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quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Presidente eleito deve priorizar crescimento econômico e transição para economia de baixo carbono, aponta CNI

imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil/ reprodução

***Além disso, entidade pede que novo governo dê atenção especial à reforma tributária, infraestrutura e educação.



Acelerar o crescimento do país, promover a transição para uma economia de baixo carbono e melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), esses são os desafios do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao assumir o governo em janeiro de 2023.

Em posicionamento divulgado nesta segunda-feira (31), o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, disse que os próximos quatro anos vão exigir união e diálogo entre os setores público e privado e a sociedade para a construção de uma política industrial moderna, pautada nos investimentos em inovação e tecnologia e na agenda do clima.

"Muitos dos problemas econômicos e sociais são antigos. Seus diagnósticos e soluções já foram exaustivamente discutidos. Precisamos, agora, concentrar esforços no enfrentamento dessas questões. Por isso, seguindo o exemplo dos países mais desenvolvidos, defendemos a adoção de uma visão de país de longo prazo, que tenha como objetivos centrais a inovação, os ganhos de produtividade e a maior inserção da economia brasileira no concorrido mercado internacional", afirma.

Na última década, entre 2011 e 2020, a economia brasileira cresceu, em média, 0,3% ao ano. Desempenho inferior à chamada "década perdida", nos anos 80, quando o PIB cresceu 1,6% a.a.

"O grande desafio do próximo governo é acelerar o ritmo de crescimento da economia brasileira, que não vem crescendo rapidamente há mais de uma década", ressalta Mário Sérgio Telles, gerente-executivo de Economia da CNI.

Agenda

Com base em sugestões de empresários e de representantes das federações estaduais e das associações nacionais setoriais da indústria, a CNI entregou 21 documentos à campanha do presidente eleito com sugestões para um país forte, dinâmico e inovador.

"A indústria preparou 21 documentos dos mais diversos temas e apresentou ainda em junho a todos os candidatos à Presidência da República. Além disso, agora mais recentemente a CNI preparou um plano de retomada da indústria que também foi apresentado aos dois candidatos que estavam disputando o segundo turno, de modo que deixamos claro para todos os candidatos qual a nossa visão e as nossas prioridades para o próximo governo", lembra Telles.

A agenda de reformas, principalmente a reforma tributária sobre o consumo, visando a criação de um sistema tributário eficiente e que estimule os investimentos produtivos e a criação de empregos, deve ser uma das prioridades do próximo presidente, explica.

"Além disso, o novo governo precisa de uma relação harmônica com o Congresso, porque ainda existem diversas reformas a serem feitas. A principal reforma, do ponto de vista da indústria, é a da tributação do consumo, que está no Congresso na forma da PEC 110".

A doutora em economia Margarida Gutierrez afirma que o sistema tributário é oneroso e complexo, o que atrapalha o desenvolvimento da indústria e, por consequência, do país. "Tem que tornar o sistema mais simples, mais progressivo, mais transparente, dar um fôlego para a indústria. A indústria no Brasil é muito tributada. Isso tira a competitividade do setor industrial brasileiro. Por quê? Porque ele exporta. Então, ele se depara com um nível de competitividade já por aí mais baixo", avalia.

Infraestrutura

O documento aponta que a infraestrutura do Brasil deve receber atenção especial, pois apesar dos avanços obtidos com as concessões e privatizações nos últimos anos, é preciso investir mais para ampliar e modernizar o setor.

Entre as medidas que a CNI classifica como indispensáveis para isso estão a adoção de marcos regulatórios efetivos para promover a competição no mercado de gás natural, de combustíveis e de energia elétrica, e ampliar os investimentos em sistemas eficientes de transportes.

A avaliação é de que o país precisa aumentar os investimentos em transporte em, pelo menos, três vezes. Hoje, o Brasil investe em infraestrutura de transportes cerca de 0,65% do Produto Interno Bruto (PIB). Para a entidade, o patamar ideal para modernizar a logística de transporte seria de 2% do PIB.

