Texto para dar distância entre figuras

Esta é a página inicial da Digital Radio Tv... "A Sua Melhor Companhia" ! . . Sejam Benvindos (as, x's) ! ! ! !

Digital Radio e Tv

CLIQUE OU TOQUE NO "PLAY" DA IMAGEM PARA OUVIR A WEBRADIO AO VIVO . Caso a imagem não esteja aparecendo, role esta página até o final que há outro PLAYER da webradio 12345, para acionar e ouvir a programação ao vivo. COMPARTILHEM NOSSA WEBRADIO NAS SUAS REDES SOCIAIS

Webradio, Contato, Marca d'água, Doar


ENTRE EM CONTATO CONOSCO OU NOS AJUDE DOANDO O QUE DESEJAR

Outras Páginas 1

CLIQUE NAS IMAGENS, VISITE NOSSAS PÁGINAS e CONHEÇA NOSSO TRABALHO


                  
 

Outras páginas 2


                   
 

COMPARTILHEM EM SUAS REDES SOCIAIS

 

Design ***Digital Rádio e Tv - São Paulo / SP - Brasil - Todos os direitos reservados - Whats App (11) 9 7291 4716

 

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Desemprego aumenta em 2017 pelo 3º ano consecutivo na América Latina e no Caribe, mas deve diminuir em 2018.

Imagem: Ilustração

A previsão é do relatório Panorama Laboral da América Latina e Caribe 2017, lançado nesta segunda-feira (18) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que indica que a região apresentou desempenhos mistos.

O desemprego na América Latina e no Caribe aumentou pelo terceiro ano consecutivo e afeta mais de 26 milhões de pessoas em 2017, de acordo com um novo relatório divulgado nesta segunda-feira (18) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Apesar desta realidade preocupante, o estudo destaca que há sinais positivos no mercado de trabalho e prevê uma melhora dos indicadores no próximo ano.

"O mercado de trabalho da região parece estar em um momento de mudança de ciclo, após um período de deterioração generalizada dos indicadores sociais e de trabalho, mas a melhoria dependerá do cumprimento das previsões de maior crescimento econômico", alertou o diretor-regional da OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar-Xirinachs.

O relatório anual 'Panorama Laboral da América Latina e Caribe 2017', lançado na sede do Escritório Regional da OIT em Lima, no Peru, destacou que este ano a região apresentou um desempenho misto das principais variáveis ligadas ao mundo do trabalho.

A taxa média de desemprego na América Latina e no Caribe aumentou de 7,9% em 2016 para 8,4% no final de 2017, um aumento de 0,5 pontos percentuais. O número total de pessoas que procuram um emprego sem sucesso aumentou em dois milhões, para 26,4 milhões de pessoas.

O relatório da OIT observou, no entanto, que a média foi fortemente influenciada pela situação do Brasil, que concentra cerca de 40% da força de trabalho da região e onde a taxa de desemprego foi de 13,1% no terceiro trimestre de 2017.

Além disso, embora este ano tenha sido observada uma leve recuperação do crescimento econômico após um período de desaceleração e contração, isso não foi suficientemente forte para mudar a tendência de um mercado de trabalho que "atua com atraso quando há recuperação".

Já em 2018, quando as últimas previsões indicam que o crescimento econômico médio da região pode chegar a cerca de 2%, "se espera que a recuperação econômica seja mais visível nos mercados de trabalho" e que a taxa de desemprego diminua pela primeira vez depois de três anos, para 8,1%.

O relatório da OIT afirma que já se notou uma melhora na taxa de ocupação no mercado de trabalho no final de 2017, o que permite prever uma evolução positiva para o próximo ano. No entanto, o documento alerta que a melhoria ainda é "leve e frágil".

Na análise por sub-regiões, o relatório destaca que o desemprego aumentou no Cone Sul, onde a variação interanual para o terceiro trimestre passou de 10,7% para 11,9%. Nos países andinos houve uma redução moderada de 6,9% para 6,8%. Na América Central e no México, a queda foi de 4,5% para 4,0%. Já no Caribe, a redução foi de 7,8% para 7,4%.

Em 2017, o desemprego aumentou em nove dos 19 países com dados para o terceiro trimestre. Esta também é uma evolução positiva em relação a 2016, quando o aumento foi registrado em 13 países.

