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sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Taxa de desemprego no Brasil cai para 6,9% no trimestre encerrado em junho, aponta IBGE

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***Isso resultou em 7,5 milhões de pessoas desempregadas, uma redução de 12,5% em comparação ao trimestre anterior e de 12,8% em relação ao mesmo período de 2023.



A taxa de desemprego no Brasil fechou o trimestre, encerrado em junho de 2024, em 6,9%. O número representa uma queda de 1 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março de 2024, quando a taxa era de 7,9%. Este é o menor índice de desocupação para um trimestre encerrado em junho desde 2014. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com essa redução, a população desocupada no país atingiu 7,5 milhões de pessoas, refletindo uma queda de 12,5% (menos 1,1 milhão de pessoas) em relação ao trimestre anterior e uma diminuição de 12,8% (também menos 1,1 milhão de pessoas) em comparação ao mesmo período de 2023. Esse número representa o menor contingente de desocupados desde o trimestre finalizado em fevereiro de 2015.

Adriana Beringuy, Coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, destaca os fatores que influenciaram a redução do desemprego.

"Essa redução importante do número de pessoas desocupadas é devido a uma expansão bastante importante do número de trabalhadores, que em um trimestre teve um aumento de 1,6 milhão a mais de pessoas ocupadas trabalhando, portanto, fazendo com que a população ocupada hoje no Brasil, fique na casa de 102 milhões de pessoas", explica.

Ela também observa que esse crescimento foi verificado em diversas atividades, tanto em setores de maior quanto nos de menor rendimento.

"Tivemos expansão no comércio, nos serviços de tecnologia da informação e comunicação, na educação básica do setor público e em serviços prestados às famílias. Isso demonstra uma disseminação significativa das melhorias no mercado de trabalho", completa.

Mercado de trabalho formal
Fernando de Aquino, membro da Comissão de Política Econômica do Cofecon, avalia que pesquisas sobre o mercado de trabalho no Brasil precisam ser avaliadas sob duas perspectivas: uma é o seu comportamento nos últimos anos e a outra é a distância que mantemos dos países desenvolvidos.

"Em relação ao comportamento dos últimos anos, a Pnad Contínua nos mostra bons resultados, com o desemprego caindo continuamente e a população ocupada subindo também. Contudo, a informalidade continua muito alta, indicando um mercado de trabalho de pior qualidade, sem as garantias da CLT. Isso traz dificuldades para financiar os benefícios previdenciários, tanto os correntes quanto os futuros", destaca.

Em relação aos países desenvolvidos, ele afirma que o Brasil ainda enfrenta um rendimento de trabalho baixo. De acordo com Aquino, o alto retorno do capital, sustentado pelas altas taxas de juros, faz com que as pessoas prefiram investir no mercado financeiro em vez de no setor real.

"Precisamos de investimentos que elevem a produtividade do trabalho, possibilitando remunerações mais justas", afirma.

O mercado de trabalho formal também apresenta resultados positivos. O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) atingiu 38,38 milhões, estabelecendo um novo recorde da série histórica. No trimestre, esse número cresceu 1,0% (mais 397 mil pessoas) e, no ano, 4,4% (mais 1,6 milhão de pessoas). O segmento de trabalhadores informais permaneceu em 38,6% da população ocupada, representando 39,3 milhões de trabalhadores informais.

Expectativas
O economista Cesar Bergo destaca que o desemprego vem caindo, especialmente no setor de varejo e serviços. "A tendência é que melhore ainda mais nos próximos meses, impulsionado por datas comemorativas como o Dia das Crianças e o Natal, além da Black Friday. A tendência é ainda manter essa taxa de desemprego em torno de 7%", completa.

Reportagem: Nathália Ramos Guimarães

Fonte:  Br 61

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Agosto Branco: Uso de cigarro é responsável por 90% das mortes por câncer de pulmão, segundo Inca

imagem: irestock/Freepik / reprodução

***Campanha que se iniciou nesta quinta-feira (1º) visa conscientizar população sobre o câncer de pulmão e sua relação com o tabagismo. Em alta, cigarro eletrônico também é extremamente prejudicial à saúde.



Cerca de 90% das mortes por câncer de pulmão estão relacionadas ao tabagismo, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Visando conscientizar a população sobre o câncer de pulmão, teve início nesta quinta-feira (1º) a campanha Agosto Branco.

De acordo com o Inca, mais de 32,5 mil casos de câncer de traqueia, brônquio e pulmão devem ser registrados por ano no Brasil, no triênio que vai de 2023 a 2025.

