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quarta-feira, 17 de maio de 2023

Relator do arcabouço fiscal inclui medidas para limitar gastos, caso governo descumpra metas

imagem: Lula Marques/Agência Brasil / reprodução

***Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA) apresentou texto preliminar com mudanças na proposta enviada pelo governo Lula. Expectativa é de votação da nova regra fiscal no dia 24 de maio.



O deputado federal Cláudio Cajado (PP–BA) apresentou nesta terça-feira (16) o relatório preliminar do projeto de lei do novo arcabouço fiscal. Entre as principais alterações à proposta enviada pelo governo, o texto traz medidas para limitar os gastos do Executivo e o contingenciamento obrigatório de recursos em caso de descumprimento das metas de resultado primário.

Cajado afirmou que a Câmara dos Deputados deve votar o regime de urgência para tramitação do projeto nesta quarta-feira (17). O parlamentar afirmou que o relatório foi bem recebido pelos líderes partidários e que a versão final deve ser apreciada pelo plenário da Câmara no dia 24 de maio.  

"Eu tenho uma expectativa positiva. No colégio de líderes, ficou claro que o texto tem apoio. Foi muito bem recebido. Nós discutimos exaustivamente e o próprio governo avançou na negociação e concorda com o texto que foi apresentado", pontuou.

Principais pontos

As principais regras que o Ministério da Fazenda propôs para as contas públicas foram mantidas pelo relator, Cláudio Cajado. O projeto cria um intervalo de tolerância ou, como o governo tem chamado, bandas de variação para a meta de resultado primário. O resultado primário é a diferença entre o que o poder público arrecada e gasta, tirando o pagamento dos juros da dívida.

O Executivo propõe que a meta de resultado primário seja considerada cumprida mesmo que varie 0,25% para baixo ou para cima. Por exemplo: para o ano que vem, o governo estima um resultado primário de 0% do PIB. Isso significa que a expectativa é de gastos e despesas do mesmo tamanho. No entanto, se o resultado ficar entre - 0,25% do PIB (banda inferior) e 0,25% do PIB (banda superior), ficará dentro da meta e, portanto, considerado cumprido.

Já em 2025, por exemplo, a meta é de superávit (contas no azul) de 0,5% do PIB. O resultado final poderá variar entre 0,25% (banda inferior) e 0,75% do PIB (banda superior).

Se cumprir a meta de resultado primário, o governo poderá aumentar os seus gastos em até 70% do crescimento da receita obtida nos 12 meses anteriores. Ou seja, se aquilo que o governo arrecada com impostos, taxas e outras fontes de receita aumentar R$ 10 bilhões, no ano seguinte ele poderá aumentar as despesas em, no máximo 70%, isto é, R$ 7 bilhões.

Caso o saldo das contas públicas fique abaixo da banda inferior da meta, no ano seguinte o governo só poderá aumentar as despesas em 50% do crescimento das receitas e não mais em 70%.

Por outro lado, em um cenário em que o resultado das contas públicas fique acima da banda superior da meta, o Executivo poderá destinar até 70% do excedente para investimentos, com prioridades para obras inacabadas ou em andamento.

O texto também propõe que, independentemente do que arrecadar, o governo poderá gastar entre 0,6% e 2,5% a mais do que no ano anterior, sem contar a inflação. O teto de gastos, que será substituído pelo arcabouço fiscal, limitava o crescimento das despesas a zero, na prática.

Medidas de ajuste

O relator adicionou algumas medidas de ajuste, também conhecidas como vedações ou, ainda, "gatilhos", para situações em que o governo não cumprir a meta de resultado primário.

Suponha um cenário em que o Executivo não atinja a meta de resultado primário em 2023. Pelo arcabouço proposto pelo Ministério da Fazenda, em 2024 o governo só poderia aumentar as despesas em 50% do crescimento das receitas e não em 70%, caso cumprisse a meta. Mas além dessa punição, Cajado propôs que, no primeiro ano de descumprimento, o Executivo seja impedido de:

  • Criar cargos, empregos ou função que implique aumento de gastos;
  • Alterar a estrutura de carreira que gere crescimento de despesa;
  • Criar ou aumentar auxílios, como o Bolsa Família, vantagens e benefícios de qualquer natureza;
  • Criar despesa obrigatória;
  • Tomar medida que implique reajuste de despesa obrigatório acima da variação da inflação (com exceção ao salário mínimo, que poderá crescer acima do IPCA);
  • Criar ou expandir programas e linhas de financiamento, remissão, renegociação ou refinanciamento de dívidas que gerem ampliação de subsídios e subvenções;
  • Conceder ou ampliar incentivo ou benefício tributário. 

