Texto para dar distância entre figuras

Esta é a página inicial da Digital Radio Tv... "A Sua Melhor Companhia" ! . . Sejam Benvindos (as, x's) ! ! ! !

Digital Radio e Tv

CLIQUE OU TOQUE NO "PLAY" DA IMAGEM PARA OUVIR A WEBRADIO AO VIVO . Caso a imagem não esteja aparecendo, role esta página até o final que há outro PLAYER da webradio 12345, para acionar e ouvir a programação ao vivo. COMPARTILHEM NOSSA WEBRADIO NAS SUAS REDES SOCIAIS

Webradio, Contato, Marca d'água, Doar


ENTRE EM CONTATO CONOSCO OU NOS AJUDE DOANDO O QUE DESEJAR

Outras Páginas 1

CLIQUE NAS IMAGENS, VISITE NOSSAS PÁGINAS e CONHEÇA NOSSO TRABALHO


                  
 

Outras páginas 2


                   
 

COMPARTILHEM EM SUAS REDES SOCIAIS

 

Design ***Digital Rádio e Tv - São Paulo / SP - Brasil - Todos os direitos reservados - Whats App (11) 9 7291 4716

 

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Mineração tem cenário desafiador até 2050

imagem: Jamil Bittar/Agência Br/ reprodução

***O risco-país continua sendo o principal obstáculo para o desenvolvimento de novos projetos de mineração.



Segundo relatório da BloombergNEF, fornecedora de pesquisas estratégicas que cobre os mercados globais de commodities e as tecnologias disruptivas, a demanda por metais-chave necessários para a implantação de tecnologias de transição de energia, tais como solar, eólica, baterias e veículos elétricos, aumentará cinco vezes até 2050, sob o chamado Net Zero Scenario (NZS). Entretanto, o abastecimento é limitado devido à falta de investimentos, ao aumento do risco-país em relação à mineração e ao esgotamento das reservas.

O risco-país que diz respeito à possibilidade de que mudanças no ambiente de negócios de um determinado país impacte negativamente o valor dos ativos de indivíduos ou empresas estrangeiras naquele país.

O risco-país continua sendo o principal obstáculo para o desenvolvimento de novos projetos de mineração, já que a desaceleração econômica global e a necessidade dos países de garantir o fornecimento de metais críticos levaram ao ressurgimento do nacionalismo de recursos e a impostos mais altos sobre os recursos. Segundo o chefe de metais e mineração da BNEF, e principal autor do relatório, Kwasi Ampofo, a transição energética colocou as matérias-primas em evidência e esta transição representa tanto uma oportunidade quanto uma responsabilidade. O chefe de metais da BNEF, destaca que a mineração responsável deve ser o pilar desse tipo de extração, que a mineração é à base da transição energética, e dessa maneira, a indústria deve liderar o caminho.
A transição energética levará a um declínio nos materiais utilizados nas tecnologias de geração de energia que utilizam combustíveis fósseis.

Em 2050, a demanda de metais das usinas elétricas baseadas em carvão e gás corresponderá a menos de 6% da demanda total na geração de energia no Economic Transition Scenario (ETS) da BNEF. Houve uma queda de aproximadamente 16% em 2022. Enquanto isso, o consumo de metais em energias renováveis e no armazenamento de baterias mais do que dobram no mesmo período. Para o analista de metais e mineração da BNEF, mesmo com a perspectiva de baixa para os metais usados nas tecnologias de combustíveis fósseis, a transição energética pode levar a um super-ciclo para a indústria metalúrgica e de mineração.

Este ciclo será impulsionado por grandes expansões em tecnologias de energia limpa. O analista reforça que esse ciclo pode impulsar o crescimento da demanda tanto para minerais críticos quanto para metais tradicionais.

A transição energética requer investimentos significativos na extração de matérias-primas. Isto coincide com um período de redução da confiança dos investidores na mineração. Essa falta de confiança é o resultado de vários fatores interrelacionados que incluem a recente volatilidade do mercado e a complexidade do desenvolvimento de novas minas. Um caminho promissor para as empresas enfrentarem o entrave da captação de capital é melhorar seu desempenho ESG. Isto permitirá que as empresas se diferenciem nos mercados de capitais.

