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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Projeto de Lei visa estabelecer Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos

imagem: arquivo / reprodução

***Iniciativa busca impulsionar a transição energética e a descarbonização da economia brasileira, com benefícios fiscais para mineradoras.



O Projeto de Lei (PL) 2780/2024, apresentado no início de julho pelo deputado federal Zé Silva (Solidariedade-MG), propõe a criação de uma Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) e está gerando debates no setor mineral. Segundo o deputado, a proposta deve atender à crescente demanda por minerais essenciais à transição energética, o que é "fundamental" para a descarbonização da economia global.

A proposta classifica os minerais em duas categorias: críticos e estratégicos. Os minerais críticos são aqueles cuja disponibilidade está em risco, podendo dificultar a transição energética e afetar a segurança nacional. Já os minerais estratégicos são considerados essenciais para a economia e a geração de superávit na balança comercial.

Mais sobre minerais críticos e estratégicos:

  • BNDES e MME lançam fundo de R$ 1 bilhão para minerais estratégicos
  • Minas Gerais pretende atrair R$ 30 bilhões para produção de minerais estratégicos
  • Minerais críticos: "Brasil tem 1/5 das reservas globais de vários minérios"
  • Minerais críticos: Brasil pode ser importante fornecedor para os EU
Transição energética e descarbonização

Júlio Nery, diretor de Sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), explica que o Brasil é um exportador de commodities e que é preciso aproveitar a oportunidade de haver uma maior agregação de valor ao produto.

"Vamos lembrar que esses benefícios fiscais são referentes à incentivos para a inovação tecnológica. É praticamente a extensão da aplicação da Lei do Bem para a indústria de mineração. Então são incentivos para que se aumente a pesquisa tecnológica na produção desses minerais críticos,  essenciais para que se possa ter uma boa transição energética", informa.

Ele destaca que esses minerais críticos são aplicados em baterias, como de veículos elétricos, além de serem necessários para a produção dos geradores de energia eólica e solar.

Vantagens

Frederico Bedran, advogado especialista em mineração, pontua que uma matriz energética limpa dá um diferencial ao país, como na produção de minerais com uma pegada de carbono menor. Ele afirma que é importante colocar o Brasil nesse cenário e que a proposta sinaliza a intenção do governo em fortalecer o setor mineral no Brasil.

"Observamos que em outros países, como Canadá e China, há uma entrada dos governos no maior controle da produção desses bens minerais. Temos uma disputa global por essa nova economia e por esses bens minerais. Hoje, com esse PL que coloca alguns benefícios fiscais para mineração, vejo como fundamental para a contribuição dentro desse processo de colocar o país como um grande fornecedor, não apenas de matérias-primas, mas também de produtos industrializados", completa.

Entre os benefícios fiscais previstos, o projeto inclui a adesão das mineradoras que trabalham com minerais críticos e estratégicos ao regime de incentivos da Lei Federal 11.196/2005, que permite deduções no Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica e a redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Além disso, a proposta sugere a aplicação do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi) no setor mineral.

Faturamento do setor

O balanço semestral do Ibram revelou que o faturamento do setor mineral brasileiro entre janeiro e junho de 2024 alcançou R$ 129,5 bilhões, um aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O minério de ferro continua sendo o grande protagonista, respondendo por 62% do total faturado. As exportações também mostraram um desempenho positivo, somando US$ 21,5 bilhões, com a China sendo o principal destino.

Trâmite

Alexandre Sion, advogado especialista em mineração, explica que o Projeto de Lei nº 2780/2024 foi proposto pelo Deputado Zé Silva em 8 de julho de 2024 e aguarda despacho do Presidente da Câmara dos Deputados.

Ele destaca que em um processo de tramitação de Projeto de Lei é comum serem realizadas diversas alterações do texto original.

