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sábado, 28 de janeiro de 2023

Comissão do Esporte debate jogos universitários e jogos escolares brasileiros

imagem: arquivo / reprodução

***Em duas audiências públicas, a Comissão do Esporte debateu os resultados dos Jogos Universitários e dos Jogos Escolares Brasileiros, esses últimos retomados em 2022 depois de 17 anos sem serem realizados no país. Participaram dos jogos universitários 4 mil e 58 atletas entre 19 e 26 anos. Já os jogos escolares, contaram com 6 mil e 650 estudantes com idades entre 12 e 14 anos.



Nas duas modalidades, para participar da competição nacional, os atletas tiveram que passar por fases estaduais. No caso dos universitários, de acordo com o presidente da Confederação Brasileira do Desporto Universitário, Luciano Cabral, mais de 80 mil atletas concorreram nas fases estaduais. Na competição nacional estavam representadas 320 instituições de ensino superior, 96 públicas e 214 privadas.

O mesmo processo ocorre com os jogos escolares. No entanto, conforme explicou o presidente da Confederação Brasileira do Desporto Escolar, Antônio Hora Filho, não há eliminação entre as fases da competição nacional. Na primeira etapa, os alunos são separados em quatro categorias, de modo que podem competir com adversários do mesmo nível até o final do evento.

Nos jogos universitários, os estudantes concorrem em 28 modalidades. Havia competições tanto em categorias esportivas tradicionais, como atletismo, natação e vôlei, quanto novas – caso dos jogos eletrônicos e da acadêmica, esta última dedicada a trabalhos universitários, como monografias de fim de curso. Houve ainda três categorias demonstrativas – surfe, skate e break dance – além de competições paradesportivas.

A equidade também é uma preocupação dos jogos escolares. Antônio Hora Filho explicou que todas as modalidades contam com igual número de competidores do sexo masculino e feminino. Este ano, os jogos tiveram 18 modalidades tradicionais, além das mesmas categorias demonstrativas presentes nos jogos universitários.

O presidente da Confederação Brasileira do Desporto Universitário, Luciano Cabral, informou que as competições universitárias ocorrem o ano inteiro. Nessas ocasiões os estudantes concorrem a bolsas que dão descontos entre 50 e 100 por cento nas mensalidades de instituições privadas. Segundo Cabral, hoje 16 mil estudantes atletas contam com esse benefício.

Os estudantes que conquistam até o terceiro melhor lugar nas competições, tanto individuais quanto coletivas, também podem se candidatar ao programa bolsa atleta, conforme explica o deputado Felício Laterça (PP-RJ). Laterça foi um dos responsáveis pela realização das audiências públcias.

"O atleta que tiver participado dos jogos nacionais, escolares ou universitários, do ano anterior, e obtiver até a terceira colocação nas provas de modalidades individuais ou forem selecionados entre os atletas de destaque das modalidades coletivas, que continuarem a treinar para futuras competições oficiais pode se credenciar para o bolsa atleta na modalidade estudantil. Mas também como ambas as competições reúnem os principais atletas escolares e universitários do Brasil em eventos de alto nível técnico, essas disputas servem como referência para esses atletas pleitearem as outras categorias do bolsa-atleta nas competições promovidas pelas confederações por modalidades".

Os participantes dos jogos escolares, com idades entre 12 e 17 anos incompletos, têm direito ao Auxílio Esporte Escolar, desde que venham de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família, antigo Auxílio Brasil. De acordo com o Ministério da Cidadania, o valor pago é de 12 parcelas de 100 reais. O programa destina também uma parcela anual de mil reais para a família do aluno. Segundo o ministério, em 2021, mil e 405 estudantes atletas receberam o benefício.

