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quarta-feira, 21 de abril de 2021

Influenza: vacinação contra a gripe atinge 1,8% do público-alvo

imagem: arquivo / reprodução

Entre os grupos prioritários, as crianças receberam 981,9 mil doses, os trabalhadores da saúde, 259,8 mil, e as gestantes, 142,1 mil.


Vacinação contra a gripe atinge 1,4 milhões de doses aplicadas desde o início da campanha nacional, que começou no dia 12 de abril. Isso representa cerca de 1,8% do público-alvo definido, que abrange 79,7 milhões de brasileiros.

A campanha é dividida em três etapas e vai até o dia 9 de julho. Até o momento, a região que mais vacinou foi o Sudeste, com 607 mil doses aplicadas. Aparecem em seguida, as regiões Sul, Nordeste, Centro-Oeste e por último a região Norte, com apenas 50 mil doses aplicadas. Entre os grupos prioritários estão as crianças, os trabalhadores da saúde e as gestantes.

Vale ressaltar que o Ministério da Saúde não recomenda que sejam aplicadas conjuntamente as vacinas contra a covid-19 e contra a influenza. De acordo com a pasta, o aconselhável é que tenha uma diferença de pelo menos 14 dias entre uma vacina e outra.

Para mais informações sobre a campanha nacional, cronograma de vacinação e grupo prioritários, acesse o site do Ministério da Saúde.

Fonte: Br 61
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O que são as novas cepas do coronavírus?

imagem: arquivo / reprodução

Mutações podem tornar a Covid-19 mais transmissível, alertam especialistas.



Ao final de 2019, um vírus até então pouco conhecido pela ciência provocou a morte de dezenas de pessoas na província de Wuhan, na China, por uma doença pulmonar grave – a Covid-19. O coronavírus (Sars-CoV-2), como foi denominado, rapidamente se espalhou a nível de pandemia e hoje registra um total de mais de 140 milhões de casos e 3 milhões de óbitos em todo o mundo.

Como agravante, em 2020, a comunidade médica e científica notificou novas cepas do coronavírus em vários países, inclusive no Brasil, que podem tornar a infecção mais transmissível e contagiosa.

Mas o que são novas cepas? O professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Alagoas (Ufal), Sérgio Lira, explica que assim como acontece naturalmente com outros vírus, o Sars-CoV-2 passou por um processo de evolução. "Essas mutações no código genético do vírus ocorrem quando ele se replica dentro do organismo humano e as características mais vantajosas para o vírus sofrem seleção natural. Quando várias dessas mutações se acumulam num subgrupo da população viral, dizemos que esta é uma nova cepa."



Novas cepas identificadas
O doutor e pesquisador da Universidade Federal do Ceará (UFC), Marco Clementino, afirma que até o momento centenas de cepas do coronavírus já foram identificadas, mas nem todas são consideradas relevantes para a saúde pública. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) estabeleceu três classificações para monitorar essas mutações: as "variantes de interesse"; "de preocupação" e "de alta consequência".

Segundo o doutor Marco Clementino, análises preliminares das "variantes de interesse" indicam que suas mutações podem vir a causar impactos na transmissão e na severidade da doença. As "variantes de preocupação" possuem indicadores de aumento na transmissibilidade e no aumento da severidade da doença. Já as "variantes de alta consequência" possuem evidências claras de que nenhuma medida de prevenção consegue reduzir a circulação do vírus.

O CDC considera as variantes B.1.526 (detectada em Nova York – Estados Unidos); B.1.525 (Nova York – Estados Unidos) e P.2 (Brasil) como "de interesse"; e as variantes B.1.1.7 (Reino Unido), P.1 (Brasil), B.1.351 (África do Sul), B.1.427 (Califórnia – Estados Unidos), B.1.429 (Califórnia – Estados Unidos) como "de preocupação". Atualmente, nenhuma variante de alta consequência foi detectada para o Sars-Cov-2.



O epidemiologista Luciano Pamplona, professor das faculdades de Medicina da UFC e da UNICHRISTUS, explica que entre as centenas de cepas que existem, predominam-se aquelas que possuem maior capacidade de transmissão.

"Se uma cepa for mortal, a pessoal vai pegar, vai adoecer e vai morrer. Esse vírus não tem chance de se espalhar rapidamente. Tende a se espalhar mais as [cepas] que causam infecção assintomática, doenças mais leves, como a P1, por exemplo", explica.

Diferença entre as cepas
Segundo o pesquisador Marco Clementino, as diferenças entre as cepas ainda são mutações pontuais no genoma do vírus.

"Atualmente, não há indicativos de que uma variante altere os sintomas da doença ou a letalidade. Contudo, temos evidências de que algumas variantes possuem uma taxa de transmissão maior do que outras", comenta.

