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quarta-feira, 7 de agosto de 2024

Conheça a trajetória de empresa do interior de SP que já exporta açaí para mais de 20 países

imagem: Açaí Town / reprodução

***A Açaí Town surgiu como uma pequena lanchonete em 2014. Dez anos depois, a empresa vende mais de 120 toneladas de açaí, por mês, para outros países. Fundador do negócio, Murilo Cantucci destaca importância de capacitação junto à ApexBrasil.



O empreendedor Murilo Santucci apostou nas frutas da Amazônia para iniciar o próprio negócio, em 2014. Ele relembra que começou a jornada com uma pequena lanchonete chamada Tribo do Açaí, em Tatuí, interior de São Paulo. Na época, o açaí em tigela conquistou a clientela do estado de São Paulo e ele trouxe o mesmo conceito para o próprio negócio.

"Tatuí era a cidade da minha namorada na época, hoje minha esposa e sócia no negócio. Eu trabalhava com tecnologia e ela era engenheira em uma montadora. Fizemos uma loja bem pequenininha, com três funcionários. E começou a dar muito certo. Logo nos primeiros meses, já precisamos dobrar o quadro de funcionários no final de semana", relembra.

Com o crescimento do negócio, Murilo decidiu deixar a carreira em tecnologia para se dedicar integralmente à própria empresa. Em 2015, ele passou a estudar estratégias para ampliar as vendas. Entre as alternativas, ele cogitava a abertura de uma segunda loja, implementação do modelo de franquia e, também, a exportação.  

No ano seguinte, o empreendedor se inscreveu no Programa de Qualificação para Exportação (Peiex), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) que prepara empresas nacionais para o comércio exterior.

"Queria entender todas as vertentes do negócio e vi uma oportunidade de internacionalização. Assim, me inscrevi no Peiex e comecei a participar de capacitações", explica.

O treinamento junto à ApexBrasil foi um marco na trajetória da empresa, conta Murilo. "De 2017 para 2018, a gente ainda estava fazendo o programa da Apex, todas as oficinas, todas as temáticas envolvendo direito internacional, precificação, marketing internacional, embalagem. É muito completo. É um negócio que abre o campo de visão do que a empresa precisa fazer para se preparar para receber essas demandas internacionais", pontua.

Como parte do processo de internacionalização do negócio, Murilo mudou o nome da empresa para Açaí Town. Ele também montou uma fábrica e ampliou a produção. O conhecimento adquirido por meio do Peiex e uma estratégia de marketing eficaz possibilitaram à empresa alçar voos mais altos apenas quatro anos após o início das atividades.

"Em 2018, começamos nossas primeiras exportações para o Canadá, Portugal e Emirados Árabes, utilizando todo o conhecimento adquirido nas oficinas da Apex", diz Murilo.

Além do Peiex, Murilo afirma que outras iniciativas da ApexBrasil, como a promoção de rodadas de negócios entre empresas brasileiras e compradores internacionais de diversos setores, são fundamentais para empreendedores que buscam novos mercados.

"A Apex faz parte da nossa visão estratégica, justamente por essa participação em feiras e acessos a mercados diferentes. Nós fomos pioneiros em alguns mercados e, através da Apex, a gente foi conseguindo desenrolar isso", diz.

A Açaí Town começou com uma produção artesanal e, com o tempo, evoluiu para uma fábrica que exporta mais de 120 toneladas de açaí, por mês, para mais de 20 países, incluindo importantes mercados, como os Estados Unidos e a Austrália. "Hoje, temos clientes em todos os continentes, e os países do Oriente Médio, como Jordânia e Emirados Árabes, são os principais destinos", destaca.

Hoje, as exportações correspondem a cerca de 70% do faturamento da empresa.

Peiex
Presente em todas as regiões do país, o Peiex orienta os empresários que desejam exportar seus produtos. Os interessados podem entrar em contato com os respectivos núcleos operacionais da ApexBrasil, em cada estado do país, e assinar um termo de adesão ao programa.

O atendimento às empresas por meio do programa é gratuito. Basta ao empresário estar disposto a dedicar tempo e a investir na melhoria do seu negócio. O diagnóstico do que a empresa precisa melhorar para acessar o mercado exterior dura aproximadamente 38 horas. O empreendedor recebe um plano de exportação com orientações para internacionalizar sua marca.

Gostou da história do Murilo Santucci, da Açaí Town? Fique ligado para mais matérias da série Histórias Exportadoras! São casos inspiradores de empreendedores que conquistaram o mundo com o apoio da ApexBrasil

Para mais informações, acesse: www.apexbrasil.com.br

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Felipe Moura

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Leite materno - cuidado essencial em situação de emergência

imagem: Elza Fiuza/Agência Brasil / reprodução

***Em situações de catástrofe, o UNICEF incentiva o aleitamento materno e orienta sobre alimentação na primeira infância.



