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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Arte e juventude

| A Representação Regional São Paulo do Ministério da Cultura, em parceria com a Funarte SP, promove em 2016, sempre na última quarta-feira de cada mês, uma série de debates em que serão discutidas as relações entre arte, cultura e movimentos sociais. O próximo encontro terá a presença de: Helena Abramo é socióloga, com atuação centrada em pesquisas e em formulação de políticas públicas de juventude. Atua na Secretaria Nacional de Juventude. Bruno Ramos é produtor cultural, membro do Conselho Nacional de Juventude e da direção da Liga do Funk. Eduardo Silva é escritor, integrante do coletivo Tamo Vivo e do Sarau Preto no Branco. Também é locutor da Rádio Tamo Vivo Rap. Militou na ocupação cultural da Escola Estadual Otoniel Mota. Helena Silvestre é compositora e produtora cultural. Militante da cultura periférica, é uma das idealizadoras do Sarau Candeeiro e do movimento Hip Hop Quilombo Brasil. Dia 24 de fevereiro | Quarta, às 18h30 Sala Guiomar Novaes Entrada franca Para saber mais sobre o evento: http://www.funarte.gov.br/artes-integradas/arte-e-juventude-sao-temas-de-debate-em-sao-paulo/ FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES/MinC Representação Regional de São Paulo-SP Telefone: (11) 2766-4300 Alameda Nothmann, 1058 - Campos Elíseos CEP 01216-001 São Paulo/SP Follow @Digitalradiotv Coletamos na mídia as diversas e mais atuais notícias em destaque no dia e disponibilizamos para nossos ouvintes. Você poderá ouvir, ler, ou, assistir outras matérias nestas páginas: http://digitalradiotv.blogspot.com.br/p/as-noticias.html http://digitalradiotv.blogspot.com.br/p/historiasde-hoje.html http://digitalradiotv.blogspot.com.br/p/as-musicas.html ***Digital Radio & Tv |
Museu de Arte Sacra de São Paulo

O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, abriu, no dia 20 de fevereiro, a exposição Mestres Santeiros Paulistas do Século XVII na Coleção Santa Gertrudes, com curadoria de Maria Inês Lopes Coutinho. Composta por 54 imagens, a coleção de Ladi Biezus é exposta no MAS-SP, lançando um olhar panorâmico para entender, utilizando as características escultóricas, quantos e quais poderiam ser os artistas que produziram tais esculturas chamadas de "paulistas", ao longo do século XVII.
Iniciada em 1970 com a aquisição de uma Santa Gertrudes – daí o nome da coleção -, as obras foram sendo incluídas neste acervo sob o critério fundamental de serem imagens "paulistas". Mais de 45 anos depois, Ladi Biezus inicia uma pesquisa no intuito de separar as peças de acordo com traços em comum, os quais poderiam identificar e agrupar as esculturas conforme suas origens: Frei Agostinho de Jesus e seu círculo espiritual; Mestre de Sorocaba ou Mestre de Porto Feliz, ou ainda nomeado como Mestre de Itu; Mestre de Angra; Mestre do Cabelinho Xadrez; Mestre de Iguape ou Mestre de Pirapora do Bom Jesus, e no fim do século XVII, Mestre Bolo de Noiva. Ainda há um grupo com características diversas, não comuns, que até o presente não puderam ser identificadas em sua autoria. "O importante na exposição desta coleção é a classificação proposta pelo colecionador", segundo Maria Inês Lopes Coutinho.
De acordo com Ladi Biezus: "Pelo menos a metade das imagens desse Agrupamento, tanto teriam sido executadas pelo próprio Frei Agostinho em diferentes épocas de sua vida, como poderiam ter sido executadas por discípulos trabalhando sob sua direção. Este fato reforça a ideia de não serem tão numerosos os artistas relevantes da época".
Para o Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP, é com satisfação que esta interessante coleção é apresentada ao público. Nas palavras de José Carlos Marçal de Barros, Diretor Executivo do MAS-SP, e de José Oswaldo de Paula Santos, Presidente do Conselho de Administração: "No silêncio de sua casa, Dr. Ladi Biezus reuniu, observou, percebeu detalhes e interagiu com sua coleção, como só um colecionador sabe e pode fazer, abrindo-a agora para uma discussão profícua acerca de seus significados".
