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sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Auxílio Gás 2023: benefício volta a ser pago em fevereiro

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***Regra de pagamento a cada dois meses continua. Veja calendário para recebimento do auxílio.



O Auxílio Gás volta a ser pago em fevereiro de 2023. O benefício continuará sendo depositado a cada dois meses e as datas do pagamento serão com base no último dígito do Número de Identificação Social (NIS). O programa ainda pagará 100% do valor médio do botijão de gás de cozinha de 13kg, calculado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em dezembro, o valor pago às famílias foi de R$ 112 e contemplou 5,95 milhões de pessoas. O conselheiro federal do Conselho Federal de Economia Fernando Aquino ressalta a importância do benefício para as famílias mais vulneráveis. O economista observa que o gás de cozinha é um item essencial.

"É um benefício muito importante no Brasil para as famílias de baixa renda, porque é um item essencial para o preparo dos alimentos em casa e que não tem substitutos muito fáceis, muito acessíveis.", afirma o especialista.

Aquino também aponta que o valor do preço do botijão não é acessível para as famílias de baixa renda, devido às últimas elevações de preço por fatores externos, que acabam refletindo no cenário nacional. Por isso a relevância desse benefício para essas pessoas, segundo o economista.

"A boa notícia é que ele [Auxílio Gás] voltaria a ser 50% do preço médio nacional, mas o governo atual manteve em 100% desse valor. Então as famílias terão 100% desse valor que é pago pelo botijão de 13 kg", observa o conselheiro federal.

Quando o benefício foi lançado em 2021, o valor pago para os beneficiários era de 50% do valor médio nacional do botijão de 13 kg. No entanto, com a aprovação da PEC dos Benefícios, o repasse ficou estabelecido em 100% até dezembro de 2022. A manutenção dessa porcentagem para 2023 foi assegurada após a aprovação da PEC da Transição.

Veja o calendário de pagamentos em 2023:

NIS terminado em 1

  • Fevereiro: 13
  • Abril: 14
  • Junho: 19
  • Agosto: 18
  • Outubro: 18
  • Dezembro: 11

NIS terminado em 2

  • Fevereiro: 14
  • Abril: 17
  • Junho: 20
  • Agosto: 21
  • Outubro: 19
  • Dezembro: 12

NIS terminado em 3

  • Fevereiro: 15
  • Abril: 18
  • Junho: 21
  • Agosto: 22
  • Outubro: 20
  • Dezembro: 13

NIS terminado em 4

  • Fevereiro: 16
  • Abril: 19
  • Junho: 22
  • Agosto: 23
  • Outubro: 23
  • Dezembro: 14

NIS terminado em 5

  • Fevereiro: 17
  • Abril: 20
  • Junho: 23
  • Agosto: 24
  • Outubro: 24
  • Dezembro: 15

NIS terminado em 6

  • Fevereiro: 22
  • Abril: 24
  • Junho: 26
  • Agosto: 25
  • Outubro: 25
  • Dezembro: 18

NIS terminado em 7

  • Fevereiro: 23
  • Abril: 25
  • Junho: 27
  • Agosto: 28
  • Outubro: 26
  • Dezembro: 19

NIS terminado em 8

  • Fevereiro: 24
  • Abril: 26
  • Junho: 28
  • Agosto: 29
  • Outubro: 27
  • Dezembro: 20

NIS terminado em 9

  • Fevereiro: 27
  • Abril: 27
  • Junho: 29
  • Agosto: 30
  • Outubro: 30
  • Dezembro: 21

NIS terminado em 0

  • Fevereiro: 28
  • Abril: 28
  • Junho: 30
  • Agosto: 31
  • Outubro: 31
  • Dezembro: 22

Direito ao benefício

Podem receber o Auxílio Gás as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) que recebem até meio salário mínimo por pessoa (R$ 660) e famílias que têm pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), inscritas ou não no CadÚnico.