Inovação e sustentabilidade

Segundo a CNI, o Brasil também precisa se preparar para aproveitar as oportunidades abertas pela indústria 4.0 e pela descarbonização da economia, que tendem a determinar o futuro das empresas e o crescimento dos países.

Para isso, a entidade defende investimento em pesquisa e inovação de modo que o país reduza as emissões de gases de efeito estufa e ocupe posição de maior destaque no esforço global para conter as mudanças climáticas. Responsável por 70% do investimento empresarial em pesquisa e desenvolvimento, a indústria é essencial nesse processo.

"Uma prioridade que a CNI identifica é a questão da transição para a economia de baixo carbono. O mundo inteiro está discutindo essa questão e o Brasil precisa se adaptar de uma forma a acelerar o nosso crescimento, para que isso seja uma oportunidade para a economia brasileira e isso passa, por exemplo, por energias renováveis", diz Telles.

Educação

O posicionamento também diz que a "revolução tecnológica em curso exige um sistema educacional mais conectado com a era do conhecimento". Por isso, pontua que o novo governo deve priorizar a melhoria da qualidade da educação básica e da formação profissional e técnica dos trabalhadores para atender às demandas do mercado de trabalho em constante transformação.

Fonte:  Br 61

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Uso de energia solar proporciona economia de até 98% na conta de luz

imagem: Sefaz/RS/ reprodução

***Banco da Amazônia (Basa) oferece crédito para aquisição de placas solares e também para projetos de implantação, melhoria e reforço de sistemas de micro e minigeração de energia.



Benefícios ambientais, econômicos e sociais. São esses alguns exemplos de vantagens encontradas por quem opta pelo uso de placas solares em vez da energia gerada por hidrelétricas e termelétricas. Além disso, a economia na conta de luz pode chegar a até 98%.

Por conta desses fatores, o Banco da Amazônia (Basa) passou a oferecer linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas que desejam adquirir placas solares para abastecimento elétrico. Para o superintendente regional do Basa no Pará e Amapá, Edmar Bernaldino, por se tratar de uma fonte de energia limpa e renovável, a energia solar favorece a preservação do meio ambiente.

"A partir do momento que você vem com o financiamento de energia solar, você estará reduzindo seu consumo de energia tradicional, substituindo por um modelo sustentável que fornece um ganho muito grande para questões ambientais e financeiras. Você vai, com certeza, reduzir um custo de pagamento de energia elétrica, a partir do momento que já se tem o retorno desse investimento", pontua.

As taxas de juros apresentadas são a partir de 0,62% ao mês, bem abaixo da média do mercado, com incisão de bônus de adimplência para pagamento. Dependendo do porte, o financiamento pode ser de até 100% do valor contratado, incluindo o seguro.

O crédito é oferecido por meio do FNO Energia Verde, e também pode ser utilizado para o financiamento de projetos de implantação, melhoria e reforço de sistemas de micro e minigeração de energia.

A aquisição de energia solar por parte da população brasileira tem avançado consideravelmente. De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, (Absolar), o país atingiu a marca histórica de 1 milhão de sistemas de energia solar instalados em telhados, fachadas e pequenos terrenos, somando 10,6 gigawatts (GW) de potência. O coordenador do Grupo de Trabalho de Geração Distribuída da Absolar, Guilherme Susteras, explica o que levou a essa alta.

"O primeiro fator tem a ver com o aumento da tarifa de energia. A energia elétrica, que antes talvez era o quarto ou o quinto item principal do custo de uma empresa ou de uma residência, tem se tornado talvez o primeiro ou o segundo item. Ao mesmo tempo você tem uma tendência contínua de redução do custo da tecnologia.

