 1970. Recordavam em muito até um de seus episódios, em que Sujismundo, o personagem central da campanha, e sua família iam, justamente, à praia.
A praia do Tombo a que me refiro é considerada 'classe A', uma das poucas de nosso país que obtiveram a certificação do Programa Bandeira Azul, uma iniciativa da Foundation for Environmental Education (Fundação para Educação Ambiental), organização não governamental criada na Inglaterra e com sede atual na Dinamarca. A classificação A foi obtida em 2011 e recentemente renovada para o próximo ano. São, portanto, cinco anos consecutivos de certificação obtidos pela Prefeitura do município do Guarujá para essa bela praia, em um trabalho ambiental que merece ser aplaudido, mas que também vale reflexão.
O próprio fato de termos no Brasil tão poucas praias certificadas por esse programa já serve de alerta. Ao lado da praia do Tombo só se encontram na lista de certificações de 2014 do Programa Bandeira Azul Brasil, a Prainha, no Rio de Janeiro, e duas marinas, uma em Angra dos Reis (RJ) e outra também no Guarujá (SP). Em outros países, no entanto, esse número pode chegar a centenas. Portugal, por exemplo, teve para o mesmo período (2014) 298 praias e 17 marinas certificadas.
Bandeira azul
Que inveja boa! Seria ótimo se nos igualássemos a Portugal nesse quesito. Afinal, obter a certificação do Programa Bandeira Azul não é simples. É preciso cumprir uma série de critérios que envolvem, por exemplo, a garantia da qualidade da água, o monitoramento do ambiente costeiro, a manutenção da segurança dos banhistas e demais usuários do local, o apoio a portadores de necessidades especiais, a disponibilidade de água potável e instalações sanitárias em número e condições adequadas, além de fiscalização permanente de condutas e regras no local.
Em outras palavras, nas praias certificadas pelo Programa Bandeira Azul, deve haver o mínimo desejável em qualquer praia urbana e pública: monitores ambientais, guarda-vidas, policiais, fiscais, equipamentos e pessoal treinado para apoio a pessoas com necessidades especiais, além de bebedouros, chuveiros e banheiros que funcionem e sejam limpos, entre outros quesitos básicos e essenciais.
Nas praias 'bandeira azul', deve haver fiscalização permanente, não sendo permitido levar cães na areia, praticar esportes coletivos em meio às outras pessoas ou ouvir som alto condutas que possam prejudicar ou incomodar outras pessoas.
Como pude observar no domingo que passei na praia do Tombo, no entanto, nem tudo é perfeito. Os recursos podem estar disponíveis, mas falta para a maioria dos frequentadores a tal consciência ambiental.
Triste realidade
Havia lixeiras, mas nem todas as pessoas levavam seu lixo até elas. Havia chuveiros, mas nem todos os fechavam depois de usados, e muitos os usavam sem qualquer parcimônia (apesar da escassez de água), para lavar pranchas de surf ou cadeiras de praia, por exemplo. E isso porque estou me restringindo a dar apenas dois exemplos, aqueles que considero mais emblemáticos, dois dos temas mais batidos em termos de educação ambiental no país: a necessidade de dispor corretamente o próprio lixo e de se economizar e fazer bom uso da água.
Afinal, quem ainda não ouviu falar sobre isso? Na escola, sobretudo na educação infantil e no ensino fundamental, há uma verdadeira overdose de conteúdos abordando as questões da água e do lixo. Na TV, assim como na mídia em geral, esses também são os temas mais lembrados quando se trata de educação ambiental.
Não se trata, portanto, de falta de informação. Fala-se de cuidar do ambiente desde os idos tempos de Sujismundo. Já era hora, portanto, de termos uma geração (ou mais) de pessoas que realmente praticassem esses preceitos básicos da educação ambiental. Mas não é o que se constata em muitos lugares públicos, como a praia.
Apenas engatinhando
Nesses locais, o que se percebe é muito diferente do desejável. Verifica-se que há uma distância significativa e muito perceptível entre possuir informações e agir realmente de acordo com elas ou, entre saber, em teoria, e colocar em uso, na prática. Em outros termos, torna-se patente também que, em relação às atitudes desejadas ou à nossa real educação ambiental, estamos apenas engatinhando.
Procuro mas não encontro na literatura acadêmica explicações para esse fenômeno. Por sinal, acho admirável conseguir localizar tantos artigos acadêmicos enaltecendo a educação ambiental e discutindo seus avanços, mas nenhum que a critique ou discuta a lentidão e a baixa eficácia em sua efetivação real ou na obtenção factual de mudança de atitudes.