"A principal novidade deste Panorama Laboral 2017 é que, em geral, podemos ver o fim da deterioração generalizada nos mercados de trabalho registrados nos últimos anos e o início do que será uma nova fase de melhoria, se a aceleração do crescimento esperada para 2018 se materializar", afirmou Salazar.

No entanto, ele lembrou que o desemprego é apenas a parte mais visível do funcionamento dos mercados de trabalho. "Existem outras dimensões do emprego que devem ser abordadas pelos países da região, como a persistente desigualdade de gênero, a falta de emprego para os jovens e as questões relacionadas à qualidade do emprego, que contribuem para perpetuar a informalidade", ressaltou o diretor-regional da OIT.

No caso das mulheres, a boa notícia é que, pela primeira vez desde o início da produção anual do Panorama Laboral, a participação das mulheres no mercado de trabalho superou 50%, chegando a 50,2%. Isso significa que mais de 100 milhões de mulheres fazem parte da população economicamente ativa.

Apesar desta evolução positiva, a desigualdade de gênero é persistente. As taxas de participação e ocupação das mulheres ainda são inferiores às dos homens em mais de 20 pontos percentuais. Por outro lado, a taxa de desemprego das mulheres, de 10,4% no terceiro trimestre, ainda é 1,4 vezes maior que a dos homens. "Os mercados de trabalho na região continuam sendo fortemente segregados", comentou Salazar.

Por outro lado, a taxa média de desemprego juvenil aumentou de 18,9% para 19,5% em 2017, o que significa que um em cada cinco jovens na força de trabalho não consegue encontrar trabalho. Estima-se que esta situação afeta cerca de 10 milhões de jovens na região.

Quanto à qualidade dos empregos, o relatório da OIT identificou a persistência de uma fraca geração de postos de trabalho no setor formal e assalariado, enquanto o crescimento do trabalho por conta própria foi maior, geralmente associado a condições de trabalho de menor qualidade e informalidade.

No caso de empregos por setor, destaca-se o aumento de 1,9% no emprego na indústria manufatureira, normalmente associado a condições formais de trabalho.

Em termos de salários, em um contexto de crescimento moderado e especialmente devido à menor inflação, em sete dos nove países com informações disponíveis os salários reais no setor formal aumentaram entre o terceiro trimestre de 2016 e o terceiro trimestre de 2017. O aumento foi mais notável no caso dos salários-mínimos reais, com um aumento médio de 4,3% no terceiro trimestre de 2017, acima dos 2,3% registrados há um ano.

Um tema especial incluído neste Panorama Laboral 2017 é a "Evolução dos salários na América Latina e no Caribe de 2005 a 2015". Entre outros dados, a pesquisa destaca que durante esta década:

    Os salários reais na América Latina aumentaram 19,8%, ou 1,8% ao ano;
    Em média, o salário-mínimo real aumentou 42% na América Latina;
    Na América Latina, os funcionários públicos representavam 18% do total de assalariados em 2015; o setor privado concentrava 74% dos assalariados, comparado a 8% no trabalho doméstico.

O Panorama Laboral da América Latina e Caribe 2017 alerta que as perspectivas futuras dependem da manutenção de um ambiente econômico internacional mais estável.

Além disso, Salazar ressaltou que "embora 1,2% ou 2% de crescimento seja melhor que as taxas de crescimento recentes, esse 'novo normal' é uma má notícia, pois esses níveis de crescimento são insuficientes para reduzir a pobreza rapidamente, satisfazer e financiar as demandas das classes médias e ter impactos verdadeiramente transformadores nos indicadores sociais e de mercados de trabalho".

Para isso, "os países da região deveriam crescer 5% ou 6%, o que só será alcançado com o enfrentamento das lacunas de baixa produtividade e da falta de desenvolvimento e diversificação produtiva, bem como as questões de educação, formação profissional e infraestrutura".

"Somente assim poderemos avançar para um crescimento mais sustentado, inclusivo e sustentável com mais e melhores empregos", disse o diretor-regional da OIT.

Acesse o relatório completo em http://www.ilo.org/americas/sala-de-prensa/WCMS_613957/lang–es/index.htm

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Pesquisa comparativa liderada por Thomas Piketty aponta que 27,8% da riqueza nacional está em poucas mãos.