"Por isso, ainda é cedo para dizer o que, de fato, vai mudar na prática. Pela redação atual, é esperado que sejam concedidos incentivos para pesquisa, desenvolvimento tecnológico, transformação dos minerais críticos e minerais estratégicos e respectivas cadeias produtivas; o apoio ao licenciamento ambiental, dentre outros aspectos, como a criação de um Comitê de Minerais Críticos e Estratégicos", completa.

Fonte:  Br 61 / Reportagem: Nathália Ramos Guimarães

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Novo ensino médio: secretarias estaduais apontam esforços para cumprir medidas

imagem: Wilson Dias/Agência Brasil / reprodução

***A reforma do ensino médio estabelece que a implementação das regras deve ser a partir de 2025. Secretarias estaduais de educação afirmam estarem em fase de estudos para cumprir medidas e demandas por professores. Especialista avalia que implementação será desafiadora. Texto aguarda sanção presidencial.



À espera da sanção presidencial, o novo ensino médio prevê ampliação da carga horária anual da formação geral básica nas disciplinas tradicionais, como: Português, Matemática, Inglês, Ciências Humanas e da Natureza. Já o espanhol será optativo. O texto atual estabelece que a implementação das regras deve ser a partir de 2025. De acordo com algumas secretarias estaduais de educação, há esforço das unidades para cumprir as medidas no prazo.

O coordenador do Colégio Militar em Brasília e mestre em História Social pela UnB, Isaac Marra, avalia que a implementação das regras a partir do ano que vem será desafiadora, tendo em vista o tamanho do país e a desigualdade entre os municípios.

"Por exemplo, uma infraestrutura desigual, que vai associar o aspecto da carência de algumas escolas com a desigualdade socioeconômica. Muitas escolas estão em uma cidade de baixo nível socioeconômico, o que acaba agravando ainda mais, impossibilitando, em muitos casos, a implementação por falta de recursos e por falta de suporte adequado", avalia Marra.

Para o coordenador, outro aspecto que requer atenção para implementação do novo ensino médio pelas escolas é a adaptação curricular, tendo em vista as 600 horas que devem ser dedicadas aos itinerários formativos – em que o aluno escolhe o que vai estudar.

"Essa montagem de itinerários formativos que dependerá de diretrizes nacionais e das especificidades locais. Essa flexibilidade, embora benéfica, pode criar um excesso de diversificação, aumentando a complexidade. Especificar tanto o elemento regional do processo curricular que acaba dificultando essa conexão com âmbito nacional, sobretudo a perspectiva de, a partir de 2027, o Exame Nacional do Ensino Médio cobrar e ter questões associadas aos itinerários formativos e não apenas à formação geral básica", destaca Marra.

Entenda os itinerários formativos

O novo ensino médio estabelece que os itinerários serão divididos em linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas.

Pela legislação atual, a elaboração dos itinerários formativos é de competência do Ministério da Educação (MEC). Já a reforma prevê que os itinerários serão elaborados pelo Conselho Nacional de Educação – que deverá ser composto por membros da sociedade civil indicados pelo MEC. Para a rede pública, a regra é que as secretarias de Educação estabeleçam a quantidade de itinerários a serem ofertados, porém cada unidade escolar deve ter pelo menos dois. Na rede privada, cada instituição pode decidir como cumprir a medida.

Segundo o texto  da reforma, até o fim deste ano o MEC, juntamente com a participação dos sistemas de educação estaduais e distrital de ensino, formulará novas diretrizes nacionais para o aprofundamento das áreas de conhecimento.

Implementação: o que dizem as secretarias estaduais de educação


Em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) destacou que, a partir de escuta realizada em 2023, implementou mudanças na grade curricular do ensino médio, "que seguem em consonância às apresentadas na nova proposta [da reforma]".

Segundo a Seduc-SP, os itinerários formativos foram reestruturados em três opções de aprofundamentos, sendo: Ciências da Natureza e suas Tecnologias + Matemática; Linguagens e suas Tecnologias + Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e Ensino Técnico. "O tempo destinado à aprendizagem de língua portuguesa foi ampliado em 60% e, em matemática, em 70%, bem como foram acrescentadas as aulas de geografia, história e física para a 3ª série deste ciclo de ensino", diz um trecho da nota.