Segundo o CDC, as variantes B.1.1.7 do Reino Unido e a B.1.351 da África do Sul são 50% mais transmissíveis que o vírus ancestral. Já as cepas B.1.427 e B.1.429 da Califórnia são 20% mais transmissíveis.

O epidemiologista e coordenador da Sala de Situação da Universidade de Brasília, Jonas Brant, explica que o mecanismo de ação das novas cepas do coronavírus no organismo humano é basicamente o mesmo do vírus ancestral.

"Por enquanto não mudou nada em relação à forma de infecção e à patogenicidade. Mas o que a gente vê é uma maior eliminação do vírus no sistema respiratório e – ainda é difícil ter certeza das causas disso – um aumento importante do número de jovens sendo internados por Covid-19", afirma.

Segundo Brant, o aumento de jovens internados por Covid-19 pode ser causado tanto pela vantagem dessas novas cepas em infectar pessoas mais jovens, quanto pelo aumento da exposição desse grupo ao vírus através de aglomerações.

Medidas de prevenção
O professor da Ufal, Sérgio Lira, afirma que as medidas de prevenção para as novas cepas do coronavírus continuam as mesmas: uso de máscaras, manter os ambientes ventilados, evitar aglomerações, higienizar as mãos etc.

O epidemiologista Jonas Brant recomenda reforçar a filtragem das máscaras.

"Nesse momento em que a probabilidade de entrar em contato com pessoas com vírus é cada vez maior, o uso da máscara de pano deve ser substituído pela máscara cirúrgica, por baixo da máscara de pano, ou pela máscara N95 ou PFF2. O uso de filtragens melhores pode garantir maior proteção."

Fonte: Br 61

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terça-feira, 20 de abril de 2021

História de Hoje.

imagem: arquivo / reprodução

A PRIMEIRA CORRIDA AUTOMOBILÍSTICA DO MUNDO.



Uma corrida de um carro só pode ser considerada a primeira corrida automobilística do mundo. Em 20 de abril de 1887 o quadriciclo a vapor participou de um evento teste na França.

Fonte: Digitalradiotv

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A Música do Dia 20 de abril

imagem: arquivo / reprodução

20 de abril é Dia do Diplomata.


Vinicius de Moraes - Onde Anda Você (Vinicius de Moraes, Hermano Silva).

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto
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Bolsa Família: beneficiários com NIS final 3 recebem primeira parcela do Auxílio Emergencial nesta terça (20)

imagem: arquivo / reprodução

De acordo com a Caixa Econômica Federal, o recebimento do auxílio é realizado seguindo as mesmas datas do benefício regular para quem recebe o Bolsa Família.



Os beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 3 vão receber, nesta terça-feira (20), o pagamento da primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o recebimento do auxílio é realizado seguindo as mesmas datas do benefício regular para quem recebe o Bolsa Família.

Para as pessoas que recebem as quantias por meio da Poupança Social Digital, os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo CAIXA Tem e na Rede Lotérica de todo o Brasil, ou ainda sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

Durante uma live que anunciou o calendário de pagamento do Bolsa Família, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que, caso haja viabilidade na distribuição dos recursos, os repasses poderão ser antecipados.

"A partir da avaliação do pagamento deste primeiro ciclo poderemos também antecipar os pagamentos dos ciclos 2, 3 e 4. Mas, exatamente como fizemos agora: primeiro pulicamos um calendário, vimos como era a dinâmica de pagamento, percebemos que estávamos muito bem e antecipamos", destacou.

Confira o Calendário Bolsa Família 2021



Como saber o número do meu NIS?

O número do NIS pode ser encontrado nos extratos de FGTS enviados pela Caixa, no Cartão Cidadão ou na Carteira de Trabalho (CTPS), por exemplo. Outra opção é a consulta pela internet, a partir do CPF (como o portal Meu INSS) ou no portal Consulta Cidadão.

Normalmente, o NIS serve para ter acesso a programas sociais do governo federal. Com esse número, os usuários podem se candidatar aos diversos programas sociais, como por exemplo, Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Garantia Safra, entre outros.

Bolsa Família e Auxílio Emergencial
De acordo com Medida Provisória 1039/2021, o Auxílio Emergencial será destinado às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja menor do que meio salário mínimo.

Outra exigência é de que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, uma vez que não há possibilidade de nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, ainda está em vigor a regra do valor mais vantajoso. Nesse caso, o beneficiário pode optar pelo maior valor entre a parcela paga no programa e a do Auxílio Emergencial.

Segundo o professor Edgilson Tavares de Araújo, doutor e mestre em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), o Auxílio Emergencial é considerado como direito, sendo assim, não pode ser visto como "moeda de troca". "Temos que lembrar, inclusive, que o Auxílio Emergencial não é uma benesse governamental. Ele é uma conquista da sociedade civil que é colocada no plano político", disse.