Vista do Cristo Redentor e da favela Morro da Coroa, no Rio. MAURO PIMENTEL AFP


Brasil tem maior concentração de renda do mundo entre o 1% mais rico.


Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. O grupo, composto por centenas de estudiosos, disponibiliza nesta quinta-feira um banco de dados que permite comparar a evolução da desigualdade de renda no mundo nos últimos anos.


MAIS INFORMAÇÕES

Brasil tem maior concentração de renda do mundo entre o 1% mais rico Série inédita brasileira mostra salto da desigualdade no começo da ditadura
Brasil tem maior concentração de renda do mundo entre o 1% mais rico Medeiros: "A desigualdade do Brasil é disfuncional para a democracia"
Os dados sobre o Brasil se restringem ao período de 2001 a 2015, e são semelhantes em metodologia e achados aos estudos pioneiros publicados pelos pesquisadores brasileiros Marcelo Medeiros, Pedro Ferreira de Souza e Fábio Castro a partir de 2014. No caso de Souza, pesquisador do IPEA, o trabalho construiu série histórica sobre a disparidade de renda no Brasil desde 1926. A World Wealth & Income Database (base de dados mundial de riqueza e renda) aponta que o 1% mais rico do Brasil detinha 27,8% da renda do país em 2015, enquanto no estudo do brasileiro, por diferenças de metodologia, a cifra é 23%.


Segundo os dados coletados pelo grupo de Piketty, os milionários brasileiros ficaram à frente dos milionários do Oriente Médio, que aparecem com 26,3% da renda da região. Na comparação entre países, o segundo colocado em concentração de renda no 1% mais rico é a Turquia, com 21,5% em 2015 — no dado de 2016, que poucos países têm, a concentração turca subiu para 23,4%, de acordo com o levantamento.

O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%.

A região em que os 10% mais ricos detêm menor fatia da riqueza é a Europa, com 37%. O continente europeu é tido pelos pesquisadores como exemplo a ser seguido no combate à desigualdade, já que a evolução das disparidades na região foi a menor entre as medidas desde 1980. Eles propõem, de maneira geral, a implementação de regimes de tributação progressivos e o aumento dos impostos sobre herança, além de mais rigidez no controle de evasão fiscal.

Gráfico do banco de dados. O Brasil aparece com a maior concentração, em verde claro.


O grupo de economistas reconhece que existe "grandes limitações para nossa capacidade de medir a evolução da desigualdade". Muitos países não divulgam ou sequer produzem dados detalhados sobre renda ou desigualdade econômica. A pesquisa se baseia, portanto, em múltiplas fontes, como contas públicas, renda familiar, declaração de imposto de renda, heranças, informações de pesquisas locais, dados fiscais e rankings de patrimônio. O brasileiro Pedro Ferreira de Souza concorda: "Na minha tese, do ano passado, o Brasil também aparece em primeiro na concentração de renda no topo, mas não gosto de falar em campeão mundial porque há muito ruído e incompatibilidade nos dados. Prefiro dizer que está sem dúvida entre os piores", diz o pesquisador, cujo trabalho se tornará livro no ano que vem por ter recebido o Prêmio Anpocs de Tese em Ciências Sociais.

Investimentos

Os pesquisadores que trabalham sob a grife de Piketty, que se tornou mundialmente famoso com a publicação em inglês de O Capital no Século XXI, em 2014, destacam ainda a importância de investimento público em áreas como  educação, saúde e proteção ambienta. Mas chamam atenção para a perda de poder de influência dos governos dos países mais ricos do mundo.

"Desde os anos 1980, ocorreram grandes transferências de patrimônio público para privado em quase todos os países, ricos ou emergentes. Enquanto a riqueza nacional aumentou substancialmente, o patrimônio público hoje é negativo ou próximo de zero nos países ricos", diz a pesquisa. Segundo os autores, isso obviamente limita a capacidade dos governos de combater a desigualdade.

Para os pesquisadores, o combate à desigualdade econômica pode contribuir inclusive para o combate à pobreza — que caiu no mundo nos últimos anos, inclusive no Brasil. "A pobreza é essencialmente uma forma de desigualdade. Não acho possível separar as duas", diz Marc Morgan Milá, responsável pela parte do Brasil na pesquisa. Para ele, a meta deveria ser promover um crescimento mais balanceado, em vez do cenário de livre mercado em que os mais pobres se beneficiam de forma modesta dos ganhos dos mais ricos.



