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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

MDR participa de evento para capacitar gestores de trânsito e mobilidade urbana da Região Sudeste

imagem: MDR / reprodução

***Palestra é parte da programação do 1º Encontro Regional de Gestão Municipal do Trânsito e Segurança Viária, realizado em Contagem (MG).



O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) conduziu, nessa quarta-feira (19), um painel sobre o planejamento e financiamento da mobilidade urbana no Sudeste do País durante o 1º Encontro Regional de Gestão Municipal do Trânsito e Segurança Viária. O evento ocorre em Contagem, no estado de Minas Gerais, até esta quinta-feira (20).

Durante o painel, o coordenador-geral de Análise de Empreendimentos da Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, Aguiar Costa, apresentou as iniciativas federais que apoiam ações de mobilidade urbana. Algumas das ações apresentadas foram o Sistema de Apoio à Elaboração de Planos de Mobilidade Urbana e o Programa Avançar Cidades, que tem como objetivo melhorar a qualidade dos deslocamentos da população nos ambientes urbanos por meio do financiamento de ações.

A iniciativa é aberta a todos os municípios interessados em melhorar a circulação das pessoas nos ambientes urbanos. O cadastramento de projetos é contínuo e pode ser feito neste endereço lhttp://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/mobilidade-e-servicos-urbanos/avancar-cidades-mobilidade-urbana.

"Esses eventos são uma oportunidade importante que temos para tratar da importância da mobilidade urbana. Além disso, conseguimos mostrar aos gestores municipais a relação entre a mobilidade e o trânsito e as ferramentas que o MDR disponibiliza para a implementação de políticas públicas", explica Aguiar.

A secretária nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, Sandra Holanda, destaca que o encontro é fruto de uma cooperação que tem levado a todas as regiões do País um quadro de técnicos e parceiros que atuam na temática de segurança viária para capacitar, trocar experiências e divulgar as políticas de trânsito e mobilidade urbana do Governo Federal.

"Nós, do MDR, pretendemos difundir nossas iniciativas com relação ao planejamento e financiamento da mobilidade urbana. Nesse encontro, destacamos um servidor especialista na área de planejamento para orientar os técnicos da Região Sudeste sobre a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana - instrumento importantíssimo para orientar os municípios na melhoria dos deslocamentos urbanos, considerando as especificidades de cada cidade", detalhou a secretária.

O evento

O objetivo do Encontro Regional é apresentar a gestores e autoridades municipais de trânsito e mobilidade urbana ferramentas de gestão integradas aos princípios da ação Visão Zero e do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS).

A Visão Zero é um conceito criado na Suécia na década de 1990, que se baseia na premissa de que nenhuma morte prematura é aceitável, entendendo que a vida humana é a principal prioridade, sobrepondo-se à eficiência da mobilidade e a quaisquer outros objetivos dos sistemas viários e de transporte. Já o PNATRANS foi instituído em 2018 e conta com 160 ações voltadas à redução, ao final do prazo de 10 anos, de, no mínimo, 50% das mortes e lesões no trânsito no Brasil.

Outras regiões

Em abril, o MDR participou da etapa Nordeste dos Encontros Regionais; em junho, da Sul; em agosto, da Norte; e, em setembro, da Centro-Oeste.

O evento é fruto de uma parceria entre o MDR, representada pela SMDRU, o Ministério da Infraestrutura, representado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), o Ministério da Saúde e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), com apoio do Serviço Social do Transporte (Sest), do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) e da Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

Fonte:  Br 61

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Vacina da Pfizer para crianças de 6 meses deve chegar ao Brasil na próxima semana

imagem: Rovena Rosa/Ag Br / reprodução

***O Ministério da Saúde informou também que todas as orientações para a vacinação deste público serão formalizadas em nota técnica aos estados.



O Ministério da Saúde informou nessa terça-feira (18) que a vacina da Pfizer contra a Covid-19 liberada para crianças de 6 meses a menores de 4 anos deve chegar ao Brasil nas próximas semanas e que todas as orientações para a vacinação deste público serão formalizadas em nota técnica aos estados.

Na última segunda-feira (17), o secretário-executivo do ministério, Bruno Dalcolmo, já havia antecipado: "Nós estamos nas tratativas finais com relação à chegada das vacinas e a expectativa é de que elas já estejam no país em meados da próxima semana, na quarta-feira [26/10]. Esse foi o último dado que recebemos da própria empresa."

