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sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Telemedicina chegou com a pandemia e veio para ficar, indica estudo

imagem: DCStudio/Freepik/ reprodução

***Conclusão foi apresentada em artigo por pesquisadores da USP, com base em inquérito que envolveu 1.183 médicos de São Paulo e do Maranhão. Análise mostra que o crescimento da modalidade ocorreu de forma desigual, privilegiando serviços de saúde privados.




 Uma pesquisa feita com 1.183 médicos dos Estados de São Paulo e do Maranhão mostrou que os diversos usos da telemedicina – que despontaram como alternativa durante a crise sanitária causada pela COVID-19 – devem permanecer no sistema de saúde brasileiro. O estudo, apoiado pela FAPESP e o Newton Fund (Reino Unido), foi conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Queen Mary University of London (Reino Unido).

"Os múltiplos usos da telemedicina vieram para ficar. A tecnologia trouxe muitas vantagens, mas não se trata de uma panaceia. É preciso regular e monitorar. Para determinados usos e especialidades pode haver perda de qualidade com o on-line. O atendimento não presencial significa muitas vezes um atendimento de baixa qualidade", afirma Mário César Scheffer, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da USP e autor do estudo.

Publicado na revista Globalization and Health, o artigo é resultado de um estudo maior, que analisa o impacto das crises econômicas na saúde e busca soluções para aprimorar a gestão de políticas e o serviço prestado à população (leia mais em: agencia.fapesp.br/37410/).

"Os sistemas de saúde, ao se adaptarem às crises – econômica, política ou sanitária –, acabam encontrando soluções e alternativas que podem ser transitórias ou permanentes. Como nosso projeto de pesquisa estava em andamento quando veio a pandemia, decidimos, a partir do estudo do trabalho dos médicos, entender mudanças na saúde que possam ter sido aceleradas pela COVID-19", explica o pesquisador à Agência FAPESP.

O inquérito mostrou que a telemedicina foi mais frequentemente utilizada para conectar profissionais na discussão de casos clínicos (55%), em reuniões de serviço (48%) e na capacitação e atualização de conhecimentos (40%). Menos de um terço dos médicos declarou ter feito consultas e orientado pacientes, prática mais comumente conhecida como "teleconsulta".

A telemedicina foi mais usada por médicos que trabalham no setor privado do que por profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os profissionais que trabalham na atenção primária, em serviços ambulatoriais e hospitalares do SUS, a telemedicina foi empregada majoritariamente em serviços que atendiam pacientes com COVID-19. "Já entre os médicos que trabalham em consultórios e clínicas, atendendo planos de saúde e particulares, prevaleceu o uso da telemedicina para atendimentos de problemas de saúde não relacionados à COVID-19", afirma.

O pesquisador explica que a telemedicina é um conceito mais amplo do que as consultas on-line. Entre os seus múltiplos usos estão reuniões com equipes multidisciplinares para a tomada de decisão de tratamentos, treinamentos de profissionais de saúde, divulgação de novos protocolos clínicos e as teleconsultas.

"Dessa forma, a tecnologia tornou possível na pandemia, por exemplo, levar um especialista que não estava disponível naquele serviço ou UTI em determinado momento para dar uma opinião e, assim, contribuir com o diagnóstico e o tratamento adequados de pacientes", conta.

Outra abordagem importante foi o uso da telemedicina para atividades educacionais a distância, como cursos, palestras e fóruns de discussão. "Em casos de urgência sanitária, como foi a pandemia, ou mesmo problemas de saúde pública, também é possível usar a tecnologia para uniformizar e difundir diretrizes clínicas, consensos terapêuticos, orientações de vigilância e saúde pública, que estão em constante evolução", afirma Scheffer.

Uso indiscriminado

No artigo, os pesquisadores apontam os potenciais riscos do uso indiscriminado da telemedicina. "São necessários mais estudos, pois nossa hipótese é que, para determinados problemas de saúde e determinadas especialidades, a telemedicina não é uma forma eficaz de atendimento. Pode ser um auxílio, principalmente em triagens e orientações, mas há situações em que a relação médico-paciente presencial é insubstituível", diz.

Outros pontos negativos da telemedicina comentados pelos autores são: possíveis falhas na notificação de doenças, definição da remuneração dos médicos e questões éticas que envolvem, por exemplo, a segurança de dados sensíveis de pacientes atendidos on-line.

