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segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Inteligência artificial deve ganhar marco regulatório em 2023

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***Proposta de regulamentação do tema, elaborada por comissão de juristas, está em análise no Senado.



O conceito de inteligência artificial (IA) vai muito além daquele tratado em filmes futuristas. Segundo o relatório da comissão de juristas, encarregada da regulamentação do tema no Brasil, inteligência artificial é o sistema computacional com graus diferentes de autonomia, desenhado para inferir como atingir um dado conjunto de objetivos. A proposta elaborada pela comissão deve ser analisada no Senado em 2023.

O Marco Legal da Inteligência Artificial foi entregue ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, em dezembro, e anexado ao PL 21/2020, que estabelece fundamentos, princípios e diretrizes para o desenvolvimento e a aplicação da inteligência artificial no Brasil. O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ricardo Villas Bôas Cueva, que presidiu a comissão de juristas, destacou que diversos representantes da sociedade civil e especialistas foram ouvidos, além de terem realizado audiências públicas e seminário internacional para a construção do relatório.

"A comissão procurou se inspirar não apenas nas inúmeras contribuições apresentadas, mas também na experiência internacional, procurando, desse modo, sugerir um modelo de regulação que ao mesmo tempo promova de um lado segurança jurídica e inovação tecnológica e, do outro, garanta a proteção dos direitos humanos e das garantias individuais", enfatiza o ministro.  

Na ocasião, o senador Rodrigo Pacheco ressaltou o trabalho da comissão, iniciado em março de 2022. Ele afirmou, em rede social, que "os eixos da proposta são a compreensão e classificação de inteligência artificial, impactos da inteligência artificial, direitos e deveres, accountability, governança e fiscalização." A proposta inclui medidas de governança, com a responsabilização em caso de infração à lei; a exigência de transparência no uso da IA; e a garantia de respeito aos direitos fundamentais, com a diretriz de que algoritmos não acentuem formas de discriminação.

Em entrevista ao Brasil 61, a advogada e professora de direito civil, comercial e econômico da Universidade de Brasília (UnB), Ana Frazão, que integrou a equipe de juristas comandada pelo ministro Cueva, explicou a importância da regulamentação da inteligência artificial no Brasil. Ela lembrou que, cada vez mais, a tecnologia assume papéis importantes na sociedade, como escolher quem será contratado para determinado emprego, por exemplo. Para a advogada, uma legislação específica se faz necessária para impedir a violação de direitos fundamentais.  

"A partir do momento em que a inteligência artificial começa a assumir esse protagonismo em nossas vidas, começa também a haver o risco de que, ao fazer esses julgamentos, ao fazer essas referências, ao classificar e rankear pessoas, ela também possa estar violando os direitos dessas pessoas, ela possa estar discriminando pessoas ou determinados grupos e tantos outros aspectos," argumenta.

Para Ana Frazão, além da regulamentação sobre o tema, o Brasil também necessita de mais investimentos em educação para evitar que a mão de obra humana venha a ser substituída pela tecnologia. A especialista destaca que os sistemas de inteligência artificial já substituem decisões humanas, em algumas áreas. Por isso, capacitar os trabalhadores brasileiros é fundamental.
 
"No Brasil, essa é uma preocupação que eu acredito que deve estar no nosso cenário, mas, repito, a solução para o problema não é impossibilitar o avanço da automação sempre que a automação se mostrar mais adequada, me parece que a solução do problema é investir em uma educação exatamente para possibilitar que os nossos trabalhadores consigam assumir novas funções mais qualificados e que, inclusive, revertam para ele maiores benefícios, como, por exemplo, o aumento de salários", afirma.

O que é inteligência artificial?

De acordo com a consultora na área de proteção de dados e governança da internet no Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), Juliana Roman, os sistemas de inteligência artificial são capazes de adaptar o seu comportamento, até certo ponto, através de uma análise dos efeitos das ações anteriores e de um trabalho autônomo, a chamada machine learning (aprendizado de máquina). Ela pontua que a inteligência artificial copia algumas capacidades humanas.

"A inteligência artificial é a capacidade que tem uma máquina para reproduzir competências semelhantes às humanas, como é o caso do raciocínio da aprendizagem, planejamento e também da criatividade. A inteligência artificial permite que sistemas técnicos percebam o ambiente que os rodeia e lidem com essa percepção resolvendo problemas, agindo no sentido de alcançar um objetivo específico", explica Juliana Roman.

Para a consultora, a transformação digital tem sido a grande protagonista do século XXI. O ambiente virtual passou a ser integrado aos diferentes aspectos da vida humana, desde negócios às relações afetivas, o que, segundo Roman, tem causado diversos impactos nos níveis social, econômico e político na sociedade.  

"A partir da inteligência artificial, é possível fornecer recomendações personalizadas aos usuários com base nas suas buscas, nas suas pesquisas, de compras anteriores e também do seu comportamento on-line. As traduções automatizadas, o software de tradução linguística, é baseado em texto escrito ou falado, confia na inteligência artificial para fornecer e melhorar as traduções. Em cidades inteligentes, podemos ver a inteligência artificial utilizada de forma a controlar o tráfego de automóveis. No combate à desinformação, algumas aplicações de inteligência artificial podem detectar notícias falsas, por meio do controle de informações", exemplifica.

Marco legal da inteligência artificial

Diante dessa participação, às vezes até indesejada da inteligência artificial na vida da população, o marco legal da inteligência artificial, elaborado pela comissão de juristas, pretende estabelecer direitos para proteção das pessoas naturais e ferramentas de fiscalização, supervisão, previsibilidade e segurança jurídica.  O documento prevê normas para o "desenvolvimento, implementação e uso responsável de sistemas de inteligência artificial no Brasil, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais e garantir a implementação de sistemas seguros e confiáveis."

O documento tem como fundamentos: a centralidade da pessoa humana; o respeito aos direitos humanos e aos valores democráticos; o livre desenvolvimento da personalidade; a proteção ao meio ambiente e o desenvolvimento sustentável; a igualdade, a não discriminação, a pluralidade e o respeito aos direitos trabalhistas;  o desenvolvimento tecnológico e a inovação; a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor; a privacidade, a proteção de dados e a autodeterminação informativa; a promoção da pesquisa e do desenvolvimento com a finalidade de estimular a inovação nos setores produtivos e no poder público; o acesso à informação e à educação, bem como a conscientização sobre os sistemas de inteligência artificial e suas aplicações.

Princípios

  • crescimento inclusivo, desenvolvimento sustentável e bem-estar;
  • autodeterminação e liberdade de decisão e de escolha;
  • participação humana no ciclo da inteligência artificial e supervisão humana efetiva; IV – não discriminação;
  • justiça, equidade e inclusão;
  • transparência, explicabilidade, inteligibilidade e auditabilidade;
  • confiabilidade e robustez dos sistemas de inteligência artificial e segurança da informação;
  • devido processo legal, contestabilidade e contraditório;
  • rastreabilidade das decisões durante o ciclo de vida de sistemas de inteligência artificial como meio de prestação de contas e atribuição de responsabilidades a uma pessoa natural ou jurídica;
  • prestação de contas, responsabilização e reparação integral de danos;
  • prevenção, precaução e mitigação de riscos sistêmicos derivados de usos intencionais ou não intencionais e efeitos não previstos de sistemas de inteligência artificial;
  • não maleficência e proporcionalidade entre os métodos empregados e as finalidades determinadas e legítimas dos sistemas de inteligência artificial.
Fonte:  Br 61

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Reforma Tributária é essencial para o futuro do país e dos negócios brasileiros

imagem: Marcello Casal JrAgência Br/ reprodução

***Segundo especialista, a reforma está madura e deve passar a ter UM SISTEMA SIMPLES DE ARRECADAÇÃO.



Impactada pela turbulência na política do país, a economia brasileira clama por reformas e mudanças estruturais em várias áreas produtivas. Economistas e especialistas defendem que a Reforma Tributária precisa ser pautada e levada a sério por todos os parlamentares brasileiros.

A reorganização do sistema tributário brasileiro é uma das diretrizes do plano de governo da atual gestão. O documento aborda a reforma tributária em termos gerais: como simplificar tributos, reduzir a tributação sobre o consumo, desonerar produtos com maior valor agregado e combater a sonegação fiscal. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Reforma Tributária deve passar a ser tratada pelo governo em abril.

Segundo o economista e tributarista Luiz Carlos Hauly, a PEC 110 contempla uma reforma tributária simplificadora da base de consumo, a partir da cobrança eletrônica. "A nossa simplificação, com a tecnologia 5.0 na cobrança dos impostos, vai gerar um ganho extraordinário para todos. É um tripé: simplificação, tecnologia 5.0 e redução da regressividade", aponta.

As duas PECs em tramitação no Congresso propõem alterações mais profundas no sistema tributário, previsto hoje na Constituição. Elas sugerem substituir vários tributos que atualmente se sobrepõem no sistema por um único imposto, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), nos moldes de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Atualmente a PEC 45/2019 está em trâmite pela Câmara E PEC 110/2019 tramita no Senado.

Segundo Hauly, o governo, a indústria e a população vão se beneficiar com a reforma tributária. "O governo federal, estados, municípios, irão ganhar muito, assim como as empresas, a indústria, o comércio, a agricultura e o prestador de serviço. Todos vão ganhar muito, principalmente o consumidor final, que é quem paga essa conta. Ele vai ter uma redução da carga tributária e o imposto será recolhido de forma bem tranquila, bem segura", explica.

Para o engenheiro, empresário do setor de tecnologia e um dos fundadores do movimento Destrava Brasil, Miguel Abuhab, é fundamental que a escolha do melhor caminho e a aprovação da Reforma Tributária passe por sólidas discussões técnicas, independentemente da questão política. "Há outros fatores que devem ser levados em conta, como a modernização tecnológica do sistema de pagamento de impostos, que é empregado hoje", defende.

Na opinião do empresário, está colocado o desafio de seguir com a discussão em meio a um país ainda mergulhado na turbulência política. "Quando é o futuro econômico dos brasileiros que está em jogo, é importante que se defenda que a política não fique sozinha no centro das discussões", lembra.

No Brasil existem cerca de 400 mil normas federais, estaduais e municipais publicadas nos últimos 30 anos. A atual forma de organização do sistema tributário enfraquece o potencial de desenvolvimento de empresas, que não conseguem arcar com os custos deste sistema de tributação.

Fonte:  Br 61

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domingo, 15 de janeiro de 2023

"A menina que entrou na história", uma viagem pelo universo dos livros

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O mais recente livro de Alex Andrade, "A menina que entrou na história", narra de forma divertida e com criativas ilustrações de Beto Caldeira as aventuras de Clara, uma apaixonada leitora de apenas 8 anos, e seus amigos Valentina e Rafa, que juntos vão procurar quais bibliotecas públicas da cidade onde moram estão desativadas.


"A menina que entrou na história", publicado pela Quase Oito, busca levar os pequenos a uma viagem divertida e metaliterária, que estimula a curiosidade e a intimidade com o universo dos livros e da literatura.

Em destaque também no Autores e Livros, a obra do escritor paraense Edyr Augusto, autor de obras como "Os éguas", "Selva concreta", "Pssica" e "Eu já morri".

Autores no programa: Edyr Augusto, Daniel Pedrosa, Alex Andrade e Beto Caldeira.

Fonte: "Programa Autores e Livros"

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sábado, 14 de janeiro de 2023

Confiança da indústria cai pelo 4º mês seguido e atinge nível de desconfiança

imagem: Marcelo Camargo/Agência Br/ reprodução

***Para janeiro deste ano, índice caiu 2,2 pontos, chegando a 14,2 pontos de queda desde outubro de 2022.



Pelo quarto mês consecutivo, a confiança do setor industrial caiu. No primeiro levantamento de 2023, a redução foi 2,2 pontos na comparação com dezembro de 2022, recuando de 50,8 para 48,6 pontos. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (12), são do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), produzido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sinalizam as mudanças de tendência da produção industrial.

Com a queda recente, o índice se posicionou abaixo da linha divisória de 50 pontos, o que aponta a falta de confiança do setor pela primeira vez desde julho de 2020. Desde outubro de 2022, quando teve início a sequência de quedas, a confiança do setor caiu 14,2 pontos.

Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, contextualiza o resultado. "A queda começou muito por conta das expectativas e muito focada na economia brasileira. Só que isso foi se contaminando, tanto as expectativas contaminando cada vez mais a avaliação das condições correntes, como também a própria avaliação das empresas, que também veio piorando e, nesse mês, a própria avaliação das condições atuais das empresas também caíram para o campo negativo", explica o gestor.



A pesquisa atual também aponta que, na comparação com janeiro de 2022, houve queda de 7,4 pontos na confiança do empresário do setor industrial, quando o índice apontava para uma confiança de 56 pontos.

Para Azevedo, a análise do cenário já indicava para mais um resultado negativo. "Era uma sequência que já vinha de alguns meses e, como a gente percebia tanto uma piora nas expectativas quanto nas condições, pioras crescentes nas duas avaliações, a continuar essa tendência, era de se esperar que se chegasse no campo de falta de confiança, infelizmente", lamento o especialista.

Composição ICEI

O ICEI é composto por dois indicadores: o Índice de Condições Atuais, que mede a percepção dos empresários sobre a economia brasileira em relação aos últimos seis meses, e o Índice de Expectativas, que mensura as perspectivas do setor industrial para o semestre seguinte. Na pesquisa atual, os dois componentes do índice de confiança caíram e migraram para patamares negativos.

O Índice de Condições Atuais referente a janeiro recuou 2 pontos, para 48,3 pontos, e ficou abaixo da linha divisória de 50 pontos, indicando que o setor deixou uma percepção de melhora e passou a enxergar uma piora nas condições atuais na comparação com os últimos seis meses. Quando indagados sobre as condições atuais da empresa, em janeiro de 2023 os empresários passaram a perceber piora, diferentemente dos meses anteriores. A percepção das condições da economia brasileira, por sua vez, já era pessimista em dezembro.

Em relação ao Índice de Expectativas, houve queda de 2,2 pontos para 48,8 pontos, levando a uma posição abaixo da linha divisória de 50 pontos e, assim, migrando a expectativa do setor industrial para a economia brasileira do otimismo ao pessimismo com relação aos próximos seis meses. A expectativa no que diz respeito às empresas, apesar de menos otimista, segue positiva.

Fonte:  Br 61

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Câncer de próstata: uso de inteligência artificial torna detecção da doença mais eficiente

***De acordo com dados do INCA, mais de 65 mil novos casos foram diagnosticados ano a ano, entre 2020 e 2022.


Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelam que mais de 65 mil novos casos de câncer de próstata foram  diagnosticados a cada ano, entre 2020 e 2022. Os homens mais propensos a desenvolverem o tumor são aqueles com mais de 55 anos, com excesso de peso e obesidade.

O médico patologista do Grupo Oncoclínicas, Leonard Medeiros, é líder de uma pesquisa que identificou que o diagnóstico da enfermidade se tornou mais preciso a partir da utilização da inteligência artificial. O estudo, denominado "Aplicação independente no mundo real de um sistema automatizado de detecção de câncer de próstata de nível clínico", mostra que o processo ganhou eficiência com a nova tecnologia.

"Com a introdução da inteligência artificial, em vez de essa análise ser feita através de um microscópio, ela pode ser feita na tela de um computador. Nós somos capazes de digitalizar a imagem daquele tecido prostático e um software de computador auxilia na interpretação dessa imagem digitalizada", destaca o médico.

O câncer de próstata é um tumor que afeta a glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. É o tipo de câncer mais frequente entre os homens, depois do câncer de pele.

O especialista conta que a evolução da tecnologia com a inteligência artificial resultou na capacidade da detecção do câncer em pequenas áreas, diminuindo a possibilidade de um falso negativo.

"A utilização desse software trouxe a possibilidade de detectar áreas menores do câncer de próstata na biópsia. Áreas que eventualmente poderiam não ser detectadas pelo médico patologista no microscópio, por serem muito pequenas ou por conta da natureza humana e do processo de análise. Hoje, nós conseguimos detectar com mais acurácia, mais celeridade e mais rapidez pequenas áreas de tumor, e isso reduz o que a gente chama na prática médica de resultado falso negativo. Que é uma situação onde o câncer está presente na lâmina, mas não foi detectado por aquele método utilizado", completa.

De acordo com a pesquisa, a inteligência artificial proporcionou uma redução estimada de 65,5% no tempo de diagnóstico do material analisado.

Fonte: Br 61

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CPF vai servir agora como único número para identificar o cidadão

imagem:  Fernando Frazão/Agência Br/ reprodução

***Nova lei, que estabelece a medida, aprovada pelo Congresso Nacional, foi sancionada na quarta-feira (11) pelo presidente Lula.



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 14.534 que estabelece o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como número único e suficiente para identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos

Os governos municipais, estaduais e Federal têm prazo de 12 meses para se adaptar à nova regra. Após essa mudança, os órgãos públicos não poderão exigir outros números de identificação para o preenchimento de cadastro, como por exemplo, o Programa de Integração Social (PIS) e o Registro Geral (RG). Esses documentos poderão ser solicitados, mas a falta destas informações não impedirá a finalização do cadastro.