O secretário, no entanto, não detalhou o número de doses. A declaração foi feita durante cerimônia no ministério em celebração ao Dia Nacional da Vacinação.

Alguns pais ainda seguem resistentes à vacinação dos pequenos e especialistas garantem que o imunizante é eficaz.  O infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia de Goiás, Marcelo Daher, explica que a vacina é segura e ajuda a evitar doenças graves como a pericardite.

"Os estudos de segurança que foram feitos posteriormente saíram e a vacina se mostrou segura e eficaz, eficaz no sentido de garantir proteção para as crianças", explica o médico.

"Os pais podem ficar tranquilos em relação à segurança desta vacina para crianças a partir de seis meses. Ela vem se somar às vacinas que temos no dia a dia, uma vacina para ser utilizada para prevenir formas graves da Covid-19", tranquiliza o infectologista.

O gerente-geral de Medicamentos Biológicos da Anvisa, Fabrício Carneiro de Oliveira, explica que a eficácia e segurança do novo produto foi garantida por meio de um conjunto de fatores científicos. "A Anvisa considerou um grande conjunto de dados, entre dados de qualidade e clínicos, obtidos por meio de estudos conduzidos em alguns países", conta.

"Com base nesses dados enviados à Anvisa, foi considerado que a vacina é segura e eficaz na faixa etária pretendida", afirma o especialista. Antes, no Brasil, o uso do imunizante da Pfizer só era permitido em crianças com mais de 5 anos de idade. Já a CoronaVac podia ser aplicada em crianças a partir de 3 anos.

A vacina para o público de 6 meses a 4 anos terá dosagem e composição diferentes. O processo de imunização será em três doses de 0,2 miligramas. As duas doses iniciais deverão ser administradas no intervalo de três semanas, sendo a terceira e última delas aplicada oito semanas após a segunda vacinação.

Para facilitar a rotina na hora da vacinação, tanto dos agentes de saúde, como dos pais, a cor do rótulo e da embalagem da dose é um detalhe importante. Os frascos das vacinas para esse público, de 6 meses a 4 anos, virão na cor vinho. Mãe da pequena Ana Beatriz, a dona de casa Leidiane Maria de Alencar, 29 anos, pretende vacinar a filha o quanto antes. "Estamos muito felizes porque liberou a vacina para a faixa etária da minha filha, que tem 4 anos, ela vai poder se vacinar e vai ser mais uma segurança para a vida dela", destaca.

No mês de setembro, a Anvisa aprovou o uso da vacina da Pfizer para crianças de 6 meses a 4 anos. Atualmente, apenas crianças acima de 3 anos podem se vacinar com a CoronaVac.

Segundo estudo da Fiocruz, nos dois primeiros anos da pandemia, a Covid-19 foi responsável pela morte de 1.439 crianças menores de 5 anos. Isso dá uma média de duas mortes por dia. Ainda de acordo com a  Fiocruz, as crianças menores de um ano são as mais vulneráveis pois representam a metade dos óbitos por Covid na faixa etária abaixo dos cinco anos.

Crianças vacinadas nos estados

De acordo com o Ministério da Saúde, quase 700 mil crianças, entre 3 e 4 anos, já foram vacinadas no país com a primeira dose, e mais de 135 mil com a segunda fase da vacinação. Entre crianças de 5 a 11 anos, foram mais de 14,1 milhões vacinadas com a primeira dose, e pouco mais de 9,7 milhões com a segunda.

Dados do portal LocalizaSUS, do Ministério da Saúde mostram que 13,7% desse público-alvo recebeu a primeira dose e 3,9%, a segunda dose. Entre as capitais, há disparidade na cobertura.

Dados levantados pelo Portal Brasil61.com mostram que enquanto Vitória (ES) lidera a cobertura vacinal, com 35% desse público-alvo com a primeira dose e 15% também com a segunda, a Secretaria Estadual de Saúde de Cuiabá (MT) informou que recebeu imunizantes na primeira semana de outubro e iniciou a vacinação no dia 10 de outubro.

A reportagem manteve contato com as prefeituras das capitais  e 14 delas responderam. São Paulo (SP) aparece em segundo lugar no avanço da cobertura, com 33,5% do público com a primeira dose e 7,6% com a segunda. Na capital paulista, a campanha para esse grupo teve início em 20 de agosto.