O alimento mais completo que existe para bebês é também o mais indicado em situações de calamidade e desastres naturais como o que assolou o Rio Grande do Sul nos últimos meses. O leite materno continua sendo o melhor e mais completo alimento a ser oferecido exclusivamente para bebês de até seis meses, e de forma complementar para crianças de até dois anos.

Os benefícios do aleitamento materno vão além da nutrição e devem ser mantidos e priorizados quando houver escassez ou dificuldade de acesso a outros alimentos. O Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, por meio da Política de Saúde da Criança, promove ações de incentivo e apoio à amamentação.
 
A oficial de saúde e nutrição do UNICEF, Stephanie Amaral, ressalta os benefícios.

"Em contextos de emergência, a amamentação é onde a gente vai trazer não só um alimento nutritivo, mas também vai trazer a hidratação para aquele bebê, a gente vai trazer um alimento que é seguro, que não está sujeito a contaminação de água, entre outras questões que podem ocorrer nesses contextos", explica.

Aumento da imunidade e apoio emocional
Em contextos de desastres, quando as pessoas saem de suas casas, perdem a autonomia, vivem em coletividade e mudam suas rotinas, a questão emocional não pode ser negligenciada. A amamentação oferece não apenas proteção nutricional, mas todo um aparato que inclui produção de anticorpos que fortalecem o sistema imunológico e que ajudam na prevenção das doenças — como diarreias, infecções respiratórias e alergias.

"Esse contato fortalece o vínculo entre mãe e bebê, o que, num período de emergência, não só ajuda a criança emocionalmente, como também costuma ajudar a mãe emocionalmente. Trata-se de um momento de conexão, alívio e de saída daquela emergência toda", complementa Stephanie Amaral.

Apesar disso, o UNICEF reforça que a amamentação cruzada — que é quando uma mãe amamenta outra criança que não seja a dela — seja evitada. A prática não é recomendada por causa do risco de transmissão de doenças para a criança.

Uso de mamadeiras, fórmulas e chupetas
A dificuldade de lavar e higienizar mamadeiras e chupetas de forma
correta — comum em emergências e catástrofes — aumenta o risco de doenças e contaminações. Por isso, o uso de utensílios como mamadeiras e chupetas não é recomendado.

"A utilização da água se torna algo que pode veicular doenças. E mesmo usando uma água que seja potável para preparação da fórmula, é possível que os utensílios tenham sido lavados com uma água imprópria ou mesmo que haja alguma dificuldade em se lavar esses objetos. É muito mais arriscado — com o uso desses utensílios — de se expor a criança ao risco de contaminação e doenças como diarreia e vômito". Por isso, complementa, a oficial do Unicef, que  o uso desses objetos não é recomendado.  

Em vez de utensílios como mamadeira, a recomendação é que a oferta de alimentos líquidos como leite e água seja feita em copos rígidos. Na falta de água potável para a higienização correta e segura desses utensílios, é recomendado que se use os descartáveis — que deverão ser utilizados apenas uma vez e desprezados em seguida.

Introdução alimentar
Situações de moradia compartilhada — onde a alimentação é oferecida de forma coletiva e  sem que a população tenha acesso a todos os nutrientes que precisa — muitas vezes não atendem às necessidades da criança.

É que na introdução alimentar — que acontece por volta dos seis meses de vida — o ideal é que a comida oferecida ao bebê seja amassada — nunca batida ou peneirada. A mastigação estimula o desenvolvimento da face e dos ossos da cabeça, favorecendo o desenvolvimento infantil. Quanto ao valor nutricional, alimentos naturais e minimamente processados, como frutas e verduras devem ser privilegiados.

Comida processada, como biscoitos, doces e bebidas açucaradas são pobres em nutrientes e podem conter muito sal, gordura e açúcar, além de aditivos, como adoçantes, corantes e conservantes. Por isso devem ser evitados em todas as fases da vida, mas na infância, essa restrição é ainda mais importante.

Em situações de calamidades, oferecer alimentos crus à criança deve ser evitado. Para evitar qualquer tipo de contaminação, vegetais e legumes devem ser cozidos.O cardápio deve buscar privilegiar a comida variada e in natura — frutas, legumes, verduras, arroz e feijão, carnes — "são alimentos que trazem os nutrientes necessários para a criança crescer e se desenvolver", complementa a oficial de nutrição. 


Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem:Lívia Braz

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Brasil é o 7º em ranking de produção e demanda de ouro

imagem: arquivo / reprodução

***Com uma população de mais de 1 bilhão de habitantes, a Índia lidera o ranking, com uma procura de mais de 747 toneladas em 2023.




Segundo pesquisa realizada por especialistas da The Gold Bullion Company, novos dados indicam que o Brasil ocupa o 7º lugar no balanço mundial entre oferta e demanda de ouro. Os números mostram os países que não estão conseguindo satisfazer a procura de ouro com a produção de minas. Com uma população de mais de 1 bilhão de habitantes, a Índia lidera o ranking, com uma procura substancial de ouro, que ascendeu a mais de 747 toneladas em 2023 – composta por joalharia e procura por barras de ouro. Isso equivale a cerca de 0,52 gramas por pessoa. No entanto, tem havido uma produção mineira relativamente baixa, de 15,1 toneladas, o que significa que a procura foi 50 vezes superior à oferta em 2023.

A Turquia vem em segundo lugar, com produção de mina de 36,5 toneladas no último ano, seis vezes inferior à procura, de 201,6 toneladas. A procura de ouro na Turquia também tem aumentado, passando de 1,13 gramas por pessoa em 2021 para 1,43 gramas em 2022 e 2,34 gramas em 2023. Completando os três primeiros postos está a China. Com uma população de mais de 1,4 bilhão de habitantes, o país tem uma procura anual de ouro de 909,7 toneladas. Embora o valor da produção mineira seja o mais elevado registado em todos os 10 países, ainda fica duas vezes aquém da procura.

O Brasil tem uma produção de mina de 86,9 toneladas, com uma demanda de consumo entre joias, barras e moedas de 17 toneladas e com uma diferença na produção de mina em comparação com a demanda do consumidor cinco vezes superior. "A produção sustentável de metal é vital por razões ambientais, econômicas e sociais. Do ponto de vista ambiental, ajuda a conservar recursos finitos, reduz o consumo de energia e minimiza a poluição, mitigando assim as alterações climáticas e protegendo os ecossistemas.

Economicamente, as práticas sustentáveis levam à eficiência de custos em longo prazo, satisfazem a crescente procura do mercado por produtos ecológicos e garantem a conformidade com regulamentos ambientais rigorosos, enquanto socialmente estas práticas protegem a saúde da comunidade, reduzindo a poluição e defendendo padrões laborais éticos, garantindo salários justos e condições de trabalho seguras. No geral, a produção sustentável de metais apoia uma abordagem equilibrada à utilização de recursos, beneficiando o planeta, a economia e a sociedade", disse o diretor-geral da The Gold Bullion Company, Rick Kanda.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61

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UNOPS: Programa "Nosso Chão, Nossa História" lança editais para projetos em Maceió

imagem: Nações Unidas Brasil / reprodução

O UNOPS, organismo das Nações Unidas especializado em gestão de projetos, está executando o Programa Nosso Chão, Nossa História, desenvolvido para reparar os danos morais coletivos decorrentes do desastre do afundamento do solo em Maceió.

Gerido pelo Comitê Gestor dos Danos Extrapatrimoniais (CGDE) e operacionalizado pelo UNOPS, o Programa lança seus primeiros editais esta semana, que destinam cerca de R$ 15 milhões para projetos de reparação em Maceió.

Organizações da sociedade civil podem enviar propostas gratuitamente até 16 de setembro, abordando áreas como fortalecimento de OSCs, saúde mental comunitária, geração de renda, educação ambiental e bem-estar animal e diagnóstico dos impactos do desastre.


Serão destinados cerca de R$ 15 milhões para iniciativas voltadas à reparação de danos morais coletivos. Apresentação de propostas é gratuita e pode ser feita até 16 de setembro

O programa Nosso Chão, Nossa História lançou, nesta segunda-feira (5), os primeiros editais para a implementação de projetos voltados à reparação dos danos morais coletivos causados pelo afundamento do solo em bairros de Maceió.

Organizações da sociedade civil (OSCs) têm até dia 16 de setembro para apresentarem propostas de projetos em cinco áreas temáticas: fomento e fortalecimento de OSCs; diagnóstico e pesquisa sobre os impactos do desastre para as comunidades; saúde mental comunitária; geração de renda e empreendedorismo; e educação ambiental e bem-estar animal. Os requisitos necessários para apresentação das propostas estão detalhados nos editais, disponíveis no site www.nossochaomaceio.org. Os projetos podem ser propostos de maneira consorciada, envolvendo mais de uma organização social, especialmente aquelas que já desenvolvem projetos nas áreas afetadas pelo desastre.