Então, quanto mais pessoas no mundo todo instalam sistemas solares fotovoltaicos, mais barato fica de produzir o próximo sistema. E o terceiro fator é que as pessoas estão cada vez mais interessadas no tema da sustentabilidade e começam a perceber que elas também podem tomar ação", considera.

Acesso ao FNO Verde

A linha FNO Energia Verde é destinada a qualquer pessoa física com renda comprovada. O interessado precisa ter cadastro no Banco da Amazônia, uma vez que o limite de crédito precisa ser avaliado.

A partir desse limite, é aprovado o valor máximo que o cliente pode tomar de financiamento para esta fonte de linha de crédito. Durante a análise de limite de crédito, será verificado o comprometimento mensal, assim como a parcela máxima que o interessado pode comprometer da sua renda mensal, para fim de cobertura da parcela do financiamento da energia solar.

Fonte:  Br 61

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terça-feira, 1 de novembro de 2022

Ministério da Justiça notifica empresas de transporte por aplicativos após denúncia de golpe do cheiro

imagem: arquivo / reprodução

***Passageiros devem saber como se informar sobre os motoristas para se deslocar em segurança.



Empresas de transporte por aplicativo foram notificadas pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, pelo suposto "golpe do cheiro", conhecido também como "golpe do gás" ou "golpe do spray". A notificação veio depois do aumento das denúncias de passageiros que alegam ter sentido substâncias dentro dos carros que causaram desmaios ou dormência.

A notificação, segundo a secretaria, tem o objetivo de apurar que medidas de segurança as empresas têm adotado para evitar esse tipo de crime.

O diretor-adjunto da Divisão de Fraudes, da Polícia Civil do DF, Tiago Carvalho, explica que os casos estão sendo apurados em todo o país, mas a Polícia Civil ainda não encontrou nenhum tipo de gás ou substância nos carros por aplicativo. Apesar disso, o delegado alerta:

"O maior cuidado que a gente pode repassar é se certificar que aquele motorista realmente é o indivíduo que aparece no aplicativo. Temos notícias de motoristas falsos. Indivíduos que acabam identificando esses passageiros em determinados lugares, com aparência de ser um passageiro, e pode ser que através desses falsos motoristas alguma conduta criminosa possa ser praticada."

Como a maior parte das denúncias que motivaram essa notificação foram feitas por mulheres, o delegado chama atenção para os crimes sexuais. E acrescenta que os aplicativos atualmente oferecem recursos para aumentar a confiança do passageiro.
 
"A gente tem que ficar atento à confirmação do motorista, principalmente, a depender ainda da situação deixar sempre um familiar, uma pessoa próxima que possa acompanhar aquela corrida. Hoje os aplicativos também contam com botão de alerta, também é mais uma ferramenta que pode ser utilizada caso o passageiro venha a se sentir, de alguma maneira, inseguro naquele veículo."

Segundo o delegado, se o passageiro tomar todas essas precauções, o risco de uma ocorrência é bem menor. A notificação é baseada no Código de Defesa do Consumidor, e a medida prevê que as empresas devem prestar os esclarecimentos em até 10 dias úteis.

Em nota, a Associação Brasileira de Tecnologia e Mobilidade (Amobitec) informou que acompanha de perto todas as denúncias com relação ao que vem sendo chamado de "golpe do cheiro". Segundo a associação, os casos estão sendo investigados pela Polícia Civil, que confirmou a ausência de substâncias com o propósito de dopagem nos carros por aplicativo.

Fonte:  Br 61

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OIT: guerra e crises globais criaram déficit de 40 milhões de empregos

imagem: arquivo / reprodução

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As perspectivas para os mercados de trabalho globais pioraram nos últimos meses e, nas tendências atuais, as vagas diminuirão e e o cenário global do emprego se deteriorará significativamente no último trimestre de 2022, de acordo com um novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O aumento da inflação está causando a queda dos salários reais em muitos países, agravando as quedas significativas na renda já registradas durante a crise da COVID-19 e afetando mais os grupos de baixa renda.