A Seduc-SP ainda informou que o quadro de professores já está dimensionado para a nova proposta e também que segue em andamento a contratação de 15 mil professores selecionados em concurso público realizado em 2023. Além disso, há processo seletivo em andamento para contratação de professores especializados para o ensino técnico – com previsão de expansão para o ano que vem.

A Secretaria de Estado da Educação do Maranhão (Seduc-MA) destacou, em nota, que está em fase de estudo dos impactos na reorganização do currículo e aguarda as orientações do MEC e do Conselho Nacional de Educação (CNE). A Seduc-MA afirma que realiza um monitoramento contínuo sobre a distribuição e demanda de professores no estado e que possui quadro docente que atende a demanda. Além disso, a secretaria disse que pode ampliar o quadro de professores de acordo com as necessidades.

"A Seduc-MA possui um quadro de professores efetivos que está estruturado para atender as necessidades da sua rede de ensino. Esses profissionais estão, atualmente, mapeados nas escolas e distribuídos de acordo com as demandas locais. Além disso, a Secretaria realiza avaliações contínuas para garantir que a distribuição de professores seja adequada na rede estadual de ensino. Quando necessário, a rede pode ampliar o quadro de profissionais para assegurar que todas as demandas educacionais sejam devidamente atendidas", diz um trecho da nota.

Em nota, a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE) informou que está em fase de estudo para a ampliação dos componentes curriculares previstos na formação geral básica do da reforma. "Portanto, a carga horária atual está mantida", diz a nota.

A SEE-PE acrescenta ainda: "a adequação e o devido planejamento serão efetuados a partir do desenho da distribuição, com emprego dos recursos necessários à garantia de cobertura da rede estadual de ensino."

Já a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro disse que o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) fará um estudo coletivo da proposta. O objetivo é "verificar todos os pontos sensíveis em relação à implantação do Novo Ensino Médio para 2025", diz a nota. Segundo a secretaria, posteriormente a previsão é de que o Consed discuta o resultado do estudo com MEC.

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) afirmou que segue em discussão sobre a implementação das mudanças. "Em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e outros estados da federação, está discutindo as mudanças propostas", diz a nota.

Em nota, a Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul (Seduc-RS) afirmou que conta com mais de 52 mil vínculos de professores. E, desde 2022 uma série de medidas vêm sendo executadas pelo Governo do Estado, como a nomeação de 1,3 mil professores aprovados em concurso de 2023, os quais já estão atuando em sala de aula.
 
"O monitoramento é feito de forma constante pelas Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) por meio do Sistema ISE. Estas iniciativas visam dar agilidade e suprir a demanda gerada por aposentadorias, licenças e docentes que atuam em mais de uma rede", diz um trecho da nota da Seduc-RS.

Confira quantidade de escolas públicas que ofertam ensino médio nos estados citados:

  • São Paulo: 3.720 escolas com alunos matriculados no Ensino Médio regular. Sendo 1.801 com oferta de ensino integral.
  • Minas Gerais: 2.417 escolas da rede pública estadual com oferta de ensino médio. Dessas, 785 unidades de ensino oferecem o Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI).
  • Maranhão: 1059 unidades escolares que ofertam vagas para Ensino Médio Parcial, Ensino Médio Integral e Educação de Jovens e Adultos integrado à Educação Profissional (EJATEC). As escolas estão distribuídas nos 217 municípios. 181 escolas que ofertam ensino médio em tempo integral
  • Pernambuco: 1.061 escolas da rede pública estadual, sendo que 593 são de tempo integral.
  • Rio Grande do Sul: 1106 escolas da rede pública estadual que ofertam ensino médio, sendo 206 de ensino médio em tempo integral.
A reportagem entrou em contato com as demais secretarias, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria. 

