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quarta-feira, 31 de julho de 2024

Estudo aponta exercício intervalado de alta intensidade como o mais benéfico para mulheres idosas

imagem: Estudo envolveu 92 mulheres idosas e em situação de vulnerabilidade socioeconômica da cidade de Bauru (foto: Emmanuel Ciolac/Unesp) / reprodução

***Pesquisadores da Unesp avaliaram o efeito de três diferentes programas de treinamento de baixo custo num grupo de voluntárias em situação de vulnerabilidade social. A combinação de HIIT com fortalecimento muscular foi a mais efetiva na redução da pressão arterial e da rigidez arterial, principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.




Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – Estudo feito com 92 mulheres idosas e em situação de vulnerabilidade socioeconômica comparou a eficácia de diferentes programas de exercício comunitário de baixo custo na melhora e/ou manutenção de diversos parâmetros cardiovasculares e funcionais, como circunferência abdominal, pressão arterial e, sobretudo, rigidez arterial – um fator de risco para a aterosclerose.

Os resultados, divulgados no European Journal of Preventive Cardiology, indicam que a combinação de treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT, na sigla em inglês) com fortalecimento muscular foi a opção com mais benefícios à saúde.

Composto por sequências rápidas de exercícios muito intensos intercaladas com períodos curtos de descanso, o HIIT proporciona estímulos que trabalham o corpo inteiro, executados no mínimo de tempo possível. Esse tipo de treino vem sendo utilizado há décadas por atletas de alto rendimento e virou febre nos últimos anos, sobretudo, pelo fato de oferecer sessões mais curtas e sem a necessidade de equipamentos.

Os outros protocolos testados na pesquisa foram fortalecimento muscular praticado de forma isolada ou associado a treinamento aeróbio moderado. O trabalho foi conduzido com apoio da FAPESP na Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista (FC-Unesp), campus de Bauru.

Os diferentes programas foram praticados pelas voluntárias duas vezes na semana, ao longo de nove meses, em centros comunitários de Convivência do Idoso. Os parâmetros de saúde das participantes foram avaliados antes da primeira sessão de exercícios, logo após o término da intervenção e três meses após sua interrupção.

Na comparação, os dois programas de exercício combinados (fortalecimento com HIIT e fortalecimento com aeróbico moderado) foram igualmente efetivos na redução da circunferência abdominal (diminuição de 3,3 centímetros em média) e esse benefício se manteve após a interrupção dos treinos. No entanto, somente o treinamento combinado envolvendo HIIT foi efetivo na diminuição da pressão arterial sistólica (7.9 milímetros de mercúrio – mmHg) e da rigidez arterial (0,69 metro por segundo – m/s). A avaliação mostrou ainda que, nesse grupo, apenas a rigidez arterial se manteve mais baixa três meses após o fim do treinamento.

Todos os programas de exercício foram efetivos para melhorar o desempenho funcional, mas somente o grupo que praticou HIIT combinado a fortalecimento muscular manteve, ao menos parcialmente, melhoras funcionais (força de preensão manual, flexibilidade, força nos membros inferiores e mobilidade) após o fim do treinamento.

"A ausência de melhora nos parâmetros cardiovasculares nos grupos que realizaram apenas o treinamento de força ou o treinamento de força associado ao aeróbio de moderada intensidade sugere que o HIIT foi o responsável pela melhora da pressão arterial e da rigidez arterial. Essa superioridade do HIIT pode ser, ao menos em parte, atribuída à necessidade constante de ajuste dos vasos sanguíneos durante o exercício intervalado", avalia Emmanuel Ciolac, professor da FC-Unesp e coautor do artigo.

Durante a execução de exercícios de alta intensidade, a frequência cardíaca e o volume sistólico (quantidade de sangue que sai do coração a cada batimento) aumentam, explica o pesquisador. Geralmente, esse aumento é proporcional à intensidade do exercício e, por consequência, artérias e vasos menores precisam se ajustar (vasodilatação) para receber o maior fluxo sanguíneo. Da mesma forma, no período menos intenso do treinamento intervalado, também chamado de recuperação, ocorre a redução da vasodilatação para se ajustar ao menor volume de sangue que sai do coração.

"Nossa hipótese é que o principal mecanismo por trás da melhora da rigidez arterial esteja associado com a constante necessidade de ajuste dos vasos, produzindo mais ou menos substâncias vasodilatadoras, durante os períodos de alta intensidade e recuperação do exercício intervalado", diz o pesquisador à Agência FAPESP.

Políticas públicas

É importante destacar que mulheres idosas e de baixa renda formam um dos grupos mais vulneráveis para doenças cardiovasculares. Portanto, os autores acreditam que os resultados do estudo, indicando benefícios de um programa de exercícios de baixo custo, podem ter reflexos importantes no bem-estar dessa população e na formulação de políticas públicas para a prevenção e redução de doenças cardiovasculares.

"Esperávamos que o treinamento combinado de HIIT e fortalecimento muscular trouxesse mais benefícios cardiovasculares, pois estamos realizando, nos últimos dez anos, estudos parecidos com outras populações de risco [obesos e diabéticos, por exemplo] e essa combinação mostrou-se sempre muito benéfica para parâmetros cardiovasculares e metabólicos. Mas o que mais nos surpreendeu foi a manutenção da melhora da rigidez arterial mesmo após três meses de interrupção dos treinamentos. Pode-se dizer que o treinamento reduziu o envelhecimento vascular dessas mulheres", destaca o pesquisador.

Como explica Ciolac, a rigidez arterial tende a potencializar o risco para doenças cardiovasculares. "Uma redução de 7 mmHg da pressão sistólica é algo bem substancial, pois diminui bastante o risco de essas mulheres virem a apresentar um evento cardíaco ou acidente vascular cerebral. A rigidez arterial é considerada o principal marcador de envelhecimento vascular e é uma variável importantíssima para a própria elevação da pressão sistólica", explica.

O pesquisador ressalta que estudos anteriores de seu grupo mostraram que o HIIT não apresenta riscos para hipertensos, indivíduos obesos, diabéticos ou populações clínicas em geral. "O indicado apenas é fazer uma avaliação prévia para confirmar que o indivíduo não tem contraindicação para a sua prática, como um elevado risco de enfarte, por exemplo. Mas, no geral, se trata de uma modalidade muito segura", afirma Ciolac.

O artigo Superior effect of long-term community-based high-intensity interval training on cardiovascular and functional parameters in low-income older women pode ser lido em: https://academic.oup.com/eurjpc/advance-article-abstract/doi/10.1093/eurjpc/zwae200/7691592?redirectedFrom=fulltext.

Fonte:  Agência FAPESP

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terça-feira, 30 de julho de 2024

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imagem: arquivo / reprodução

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Ministério da saúde confirma primeiras mortes por febre oropouche no Brasil

imagem: Marcello Casal Jr / Agência Brasil / reprodução

***Casos de óbitos em mulheres jovens na Bahia alertam para aumento expressivo de 766,6% nos registros da doença em 2024, destacando a necessidade de prevenção e vigilância.



O Ministério da Saúde confirmou na última quinta-feira (25) duas mortes por febre oropouche no país. Até o momento, não havia relato na literatura científica mundial sobre a ocorrência de óbito pela doença, informou a pasta, em nota. As mortes são de mulheres que viviam no interior da Bahia, tinham menos de 30 anos de idade, sem comorbidades, e apresentavam sinais e sintomas semelhantes ao de dengue grave. Neste ano, o país já registrou 7.236 casos, uma alta de 766,6% em relação ao acumulado de 2023. Em nota ao portal  Brasil 61, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou os  óbitos e destacou as medidas de prevenção.

"Por ser transmitida por um mosquito - o maruim ou mosquito palha, as medidas de  prevenção, a exemplo do uso de repelente, podem ser  adotadas pelos indivíduos."

Entenda a Febre Oropouche

A febre oropouche é uma infecção causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense, transmitida principalmente pelo mosquito Culicoides paraenses, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, na região amazônica. Em locais silvestres, outros insetos como o Coquilletti diavenezuelensis e o Aedes serratus podem disseminar o patógeno. Já em áreas urbanas, onde a circulação do vírus é menos comum, o mosquito Culex quinquefasciatus também atua como um vetor.  Karina Martins, médica infectologista faz um alerta sobre a oropouche.

"Essa virose com alerta epidemiológico tem sintomas muito parecidos com dengue, chikungunya ou zika. Ela é também uma arbovirose, ou seja, transmitida por artrópodes como os mosquitos ou carrapatos, só que o mosquito da febre do oropouche é um mosquito diferente, é um mosquito chamado mosquito culicoides paraenses, conhecido como maruim ou mosquito pólvora. Também o mosquito culex pode ser transmissor em ambientes urbanos".

Os sintomas da febre oropouche incluem febre alta, dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares, e em alguns casos, manifestações hemorrágicas. Os sintomas costumam aparecer de 4 a 8 dias após a picada do mosquito infectado. Karina Martins explica as diferenças dos sintomas.

"Então, a maioria das pessoas têm aqueles sintomas como febre, dor de cabeça, dor no olho ou até dor atrás dos olhos, algum "rash" cutâneo, vermelhidão cutânea. Esses sintomas são muito parecidos, né, com as outras arboviroses. O que costuma aí diferenciar é essa recuperação mais lenta, que pode durar várias semanas, e cerca de 60% desses pacientes com oropouche podem apresentar recidiva. Então, depois de uma, duas semanas de cura da febre, volta a recidivar com febre.

Prevenção e Tratamento

A prevenção da febre oropouche envolve medidas para evitar a picada dos mosquitos vetores, como o uso de repelentes, roupas de manga longa e instalação de telas em portas e janelas. Além disso, é crucial eliminar focos de água parada que possam servir de criadouro para os mosquitos. A médica Karina Martins explica sobre os tratamentos.

"Não temos um tratamento específico para essa doença, não temos vacina, não temos remédio específico para essa virose, os cuidados então se baseiam em sintomáticos e as medidas de prevenção contra o mosquito. Sintomáticos, são usados analgésicos, antitérmicos e, principalmente, repouso e hidratação. Muito importante manter a hidratação adequada, é o principal fator para a recuperação do paciente. Explica

Pacientes com sintomas graves devem ser hospitalizados para monitoramento e cuidados intensivos.

Grupos de Risco

Embora qualquer pessoa possa ser infectada pelo vírus, os grupos mais vulneráveis incluem crianças, idosos e pessoas com sistemas imunológicos comprometidos. Karina faz um alerta sobre essa virose.

"Fique atento a essa nova virose que tem sintomas aí muito parecidos com dengue e chikungunya. Para fazer esse diagnóstico diferencial é necessário uma notificação desses casos e envio para vigilância epidemiológica para poder fazer testes, pois não temos esses testes disponíveis ainda em laboratório particular".

A rápida identificação e tratamento dos casos são essenciais para prevenir complicações e óbitos.

Reportagem: Mireia Vitoria

Fonte:  Br 61

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Apenas 5% dos aposentados conhecem senha do aplicativo Meu INSS

imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil / reprodução

***Dados da Assessoria Previdenciária do Brasil (APB) mostram que a quase totalidade dos aposentados desconhece as próprias informações previdenciárias, como a senha de acesso ao app Meu INSS.



Dados da Assessoria Previdenciária do Brasil (APB) revelam que 95% dos aposentados e pensionistas desconhecem suas informações previdenciárias. Apenas 5% dessas pessoas sabem suas senhas de acesso ao aplicativo Meu INSS –  utilizado para acessar os serviços do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No aplicativo Meu INSS o beneficiário pode acessar dezenas de serviços, extratos e informações previdenciárias, como o valor do benefício, espécie e número do benefício no INSS, bem como informações sobre o banco responsável pelo pagamento. A ferramenta do governo federal pode ser acessada pelo computador, pelo site, ou pelo celular – cujo aplicativo é compatível com dispositivos com sistemas Android e iOS.

O advogado fundador do Instituto Previdência e Cidadania, de Brasília (DF), Felipe Bocayuva, aponta quais são os prejuízos da falta de conhecimento da senha do Meu INSS e avalia que a desinformação sobre esse dado fragiliza o acesso às informações do próprio aposentado ou pensionista.

"Os prejuízos de não conhecer os próprios dados, os próprios acessos, as próprias situações, são o bloqueio, o impedimento dessa pessoa desse aposentado em conseguir acessar suas informações, em conseguir ter acesso e se empoderar das informações que são dele mesmo, dessa própria pessoa", diz Bocayuva.

Felipe Bocayuva destaca que saber a senha do Meu INSS contribui para o beneficiário acessar os serviços ofertados pelo INSS de casa, sem precisar se locomover às agências credenciadas.

"Saber a senha e saber o login do sistema Meu INSS é extremamente importante, justamente para que o segurado ou o aposentado, o usuário do INSS tenha acesso aos serviços do INSS primeiramente e, ainda, ter acesso aos seus próprios documentos, carta de concessão de aposentadoria, carta de concessão do seu benefício, o seu extrato de contribuições previdenciárias, simulações de benefício, solicitações de atualizações de cadastro, prova de vida à distância, da sua própria casa, do seu próprio lar, a todo aparato, a todo conglomerado de serviços do INSS", ressalta Bocayuva.

O especialista aponta que as dificuldades com as novas tecnologias podem distanciar os aposentados do acesso ao Meu INSS, porém, segundo ele, confiar os dados a uma pessoa de confiança é uma alternativa. É o caso de Maria das Dores Anselmo, aposentada, de 64 anos, de Brasília (DF), cujos filhos quem acessam a plataforma quando ela precisa.

"Eu não sei o a senha do Meu INSS, mas os meus filhos sabem. Quando eu preciso entrar no aplicativo eles entram para mim, porque eu não sei muito ainda mexer nessa tecnologia, estou tentando aprender, então eles fazem isso para mim", conta a aposentada.

Como acessar o app Meu INSS e recuperar a senha
O acesso ao Meu INSS é feito por meio do cadastro da conta gov.br. O interessado deve fazer login no site, informando o número de CPF e a senha criada anteriormente. Caso não lembre a senha, Felipe Bocayuva explica que a recuperação dos dados previdenciários pode ser feita  em alguma agência do INSS ou no próprio site.

No site (meu.inss.gov.br) ou no aplicativo Meu INSS, o usuário deve clicar em "esqueci minha senha". Após isso, deve acessar a loja de aplicativos e baixar o aplicativo "gov.br". Em seguida, ainda no celular, abrir o aplicativo e clicar no botão "Ler QR code" na tela inicial. Depois disso, no computador, é necessário clicar no botão "Gerar QR code" e fazer a leitura utilizando o leitor de QR code do aplicativo no celular. Depois, é só seguir os procedimentos indicados e recuperar a senha.

Prevenção contra golpes e fraudes
A advogada especialista em direito previdenciário, Vivian Mendes, de Santos (SP), pontua que outro risco de não saber o login do aplicativo Meu INSS é de o usuário ser vítima de empréstimos feitos por terceiros.

"Os prejuízos de não conhecer os dados previdenciários em relação às pessoas que já são aposentadas e pensionistas, está basicamente em poder sofrer algum empréstimo consignado, em ter os seus dados vazados para utilização em abertura de contas, financiamentos, alguma coisa nesse sentido, utilizando-se os dados que estão disponíveis na plataforma do meu INSS", salienta Vivian Mendes.

Ela reforça a importância de se ter cuidado com os próprios dados previdenciários, já que um dos golpes mais comuns contra aposentados é o empréstimo consignado. Inclusive, por meio do INSS é possível acessar os extratos de pagamento.

"Se esse empréstimo tiver uma parcela pequena de desconto, às vezes a pessoa nem percebe que vem sendo descontado no seu benefício. Quando vai ver detalhadamente é que verifica a existência de um empréstimo consignado, que não foi por ela requerido. Então, esse é o principal golpe, o principal prejuízo que a gente vê em relação aos aposentados", afirma Mendes.

Reportagem: Bianca Mingote

Fonte:  Br 61

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G20 - Taxação de grandes fortunas pode ajudar na redução do risco de desastres

imagem: Márcio Pinheiro/MIDR / reprodução

***No primeiro encontro presencial do Grupo de Trabalho de Redução do Risco de Desastres do G20, no Rio de Janeiro, o ministro Waldez Góes anunciou um novo sistema de alertas para o Brasil.



Com foco principal no combate às desigualdades para a redução das vulnerabilidades, a cerimônia de abertura do primeiro encontro presencial do Grupo de Trabalho de Redução do Risco de Desastres (GTRRD) do G20, nesta segunda-feira (29), no Rio de Janeiro, foi feita pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, com discussões sobre a importância de financiamento, especialmente em infraestrutura resiliente e alertas precoces. Uma possibilidade seria a destinação de parte dos recursos arrecadados com a implementação do imposto sobre grandes fortunas, que, no Brasil, tem previsão constitucional.

De acordo com o ministro Waldez Góes, as ações de proteção e defesa civil precisam de recursos, especialmente de recuperação e prevenção. "Nós fazemos coro para taxar as grandes fortunas, os mais ricos no mundo inteiro, e destinar parte dos recursos para essa agenda", afirmou.

No início da cerimônia, o ministro cumprimentou os representantes dos países membros do G20 e ressaltou a importância do grupo de trabalho, coordenado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), com apoio do Ministério das Cidades. "Diante dos desafios globais atuais, associados aos eventos adversos das mudanças climáticas, o grupo trata de um tema urgente para todos os países. O assunto demanda uma cooperação internacional muito articulada e efetiva", disse.

Waldez Góes também informou que o Brasil tem mais de dez milhões de pessoas vivendo em áreas de risco elevado ou muito elevado, o que tornou o combate às desigualdades para a redução das vulnerabilidades a principal prioridade do grupo. "Não tenho dúvidas de que cada país aqui representado vivencia situações parecidas. Sem olhar para essas pessoas não vamos ser efetivos na promoção da redução do risco de desastres. Abordar a desigualdade e a vulnerabilidade está no centro da redução do risco de catástrofes. Para garantirmos que a vulnerabilidade da maioria da população em risco seja abordada, precisamos reorientar a forma como são feitos os financiamentos e os investimentos, direcionando esforços e recursos para as infraestruturas, sistemas de alertas precoces, recuperação, reabilitação e desenvolvimento sustentável", acrescentou.

O ministro do MIDR, Waldez Góes, abre o primeiro dia de reuniões presenciais Grupo de Trabalho de Redução do Risco de Desastres do G20.(Fotos: Márcio Pinheiro)

Waldez Góes mencionou, ainda, o lançamento de bases para uma aliança global contra a fome e a pobreza, feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva recentemente. "A iniciativa global de combate às desigualdades sociais dialoga diretamente com a prioridade transversal do nosso grupo de trabalho", completou o ministro, destacando que o Brasil sedia uma cúpula do G20 pela primeira vez, com três eixos prioritários: promoção da inclusão social e a luta contra a fome e a pobreza, avanço do desenvolvimento sustentável (social, econômico e ambiental), incluindo a transição energética, e a busca por reforma nas instituições de governança global.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, destacou que o evento é a oportunidade que os países têm de avançar nas discussões e aprofundar o compromisso com a redução do risco de desastres. "Juntos podemos transformar os eixos prioritários em ações concretas que protejam nossas populações", concluiu.

Presidente do G20 em 2023, a Índia estava representada na cerimônia com a presença do integrante da Agência Nacional de Gestão de Desastres, Krishna Vatsa, que comemorou os avanços da Índia durante a presidência no ano passado e agradeceu ao Brasil pelo trabalho exercido até o momento. "O Brasil enfrenta essa tarefa com muita energia, entusiasmo e comprometimento. O tema da redução das desigualdades e vulnerabilidades apresentado garante que ninguém fique para trás e entendemos a importância dessa prioridade. Nessa era de eventos climáticos extremos, os países precisam se unir, temos que pensar na criação de um futuro melhor para os nossos filhos. Vamos continuar trabalhando juntos", disse Krishna Vatsa.

Representando a África do Sul, próximo país a presidir o G20, a diretora-adjunta do Centro Nacional de Gestão de Desastres, Pumeza Tyali, também agradeceu ao governo brasileiro e as contribuições de todos os países membros. Pumeza ainda alertou para o fato de que os desastres aumentam as desigualdades. "Diante disso, essa discussão é mais urgente do que nunca. Nossa abordagem também destaca medidas mais inclusivas, tendo em vista que os desastres não respeitam fronteiras. É essencial que a gente continue falando sobre isso para que se torne algo concreto", acrescentou.

O chefe-adjunto de processos intergovernamentais do Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres (UNDRR), Abhilash Panda, falou sobre o impacto dos desastres. "O aumento dos desastres aumenta a insegurança alimentar, a falta de água e todos os outros desafios que chegam após a ocorrência dos eventos extremos. Precisamos nos atentar a isso", alertou Abhilash.

Com a participação dos países integrantes do G20, a programação do evento contou, ainda, com três sessões de debates. A primeira discutiu o combate às desigualdades para a redução das vulnerabilidades, e a segunda teve como tema as infraestruturas resilientes aos desastres e as mudanças climáticas. Por fim, a terceira sessão debateu a recuperação inclusive e resiliente.

Novo sistema de alertas e Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil

Na cerimônia, o ministro Waldez Góes anunciou, também, para os próximos dias, o lançamento da ferramenta Defesa Civil Alerta, tecnologia inovadora no Brasil para a emissão de alertas e com grande impacto no salvamento de vidas.

Além disso, comprometido com o tema da redução do risco de desastres, o MIDR busca promover políticas de contingência e prevenção. A elaboração do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, com lançamento previsto para setembro, é uma das ações em andamento da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e tem como objetivo tornar as cidades  mais resilientes e preparadas para enfrentar fenômenos climáticos. "O plano vai ajudar na resposta rápida e eficaz das cidades", destacou o ministro Waldez Góes.

Prioridades do Grupo de Trabalho de Redução do Risco de Desastres

  • Combater as desigualdades e reduzir as vulnerabilidades;
  • Cobertura global dos sistemas de alerta precoce;
  • Infraestruturas resilientes a catástrofes e às alterações climáticas;
  • Estratégias de Financiamento para Redução do Risco de Desastres;
  • Recuperação, Reabilitação e Reconstrução em Caso de Desastres;
  • Soluções baseadas na natureza.

As prioridades foram muito bem recebidas pelos países membros do G20 e estados convidados para a primeira reunião virtual do grupo de trabalho, ocorrida em fevereiro deste ano. Na reunião presencial desta segunda-feira (29), o conceito do combate à desigualdade para a redução das vulnerabilidades ganhou mais força, sendo o ponto central dos debates e assumindo sua transversalidade e importância no tema da redução do risco de desastres.

Presidência do Brasil

Desde 1º de dezembro de 2023, o Brasil assumiu, pela primeira vez, a presidência do G20 e colocou na pauta prioridades como a reforma da governança global, as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) e o combate à fome, pobreza e desigualdade.

A logomarca da presidência brasileira, com as cores das bandeiras dos países-membros, destaca o dinamismo e multilateralismo com que o Brasil aborda as questões mundiais.

Com o slogan "Construindo um mundo justo e um planeta sustentável", a atual presidência traz o compromisso e o desejo do Brasil em promover o desenvolvimento econômico e social global.

G20
 
 O Grupo dos Vinte, o G20, nasceu após uma sequência de crises econômicas mundiais. Em 1999, países industrializados criaram um fórum para debater questões financeiras. Em 2008, no auge de mais uma crise, o grupo teve a primeira reunião de cúpula com chefes de Estado e, desde então, não parou de crescer no âmbito das discussões sobre estabilidade econômica global.

Com presidências rotativas anuais, o G20 desempenha papel importante nas grandes questões econômicas internacionais.

Atualmente, além de 19 países dos cinco continentes (África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia), integram o fórum a União Europeia e a União Africana. O grupo agrega dois terços da população mundial, cerca de 85% do PIB global e 75% do comércio internacional.

A agenda do G20 inclui outros temas de interesse da população mundial, como comércio, desenvolvimento sustentável, saúde, agricultura, energia, meio ambiente, mudanças climáticas e combate à corrupção.

Reportagem: Br 61


Fonte:  MIDR (Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional).

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Rio de Janeiro recebe a maior conferência nacional de usuários e produtores de dados

imagem:  IBGE / reprodução

***Evento promovido por meio de parceria do IBGE com a UERJ vai de segunda (29) a sexta (2) e reúne especialistas em tecnologia, acadêmicos e gestores públicos do Brasil e do exterior.



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) promove entre os dias 29 de julho a 2 de agosto a maior Conferência Nacional do Agentes Produtores e Usuários de dados. A edição, que tem como tema "Soberania Nacional em Geociências, Estatísticas e Dados: riscos e oportunidades do Brasil na Era Digital", reúne especialistas na área - de empresas de tecnologia, gestores e empresas públicas de dados a acadêmicos e estudantes.

O evento será feito em parceria com a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e vai reunir 500 técnicos e 100 palestrantes do Brasil e do exterior, divididos em seis mesas temáticas e 23 grupos de trabalho. Serão cinco dias de apresentações inéditas, com a participação de representantes de órgãos governamentais de mais de 100 instituições de pesquisas, tanto nacionais quanto internacionais. Tudo isso concentrado no Campus Maracanã da UERJ. Todo o evento terá transmissão online pelo site ibge.gov.br.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas tanto para participação presencial quanto remota, por meio do site da Conferência pelo endereço eventos.ibge.gov.br/conferencia-soberania-nacional.

Reportagem: Lívia Braz

Fonte:  Br 61

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