Por: Rodolfo Borges/El País


Cuidado com os conteúdos nas páginas e nas redes sociais!


O youtuber Marcelo Otto Nascimento, criador do canal Café Tecnológico, foi condenado a pagar R$ 25 mil como indenização por danos morais e materiais à Associação Brasileira de TV por Assinatura.

A ABTA moveu processo contra Nascimento por causa de um vídeo que trazia um tutorial sobre sistemas IPTV, como os que usam o Android Box. A entidade foi representada pelo escritório Siqueira Castro Advogados e venceu em primeira instância. O processo correu na 22ª Vara Cívil do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nascimento pode recorrer da decisão.


Por Canaltech ... Leia na íntegra.

.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Educação acaba com ‘duzentena’ e reduz em 4 vezes espera de professor temporário para voltar à escola.

Imagem: educacao.sp.gov.br/noticias


Governador enviou ao Legislativo projeto que possibilita o cumprimento de apenas 40 dias de intervalo contratual

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo reduzirá em mais de quatro vezes – de 180 para 40 dias – o prazo para que professores temporários – categoria O – tenham um novo ciclo de contratação na rede estadual de ensino. Será via projeto de lei enviado hoje (12) pelo governador Geraldo Alckmin à Assembleia Legislativa.

Atualmente, após um ciclo de aulas em escola estadual (por três anos letivos, por exemplo), o professor precisa aguardar 180 dias para ser contratado novamente com o Estado. Isso porque seu trabalho é de caráter temporário – e isso exige espaço de tempo entre um ciclo de trabalho e outro.

Hoje são cerca de 27 mil professores nesta situação – e que agora serão beneficiados pela medida do Governo do Estado. O projeto de Lei também prevê que os concursos públicos para ingresso no quadro do magistério sejam mais céleres. A mudança minimiza o impacto da ausência de professores em decorrência de problemas de saúde, licenças ou mesmo por aposentadoria nas salas de aula e garante mais facilidade de gestão às escolas.

O projeto de Lei foi construído a partir da escuta direta de mais de 400 professores que teriam o seu contrato rescindido ao término deste ano letivo.

Concurso

O Governo do Estado tem investido fortemente na contratação de professores concursados. Desde 2013 nomeou mais de 50 mil docentes, quantidade jamais vista no Estado.

O concurso foi o maior do magistério paulista. Na época, registrou recorde com 322,7 mil inscrições.




Política de alfabetização semelhante à de países desenvolvidos explica sucesso do Ceará... "Saiu na CBN"!


Missão Aluno - Ilona Becskeházy

Pense em trabalhar habilidades, esqueça a profissão.


Pesquisa da Pearson traça o panorama do mercado de trabalho em 2030, lista habilidades necessárias e mostra como a educação é a saída para o uso intenso de tecnologia em todos os setores.


As previsões que apontam para a presença intensa de robôs e a automação no dia a dia estão longe de ser o fim dos tempos. A pesquisa "O futuro das habilidades: empregabilidade em 2030", realizada pelo grupo editorial Pearson em parceria com a fundação britânica de inovação Nesta e a Oxford Martin School, da Universidade de Oxford, imagina uma situação positiva para a convivência entre homens e máquinas.

Sim, o ritmo de mudanças será acelerado e a tecnologia terá um papel importante, mas o foco no desenvolvimento de habilidades e no aprender a aprender pode funcionar como proteção para o futuro. Só assim será possível atender à necessidade constante de atualização de conhecimentos causada pelo avanço da globalização, dos problemas ambientais, da desigualdade e incerteza política. Ou seja, o incerto tende a ser o novo normal.

Em conversa com o Porvir, Amar Kumar, vice-presidente responsável por liderar o time global de pesquisa da Pearson, disse que tentar imaginar os nomes das profissões do futuro é um "exercício bobo" e o melhor é se preparar, em vez de assumir um papel de vítima dos robôs. "Eu posso desenvolver uma habilidade e praticá-la, mas não posso me preparar para uma profissão que ainda nem sei como vai se chamar", disse. Segundo ele, isso pode ser percebido quando olhamos a situação de alguém que anos atrás já demonstrava visão de mercado e tinha uma boa comunicação e hoje lidera times de marketing em redes sociais. Naquela época você chamaria isso de profissão?