Os pesquisadores ressaltam que há ainda muito a ser discutido. "A pandemia acelerou o uso da telemedicina e também mostrou o quanto a regulamentação precisa avançar. Nos preocupa, por exemplo, a forma como a telemedicina vem sendo explorada por planos de saúde e clínicas populares para vender serviços de menor preço e pior qualidade", avalia.

Desde 19 de março de 2020, dois dias após Estados decretarem quarentena e o fechamento de serviços e comércio por causa da pandemia de COVID-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Senado Federal liberaram a telemedicina por período provisório. Mais recentemente, em maio de 2022, o CFM regulamentou a prática definitivamente. Apesar da liberação, o conselho ressaltou a importância da consulta presencial.

Desigualdades

O trabalho sobre telemedicina é baseado em um inquérito com 1.183 médicos – uma mostra representativa dos 152.511 profissionais ativos nos dois Estados brasileiros. São Paulo e Maranhão são bastante heterogêneos, tanto em densidade de médicos quanto em relação ao tamanho do sistema de saúde e indicadores socioeconômicos.

"Os resultados do inquérito também mostram desigualdades no uso da telemedicina e isso é um alerta. Observamos que a tecnologia foi muito mais usada no setor privado do que no público, na capital que no interior, e em São Paulo que no Maranhão", lista o autor.

O estudo apontou outro aspecto importante do uso desigual da telemedicina: o fato de que, durante a pandemia, as consultas on-line foram muito mais relacionadas ao atendimento não COVID-19. "Durante uma emergência sanitária, uma pandemia, há pacientes com outros problemas de saúde que precisam continuar sendo atendidos. A teleconsulta foi acionada para manter os serviços e consultórios funcionando, mesmo que não fosse do modo ideal", diz.

O artigo The multiple uses of telemedicine during the pandemic: the evidence from a cross-sectional survey of medical doctors in Brazil pode ser lido em: https://globalizationandhealth.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12992-022-00875-9.

Fonte:  Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP

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CAIXA PRA ELAS - EMPREENDEDORAS: Ação chega à Feira da Madrugada, em São Paulo (SP)

imagem: Tânia Rego/Agência Brasil/ reprodução

***Mulheres empreendedoras terão atendimento do banco e do Sebrae para formalização, capacitação e crédito.



A CAIXA Pra Elas – Empreendedoras, parceria da CAIXA e do Sebrae, chegou, nesta quinta-feira, 27 de outubro, à Feira da Madrugada Circuito de Compras, na cidade de São Paulo. As empreendedoras que passarem pelo local, considerado o maior circuito de compras da América Latina, vão receber apoio na formalização dos negócios, na capacitação, por meio de cursos gratuitos, e na concessão de crédito, em especial para quem quer começar ou investir na sua empresa.

O estande da ação é voltado para empreendedores formais e informais, com a oferta de produtos e serviços especiais do banco.

A vice-presidente de Habitação da CAIXA Henriete Alexandra Sartore Bernabe, participou da abertura do atendimento, nesta quinta-feira. Ela ressalta a importância da ação para as mulheres e para a economia brasileira.

"A CAIXA Pra Elas – Empreendedoras representa uma enorme oportunidade para o Brasil, porque, através do empreendedorismo, movimentamos a economia. E as mulheres empreendedoras - temos mais de 30 milhões de empreendedoras no Brasil -, a CAIXA vai fazer com que, através do empreendedorismo, a gente movimente a economia, e geração de empregos e um potencial de crescimento enorme para essas mulheres. "

Já o Sebrae vai auxiliar as empreendedoras quanto a formalização como MEI e na orientação sobre cursos de capacitação. A vice-presidente de Habitação da CAIXA explica mais:

"Esse braço da capacitação, do treinamento, da educação financeira, nós contamos com a parceira do Sebrae, que é uma referência no Brasil, de apoio ao microempreendedor. Tem a parte da formalização. Então, as mulheres que hoje têm uma atividade, uma geração de renda mais informal, o Sebrae tem toda orientação para que ela se transforme em uma microempreendedora formal e, através dessa formalidade, de um CNPJ, ela vai ter acesso a melhores condições de crédito, melhores oportunidades de negócios."

Para as empreendedoras informais, o estande CAIXA Pra Elas – Empreendedoras vai oferecer conta digital gratuita, cartão de crédito sem anuidade e seguro Apoio Família. Além disso, esse público também pode fazer empréstimos de até mil reais - com taxa de juros a partir de 1,95% e prazo de até 24 meses.

