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sábado, 21 de janeiro de 2023

Simples Nacional: prazo de adesão para micro e pequena empresa termina em 31 de janeiro

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***Conheça as vantagens desse regime tributário. Pedidos de inscrição são feitos pela internet.



Empresas interessadas em aderir ao regime tributário do Simples Nacional têm até o próximo dia 31 de janeiro para se inscrever. O benefício é direcionado às microempresas e às empresas de pequeno porte. Para aderir ao regime, as pessoas jurídicas interessadas precisam fazer a solicitação pela internet.

A data-limite do pedido de adesão, para as empresas que já estão em atividade, é dia 31 de janeiro. Se o pedido for aceito, a empresa estará inscrita no "Simples Nacional" a partir do dia 1° de janeiro deste ano, de forma retroativa.

Já o prazo do pedido de adesão para as empresas que ainda estão iniciando suas atividades, é de 30 dias a partir do último deferimento de inscrição — tanto municipal, quanto estadual — desde que não haja mais de 60 dias da abertura do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Quando aprovada, a opção passa a valer a partir da data de abertura do CNPJ.

O contador Neomar Camelo explica que, são muitas, as vantagens que uma empresa passa a ter direito quando entra para o regime do Simples Nacional. Segundo ele, as empresas que mais aderem ao regime são as prestadoras de serviços que se encontram no lucro presumido: "A grande vantagem de sair do lucro presumido é o fato  de que no Simples Nacional as alíquotas começam a partir de 6% para a prestação de serviço. E elas são reajustadas de acordo com a faixa de faturamento", esclareceu. "Já no lucro presumido, elas faturam a partir de 16,33% de impostos".

Veja, nos itens abaixo, as principais vantagens, as formas de adesão, a maneira de regularizar a situação das empresas e para que serve o regime do Simples Nacional.

Vantagens

As principais vantagens do Simples Nacional são a unificação da arrecadação dos impostos, já que os valores são recolhidos através de guia única, e a possibilidade de redução na carga tributária.

A microempresa ou empresa de pequeno porte, já optante pelo Simples Nacional, não precisa fazer nova opção. Uma vez optante, a empresa só sai do regime quando excluída, seja por comunicação do dono da empresa ou "de ofício".

Como aderir

  1. Acesse o Portal do Simples Nacional;
  2. O acesso é feito mediante certificado digital ou código de acesso;
  3. Na aba Simples – Serviços, clique em Opção e depois em Solicitação de Opção pelo Simples Nacional.
  4. Uma verificação automática de pendências é feita logo depois da solicitação. Se não houver pendências, a opção será aprovada. Em caso de pendência, a opção ficará "em análise".
  5. É possível acompanhar o andamento do processo dentro do Portal do Simples Nacional, na opção Acompanhamento da Formalização da Opção pelo Simples Nacional.
A verificação é feita pela Receita Federal, estados e municípios, em conjunto. Portanto, a pessoa jurídica não pode possuir pendências cadastrais ou fiscais, nem débitos. A empresa que tiver o pedido negado pode fazer uma contestação, que deve ser protocolada diretamente na Administração Tributária (Receita Federal, Estado, Distrito Federal ou no Município) que apontou a(s) irregularidade(s).

Como regularizar

Os pequenos negócios que foram excluídos do Simples Nacional também podem regularizar pendências e fazer nova adesão ao regime até 31 de janeiro. Para isso, não pode haver débitos com:

  • Receita Federal
  • Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional
Para que serve

O Simples Nacional permite o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes tributos:

  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Contribuição para o PIS/Pasep;
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);
  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Fonte:  Br 61

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Feriados de 2023 vão movimentar R$ 74,3 bilhões no turismo

imagem: Freepik/ reprodução

***No total, serão 8 feriados nacionais e 5 pontos facultativos que devem aquecer a economia no setor hoteleiro.



As agências de turismo e os setores hoteleiros podem comemorar. Com diversos feriados no ano e pontos facultativos prolongados, 2023 já é um ano positivo para o turismo no Brasil.
De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC),  tudo indica que, apenas este ano, o setor deve movimentar cerca de R$ 74,3 bilhões. Desde 2018, o turismo não via um crescimento expressivo como esse.