Ladi Biezus
Formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP, no ano 1957. Iniciou sua carreira profissional na Grã Bretanha: um ano na Escócia e um ano e meio na Inglaterra (Londres). Especializou-se em Cálculo de Estruturas à Ruptura – "Ultimate Strenght of Structures", na Universidade de Surrey (Londres). Fez pós-graduação no Royal Technical College de Glasgow, em Mecânica dos Solos. Trabalhou no escritório de cálculo da empreiteira escocesa Babtie Shaw and Morton, e no A.J. & J. D. Harris em Londres. Trabalhou como Engenheiro Projetista em Colônia, Alemanha, na Polensky und Zoellner. De 1969 a 1975, trabalhou na Consultora e Planejamento Asplan. Em 1969/70, criou com mais 4 companheiros a Logos Engenharia, onde se aposentou.
Foi membro do Conselho Honorifico do Museu de Arte Contemporânea da USP, e membro do Concelho do Museu de Arte Sacra. Foi Diretor por 4 anos e membro da Comissão de Arte do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Foi o idealizador e gerenciador da publicação de vários livros de Arte. Durante 40 anos, publicou o Calendário Artístico da Empresa Logos Engenharia, em parceria com o MASP, MAC, Pinacoteca e Museu Afro-Brasil. Possui várias publicações técnicas sobre o tema de Construction Management.
O museu
Instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma das mais importantes instituições do gênero no país. É fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 28 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar ala do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista.
A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, última chácara conventual da cidade. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979.
Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos 16 e 20, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 18 mil itens no acervo. O museu possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antonio Francisco de Lisboa, o "Aleijadinho" e Benedito Calixto de Jesus. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática.
Iniciada em 1970 com a aquisição de uma Santa Gertrudes – daí o nome da coleção -, as obras foram sendo incluídas neste acervo sob o critério fundamental de serem imagens "paulistas". Mais de 45 anos depois, Ladi Biezus inicia uma pesquisa no intuito de separar as peças de acordo com traços em comum, os quais poderiam identificar e agrupar as esculturas conforme suas origens: Frei Agostinho de Jesus e seu círculo espiritual; Mestre de Sorocaba ou Mestre de Porto Feliz, ou ainda nomeado como Mestre de Itu; Mestre de Angra; Mestre do Cabelinho Xadrez; Mestre de Iguape ou Mestre de Pirapora do Bom Jesus, e no fim do século XVII, Mestre Bolo de Noiva. Ainda há um grupo com características diversas, não comuns, que até o presente não puderam ser identificadas em sua autoria. "O importante na exposição desta coleção é a classificação proposta pelo colecionador", segundo Maria Inês Lopes Coutinho.
De acordo com Ladi Biezus: "Pelo menos a metade das imagens desse Agrupamento, tanto teriam sido executadas pelo próprio Frei Agostinho em diferentes épocas de sua vida, como poderiam ter sido executadas por discípulos trabalhando sob sua direção. Este fato reforça a ideia de não serem tão numerosos os artistas relevantes da época".
Para o Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP, é com satisfação que esta interessante coleção é apresentada ao público. Nas palavras de José Carlos Marçal de Barros, Diretor Executivo do MAS-SP, e de José Oswaldo de Paula Santos, Presidente do Conselho de Administração: "No silêncio de sua casa, Dr. Ladi Biezus reuniu, observou, percebeu detalhes e interagiu com sua coleção, como só um colecionador sabe e pode fazer, abrindo-a agora para uma discussão profícua acerca de seus significados".
Ladi Biezus
Formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP, no ano 1957. Iniciou sua carreira profissional na Grã Bretanha: um ano na Escócia e um ano e meio na Inglaterra (Londres). Especializou-se em Cálculo de Estruturas à Ruptura – "Ultimate Strenght of Structures", na Universidade de Surrey (Londres). Fez pós-graduação no Royal Technical College de Glasgow, em Mecânica dos Solos. Trabalhou no escritório de cálculo da empreiteira escocesa Babtie Shaw and Morton, e no A.J. & J. D. Harris em Londres. Trabalhou como Engenheiro Projetista em Colônia, Alemanha, na Polensky und Zoellner. De 1969 a 1975, trabalhou na Consultora e Planejamento Asplan. Em 1969/70, criou com mais 4 companheiros a Logos Engenharia, onde se aposentou.
Foi membro do Conselho Honorifico do Museu de Arte Contemporânea da USP, e membro do Concelho do Museu de Arte Sacra. Foi Diretor por 4 anos e membro da Comissão de Arte do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Foi o idealizador e gerenciador da publicação de vários livros de Arte. Durante 40 anos, publicou o Calendário Artístico da Empresa Logos Engenharia, em parceria com o MASP, MAC, Pinacoteca e Museu Afro-Brasil. Possui várias publicações técnicas sobre o tema de Construction Management.