Sobre essa questão, o chefe global de commodities, mercados de energia e meio ambiente da BNEF, informou que a indústria de mineração tem um triplo desafio – aumentar a oferta, manter os custos baixos e reduzir sua pegada ambiental e de carbono ao mesmo tempo. É como ter que encontrar a resolução para um cubo mágico. Não é fácil, mas também não é impossível.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:

 "Sem Parar" - Sistema de pagar tarifas em pedágios, estacionamentos e outras funções... Conheça clicando na imagem



Valores do seguro-desemprego foram reajustados; veja as regras

imagem: Marcelo Camargo/Agência Br/ reprodução

***A parcela mínima passa a ser de R$ 1.302 e o teto vai para R$ 2.230,97.



A parcela mínima do seguro-desemprego agora é de R$ 1.302 e o teto, R$ 2.230,97. Os valores acompanham o salário mínimo atual e foram atualizados com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O benefício foi reajustado nessa segunda-feira (23).

De acordo com Hugo Garbe, doutor em economia e professor na Universidade Mackenzie, o pagamento do seguro-desemprego é um benefício a que todo trabalhador tem direito, desde que ele cumpra com as regras do Ministério do Trabalho. "Ele tem que trabalhar pelo menos um ano na empresa, não ter usufruído do seguro-desemprego nos últimos seis meses, não pode ser demitido por justa causa ou pedir demissão", informa.

O benefício também pode ser pago a empregados domésticos e funcionários formais que tiveram o contrato suspenso para participar de programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, pescadores profissionais durante o período em que a pesca não é permitida e trabalhadores resgatados da condição análoga à escravidão.

Garbe explica que também é importante destacar que, como normalmente o seguro-desemprego é menor que o salário do trabalhador, existe um processo de readequação da renda e dos gastos.

Por isso, o economista alerta quem for receber o seguro-desemprego a fazer um planejamento, adequando as despesas. "De uma forma geral, o trabalhador precisa fazer uma reserva nos meses que ele for ficar desempregado. E, assim, fazer o pagamento das dívidas mais urgentes", aponta. O especialista lembra que o trabalhador fará o resgate do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) junto ao pagamento do seguro-desemprego.

Cada faixa salarial possui uma regra diferente para o cálculo da parcela do seguro-desemprego. Veja a seguir como calcular o valor:

  • Para o trabalhador que ganha até R$ 1.968,36, a parcela será o valor do salário multiplicado por 0,8;
  • Já para quem ganha entre R$ 1.968,37 e R$ 3.280,93, a parte do salário maior que R$ 1.968,36 é multiplicada por 0,5, e, em seguida, soma-se R$ 1.574,69. Por exemplo: um trabalhador que recebe R$ 2.500 deve subtrair os R$ 1.969,36, ficando com R$ 531,82. Depois disso, deve multiplicar esse valor restante por 0,5, que dá R$ 265,82. Por fim, somando o valor aos R$ 1.547,69, a parcela será de R$ 1.840,51.
  • Aqueles que recebem acima de R$ 3.280,93, a parcela será de R$ 2.230,97 (máximo).
Atualmente, é possível solicitar o benefício em diferentes canais de comunicação. Para isso, é necessário ter em mãos o número de requerimento do seguro, entregue pelo empregador na hora da demissão.

Após isso, deve-se acessar algum dos canais disponíveis:

  • Aplicativo da Carteira de Trabalho Digital;
  • Aba "solicitar o seguro-desemprego" do portal gov.br;
  • Telefone da Superintendência Regional do Trabalho;
  • Número do Alô Trabalho 158;
  • E-mail do Ministério do Trabalho e Previdência (MTE).
Ainda é possível solicitar o benefício presencialmente, em uma das unidades das Superintendências Regionais do Trabalho. Para isso, o trabalhador deve levar os seguintes documentos:

  • Número do Cartão do PIS-Pasep;
  • Extrato atualizado ou cartão do cidadão;
  • Carteira de trabalho;
  • Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho;
  • Documento de identificação (RG, CNH, passaporte ou certificado de reservista);
  • Três últimos contracheques, referentes aos meses anteriores ao da demissão;
  • Extrato do FGTS;
  • Comprovante de residência.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:

 Que tal aproveitar algumas Ofertas em cama, mesa, e, banho? Clique na imagem e saiba mais...



Estudo revela excesso de 40% em óbitos maternos em 2020

imagem: Andre Borges/ reprodução

***Gestantes e puérperas foram mais afetadas pela pandemia do que a população em geral, de acordo com estudo feito pelo Observatório Covid-19 Fiocruz.