Os gatilhos têm validade de um ano. Se no ano seguinte a meta de resultado primário for atingida, as medidas deixam de valer automaticamente. O texto também prevê que o presidente da República poderá propor ao Congresso Nacional a suspensão parcial ou a gradação das medidas de ajuste, "demonstrando que o impacto e a duração das medidas adotadas será suficiente para a correção do desvio".

Se o governo descumprir a meta de resultado primário pelo segundo ano consecutivo, outros proibições serão adicionadas, como concessão de aumentos e reajustes na despesa com pessoal; admissão ou contratação de pessoal, exceto em caso de reposição de cargos vagos e realização de concurso público, com exceção a reposições de cargos vagos.

"Acredito que o texto é muito bom para o governo, para a sociedade e para o que nós queremos atingir, a trajetória da dívida, cada vez de uma forma mais firme, com a consequente queda dos juros, porque está claro que a perseguição da meta fiscal é um objetivo que envolve, sim, sanções e punições se o governo não agir dentro dos parâmetros que nós estamos colocando neste marco fiscal", pontuou Cajado.

O texto enviado pelo governo tornava opcional o contingenciamento de recursos em caso de descumprimento da meta, mas Cajado tornou a medida obrigatória no projeto de lei. Além disso, os relatórios de avaliação de receitas e despesas deverão ser publicados bimestralmente, como ocorre, e não quadrimestralmente, como propôs o Ministério da Fazenda.

Fonte:  Br 61

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Queda da inflação no IPCA vai fazer taxa de juros cair, avaliam especialistas

imagem: Arquivo/EBC / reprodução

***Economistas entendem que índice dos preços medidos pelo IBGE vai influenciar BC a diminuir juros já no segundo semestre.



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril, de 0,61%, abaixo da taxa registrada em março (0,71%) trouxe otimismo para os analistas econômicos. Os professores de economia Jackson de Toni, do Ibmec Brasília, e Benito Salomão, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), avaliam que a queda do IPCA em relação ao mês anterior sinaliza a continuidade da queda da inflação que vai aumentar ainda mais a pressão para os técnicos do Banco Central (BC) baixarem a taxa de juros.

Ligado ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA é um dos índices de inflação mais tradicionais do Brasil. O indicador, criado em 1979, mede a variação dos preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias brasileiras.

Conforme os dados divulgados pelo IBGE, nos índices regionais a maior variação de preços foi registrada na capital de Mato Grosso do Sul – Campo Grande (0,89%), em função da energia elétrica residencial (6,11%). Já a menor variação foi registrada em Recife, capital de Pernambuco (0,16%), influenciada pelas quedas de 3,41% da gasolina e de 2,51% de conserto de automóvel.



O professor de Economia do Ibmec destacou que o IPCA é o índice oficial que mede a inflação mais importante do Brasil, porque influi no reajuste de aluguéis, salários, índice de poupança e outros. "O índice é calculado com base nas famílias [que recebem] de 1 a 40 salários mínimos e os principais quesitos dos quase 400 mil preços coletados pelo IBGE [são relacionados à] saúde, educação, transporte e vestuário", observou Jackson de Toni.

Remédios

O especialista observou que o único item que registrou aumento significativo na tabela divulgada pelo IBGE foi relacionado ao setor de saúde: "Mas isso aconteceu partir de uma autorização de reajuste pela Agência reguladora. Então, [trata-se de] preço administrado", esclareceu, acrescentando que "a notícia é muito boa, e aponta para uma queda tendencial positiva da inflação, que vai melhorar a atividade econômica para o ambiente de negócios".

Quem concorda com Jackson de Toni é o professor Benito Salomão, doutor em economia pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). "Apenas o item de remédios sofreu reajuste considerável, enquanto em muitos itens houve desinflação", apontou.

BC pode agir no 2º semestre

"O Brasil experimenta um momento de desinflação, principalmente nos setores de comércio e serviços", avaliou Benito Salomão. Para ele, "são vários os impactos causados pela desinflação", principalmente a possibilidade de queda real na taxa de juros que, poderá acontecer já no segundo semestre deste ano".