O museu
Instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma das mais importantes instituições do gênero no país. É fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 28 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar ala do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista.
A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, última chácara conventual da cidade. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979.
Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos 16 e 20, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 18 mil itens no acervo. O museu possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antonio Francisco de Lisboa, o "Aleijadinho" e Benedito Calixto de Jesus. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática.
Exposição: Mestres Santeiros Paulistas do Século XVII na Coleção Santa Gertrudes
Colecionador: Ladi Biezus
Curadoria: Maria Inês Lopes Coutinho
Abertura: 20 de fevereiro de 2016, sábado, às 11h
Período: 21 de fevereiro a 29 de maio de 2016
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326.3336 – agendamento de visitas monitoradas
Horário: Quarta a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); Grátis aos sábados. Isentos: idosos acima de 60 anos, crianças até 7 anos, professores da rede pública (com identificação) e até 4 acompanhantes
Número de obras: 54
Dimensões: Variadas
Presidente do Conselho de Administração - José Oswaldo de Paula Santos
Diretor Executivo - José Carlos Marçal de Barros
Diretor de Planejamento e Gestão - Luiz Henrique Marcon Neves
Diretora Técnica – Maria Inês Lopes Coutinho
Fonte: Assessoria de imprensa do Museu de Arte Sacra
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Avenida São João, 473 - Centro - CEP: 01035-000 | São Paulo - SP
Telefone: 11 3397-0002 | contato: secretariadecultura@prefeitura.sp.gov.br
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Um adolescente em ação no Youtube

Phcortes: foto_jalton_garcia_rba
Meus heróis negros. Um adolescente em ação no Youtube.
O adolescente PhCôrtes criou um quadro em seu canal no YouTube para celebrar personalidades negras brasileiras.
Eloquente e simpático, PhCôrtes comanda seu canal com o pequeno computador direto de seu quarto.
Nada de skate, bicicleta ou aparelho eletrônico. O que Pedro Henrique Côrtes ganhou de presente no Dia da Criança em 2014 trouxe mudanças muito mais profundas em sua vida do que um simples objeto seria capaz de promover: o bilhete para assistir ao espetáculo O Topo da Montanha, que faz alusão ao último discurso de Martin Luther King, um dos mais importantes líderes do movimento pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos.
Em cartaz no Brasil desde o início de outubro, a peça protagonizada e produzida por Lázaro Ramos e Taís Araújo encantou o adolescente e despertou nele o desejo de conhecer mais profundamente histórias de pessoas negras que fizeram a diferença no mundo.
"Fiquei muito tocado e no dia seguinte pedi para minha mãe que meu presente de Natal fossem as biografias de Mandela, Luther King e Malcom X. Ela se comprometeu a me dar com uma condição: de que eu fosse pesquisar sobre os nossos heróis negros brasileiros. Foi aí que descobri muitos heróis. Como queria fazer um vídeo para o Dia da Consciência Negra, minha mãe me sugeriu que eu fizesse um vídeo sobre esses heróis, mas como eram muitos anunciei a ela que iria fazer um quadro e a cada vídeo falaria de um herói", afirma Pedro Henrique, mais conhecido como PhCôrtes.
Bonito e expressivo em frente à câmera, o garoto afirma se sentir inspirado por tantos homens e mulheres que, negros como ele, foram brilhantes em suas lutas: "Se eu fico assim tão inspirado, compartilhar me dá a esperança de incentivar outros também… Depois que falo a história deles, eu sempre tenho uma reflexão final, porque é isso que acontece comigo, esses heróis me fazem repensar tudo, e me dão ânimo pra buscar meus sonhos. Acredito de verdade que mostrá-los à nova geração mudará uma mentalidade, dará força para a juventude lutar pelos seus sonhos".
Em menos de três meses, o canal de PhCôrtes no YouTube passou de 156 inscritos para mais de 8 mil – quando a edição impressa da Rdb foi finalizada, eram menso de 7 mil –, uma visibilidade que superou suas expectativas. "Quando comecei esse quadro, imaginei, sim, que teria visibilidade, mas não nessa proporção! Tem sido uma experiência muito boa e me estimula a cada vez pesquisar e gravar mais", diz, animado.
O primeiro clipe da série Meus Heróis Negros Brasileiros contou a história de Zumbi dos Palmares. Lançado em 23 de novembro do ano passado, o primeiro episódio tinha alcançado, até meados de janeiro, mais de 22 mil visualizações. PhCôrtes começa o vídeo explicando porque decidiu criar este quadro: "Eu acho que nós, brasileiros, conhecemos muitas coisas sobre o mundo, mas não conhecemos coisas sobre nós mesmos, sobre a nossa cultura".