Fonte:  RC, de Brasília, Maria Neves

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PIX: Distribuidoras de energia serão obrigadas a oferecer nova opção de pagamento

imagem: Marcello Casal JrAgência Br/ reprodução

***Consumidores terão mais uma alternativa de pagamento. Os modelos já existentes continuam funcionando normalmente.



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulamentou uma resolução que obriga as distribuidoras de energia de todo o país a oferecerem pagamentos via Pix para a população. Essa modalidade já existia e era opcional para as empresas do setor. No entanto, com a decisão da agência, todas as distribuidoras devem disponibilizar o sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC) para o usuário que solicitar o formato.

As distribuidoras terão o prazo de até 120 dias para se adaptarem ao novo modelo e cumprirem a decisão, a partir da publicação da medida no Diário Oficial da União.

Vale lembrar que o pagamento via Pix é apenas mais uma opção disponível para os usuários. As modalidades de pagamentos já existentes continuam funcionando normalmente.

O advogado especialista em direito do consumidor Roberto Pfeiffer afirma que essa atualização é ótima para os consumidores e mais barata para os fornecedores.


"A medida da Aneel, de tornar obrigatória a disponibilidade de pagamentos da conta de energia elétrica via Pix, pelas concessionárias, é uma excelente notícia para os consumidores. Eles terão à sua disposição um mecanismo muito conhecido, o mais utilizado atualmente no país e de rápida compensação", destaca.

"A medida permitirá, ainda, que as concessionárias economizem custos, pois não precisarão pagar a compensação de boletos. É importante também que desenvolvam mecanismos antifraude na disponibilização do QR CODE em que será pago o Pix", complementa o especialista.

De acordo com a Aneel, a nova determinação trará outros benefícios, como rapidez nos pagamentos em tempo real, além de aprimorar a experiência do consumidor com os serviços de energia elétrica.

Pix

Lançado em novembro de 2020 pelo Banco Central, o Pix possibilita a realização de diversas operações financeiras, entre elas, transferências e pagamentos. A principal vantagem é o funcionamento em tempo real, independentemente de dia e horário. As transações podem ser feitas entre diferentes bancos e instituições financeiras. Por meio do PIX também é possível reduzir custos e tarifas nesse tipo de transações. A modalidade é tida como um caso de sucesso, com aumento da adesão pela população brasileira, de todas as faixas de renda.

Dados do Banco Central revelam que, atualmente, existem aproximadamente 551 milhões de chaves PIX, sendo que, destas, 526 milhões são de pessoas físicas e 25 milhões, de pessoas jurídicas. O número é mais que o dobro da população brasileira, estimada em 208 milhões, de acordo com a prévia do censo do IBGE de 2022.

A regulamentação foi debatida durante Consulta Pública entre 14/09/2022 e 31/10/2022. Ao todo foram recebidas 75 contribuições de 13 participantes, entre os quais estiveram agentes e associações do setor, associações de instituições de pagamento, órgãos de defesa do consumidor e sociedade em geral. As propostas foram avaliadas pela área técnica da Aneel.

Vantagens da proposta para os consumidores, de acordo com a Aneel:  

  • Ter à disposição um meio adicional para realizar os pagamentos, com as facilidades do Pix (uso de diversos bancos e instituições, horário estendido de funcionamento etc.); 
  • Confirmação do reconhecimento do pagamento da fatura de energia pela distribuidora quase que instantaneamente, evitando problemas com cobranças e até suspensão do fornecimento indevida;  
  • Redução dos custos de arrecadação das distribuidoras que poderão, no futuro, ser revertidas em modicidade tarifária; 
  • As ações necessárias para implementar o Pix devem induzir, de forma geral, a modernização dos processos de arrecadação e cobrança pela distribuidora, melhorando o relacionamento com os consumidores.


Fonte:  Br 61

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MEIs de todo o Brasil já podem emitir Nota Fiscal de Serviço Eletrônica no padrão nacional

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Br/ reprodução

***As NFS-e podem ser emitidas mesmo que o município não esteja conveniado à plataforma; veja como.



Microempreendedores individuais (MEIs) de todo o Brasil já podem emitir a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) de padrão nacional, mesmo que o município não esteja conveniado à plataforma. Hoje, a emissão é facultativa, e o MEI pode optar pela emissão segundo as regras municipais. Mas, a partir do dia 3 de abril, será obrigatória a emissão da NFS-e nacional para MEIs prestadores de serviço e nas operações entre empresas.