A metodologia da pesquisa partiu de uma análise de sete tendências globais com maior probabilidade de impacto sobre o futuro do trabalho: mudança tecnológica, globalização, mudança demográfica, sustentabilidade ambiental, urbanização, desigualdade crescente e incerteza política. A discussão com especialistas nestas áreas alimentou um algoritmo de machine learning (sistema autodidata) que aprendeu a prever quais empregos e habilidades teriam aumento ou queda na demanda até 2030.

Setores como educação e assistência médica devem ganhar mais eficiência sem sofrer diminuição de força de trabalho. Outros, que reúnem características essencialmente humanas, como o criativo, de desenvolvimento e engenharia, também têm boas perspectivas. Porém, no transporte e na fabricação tradicional o risco é maior.

Segundo o especialista da Pearson, a necessidade de classificar e navegar por informações em um cenário que pessoas não conseguem separar fatos mentirosos dos verdadeiros resgata a importância do bibliotecário, profissional que sempre reuniu tais habilidades.

Na entrevista, Kumar descreve a metodologia da pesquisa, os impactos sobre a educação e as mudanças necessárias no mercado de trabalho. A pesquisa completa está disponível, em inglês, para consulta e download no site http://futureskills.pearson.com.


Link para a entrevista em português


Por: Vinícius de Oliveira_PORVIR.ORG

No Brasil, 30 crianças e adolescentes são assassinados a cada dia.


Em 15 anos, número de homicídios de menores de 19 anos dobrou, alerta relatório sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
 

Menores de 19 anos representam, em média, 20,7 % do total de vítimas de armas de fogo


Um em cada seis homicídios registrados em 2015 vitimou brasileiros com até 19 anos de idade. O número de mortes violentas nessa faixa etária mais que dobrou desde 1990, passando de 5 mil para 10,9 mil. Os dados, extraídos do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, figuram em um relatório da Fundação Abrinq sobre a situação das crianças e adolescentes frente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, divulgado nesta terça-feira 12.

O objetivo 16 prevê a promoção de "sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis".


Entre as metas que impactam os indivíduos menores de idade, figura a redução de "todas as formas de violência e as taxas de mortalidade relacionadas", bem como o fim do "abuso, exploração, tráfico e todas as formas de violência e tortura contra crianças".

Maior número de vítimas de zero a 19 anos de idade está no Nordeste (4.691 homicídios). Vale observar que esta região possui uma população menor do que a verificada na Sudeste, segundo colocada em quantidade absoluta de assassinatos de crianças e adolescentes.

Entre os locais com pior desempenho, a Bahia lidera com 1.223 casos de mortes violentas de menores de 19 anos, ou 20,3% dos homicídios registrados no estado em 2015. Na sequência estão Rio de Janeiro (1.002) e Ceará (900), números que representam, respectivamente, 19,8% e 21,6% dos assassinatos contabilizados naquele ano.

Quando se analisa especificamente os homicídios por arma de fogo, o cenário é ainda mais grave. Em média, crianças e adolescentes representam 20,7 % do total de vítimas no País. Isso significa que um em cada cinco brasileiros assassinados por disparos de arma de fogo em 2015 tinham menos de 19 anos. O percentual é ainda maior que a média nacional nas regiões Nordeste (21,8% sobre o total) e Sudeste (21,2%).

A nível nacional, 93,4% dos assassinatos cometidos por armas de fogo contra a população de zero a 19 anos de idade, em 2015, tiveram como alvo indivíduos entre 15 e 19 anos, enquanto 5,3% são referentes a indivíduos de 10 e 14 anos e 1,2% a menores de nove anos", pontua o relatório A Criança e o Adolescente nos ODS, terceiro estudo da Fundação Abrinq a retratar o cenário da infância e adolescência desde que o Brasil se tornou signatário dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A violência é apenas a face mais cruel do problema.

Documento subscrito por 193 países, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável elencam 169 metas a serem cumpridos até 2030, em prol de um mundo mais justo e sem desigualdade. A nova análise da Fundação Abrinq contempla os indicadores sociais que impactam a vida de crianças e adolescentes, relacionados aos ODS 6 (Água Potável e Saneamento), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), no ano de 2015, quando teve início a agenda mundial.