Ao final, ensina: "Zumbi não morreu. Zumbi é o morto que reviveu. Ele está em cada um que luta pelos seus direitos, que não esquece de suas origens, em todos os lutadores que acreditam e que lutam pelo o que acreditam. Se você é uma dessas pessoas, Zumbi está em você. Zumbi está em mim. Zumbi está em todos esses heróis negros do Brasil que eu vou citar durante este quadro".
Além da história do líder do Quilombo dos Palmares, o quadro de Pedro Henrique já apresentou a trajetória e a importância do escritor Machado de Assis, do líder abolicionista Luiz Gama e, no primeiro vídeo lançado em 2016, o almirante negro João Cândido. O garoto anunciou que também trataria das heroínas negras brasileiras. "No quilombo, ela plantava como todos, trabalhava na produção de farinha de mandioca, empunhava armas e liderou as falanges feministas do exército do quilombo, derrubando mais uma vez esse mimimi de que 'mulher é o sexo frágil'", narra o youtuber ao apresentar a guerreira Dandara, mulher de Zumbi e também líder do Quilombo dos Palmares.

JORGE BISPO/DIVULGAÇÃO_divulgação
Cena de O Topo da Montanha, com Lázaro Ramos e Taís Araújo: inspiração
Sonho possível
Para PhCôrtes, o quadro é uma forma de combater o preconceito, do qual ele já foi vítima. "Eu estava voltando do inglês para a minha casa e percebi que um senhor que estava à minha frente ficou preocupado, colocou a mão no bolso e começou a caminhar apressadamente. Aí corri para ficar à frente dele, para que ele percebesse que eu não tinha intenção de fazer nenhum mal a ele. Cheguei em casa um pouco triste e depois deletei", lembra. Seus vídeos pretendem mostrar que os "negros foram e são tão importantes e célebres quanto outros povos que aqui se estabeleceram".
Meus Heróis Negros Brasileiros pretende fazer com que a sociedade reflita sobre a questão do preconceito. Mas o impacto desses vídeos vão além do social. Segundo Egnalda Côrtes, mãe de Pedro Henrique, o canal também o tem ajudado a superar a timidez. "Esse trabalho é expressivo e importante não somente para a comunidade negra, mas para todo o povo brasileiro que pouco conhece sobre sua própria história. É algo novo. Ele é um garoto tímido, o canal foi uma forma de extravasar sua criatividade e de se mostrar mais como pessoa, com suas descobertas e reflexões. O novo por vezes o assusta, mas também o motiva", afirma a ex-executiva de operações de call center.
Com apenas 13 anos, Pedro Henrique já está se esforçando para realizar um ideal. "Meu grande sonho é de que no Youtube os negros ganhem a visibilidade e importância que não têm na TV e nem em campanhas publicitárias."
Para assistir aos vídeos do quadro Meus Heróis Negros Brasileiros, acesse www.youtube.com/user/Phcortesmotta1
por: Por Xandra Stefanel, para a RBr
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Unicamp oferece vaga de residência médica em dermatologia atrelada à pós-graduação.
Após a residência, o médico dermatologista deverá desenvolver um projeto de pesquisa de pós-graduação na Universidade Federal de Roraima, em Boa Vista (foto: FCM/Unicamp)
A Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou edital inédito de Acesso Direto ao Programa de Residência Médica em Dermatologia. Na proposta, após a residência de três anos na FCM, o médico dermatologista deverá desenvolver um projeto de pesquisa de pós-graduação na Universidade Federal de Roraima, em Boa Vista, pelo mesmo período.
A medida integra o Programa Nacional de Apoio à Formação de Médicos Especialistas em Áreas Estratégicas do Ministério da Saúde e visa atender regiões do país, carentes desses especialistas pelo Sistema Único de Saúde.
"Nossa proposta é tornar a FCM um facilitador no processo de interiorização de especialistas pelo Brasil, onde a necessidade é mais evidente. Dos 27 estados brasileiros, apenas Roraima, Acre, Amapá e Rondônia não possuem subsedes da Sociedade Brasileira de Dermatologia", explicou o coordenador do projeto, Paulo Eduardo Neves Ferreira Velho, à Assessoria de Relações Públicas e Imprensa da FCM.
