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sábado, 3 de agosto de 2024

Novo ensino médio é sancionado com vetos

imagem: Gustavo Mansur/Prefeitura de Pelotas-RS / reprodução

***O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei que estabelece a Política Nacional de Ensino Médio, que passa a valer em 2025. A norma altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e revoga parcialmente a lei da reforma do ensino médio. Trechos que tratavam de mudanças na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram vetados.



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 14.945/2024,  que estabelece a Política Nacional de Ensino Médio, que passa a valer em 2025. Dois trechos que tratavam de mudanças na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com a cobrança dos itinerários formativos na prova, foram vetados pelo presidente.

Uma das principais alterações do texto é o aumento da carga horária da formação geral básica, de 1,8 mil para 2,4 mil horas totais dos três anos do ensino médio para alunos que não cursarem o ensino técnico.

O novo ensino médio prevê ampliação da carga horária anual da formação geral básica nas disciplinas tradicionais, como: Português, Matemática, Inglês, Ciências Humanas e da Natureza. Já o espanhol será optativo. O estudante do terceiro ano do ensino médio do Colégio Dr.Zerbini, de São josé do Rio Preto (SP), João Pedro Barretto, avalia as mudanças como benéficas para os estudantes brasileiros, mas pontua que o Ministério da Educação deve instruir melhor como as elas serão implementadas.

"Com a volta dessas matérias, dessas disciplinas que foram retiradas anteriormente, vai ser muito bom porque vai ser extremamente benéfico para a formação dos estudantes. Então vai proporcionar um aprendizado mais amplo, mais completo e tudo mais que todo estudante precisa. Só que é essencial que o MEC forneça instruções claras sobre como essas horas adicionais de aulas vão ser implementadas", destaca João Pedro.

Já a carga horária total do ensino médio continua sendo de 3 mil horas nos três anos, distribuídas em cinco horas em cada um dos 200 dias letivos. A lei prevê que 600 horas devem ser dedicadas aos itinerários formativos – em que o aluno escolhe o que vai estudar para aprofundar os estudos em uma área específica, de acordo com a oferta das atividades e projetos promovidos pela escola.

O coordenador do Colégio Militar em Brasília e mestre em História Social pela UnB, Isaac Marra, avalia que apesar do foco da proposta ser o ensino médio, a reestruturação do ensino médio brasileiro tem potencial para refletir nos indicadores da educação básica com a volta da obrigatoriedade das disciplinas tradicionais, cobradas em provas de vestibulares como o Enem.

"O enfoque é no ensino médio, mas avalia e percebe de uma forma bem objetiva a educação básica. Então, as mudanças são muito positivas, trazem tranquilidade, dão espaço de eficiência muito mais alargado para que as escolas, as secretarias de educação tenham agora uma diretriz consciente, uma organização sistemática e um fundamento robusto para poderem trabalhar. E de fato caminhar para o aperfeiçoamento da qualidade da educação básica no Brasil", afirma Marra.

Confira as regras para os itinerários formativos:

  • Cada escola deve oferecer ao menos dois itinerários formativos, com exceção das escolas que oferecem ensino técnico.
  • No ensino regular: itinerários formativos devem complementar a formação geral básica em quatro áreas, sendo linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas
Em relação ao ensino médio técnico, serão 2.100 horas de componentes curriculares, com 300 horas podendo ser destinadas a conteúdos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) relacionados à formação técnica. Além disso, os estudantes terão até 1.200 horas para o ensino técnico (itinerários formativos técnicos).

Na opinião do senador Izalci Lucas, do PL do Distrito Federal, a redução do tempo de formação básica é benéfica para os estudantes que escolherem a formação técnica e profissional. No entanto, ele ponderou que essa área precisa de investimento também em infraestrutura e na qualificação de professores.

"O novo ensino médio precisa realmente colocar mais recursos para incentivar os estados a oferecerem mais itinerários profissionais compatíveis com o mercado de cada região. Você tem de ver o que que naquela região as empresas estão precisando, para formar os profissionais, os jovens, para que eles saiam de lá e sigam para o mercado de trabalho", ponderou.