Já o Rio de Janeiro foi a capital pioneira do país a iniciar a imunização do grupo de 3 e 4 anos, no dia 15 de julho, e atualmente registra 24,8% desse público com a primeira dose. Também ultrapassaram a marca de um quinto de vacinados Aracaju (SE), com 29,99% com a 1ª dose, e Recife (PE), com 22,85% também com a primeira dose.

O Distrito Federal também apontou que já comunicou o ministério sobre "a necessidade de mais doses" para dar conta do público de 77.660 crianças de 3 e 4 anos. Na cidade, a cobertura é de 7,7% na primeira dose e 1,58% na segunda dose.

Ainda no Centro-Oeste, em Campo Grande (MS), pouco mais de 10% do público-alvo recebeu a primeira dose. Para ampliar esse público, a cidade diz que tem elaborado estratégias, como busca ativa direto nas casas e vacinação itinerante em escolas e shoppings.

No Sul, em Porto Alegre (RS), a cobertura é de 16,8% com a primeira dose e 6,2% com a segunda. Em Belo Horizonte (MG), onde a aplicação começou no dia 29 de setembro, por enquanto, a vacinação beneficia crianças de 4 anos com e sem imunocomprometimento e crianças de 3 anos imunocomprometidas, tendo 19,7% de cobertura nesse público com a primeira dose.

Maceió (AL) se aproxima dos 10% (9,68%) de crianças vacinadas com a primeira dose e 1,9% com a segunda. Já Fortaleza apenas informou que aplicou 12.155 doses, sem detalhar a cobertura, assim como São Luís (MA), com 3.100 doses.

No Norte, Palmas (TO) divulgou que está com o sistema de contabilização de imunizados fora do ar, mas que "a cobertura vacinal contra a Covid-19 em crianças de 3 e 4 anos está baixa". A prefeitura informou que desenvolve ações para alcançar esse público.

Fonte:  Br 61

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quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Setor de saneamento pode ajudar Brasil a criar R$ 1,5 milhão de empregos até 2033

imagem: MDR / reprodução

***De acordo com a Abcon, para isso, o Brasil precisa investir R$ 893,3 bilhões no setor de saneamento, nesse período. O valor é o necessário para que a universalização do setor seja atingida



Estudo divulgado pela Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon) revela que o Brasil pode gerar 1,5 milhão de postos de trabalho, caso invista R$ 893,3 bilhões no setor de saneamento, até 2033. O valor é o necessário para que a universalização do setor seja atingida.

Somente a construção civil terá 5,1% a mais de postos de trabalho até 2033. Na avaliação do diretor executivo da Abcon, Percy Soares Neto, o saneamento tem a capacidade de fazer o Brasil evoluir economicamente, com a expansão de vários setores distintos.

"Isso vai gerar um impacto positivo na saúde das pessoas, vai gerar um impacto positivo no meio ambiente, pela redução de contaminação nos corpos hídricos, e vai girar a roda da economia. O investimento em saneamento tem impacto positivo sobre o setor da construção, máquinas e equipamentos, eletroeletrônicos. É um setor muito importante no impulsionamento da economia local", destaca.

Em relação ao setor de saneamento, a expansão deve atingir 39,1%. Ao final do período, o nível total de emprego no país será 0,9% maior, caso a universalização seja alcançada.

Investimento necessário

O estudo da Abcon mostra que o Brasil precisa investir R$ 893,3 bilhões para que o país tenha 99% da população com água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto, até 2033.

A projeção é de que ao menos R$ 308,1 bilhões precisem ser investidos nos próximos quatro anos, para que a meta não seja comprometida. Com isso, estima-se que, em 2026, 91% da população brasileira tenha acesso à água tratada e 71% conte com esgotamento sanitário.

Fonte:  Br 61

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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

CAIXA e Sebrae firmam parceria para estimular empreendedorismo feminino

imagem: Felipe Costa/Agência Sebrae de Notícias

***Banco também promoverá ações de atendimento por todo o país, com foco na formalização e capacitação de empreendedoras.



A CAIXA e o Sebrae firmaram, nesta segunda-feira, 17 de outubro, uma parceria para estimular o empreendedorismo feminino, a estratégia CAIXA Pra Elas Empreendedoras. Até 19 de novembro, as duas instituições promovem ações de atendimento por todo o país, com a oferta de linhas de crédito, cursos de capacitação e orientações. Tudo para que mulheres que têm, ou pretendem ter o próprio negócio.