O pagamento para as famílias inscritas no CadÚnico será feito ao responsável familiar, devendo este estar indicado no cadastro. Já as famílias que têm beneficiários do BPC, o pagamento será feito ao titular do auxílio ou ao seu responsável legal.

Para saber se tem direito ou não, as pessoas também podem consultar a situação da assistência no aplicativo Auxílio Brasil, disponível para Android e IOS, pelo aplicativo Caixa Tem, também disponível para Android e IOS, ou pelo telefone 111. Em caso de dúvidas, os beneficiários podem entrar em contato pelo número 121.

Fonte:  Br 61

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GDF divulga lista com nomes de mais de mil presos por atos de depredação no domingo

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***Versão atualizada da lista foi divulgada na noite desta terça-feira (10). Polícia Federal pronuncia em nota que, após triagem, todos os detidos envolvidos na depredação e invasão "foram entregues para a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)".



A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal divulgou uma lista com 1.167 nomes de presos pelos atos de invasão e depredação dos prédios dos Três Poderes, em Brasília. Os presos foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória II e para a Penitenciária Feminina do DF, conhecida como Colmeia.

Veja a lista com os nomes aqui.

Segundo nota divulgada pela Polícia Federal no início da noite de ontem, mais de 1,8 mil pessoas foram detidas, sendo que 1.159 foram presas até a última atualização. Ainda de acordo com o comunicado, 684 pessoas foram liberadas por questões humanitárias, como idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua e pais/mães com crianças.

Especialistas ouvidos pelo Portal Brasil 61 explicam que as prisões em flagrante são realizadas para restringir a liberdade de uma pessoa flagrada cometendo uma infração penal, ou logo após o cometimento do crime.

De acordo com o advogado publicista e professor de direito constitucional, Fábio Tavares Sobreira, a prisão de manifestantes que realizaram atos de vandalismo e destruição do patrimônio público no último domingo (8) é indiscutível. No entanto, é necessário observar se não há entre os detidos pessoas que não cometeram tais infrações.

"Se a pessoa foi detida, foi levada para determinado distrito, comando, batalhão, ou seja se a sua liberdade foi cerceada sem que ela tenha cometido nenhuma infração penal, essa prisão é absolutamente ilegal. Ela atenta contra princípios constitucionais. Eu destaco tão somente um: o princípio da legalidade.", analisa o advogado.

O doutor em direito constitucional pelo IDP/DF Acácio Miranda da Silva Filho explica que é necessária a análise dos elementos probatórios para as prisões. As pessoas que estavam na manifestação, mas de nenhuma forma incitaram ou financiaram os responsáveis pelas invasões não podem ser responsabilizadas por esses atos, segundo o advogado.

"Então, se elas posteriormente forem absolvidas, ou for determinado que não existiam elementos probatórios em relação a elas, elas podem pedir indenização ao Estado e qualquer pessoa que é acusada e posteriormente é absolvida pode fazê-lo.", informa Acácio Miranda.

Condições dos detidos

Os manifestantes detidos foram encaminhados para a Academia Nacional de Polícia, onde passaram por uma triagem feita pela Polícia Federal para serem presas por envolvimento na invasão e depredação do patrimônio público ou serem liberadas. No entanto, alguns manifestantes detidos reclamaram das condições do local, da falta de alimentação e de banheiros.

Em nota, a Polícia Federal informa que "durante toda a ação, os detidos receberam alimentação regular (café da manhã, almoço, lanche e jantar) e hidratação." O órgão também comunicou que as equipes médicas estiveram disponíveis durante todo o período de detenção, tendo sido realizados 433 atendimentos. Desses, 33 pacientes foram levados para unidades de saúde.

Além disso, a corporação informa que os procedimentos foram acompanhados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Corpo de Bombeiros, Secretaria de Saúde do DF, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Defensoria Pública da União.