Pela nova lei, o início de implementação das mudanças no ensino médio deve ocorrer já em 2025, no caso de alunos ingressantes no ensino médio. Os que já estiverem com o ensino médio em curso terão um período de transição.

Vetos
O presidente Lula vetou o dispositivo do texto que possibilita a cobrança dos itinerários formativos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – que, pelo texto da Câmara, deveria ser cobrado já em 2027. Os senadores retiraram o trecho, mas a Câmara reintroduziu. Sendo assim, com a sanção, o Enem e os outros vestibulares tradicionais devem continuar cobrando apenas conteúdos da formação geral, ou seja, as disciplinas tradicionais.

Para o Executivo, a cobrança poderia comprometer a equivalência das provas e afetar a isonomia na participação nos processos seletivos.

A norma, fruto de amplos debates na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e revoga parcialmente a lei da reforma do ensino médio

Na avaliação de Isaac Marra, o veto foi positivo para os estudantes. "Se você não tem um currículo unificado em itinerários formativos, você não tem nem condições de avaliar quais habilidades e quais as competências que deveriam ter sido adquiridas efetivamente pelos estudantes", diz.

Ensino noturno
A lei determina que os estados deverão manter, na sede de cada um de seus municípios, pelo menos uma escola pública com oferta de ensino médio regular no turno noturno. Porém, a exigência dependerá da manifestação de demanda pela matrícula nesse turno.
 

Reportagem: Bianca Mingote

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61

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Especialistas discutem alternativas para ampliar financiamento à ciência

imagem: Léo Ramos Chaves/Revista Pesquisa FAPESP / reprodução

***Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente da FAPESP, enumerou sugestões para aperfeiçoar o FNDCT.




FAPESP – Principal instrumento federal de financiamento à pesquisa e à inovação, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) vem recuperando sua capacidade de investimento – no ano passado, R$ 9,96 bilhões do fundo foram aplicados em projetos de pesquisa para universidades e empresas e em crédito para inovação, um valor 80% superior ao de 2022 e quatro vezes maior que o disponibilizado nas leis orçamentárias entre 2016 e 2019. Uma mesa-redonda realizada ontem (31/07) na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), que termina hoje em Brasília, discutiu o futuro do FNDCT e reuniu recomendações para ampliar sua capacidade de financiamento, a serem incorporadas a um plano decenal que será produzido a partir das contribuições do evento. A mesa foi coordenada pelo físico Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Carlos Américo Pacheco, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP, enumerou sugestões para aperfeiçoar o FNDCT, uma ferramenta criada em 1967, mas que ganhou um novo arcabouço no final da década de 1990, quando passou a ser abastecido por recursos dos Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia, provenientes de receitas e impostos de empresas de 14 diferentes segmentos da economia. Pacheco, à época secretário-geral do Ministério da Ciência e Tecnologia, foi um dos artífices desse arranjo.

Preliminarmente, ele fez uma simulação sobre quanto seria necessário aplicar em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para elevar o esforço brasileiro do patamar atual de 1,2% para 1,6% do PIB em 2028, que é o percentual investido em países como Espanha e Itália. Na simulação, o gasto público passaria de 0,6% para 0,7% do PIB e o privado de 0,6% para 0,9% do PIB. Isso equivaleria, em valores de hoje, a um aporte público de mais R$ 13 bilhões e a um privado de mais R$ 30,5 bilhões. "É preciso aumentar o gasto público e o privado. A ideia de que só o público tem de aumentar é inviável do ponto de vista fiscal e é desnecessário, porque o protagonismo privado é que vai levar a inovação para outro patamar no Brasil", disse.

Um grande desafio, observou, é fazer com que os recursos públicos alavanquem investimentos privados em inovação. "A política brasileira de inovação não conseguiu fazer o setor privado sair do lugar. Para a inovação ser uma prioridade da política científica nacional, o esforço público deve induzir o setor privado a fazer um gasto maior em P&D." Segundo ele, nem o gasto público nem mecanismos de renúncia fiscal, a exemplo da Lei do Bem e da Lei de Informática, têm conseguido alavancar o investimento privado. Em muitos casos, o dinheiro público apenas substitui recursos que as empresas investiriam de qualquer forma.