Nesta terça-feira, 18 de outubro, o banco fará a primeira ação de atendimento do CAIXA Pra Elas Empreendedoras, em São Paulo (SP), no Mega Polo Moda. No evento, as empreendedoras também vão poder renegociar dívidas e receber orientações do Sebrae, e ter acesso a produtos da CAIXA Cartões e da CAIXA Seguridade.

Além disso, o intuito da parceria é apoiar milhares de brasileiras empreendedoras a enfrentarem cada etapa do negócio próprio e desenvolver suas empresas, com acesso a valores crescentes de investimento, como explica a presidente da CAIXA, Daniella Marques:

"E quando ela se formaliza, abre a MEI e faz o curso, ela já vai ter acesso –mesmo se estiver negativada- de um crédito de até R$1 mil reais para dar esse primeiro passo. Depois disso, na etapa de concessão, a gente vai oferecer soluções bancárias compatíveis com suas necessidades, três meses de formalizados terão outras linhas de créditos.com sete meses, o valor escala um pouco e a partir dos 12 meses, através do FAMPE e do Pronampe, elas têm acesso a valores ainda maiores para investir, crescerem e dar fôlego aos seus negócios."

Na iniciativa, a CAIXA e o Sebrae desenvolvem a "Rampa Empreendedora": as que desejam montar e formalizar o próprio negócio terão acesso a cursos de capacitação e orientações para a sua regularização como MEI; já as empreendedoras formalizadas serão encaminhadas para cursos específicos e podem contratar linhas de crédito de até 1 mil reais.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, explica mais. "Posto a formalização, entramos com o treinamento, na sequência, o crédito. Mas é apostar naquilo que nós fizemos: formaliza, treina e dá o recurso para começar a realizar o curso do empreendedor. E esse desafio de tentar formalizar olhando lá na base é um desafio formidável, mas nós estamos preparados para isso."

Para ter acesso a todos esses serviços, basta ir a uma das agências da CAIXA. As mulheres poderão acessar opções de Crédito e Serviços Bancários, com a abertura de conta PJ, disponibilização das linhas Pronampe e FAMPE, Maquininha Azulzinha, Microcrédito, Antecipação de Recebíveis e Cartão de Crédito.

Para orientar as mulheres empreendedoras, serão indicados os canais de atendimento do Sebrae e a trilha de formalização assistida, pelo 0800 570 0800.

Fonte:  Br 61

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Conselho do FGTS regulamenta uso de depósitos futuros para financiamento habitacional

imagem: arquivo / MDR

***Também foi aprovado nesta terça-feira (18) aumento de R$ 1 bilhão nos subsídios do Programa Casa Verde e Amarela para 2023.


O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) aprovou, nesta terça-feira (18), proposta do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) que regulamenta o uso de depósitos futuros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em prestações de financiamento imobiliário. Também foi aprovado aumento de R$ 1 bilhão nos subsídios do Programa Casa Verde e Amarela para 2023.

Segundo a proposta aprovada para o uso dos depósitos futuros, o agente financeiro deverá informar ao trabalhador a capacidade de pagamento para financiamento habitacional, com ou sem a utilização desses depósitos futuros, que serão utilizados como uma caução. O uso ou não desse recurso é uma decisão exclusiva do trabalhador e a medida é válida apenas para novos contratos de financiamento.

"Pegamos o exemplo de uma família que tem uma renda e consegue acessar um financiamento com uma prestação de R$ 500, mas para o imóvel que ela deseja, precisaria pegar um financiamento em que a prestação custaria R$ 600. A partir desta medida, ela poderia usar o crédito futuro para fazer essa complementação e acessar o imóvel que de outra forma não seria possível", exemplificou o secretário-executivo do MDR, Helder Melillo, durante apresentação da pauta ao Conselho.

A medida pode ser aplicada para famílias que estão no Grupo 1 do Programa Casa Verde e Amarela, ou seja, com renda mensal até R$ 2,4 mil. Os depósitos ficam retidos com o agente financeiro até o abatimento do valor caucionado. Entretanto, o trabalhador poderá solicitar a amortização do contrato para redução do valor da prestação e até mesmo a liquidação.

De acordo com a aprovação em conselho, o agente operador terá 90 dias para regulamentar os procedimentos operacionais.