Se mantido o atual ritmo para a melhoria desses indicadores, o Brasil dificilmente cumprirá os objetivos do acordo no prazo estipulado pela ONU. Mais de 34 milhões de pessoas, ou 17% da população, não têm acesso à água potável. A rede coletora de esgoto é um privilégio de apenas 65,3% dos lares brasileiros. Cerca de 15% das crianças e adolescentes vivem em favelas, sendo que na região Norte um quarto dos brasileiros com até 17 anos de idade vivem em habitações precárias.

"O objetivo deste estudo é construir um 'marco zero' para facilitar o monitoramento dos avanços do Brasil diante das metas da Agenda 2030", explica Carlos Tilkian, presidente da Abrinq. "Os ODS são uma grande oportunidade para a efetivação de políticas públicas visando a qualidade de vida e da cidadania das crianças e dos adolescentes no Brasil", acrescenta Heloisa Oliveira, administradora-executiva da organização.



Por: Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil

Carta Capital.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Enquanto a criança da periferia não for prioridade, desigualdade vai continuar existindo.


Crianças da periferia de SP sofrem com desigualdade nas políticas públicas. Foto: Marcelo Camargo/ABr


A capital paulista tem cerca de um milhão de jovens de 0 a 6 anos, e metade deles vive em áreas precárias. Se não avançarmos em reduzir as desigualdades do ponto de vista das políticas públicas para a primeira infância, fica muito difícil reverter esse quadro no futuro.


.
Américo Sampaio da Rede Nossa São Paulo é entrevistado por Patrícia Sidral da CBN.

.
.



sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Discurso de Despedida de Tiririca, ABALA o BRASIL ;"DECEPCIONADO"!



Em seu primeiro e último discurso na Câmara, o deputado federal Tiririca (PR-SP) anunciou nesta quarta-feira 6 sua despedida do Congresso. No plenário, o deputado chegou a anunciar o abandono da vida pública, indicando a renúncia, mas depois afirmou que cumprirá seu mandato até o fim e não vai se candidatar à reeleição. Alegando estar "com vergonha", se disse decepcionado com os colegas e com a política brasileira e pediu que os outros parlamentares "olhem pelo País".

Tiririca estava em seu segundo mandato. Em 2010, foi o mais votado em São Paulo, com 1,35 milhão de votos. Em 2014, teve 1,01 milhão de votos e ficou em segundo lugar, atrás de Celso Russomanno (PRB-SP).



ONU promove debate sobre migração com exibição gratuita do filme “Era o Hotel Cambridge”.




O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Fundação Casa de Rui Barbosa promovem na próxima terça-feira (12), no Rio de Janeiro, um cine-debate com a exibição do longa brasileiro filme "Era o Hotel Cambridge". A sessão integra o Festival Global de Cinema sobre Migração, iniciativa da OIM que ocorre em diversos países com o objetivo de debater o tema. A entrada é franca.

Lançado em março deste ano, "Era O Hotel Cambridge", da diretora Eliane Caffé, narra a trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil que se unem aos sem-teto e dividem a ocupação de um edifício no centro de São Paulo. Na tensão diária pela ameaça do despejo, revelam-se dramas, situações cômicas e diferentes visões de mundo.

Pelo menos 25 produções profissionais e 8 de diretores emergentes integram a mostra. No ano passado, o Festival ocorreu em 89 países, com exibição de 13 filmes e documentários e 200 curtas. Para marcar o Dia Internacional dos Migrantes (18 de dezembro), o evento ocorre entre os dias 5 e 18 de dezembro.

Confirme participação no evento pelo Facebook: www.facebook.com/events/559060081099770.


Serviço:

Data: 12 de dezembro, 3ª feira – 18 horas

Local: Casa de Rui Barbosa (auditório) – Rua São Clemente, 134 – Botafogo, Rio de Janeiro


Ficha técnica resumida:

Elenco: José Dumont, Carmen Silva, Isam Ahamad Issa, Guylain Mukendi, Suely Franco, Lucia Pulido e Ibtessam Umran.

Gênero: Drama. Duração: 99 minutos.

Classificação Indicativa: 12 anos



Informações para a imprensa:
UNIC Rio – Roberta Caldo – (21) 2253.2211


...