Pacheco aponta como um caminho possível estratégias como a adotada pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) ou pela FAPESP – em seus Centros de Pesquisa Aplicada/Centros de Pesquisa em Engenharia –, que oferecem recursos não reembolsáveis para projetos de empresas, exigindo delas uma contrapartida igual ou superior ao investimento público, e engajam grupos de pesquisa de excelência de universidades. O formato, diz ele, é bem aceito pelos empresários, que em geral ficam satisfeitos em aplicar recursos em instituições públicas de pesquisa que resolvam seus gargalos tecnológicos. "Na prática, a contrapartida privada está patrocinando a pesquisa na universidade."

Na simulação para ampliar o esforço público de 0,6% para 0,7% do PIB, seria necessário levantar R$ 13 bilhões extras, mais que dobrando os recursos do fundo em relação à execução prevista para 2024. Pacheco apresentou, então, um conjunto de alternativas para ampliar essas verbas. Uma ideia é utilizar o saldo financeiro do FNDCT, que era da ordem de R$ 18,9 bilhões no final de 2023. Esse dinheiro é proveniente de recursos dos Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia, que, no entanto, não tiveram autorização da lei orçamentária para serem aplicados. Como a lei federal nº 177 de 2021 proibiu o contingenciamento do fundo, esse dinheiro permanece como uma disponibilidade, embora seu uso não esteja autorizado. Mas como fazer para desbloqueá-lo?

A sugestão de Pacheco é encaminhar uma negociação com os ministérios da área econômica a fim de permitir seu uso em operações de crédito para empresas inovadoras, que hoje correspondem à metade dos investimentos do FNDCT. "Se esses recursos fossem usados nas operações de crédito, não seriam contabilizados no déficit primário, porque vão voltar quando os empréstimos forem pagos ao agente financeiro", diz. Com isso, os recursos orçamentários hoje usados em empréstimos poderiam ser liberados para outros investimentos em ciência, tecnologia e inovação. Outra sugestão de Pacheco é computar aportes de capital em startups no conjunto de operações reembolsáveis, pois também são operações com retorno, semelhantes aos empréstimos. "Em vez de aplicar R$ 5 bilhões em funding de crédito, como acontece hoje, poderia separar R$ 1 bilhão por ano em aporte de capital para startups. Isso permitiria fazer uma política de suporte ao venture capital significativa no Brasil."

Uma segunda fonte de recursos poderia ser o Fundo Social, abastecido por receitas de royalties da exploração do petróleo no pré-sal. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União mostrou que recursos do fundo foram usados em aplicações não previstas em lei. "Existe proposta de previsão legal para alocar recursos em ciência, tecnologia e inovação, que chegariam a 10% do total arrecadado, de acordo com um projeto que tramita na Câmara dos Deputados", disse Pacheco. "Esses 10% praticamente equivalem ao patamar atual do FNDCT." Há ainda opções como aperfeiçoar a legislação para ampliar a filantropia científica e incentivar as chamadas finanças híbridas, em que recursos de mercado são combinados a aportes públicos para reduzir riscos de investimentos, além de estimular o cofinanciamento público e privado em pesquisas colaborativas. "Atualmente temos na FAPESP 27 Centros de Pesquisa Aplicada/Centros de Pesquisa em Engenharia cofinanciados por empresas, em que alavancamos R$ 1 bilhão privados."

O diretor da FAPESP também sugeriu simplificar os Fundos Setoriais, reduzindo-os dos atuais 16 para quatro, o que exigiria uma mudança na legislação. "Em alguns fundos, as contribuições que dão origem aos recursos são tão exíguas que eles mal cobrem seus custos operacionais. Além disso, esses fundos deixaram de ser setoriais há muito tempo", avalia. "Foram setoriais em sua origem, mas, com o que se chamou de ações transversais, acabaram sendo apropriados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação [MCTI] para custear todas as suas despesas, desde os aportes a organizações sociais até bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [CNPq]."

A proposta é modificar a legislação, criando dois fundos de caráter mais horizontal, um para financiar infraestrutura e ciência básica e outro para investir em inovação, e outros dois de caráter realmente setorial, um focado em ciências agrárias, biológicas e da saúde e outro para projetos em engenharias e tecnologias da informação ou aeroespacial. "É preciso manter alguns fundos setoriais porque o MCTI precisa de pontes com outros ministérios, que teriam assento no conselho dos fundos."