Estudo feito pelo Observatório Covid-19 Fiocruz revelou que, em 2020, houve um excesso de óbitos maternos de 40%, em relação a anos anteriores. Devido à pandemia, houve aumento da mortalidade entre a população em geral. Mas o excedente de mortes entre as gestantes e puérperas foi ainda maior: 14% acima do registrado nos demais grupos.  A pesquisa, que estimou o excesso de mortes maternas causadas direta e indiretamente pela Covid-19 no Brasil no ano de 2020, foi publicada em janeiro na revista científica BMC Pregnancy and Childbirth.

O pesquisador Raphael Guimarães considera que essa porcentagem de mortes maternas leva a crer que o subgrupo de mulheres gestantes e puérperas precisa de uma atenção prioritária na saúde. "O excesso de mortes maternas no Brasil em 2020, primeiro ano da pandemia por Covid-19, foi de 40%. Esse excesso de mortalidade para esse subgrupo é maior do que o excesso de mortalidade geral, que também já foi identificado no estudo anterior do nosso grupo. O excesso de mortalidade geral no Brasil, em 2020, foi de 19% e de mortalidade materna 40%. O que significa dizer que a Covid-19 penalizou mais as gestantes e puérperas do que a população em geral. E, por isso, é um grupo específico que requer atenção prioritária, de organização de intervenção e de prática assistencial diferenciadas para que a gente possa reverter essa situação de iniquidade que permeia grupos sociais distintos", destaca.

Raphael diz que as mulheres que conseguiram atendimento tiveram maior chance de internação e CTI e também de uso de ventilação mecânica invasiva. Ou seja, a rede de saúde procurou atender de forma mais intervencionista essas mulheres para poupá-las logo no início da manifestação dos sintomas. O pesquisador também explica que a porcentagem de mortes maternas tem uma ligação com Covid-19, mas não necessariamente uma ligação direta.

"Nem todas essas mulheres que morreram em excesso, morreram por Covid, mas a Covid criou uma certa desorganização da rede assistencial que acabou prejudicando o acesso dessas mulheres, principalmente as gestantes, a um pré-natal e parto de qualidade. E é um acesso oportuno a esse tipo de assistência. Essa dificuldade de acesso penalizou mulheres mais vulneráveis, principalmente mulheres pretas e pardas, mulheres que vivem em comunidade rural e que tiveram seu atendimento fora de município, o que ratifica a ideia de que a rede essencial estava despreparada para atender esse fluxo em situação de pandemia", expõe o pesquisador.

De acordo com os dados da pesquisa, entre as mulheres negras o excedente foi de 44%; de 61% entre as que residem na zona rural; e de 28% para as internadas fora do município de residência também afetaram as as chances de óbitos maternos. Nesses casos, as chances de hospitalização, internação em UTI e uso de suporte ventilatório invasivo entre as mortes maternas foram maiores do que no grupo de controle.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:

 Tenha toda a comodidade solicitando o Cartão de crédito Carrefour.... Clique na imagem.



Araraquara recebe R$ 380,5 mil do Governo Federal para ações de defesa civil

imagem: arquivo / reprodução

***Município foi atingido por fortes chuvas. Valores serão utilizados na limpeza do perímetro urbano.



O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou o repasse de R$ 380,5 mil para ações de defesa civil em Araraquara (SP), que foi atingida por fortes chuvas. As portarias que liberam os repasses foram publicadas na edição desta terça-feira (24) do Diário Oficial da União (DOU).

Ao todo, foram três repasses: um de R$ 177,49 mil outro de R$ 113,04 mil e mais um de R$ 90,04 mil. Todos os valores serão destinados a serviços de limpeza urbana no município.

"Fizemos uma primeira descentralização de recursos para Araraquara, para o restabelecimento de serviços essenciais. Estamos trabalhando de forma bastante integrada com a equipe técnica da Prefeitura para que possamos receber os planos de trabalho para a reconstrução do município", afirmou o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.

O Governo Federal tem apoiado o município do interior paulista a se recuperar das fortes chuvas. Em 5 de janeiro, os ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e das Cidades, Jader Filho, visitaram a cidade para avaliar os estragos causados pelo excesso de chuvas.

No dia seguinte, 6 de janeiro, foi reconhecida a situação de emergência do município. Já no dia 8, uma comitiva liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi ao município para verificar o impacto do desastre natural.