A 10ª edição do "Monitor da OIT sobre o Mundo do Trabalho" constata que o agravamento das condições do mercado de trabalho está afetando tanto a criação de emprego como a qualidade dos empregos, salientando que "já existem dados que sugerem uma acentuada desaceleração do mercado de trabalho". É provável que as desigualdades no mercado de trabalho aumentem, contribuindo para o aumento da disparidade entre economias desenvolvidas e em desenvolvimento.

De acordo com a publicação, "um conjunto de crises múltiplas e sobrepostas, agravadas pela guerra na Ucrânia e subsequentes efeitos negativos, materializaram-se ao longo de 2022, impactando profundamente o mundo do trabalho". Os efeitos estão sendo sentidos por meio da inflação nos preços de alimentos e energia, diminuição dos salários reais, crescente desigualdade, redução das opções de políticas e aumento da dívida nos países em desenvolvimento.

"Enfrentar esta situação global de emprego profundamente preocupante e impedir uma desaceleração significativa do mercado de trabalho global exigirá políticas abrangentes, integradas e equilibradas, tanto nacional quanto globalmente", disse o diretor-geral da OIT, Gilbert F. Houngbo. "Precisamos da implementação de um amplo conjunto de ferramentas políticas, incluindo intervenções nos preços dos bens públicos; a recanalização de lucros inesperados; fortalecimento da segurança de renda por meio da proteção social; aumento do apoio ao rendimento; e medidas direcionadas para ajudar as pessoas e empresas mais vulneráveis".

Houngbo também acrescentou que é preciso estabelecer um forte compromisso com iniciativas como o Acelerador Global de Empregos e Proteção Social da ONU, projeto que visa a criação de 400 milhões de empregos globalmente e a extensão de proteção social a quatro bilhões de pessoas. "E um fim rápido do conflito na Ucrânia, conforme exigido nas resoluções do Conselho de Administração da OIT, contribuiria ainda mais para melhorar a situação global do emprego", declarou o diretor-geral.

No início de 2022, o número de horas globais trabalhadas estava aumentando, notadamente nas ocupações mais qualificadas e entre as mulheres. No entanto, isso foi impulsionado pelo crescimento dos empregos informais, colocando em risco a tendência de formalização que vinha ocorrendo há 15 anos. A situação agravou-se ao longo do ano e no terceiro trimestre de 2022 as estimativas da OIT são de que o nível de horas trabalhadas ficou 1,5% abaixo dos níveis pré-pandemia, totalizando um déficit de 40 milhões de empregos em tempo integral.

Ucrânia - Além do terrível custo humanitário, a guerra na Ucrânia  teve um impacto negativo dramático na economia e no mercado de trabalho do país. A OIT estima que o nível de emprego em 2022 será 15,5% (2,4 milhões de empregos) menor do que o registrado em 2021, antes do início do conflito.

Essa projeção não é tão baixa quanto a estimativa da OIT de abril de 2022, feita logo após o início do conflito, de que 4,8 milhões de empregos poderiam ser perdidos . A mudança positiva é consequência da redução do número de áreas da Ucrânia sob ocupação ou com hostilidades ativas.

No entanto, esta recuperação parcial do mercado de trabalho é modesta e altamente frágil, aponta o relatório. O grande número de pessoas deslocadas internamente (PDIs) e refugiadas à procura de emprego na Ucrânia e em outros lugares aumenta os desafios e provavelmente criará pressão que reduzirá os salários, alerta o relatório. O relatório estima que 10,4% da força de trabalho total do país antes da guerra são agora pessoas refugiadas em outros países. Esse grupo de 1,6 milhão é majoritariamente de mulheres, muitas delas tendo trabalhado anteriormente nos setores de educação, saúde e assistência social.