Ainda de acordo com Paulo Velho, embora a distribuição de especialistas não seja uma responsabilidade direta da universidade pública, a academia pode e deve ser inovadora em auxiliar o governo a atingir tal objetivo.
A iniciativa tem como estratégia proporcionar equidade na formação e na distribuição de profissionais. "A Unicamp está inovando na tentativa de ajudar a saúde pública do Brasil. Este é o primeiro projeto piloto para suprir uma necessidade de especialistas em lugares onde hoje eles não existem, no âmbito do SUS. Pretendemos propor esse tipo de modelo para outras áreas da residência médica", afirmou o diretor da FCM, Ivan Felizardo Contrera Toro.
Mais informações podem ser obtidas no site do Processo Seletivo Dermatologia Compromisso Social www.residencia2016.fcm.unicamp.br/residencia/dcs/.
A medida integra o Programa Nacional de Apoio à Formação de Médicos Especialistas em Áreas Estratégicas do Ministério da Saúde e visa atender regiões do país, carentes desses especialistas pelo Sistema Único de Saúde.
"Nossa proposta é tornar a FCM um facilitador no processo de interiorização de especialistas pelo Brasil, onde a necessidade é mais evidente. Dos 27 estados brasileiros, apenas Roraima, Acre, Amapá e Rondônia não possuem subsedes da Sociedade Brasileira de Dermatologia", explicou o coordenador do projeto, Paulo Eduardo Neves Ferreira Velho, à Assessoria de Relações Públicas e Imprensa da FCM.
Ainda de acordo com Paulo Velho, embora a distribuição de especialistas não seja uma responsabilidade direta da universidade pública, a academia pode e deve ser inovadora em auxiliar o governo a atingir tal objetivo.
A iniciativa tem como estratégia proporcionar equidade na formação e na distribuição de profissionais. "A Unicamp está inovando na tentativa de ajudar a saúde pública do Brasil. Este é o primeiro projeto piloto para suprir uma necessidade de especialistas em lugares onde hoje eles não existem, no âmbito do SUS. Pretendemos propor esse tipo de modelo para outras áreas da residência médica", afirmou o diretor da FCM, Ivan Felizardo Contrera Toro.
Mais informações podem ser obtidas no site do Processo Seletivo Dermatologia Compromisso Social www.residencia2016.fcm.unicamp.br/residencia/dcs/.
Por: Agência FAPESP
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As camadas protetoras do céu
Projeto Temático pesquisa a dinâmica da alta atmosfera e publica artigo no Journal of Geophysical Research indicando que a densidade de elétrons na ionosfera pode ser perturbada por fenômenos meteorológicos (imagem: NASA)
A camada de ozônio da estratosfera, que se estende de 10 a 50 quilômetros (km) de altitude, bloqueia os raios ultravioleta nocivos à saúde. Mas o que muitos desconhecem é que a camada de ozônio é apenas uma das barreiras que a Terra dispõe contra as diversas radiações solares.
"A camada de ozônio é a última barreira aos raios ultravioleta. E nem é a principal. A maioria dos raios ultravioleta e ultravioleta extremo, além do fluxo de raios X emitido pelo Sol, é absorvida na ionosfera. A ionosfera é o nosso principal escudo às radiações ionizantes provenientes do Sol", disse o físico Paulo Roberto Fagundes, da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos. A ionosfera se estende entre 70 e 1.500 km de altitude, já na fronteira com o espaço sideral.
Apesar de a ionosfera ser o principal manto protetor da Terra, suas propriedades e a sua possível relação com o clima e com o meio ambiente só recentemente começaram a ser estudadas e compreendidas.
"No fundo, estamos tentando entender melhor a atmosfera, que é o meio ambiente do planeta", disse Fagundes, coordenador do Projeto Temático "Estudo da variabilidade dia a dia da mesosfera, termosfera e ionosfera em baixas latitudes e região equatorial, durante o ciclo solar 24", financiado pela FAPESP.
O objetivo do projeto é estudar a variação diária da dinâmica da alta atmosfera (mesosfera e termosfera) e da eletrodinâmica da ionosfera em baixas latitudes e na região equatorial, utilizando uma rede de observatórios no setor brasileiro, dados complementares de outros setores e dados de satélite.
Um dos resultados do Temático é o artigo Ionospheric response to the 2009 sudden stratospheric warming over the equatorial, low, and middle latitudes in the South American sector, publicado no Journal of Geophysical Research: Space Physics.