Ocorrências
As primeiras ocorrências foram registradas no dia 28 de dezembro, uma quarta-feira. Em seis horas, caíram 160 milímetros de chuvas, o que se configura no maior volume para o dia, de acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Nacional (Cemaden). Em todo mês de dezembro, foram registrados 515 milímetros de chuvas, o que configura mais que o dobro da média histórica para o mês.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:

 Claro Telefonia é uma das maiores concessionarias de telefonia móvel do país.  A empresa oferece a seus clientes serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura. É a operadora pioneira em 5G e em DSS (Dynamic Spectrum Sharing), tecnologia que permite o uso de frequências já usadas, para aumentar a qualidade da transmissão..... Clique na imagem.



Quatro cidades afetadas por chuvas intensas vão receber mais de R$ 3 milhões para ações de defesa civil

imagem: MDR/ reprodução

***Recursos serão destinados a Ribeirão do Largo e Ituaçu, na Bahia, Nova Serrana, em Minas Gerais, e Araraquara, em São Paulo.



Quatro cidades brasileiras afetadas por chuvas intensas vão receber mais de R$ 3 milhões para ações de defesa civil. As portarias com as liberações dos recursos foram publicadas na edição desta terça-feira (24) do Diário Oficial da União (DOU).

A cidade de Nova Serrana, em Minas Gerais, vai receber mais de R$ 1,3 milhão para reconstrução de rua utilizando estrutura em gabião, atendendo 500 pessoas.

Na Bahia, os municípios de Ribeirão do Largo e Ituaçu vão contar com R$ 954,3 mil e R$ 363,4 mil, respectivamente, para compra de cestas de alimentos; além de kits de limpeza, higiene pessoal e dormitório, além de colchões, para Ribeirão do Largo. Ao todo, quase 12 mil pessoas serão atendidas.

Por fim, Araraquara, em São Paulo, vai ter à disposição R$ 380,5 mil para serviços de limpeza urbana. A ação vai atender a população municipal estimada em 240 mil pessoas.

No começo do mês, os ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e das Cidades, Jader Filho, estiveram em Araraquara para avaliar os danos causados pelas fortes chuvas que atingiram a cidade no fim de dezembro do ano passado até os primeiros dias de 2023.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:


terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Ministro Waldez Góes apresenta políticas e ações de desenvolvimento Regional a parlamentar do Amapá

imagem: Adalberto Marques/MDR/ reprodução

***Chefe da pasta apresentou ao deputado eleito Augusto Pupio iniciativas nas áreas de segurança hídrica, desenvolvimento regional, defesa civil e fundos de financiamento.



O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, recebeu, nesta segunda-feira (23), o deputado federal eleito Augusto Pupio (MDB-AP). O parlamentar veio conhecer projetos e ações da Pasta que possam contribuir com o desenvolvimento do Amapá.

"Nós temos políticas de segurança hídrica, de desenvolvimento regional e territorial, e também os fundos constitucionais e de sustentabilidade. Além disso, temos a defesa civil e o Amapá não é diferente dos outros estados, pois todos ano há problemas com enchentes", enfatizou o ministro.

Waldez Góes ainda explicou ao deputado que o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional é responsável por políticas de desenvolvimento, como as Rotas de Integração Nacional, que buscam incentivar o desenvolvimento produtivo por meio da formação de arranjos produtivos locais.

Atualmente, há 11 Rotas reconhecidas pelo Governo Federal: do Açaí, da Biodiversidade, do Cacau, do Cordeiro, da Economia Circular, da Fruticultura, do Leite, do Mel, da Moda, do Pescado e da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Ao todo, são 64 polos espalhados por 1.249 municípios em 17 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Para Pupio, o apoio do Governo Federal será importante para o estado do Amapá em diversas áreas, entre elas a de proteção e defesa civil. "Com certeza vamos contar com o apoio do ministério para diversas áreas. Temos uma região, a de Calçoene, com a maior incidência pluviométrica nacional, que é banhada por água e é fundamental que a gente tenha uma visão importante para o caso", ressaltou.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:

 Claro Telefonia é uma das maiores concessionarias de telefonia móvel do país.  A empresa oferece a seus clientes serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura. É a operadora pioneira em 5G e em DSS (Dynamic Spectrum Sharing), tecnologia que permite o uso de frequências já usadas, para aumentar a qualidade da transmissão..... Clique na imagem.



FIDCs serão abertos para público em geral e devem atrair mais investimentos

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***O fundo traz mais diversificação e segurança aos investidores, afirma especialista.



Os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs) serão abertos ao público em geral em abril deste ano. A alteração aconteceu após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) anunciar um novo marco regulatório que cria regras para democratizar e atrair mais investidores para o fundo de investimentos.