O agente de viagens, Juracy Marques, conta que a perspectiva é sempre muito boa e que o público pode esperar uma baixa nos valores dos pacotes e passagens. "Eu acredito fielmente que nós teremos um aumento dos nossos passageiros, de pessoas que vão querer viajar. Em relação a valores, a nossa expectativa é que a economia melhore, porque isso vai fazer com que o pessoal viaje mais e procure as agências e os pacotes. Mas, ainda há uma incógnita na economia do ponto de vista de como ela vai se comportar.     Os pacotes são voláteis a partir do momento que há uma alteração no preço dos combustíveis", afirmou:

"Com tantos feriados previstos, o melhor é se programar para aproveitar todos da melhor forma".

Confira os feriados de 2023:

  • 2ª feira (20 de fev): ponto facultativo de Carnaval
  • 3ª feira (21 de fev): ponto facultativo de Carnaval
  • 4ª feira (22 de fev): Quarta-feira de cinzas
  • 6ª feira (7 de abril): Paixão de Cristo
  • 6ª feira (21 de abril): Tiradentes
  • 2ª feira: (01 de maio): Dia do Trabalhador
  • 5ª feira (08 de junho): Corpus Christi
  • 5ª feira (07 de setembro): Independência do Brasil
  • 5ª feira (13 de outubro): Nossa Senhora Aparecida
  • Sábado (28 de outubro): Dia do servidor público
  • 5ª feira (02 de novembro): Dia dos finados
  • 4ª feira (15 de novembro): Proclamação da República
  • 2ª feira (25 de dezembro): Natal
No total, serão 8 feriados nacionais e 5 pontos facultativos. Em 4 deles, será possível emendar o feriado com o fim de semana. São eles: Paixão de Cristo, Tiradentes, Dia do Trabalhador e Natal.

Fonte:  Br 61

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Americanas entra com pedido de recuperação judicial e tenta “salvar” a imagem no mercado

imagem: Arquivo pessoal/ reprodução

***Prejuízo em cascata a empresas ligadas ao grupo pesam negativamente, mas Camille possui experiência no mercado.



Muito já se falou sobre o impacto negativo causado ao Brasil pela falência da Americanas. O rombo de mais de R$ 40 bilhões provocado pela empresa resultou num enorme prejuízo aos credores. Nesta quinta-feira(19) a empresa entrou com pedido de recuperação judicia,  no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A empresa alegou oficialmente que tem dívida de R$ 43 bilhões e informou que pretende continuar suas operações comerciais no mercado nacional.

Em meio a suspeitas de fraudes contábeis, pedido de recuperação judicial  e ameaça de demissão em massa, nesta semana a companhia fez um movimento no sentido de acalmar o mercado e melhorar sua imagem, ao contratar a administradora de empresas Camille Loyo Faria.

A executiva passou a ser a nova diretora financeira e de relações com investidores da Americanas. Antes de ser contratada, Camille ocupou o cargo de diretora financeira da Tim. Mas foi na Oi Telefonia, onde atuou durante um ano e meio, que a administradora ganhou experiência justamente num momento em que a empresa enfrentava um processo de recuperação judicial.

Contudo, apesar da mudança ter sido bem recebida no mercado, analistas avaliam que vai ser difícil para a Americanas conseguir um bom acordo com os principais credores.

Desde que anunciou o rombo de R$ 40 bilhões, a Americanas já perdeu R$ 64,36 bilhões em valor de mercado. Suas ações acumulam uma queda de 98,42% - provocando um efeito cascata de desvalorização em várias empresas de médio e grande porte, principalmente o conglomerado de cervejas Ambev – cujos donos são os mesmos da Americanas, além de arrastar para baixo também as ações de bancos como Bradesco, Itaú e BTG.