Para as microempreendedoras individuais são oferecidos serviços e produtos como conta corrente Pessoa Jurídica, acesso facilitado a empréstimos, Maquininha Azulzinha e microcrédito de até 3 mil reais, com taxa de juros a partir de 1,99% e prazo de até 24 meses. Todas as linhas de crédito passarão por análise de risco e aprovação.

A CAIXA manterá o atendimento na feira até o dia 16 de novembro, no período das oito da manhã às duas horas da tarde. A Feira da Madrugada Circuito de Compras fica na Rua Monsenhor de Andrade, 987, Avenida do Estado

Para mais informações sobre os produtos e serviços bancários voltados para o fomento do empreendedorismo feminino, acesse: www.caixa.gov.br/caixa-pra-elas.

Fonte:  Br 61

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Defesa Civil Nacional promove reunião de preparação para período de chuvas intensas

imagem: Divulgação/MDR/ reprodução

***Regiões Sul e Sudeste, além do estado da Bahia, deverão ser os locais mais afetados.



A Defesa Civil Nacional se reuniu com agentes federais e representantes de defesas civis estaduais, nesta quinta-feira (27), no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), de forma presencial e on-line. O objetivo foi traçar o plano de preparação para o período de chuvas intensas, que começa em novembro deste ano e se estende até fevereiro de 2023. As regiões Sul e Sudeste e o estado da Bahia deverão ser os locais mais afetados.

"A preparação é uma ação importantíssima. Cada instituição deve checar tudo o que precisa, organizar as pessoas envolvidas para passar por esse período de chuvas com muita competência na proteção à população", destaca o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), coronel Alexandre Lucas.

O diretor do Cenad, Armin Braun, ressalta a evolução dos órgãos federais no desenvolvimento da capacidade de atendimento a desastres, seja no monitoramento, envio de alertas ou no apoio à população assim que o desastre ocorre.

"Hoje, contamos com uma estrutura federal ampla para apoiar as populações afetadas, em coordenação com estados e municípios. Temos, historicamente, esse potencial de ocorrência de chuvas nas regiões Sul e Sudeste, além da Bahia", explica. "Por isso, fazemos essa reunião, para que possamos nos organizar com os órgãos federais e tomar medidas de precaução e, em caso de necessidade de atuação, fazer isso de forma coordenada", afirma.

Braun reforça a importância do aprimoramento ocorrido nos sistemas de monitoramento, alerta e alarme e a difusão dessas informações como fatores primordiais no enfrentamento às ocorrências de chuvas intensas. Ele também destaca o crescimento na capacidade de resposta aos desastres.

"A capacidade federal está ampliada. Temos a possibilidade, também, de enviar equipes para campo. Nós coordenamos o Grupo de Apoio a Desastres (Gade), uma equipe que vai para campo e consegue atuar de maneira coordenada no cenário de desastres", relata.

Barragens

Um risco que também merece atenção dos órgãos federais é a segurança das barragens, principalmente em Minas Gerais. O Cenad acompanhará em tempo real a situação, que pode ser agravada com as fortes chuvas.

Estiveram presentes à reunião integrantes do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), como os Ministério da Infraestrutura, da Cidadania e da Defesa, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Alertas

A Defesa Civil Nacional orienta os moradores das regiões de risco a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando um SMS com o CEP do local onde mora, ou outro local de interesse, para o número 40199.

Não há limite de locais cadastrados e o serviço é totalmente gratuito para a população. A partir da previsão de desastre, a população receberá um aviso contendo informações de risco e orientações para a autoproteção.

Outra recomendação é ficar atento aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) e do Instituto Nacional de Meteorologia (@inmet_).

Fonte:  Br 61

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quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Setor da aviação civil comemora dois anos do Programa Voo Simples

imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil/ reprodução

***Voltada para a promoção da desburocratização e modernização do segmento aéreo brasileiro, a iniciativa busca deixar o ambiente regulatório mais eficiente e tornar esse ramo da indústria mais competitivo.



Dois anos após a criação do Programa Voo Simples, em outubro de 2020, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o setor da aviação comemorou os avanços alcançados no período. Voltada para a promoção da desburocratização e modernização do segmento aéreo brasileiro, a iniciativa busca deixar o ambiente regulatório mais eficiente e tornar esse ramo da indústria mais competitivo.

Entre os benefícios do programa, a Anac chama atenção, por exemplo, para a implementação de processos de certificação mais ajustados às necessidades dos regulados, e a simplificação e racionalização de regras de serviços aéreos. Houve, ainda, atualização de normas burocráticas. A revisão normativa foi possível com a publicação da Medida Provisória nº 1089, de dezembro de 2021, conhecida como a MP do Voo Simples, que revogou 91 dispositivos do Código Brasileiro de Aeronáutica e revisou outros 35.