A boa notícia, segundo autoridades de saúde, é que esse tipo de câncer é extremamente prevenível. É o que explica o especialista em tumores torácicos Guilherme Harada, médico oncologista do Hospital Sírio-Libanês.

"O câncer de pulmão é um dos tipos de tumores mais evitáveis. Isso porque a principal causa associada ao câncer de pulmão é o cigarro. Ele é responsável por cerca de 80% a 85% dos casos de câncer de pulmão. Então, parar de fumar é a medida mais eficaz para evitar o risco de desenvolver o câncer de pulmão", afirma.

O oncologista destaca que de 15% a 20% das pessoas diagnosticadas com câncer de pulmão não têm relação com o tabagismo. "Além do cigarro, a exposição a substâncias cancerígenas, como o asbesto, o radônio, e outras substâncias comumente presentes em ambientes de trabalho com fumaça, também aumenta o risco", pontua Harada.

Foco no cigarro eletrônico
Este ano, o Agosto Branco concentra esforços para conscientizar a sociedade sobre os riscos envolvendo o cigarro eletrônico, como o vaper e o pod, cuja adesão tem crescido entre os mais jovens.

Segundo o instituto de pesquisa Ipec, o consumo de cigarro eletrônico cresceu 600% no Brasil nos últimos seis anos. A mesma pesquisa revelou que já chega a quase três milhões o número de pessoas que utilizam esses dispositivos no país.

Além de aumentar em mais de três vezes o risco de experimentação do cigarro convencional, de acordo com o Inca, os diferentes tipos de cigarro eletrônico também contêm substâncias tóxicas que causam câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares, além de dependência, devido à presença de nicotina.

Um dos objetivos é desmistificar a ideia de que o cigarro eletrônico faz menos mal à saúde do que o convencional e que, portanto, pode ser usado sem maiores consequências.

"Muitas vezes, ele é tratado como uma alternativa segura ao tabaco convencional de forma errônea, mas esse tipo de dispositivo também apresenta riscos significativos para a saúde do pulmão", indica.

Diagnóstico precoce faz a diferença
De acordo com o Inca, apenas 16% dos cânceres são diagnosticados em estágio inicial. O oncologista Guilherme Harada afirma que, hoje, há ferramentas que permitem a detecção precoce de tumores no pulmão, o que é importante para o sucesso do tratamento.

"A gente tem exames de rastreamento, como a tomografia computadorizada de baixa dose, indicada para o diagnóstico precoce, principalmente nos pacientes com histórico de tabagismo", afirma. 

Reportagem: Felipe Moura

Fonte:  Br 61

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Dólar atingiu valor histórico de R$ 5,75 em 01-08-2024

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / reprodução

***Este é o maior patamar da moeda desde dezembro de 2021.



No último fechamento, o dólar subiu de preços no Brasil e está cotado a R$ 5,75. Esse é um valor recorde para a moeda, desde 2021. Portanto, a cotação atingiu seu maior valor durante todo o atual governo Lula. O euro também seguiu a tendência e custa R$ 6,21. Os valores são da companhia Morningstar.

Mesmo com a manutenção do patamar dos juros americanos em 5,25% e 5,50%, após decisão do Banco Central do país, os investidores ainda mantiveram a preferência pelo investimento nos Estados Unidos. De modo geral, as moedas emergentes perderam força em relação ao dólar. Ainda no exterior, novas tensões geopolíticas no Oriente Médio influenciam a preferência por investimentos em mercados financeiros considerados seguros.

No Brasil, o movimento também ocorreu após a Selic ser mantida em 10,50% ao ano, em 2024. Neste segundo semestre, passa a estar no radar a mudança da presidência no Banco Central, bem como os já conhecidos riscos fiscais. Todos os fatores põem em risco a possibilidade de valorização do real frente ao dólar, mesmo com possíveis menores taxas de juros americanas futuras. 

Reportagem: Luigi Mauri

Fonte:  Br 61

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Ibovespa caiu 0,20% no último fechamento

imagem: arquivo / reprodução

***O índice está cotado a 127.395 pontos.



O índice da bolsa de valores brasileira caiu 0,20% e está cotado a 127.395 pontos. O resultado de baixa ocorreu após o Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidir manter a taxa de juros básica da economia brasileira a 10,50% ao ano.  