Para o consultor especializado em Orçamento, Cesar Lima, vai ser preciso que o próprio mercado faça uma depuração nestas empresas para recuperar a confiança dos investidores. Segundo ele, o impacto negativo foi muito forte.

Fonte:  Br 61

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CNM alerta que reajuste do piso salarial de professores não tem base legal

imagem: Rovena Rosa/Agência Br/ reprodução

***O Ministério da Educação anunciou o aumento de 14,95% no mínimo pago a profissionais da educação básica.



A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) defendeu que o aumento de 14,95% do piso salarial dos professores, concedido pelo Ministério da Educação, é inconstitucional, já que não indica a fonte de recursos do aumento.

De acordo com o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, o reajuste do piso do magistério não tem base na lei e coloca em risco a segurança jurídica. "O critério do reajuste do piso não tem eficácia legal na nossa visão. E persiste a insegurança jurídica devido ao vácuo legislativo na definição do novo critério de reajuste  do piso dos professores", disse.

O reajuste se baseia em critérios do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A lei foi revogada com a regulamentação do Novo Fundeb, criado em 2020, e por isso, segundo o presidente da CNM, a portaria não deveria existir.

A Fundeb define que a lei do piso do magistério seja reajustado todo janeiro com o mesmo percentual do crescimento do valor anual mínimo investido por aluno dos anos iniciais do fundamental urbano. Ziulkoski aponta que o impacto somado dos aumentos de 2022 e 2023 é de R$ 50 bilhões.

Segundo Jorge Lucas, advogado especialista em direito empresarial e tributário, embora a nova Fundeb permita a possibilidade do reajuste, ela não prevê, como a lei anterior, critérios específicos para que sejam feitas essas atualizações.

"Portanto, se observarmos friamente a lei, de fato existe um vácuo legislativo. O MEC, quando editou essa portaria, ele se baseou meio que por analogia aos critérios já instituídos na lei que criou o Fundeb. Esse foi um tema enfrentado pelo Supremo Tribunal Federal, no julgamento da ADI Nº 4848, em que o Supremo entendeu que é não é ilegal e nem fere a a o princípio da separação dos poderes o Ministério da Educação promover por meio de portarias esse reajuste", explica o advogado.

Para Jorge Lucas, o ideal seria inserir dispositivos claros na lei, que determinassem os critérios de reajuste do piso do magistério, que ocorre ano a ano. No entanto, enquanto isso não é feito, não existem prejuízos à segurança jurídica enquanto o MEC promove, mesmo que por meio de portarias, aumentos com base nos critérios da lei antiga, válida até poucos anos atrás.

Reajuste do piso do magistério

Na segunda-feira (16), o ministro da Educação, Camilo Santana (PT), anunciou o reajuste de 14,95% para profissionais do magistério em 2023. Assim, o piso passa de R$ 3.845,63 para R$ 4.420. O aumento já tinha sido divulgado nos últimos dias do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi publicado no Diário Oficial da União na terça-feira (17).

Para a diretora do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (SINPRO-DF), Luciana Custódio, o reajuste do piso nacional salarial para magistérios é a política pública mais assertiva do ponto de vista de valorização desta carreira. "Nós temos muito o que comemorar a manutenção da legitimidade dessa lei, que vem para corrigir a remuneração da categoria de professores e professoras no Brasil, que historicamente enfrentou um processo de desvalorização muito grande", afirma.

Apesar da vitória, Luciana alerta para o desafio que é fazer com que os estados e municípios cumpram a lei do piso. "Porque há uma interpretação muito equivocada e falaciosa que é a de considerar o cumprimento da lei do piso pela remuneração. A lei do piso refere-se ao vencimento básico e não a remuneração. Agora o desafio enorme é acompanhar e pressionar para que todos os estados e municípios cumpram a lei do piso pelo vencimento básico", declara.