Reportagem: Bianca Mingote

Fonte:  Br 61

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5G avança para mais 506 municípios brasileiros

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***A partir de segunda-feira (5), as operadoras que adquiriram os lotes na faixa de 3,5 GHz poderão solicitar o licenciamento e ativação de estações de 5G, informa Anatel.



Mais 506 municípios brasileiros terão o sinal 5G disponibilizados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A partir de segunda-feira (5), a entidade, que é vinculada ao Ministério das Comunicações, vai liberar o sinal de internet para todas as operadoras prestadoras que adquiriram os lotes na faixa de 3,5 GHz. Com essa liberação, serão 4.808 os municípios com o sinal disponível para utilização por estações do 5G standalone – em sua maior potencialidade – o que corresponde a pouco mais de 92% da população do Brasil.

O advogado especialista em direito digital Mário Paiva comemora essa expansão. Para ele, a chegada da rede 5G é um marco significativo no cenário da comunicação e representa um avanço exponencial no setor tecnológico. Mas ele revela algumas preocupações.

"A tecnologia 5G ainda tem muitos desafios, como o estrutural e o tecnológico. Existe ainda a necessidade de um incentivo maior do governo através de obras públicas, obras de inclusão do chamado apartheid digital. Ou seja, as pessoas com maiores condições têm mais tecnologia e mais condições estruturais de acessar a tecnologia 5G que gera receita, gera renda e gera riqueza para aqueles que têm acesso, em detrimento das pessoas mais humildes, que não conseguem nem sequer ter acesso à internet, que dirá a internet 5G", observa.

A capital federal do Brasil e sede do governo do Distrito Federal, Brasília, foi a primeira a ter faixa de 3,5GHz liberada para o 5G, em 6 de julho de 2022. Conforme o edital, que fixou as regras da licitação realizada no final de 2021, foram estabelecidos compromissos para que todas as cidades do país tenham sinal 5G em plenitude até 2030. A meta é alcançar 100% dos municípios com população inferior a 30 mil habitantes até 31 de dezembro de 2029.

De acordo com a agência, atualmente todas as cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes têm pelo menos uma operadora que oferece o sinal. Segundo o superintendente de outorgas da Anatel Vinicius Caram, existe a expectativa de que todos os municípios estejam cobertos com a nova rede móvel até a última fase. No entanto, ele acredita que é preciso mais esforços para que isso aconteça.

"Temos desafios para que as cidades, todas as cidades, não só as 600, sejam contempladas e adensadas para ter 100% de cobertura, mas para que as operadoras possam ativar e manter esse ritmo de ativação de investimentos no país para ter retornos e que os 5.570 municípios venham a ter essa tecnologia o quanto antes", salienta.

Municípios atendidos

Conforme a Anatel, ao todo, 19 unidades da federação serão contempladas: Acre (AC), Alagoas (AL), Amazonas (AM), Amapá (AP), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso do Sul (MS), Paraíba (PB), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rondônia (RO), Roraima (RR), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), Sergipe (SE), São Paulo (SP) e Tocantins (TO), com todos os municípios liberados.

Veja aqui a lista completa com os municípios.

No entanto, a liberação da faixa não significa que redes do 5G serão instaladas de imediato nas localidades. De acordo com o órgão, a instalação vai depender do planejamento individual de cada prestadora.

Dos 506 municípios que terão o sinal liberado, 33 têm entre 30 mil e 100 mil habitantes e 473 possuem menos de 30 mil moradores. Entre as cidades contempladas, 242 estão em Minas Gerais, 132 no Piauí, 54 no Rio Grande do Norte, 28 no Mato Grosso do Sul, 15 no Ceará, 10 em Mato Grosso, 9 em Pernambuco e 8 na Bahia e no Pará.



Sinal para TV aberta

Quem recebe as transmissões pela antena parabólica precisa adaptar o equipamento para evitar eventuais interferências com o 5G, conforme as diretrizes do edital do 5G, em que a Entidade Administradora de Faixa (EAF) já iniciou a migração da recepção do sinal de televisão aberta. No Rio Grande do Sul, esta adaptação será gratuita, informa a agência.