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) informa, em nota, que em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) está monitorando a situação das pessoas presas e que "as prisões em flagrante estão sendo lavradas e as pastas irão atuar [...] na missão de que a legalidade sempre seja observada.".

As pessoas detidas e presas estão sob a responsabilidade da Polícia Civil do DF (PCDF), onde serão encaminhadas para o Instituto de Medicina Legal (IML). Depois serão encaminhadas para o sistema prisional, segundo nota da PF.

Fonte:  Br 61

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Ministro da Fazenda anuncia espécie de Refis e medidas econômicas para reduzir déficit nas contas públicas

imagem: Marcelo Camargo/Agência Br/ reprodução

***Ministro da Fazenda não garantiu aumento do salário mínimo e afirmou que Lula deve definir se haverá nova prorrogação da desoneração da gasolina.



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou, nesta quinta-feira (12), o programa "Litígio Zero", para pequenas empresas e pessoas físicas. Anunciou ainda uma série de medidas econômicas que visam reduzir o déficit das contas públicas, previsto para 2023, de 2,3% para menos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB). Na entrevista coletiva, Haddad não garantiu o aumento do salário mínimo para R$ 1.320, prometido pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Haddad afirmou que o valor atual, de R$ 1.302 já é superior à inflação.

"Estamos fixando uma meta para fechar entre 0,5 e 1% o déficit primário de 2023. Vamos perseguir essa meta. Estamos saindo de 2,3%, acho que com esforço adicional a gente consegue mirar alguma coisa entre 0,5 e 1% de déficit primário em 2023", projeta.

O ministro deixou em aberto uma eventual nova prorrogação da desoneração do preço da gasolina, que se encerra no final de fevereiro. Sobre o tema, ele afirmou que a decisão só será tomada após avaliação política de Lula. Segundo Haddad, o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro "tomou medidas que corroeram a base fiscal do orçamento de 2023". Para a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, uma reestruturação fiscal é fundamental para o crescimento do país.

"Não há crescimento duradouro sustentável, é impossível com um déficit de R$ 230 bi. Quando a gente fala que não há crescimento duradouro sustentável, significa que a gente não consegue abrir espaço para emprego, geração de renda, tendo 2% do PIB comprometido. Isso impacta nos juros e consequentemente na viabilidade do Brasil voltar a crescer", defende Tebet.

Dentre as medidas anunciadas para reduzir as despesas, Haddad afirmou que vai rever contratos e, por meio do programa "Litígio Zero", acelerar o andamento de processos que estão no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). O objetivo é facilitar o pagamento de impostos pendentes. De acordo com a Fazenda, o valor dos processos parados chega a R$ 1 trilhão.

O economista César Bergo destaca que as medidas são importantes, mas não são suficientes. Ele lembra que o governo ainda não anunciou o arcabouço fiscal que vai substituir o teto de gastos.

"As medidas ajudam, mas não resolvem o problema. Elas vão contribuir, sim, e mostram o empenho do governo com a responsabilidade fiscal. Ficou faltando dizer o que vai substituir o teto de gastos. Então o governo vai ter mais alguns meses para que faça uma proposta para que o mercado possa, de alguma forma, fazer uma análise completa", afirma Bergo.

Fonte:  Br 61

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Risco de AVC pode estar associado à circunferência da cintura

***Neurocirurgião e especialista em AVC afirma que até 80% dos casos podem ser prevenidos com mudanças básicas no estilo de vida.


O volume da circunferência abdominal está intrinsecamente relacionado  ao maior risco de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico e hemorragia cerebral. É o que aponta estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido. A enfermidade também é conhecida como derrame e trata-se da consequência da alteração de fluxo sanguíneo no cérebro.

O neurocirurgião e especialista em AVC, Victor Hugo Espíndola, afirma que essa possibilidade é um fato e precisa receber atenção de especialistas e dos próprios pacientes. "Os pacientes que têm um aumento da da cintura abdominal são os pacientes obesos e principalmente são pacientes que têm o aumento da gordura visceral, que sabemos que é o tipo de obesidade mais grave e que propicia o aumento do risco de AVC", destaca.

"A gente sabe que tem essa ligação porque a obesidade é um dos principais fatores de risco do AVC porque na grande maioria das vezes além de ter problema de colesterol associado ela é acompanhada de outras doenças como a hipertensão arterial e o diabetes, que são os dois principais riscos do AVC isquêmico e também do AVC hemorrágico", completa.

O especialista também diz que até 80% dos casos de AVC podem ser prevenidos com mudanças básicas no estilo de vida, como o controle da pressão arterial, do diabetes, controle da obesidade, interrupção do tabagismo e prática de atividades físicas para evitar o sedentarismo.

Subtipos de AVC

De acordo com o Ministério da Saúde, existem dois subtipos de AVC, o acidente vascular isquêmico ou infarto cerebral responde por 80% dos casos. A condição ocorre quando há entupimento dos vasos cerebrais, o que pode se dá devido a uma trombose ou embolia - quando um trombo ou uma placa de gordura originária de outra parte do corpo se solta e chega aos vasos cerebrais pela rede sanguínea.

O outro tipo é conhecido como acidente vascular hemorrágico. Trata-se do rompimento dos vasos sanguíneos que se dá na maioria das vezes no interior do cérebro, também conhecido como hemorragia intracerebral. Em outros casos, ocorre a hemorragia subaracnóide, onde o sangramento entre o cérebro e a aracnóide (uma das membranas que compõem a meninge). Como consequência imediata, há o aumento da pressão intracraniana, que pode resultar em maior dificuldade para a chegada de sangue em outras áreas não afetadas e agravar a lesão. Esse subtipo de AVC é o mais grave e tem altos índices de mortalidade.

Fabrícia Chacon, de 44 anos, é moradora de Brasília e analista de sistemas. Em julho de 2017, enquanto trabalhava, ela começou a passar mal e decidiu ir ao hospital. Após uma série de exames, foi diagnosticada com Síndrome Anti-fosfolípide (SAF), um tipo de trombofilia que pode acarretar a formação de coágulos sanguíneos.

"Eu estava no trabalho, comecei a passar mal, minha pressão começou a subir e eu comecei a suar. Liguei pro meu marido, ele me levou para o hospital. Lá, já não conseguia ficar em pé. Minhas pernas já não respondiam e eu tive muita dificuldade na fala. Então eu fui pra UTI e fiz um trabalho com uma fonoaudióloga para poder desenrolar a língua", completa Fabrícia.
Após esse episódio, Fabrícia procurou fazer uma reeducação alimentar para poder comer de forma mais saudável, pois comia muita fritura e alimentos gordurosos. 

O Ministério da Saúde alerta para os sintomas e sinais de AVC. Confira:

  • Fortes dores de cabeça, de início súbito, sobretudo se acompanhada de vômitos;
  • Fraqueza ou dormência na face, nos braços ou nas pernas, geralmente afetando um dos lados do corpo;
  • Paralisia (dificuldade ou incapacidade de se movimentar);
  • Perda súbita da fala ou dificuldade para se comunicar e compreender o que se diz;
  • Perda da visão ou dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos.

Fonte: Br 61

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Síndrome Respiratória Aguda Grave tem queda em população adulta, aponta FioCruz

imagem: Freepik/ reprodução

***Apesar desse cenário, onze estados ainda apontam para crescimento da incidência da doença, nas últimas seis semanas.



O último boletim InfoGripe da Fiocruz que aponta para uma queda da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na população adulta. De acordo com os dados divulgados, o número de casos registrados pode ter diminuído por conta da incidência de SRAG de Covid-19, principalmente no Sudeste do país. Apesar desse cenário, 11 estados ainda apontam para crescimento nas últimas seis semanas. São eles: Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A infectologista Rosana Richtmann conta que existem duas explicações para a incidência e a queda dos casos. Segundo ela, uma das causas está relacionada ao fato de o vírus circula em épocas diferentes no Brasil. Já a outra, é que a vigilância e notificação dos casos não é homogênea por parte da população. "A SRAG varia conforme o momento epidemiológico e sazonalidade no nosso país. Ou seja, em diferentes regiões e momentos, nós temos diferentes circulações do vírus", destaca.  

Rosana explica, ainda, que os casos na população infantil não têm apresentado uma queda. Isso pode ocorrer porque o vírus existente nas crianças pode ser transmitido por um período maior de tempo. Por isso, ela ressalta a importância da vacinação na faixa etária infantil. Segundo a especialista, isso evita a contração e casos mais graves.

De acordo com a Fiocruz, as crianças de 0 a 4 anos, o vírus mantém presença expressiva especialmente em São Paulo, Distrito Federal e nos estados do Sul do país. Há também um registro de aumento da presença desse vírus nas crianças do Espírito Santo, Minas Gerais e Roraima.

Apesar de circulação do vírus ser diferente em cada região, dependendo inclusive do período, os cuidados para evitar a propagação é o mesmo em todos os estados: vacinação da gripe atualizada, ou seja, uma vez ao ano, em especial os grupos mais vulneráveis e de riscos; higienização adequada das mãos e, se possível, evitar aglomerações.

Caso a infecção do vírus aconteça, a médica infectologista recomenda que os pacientes procurem tratamentos adequados: "Existe hoje um tratamento precoce que deve se começado o quanto antes para evitar que se tenha um quadro mais grave", considera.  

O mais importante em casos de infecções gripais é não expor as outras pessoas e ficar em repousos nos primeiros dias dos vírus, além de usar máscara para evitar o contagio.

Fonte:  Br 61

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Viajar fica mais caro, mas gasto pode ser visto como investimento

imagem: Rovena Rosa/Agência Br/ reprodução

***O economista Renan Gomes explica que alguns dos motivos para a alteração do preço das passagens aéreas ocorreram devido a alta nos preços dos combustíveis no mundo todo. E também questões inflacionárias, que agravaram ainda mais o bolso dos consumidores.



Durante o período de férias, o desejo de viajar para um lugar novo aumenta, mas este ano, junto com o desejo, também aumentou o preço das passagens. O economista Renan Gomes, explica que alguns dos motivos para a alteração do preço das passagens aéreas foi devido a alta nos preços dos combustíveis no mundo todo, além de questões inflacionárias, o que afetou todo o mercado e não apenas companhias aéreas.

"Além disso, tem umas questões mais particulares para esse setor, que seria o caso de uma demanda reprimida. Durante o auge da pandemia, muita gente deixou de viajar e certamente postergou esse sonho da viagem para um momento em que a pandemia estivesse mais controlada. Houve também a necessidade de readequar voos durante a pandemia para momentos mais recentes", comenta o especialista.

O agente de viagens e gerente comercial da Reserve Viagens e Turismo, Juracy Marques, diz que a procura por pacotes de viagens aumentou em relação ao mesmo período do ano passado, pois as pessoas ainda estavam muito inseguras com relação à pandemia de Covid-19.
Juracy diz que a alta nos preços das passagens influenciam bastante no valor dos pacotes, porém para ele, as pessoas estão entendendo cada vez mais que uma viagem não é um gasto, mas sim um investimento.

"Cada vez mais as pessoas estão enxergando que viajar não é um custo. Viajar é um investimento pessoal, porque a viagem lhe tranquiliza, tira o estresse, então cada vez mais as pessoas estão entendendo que viajar deixou de ser um custo para ser realmente um investimento. Um investimento para si, porque no final das contas  você volta de viagem, como se fosse recarregado. Então você vai produzir mais, você vai trabalhar melhor, você vai estudar melhor, porque você se deu esse tempo", enfatiza.

O agente ressalta que para a Reserve Viagens e Turismo, o destino mais procurado e também mais caro é Jericoacoara (CE), pois apesar de não ser uma praia tão cara, é mais distante da capital o que acaba tornando o custo mais alto devido ao transporte. Os destinos mais baratos para a agência acabam sendo os mais pertos da capital, como a praia do Cumbuco (CE).

A estudante de Brasília, Renata Sousa, de 24 anos, pensou em viajar para Búzios (RJ), mas desistiu após procurar passagens e só encontrar valores elevados. "Surgiu uma oportunidade de viajar para Búzios, comecei a olhar passagens, mas o valor das passagens não estava compensando, estava extremamente caro e no final acabei desistindo e ficando por aqui mesmo", completa.

O economista Renan Gomes também afirma que aspectos como preço do combustível, cotação do dólar e o processo inflacionário são fatores macroeconômicos que não possuem uma perspectiva de melhora em curto prazo. "A gente ainda tem uma pressão inflacionária alta, tanto que as taxas de juros estão bastante altas no Brasil e os preços dos combustíveis ainda oscilam bastante num patamar bastante elevado", conclui.

De acordo com o Ministério do Turismo, estimativas da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) apontam um crescimento de 12,6% no número de novos voos para a temporada de verão, que ocorre entre dezembro de 2022 até março de 2023. Ao todo, o país deve contar com 163,3 mil voos a mais para o período. Entre as regiões que mais devem recebê-los estão o Sudeste, com 83,8 mil, o Nordeste, com 29,1 mil e o Centro-Oeste, com 22,6 mil.

Fonte:  Br 61

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Projeto aprovado na Câmara é primeiro passo para reforma tributária, afirma especialista

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***Proposta tem o objetivo de simplificar o cumprimento das obrigações tributárias acessórias pelas empresas. Setor produtivo brasileiro gasta, em média, quase 1.500 horas por ano para preparar, declarar e pagar tributos.



Segundo relatório publicado pelo Banco Mundial em 2021, as empresas brasileiras gastam, em média, entre 1.483 e 1.501 horas por ano para preparar, declarar e pagar tributos. O tempo é maior do que em qualquer outro país. As empresas da América Latina e Caribe levam cerca de 325 horas por ano para cumprir obrigações tributárias. Nos países ricos que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), da qual o Brasil deseja participar, o tempo cai para 155 horas.

Parte significativa do problema que as empresas enfrentam no dia a dia quando o assunto é tributação se deve ao emaranhado de leis existentes. Um estudo do Instituto Liberal aponta que, desde a Constituição de 1988, foram criadas 420 mil normas tributárias em todo o país. Tanta complexidade deu origem ao que especialistas, autoridades e o setor produtivo classificam como "manicômio tributário".

Não bastasse a responsabilidade de pagar os impostos, as empresas têm que lidar com as obrigações tributárias acessórias, como notas fiscais e declarações. Isso gera mais custos, exige mais tempo das companhias e impacta a competitividade no cenário internacional.

Enquanto a reforma tributária não é aprovada no Congresso Nacional para resolver o peso da carga tributária e a diversidade de tributos em todos os níveis, um projeto de lei recém-aprovado na Câmara dos Deputados busca melhorar a vida do setor produtivo com algumas mudanças no sistema atual.

Trata-se do PLP 178/2021, batizado de "minirreforma tributária". A proposta visa simplificar o cumprimento e diminuir os custos das obrigações tributárias acessórias para os contribuintes. O texto institui o Estatuto Nacional de Simplificação de Obrigações Tributárias Acessórias.

O PLP cria a Nota Fiscal Brasil Eletrônica (NFB-e). Essa nota padronizada no nível nacional vai abranger as operações com produtos e as prestações de serviços, substituindo vários documentos fiscais, principalmente os que são exigidos no nível municipal.

Segundo o advogado Eliseu Silveira, hoje, as empresas que prestam serviço em mais de um estado costumam sofrer ainda mais com o emaranhado de leis. Por isso, ele diz que, se aprovado no Senado, o texto vai dar forma a um desejo de todo empreendedor brasileiro, que é um sistema tributário mais simples.

"Essa proposta vem numa boa hora, justamente para tentar não só unificar as notas, mas também para diminuir custos das empresas e do próprio serviço público. É como se a gente estivesse dizendo o seguinte: 'estamos caminhando para o rumo de uma reforma tributária. Vamos simplificar a questão tributária brasileira. Então vamos começar como? Vamos começar com a nota fiscal. É o primeiro passo", afirma.

Mas o advogado complementa que é preciso deixar claro no texto final se os entes da federação serão obrigados a aderir à nota fiscal única, quanto tempo será dado para adequações e as punições em caso de descumprimento.

Comitê

Outra novidade do texto é a criação da Declaração Fiscal Digital (DFD). Trata-se de um documento que vai acompanhar a nota fiscal. Juntos, eles vão substituir nove formulários. Tanto a NFB-e quanto a DFD seriam regulamentadas pelo Comitê Nacional de Simplificação de Obrigações Tributárias Acessórias (CNSOA), também criado pelo projeto de lei.  

A expectativa é que as mudanças reduzam o tempo que as empresas gastam para apurar e pagar os tributos. Além disso, a Frente Parlamentar do Empreendedorismo acredita que a proposta vai poder diminuir o custo dessas operações para as empresas em até R$ 181 bilhões por ano.

Na versão inicial do PLP, a estrutura do CNSOA seria formada apenas por membros da administração pública, representantes da União, dos estados e dos municípios. Mas o substitutivo aprovado amplia o colegiado, que passa a contar com membros do setor produtivo e entidades de classe.

O comitê deverá contar com seis membros da Receita Federal; seis das secretarias estaduais de Fazenda, indicados por meio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz); três indicados dentre os secretários municipais da Fazenda das capitais estaduais; três por meio de entidade de representação nacional dos municípios brasileiros. Além deles,  seis indicados pelas Confederações: Nacional da Indústria (CNI), do Comércio (CNC), dos Serviços (CNS), da Agricultura e Pecuária (CNA), do Transporte (CNT), e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae.

Fonte:  Br 61

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

eSports: Quais jogos têm mais pro players no Brasil?

imagem: arquivo / reprodução

***Texto feito em parceria..




O mundo dos esports vem crescendo de maneira surpreendente no Brasil desde 2016. Há muitos competidores espalhados pelo país, desenvolvendo-se em diversos campeonatos online de jogos muito populares.

Conhecidos como pro players, esses atletas treinam diariamente para aprimorar todas as habilidades e buscar a tão sonhada vitória.

De acordo com dados analisados pela Betway, site de bets em eSports, há alguns jogos queridinhos entre os pro players brasileiros. Segundo a companhia, que contou com a ajuda de um cientista de dados para essa tarefa, atualmente no Brasil há 8,6 mil pro players divididos em quatro modalidades principais.

Qual jogo tem mais pro players no Brasil?
Counter-Strike: Global Offensive (CS: GO), da Valve Corporation e da Hidden Path Entertainment, é o jogo com mais jogadores profissionais no Brasil. São cerca de 2,9 mil pro players dedicados aos principais mecanismos de jogabilidade do título em campeonatos de esports de diferentes tipos.

Em segundo lugar, League of Legends (LOL) tem quase 2,6 mil pro players. Na sequência, há 1.846 atletas de esports dedicados a Valorant e em último lugar DOTA 2, com 1.517 pro players brasileiros.

A Betway também analisou a aderência dos pro players brasileiros em um ranking global, comparando-os com atletas de diversos países.

O Brasil conseguiu aparecer no top 10 de todos eles, mas ganhou verdadeiro destaque ao surgir no top 3 de Valorant e Counter-Strike: Global Offensive.

Fonte:  betway

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