A autorização para o uso do FGTS futuro está prevista na Medida Provisória (MP) 1.107, de março deste ano, que também criou o microcrédito digital para microempreendedores.

Mais R$ 1 bilhão para subsídios em 2023

Ainda durante a reunião ordinária, o Conselho aprovou o aumento de R$ 1 bilhão em subsídios para o Programa Casa Verde e Amarela, totalizando R$ 9,5 bilhões para o orçamento operacional do MDR em 2023. Nos anos seguintes, até 2026, ficou mantido o montante de R$ 8,5 bilhões ao ano em subsídios.

A medida vai beneficiar famílias dos Grupos 1 e 2 (com renda até R$ 4,4 mil) do Casa Verde e Amarela, com a estimativa da construção de mais de 370 mil unidades habitacionais. "Nosso principal objetivo com essa proposta é manter o ritmo de crescimento para famílias com renda mensal bruta de até R$ 2,4 mil", explicou Melillo. "Vimos que as condições adversas do nosso cenário macroeconômico recente fizeram com que o financiamento a essas famílias sofresse uma queda, mesmo com todas as medidas que o Conselho tem feito nos últimos dois anos para ampliar a oferta de desconto", completou.

Aprovações do CCFGTS em 2022

A utilização de depósitos futuros do FGTS integra um pacote de normas que vêm sendo implementadas no Programa Casa Verde Amarela. Em março, o Conselho aprovou novos ajustes na metodologia de cálculo do subsídio, que foram implementadas no mês seguinte e representaram novos acréscimos no benefício concedido.

Em maio, o valor do subsídio para famílias de baixa renda financiarem imóveis por meio do programa teve um acréscimo de 12,5% a 21,4%, variando conforme a região, renda familiar e o tamanho da população do município.

Além disso, foi aprovado, no mês de julho, o reajuste do limite de renda para o Grupo 2 do Programa Casa Verde e Amarela, de atuais R$ 4 mil para R$ 4,4 mil, e do Grupo 3, de R$ 7 mil para R$ 8 mil.

Em março, o Grupo 1 já havia sido reajustado de R$ 2 mil para 2,4 mil. Com a medida, as taxas de juros para as famílias reenquadradas no Grupo 2 foram reduzidas em até 1,16% ao ano e as prestações mensais, em até 11%.

Baixa nos juros aos cotistas do fundo

As famílias mutuárias de financiamentos habitacionais com recursos do fundo no programa Pró-Cotista também tiveram uma redução temporária da taxa de juros, em vigor até 31 de dezembro de 2022. A medida diminui em um ponto percentual a taxa para imóveis com valor até R$ 350 mil, que passa de 8,66% para 7,66% ao ano, e em meio ponto percentual para imóveis com valor superior a R$ 350 mil, que passa de 8,66% para 8,16% ao ano.

Fonte:  Br 61

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Novos títulos de eleitor poderão ser emitidos após o dia 8 de novembro

imagem: arquivo /  Casal Jr/Agência Brasil

***Saiba como ter o documento obrigatório para cumprir os deveres eleitorais.


O fim do segundo turno no dia 30 de outubro não significa que não se deve mais pensar em eleições temporariamente. A partir do dia 8 de novembro, os cidadãos poderão tirar, transferir ou revisar o título de eleitor. O serviço está fora do ar desde 5 de maio, 150 dias antes das eleições. Alberto Rollo, especialista em direito eleitoral, explica a importância de estar com toda a documentação em dia.

"Algumas restrições da vida civil acontecem quando o eleitor não está quite com a Justiça Eleitoral. Por exemplo, tirar passaporte ou fazer empréstimos bancários em bancos, em órgãos oficiais, órgãos públicos, fazer matrícula em universidades públicas e o funcionário público por exemplo tem que mostrar que está em dia com a justiça eleitoral para receber o próprio salário", completa.

O que é preciso para ter o título de eleitor

Para a emissão da primeira via, é necessário:

  • Digitalizar: documento oficial de identidade com foto; um comprovante de residência recente; o comprovante de pagamento de débito com a Justiça Eleitoral, se houver; o comprovante de quitação do serviço militar, para o alistamento, em caso de requerente do sexo masculino (homens de 18 a 45 anos);
  • Tirar uma selfie segurando o documento de identificação ao lado do rosto.
Em seguida, acesse o site do Tribunal Superior Eleitoral, clique em "Eleitor e Eleições" e selecione a opção "Título de eleitor". Depois, clique em "Tira seu título" e por fim, escolha a opção "Iniciar seu atendimento remoto". Após esse procedimento, siga as instruções e preencha os dados pedidos.