Um outro ponto de destaque é a facilidade trazida para abertura de novas companhias aéreas no Brasil e a possibilidade de atração de investimentos.

"Hoje, no país, se pode abrir uma companhia aérea sem qualquer restrição à natureza do seu capital, seja ele brasileiro ou estrangeiro, em quatro, cinco ou seis meses. Em países desenvolvidos, eventualmente demora dois anos, três anos para se abrir uma companhia aérea", disse o  secretário nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, durante o evento comemorativo realizado em Brasília nesta segunda-feira (24).

Glazmann destacou ainda as novas tarifas aeroportuárias brasileiras, que, a partir de janeiro do ano que vem, vão estar mais baratas. "A partir de primeiro de janeiro, teremos a tarifa mais barata do mundo. É um orgulho também que tenhamos um processo de concessão altamente competitivo e moderno, que traz para o cidadão, para a companhia aérea e para o passageiro a menor tarifa aeroportuária do mundo", concluiu.

Taxas de Fiscalização da Aviação Civil

Uma frente de atuação  importante do Voo Simples, segundo a Anac, é o corte nas Taxas de Fiscalização da Aviação Civil (TFACs), principalmente em operações de acesso ao mercado. A MP 1089 trouxe uma racionalização dessas taxas. Do total de 342 taxas previstas, restaram 25.

"Isso trouxe maior proporcionalidade do valor da taxa cobrado com o custo do serviço prestado pela Anac. Fizemos uma boa limpeza. A simplificação por si só já foi um avanço. Tínhamos na lei mais de 90 taxas que não utilizávamos. Já excluímos essas 90 e fizemos a racionalização para manter as que usávamos. O objetivo foi focar no produto entregue", explicou Luciana Ferreira, servidora da Superintendência de Aeronavegabilidade da ANAC.

Entre outras iniciativas que melhoraram com o Programa Voo Simples e que foram abordadas pela Anac no evento estão a facilitação da verificação de requisitos de forma única, no fim do processo de abertura de aeródromos, antes da liberação do tráfego; a ampliação da quantidade de salas de prova para pilotos da Anac; além da validação dos certificados médicos aeronáuticos em outros países.

Fonte:  Br 61

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Ministério da Saúde amplia testagem contra varíola dos macacos

imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil/ reprodução

***31 laboratórios de Referência passam a diagnosticar a doença.



Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens) de todo o país vão a fazer a testagem para a varíola dos macacos, a Monkeypox.

Os kits para os diagnósticos produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já foram entregues aos 31 laboratórios de referência, compostos pelos 27 Lacens dos estados, Laboratório da UFRJ, Fiocruz/RJ, Fiocruz/AM e Instituto Evandro Chagas. Antes da ampliação, os exames já eram realizados em 15 laboratórios designados pelo Governo Federal, entre eles o do Distrito Federal.

A diretora do Lacen-DF, Grasiela Araújo, explica que "Inicialmente não havia reagentes para o diagnóstico da monkeypox em quantidade suficiente para uma descentralização imediata pelo Ministério da Saúde. Como em vários estados a doença foi chegando em um quantitativo pequeno, não havia justificativa, naquele momento, para que todos os Lacens dos estados realizassem os diagnósticos. Mas, neste momento, há uma fabricação de kits para o diagnóstico da doença no Brasil e isso foi determinante para que houvesse uma descentralização."

Sintomas da varíola dos macacos

A varíola dos macacos é uma doença viral, transmitida pelo contato entre pessoas doentes por meio das lesões na pele. O indivíduo infectado apresenta vesículas na pele, pequenas bolhas, que se rompem e causam dor. Além disso, podem aparecer ínguas, dores de cabeça, calafrios e fraqueza.

Para o médico infectologista Marcelo Daher, quanto mais locais estiverem disponíveis para testar a doença, maior será o controle. "Uma vez que a gente faz a suspeita dos casos, esse paciente precisa ficar em isolamento até que o resultado do exame saia. Essa testagem não é feita com exames de sangue, é preciso que se tenha a suspeita da doença para ser capaz de testar. A testagem é para confirmar ou não a doença."

Exames e resultados

Para garantir o resultado do exame, a amostra deve ser coletada, preferencialmente, a partir da secreção das lesões de pus que se formam na pele do indivíduo contaminado. Quando essas feridas já estão secas, as crostas podem ser retiradas e encaminhadas ao laboratório.