De acordo com a CNM, é importante valorizar o magistério, mas não deve ser feito como neste reajuste. "Eu acho que piso tem que ser valorizado. Mas quando você compara com o crescimento da própria qualidade da educação e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), você não vê essa sincronia. E acaba se investindo muito nessa parte que não tem muita qualificação e não está melhorando a educação", afirmou o presidente da Confederação.

Para a CNM, o ideal seria a correção do piso seguindo o acumulado de 2022 do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que totalizou 5,93%.

Fonte:  Br 61

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Hoje é 20 de janeiro. Há 40 anos perdemos Mané Garrincha

imagem: arquivo / reprodução

***Música: Elza Soares - Cadeira Vazia (Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves).



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Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto

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Estudo aponta demanda de 797 mil profissionais de tecnologia até 2025

imagem: Zack/MCom/ reprodução

***Associação do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) estima déficit anual de 106 mil talentos e alerta para necessidade de ampliar formação profissional.



Até 2025, as empresas de tecnologia devem demandar 797 mil profissionais, ao passo que a projeção é de um déficit anual de 106 mil talentos. Números que refletem, segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, o crescimento acelerado do setor e alertam para a necessidade de ampliar a formação profissional no mesmo ritmo.

Além da alta procura, a carreira promissora e a entrada no mercado de trabalho com salário médio inicial que pode variar entre R$ 3 mil e R$ 5 mil fazem da Tecnologia da Informação e Comunicação uma das profissões mais atrativas para quem busca vaga no mercado de trabalho. "A área de TIC é uma das atividades com melhores oportunidades em termos de geração de emprego nos próximos anos. É uma área de competência transversal, ou seja, todas as indústrias e atividades econômicas demandam profissionais com essa competência, não somente para implantar as inovações da indústria 4.0 como também para servir de referência para as soluções digitais dessa tendência global", pontua o diretor de Educação e Tecnologia do SESI/SENAI Goiás, Claudemir Bonatto.

Para suprir a carência desses profissionais, o SENAI tem reforçado a oferta de cursos on-line e presenciais de níveis técnico, de qualificação e superior. Bonatto ressalta, inclusive, que o mercado de tecnologia está aquecido em Goiás. "De cada 10 ex-alunos de graduação tecnológica, nove estão empregados. Em três anos, em média, finalizam o curso. E muito antes de concluir o ensino superior, eles já têm a oportunidade de se colocar no mercado de trabalho. Em Goiás, temos muitas oportunidades na região de Goiânia e municípios circunvizinhos e nas regiões de Rio Verde, Catalão e Itumbiara", sinaliza. Ele cita ainda que atividades como manutenção industrial, manutenção mecânica e elétrica, química e automação industrial são garimpadas pelo setor industrial.

Na avaliação da professora e diretora de Políticas e Regulação do Instituto Federal de Santa Catarina, Joelma Kremer, o Brasil tem "grande potencial" para oferta de educação profissional e tecnológica, mas pondera que é preciso investir antes de tudo na formação de base. "Há que se destacar a urgente necessidade de melhoria de desempenho da nossa educação fundamental porque, muitas vezes, os jovens chegam ao ensino médio sem as competências necessárias para o desenvolvimento dos aprendizados", analisa.

A especialista considera que esse desequilíbrio no modelo educacional é resultado da "falta de articulação entre a área de educação e as demais áreas da sociedade, especialmente em relação às políticas públicas". "Para alcançarmos maior valorização da educação profissional, não basta termos técnicos bem formados. Precisamos que o mundo do trabalho os reconheça e os valorize. O primeiro passo é reduzir a diferença salarial entre egressos de curso superior e os egressos de cursos técnicos. Nos casos em que há grande demanda por técnicos, como no setor de tecnologia da informação e no setor de saúde, já encontramos uma remuneração mais atraente para profissionais técnicos", indica Joelma.

Tecnologia em sala de aula

A abordagem educacional conhecida como STEAM - sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática - tem revolucionado a aprendizagem em sala de aula, revela o diretor de Educação e Tecnologia do SESI/SENAI Goiás, Claudemir Bonatto. Oferecida na rede SESI, ele explica que as áreas de conhecimento são trabalhadas conjuntamente.