De acordo com Fagundes, o artigo deriva de um esforço internacional para entender o acoplamento vertical e longitudinal entre as várias camadas da atmosfera/ionosfera sobre as Américas e é fruto de uma colaboração entre a Univap, o Massachusetts Institute of Technology (MIT, Estados Unidos), o Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia (Itália) e a Universidad Nacional de La Plata (Argentina).
Fotoionização
A alta atmosfera é formada por gás muito rarefeito, sendo os principais o oxigênio (O), o oxigênio molecular (O2) e o nitrogênio molecular (N2). As moléculas O, O2 e N2 são banhadas pelo fluxo de radiações solares, composto dos energéticos raios ultravioleta, ultravioleta extremo e raios X.
Ao entrar em contato com essas radiações, as moléculas e átomos absorvem sua energia, em um processo conhecido como fotoionização. Ao fazê-lo, as moléculas ou átomos perdem um ou mais elétrons e são criados íons (de carga positiva) e elétrons (de carga negativa). Daí vem o nome ionosfera: a região da atmosfera onde existem elétrons e íons livres.
É justamente essa capacidade de as moléculas e átomos ionizarem ao absorver as radiações mais energéticas que impede que as radiações atinjam a superfície terrestre.
A totalidade dos raios X é barrada na ionosfera, assim como a maioria dos raios ultravioleta e ultravioleta extremo. Os que conseguem escapar da ionosfera podem ou não ser barrados pela camada de ozônio, dependendo da concentração e espessura da camada de ozônio – daí o risco promovido pelo aumento no buraco da camada de ozônio sobre a Antártica. Onde há o buraco, os raios UV atingem a superfície em quantidades muito perigosas.
O fluxo de radiação solar que atinge a Terra não é constante. Ele altera de intensidade em função do ciclo solar, ou seja, do nível da atividade do Sol, que varia em intervalos de 11 anos. Em períodos de atividade solar mínima, a intensidade das radiações solares (ultravioleta, ultravioleta extremo e raios X) na ionosfera diminui, fazendo com que uma quantidade menor de átomos e moléculas ionizem.
De outra forma, quando a atividade solar está em seu máximo, o fluxo de radiação eleva e aumenta a quantidade de material ionizado. "O último mínimo solar ocorreu entre 2006 e 2012 e teve um comportamento atípico. Foi prolongado e atingiu valores muito pequenos. Agora, estamos no máximo solar", disse Fagundes.
O fluxo de radiação solar também sofre oscilações bruscas, causadas pela ocorrência de tempestades solares. São erupções repentinas na superfície do Sol, que aumentam dramaticamente o fluxo de radiação emitida e, consequentemente, de material ionizado na ionosfera.
"A maioria dos satélites orbita o planeta entre 100 e 1.000 km de altitude e seu funcionamento é muito sensível em relação à atividade solar", disse. Fagundes.
Densidade de elétrons
O estudo agora publicado mostra que a densidade de elétrons na ionosfera pode ser perturbada durante dias por fenômenos meteorológicos.
"Os meteorologistas sabem há muitos anos que, no hemisfério Norte e em menor grau no hemisfério Sul, existe um aumento súbito nas temperaturas na estratosfera sobre os polos, durante o inverno", disse Fagundes.
Esse aquecimento se deve a uma mudança de direção de um vento específico na região do polo Norte. A consequência é o aumento da temperatura na estratosfera, até os 30 km de altitude.
"Começamos a perceber que ocorrem também alterações na densidade de elétrons na ionosfera, em altitudes de até 300 km. Essas alterações se propagam ao longo das latitudes, se deslocando do polo Norte, passando pelas latitudes médias do hemisfério Norte, pela Linha do Equador, pelo Brasil e chegando até o sul da Argentina", disse Fagundes.
Uma das hipóteses em estudo no momento é que essa propagação não termine na Argentina, mas prossiga até a ionosfera sobre o polo Sul. Isso poderia se tratar de um acoplamento polo a polo.
"Ainda não sabemos se é esse o caso, mas, sob o ponto de vista das mudanças climáticas globais, é importante entender o funcionamento da atmosfera como um todo e da ionosfera em particular", disse Fagundes.
O artigo Ionospheric response to the 2009 sudden stratospheric warming over the equatorial, low, and middle latitudes in the South American sector (doi: 10.1002/2014JA020649), de Paulo Roberto Fagundes e outros, pode ser lido por assinantes do Journal of Geophysical Research: Space Physics em http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/2014JA020649/full.