Uma pesquisa recente revelou que, até o momento, 28% das pessoas refugiadas ucranianas encontraram emprego assalariado ou autônomo em seus países de acolhimento. Os efeitos do conflito estão sendo sentidos nos mercados de trabalho dos países vizinhos, o que pode levar à desestabilização política e do mercado de trabalho nesses países. Mais longe, na Ásia Central e globalmente, eles estão se refletindo em preços mais altos e mais voláteis e no aumento da insegurança alimentar e da pobreza.

Múltiplas crises - O relatório apela à utilização do diálogo social a fim de formular as políticas necessárias para evitar uma recessão no mercado de trabalho. Essas não devem apenas reagir à inflação, mas centrar-se nas implicações mais amplas para o emprego, as empresas e a pobreza. Por outro lado, o relatório alerta para o risco de restrições políticas excessivas, que podem "afetar negativamente os níveis de emprego e renda, tanto nas economias desenvolvidas quanto nos países em desenvolvimento".

Responsável: Denise Marinho

Fonte:  Nações Unidas Brasil

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sábado, 29 de outubro de 2022

Enem 2022: local de prova e horário para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio 2022 já estão disponíveis

imagem: Valter Campanato/Agência Brasil/ reprodução

***Estudantes podem apresentar documentos digitais para fazer a prova, especialistas dão dicas de como se preparar para driblar o nervosismo.



O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, no início da semana (24), o Cartão de Confirmação de Inscrição do Enem 2022 na plataforma gov.br, na Página do Participante. Neste cartão, os inscritos encontram informações sobre os locais de prova, as datas e os horários em que devem comparecer.

Segundo o Inep, o acesso à plataforma gov.br está intermitente em função de uma manutenção realizada pelo Ministério da Economia, o que pode causar instabilidade no sistema. Assim que for normalizado, todos os participantes conseguirão conferir o Cartão de Confirmação de Inscrição.

Apresentação de documentos

O edital da edição do Enem 2022 autoriza a apresentação de documentos digitais para os participantes no dia das provas. Os candidatos poderão usar o e-Título, assim como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o RG digital para se identificar, desde que apresentados nos aplicativos oficiais.

Caso o participante não possa apresentar o documento de identificação original com foto nos dias do exame por motivo de extravio, perda, furto ou roubo, poderá realizar as provas, desde que mostre o boletim de ocorrência expedido, no máximo, 90 dias antes da aplicação da prova. Também será preciso passar por um procedimento especial, no qual serão coletadas informações pessoais, com o objetivo de comprovar a identidade.

Talita Santos, psicopedagoga, aconselha buscar a distração e o descanso nos dias anteriores à prova. "O estudante precisa cuidar da alimentação, dormir bem, evitar protelar o sono, tentar ter uma rotina de sono um pouco melhor nos dias anteriores. É importante também fazer coisas que ele se divirta, ele goste, que não sejam coisas muito ligadas aos estudos, porque ser um um gatilho para gerar mais ansiedade", completa.

O estudante e morador de Samambaia (DF), João Filipe de Oliveira, de 17 anos, diz que apesar do nervosismo, está tranquilo, pois já conseguiu estudar tudo o que precisava.

"Acredito que eu esteja bem tranquilo, estou ansioso com a prova, pois é um evento que vai decidir o rumo que vou seguir na vida, mas estou bem calmo, como um amigo me fala, o que tiver que ser, será. Até esse ponto eu já estudei o que tinha que estudar, então agora é só revisar. Não tenho motivo para ficar nervoso", conclui.

O Inep também oferece a Cartilha do Participante, com exemplos de redação que tiveram nota máxima nos exames passados, além de informações sobre a estruturação da prova e o processo de correção. Para acessar esse material, basta digitar "Cartilha do Participante" no navegador da internet e selecionar a primeira opção, ou, clicar no link acima.