Mais de 3,35 milhões de kits de recepção de TV aberta na banda Ku já foram instalados. A Entidade Administradora de Faixa (EAF) e tem capacidade para instalar cerca de 10 mil kits por dia.

Inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) podem solicitar o kit gratuito para a adaptação do equipamento à Siga Antenado, nome fantasia da EAF. Mais informações podem ser obtidas no site www.sigaantenado.com.br ou pelo telefone 0800-729-2404.

Reportagem: Lívia Azevedo

Fonte:  Br 61

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Abertura de conferência nacional reúne cerca de 1,2 mil pessoas em Brasília

imagem: Equipe de coordenação da conferência com o presidente Lula: abertura teve 1,2 mil participantes presenciais e cerca de 4,8 mil on-line (foto: Léo Ramos Chaves / Revista Pesquisa Fapesp) / reprodução

***Evento vai agregar sugestões para um plano nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.




FAPESP – Começou na tarde de terça-feira (30/07) a 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), que vai discutir e compilar sugestões para um plano nacional para os próximos dez anos. Mais de 1,2 mil pessoas participaram presencialmente da abertura do evento, que reuniu autoridades, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e gestores públicos, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília. Outras 4,8 mil assistiram à sessão pela internet.

O coordenador da conferência, o ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação Sergio Machado Rezende, destacou a mobilização promovida por 221 eventos preparatórios: foram 29 conferências temáticas, 27 estaduais, 14 municipais e 157 conferências livres, convocadas de forma espontânea, sem a intermediação do evento nacional. "Esses eventos tiveram a participação expressiva e surpreendente de quase 100 mil pessoas. A nossa comunidade está motivada", afirmou.

As recomendações reunidas pelas conferências preparatórias, tanto as feitas por escrito como aquelas resultantes de mais de 4 mil horas de debates, foram processadas e sintetizadas com a ajuda de um software de inteligência artificial e organizadas pelo subcomitê de sistematização do evento. O trabalho resultou, segundo Rezende, em dois e-books, que ajudarão a nortear as discussões no evento. A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou a retomada em investimentos federais no setor desde o ano passado e a mobilização da comunidade científica para discutir uma nova estratégia nacional. "A ciência voltou", disse, após declarar aberta a conferência.

A biomédica Jaqueline Goes de Jesus lembrou que os avanços científicos têm sido cruciais para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Ela foi uma das coordenadoras da equipe que sequenciou o genoma do vírus SARS-CoV-2 dois dias após a identificação do primeiro caso da doença no Brasil, em fevereiro de 2020, quando estava em um estágio de pós-doutorado, com bolsa da FAPESP, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisadora destacou que investimentos generosos, agilização de processos burocráticos e concentração de esforços contra a COVID-19 permitiram que o mundo saísse da emergência sanitária em um tempo surpreendentemente curto. "Se quisermos, por meio da ciência e da inovação, podemos reduzir a zero ou próximo a zero todas as disparidades que encontramos no país, seja no campo social, econômico ou político", afirmou.

A bioquímica Helena Nader, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), falou em nome do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCT), órgão consultivo da Presidência da República composto por ministros, cientistas e gestores, que aprovara, no dia anterior, o esboço do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), entregue ao presidente da República durante o evento. O plano prevê R$ 23 bilhões de investimentos, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de recursos privados aplicados como contrapartida a investimentos públicos.

O plano propõe, entre outras medidas, a expansão do supercomputador Santos Dumont, do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) em Petrópolis (RJ), e a criação de uma infraestrutura nacional de armazenamento de dados em nuvem que funcione como alternativa aos repositórios de grandes empresas de tecnologia. Os investimentos seriam detalhados em outro evento da conferência e o plano ainda vai ser discutido em uma reunião ministerial, que deve acontecer na próxima semana.