Entre as mais negociadas, as ações da Cogna (COGN3) e da Vale (VALE3) foram as que mais puxaram o desempenho ruim, ao caírem 3,95% e 2,25%. Outras baixas ficaram com Metalfrio (FRIO3) e Wetzel (MWET4), ao despencarem 12% e 10,90%.

O volume negociado no último fechamento foi de R$ 23,9 bilhões.

Os dados referentes à bolsa de valores brasileira podem ser consultados através da B3.

Reportagem: Luigi Mauri

Fonte:  Br 61

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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

No dia 6 de agosto abrem as inscrições do concurso Eu e a Lei, voltado para crianças e adolescentes

imagem: arquivo / reprodução

***NO DIA 6 DE AGOSTO ABREM AS INSCRIÇÕES DO CONCURSO EU E A LEI, VOLTADO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. SERÃO SELECIONADAS OBRAS RADIOFÔNICAS PRODUZIDAS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE 10 A 17 ANOS.



No dia 6 de agosto começam as inscrições do concurso Eu e a Lei, que vai selecionar obras de rádio produzidas por crianças e adolescentes de 10 a 17 anos para irem ao ar no programa "15 minutos de Cidadania", da Rádio Câmara. O objetivo é incentivar e valorizar a produção infantojuvenil de obras radiofônicas com temas relacionados às leis que regem o país e seu impacto na vida de crianças e adolescentes.

Na edição deste ano, o concurso marca os 25 anos da Rádio Câmara e os 20 anos do Plenarinho, portal infantil da Câmara dos Deputados. Vão ser aceitas obras com autoria de crianças e adolescentes em duas categorias, de 10 a 14 anos e de 15 a 17 anos. A editora de programas da Rádio Câmara, Verônica Lima, lembra que o concurso teve mais de 180 inscrições no ano passado, em sua primeira edição.

"No ano passado o concurso foi sucesso. A participação das crianças e dos adolescentes foi tudo o que a gente esperava e mais um pouco, porque a nossa expectativa é a de que, com esse concurso, as crianças e os adolescentes possam, em sala de aula, principalmente no ambiente da escola, que é um ambiente favorável para que essas discussões aconteçam, elas possam refletir sobre o que é uma lei, qual a importância de uma lei, por que a gente se organiza em torno dessas leis e que impacto isso tem. Porque, se elas começarem a refletir sobre isso já nessa idade, a partir dos 10 anos, com certeza elas vão chegar à vida adulta mais capazes de intervir na vida política, de participar da vida política, de acompanhar a vida política."

Verônica Lima explica que, diferentemente da edição do ano passado, os pais e professores podem orientar, mas não produzir as obras de rádio junto aos candidatos.

"Neste ano, principalmente porque a produção que a gente recebeu no ano passado foi tão rica, a gente entende que os alunos conseguem agora fazer esses programas sozinhos. Não quer dizer que não vá haver ali o apoio de um professor, principalmente para trazer os debates, estimular as conversas, as pesquisas e os enfoques que as crianças vão querer dar nos programas. Mas na hora de montar o programa, de gravar, de escolher música, a gente quer que esses programas sejam feitos pelas crianças ou adolescentes."

Os trabalhos com duração de 1 a 5 minutos podem ser feitos em grupo, mas apenas um candidato pode assinar a obra como responsável em cada categoria, e, se vencer, virá a Brasília com um responsável com passagem e hospedagem pagas pela Câmara para a premiação, marcada para 11 de novembro.

As inscrições da segunda edição do concurso Eu e a Lei vão do dia 6 de agosto até o dia 30 de setembro, com resultado divulgado até 25 de outubro. A obra que vai concorrer deve ser entregue no ato de inscrição.

Outras informações estão na página cd.leg.br/euealei.

De Brasília, Luiz Cláudio Canuto

Fonte:  página cd.leg.br/euealei

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ENTIDADES ARTICULAM NA CÂMARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA CIDADES VERDES RESILIENTES

imagem: arquivo / reprodução

***O repórter José Carlos Oliveira acompanhou o encontro.



Representantes do governo federal, de organismos internacionais e da sociedade civil se reuniram na Câmara dos Deputados (em 30/07) para a 1ª Oficina de Construção Participativa de Implementação do Programa Cidades Verdes Resilientes. Coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente, das Cidades e de Ciência e Tecnologia, o programa foi lançado em junho (Dec. 12.041/24) para aumentar a capacidade de enfrentamento das mudanças climáticas nas cidades brasileiras a partir de uma estratégia nacional. Está prevista a integração de políticas urbanas, ambientais e climáticas que estimulem práticas sustentáveis e valorização dos serviços ecossistêmicos nos espaços urbanos. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou a relevância da ciência e da participação social presentes no programa.