Fonte:  Br 61

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O que é o Produto Interno Bruto, o PIB, do país?

imagem:  Tomaz Silva/Agência Brasil/ reprodução

***Entenda o que é e como é calculado o indicador que reflete a taxa de crescimento do Brasil em um dado período de tempo.



O Produto Interno Bruto (PIB) é responsável por medir o desempenho econômico de um país em determinado período, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O IBGE explica que o indicador pode ser visto como uma fotografia da economia por se tratar do cálculo do valor que considera o total de bens e serviços finais produzidos no país naquele momento específico que está sendo analisado.

No entanto, é importante ressaltar que a análise é feita com base somente nos bens e serviços finais produzidos para evitar a dupla contagem. "Por exemplo, na produção de um automóvel. Temos que descontar do valor de produção do automóvel todos os insumos que foram utilizados para produzi-lo, como plástico, borracha e vidro. Porque, senão, vamos contar esses insumos duas vezes", explica Claudia Dionisio, gerente de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE.

A gerente ainda esclarece que o cálculo do PIB é realizado levando em consideração o valor desses bens e serviços adicionados à economia e também os impostos que recaem sobre esses produtos.

Além disso, o IBGE realiza a mediação do PIB de forma a medir a riqueza nacional, mas também faz esse cálculo de forma segmentada, o que permite, por exemplo, obter dados sobre o PIB do agronegócio exclusivamente e onde estão concentrados os pólos de desenvolvimento dessa atividade no país.

Já em relação à periodicidade, o indicador mede o balanço geral anual, mas também pode ser calculado em intervalos menores de tempo, como em trimestres, permitindo, assim, o acompanhamento do índice e possíveis revisões sobre o valor estimado para o ano corrente.

Para realizar esse cálculo, o IBGE leva em consideração os seguintes indicadores:

  • Balanço geral de pagamentos, feito pelo Banco Central;
  • Declarações de Informações Econômicos-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), realizado pela Secretaria da Receita Federal;
  • Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV);
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), feito pelo IBGE;
  • Produção Agrícola Municipal (PAM) - IBGE;
  • Pesquisa Anual do Comércio (PAC) - IBGE;
  • Pesquisa Anual de Serviços (PAS) - IBGE;
  • Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) - IBGE;
  • Pesquisa Anual - Empresa (PIA - Empresa) - IBGE;
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM - PF) - IBGE;
  • Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) - IBGE;
  • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) - IBGE.

Limitações do PIB

O cálculo do PIB, segundo o IBGE, não tem como objetivo o desenvolvimento do país, mas pode ser usado como um instrumento para tomada de decisões e formulação de políticas públicas, por exemplo.

Ainda que relevante para indicar a saúde econômica do país, o Produto Interno Bruto não expressa fatores importantes como a distribuição de renda, qualidade de vida, educação e saúde, como informa o IBGE. "Um país tanto pode ter um PIB pequeno e ostentar um altíssimo padrão de vida, como registrar um PIB alto e apresentar um padrão de vida relativamente baixo".

Fonte:  Br 61

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sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Defesa Civil Nacional alerta para onda de frio intenso em grande parte do País na próxima semana

imagem: arquivo / reprodução

***Uma massa de ar frio deve avançar pelo Sul e, ao longo da próxima semana, se estender pelo Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil.



A Defesa Civil Nacional alerta para uma onda de frio intenso em várias regiões do País a partir desta segunda-feira (31). Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma frente fria seguida de uma massa de ar frio de origem polar deve avançar pelo Sul e, ao longo da semana, influenciar as temperaturas no Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil.

Na região Sul, deve ser registrada uma queda de até 15°C na temperatura. Já na segunda-feira pela manhã, o frio vai atingir o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina, que terá queda de temperatura em todo o estado até o fim do dia. Paraná, centro-sul do Mato Grosso do Sul e parte de São Paulo também serão afetados pela onda de frio.