Por: Peter Moon | Agência FAPESP
"A camada de ozônio é a última barreira aos raios ultravioleta. E nem é a principal. A maioria dos raios ultravioleta e ultravioleta extremo, além do fluxo de raios X emitido pelo Sol, é absorvida na ionosfera. A ionosfera é o nosso principal escudo às radiações ionizantes provenientes do Sol", disse o físico Paulo Roberto Fagundes, da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos. A ionosfera se estende entre 70 e 1.500 km de altitude, já na fronteira com o espaço sideral.
Apesar de a ionosfera ser o principal manto protetor da Terra, suas propriedades e a sua possível relação com o clima e com o meio ambiente só recentemente começaram a ser estudadas e compreendidas.
"No fundo, estamos tentando entender melhor a atmosfera, que é o meio ambiente do planeta", disse Fagundes, coordenador do Projeto Temático "Estudo da variabilidade dia a dia da mesosfera, termosfera e ionosfera em baixas latitudes e região equatorial, durante o ciclo solar 24", financiado pela FAPESP.
O objetivo do projeto é estudar a variação diária da dinâmica da alta atmosfera (mesosfera e termosfera) e da eletrodinâmica da ionosfera em baixas latitudes e na região equatorial, utilizando uma rede de observatórios no setor brasileiro, dados complementares de outros setores e dados de satélite.
Um dos resultados do Temático é o artigo Ionospheric response to the 2009 sudden stratospheric warming over the equatorial, low, and middle latitudes in the South American sector, publicado no Journal of Geophysical Research: Space Physics.
De acordo com Fagundes, o artigo deriva de um esforço internacional para entender o acoplamento vertical e longitudinal entre as várias camadas da atmosfera/ionosfera sobre as Américas e é fruto de uma colaboração entre a Univap, o Massachusetts Institute of Technology (MIT, Estados Unidos), o Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia (Itália) e a Universidad Nacional de La Plata (Argentina).
Fotoionização
A alta atmosfera é formada por gás muito rarefeito, sendo os principais o oxigênio (O), o oxigênio molecular (O2) e o nitrogênio molecular (N2). As moléculas O, O2 e N2 são banhadas pelo fluxo de radiações solares, composto dos energéticos raios ultravioleta, ultravioleta extremo e raios X.
Ao entrar em contato com essas radiações, as moléculas e átomos absorvem sua energia, em um processo conhecido como fotoionização. Ao fazê-lo, as moléculas ou átomos perdem um ou mais elétrons e são criados íons (de carga positiva) e elétrons (de carga negativa). Daí vem o nome ionosfera: a região da atmosfera onde existem elétrons e íons livres.
É justamente essa capacidade de as moléculas e átomos ionizarem ao absorver as radiações mais energéticas que impede que as radiações atinjam a superfície terrestre.
A totalidade dos raios X é barrada na ionosfera, assim como a maioria dos raios ultravioleta e ultravioleta extremo. Os que conseguem escapar da ionosfera podem ou não ser barrados pela camada de ozônio, dependendo da concentração e espessura da camada de ozônio – daí o risco promovido pelo aumento no buraco da camada de ozônio sobre a Antártica. Onde há o buraco, os raios UV atingem a superfície em quantidades muito perigosas.
O fluxo de radiação solar que atinge a Terra não é constante. Ele altera de intensidade em função do ciclo solar, ou seja, do nível da atividade do Sol, que varia em intervalos de 11 anos. Em períodos de atividade solar mínima, a intensidade das radiações solares (ultravioleta, ultravioleta extremo e raios X) na ionosfera diminui, fazendo com que uma quantidade menor de átomos e moléculas ionizem.
De outra forma, quando a atividade solar está em seu máximo, o fluxo de radiação eleva e aumenta a quantidade de material ionizado. "O último mínimo solar ocorreu entre 2006 e 2012 e teve um comportamento atípico. Foi prolongado e atingiu valores muito pequenos. Agora, estamos no máximo solar", disse Fagundes.
O fluxo de radiação solar também sofre oscilações bruscas, causadas pela ocorrência de tempestades solares. São erupções repentinas na superfície do Sol, que aumentam dramaticamente o fluxo de radiação emitida e, consequentemente, de material ionizado na ionosfera.
"A maioria dos satélites orbita o planeta entre 100 e 1.000 km de altitude e seu funcionamento é muito sensível em relação à atividade solar", disse. Fagundes.
Densidade de elétrons
O estudo agora publicado mostra que a densidade de elétrons na ionosfera pode ser perturbada durante dias por fenômenos meteorológicos.
"Os meteorologistas sabem há muitos anos que, no hemisfério Norte e em menor grau no hemisfério Sul, existe um aumento súbito nas temperaturas na estratosfera sobre os polos, durante o inverno", disse Fagundes.