Lembro-me de uma fala da pesquisadora Elsa Meinardi, da Universidade de Buenos Aires, Argentina, no 3° Encontro Regional de Ensino de Biologia, realizado em setembro deste ano em São Paulo, que se aproxima do tema abordado aqui. Na oportunidade, referindo-se à educação sexual presente nos currículos oficiais e oferecida nas escolas aos nossos jovens, tema de alguns de seus estudos e principais pesquisas, Meinardi chamou a atenção dos professores de ciências e biologia para a distância que a separa da realidade vivida pelos jovens, quando imersos em sua cultura local.
Ela destacou, também, o desconhecimento que muitos professores têm dessa 'outra realidade' ou dessas outras 'forças culturais' que alimentam as escolhas e decisões dos jovens no campo da sexualidade e alertou para a ilusão de se pensar que apenas com informação e prescrições comportamentais oferecidas na escola se conseguirá a mudança de comportamentos e a prevenção desejável.
Visão e ação em contexto
Para que a educação sexual seja realmente eficaz, considera Meinardi, há muito mais trabalho a ser feito. Trabalho que, segundo a pesquisadora, depende de visão e ação em contexto. Ou seja, que envolva múltiplos setores e esferas culturais e em uma perspectiva que leve em conta, respeite e dialogue também com as diferentes visões e conhecimentos que se apresentam na sociedade. Nem sempre nos damos conta disso alertou a pesquisadora , mas, principalmente nas grandes cidades, estamos vivendo em sociedades cada vez mais multiculturais, nas quais diferentes visões de mundo, valores e crenças, entre outras 'forças culturais', também atuam para educar os indivíduos.
Com sua fala sobre educação sexual nas escolas, Meinardi me fez refletir sobre o quanto é pretensiosa a instituição escolar em achar que sozinha poderá dar conta de educar sexualmente os jovens, desprezando a poderosa influência que outras instâncias e instituições culturais, como família e o grupo de convívio próximo, têm sobre o comportamento das pessoas. E agora, ao buscar relacionar essas ideias com a experiência de um fim de semana na praia, me faz pensar que o mesmo pode se aplicar à educação ambiental.
Será que não estamos superestimando o papel da escola e das informações gerais, depositando nelas uma enorme expectativa de mudança de comportamento, e subestimando o papel que outras instâncias e forças culturais têm sobre a educação ambiental?
Se de fato isso estiver acontecendo, nossas estratégias deveriam mudar. Deveríamos, nesse caso, ampliar em muito o leque das ações em educação ambiental, de forma a fazer com que as condutas desejadas se tornassem mais entranhadas em nossa cultura, via outros caminhos e métodos que não apenas a escola e algumas de suas prescrições tradicionais.
Sem abandonar o que tem sido feito de bom na escola, talvez seja necessário ampliar espaços e metodologias, dando menos peso à teoria (informação e prescrições do que deve ser feito) e valorizando mais a prática (atitudes ou aquilo que de fato se faz). Talvez, assim, a educação ambiental chegue realmente às praias.
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Eles são a alma dos seus aparelhos: embora pequenos, a tecnologia necessária para reciclar é complexa
Placas de Circuito Interno (PCI) são a parte responsável pela circulação de sinais elétricos em celulares, computadores, geladeiras, carros, micro-ondas e por aí vai. Basicamente, estão presentes em todos os eletroeletrônicos que existem. Elas são compostas por 40% de metal, 30% de polímeros (plásticos) e 30% cerâmica. E já que reciclar é a palavra do momento, pesquisadores da Escola Politécnica da USP estão desenvolvendo estratégias para recuperar os metais presentes nessas placas.
O cobre, por exemplo, é uma matéria-prima comum nesses circuitos e que possui alto valor. Mas de nada adianta reciclar de um lado e gerar poluição de outro - a pirometalurgia, por exemplo (que é a queima ou pirólise da placa), pode ser poluente, além de consumir mais energia.
Pensando nisso, a coordenadora do projeto, professora Denise Crocce Romano Espinosa, do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), optou por usar a sonoquímica e a hidrometalurgia. Primeiro, ondas de ultrassom fragmentam o material, deixando o metal mais fino; depois, colocam-no em meio líquido, para ocorrer a separação definitiva.
Outros metais também podem ser recuperados nesse processo, como níquel, alumínio, ferro e até ouro e prata. Algumas ligas são feitas de chumbo ou mercúrio (embora não seja mais permitido o uso deste último desde 2002, pela diretiva RoHS - Reduction of Hazardous Substances -, e com a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, o cuidado é ainda maior).
Ainda não existem empresas no Brasil que recuperem o cobre das PCI. Os pesquisadores da Poli usaram os materiais do Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática, que recebe materiais de docentes, alunos e funcionários da USP. Eles procuram tratar pequenas quantidades por vez, o que é uma ideia sustentável, já que evita o transporte massivo e poluente e estimula o pequeno empreendedor. Também é atual: hoje em dia, o tempo de vida útil dos eletroeletrônicos é curto, e a escassez de minérios é uma realidade.