Também participaram da mesa-redonda o engenheiro Jefferson Gomes, diretor de inovação da Confederação Nacional da Indústria, e a biomédica Helena Nader, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Gomes abordou os desafios impostos pelo envelhecimento da população e o crescimento da demanda global de energia por conta da necessidade de manter grandes infraestruturas de armazenamento de dados – isso, em meio à pressão para descarbonizar a economia. Já Helena Nader propôs que os bancos deem contribuições mais expressivas para o FNDCT, uma vez que se abastecem do conhecimento e dos recursos humanos qualificados formados pelas universidades públicas. Ela fez restrições à proposta de Carlos Pacheco de modificar o arcabouço jurídico dos Fundos Setoriais. "Em um mundo ideal, eu aprovaria esses quatro fundos. Mas, no Brasil de hoje, prefiro não dar margem para que mexam nas leis de ciência e tecnologia. Melhor deixar como está", sugeriu. Ela cobrou a criação de novas fontes de recursos. "O FNDCT virou uma tábua da salvação. Ele não é uma cama elástica em que eu pulo e aumenta o tamanho do salto. Não pode ser a única fonte de financiamento à ciência. É apenas uma das soluções", afirmou.

Mais informações em: https://5cncti.org.br/.

Fonte:  DigitalRadioTv / Fabrício Marques, de Brasília | Revista Pesquisa

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CAIXA lança pacote digital para Microempreendedores Individuais (MEI)

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil / reprodução

***As soluções para atender às necessidades dos MEI têm início com a Conta Digital PJ MEI, que pode ser aberta de maneira completamente digital pelo aplicativo CAIXA Tem.



Para facilitar a vida dos microempreendedores individuais, MEI, a CAIXA lançou um pacote de serviços digitais. A iniciativa promove a inclusão digital e reduz os custos dos serviços bancários, incentivando a geração de renda e o fortalecimento do empreendedorismo no Brasil.

As soluções para atender às necessidades dos MEI começam pela Conta Digital PJ MEI, que pode ser aberta de forma totalmente digital pelo aplicativo CAIXA Tem. Com essa conta, os MEIs terão acesso a vários produtos e serviços sem aprecisar ir até uma agência.

A artesã Rejane Lemes, de 46 anos, moradora do Gama, no Distrito Federal, é MEI, comerciante de costura criativa e peças decorativas. Para ela, a abertura de uma conta 100% digital traz diversos benefícios.

"Um deles é que eu ganho tempo, pois se eu tenho que me deslocar até uma agência bancária e aguardar, eu vou perder tempo na minha produção."

A conta digital do CAIXA TEM oferece uma série de produtos e serviços exclusivos, como o Crédito PJ Giro Caixa Fácil, que disponibiliza até R$ 10 mil com prazos de até 24 meses e taxas a partir de 4,01% ao mês.

Além disso, os empreendedores podem transformar seus celulares em maquininhas de pagamento com o serviço 'azulzinha', sem custo de aluguel e com taxas promocionais de lançamento.

Outro destaque é o Seguro Proteção Empreendedor, que cobre morte acidental, internação e invalidez, e oferece sorteios mensais de até R$ 60 mil. Inclui ainda assistências como reparo de equipamentos e telemedicina.

Já o serviço Rapidex MEI oferece suporte para casa, carro e moto, com planos a partir de R$ 29 mensais.

A microempreendedora individual Elis Martins, de 36 anos, que também mora no Gama, produz velas aromáticas. Para ela, a redução de custos nos serviços bancários, prevista neste pacote digital da CAIXA, será importante para o negócio dela.

"Menores taxas, isso vai resultar em uma economia significativa. Vai permitir que eu reinvista mais no meu negócio. E, além disso, terá transparência nas tarifas, o que ajuda na minha gestão, no fluxo do meu caixa."

Para abrir a conta e ter acesso aos produtos e serviços, é necessário abrir o aplicativo CAIXA Tem e digitar o CNPJ, confirmar que entregou a declaração obrigatória de faturamento do MEI e preencher o valor informado na Declaração Anual de Faturamento. Após isso, o cliente deve completar o cadastro, informar o e-mail, conferir os dados, aceitar os termos e condições e confirmar com a senha do CAIXA Tem.