Benito Conde, especialista em Direito Bancário e Recuperação de Crédito, explica que os FIDCs foram criados em 2001, pelo Conselho Monetário Nacional, como alternativa para concessão de crédito para as empresas.

De acordo com o especialista, trata-se de um fundo de investimento que oferece capital de giro através da securitização de recebíveis de uma empresa, como aluguéis, cheques e valores parcelados no cartão de crédito. "Em resumo, uma empresa que tem algum tipo de crédito a receber e repassa  um valor menor para um fundo de investimento, que é o FIDC, cujas cotas serão negociadas aos investidores no mercado", afirma.

Antes, os FIDCs eram restritos aos chamados investidores qualificados, como profissionais que possuíam, no mínimo, R$ 1 milhão em aplicações financeiras, confirmado por termo assinado, ou certificação da CVM. "Então, isso é trazer dificuldade para um investidor comum, para um investidor do varejo também ter acesso a esses fundos de investimento", aponta.

Uma das principais vantagens do investimento em FIDCs é a rentabilidade elevada, já que a categoria foi a segunda que mais arrecadou dinheiro no ano passado. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), as emissões do fundo somaram R$ 46,2 bilhões em 2022. Com a modernização da regra de fundos, o instrumento pode ser ainda mais promissor no varejo.

Para Conde, a democratização desse fundo ajuda a trazer mais diversificação e segurança para os portfólios dos investidores. "Ajudará também as empresas a conseguirem maior demanda dos fundos, aquisição de direitos creditórios, o que vai possibilitar mais ainda a obtenção de capital de giro por essas empresas", informa.

Apesar das vantagens, os FIDCs são arriscado. Por isso,  é importante aplicar o investimento com cautela. Como o risco de crédito é alto, os consumidores podem atrasar o pagamento ou sequer pagarem a dívida, resultando em uma diminuição de ganhos dos títulos de direitos creditórios.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:

 Tenha toda a comodidade solicitando o Cartão de crédito Carrefour.... Clique na imagem.



Fiocruz tenta desenvolver medicamento oral contra o vírus da Covid

imagem: kjpargeter/Freepik/ reprodução

***Estudos brasileiros já foram publicados e está em fase de avaliação do potencial e efeito da medicação. A pesquisa foi elaborada pela Fiocruz em parceria com o Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP).



A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) está tentando desenvolver um antiviral de uso oral contra a Covid-19, em parceria com o Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP). O estudo brasileiro foi publicado recentemente na revista científica Nature Communication e pesquisadores batizaram a substância de "MB-905. Trata-se de uma cinetina, um tipo de citocinina sintética. As citocininas são uma espécie de hormônio vegetal que atuam na divisão celular.

A pesquisa ainda está em fase de estudo pré-clínicos, que são testes que avaliam o potencial efeito terapêutico, ou seja, atividade farmacológica e identificam efeitos tóxicos do medicamento, em animais, laboratório e ambientes controlados. Depois disso, inicia-se o processo de solicitação para os testes em seres humanos.

A infectologista Lívia Vanessa Ribeiro explica que existem três fases de testes clínicos para o medicamento ser aprovado para a população.

"Depois da fase de estudos pré-clínicos, iniciam-se os ensaios clínicos de fase 1, feita com população reduzida de voluntários saudáveis para verificar se a substância tem o mesmo comportamento que demonstrou em animais. Na fase 2, aumenta o número de participantes, incluindo pessoas que têm a doença, definindo dose, perfil de segurança e apresentação. Na fase 3 é feito ensaio clínico que compara o novo medicamento com os tratamentos-padrão já aprovados. Só então é possível encaminhar resultados para agências reguladoras, no caso do Brasil a Anvisa", explica.

Além disso, a vice-presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal conta que ainda não é possível falar sobre o fim do coronavírus, mas já é um passo importante.

"Espera-se que, além de impedir/reduzir a replicação viral, iniba a atividade inflamatória exacerbada do paciente, reduzindo as apresentações graves e críticas da doença, principalmente os quadros de síndrome respiratória aguda grave. Não podemos falar em fim do SARS-CoV-2 ou da Covid-19, mas caso se mostre eficaz nos ensaios clínicospoderá ser uma importante ferramenta para evitarmos formas graves, incluindo hospitalizações e óbitos", enfatiza.

Fonte:  Br 61

Visitem nossas redes sociais
                             

Notícia com apoio cultural das seguintes empresas: