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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

5G avança para mais 506 municípios brasileiros

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***A partir de segunda-feira (5), as operadoras que adquiriram os lotes na faixa de 3,5 GHz poderão solicitar o licenciamento e ativação de estações de 5G, informa Anatel.



Mais 506 municípios brasileiros terão o sinal 5G disponibilizados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A partir de segunda-feira (5), a entidade, que é vinculada ao Ministério das Comunicações, vai liberar o sinal de internet para todas as operadoras prestadoras que adquiriram os lotes na faixa de 3,5 GHz. Com essa liberação, serão 4.808 os municípios com o sinal disponível para utilização por estações do 5G standalone – em sua maior potencialidade – o que corresponde a pouco mais de 92% da população do Brasil.

O advogado especialista em direito digital Mário Paiva comemora essa expansão. Para ele, a chegada da rede 5G é um marco significativo no cenário da comunicação e representa um avanço exponencial no setor tecnológico. Mas ele revela algumas preocupações.

"A tecnologia 5G ainda tem muitos desafios, como o estrutural e o tecnológico. Existe ainda a necessidade de um incentivo maior do governo através de obras públicas, obras de inclusão do chamado apartheid digital. Ou seja, as pessoas com maiores condições têm mais tecnologia e mais condições estruturais de acessar a tecnologia 5G que gera receita, gera renda e gera riqueza para aqueles que têm acesso, em detrimento das pessoas mais humildes, que não conseguem nem sequer ter acesso à internet, que dirá a internet 5G", observa.

A capital federal do Brasil e sede do governo do Distrito Federal, Brasília, foi a primeira a ter faixa de 3,5GHz liberada para o 5G, em 6 de julho de 2022. Conforme o edital, que fixou as regras da licitação realizada no final de 2021, foram estabelecidos compromissos para que todas as cidades do país tenham sinal 5G em plenitude até 2030. A meta é alcançar 100% dos municípios com população inferior a 30 mil habitantes até 31 de dezembro de 2029.

De acordo com a agência, atualmente todas as cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes têm pelo menos uma operadora que oferece o sinal. Segundo o superintendente de outorgas da Anatel Vinicius Caram, existe a expectativa de que todos os municípios estejam cobertos com a nova rede móvel até a última fase. No entanto, ele acredita que é preciso mais esforços para que isso aconteça.

"Temos desafios para que as cidades, todas as cidades, não só as 600, sejam contempladas e adensadas para ter 100% de cobertura, mas para que as operadoras possam ativar e manter esse ritmo de ativação de investimentos no país para ter retornos e que os 5.570 municípios venham a ter essa tecnologia o quanto antes", salienta.

Municípios atendidos

Conforme a Anatel, ao todo, 19 unidades da federação serão contempladas: Acre (AC), Alagoas (AL), Amazonas (AM), Amapá (AP), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso do Sul (MS), Paraíba (PB), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rondônia (RO), Roraima (RR), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), Sergipe (SE), São Paulo (SP) e Tocantins (TO), com todos os municípios liberados.

Veja aqui a lista completa com os municípios.

No entanto, a liberação da faixa não significa que redes do 5G serão instaladas de imediato nas localidades. De acordo com o órgão, a instalação vai depender do planejamento individual de cada prestadora.

Dos 506 municípios que terão o sinal liberado, 33 têm entre 30 mil e 100 mil habitantes e 473 possuem menos de 30 mil moradores. Entre as cidades contempladas, 242 estão em Minas Gerais, 132 no Piauí, 54 no Rio Grande do Norte, 28 no Mato Grosso do Sul, 15 no Ceará, 10 em Mato Grosso, 9 em Pernambuco e 8 na Bahia e no Pará.



Sinal para TV aberta

Quem recebe as transmissões pela antena parabólica precisa adaptar o equipamento para evitar eventuais interferências com o 5G, conforme as diretrizes do edital do 5G, em que a Entidade Administradora de Faixa (EAF) já iniciou a migração da recepção do sinal de televisão aberta. No Rio Grande do Sul, esta adaptação será gratuita, informa a agência.

Mais de 3,35 milhões de kits de recepção de TV aberta na banda Ku já foram instalados. A Entidade Administradora de Faixa (EAF) e tem capacidade para instalar cerca de 10 mil kits por dia.

Inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) podem solicitar o kit gratuito para a adaptação do equipamento à Siga Antenado, nome fantasia da EAF. Mais informações podem ser obtidas no site www.sigaantenado.com.br ou pelo telefone 0800-729-2404.

Reportagem: Lívia Azevedo

Fonte:  Br 61

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Abertura de conferência nacional reúne cerca de 1,2 mil pessoas em Brasília

imagem: Equipe de coordenação da conferência com o presidente Lula: abertura teve 1,2 mil participantes presenciais e cerca de 4,8 mil on-line (foto: Léo Ramos Chaves / Revista Pesquisa Fapesp) / reprodução

***Evento vai agregar sugestões para um plano nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.




FAPESP – Começou na tarde de terça-feira (30/07) a 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), que vai discutir e compilar sugestões para um plano nacional para os próximos dez anos. Mais de 1,2 mil pessoas participaram presencialmente da abertura do evento, que reuniu autoridades, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e gestores públicos, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília. Outras 4,8 mil assistiram à sessão pela internet.

O coordenador da conferência, o ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação Sergio Machado Rezende, destacou a mobilização promovida por 221 eventos preparatórios: foram 29 conferências temáticas, 27 estaduais, 14 municipais e 157 conferências livres, convocadas de forma espontânea, sem a intermediação do evento nacional. "Esses eventos tiveram a participação expressiva e surpreendente de quase 100 mil pessoas. A nossa comunidade está motivada", afirmou.

As recomendações reunidas pelas conferências preparatórias, tanto as feitas por escrito como aquelas resultantes de mais de 4 mil horas de debates, foram processadas e sintetizadas com a ajuda de um software de inteligência artificial e organizadas pelo subcomitê de sistematização do evento. O trabalho resultou, segundo Rezende, em dois e-books, que ajudarão a nortear as discussões no evento. A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou a retomada em investimentos federais no setor desde o ano passado e a mobilização da comunidade científica para discutir uma nova estratégia nacional. "A ciência voltou", disse, após declarar aberta a conferência.

A biomédica Jaqueline Goes de Jesus lembrou que os avanços científicos têm sido cruciais para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Ela foi uma das coordenadoras da equipe que sequenciou o genoma do vírus SARS-CoV-2 dois dias após a identificação do primeiro caso da doença no Brasil, em fevereiro de 2020, quando estava em um estágio de pós-doutorado, com bolsa da FAPESP, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisadora destacou que investimentos generosos, agilização de processos burocráticos e concentração de esforços contra a COVID-19 permitiram que o mundo saísse da emergência sanitária em um tempo surpreendentemente curto. "Se quisermos, por meio da ciência e da inovação, podemos reduzir a zero ou próximo a zero todas as disparidades que encontramos no país, seja no campo social, econômico ou político", afirmou.

A bioquímica Helena Nader, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), falou em nome do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCT), órgão consultivo da Presidência da República composto por ministros, cientistas e gestores, que aprovara, no dia anterior, o esboço do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), entregue ao presidente da República durante o evento. O plano prevê R$ 23 bilhões de investimentos, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de recursos privados aplicados como contrapartida a investimentos públicos.

O plano propõe, entre outras medidas, a expansão do supercomputador Santos Dumont, do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) em Petrópolis (RJ), e a criação de uma infraestrutura nacional de armazenamento de dados em nuvem que funcione como alternativa aos repositórios de grandes empresas de tecnologia. Os investimentos seriam detalhados em outro evento da conferência e o plano ainda vai ser discutido em uma reunião ministerial, que deve acontecer na próxima semana.

O presidente Lula elogiou o esforço do CCT na produção do plano. "O Brasil tem uma base intelectual respeitada no mundo. O país não pode criar seu mecanismo, em vez de ficar esperando que a inteligência artificial venha da China, da Coreia e do Japão?", indagou o presidente, que há cerca de um ano lançou um desafio para que os pesquisadores brasileiros se debruçassem sobre os desafios do país com a inteligência artificial. Ele destacou a importância de oferecer para a sociedade bancos de dados nacionais acessíveis que conversem entre si.

O tema da 5ª CNCTI, que vai até amanhã (01/08), é Ciência, Tecnologia e Inovação para um Brasil Justo, Sustentável e Desenvolvido. O evento terá mais de 50 sessões de debates, além de sete plenárias. A previsão é de que receba até 2.200 participantes por dia, além de mais de 2 mil virtuais.

Mais informações em: https://5cncti.org.br/


Fonte:  Fabrício Marques, de Brasília | Revista Pesquisa

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FPM - Municípios de São Paulo receberam mais de R$ 538,8 milhões

imagem: Br 61 / reprodução

***O valor foi distribuído entre as prefeituras do estado e corresponde à parcela do terceiro decêndio do mês de julho de 2024.



Os municípios de São Paulo receberam nesta terça (30) mais de R$ 538,8 milhões referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Esse valor foi distribuído entre as prefeituras do estado e corresponde à parcela do terceiro decêndio do mês de julho de 2024.

A capital São Paulo recebeu R$ 13.053.621,65. Entre os municípios do estado que receberam as maiores quantias também estão Americana, com R$ 2.300.434,16, Franco da Rocha, com R$ 2.282.963,34, Santa Rita do Passa Quatro, com R$ 2.185.414,82 e Jaú, com R$ 2.168.248,93.

Por outro lado, cidades como Adolfo, Águas da Prata, Arealva e Bento de Abreu receberam os menores valores, de R$ 345.063,28, cada.

O recurso total do FPM destinado aos municípios brasileiros foi de R$ 4,2 bilhões neste decêndio — valor 15% maior que no mesmo período de 2023. Com relação à parcela de junho, houve redução de 11%. Números que confirmam o que o FPM vem mostrando ao longo de todo o ano, como explica o assessor de orçamento Cesar Lima.

"É um bom número, confirma a trajetória de que esse ano será melhor do que o ano passado e traz boas notícias para os gestores", explica.


Veja no mapa os valores repassados ao seu município:


 

FPM

Os recursos do FPM fazem parte do dinheiro arrecadado pela União, por meio de impostos, e são repassados, a cada dez dias, a todas as prefeituras do país. São feitas transferências de dinheiro aos municípios por volta dos dias 10, 20 e 30 de cada mês. Caso a data caia num sábado, domingo ou feriado, o repasse é feito no primeiro dia útil anterior.

Na composição estão 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. O FPM é fundamental para as cidades, explica Lima.

"O FPM para alguns municípios — principalmente para os menores — é a principal fonte de receita. Hoje, sem o FPM, os municípios poderiam ficar praticamente sem condições de funcionar."

De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a distribuição dos recursos é feita de acordo com o número de habitantes, conforme a Lei 5172/66 (Código Tributário Nacional) e o Decreto-Lei 1881/81.

Reportagem: Carol Castro

Fonte:  Br 61

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PREVISÃO DO TEMPO - quinta-feira (1°) com alerta para baixa umidade em São Paulo

imagem: Br 61 / reprodução

***A temperatura pode variar entre 7ºC e 33ºC.



Nesta quinta-feira (1°), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para perigo potencial de baixa umidade em Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Araçatuba, Marília, Bauru, Assis e Araraquara.

O dia começa com chuvas brandas no litoral sul e Itapetininga. Durante a tarde, há variação entre nuvens e sem chuvas em todo o estado. À noite, há possibilidade de chuva no litoral sul, vale do paraíba e  macro metropolitana paulista.

A temperatura mínima fica em torno de 7°C, em Campos do Jordão, e a máxima prevista é de 33ºC, em Teodoro Sampaio. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

Reportagem: Sophia Stein

Fonte:  Br 61

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quarta-feira, 31 de julho de 2024

Fim da pandemia de AIDS até 2030 exige mais investimentos e proteção dos direitos humanos

imagem: arquivo / reprodução / As lideranças mundiais se comprometeram a reduzir as novas infecções anuais para menos de 370 mil até 2025, mas, em 2023, houve 1,3 milhão de novas infecções, número mais de três vezes superior ao estabelecido, aponta relatório global do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançado nesta terça (22).

***Relatório divulgado na terça-feira (22-07-2024) pelo UNAIDS mostra que a humanidade se encontra em um momento crítico que determinará se as lideranças mundiais cumprirão seu compromisso de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030.


O relatório "A Urgência do Agora: A AIDS Frente a Uma Encruzilhada" reúne novos dados e estudos de caso que demonstram como as decisões e escolhas políticas tomadas pelas lideranças mundiais este ano vão determinar o destino de milhões de vidas - e se a pandemia mais mortal do mundo será superada.

Embora o fim da AIDS esteja ao nosso alcance ainda nesta década, o mundo está fora do caminho. Globalmente, das 39,9 milhões de pessoas vivendo com HIV, quase um quarto delas (9,3 milhões), não estão recebendo o tratamento que salva vidas. Como consequência, por minuto, uma pessoa morre por causas relacionadas à AIDS.  

As lideranças mundiais se comprometeram a reduzir as novas infecções anuais para menos de 370 mil até 2025, mas, em 2023, houve 1,3 milhão de novas infecções, número mais de três vezes superior ao estabelecido. E agora, com cortes nos recursos e um aumento na oposição aos direitos humanos colocam em risco o progresso já alcançado.
Legenda: Houve, em 2023, 1,3 milhão de novas infecções por HIV ao redor do mundo, número mais de três vezes superior à meta estabelecida em 2015.

A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, reforça que as lideranças mundiais prometeram acabar com a pandemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 e elas podem cumprir essa promessa.

    "Mas, para isso, é preciso que elas garantam que a resposta ao HIV tenha os recursos necessários e que os direitos humanos de todas as pessoas sejam protegidos. A atuação decidida das lideranças pode salvar milhões de vidas, prevenir milhões de novas infecções por HIV e garantir que todas as pessoas vivendo com HIV possam ter vidas saudáveis e completas".

O relatório conclui que, se forem tomadas as ações ousadas necessárias agora para garantir recursos suficientes e sustentáveis e proteger os direitos humanos, o número de pessoas vivendo com HIV que necessitarão de tratamento vitalício será de cerca de 29 milhões até 2050. Caso seja tomado o caminho errado, entretanto, o número de pessoas que precisarão de suporte vitalício aumentará para 46 milhões (comparado aos 39,9 milhões em 2023).
 
Acesso ao tratamento que salva vidas

O relatório do UNAIDS mostra um progresso contínuo, embora mais lento, na distribuição de medicamentos para pessoas vivendo com HIV, com mais de 75% das pessoas em tratamento antirretroviral (30,7 milhões). Em 2010, a cobertura de tratamento era de apenas 47%.   

A expansão do acesso ao tratamento do HIV é uma conquista histórica de saúde pública que reduziu pela metade as mortes relacionadas à AIDS desde 2010 – de 1,3 milhão para 630 mil em 2023. No entanto, o mundo está fora do caminho para atingir a meta de 2025 de reduzir as mortes relacionadas à AIDS para menos de 250 mil.

Embora tenha sido feito um grande progresso na prevenção de novas infecções por HIV, que caíram 39% globalmente desde 2010 e 59% na África Oriental e Austral, o relatório do UNAIDS mostra que novas infecções por HIV estão aumentando em três regiões: Oriente Médio e Norte da África, Europa Oriental e Ásia Central, e América Latina. As lacunas e desigualdades persistem e cobram seu preço.  

O relatório demonstra que os serviços de prevenção e tratamento do HIV só alcançarão as pessoas se os direitos humanos forem respeitados, se leis injustas contra mulheres e contra comunidades marginalizadas forem abolidas e se a discriminação e a violência forem enfrentadas.  

Os cálculos da UNAIDS mostram que, embora 20% dos recursos para o HIV devam ser dedicados à prevenção do HIV para as populações mais afetadas, apenas 2,6% do total de gastos com HIV foram destinados a intervenções para populações-chave em 2023.  

"O enfraquecimento da solidariedade entre e dentro dos países está colocando o progresso em perigo, mas o caminho que acaba com a AIDS é um caminho que foi comprovado e que as lideranças se comprometeram a seguir", ressalta Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.

    "Cumprir esta promessa é uma escolha política e financeira das lideranças. O momento de escolher o caminho certo é agora".

Desigualdade, estigma e discriminação

A desigualdade de gênero está exacerbando os riscos enfrentados por meninas e mulheres e impulsionando a pandemia. A incidência de HIV entre adolescentes e mulheres jovens ainda é muito alta em partes da África Oriental e Austral e da África Ocidental e Central.  

O estigma e a discriminação afetam particularmente comunidades marginalizadas, criando barreiras de acesso aos serviços vitais de prevenção e tratamento de populações-chave, incluindo profissionais do sexo, gays e homens que fazem sexo com outros homens, pessoas trans e pessoas que fazem uso de drogas. Estas populações representam 55% das novas infecções globalmente. Em 2010, essas populações representavam 45%.

Financiamento da resposta ao HIV

No mundo inteiro, o financiamento da resposta ao HIV está diminuindo, impedindo o progresso e levando ao aumento da epidemia em certas regiões. Em 2023, os recursos totais disponíveis para o HIV (US$ 19,8 bilhões) caíram 5% em relação a 2022 e estavam US$ 9,5 bilhões abaixo do valor necessário até 2025 (US$ 29,3 bilhões).

    O financiamento doméstico em países de baixa e média renda – que constituem 59% dos recursos totais para o HIV – está sendo restringido pela crise da dívida e caiu pelo quarto ano consecutivo, com uma queda de 6% de 2022 para 2023.  

É necessário aumentar a mobilização de recursos, especialmente na Ásia e no Pacífico – onde o número de pessoas vivendo com HIV deverá quase dobrar até 2050 – e na Europa Oriental e Ásia Central, América Latina e nas regiões do Oriente Médio e Norte da África, onde as epidemias estão crescendo. Mas a verdade é que o financiamento para o HIV
Legenda: O financiamento doméstico em países de baixa e média renda caiu pelo quarto ano consecutivo, com uma queda de 6% de 2022 para 2023.

O ex-conselheiro científico do Presidente dos EUA, Dr. Anthony Fauci, faz um alerta sobre os muitos desafios que impedem o progresso para o fim da pandemia de AIDS:

    "Devemos fazer tudo o que pudermos para ser continuamente vocais e proativos. O fracasso não é uma opção aqui. Na verdade, é impensável. Se trabalharmos em unidade, alcançaremos nosso objetivo comum. Eu, por exemplo, continuarei a trabalhar com toda a minha força para garantir que, de fato, acabemos com a epidemia de AIDS e imploro a todas as pessoas que se comprometam com o mesmo".  

Para acessar o sumário executivo do relatório em português, clique aqui. Para o relatório completo, em inglês, acesse aqui.

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Contato para imprensa:

    Renato Guimarães, UNAIDS Brasil: brazil@unaids.org

Fonte:  Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil

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Infraestruturas Sustentáveis em Regiões Ambientalmente Sensíveis

imagem: arquivo / reprodução

***Na próxima quarta-feira, dia 07 de agosto, o Brics Policy Center realizará um importante debate no âmbito do G20, sobre oportunidades e desafios para promover a infraestrutura com sustentabilidade ambiental, resiliência climática e inclusão social, com destaque para casos na Panamazônia (Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia). .


Este webinar oferece uma oportunidade para a troca de conhecimento entre os participantes, focando no fortalecimento dos instrumentos de planejamento e processos de tomada de decisão para promover infraestrutura sustentável em áreas ambientalmente sensíveis, incluindo abordagens inovadoras.

 

Os palestrantes também discutirão sobre como as instituições financeiras públicas nacionais e multilaterais, juntamente com investidores privados, podem desempenhar papéis importantes no apoio à construção e implementação de caminhos para uma infraestrutura sustentável, resiliente e inclusiva em regiões ambientalmente sensíveis, incluindo o fortalecimento do planejamento upstream baseado em metodologias inovadoras e participativas.

 

📅 Quarta-feira, 07 de agosto de 2024, 9:30 – 12h30 (horário Brasília, GMT-3)


🗣 Haverá tradução simultânea para inglês, português e espanhol


❕Instituições Organizadoras: BRICS Policy Center/Instituto de Relações Internacionais – PUC-Rio,  GT Infraestrutura e Justiça Socioambiental, Derecho, Ambiente y Recursos Naturales (DAR-Peru) e Cátedra Josué de Castro/IEE/USP, em parceria com o T20/G20.



Fonte:  Grupo de Trabalho T2O 2: Ação climática sustentável e transições energéticas justas e inclusivas;
Subtópico 2.4: Investir em infraestrutura sustentável, inclusiva e resiliente.


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