Desde setembro, a varíola dos macacos está na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças. Todos os resultados de testes diagnósticos para detecção da varíola dos macacos precisam ser notificados ao Ministério da Saúde de forma imediata, em até 24 horas.

Fonte:  Br 61

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Sebrae vai selecionar 20 startups para evento nacional de inovação

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***Empreendedores têm até quinta-feira (27) para fazer a inscrição. Conferência da ANPEI reúne empresários, gestores públicos, investidores, instituições de fomento e pesquisadores de diversas áreas que atuam com inovação.



O Sebrae vai selecionar 20 startups brasileiras para exporem suas soluções ao público da 20ª Conferência ANPEI, evento nacional dedicado à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, a ser realizado nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro em Campinas (SP). Os empreendedores têm até esta quinta-feira (27) para fazer a inscrição no site do evento e cada selecionado terá direito a estande e duas credenciais. Os empreendimentos precisam apresentar soluções de pequenos negócios de base tecnológica e/ou científica.

A Conferência da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras reúne os principais empresários, gestores públicos, investidores, instituições de fomento, pesquisadores e profissionais que atuam no ecossistema de inovação, com média de 3 mil participantes por ano. A edição atual volta a ter formato presencial após o período de pandemia.

O foco da 20ª Conferência ANPEI será o desenvolvimento sustentável inovador, ou seja, as soluções com aderência aos princípios ESG (ambiental, social e governança, da sigla em inglês) do Pacto Global, como explica Rafael Castro, analista de Inovação do Sebrae Nacional.

"Esse ano o tema é 'Sustentabilidade, um círculo virtuoso'. Justamente trabalhando as questões da economia circular, a circularidade das cadeias produtivas e a inovação nesse processo como um todo. Claro, sempre falando de futuro, novos negócios, novos modelos de negócios, novas tecnologias e assim por diante", explica Castro.

Castro ressalta que a Campinas tem um ecossistema com muitos atores que fomentam a inovação tecnológica e científica, ou seja, possui um terreno fértil e repleto de oportunidades, principalmente pela participação de grandes players do mercado.

"É um evento onde vão estar as áreas de inovação e P&D das maiores empresas desse país e, por isso, são muito importantes para os pequenos negócios inovadores, que podem contribuir para o desenvolvimento de soluções e novos negócios que beneficiem a cadeia de valor dessas grandes empresas", destaca o analista do Sebrae.  

O objetivo do Sebrae com a iniciativa é justamente proporcionar aos empreendedores a chance de ficarem frente a frente com essas grandes empresas e investidores, exporem seus negócios para o universo de participantes do evento e estabelecerem conexões.

Para participar, as empresas precisam ter maturidade tecnológica da solução inovadora TRL (Technology Readiness Level ou Níveis de Prontidão de Tecnologia) nível 7 para cima. Além disso, devem ter como mercado-alvo: B2B (de empresas para consumidores finais, ou seja, atende demandas diretas dos consumidores finais no varejo) ou B2B2C (de empresas para empresas atenderem consumidores finais, ou seja, atende uma demanda de uma empresa no seu atendimento/relacionamento com consumidores finais).

A lista com os empreendimentos selecionados pelo Sebrae deve ser divulgada até o dia 4 de novembro.

Fonte:  Br 61

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CAIXA PARA ELAS – EMPREENDEDORAS: Ação chega a Fortaleza e permanece até 29 de outubro

imagem: Tânia Rego/Agência Brasil / reprodução

***Mulheres empreendedoras terão atendimento do banco e do Sebrae para formalização, capacitação e crédito.



A CAIXA está realizando mutirões pelas cidades brasileiras com a campanha CAIXA Pra Elas – Empreendedoras. E a ação, fruto de parceria entre o banco e o Sebrae, já está em Fortaleza para apoiar as mulheres na formalização, capacitação, por meio de cursos gratuitos, e na concessão de crédito, em especial para quem quer começar o seu negócio.

O atendimento será realizado até o próximo sábado, 29 de outubro, em estande no North Shopping Jóquei.

Um talk show no shopping marcou o início da ação na cidade. Presente no evento, a vice-presidente de Sustentabilidade e Empreendedorismo da CAIXA, Mônica Monteiro, reforçou o objetivo da CAIXA Pra Elas – Empreendedoras:

"A CAIXA Pra Elas está trazendo capacitação e acesso ao crédito para todas as mulheres que empreendem e querem empreender no Brasil. Hoje, são mais de 30 milhões [de empreendedoras] e esse número, cada vez, cresce mais. Dentro do CAIXA Pra Elas, a gente está incentivando a formalização."