"Obviamente, pesquisadores e cientistas aportam aqui suas contribuições para pensar o que seriam essas cidades verdes e resilientes e essas soluções baseadas na natureza, transformando o que ainda pode ser transformado, descontinuando o que precisa ser descontinuado de nossas práticas urbanas e, ao mesmo tempo, criando novos paradigmas".

A ministra lembrou que o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) já listou 1.942 municípios brasileiros vulneráveis a eventos climáticos extremos. Além dos reflexos das tragédias de inundações no Rio Grande do Sul e em outras regiões, o país ainda convive com seca severa no Pantanal e na Amazônia, além de escassez hídrica nas bacias dos rios Paraguai e Madeira. Tais problemas, cada vez mais frequentes e intensos, exigem respostas nacional e global, segundo Marina Silva.

"A cidade de São Sebastião (SP) não tem como se reerguer sozinha. O Rio Grande do Sul não tem como se reerguer sozinho. Ou a gente age globalmente para resolver os problemas, inclusive aportando recursos, ou haverá problemas catastróficos. Agora é tempo de agir global e agir local, tudo na mesma frequência, se quisermos fazer o enfrentamento de algo que já está acontecendo".

Secretário-executivo do Ministério das Cidades, Helder Merillo ressaltou que a estratégia de cidades resilientes já está presente nas obras do novo Programa de Aceleração de Crescimento (Novo PAC), sobretudo nas periferias urbanas.

"O Ministério das Cidades traz essa concepção de que as nossas obras de infraestrutura têm que ser associadas a essa visão de adaptação das cidades às mudanças climáticas".

O Programa Cidades Verdes Resilientes tem o apoio de órgãos das Nações Unidas. Representante da ONU Habitat, Elkin Velásquez elogiou a construção participativa e o foco em áreas mais pobres. Já Asher Lessels, do Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA), citou o aquecimento global em ritmo acelerado e perda de biodiversidade para mostrar a urgência de medidas como essa.

"A resiliência já não é uma opção, é uma obrigação. Historicamente, abordamos as questões por uma perspectiva setorial – setor de energia, de transporte, de agricultura. Isso não dá certo justamente porque os temas são interconectados. Um foco transversal sobre a cidade nos permite explorar interações entre os diferentes setores".

Desde junho, está em vigor a lei (14.904/24) que estabelece diretrizes para a elaboração dos planos nacional, estaduais e municipais de adaptação às mudanças climáticas. O texto surgiu de proposta (PL 4129/21) da deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e outros cinco parlamentares. A realização na Câmara da oficina em torno do Programa Cidades Verdes Resilientes foi iniciativa da deputada Erika Kokay (PT-DF), coordenadora da Frente Parlamentar de Apoio aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

De Brasília, José Carlos Oliveira

Fonte:  DigitalRadioTv

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Ministério da Saúde será o principal afetado por corte de R$ 15 bi do governo

imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil / reprodução

***Pasta comandada por Nísia Trindade terá R$ 4,4 bilhões congelados, de acordo com o Executivo. Ministérios de Cidades, Transportes e Educação vêm em seguida como os mais impactados.



O Ministério da Saúde será a pasta da Esplanada dos Ministérios mais afetada pelo corte de R$ 15 bilhões no orçamento. Um decreto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, indica que o ministério terá R$ 4,4 bilhões congelados como parte do esforço do Executivo para o cumprimento do arcabouço fiscal — conjunto de regras para o ajuste das contas públicas.

O Ministério das Cidades, por sua vez, terá R$ 2,1 bilhões retirados, enquanto Transportes, com R$ 1,5 bilhão, e Educação, com R$ 1,2 bilhão, vêm em seguida. O arrocho fiscal anunciado pelo governo federal vai afetar, principalmente, investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que terá cerca de R$ 4,5 bilhões congelados.

O corte também vai impactar os repasses que são feitos aos parlamentares. As emendas de comissão enfrentarão congelamento de R$ 1 bilhão, enquanto as emendas de bancada, de R$ 153 milhões.

A medida de contenção de gastos encabeçada pelo Ministério da Fazenda visa atingir a meta de déficit zero prevista para este ano, ou seja, que as receitas e despesas do governo fiquem empatadas. 


Fonte:  Br 61

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