"Estou bastante convencido de que essa taxa de juros começa a cair já no segundo semestre desse ano, e aí nós podemos ter um estilo de demanda um pouco melhor", concluiu.

Fonte:  Br 61

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Volume de serviços cresce 0,9% em março

imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil / reprodução

***Pesquisa aponta crescimento nos serviços no país. Três das cincos atividades em destaque foram os setores de transportes, com 3,6% e dos serviços administrativos e complementares com 2,6% e serviços de comunicação com 2,5% no mês de março deste ano.



Em março de 2023, o volume de serviços no Brasil avançou 0,9% frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal. Com isso, o setor ficou 12,4% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 1,3% abaixo de dezembro de 2022, o auge da série histórica.

O aumento foi acompanhado por três das cinco atividades apuradas, em destaque ficaram os setores de transportes com 3,6%, os serviços administrativos e complementares com 2,6% e serviços  de comunicação com 2,5%. O primeiro aumentou o ganho de 7,0% no mês de fevereiro e março de 2023. E o segundo recuperou parte da perda de 3,4% nos dois primeiros meses do ano. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a  economista Carla Beni, da Fundação Getúlio Vargas, o resultado é importante já que no mês de janeiro houve uma queda de 2,9%.

"É um resultado importante, uma vez que a gente está fazendo uma recuperação em janeiro onde aconteceu uma queda de 2,9%. Então, quando você pega o acumulado do ano, janeiro, fevereiro e março o setor de serviços que é extremamente amplo e aborda 166 tipos de serviços, ele apresenta um resultado positivo de acumulado de 5,8%," afirma.  

Os serviços cresceram em 24 das 27 unidades da Federação no mês de março. Foram identificadas em São Paulo com 1,8%, Rio de Janeiro 2,8%, Minas Gerais 3,2%, Santa Catarina  5,9% e Rio Grande do Sul 2,8%.  Os resultados negativos foram em Pernambuco com  2,3%, Mato Grosso 1,9% e Amapá com 1,7%.

Para Beni, esse impulso foi por causa do aumento de receita de alguns segmentos específicos. "De locação de automóveis, restaurantes, agências de viagem, hotéis, serviços de bufê, rodoviário coletivo de passageiros e até a parte de espetáculos," destaca.
 
Índice de atividades turísticas fica em 0,1% no mês de março

O Índice de atividades apresentou variação de 0,1% frente  ao mês anterior, após registrar uma queda de 1,3% em fevereiro.

Dessa forma, o segmento de turismo se encontra  com 1,4% acima do nível de fevereiro de 2020 e 5,9% abaixo do ponto mais alto da série, atingindo em fevereiro de 2014.  

Regionalmente, apenas quatro dos 12 locais apurados apresentaram uma variação positiva, sendo a influência mais importante vindo de Minas Gerais com 2,2%, logo após por São Paulo com 0,4%, Paraná 2,6% e Bahia com 1,8%. Em sentido contrário, Rio de Janeiro 3%, Rio Grande do Sul 5% e Distrito Federal 3,6% notaram os principais recuos em termos regionais.

Fonte:  Br 61

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terça-feira, 16 de maio de 2023

Lista de espera do Fies finaliza em 18 de maio

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / reprodução

***O Ministério da Educação (MEC) realizou sete convocações por meio da lista de espera do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até o dia 12/05/2023.



O Ministério da Educação (MEC) realizou sete convocações por meio da lista de espera do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até a última sexta-feira (12). De acordo com o MEC, a data final de convocação será dia 18 de maio.

De acordo com o balanço de divulgação, todos os cursos que estavam disponíveis estão sendo ocupados, ou seja, não haverá sobra de vagas.

A convocação da lista de espera do Fies começou no dia 21 março e se estenderá até o dia 18 de maio, conforme previsto no edital que rege o atual processo seletivo do Fies.

Este ano, o Fies oferece 112.168 vagas, e aquelas que não forem ocupadas nesta edição do primeiro semestre poderão ser ofertadas no processo seletivo do segundo semestre deste ano.

O economista Marcos Sarmento Melo afirma que o financiamento estudantil é uma ótima iniciativa que permite ao estado o subsídio de arcar com as mensalidades de um curso superior a estudantes que não possuem condições no momento.