O valor médio do benefício definido para 2021 ficou em R$ 250, podendo variar de R$ 150 a R$ 375, a depender do perfil do beneficiário e da composição de cada família.

Outras dúvidas podem ser tiradas por meio central telefônica 111 da Caixa Econômica Federal. O canal funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, e está pronta para atender os beneficiários do Auxílio Emergencial. Além disso, o banco disponibiliza o site auxilio.caixa.gov.br

Fonte: Br 61
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Lei do teste de paternidade em parentes de suposto pai entra em vigor

imagem: arquivo / reprodução

Nova legislação autoriza teste em parentes próximos, caso o exame seja pedido por um juiz.



Após 12 anos de tramitação no Congresso, nova lei que permite a realização do teste de paternidade em parentes próximos do suposto pai foi sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira (19).

Segundo a nova legislação, caso o suposto pai tenha morrido ou não possa ser localizado, o teste em parentes consanguíneos poderá ser autorizado por um juiz. O texto destaca que o ideal é que sejam parentes de grau mais próximo aos mais distantes.

A novidade altera um trecho da Lei de Investigação da Paternidade (Lei 8.560/1992), para acrescentar a previsão de exame em parentes próximos.

Fonte: Br 61

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segunda-feira, 19 de abril de 2021

A MÚSICA DO DIA 19 de abril

imagem: arquivo / reprodução

Hoje é 19 de abril Roberto Carlos faz 80 anos.



Roberto Carlos - A Montanha (Roberto Carlos e Erasmo Carlos)


Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto
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Preciso fazer teste depois de tomar a vacina contra Covid-19?

imagem: arquivo / reprodução

O procedimento visa entender a resposta imune da vacina, e, consequentemente, acompanhar sua relação com o impedimento da proliferação do vírus e a diminuição de internações e óbitos.



Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), após a vacinação contra a Covid-19 é importante realizar a da testagem pós-vacinal. O procedimento, visto como essencial, visa entender a resposta imune da vacina, e, consequentemente, acompanhar sua relação com o impedimento da proliferação do vírus e a diminuição de internações e óbitos.
 
O presidente da SBPC/ML, Carlos Eduardo Ferreira, destacou a importância da testagem pós-vacinal evidenciada na pesquisa da associação. "A testagem não é bobagem, principalmente porque todos os testes de avaliação de eficácia das vacinas foram baseados em testes pós-vacinais", disse.
 
Os testes disponíveis para estes casos são a pesquisa dos anticorpos neutralizantes, o IgG anti-S e o anti-RBD. Esses testes já estão disponíveis em laboratórios clínicos, mas não têm ainda uma indicação formal para a solicitação deles.


 
Em publicação recente, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) evidenciaram que aproximadamente 85% dos pacientes que receberam a vacina Coronavac, produziram anticorpos neutralizantes. Ou seja, 15% não produziram anticorpos, o que em tese poderia deixá-los mais expostos, por não terem resposta humoral.
 
Existem ainda casos documentados de doença grave 20 dias após a segunda dose da vacina produzida pelo Instituto Butantan, esses pacientes não apresentavam anticorpos neutralizantes no início da infecção.
 
O epidemiologista e vice coordenador da Sala de Situação da Universidade de Brasília (UnB), Mauro Sanchez, reconhece a necessidade da testagem pós-vacinal, como as vacinas não garantem a eficácia de 100%, e no caso de uma reinfecção, mesmo com sintomas brandos, o vacinado pode continuar transmitindo.
 
"Não é para fazer testagem de rotina independente de qualquer situação nas pessoas vacinadas. O vacinado deve ser testado se ele tiver contato com uma pessoa sabidamente positiva, para que essa pessoa vacinada, caso tenha se infectado, evite que passe para outras", afirmou.
 
No entanto, não se sabe o nível de anticorpos necessários (correlato de proteção) para prevenir a Covid-19, portanto o resultado positivo não significa necessariamente que a pessoa está protegida. O resultado negativo também pode refletir a baixa sensibilidade do exame (falso negativo). Pessoas protegidas pela vacina podem testar negativo, segundo a Sociedade Brasileira e Imunologia (SBI).

Segunda dose
A possibilidade de infecção após a aplicação de apenas uma dose da vacina é maior, pelo fato de o organismo não possuir todos os anticorpos necessários para combater o vírus. Por isso a importância da segunda aplicação, para o reforço da imunização.
 
Segundo o Ministério da Saúde, em todo o Brasil, mais de 1,5 milhão de brasileiros estão com a segunda dose da vacina em atraso e devem procurar os postos de vacinação. Além disso, de acordo com os especialistas, o relaxamento quanto às medidas restritivas após a aplicação da primeira dose também pode levar a um aumento no número de internações.

Fonte: Br 61

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