O presidente Lula elogiou o esforço do CCT na produção do plano. "O Brasil tem uma base intelectual respeitada no mundo. O país não pode criar seu mecanismo, em vez de ficar esperando que a inteligência artificial venha da China, da Coreia e do Japão?", indagou o presidente, que há cerca de um ano lançou um desafio para que os pesquisadores brasileiros se debruçassem sobre os desafios do país com a inteligência artificial. Ele destacou a importância de oferecer para a sociedade bancos de dados nacionais acessíveis que conversem entre si.

O tema da 5ª CNCTI, que vai até amanhã (01/08), é Ciência, Tecnologia e Inovação para um Brasil Justo, Sustentável e Desenvolvido. O evento terá mais de 50 sessões de debates, além de sete plenárias. A previsão é de que receba até 2.200 participantes por dia, além de mais de 2 mil virtuais.

Mais informações em: https://5cncti.org.br/


Fonte:  Fabrício Marques, de Brasília | Revista Pesquisa

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FPM - Municípios de São Paulo receberam mais de R$ 538,8 milhões

imagem: Br 61 / reprodução

***O valor foi distribuído entre as prefeituras do estado e corresponde à parcela do terceiro decêndio do mês de julho de 2024.



Os municípios de São Paulo receberam nesta terça (30) mais de R$ 538,8 milhões referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Esse valor foi distribuído entre as prefeituras do estado e corresponde à parcela do terceiro decêndio do mês de julho de 2024.

A capital São Paulo recebeu R$ 13.053.621,65. Entre os municípios do estado que receberam as maiores quantias também estão Americana, com R$ 2.300.434,16, Franco da Rocha, com R$ 2.282.963,34, Santa Rita do Passa Quatro, com R$ 2.185.414,82 e Jaú, com R$ 2.168.248,93.

Por outro lado, cidades como Adolfo, Águas da Prata, Arealva e Bento de Abreu receberam os menores valores, de R$ 345.063,28, cada.

O recurso total do FPM destinado aos municípios brasileiros foi de R$ 4,2 bilhões neste decêndio — valor 15% maior que no mesmo período de 2023. Com relação à parcela de junho, houve redução de 11%. Números que confirmam o que o FPM vem mostrando ao longo de todo o ano, como explica o assessor de orçamento Cesar Lima.

"É um bom número, confirma a trajetória de que esse ano será melhor do que o ano passado e traz boas notícias para os gestores", explica.


Veja no mapa os valores repassados ao seu município:


 

FPM

Os recursos do FPM fazem parte do dinheiro arrecadado pela União, por meio de impostos, e são repassados, a cada dez dias, a todas as prefeituras do país. São feitas transferências de dinheiro aos municípios por volta dos dias 10, 20 e 30 de cada mês. Caso a data caia num sábado, domingo ou feriado, o repasse é feito no primeiro dia útil anterior.

Na composição estão 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. O FPM é fundamental para as cidades, explica Lima.

"O FPM para alguns municípios — principalmente para os menores — é a principal fonte de receita. Hoje, sem o FPM, os municípios poderiam ficar praticamente sem condições de funcionar."

De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a distribuição dos recursos é feita de acordo com o número de habitantes, conforme a Lei 5172/66 (Código Tributário Nacional) e o Decreto-Lei 1881/81.

Reportagem: Carol Castro

Fonte:  Br 61

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PREVISÃO DO TEMPO - quinta-feira (1°) com alerta para baixa umidade em São Paulo

imagem: Br 61 / reprodução

***A temperatura pode variar entre 7ºC e 33ºC.



Nesta quinta-feira (1°), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para perigo potencial de baixa umidade em Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Araçatuba, Marília, Bauru, Assis e Araraquara.

O dia começa com chuvas brandas no litoral sul e Itapetininga. Durante a tarde, há variação entre nuvens e sem chuvas em todo o estado. À noite, há possibilidade de chuva no litoral sul, vale do paraíba e  macro metropolitana paulista.

A temperatura mínima fica em torno de 7°C, em Campos do Jordão, e a máxima prevista é de 33ºC, em Teodoro Sampaio. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

Reportagem: Sophia Stein

Fonte:  Br 61

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