Para outras informações, acesse: www.caixa.gov.br

Reportagem: Nathália Ramos Guimarães

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61

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Mulheres negras serão celebradas em sessão especial do Senado no dia 8 de agosto de 2024

imagem: arquivo / reprodução

***Uma sessão especial no Senado vai homenagear o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, celebrados em 25 de julho. A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) foi a autora do pedido para o evento, que teve apoio de mais onze senadores, como Paulo Paim (PT-RS), para quem Tereza de Benguela, líder do Quilombo de Quariterê no século XVIII, é um exemplo a ser celebrado. A sessão está marcada para a próxima quinta-feira (08-08-2024), às 15h.



Um dia antes do início do recesso parlamentar os senadores aprovaram uma sessão especial sobre o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, celebrados em 25 de julho. A homenagem foi proposta pela senadora Zenaide Maia, do PSD do Rio Grande do Norte, atual procuradora da Mulher no Senado, e vai acontecer na próxima quinta-feira, dia 8 de agosto.
A senadora considera fundamental que o Senado preste homenagem às datas. Em sua avaliação, será um momento para reconhecer e valorizar a contribuição das mulheres negras na construção da sociedade e para refletir sobre os desafios contínuos enfrentados por elas em busca de igualdade e justiça.
Um dos outros onze senadores a também solicitar a homenagem, Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, afirmou que a história de Tereza de Benguela é um exemplo para todos os brasileiros:

(sen. Paulo Paim) "Tereza de Benguela é um exemplo; um exemplo que foi apagado da nossa história oficial, racista e patriarcal, até ser resgatado como instrumento de afirmação da cidadania e de valorização da identidade feminina negra nacional; um exemplo a ser celebrado."

Tereza de Benguela foi um símbolo de resistência e liderança na luta contra a escravização de negros e indígenas por duas décadas. Chamada de Rainha Tereza, ela viveu no século XVIII e assumiu a liderança do Quilombo de Quariterê, em Mato Grosso, depois do assassinato de seu companheiro, José Piolho. A homenagem à Tereza e à Mulher Negra foi estabelecida por lei em 2014.
O Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha foi criado pela Organização das Nações Unidas durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingo, na República Dominicana, em 1992.

De Brasília, Janaína Araújo.

Fonte:  Rádio Senado

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sexta-feira, 2 de agosto de 2024

PISO DA ENFERMAGEM: Parcela da assistência financeira de julho já está disponível para consulta

imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil / reprodução

***Cerca de R$ 832 milhões serão destinados aos entes federados para que realizem o pagamento do piso dos trabalhadores..



Mais uma parcela da Assistência Financeira Complementar (AFC) para o pagamento do salário dos enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares e parteiras de todo o país já está disponível. Em cumprimento a Lei n.º 14.434, de 4 de agosto de 2022 — que estabelece o piso nacional da enfermagem — o Ministério da Saúde (MS) publicou a Portaria GM/MS n.º 4.926, de 25 julho de 202 com os valores referentes ao mês de julho. O repasse soma R$ 832.589.707,78, que serão destinados aos entes federados para que realizem, por sua vez, o pagamento dos trabalhadores.

A cada mês, o Ministério da Saúde edita portaria para atualizar os valores, corrigir informações e identificar a forma pela qual os repasses devem ser feitos para os municípios. Para o vice-presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Daniel Menezes, é importante que as devidas correções sejam feitas para não prejudicar os profissionais.

"Esses repasses representam nada mais do que um direito garantido por meio da criação da lei do piso e que não foi pago em período anterior por conta de divergências no cadastro entre as instituições e entes federados que são beneficiados. Então, é uma correção de uma injustiça em relação ao não repasse para os profissionais que têm direito", ressaltou o vice-presidente do Cofen, Daniel Menezes.  

Caxias, Bacabal e Imperatriz, no Maranhão, receberão cerca de R$ 1 milhão. Tarauacá (AC) receberá R$ 48.810,90, Parintins (AM), 864.311,30, e Itabaiana, R$ 540.381,70. Para Canindé (CE), é previsto o repasse de R$ 405.946,28 e, para Altamira (PA), R$ 480.873,22.Acompanhe aqui a lista completa com os valores.