Também pela plataforma do Título Net, é possível corrigir ou alterar dados cadastrais, como endereço residencial, número de telefone e até mesmo mudar o local de votação, dentro ou fora do país.

Fonte: Br 61

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terça-feira, 18 de outubro de 2022

Dia Mundial da Menopausa: que cuidados tomar para viver com mais qualidade nessa fase da vida

***A etapa da vida da mulher conhecida pela ausência de menstruação e infertilidade reserva mais que calor e queda nas taxas hormonais. Outras doenças podem surgir nesse período, como diabetes e osteoporose. Os cuidados para reduzir sintomas desconfortáveis e ter uma menopausa saudável devem começar ainda no período fértil.


Calorões, mudança de humor e falha na menstruação. A jornalista Renata Franco, hoje com 51 anos, começou a ter esses e outros sintomas aos 47. Procurou o ginecologista e confirmou que estava no climatério, período que antecede a menopausa. Durante um ano, ela teve que lidar com esses desconfortos.

"Eu menstruava um mês sim, dois não ou até duas menstruações no mesmo mês. Logo começaram aqueles calores terríveis, principalmente na altura do seio e nas costas. Aquelas ondas de calor duravam uns 20 dias, depois ficavam cerca de 40 dias sem aparecer e então, voltava tudo de novo", conta a jornalista.

Menopausa é o nome que se dá à última menstruação e marca o fim da fase reprodutiva da vida da mulher. Além do fim do sangramento mensal, significa que o estoque de óvulos se esgotou no corpo, o que acontece, geralmente, entre os 45 e 55 anos. Mas uma mulher só pode afirmar que está na menopausa depois de um ano sem menstruar.

Para a ginecologista Marina Lutterbach, o autocuidado precisa estar ainda mais presente nessa fase. "Tentar ter um estilo de vida mais saudável é fundamental. Principalmente pelo metabolismo estar mais lento. As visitas periódicas ao ginecologista e cardiologista, servem para os exames de rastreio de cânceres como mama, útero, pele, reto e tratamentos diversos como o aumento do colesterol e a identificação de doenças reumatológicas".

Doenças associadas

A alteração hormonal que acontece durante a menopausa é a principal responsável pelas mudanças no organismo da mulher. Com a redução da produção do principal hormônio feminino, o estrogênio, não é só o sistema reprodutor que sofre, mas também os ossos, cérebro e sistema cardiovascular. Por isso, após a menopausa, doenças relacionadas a esses órgãos podem ser mais frequentes. A redução da densidade óssea pode causar osteoporose, aumentando o risco de fraturas, por exemplo.

Diabetes, hipertensão e até mesmo depressão podem surgir ou se agravar nesse período. "Haverá uma diminuição brusca da produção de hormônios, de maneira geral, e, predominantemente, o estrogênio. Como nosso corpo funciona todo interligado, essa queda vai interferir não só nos ovários, como também no sistema cardiovascular, tecido ósseo, pele e até mesmo no globo ocular", pontua a ginecologista.

Se preparando ainda na idade fértil

O avanço da ciência e da tecnologia no campo da saúde permite que os desconfortos  frequentes nessa fase da vida da mulher sejam amenizados. Muitas mulheres recorrem à terapia de substituição hormonal, popularmente conhecida como reposição hormonal, para equilibrar os níveis no organismo e aumentar o conforto da mulher. Mas essa terapia não é indicada para todo mundo.

O que está acessível a todas e sempre apresenta resultados positivos é manter uma alimentação equilibrada, aumentar a ingestão de líquidos e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e café. Além disso, manter uma rotina de exercícios e buscar atividades alternativas que reduzem o estresse, como ioga e meditação.

A servidora pública Ana Carolina Torelly, de 44 anos, ainda não tem sintomas de menopausa, mas há tempos se prepara para quando acontecer. "O que eu pretendo,  é fazer um acompanhamento médico, com constante dosagem de hormônio, manutenção de peso, alimentação saudável para entrar bem na menopausa."
 
Reportagem, Lívia Braz

Fonte: Br 61

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