"É interessante porque faz com que o estado subsidie a taxa de juro que a pessoa depois vai pagar possibilitando que ela tenha um pagamento de prestações mais baixas e assim ela possa ao longo do tempo depois quando ela tiver um emprego que tenha uma renda maior possibilitada pelo curso superior, efetuar os pagamentos e aí alimenta todo processo fazendo com que outras pessoas tenham a possibilidade também de tomar o crédito e assim conseguir avançar na carreira profissional", afirmou Samento.

A estudante de Biomedicina, Ivanilde Magda (26), conta que está realizando um sonho em poder estudar através do Fies.

"Eu optei pelo Fies porque precisava estudar em uma universidade com grade fechada, já que tenho a necessidade de trabalhar e estudar. Fiquei muito feliz com a oportunidade. Tenho certeza que no fim da minha graduação, terei a oportunidade de pagar meu financiamento podendo ajudar outras pessoas a realizarem o sonho", contou a estudante.

Fies:
O Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do MEC, instituído pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001. O objetivo do Fies é conceder financiamento a estudantes de cursos de graduação, em instituições de educação superior privadas aderentes ao programa e com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Fonte:  Br 61

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Receita alerta sobre novos valores de contribuição para Microempreendedor Individual (MEI)

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***Com a publicação da MP 1172, que decretou o novo salário mínimo, a parte relativa à seguridade social será reajustada.



A partir deste ano, a data-limite para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deixou de ser 30 de abril e passou para o dia 31 de maio. Além disso, a Receita Federal alerta os Microempreendedores Individuais (MEI) para que estejam atentos aos novos valores de contribuição da categoria. Com a edição da MP 1172, que definiu o novo salário mínimo, a parte relativa à seguridade social será reajustada.

A Medida Provisória n°1172, de 1° de maio de 2023, deixou o novo salário mínimo em R$1.320,00. Sendo assim a seguridade social passa a ter o valor de R $66,00.

Seguem os valores a serem recolhidos pelo MEI:

  • R$ 67,00 para o MEI contribuinte do ICMS;
  • R$ 71,00  para o MEI contribuinte do ISS;
  • R$ 72,00 para o MEI contribuinte do ICMS E ISS;
Para o MEI Transportador Autônomo de Cargas, a contribuição de seguridade social é de 12% do salário mínimo, o valor do INSS passa a ser de 158,00 reais, além dos valores de ISS e ICMS, conforme a medida.

Além dos MEIs, o especialista em contabilidade Lucas Lima, do Grupo LL Inteligência em Negócios, destaca outras categorias de contribuintes que precisam fazer a declaração do imposto de renda até o fim deste mês.

"Os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R $28.559,70, ou seja, cerca de R $2.380 por mês, em 2022, estão obrigados a fazer a declaração. Ou ainda, que tenham operado na bolsa de valores acima de R $40 mil ou que, em 31 de dezembro de 2022, tenham bens e direitos que totalizam no mínimo R $300 mil", pontua.

Portanto, os novos valores serão recolhidos a partir de junho, quando será possível a emissão de todos os documentos de arrecadação - DAS  referentes aos períodos de apuração de maio até dezembro.

Fonte:  Br 61

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sábado, 13 de maio de 2023

Defesa Civil Nacional participa de capacitação do Serviço Geológico Brasileiro

imagem: MIDR / reprodução

***Atividade teve como objetivo apresentar ferramentas que possam ser utilizadas na prevenção de desastres no País.



Uma equipe do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, participou, nesta semana, de curso de capacitação promovido pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB). As atividades, realizadas no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), tiveram como objetivo apresentar ferramentas do SGB que possam ser utilizadas na prevenção de desastres no País.

Durante a capacitação, foram apresentados produtos cartográficos e analíticos desenvolvidos pelo SGB, como setorização de risco, cartas (mapas) geotécnicas, cartas de perigo, avaliações geotécnicas e cartas de suscetibilidade.

"Essa área de capacitações do Serviço Geológico do Brasil busca cumprir uma de nossas missões, que é disseminar o conhecimento geocientífico. Quanto mais capacitadas as equipes que atuam na prevenção de desastres, melhor a qualidade de resposta para sociedade", comentou o coordenador-executivo da Divisão de Geologia Aplicada do SGB, Anselmo Pedrasi.

Nesta sexta-feira (12), último dia de atividades, foi realizada aula prática para consolidar os ensinamentos adquiridos durante a semana. Entre os temas abordados estiveram as movimentações de terra, áreas de instabilidade, interferência antrópica e processos naturais.