Após a transferência da União, cabe aos gestores os pagamentos aos profissionais. Mas é importante que a aplicação dos recursos seja fiscalizada em todo o país para garantir que os valores cheguem aos contracheques, como explica o advogado especialista em direito médico Josenir Teixeira.

"Os profissionais da enfermagem devem ficar atentos a acompanhar o repasse que os municípios irão receber, para que os municípios efetivamente repassem os valores às suas empregadoras, para que, finalmente, as suas empregadoras paguem os valores dentro da folha de pagamento. Vamos ver se realmente esses valores repassados pela União serão suficientes para cumprir o que disse a lei", avalia.  

O empenho e o repasse feitos pelo Fundo Nacional de Saúde devem ocorrer até o último dia útil de cada mês, conforme o Ministério da Saúde. Até junho deste ano, o órgão informa que já foram repassados R$ R$ 5,974 bilhões para a AFC da União.  

Acerto de Contas
O Ministério da Saúde também publicou a Portaria GM/MS 4.155, de 14 de junho, para acerto de contas de entes federados. Serão repassados R$ 172.163.255,20 a 1.626 municípios e 10 estados, referentes a parcelas de maio a agosto de 2023.  

De acordo com o Ministério da Saúde, os municípios e estados que não estão na portaria Portaria 4.155 podem solicitar por e-mail, com as justificativas necessárias para embasar o requerimento. Caso não seja aceito, será encaminhada uma resposta, também por e-mail, com instruções para a correta inserção de dados no sistema InvestSUS.  

A pasta esclarece que a solicitação de acerto de contas não significa, necessariamente, novos valores a serem recebidos.

Reportagem: Lívia Azevedo

Fonte:  Br 61

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Incêndios causados pela seca podem agravar cenário de interrupções de energia elétrica

imagem: Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul atuando em incêndio de grandes proporções na rodovia BR-487, em abril deste ano. Foto: CBMMS / reprodução

***Pesquisa da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) aponta que em 2023 houve na rede 47 mil interrupções. Até abril de 2024 foram 18 mil, correspondendo a 38% do total do ano passado. Energisa MS aponta que em 2023 houve interrupção para 15 mil clientes. Em 2024, até julho, as interrupções já atingiram 6.262 clientes. Chegada da seca pode agravar cenário.



Nos períodos de seca, as queimadas e incêndios, além de afetarem a fauna e a flora, também impactam o fornecimento de energia elétrica. Somente em 2023, o Brasil registrou 47 mil interrupções de energia elétrica provocadas por incêndios e queimadas, segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O estudo aponta que o número de casos contabilizados em 2023 é 21% maior em comparação a 2022 e quatro vezes maior do que os registros de 2019 – que teve 22.349 casos.

Segundo a Abradee, até abril de 2024, o país somou 18.107 interrupções de eletricidade, correspondendo a 38% do total de ocorrências do ano passado. Em nota, a Abradee considerou o cenário preocupante.

A  pesquisa da Abradee aponta, ainda, que os meses de agosto, setembro e outubro apresentaram os maiores números de falhas na rede ocasionadas pelos incêndios (de 2018 até abril de 2024). A Abradee afirma, em nota, que o período seco, com baixa umidade, propicia condições favoráveis às queimadas e incêndios e a ação dos ventos contribui para propagar as chamas – o que pode impactar as redes de distribuição e transmissão de energia.

O presidente da Abradee, Marcos Madureira, destaca que além das queimadas provocadas por pontas de cigarro ou fósforos jogados na vegetação seca e por balões soltos nessas áreas, o desmatamento e as limpezas de terrenos utilizando o fogo também são pontos de atenção que contribuem para o aumento de casos. Ele salienta que, agora, no período seco, há maior chance dessas ocorrências.

"Esse fogo perde seu controle e termina atingindo as instalações elétricas, colocando também em risco, além das instalações elétricas, residências e outras atividades, Então essa é a razão que a gente entende porque isso está acontecendo. Sem dúvida, estamos vivendo anos mais secos, onde a vegetação está mais seca, o que favorece que possa acontecer o aumento desse tipo de atividade", pontua Madureira.

Confira a relação das interrupções de energia por região:

Mato Grosso do Sul
Segundo o Boletim #5, do governo federal, somente entre 22 e 28 de julho, a área queimada no pantanal aumentou em 67.675 mil hectares.

Em nota, a Energisa Mato Grosso do Sul (Energisa-MS), principal empresa de distribuição e geração de energia do estado, afirmou que a população deve se atentar ao impacto das queimadas no MS no fornecimento de energia elétrica. "Fogo em áreas urbanas e rurais pode danificar cabos condutores, postes, equipamentos do sistema elétrico e causar a interrupção no fornecimento da energia", diz um trecho da nota.

A Energisa-MS atende 74 dos 79 municípios do MS. E, dados da  concessionária, apontam que em 2023, na área em que atua, foram registradas 15 ocorrências de queimadas que causaram a interrupção no fornecimento de energia para 15.709 clientes. Em 2024, até julho, foram 24 ocorrências e 6.262 clientes impactados – correspondendo a 39% do total registrado em 2023 no interior.

Entre os consumidores impactados com a interrupção de energia recente estão os membros da Igreja Batista Filadélfia, localizada em Campo Grande (MS) – município atendido pela Energisa-MS, entre eles, a estudante Maria Eduarda Jucá Ojeda, 18 anos.

Ela conta que a falta de energia na igreja foi provocada por queimadas na região. Segundo ela, as atividades da igreja ficaram impedidas de acontecer no sábado, 27 de julho, por mais de 1h. A energia foi restabelecida pelo uso de gerador, mas a interrupção de luz se prolongou ao longo dos dias.

"No dia que aconteceu ia ter especificamente uma atividade que precisava majoritariamente de luz elétrica. As atividades foram interrompidas porque não tinha como. Acho que ficou uma hora ou quase uma hora sem luz e deu uma enrolada nas atividades. Mas depois eu acho que eles conseguiram um gerador ou alguma outra fonte de energia para fazer funcionar a comunidade. Acabou que deu tudo certo, mas ao longo dos dias ainda persistiu essa problemática", relata Ojeda.

Segundo a Energisa-MS, o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima/MS  (Cemtec/MS) apontou que a tendência climática para o trimestre julho-agosto-setembro tem maiores chances de chuvas abaixo da média histórica no estado sul-matogrossense.

Prevenção
Segundo a Energisa-MS, há situações que devem ser evitadas, com vistas a prevenir os impactos das queimadas. Confira:

  • Não queime lixo doméstico;
  • Não inicie queimadas para limpar pastagem ou plantio agrícola;
  • Evite acender fogueiras, principalmente próximo à rede elétrica;
  • Não solte balões;
  • Apague as cinzas da fogueira com água (impossibilita que o vento leve as brasas para matas);
  • Jamais jogue pontas de cigarro ou fósforos acesos em lixeiras, às margens de rodovias ou perto de qualquer tipo de vegetação.
O presidente da Abradee, Marcos Madureira, reforça que assim que os moradores notarem focos de incêndio devem comunicar às autoridades.

"Informar sobre qualquer sinal de um incêndio florestal, isso o consumidor pode fazer tanto ligando para o Corpo de Bombeiros quanto para a Distribuidora de Energia Elétrica nos telefones emergenciais que existem em cada estado, para que possa estar relatando, quanto mais rapidamente, e as brigadas de incêndio possam tomar ciência do início de uma queimada. Rapidamente poderão conter e, assim, evitar que isso se propague", pontua Madureira.

Ele também afirma que os cidadãos devem ficar atentos àqueles que provocam incêndio para comunicar às autoridades policiais. "São crimes contra o meio ambiente, contra a população, já que esses incêndios terminam causando danos muito grandes à sociedade", diz Madureira.

"Realizar queimadas próximas às linhas de transmissão constitui crime federal previsto no Decreto 2.661, de julho de 1998, que proíbe atear fogo numa faixa de 15 metros dos limites de segurança das linhas de transmissão de energia e de 100 metros ao redor das subestações", diz trecho na nota da Energisa-MS.

Reportagem: Bianca Mingote

Fonte:  Br 61

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