O resultado das pesquisas foi apresentado recentemente na 28ª Conferência Internacional sobre Tecnologia em Resíduos Sólidos, nos Estados Unidos, e também no 14º Simpósio Internacional sobre Cuidados com Aterros e Resíduos, na Itália, em 2013.
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Canudinho que promete remover quase 100% das bactérias da água chega ao Ceará
Tetra Pak
Pensamento Verde
Tecnologias simples podem ter um grande impacto na vida das pessoas. É o caso do LifeStraw, um equipamento extremamente básico e de baixo custo que promete uma revolução na purificação da água.
Trata-se de um tubo de plástico, similar a um canudo, porém mais grosso, contendo filtros que tornam potável a água contaminada por microrganismos que provocam diarreia, cólera e febre tifoide, doenças que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), matam 2 milhões de pessoas por ano.
Batizado de LifeStraw ("Canudo da Vida", em tradução livre), o produto foi desenvolvido por uma empresa suíça. Testes realizados na Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, nos Estados Unidos, com uma amostra de água contendo as bactérias Escherichia coli, vírus MS2 colifago, e mais iodo e prata, indicaram que o LifeStraw filtrou todos os contaminantes a níveis em que não representam mais um risco à saúde de quem ingere a água.
A novidade, que será distribuída para ONGs e grupos de ajuda humanitária, já chegou ao Brasil. Uma empresa do Ceará, a ITMS, distribuiu o equipamento e fez uma doação a duas escolas, nas cidades de Caridade, a 100 quilômetros de Fortaleza, e Sobral, a 250 quilômetros da Capital.
O filtro também está disponível em versões maiores, apelidadas de LifeStraw Family e LifeStraw Community, capazes de purificar e armazenar até dois e 25 litros de água, respectivamente. De acordo com André Pinheiro, diretor comercial da ITMS, a filtragem da água é extremamente barata e muito rápida. "O custo fica em três centavos por litro de água filtrada", explica.
Outra vantagem do produto é que ele não requer energia elétrica para funcionar. O processo de purificação se dá apenas pela força da gravidade e pela ação das membranas de polisulfona, que filtram partículas de até 0,02 micrômetros. Para se ter uma ideia, uma bactéria, normalmente, tem 0,50 micrômetros e um vírus algo próximo a 0,3 micrômetros. Desta forma, o filtro consegue remover 99,9% dos microrganismos.
Por: Tetra Pak
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Notícias da Rede Nossa São Paulo

REDE NOSSA SÃO PAULO
Evento dá início à mobilização para regulamentar plebiscito na cidade
PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS
PCS realiza capacitação para conselho consultivo do plano de metas de Betim
PLANO DE METAS
2 em cada 3 metas de Haddad estão abaixo dos 50% de execução
Haddad está longe da meta para novos CEUs e vagas em creches
PARTICIPAÇÃO SOCIAL
"Participação social não é dádiva do governo, mas uma conquista da sociedade"
INDICADORES
Prefeitura de São Paulo lançará observatório com indicadores da cidade
MOBILIDADE URBANA
Auditoria vê margem para reduzir taxa de lucro de empresas de ônibus
Conselho estadual aprova ciclovia na Avenida Paulista
Velocidade no centro cairá para 40 km/h
Mortes no trânsito sobem em SP, e CET baixará velocidade nas marginais
MEIO AMBIENTE
Base de Alckmin aprova regras que afrouxam proteção de reservatórios
CRISE DA ÁGUA
Governo usará 'água adicional' do Alto Tietê
Sistema Alto Tietê corre risco de entrar em colapso antes do Cantareira
Para urbanista, São Paulo deve economizar água, e não fazer represas
VIOLÊNCIA
Brasil tem maior número absoluto de homicídios do mundo
EDUCAÇÃO
Estagnado, SP perde três posições em prova nacional de português
CÂMARA MUNICIPAL
Orçamento 2015 é aprovado em primeira votação
Vereadores 'ganham' aprovação de 40 projetos às vésperas da votação do orçamento
Entidades pedem mais transparência na divulgação de dados abertos
AGENDA CIDADÃ
Secretaria de Habitação realiza audiência sobre construção de residencial na zona sul
Ciclo de palestras: A complexidade da cidade
SAIU NA MÍDIA
Prefeitura de São Paulo recebe R$ 46,8 milhões de indenização de banco alemão
Prefeitura vai tapar buraco em calçada e cobrar do morador em São Paulo
Terrenos de SP reservados para novos parques são invadidos por sem-teto
Democracia é melhor regime para 66%, aponta DatafolhaPor: nossasaopaulo.org.br






