Analista de Infraestrutura da Defesa Civil Nacional, José Augusto Vieira Costa foi um dos participantes da atividade. Segundo ele, o treinamento foi de grande importância para auxiliar na prevenção de desastres.

"O principal fator é preservar vidas e tentar conscientizar as pessoas do que são os desastres e das áreas de vulnerabilidade em quem muitos vivem, arriscando as vidas da própria família. Esse tipo de curso serve para que possamos dar esclarecimentos à população", afirmou Costa.

Além dos representantes da Defesa Civil Nacional, também participaram da capacitação representantes do Ministério da Saúde e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), além de geógrafos, engenheiros ambientais e civis, advogados e geólogos.

Fonte:  Br 61

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INSS alerta beneficiários a não caírem em golpes

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / reprodução

***Golpistas se passam por servidores para roubarem benefícios de aposentados.



Beneficiários do INSS de todo o país estão prestes a receber o 13º salário. Serão mais de 37 milhões milhões de aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a partir do dia 25 deste mês. Por isso, é sempre bom ficar atento e tomar muito cuidado para não cair em golpes por descuido e acabar perdendo o dinheiro recebido.

O INSS alerta que  golpistas se passam por servidores do órgão para obter dados pessoais dos segurados, usando como isca a Prova de Vida. As abordagens podem ocorrer por carta, e-mail, telefonema ou mensagem de celular (WhatsApp ou SMS). Por isso, o INSS alerta que não solicita qualquer tipo de documento pessoal ou foto através dos canais digitais.

Além disso, o órgão destaca que, caso alguém receba alguma ligação suspeita que solicite esses dados, desligue o telefone imediatamente. Se a abordagem for por mensagem de texto, bloqueie o número de telefone.

O advogado especialista em direito tributário Washington Barbosa afirma que além dos cuidados por meio da internet, é extremamente importante não fornecer senhas e documentos ao sair de casa.

"Agora os beneficiários do INSS vão receber o 13º salário, e nesse momento é preciso ter muita atenção! Cuidado na hora de ir para o banco, não ter pessoas próximas, não passe o seu cartão para nenhuma pessoa, muito menos a sua senha. Existem vários golpes que estão sendo feitos, o INSS não liga para ninguém, os bancos não ligam para ninguém. Então não aceite qualquer tipo de ligação que peça o seus dados, que peça número de senha, qualquer tipo de situação da espécie", afirmou Barbosa.

Sobre calendário:

O calendário de pagamentos é de acordo com o último número do Número de Inscrição Social (NIS). Aqueles que recebem até um salário mínimo terão as parcelas disponíveis a partir do dia 25 de maio e 25 de junho. Para os que recebem acima desse valor, o pagamento será entre os dias 1 e 7 de junho.

Fique atento às dicas para evitar qualquer tipo de golpes.

  • O INSS nunca entra em contato direto com a pessoa para solicitar dados, nem pede o envio de fotos de documentos por e-mail, WhatsApp ou outros canais de mensagem.
  • O canal digital oficial para envio de documentos é o Meu INSS (site gov.br/meuinss ou aplicativo para celular). O segurado jamais deve enviar documentos por e-mail.
  • O número do SMS usado pelo INSS para informar os cidadãos é 280-41. O INSS nunca manda links. Apenas informa sobre o andamento dos processos no Meu INSS.
  • A biometria facial deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo gov.br.
  • Sempre que o INSS convoca o cidadão para apresentar documentos, essa convocação fica registrada no Meu INSS e também pode ser verificada pelo telefone 135.
  • A pessoa deve utilizar apenas os canais oficiais de atendimento para cumprir qualquer solicitação do INSS, seja para agendar um serviço, seja para entregar algum documento: aplicativo/site Meu INSS ou agência da Previdência Social (com agendamento).
  • Quando alguém liga para o telefone 135, o atendente pode pedir algumas informações. Esse é um procedimento de segurança para confirmar a identidade de quem telefonou.
  • Mantenha sempre atualizados os seus dados de contato, como telefone, e-mail e endereço. Isso deve ser feito pelo Meu INSS ou pelo telefone 135.
O que fazer em caso de tentativa de golpe

Tentativas de golpes devem ser denunciadas à Ouvidoria pela internet ou pelo telefone 135.

Caso tenha sofrido um golpe, registre um Boletim de Ocorrência e comunique aos órgãos envolvidos (por exemplo, o próprio INSS e o banco em que recebe o benefício, se for o caso).

Fonte:  Br 61

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