Depois de anos em desenvolvimento conduzido pela Receita Federal do Brasil (RFB), a emissão da primeira NFS-e de padrão nacional por um MEI, de um município não conveniado à plataforma, foi realizada no dia 18 de janeiro deste ano, em um evento simbólico. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), prestador de serviços do MEI de Brasília (DF), foi responsável pela emissão.

Como emitir

É possível emitir a Nota Fiscal Eletrônica por meio do aplicativo NFSe mobile, disponível para dispositivos Android e iOS.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Simplificação da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae, Helena Rego, essa é uma medida revolucionária, já que padroniza e facilita a vida do microempreendedor. "Ainda há a emissão em papel em muitos municípios. E com o aplicativo da Receita, depois que fizerem o cadastro, também on-line, em apenas três cliques, os microempreendedores individuais terão emitido a sua nota fiscal", pontua.

Além disso, é possível emitir a Nota Fiscal mesmo sem internet, com a opção off-line. Quando o microempreendedor estiver conectado à internet, ela será repassada para a Receita. Para Helena Rego, o aplicativo digital melhora a experiência do MEI e, consequentemente, o ambiente de negócios brasileiro. "Menos tempo que o empreendedor tem que gastar com as obrigações acessórias, podendo se dedicar mais para a gestão", afirma.

Atualmente, são 14,7 milhões de profissionais MEI registrados no país, a maioria no ramo de pequenos serviços. Joana dos Santos faz parte desse grupo. Ela é dona de um comércio localizado em Ceilândia, no Distrito Federal. Além da loja física, a empreendedora também vende pelo Instagram e pretende criar um site. "Eu quero ampliar minha loja, vender também on-line. Agora, isso vai facilitar muito, já que está fácil emitir a nota fiscal eletrônica, pelo aplicativo mesmo", explica.

Hoje, a NFS-e conta com a adesão de 180 municípios, sendo 18 capitais, que correspondem a cerca de 50% do volume total de Notas Fiscais de Serviço emitidas no Brasil.

Fonte:  Br 61

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Alta no preço da gasolina pode levar a um acréscimo de 0,25 ponto percentual na inflação nos próximos 30 dias

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Br/ reprodução

***Projeção é do economista da FGV IBRE André Braz. Aumento de 7,47% no valor do combustível vendido às distribuidoras começou a valer nessa quarta-feira (25).



O aumento de 7,47% no preço de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras que começou a valer nessa semana pode levar a um acréscimo de 0,25 ponto percentual (p.p) na inflação nos próximos 30 dias. A projeção é do coordenador dos Índices de Preços do FGV IBRE, André Braz, que detalhou o impacto da alta do combustível na atividade econômica.

De acordo com o economista, o cálculo feito para estimar o quanto o aumento no preço da gasolina vai pressionar a inflação leva em conta dois fatores. O primeiro deles é que o reajuste da Petrobras se dá na gasolina A. O combustível que é vendido aos consumidores é a gasolina C, que é composta por 27% de álcool anidro, o que acaba mitigando parte do aumento. "Como a gasolina C tem mistura de álcool anidro, ela não recebe 7,5% de aumento. Então, o que o consumidor vai perceber nos próximos trinta dias é um aumento de preço da gasolina que pode variar entre 3,5% e 5%", explica.

O segundo fator é o peso da gasolina no orçamento doméstico, diz André Braz. "Considerando que esse aumento pode chegar a 5% e levando em conta que a gasolina também compromete 5% do orçamento familiar, a gente teria um impacto na inflação, nos próximos 30 dias, em torno de 0,25 ponto percentual. Só que, como esse reajuste está valendo já a partir de janeiro e ainda falta aproximadamente uma semana para o mês ser concluído, uma pequena parte desse movimento já deve influenciar a inflação deste mês. Então, desse 0,25 p.p, 0,05 p.p deve ficar na inflação de janeiro e 0,20 p.p restantes na inflação de fevereiro", afirma.