"O STEAM está implementado como soluções transversais nos conteúdos estruturados pela educação básica desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até a terceira série do Ensino Médio. Do ponto de vista prático, os alunos desenvolvem a capacidade de raciocínio lógico, especialmente no fortalecimento de disciplinas como matemática, já que a aplicação de soluções de robótica em sala de aula exige conhecimento e domínio sobre linguagem de programação, pensamento computacional e letramento digital. É o grande diferencial para formação de alunos campeões e profissionais e empreendedores da indústria do futuro", ressalta.

Joelma Kremer julga que a melhoria da educação brasileira, especialmente da educação profissional e tecnológica, deve começar pelo "reconhecimento da importância da profissionalização da sociedade para além da educação superior". "A educação precisa ser um compromisso de todos. Não há sociedade no mundo onde todos tenham ensino superior. E nas que alcançam níveis bastante altos, como é o caso da Coreia do Sul, outros problemas emergem porque há postos de trabalho e demandas que não são atendidas por profissionais com educação superior. Valorizar os trabalhadores técnicos, reconhecendo sua importância social e econômica, é um bom caminho para o crescimento econômico do Brasil", completa a professora e diretora de Políticas e Regulação do Instituto Federal de Santa Catarina.

Fonte:  Br 61

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Novo Governo, Novo Orçamento

imagem: Gerdan/Câmara dos Deputados/ reprodução

***O termo "teto de gastos" já tem ficado bem próximo do dia a dia dos brasileiros que acompanham a política nacional. Mas quando isso começou e de onde vem esse nome?



Neste episódio, o especialista em orçamento público, Cesar Lima, traz detalhes e informações da saga do dinheiro público administrado pelos políticos brasileiros.

Escute esse episódio e compartilhe com quem precisa saber.

Fonte:  Br 61

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Após sucessivas quedas, indústria espera criação de política industrial por parte do governo

imagem: José Paulo Lacerda/CNI/ reprodução

***Empresários e outros atores do setor ressaltam importância da indústria para o desenvolvimento sustentável do país.



O desempenho da indústria no país perde o fôlego e apresenta resultados negativos há, pelo menos, quatro meses. Na última semana, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou a quarta queda consecutiva na confiança do empresário para o setor. Mais recentemente, foi a vez do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, mostrar recuo na atividade industrial, com variação de -0,1% no resultado geral entre outubro e novembro.

"Com principal influência negativa sobre o resultado nacional, nós temos a indústria do Pará, com uma queda de 5,2%. O setor extrativo foi o que mais influenciou esse resultado para a indústria paraense. Já em segundo lugar, em termos de influência negativa, nós temos a indústria do Rio de Janeiro com queda de 0,9%. O setor extrativo também influenciou negativamente o resultado para a indústria fluminense", destaca o analista da pesquisa, Bernardo Almeida.

Responsável diretamente por 23% do Produto Interno Bruto, a indústria também viabiliza indiretamente outros setores da economia. "A indústria produz as ferramentas, os insumos, as máquinas, tudo que é utilizado, inclusive, em outros setores de atividade. No caso do Brasil, a cada 1 real produzido da indústria, são gerados R$ 2,44 na economia brasileira, um poder multiplicador dessa criação de renda muito grande no país. Daí essa essa importância", defende Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.

Para voltar a crescer, os atores do setor industrial esperam que o governo adote uma política industrial. "O sistema tributário brasileiro é um deles. Ele cria uma série de distorções, dificuldades e incertezas para todas as decisões do empresário, seja na hora de contratar, seja na hora de produzir, seja na hora de vender, seja na hora de investir", salienta Azevedo. E o pedido pode ser atendido, já que Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, prometeu a empresários, nesta segunda-feira (16), acabar com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), na reforma tributária.

Fonte:  Br 61

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