A Lei também prevê que "o número de identificação de novos documentos emitidos ou reemitidos por órgãos públicos ou por conselhos profissionais será o número de inscrição no CPF."

O número de inscrição no CPF deverá constar nos cadastros de documentos de órgãos públicos, do registro civil de pessoas naturais ou dos conselhos profissionais, em especial nos seguintes documentos:

  • Certidão de nascimento;
  • Certidão de casamento;
  • Certidão de óbito;
  • Documento Nacional de Identificação (DNI);
  • Número de Identificação do Trabalhador (NIT);
  • Registro no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep);
  • Cartão Nacional de Saúde;
  • Título de eleitor;
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • Número da Permissão para Dirigir ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • Certificado militar;
  • Carteira profissional expedida pelos conselhos de fiscalização de profissão regulamentada; e
  • Outros certificados de registro e números de inscrição existentes em bases de dados públicas federais, estaduais, distritais e municipais.
Daniel Marinho, sócio do PDK Advogados e especializado em Propriedade Intelectual e Proteção de Dados Pessoais, explica que a nova Lei facilita ao cidadão ceder menos dados para o cadastro em órgãos públicos, o que também está relacionado à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

"O uso do CPF como único dado necessário no banco de dados público facilita muito a vida do cidadão, que passa a ceder somente esse dado para poder usufruir dos serviços públicos. Isso também conversa com a Lei Geral de Proteção de Dados, na medida em que você minimiza a utilização de dados pessoais para poder realizar um tratamento em favor do cidadão", completa.

Marinho também informa que, ao compartilhar menos dados pessoais, há uma redução do risco de vazamento de informações e, ao mesmo tempo, garante ao cidadão a utilização do serviço público de maneira nacional, apenas com o compartilhamento do CPF.

Fonte:  Br 61

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Aposentados e pensionistas têm reajuste de quase 6%

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***Com isso, o teto da Previdência Social deve ser reajustado dos atuais R$ 7.087,22 para R$ 7.507,49 reais.



Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ganham acima do salário mínimo devem têm reajuste de 5,93% em seus benefício,s este ano. Com isso, o teto da Previdência Social deve ser reajustado dos atuais R$ 7.087,22 para R$ 7.507,49. No caso dos aposentados que recebem mais que o piso, é necessário que o Ministério da Previdência publique uma portaria para oficializar o reajuste dos benefícios no Diário Oficial da União.

Segundo o INSS, atualmente 37 milhões de benefícios são pagos mensalmente. Quase 70% dos beneficiários recebem um salário mínimo. É o caso do aposentado Francisco de Paulo Ribeiro Soares, 75 anos, que ficou animado com a notícia. "Qualquer dinheirinho que entra a mais para a nossa categoria é bom. Temos muitas despesas com remédios, por exemplo, então, é uma ajuda a mais", explica o beneficiário do INSS.

O benefício de janeiro será depositado entre os dias 1º e 7 de fevereiro para segurados que recebem mais que o salário mínimo. A ordem dos depósitos segue o número final do cartão de benefício, sem o dígito final.

Especialista em finanças, o diretor da Valorum Empresarial, Marcos Sarmento Melo, explica que o reajuste para a categoria não deve impactar na economia do país. Para o economista, o maior beneficiário, claro, são os pensionistas e aposentados, que devem planejar bem como gastar sua aposentadoria reajustada e não cair nas armadilhas dos créditos bancários.

"Do ponto de vista econômico, no geral, não deverá provocar um benefício muito grande na economia do Brasil, ou seja, não deverá ter um impacto tão significativo no crescimento do PIB, no aumento das demandas, das compras de itens de serviços ao longo do ano. Isso vai impactar mais, claro, para aquele que vai receber o benefício, agora um pouco maior do que antes", avalia. "É preciso tomar muito cuidado, pois já havia no passado uma busca muito grande de financeiras, principalmente, por beneficiar pensionistas do INSS para fazer crédito consignado e outros tipos de empréstimos", alerta.

Segundo a Secretaria da Previdência Social, o Brasil tem hoje pouco mais de 19 milhões de aposentados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Atualmente, o brasileiro se aposenta, em média, aos 58 anos e de cada três aposentados, dois ganham um salário mínimo. Nas últimas décadas, o Brasil viu sua população idosa aumentar em um ritmo mais rápido do que o previsto e esses números tendem a mudar o cenário dos próximos anos.

Fonte:  Br 61

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