Segundo o anúncio da Petrobras, o preço médio de venda da gasolina A para as distribuidoras vai passar de R$ 3,08 para R$ 3,31, ficando 23 centavos mais caro. Mas com a mistura obrigatória com o álcool anidro para a composição que é comercializada nos postos, cada litro vendido terá um acréscimo de 17 centavos, o que não significa que será esse o impacto sentido pelo consumidor.

Amplitude

O economista afirma que o impacto da alta da gasolina será mais sentido pelas pessoas de classe média que usam veículos particulares para se locomover. "Exatamente porque a gasolina é um bem de luxo que cabe no orçamento daqueles que têm veículo próprio. Então, para as famílias mais humildes, que não possuem veículo, esse aumento da gasolina não traz nenhum impacto na variação do custo de vida".

Caso o reajuste fosse sobre o diesel, a situação seria diferente, explica André Braz. "Nós teríamos um impacto inflacionário maior, porque o diesel é o combustível usado pelo frete rodoviário, é utilizado pelas máquinas no campo, é o combustível que movimenta o ônibus urbano, então como diesel tem o compromisso de ser o combustível para execução de outras atividades, um aumento de preço nele pode causar um espalhamento das pressões inflacionárias".

Como o diesel é o combustível usado pelos caminhões, que são os principais responsáveis pelo transporte de cargas no país, incluindo os alimentos, um aumento no preço do litro seria sentido de forma mais ampla pela população e pressionaria mais o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).  

Como é formado o preço da gasolina

O preço médio do litro da gasolina no Brasil entre 15 e 21 de janeiro foi de R$ 4,98, de acordo com a Petrobras. Segundo a companhia, desse valor, R$ 2,25 são parcela da própria empresa. Esse valor deverá ser de R$ 2,42 com o reajuste anunciado esta semana. Vale lembrar que, desde o ano passado, os impostos federais sobre o combustível estão zerados. A medida deve durar, pelo menos, até 28 de fevereiro deste ano.

Já o ICMS, imposto estadual sobre os combustíveis, foi de R$ 0,91 em média. Ele varia de estado para estado, mas sua alíquota não pode ultrapassar o teto de 17% determinado após aprovação da Lei Complementar 194/2022, em junho de 2022. Confira como é formado o preço da gasolina.



Cenário

André Braz explica que ainda é cedo para projetar o impacto dos combustíveis na inflação de 2023. Segundo o economista, no nível internacional, há uma tendência de desaceleração da atividade econômica. Isso deve ocorrer porque os países estão elevando as suas taxas de juros para conter a inflação. A consequência é a retração da economia e, portanto, do consumo.

"Se as famílias vão economizar mais, vão gastar cada vez menos, isso significa que o preço do barril de petróleo pode ceder ao longo de 2023. Não só por um efeito aqui no Brasil, mas no mundo todo. O mundo está com uma tendência de redução da atividade econômica. E essa redução na atividade econômica favorece a redução do preço de grandes commodities, que é onde o petróleo está inserido", diz.

Por outro lado, o especialista diz que o temor quanto ao equilíbrio fiscal do país é um risco que tem como resultado a desvalorização do real frente ao dólar, o que na atual política de preços adotada pela Petrobras pode puxar o preço dos combustíveis para cima.

Fonte:  Br 61

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Notícia - Empório e Fascinada 2

imagem: arquivo / reprodução

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A Música do Dia - 27 de Janeiro

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***Há 260 anos, em 27 de janeiro de 1763, a capital do Brasil mudou de Salvador para Rio de Janeiro.



***Família Caymmi - Samba do Avião (Tom Jobim).

Produção e apresentação- Luiz Cláudio Canuto

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História de Hoje 27 de Janeiro

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***Capital do Brasil Colônia foi transferida em 27 de janeiro de 1763.
Há 160 anos, a capital da colônia foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.




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