Existe a possibilidade de nevar entre o Planalto Sul Catarinense e a região dos Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, na noite de segunda-feira (31) e madrugada de terça-feira (1).

A massa de ar frio se deslocará para o Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil entre segunda e terça-feira. O sul dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás e Amazonas vão registrar baixas temperaturas, além de todo o estado do Rio de Janeiro.

O coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr, alerta para os perigos que o frio intenso pode causar à população e faz recomendações.

"Com esse panorama, recomenda-se especial atenção com as populações mais vulneráveis, como crianças, idosos e enfermos, além das pessoas em situação de rua. Ingerir bastante líquido, evitar locais fechados e se manter aquecido estão entre os principais cuidados. Vale destacar, também, a atenção com os animais de estimação, que precisam ser abrigados e protegidos do frio", destaca.

Essas medidas são de grande importância na prevenção de gripe, resfriados, pneumonia e demais doenças respiratórias. O cuidado deve ser ainda maior com crianças e idosos, que são mais suscetíveis às doenças agravadas pelo frio.

A onda de frio deve permanecer no País até o fim da próxima semana. Locais mais altos da região Sul podem registrar temperaturas negativas e geadas até quinta-feira (3).

Mais recomendações

Diante das previsões, a Defesa Civil Nacional recomenda que as defesas civis estaduais e municipais adotem ações de preparação cabíveis e reforcem a divulgação de informações para alertar a população, visando a adoção de medidas de autoproteção.

Fonte:  Br 61

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Telemedicina chegou com a pandemia e veio para ficar, indica estudo

imagem: DCStudio/Freepik/ reprodução

***Conclusão foi apresentada em artigo por pesquisadores da USP, com base em inquérito que envolveu 1.183 médicos de São Paulo e do Maranhão. Análise mostra que o crescimento da modalidade ocorreu de forma desigual, privilegiando serviços de saúde privados.




 Uma pesquisa feita com 1.183 médicos dos Estados de São Paulo e do Maranhão mostrou que os diversos usos da telemedicina – que despontaram como alternativa durante a crise sanitária causada pela COVID-19 – devem permanecer no sistema de saúde brasileiro. O estudo, apoiado pela FAPESP e o Newton Fund (Reino Unido), foi conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Queen Mary University of London (Reino Unido).

"Os múltiplos usos da telemedicina vieram para ficar. A tecnologia trouxe muitas vantagens, mas não se trata de uma panaceia. É preciso regular e monitorar. Para determinados usos e especialidades pode haver perda de qualidade com o on-line. O atendimento não presencial significa muitas vezes um atendimento de baixa qualidade", afirma Mário César Scheffer, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da USP e autor do estudo.

Publicado na revista Globalization and Health, o artigo é resultado de um estudo maior, que analisa o impacto das crises econômicas na saúde e busca soluções para aprimorar a gestão de políticas e o serviço prestado à população (leia mais em: agencia.fapesp.br/37410/).

"Os sistemas de saúde, ao se adaptarem às crises – econômica, política ou sanitária –, acabam encontrando soluções e alternativas que podem ser transitórias ou permanentes. Como nosso projeto de pesquisa estava em andamento quando veio a pandemia, decidimos, a partir do estudo do trabalho dos médicos, entender mudanças na saúde que possam ter sido aceleradas pela COVID-19", explica o pesquisador à Agência FAPESP.

O inquérito mostrou que a telemedicina foi mais frequentemente utilizada para conectar profissionais na discussão de casos clínicos (55%), em reuniões de serviço (48%) e na capacitação e atualização de conhecimentos (40%). Menos de um terço dos médicos declarou ter feito consultas e orientado pacientes, prática mais comumente conhecida como "teleconsulta".

A telemedicina foi mais usada por médicos que trabalham no setor privado do que por profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os profissionais que trabalham na atenção primária, em serviços ambulatoriais e hospitalares do SUS, a telemedicina foi empregada majoritariamente em serviços que atendiam pacientes com COVID-19. "Já entre os médicos que trabalham em consultórios e clínicas, atendendo planos de saúde e particulares, prevaleceu o uso da telemedicina para atendimentos de problemas de saúde não relacionados à COVID-19", afirma.

O pesquisador explica que a telemedicina é um conceito mais amplo do que as consultas on-line. Entre os seus múltiplos usos estão reuniões com equipes multidisciplinares para a tomada de decisão de tratamentos, treinamentos de profissionais de saúde, divulgação de novos protocolos clínicos e as teleconsultas.

"Dessa forma, a tecnologia tornou possível na pandemia, por exemplo, levar um especialista que não estava disponível naquele serviço ou UTI em determinado momento para dar uma opinião e, assim, contribuir com o diagnóstico e o tratamento adequados de pacientes", conta.

Outra abordagem importante foi o uso da telemedicina para atividades educacionais a distância, como cursos, palestras e fóruns de discussão. "Em casos de urgência sanitária, como foi a pandemia, ou mesmo problemas de saúde pública, também é possível usar a tecnologia para uniformizar e difundir diretrizes clínicas, consensos terapêuticos, orientações de vigilância e saúde pública, que estão em constante evolução", afirma Scheffer.

Uso indiscriminado

No artigo, os pesquisadores apontam os potenciais riscos do uso indiscriminado da telemedicina. "São necessários mais estudos, pois nossa hipótese é que, para determinados problemas de saúde e determinadas especialidades, a telemedicina não é uma forma eficaz de atendimento. Pode ser um auxílio, principalmente em triagens e orientações, mas há situações em que a relação médico-paciente presencial é insubstituível", diz.

Outros pontos negativos da telemedicina comentados pelos autores são: possíveis falhas na notificação de doenças, definição da remuneração dos médicos e questões éticas que envolvem, por exemplo, a segurança de dados sensíveis de pacientes atendidos on-line.

Os pesquisadores ressaltam que há ainda muito a ser discutido. "A pandemia acelerou o uso da telemedicina e também mostrou o quanto a regulamentação precisa avançar. Nos preocupa, por exemplo, a forma como a telemedicina vem sendo explorada por planos de saúde e clínicas populares para vender serviços de menor preço e pior qualidade", avalia.

Desde 19 de março de 2020, dois dias após Estados decretarem quarentena e o fechamento de serviços e comércio por causa da pandemia de COVID-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Senado Federal liberaram a telemedicina por período provisório. Mais recentemente, em maio de 2022, o CFM regulamentou a prática definitivamente. Apesar da liberação, o conselho ressaltou a importância da consulta presencial.

Desigualdades

O trabalho sobre telemedicina é baseado em um inquérito com 1.183 médicos – uma mostra representativa dos 152.511 profissionais ativos nos dois Estados brasileiros. São Paulo e Maranhão são bastante heterogêneos, tanto em densidade de médicos quanto em relação ao tamanho do sistema de saúde e indicadores socioeconômicos.

"Os resultados do inquérito também mostram desigualdades no uso da telemedicina e isso é um alerta. Observamos que a tecnologia foi muito mais usada no setor privado do que no público, na capital que no interior, e em São Paulo que no Maranhão", lista o autor.

O estudo apontou outro aspecto importante do uso desigual da telemedicina: o fato de que, durante a pandemia, as consultas on-line foram muito mais relacionadas ao atendimento não COVID-19. "Durante uma emergência sanitária, uma pandemia, há pacientes com outros problemas de saúde que precisam continuar sendo atendidos. A teleconsulta foi acionada para manter os serviços e consultórios funcionando, mesmo que não fosse do modo ideal", diz.

O artigo The multiple uses of telemedicine during the pandemic: the evidence from a cross-sectional survey of medical doctors in Brazil pode ser lido em: https://globalizationandhealth.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12992-022-00875-9.

Fonte:  Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP

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