As moradoras de Fortaleza que desejam montar e formalizar o próprio negócio terão acesso a cursos de capacitação e orientações para a sua regularização, e já podem sair formalizadas como MEI. Já as empreendedoras formalizadas serão encaminhadas para cursos específicos.

No estande, as mulheres terão acesso às principais linhas de crédito da CAIXA, sujeitas à análise de risco e aprovação, e outros produtos e serviços como
o plano Previdência Pra Elas, o Seguro Vida Mulher, além do serviço de assistências especializadas Rapidex Mulher.

As clientes do banco poderão contar ainda com a pausa no pagamento das prestações de empréstimos durante a licença maternidade ou adoção.

O atendimento do estande da CAIXA Pra Elas – Empreendedoras ocorre das dez da manhã às quatro horas da tarde. O North Shopping Joquei fica na Av. Lineu Machado, 419, Jóquei Clube.

Para mais informações sobre os produtos e serviços bancários voltados para o fomento do empreendedorismo feminino, acesse: www.caixa.gov.br/caixa-pra-elas.

Fonte:  Br 61

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Saúde bucal: os cuidados devem começar ainda na gravidez

***Segundo especialistas as visitas frequentes ao dentista aliadas a cuidados diários garantem mais saúde não só para a boca, como para todo o organismo.


Além de ter papel fundamental na mastigação e respiração, a boca é a maior cavidade do corpo a ter contato direto com o meio ambiente,. Por  isso, é a porta de entrada para bactérias e outros microrganismos que podem ser prejudiciais à saúde. Para garantir a prevenção da  saúde bucal, os cuidados devem começar ainda durante a gestação dos bebês, como explica a especialista em odontopediatria e ortodontia, Mara Cristina Mourão Marques.

"É o que a gente chama hoje em dia de pré-natal odontológico. Durante a gestação a gente vai orientar a mãe  sobre todos os cuidados, fazer o tratamento dela e a partir daí, já orienta os cuidados que ela deverá ter com o bebezinho. A consulta do bebê deve ser feita até antes da erupção dos primeiros dentinhos", explica a dentista.

A orientação de limpeza já começa a valer desde o nascimento do bebê. Antes mesmo dos dentes erupcionarem, a boca precisa ser limpa. Para os bebês que só mamam no peito, basta uma limpeza com os dedos, na hora do banho, por exemplo. Já os que tomam leite artificial, precisam de uma limpeza mais cuidadosa. Usando uma fraldinha macia molhada com água filtrada, de 2 a 3 vezes ao dia, como orienta a dentista.

Com o nascimento dos dentes os cuidados precisam ser ainda maiores. Inicialmente, a escovação deve ser feita com dedeira de silicone, mais macia. Depois dos doze meses a escova é a mais indicada. E tem modelos específicos para cada idade, que variam de formato para uma escovação mais eficiente.

A troca dos dentinhos de leite para os definitivos também requer atenção especial dos pais. Segundo a dentista, é comum que nasçam alguns dentes antes mesmo que os de leite caiam. Ela explica o que pode acontecer nesses casos.  

"Ele muda o eixo de erupção, não amolece o dente de leite e se os pais não observarem ele fica lá, um dentinho a mais. Se acontecer isso tem que levar no consultório para o profissional tirar o dente. Outra coisa muito importante nessa fase é o nascimento do primeiro molar permanente. É o dentinho que nasce nessa fase de 5 anos e meio até 6 anos e meio, ele nasce atrás do último dente de leite, então muitas vezes, passa despercebido", acrescenta.

Cuidados que já fazem parte da higiene dos brasileiros e fizeram o Brasil chegar a uma boa situação de saúde bucal. A orientação dos especialistas é que as visitas ao consultório devem acontecer a cada seis meses, mesma frequência que é indicada a aplicação do flúor.

"A saúde bucal infantil hoje está muito apoiada em pilares muito fortes. Existem muitos muitos estudos, muitas pessoas boas querendo investir, muitas orientações novas. É uma geração que chamamos de Cárie Zero. A gente percebe um cuidado maior dos pais em relação aos cuidados, à  prevenção, até o próprio acesso mais fácil à saúde bucal, pelos postos de saúde e consultórios", explica a dentista.

Fonte: Br 61

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