Esse aquecimento se deve a uma mudança de direção de um vento específico na região do polo Norte. A consequência é o aumento da temperatura na estratosfera, até os 30 km de altitude.
"Começamos a perceber que ocorrem também alterações na densidade de elétrons na ionosfera, em altitudes de até 300 km. Essas alterações se propagam ao longo das latitudes, se deslocando do polo Norte, passando pelas latitudes médias do hemisfério Norte, pela Linha do Equador, pelo Brasil e chegando até o sul da Argentina", disse Fagundes.
Uma das hipóteses em estudo no momento é que essa propagação não termine na Argentina, mas prossiga até a ionosfera sobre o polo Sul. Isso poderia se tratar de um acoplamento polo a polo.
"Ainda não sabemos se é esse o caso, mas, sob o ponto de vista das mudanças climáticas globais, é importante entender o funcionamento da atmosfera como um todo e da ionosfera em particular", disse Fagundes.
O artigo Ionospheric response to the 2009 sudden stratospheric warming over the equatorial, low, and middle latitudes in the South American sector (doi: 10.1002/2014JA020649), de Paulo Roberto Fagundes e outros, pode ser lido por assinantes do Journal of Geophysical Research: Space Physics em http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/2014JA020649/full.
Por: Peter Moon | Agência FAPESP
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domingo, 21 de fevereiro de 2016
Obra perdida de Mozart é tocada pela primeira vez
Peça foi identificada recentemente como escrita a seis mãos pelo austríaco com rival Salieri e compositor desconhecido. A obra considerada perdida por 200 anos foi tocada pela primeira vez desde sua redescoberta.
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Brecha de segurança

Brecha de Segurança Expos e-mail e telefone de Quase 10 Usuários mil do Twitter
Durante 24 horas de Algum Dia NÃO revelado Desta semana, 10 mil Contas não Twitter ficaram expostas devido a hum bug da Rede Social, informou a companhia um SEUS Usuários. A microblog divulgou em Seu blog de Rede de that Dados de e-mail e Número de telefone Ligados um Menos de 10 mil Contas do Twitter ficaram Expostos, Mas que o Problema foi prontamente corrigido.
Além Disso, na postagem MESMA, a Empresa Garante o banimento permanente de Usuários Que possivelmente tenham se aproveitado da falha parágrafo Obter INFORMAÇÕES sensíveis de Outros Perfis da Rede. "QUALQUÉR Usuário that NÓS acreditarmos ter Explorado o bug parágrafo Acessar INFORMAÇÕES de Outra Conta Sera suspendido permanentemente", informou o Twitter, avisando Que vai atuar Junto das autoridades Para Conduzir Uma Investigação parágrafo punir Possíveis culpados. Para Que Todo Mundo Fique tranquilo, o Twitter informa that nenhuma Senha foi exposta Durante Estes Problemas, NEM MESMO QUALQUÉR information that permitisse Acesso Direto à Conta de QUALQUÉR perfil.
Fonte: Twitter
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Reúso de água da chuva

Capital catarinense é rica em recursos naturais
Foto: Otávio Nogueira/ Flickr/ (cc)
Reúso de água da chuva nas edificações passa a ser obrigatória em Florianópolis.
Todas as edificações comerciais e residenciais com área acima de 200m² construídas em Florianópolis, capital de Santa Catarina, deverão ter captação de água das chuvas para reúso. A determinação consta do projeto de lei nº 1.231/2013, de autoria do vereador Pedro de Assis Silvestre (PP), aprovado pela Câmara Municipal de Florianópolis no dia 1º de fevereiro.
De acordo com o projeto, o sistema de captação e reúso de águas pluviais deve ser submetido a tratamento sanitário e a finalidade é para atividades que não exijam que a água seja potável, como para regar jardins ou para os vasos sanitários. As motivações para o texto, segundo o vereador Pedrão, é a grande quantidade de chuva na capital catarinense. "É necessário estimular as pessoas para que tenham atitudes mais conscientes. Além de ser ecologicamente correto, este sistema de captação é viável financeiramente, pois custa em torno de 1% do valor total da obra", disse.
O texto da proposta também destaca que a elaboração e execução de leis neste sentido são fundamentais, principalmente, pelo fato de 80% da população brasileira viver em áreas urbanas, tornando assim urgente a implementação de condicionantes na esfera da construção civil favoráveis a um ambiente urbano mais harmonizado com as necessidades humanas, incluindo uma maior integração entre o meio ambiente e a qualidade de vida.
Por: Portal EcoD.
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