Os danos morais coletivos são aqueles que vão além das questões financeiras, afetando emocionalmente, psicologicamente e moralmente tanto as pessoas quanto as comunidades. Eles se referem ao prejuízo que afeta a comunidade em seu convívio social, como a perda das relações entre vizinhos, a interrupção dos encontros nas praças durante os festejos, o comprometimento das atividades esportivas, além da diminuição das interações com o meio ambiente e o fechamento de comércios, como o mercadinho que há anos existia no bairro.

O Programa, por meio desses primeiros editais, busca apoiar os coletivos que surgiram a partir do desastre para formalização de novas OSCs, preparar as organizações existentes para atuarem na reparação de danos morais coletivos, compreender melhor os impactos do desastre e financiar projetos nas áreas que mais impactaram as comunidades.

A presidenta do CGDE, Dilma Marinho de Carvalho, comemora o lançamento dos editais. "Os danos extrapatrimoniais são, muitas vezes, difíceis de serem medidos, mas nem por isso deixam de causar frustração e tristeza nas pessoas que foram afetadas pelo desastre. Daí a importância dessa reparação, que vai ser feita com o envolvimento da própria comunidade", afirma.

Dilma também destaca que esta é a primeira geração de editais e que novas temáticas serão abordadas nas próximas fases. "Ainda este ano, haverá um momento importante para ouvir a população atingida e identificar as demandas relacionadas aos danos morais coletivos. Será uma ação crucial e queremos garantir a participação de todas as pessoas impactadas pelo desastre", antecipa.

Organizações interessadas devem juntar todos os documentos exigidos nos editais e enviar suas propostas de forma gratuita ao e-mail editais.nossochao@unops.org. Dúvidas e orientações podem ser obtidas por meio do WhatsApp do Programa, pelo e-mail dos editais ou pelo perfil oficial do Programa no Instagram (@nossochao.maceio). O UNOPS, escritório da ONU responsável pela gestão e operacionalização do Nosso Chão, Nossa História, irá apoiar a elaboração de projetos e a formalização de novas organizações.

Cada projeto tem um valor máximo determinado nos editais lançados. No total, serão investidos cerca de R$15 milhões. "Os editais são uma ferramenta para estimular a participação aberta e equânime das organizações interessadas. Foram elaborados de maneira clara e didática, para facilitar a compreensão de todas as pessoas", frisa Bernardo Bahia, gerente do Programa pelo UNOPS. "Todo o processo de avaliação será cuidadoso e transparente, conforme os critérios estabelecidos nos editais", acrescenta.

Com essa primeira ação, o Programa Nosso Chão, Nossa História busca alcançar diferentes públicos, como ex-moradores e moradores das áreas atingidas, lideranças, coletivos, pessoas com deficiência, mulheres, pessoas idosas, crianças, adolescentes, jovens, empreendedores, trabalhadores informais e pessoas que trabalham com pesquisa. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a coesão comunitária.

Programa Nosso Chão, Nossa História

A iniciativa é resultado da ação civil pública nº 0806577-74.2019.4.05.8000 representada pelo Ministério Público Federal de Alagoas (MPF/AL), que responsabilizou a Braskem pela reparação dos danos ocorridos a partir do afundamento de cinco bairros de Maceió. As atividades e os projetos do Programa Nosso Chão, Nossa História são definidos pelo Comitê Gestor dos Danos Extrapatrimoniais (CGDE) e operacionalizados pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS). É prevista a aplicação de R$ 150 milhões, pagos pela Braskem, que serão implementados em quatro anos, por meio de projetos executados por organizações da sociedade civil para a reparação de danos morais coletivos.

Sobre o UNOPS

O UNOPS é o organismo das Nações Unidas que presta serviços de infraestrutura, compras e gestão de projetos para um mundo sustentável. Em todo o mundo, o Escritório oferece ao sistema ONU, seus parceiros e governos soluções nas áreas de assistência humanitária, desenvolvimento, paz e segurança.

No Brasil, o UNOPS trabalha desde 2012, em parceria com governos das esferas federal, estadual e municipal, instituições públicas, outras agências da ONU e organismos financeiros internacionais. Atualmente, atua em 20 estados e no Distrito Federal.

Serviço
Inscrições nos primeiros editais - Nosso Chão, Nossa História

Quando: 5 de agosto a 16 de setembro de 2024

Público-alvo: Organizações da sociedade civil (OSCs)

Confira os editais: http://www.nossochaomaceio.org

E-mail para envio das documentações: editais.nossochao@unops.org

Em caso de orientações e dúvidas, as pessoas poderão entrar em contato pelo WhatsApp (82) 99334-2949, pelo e-mail para editais.nossochao@unops.org ou pelo perfil oficial do Programa no Instagram (@nossochao.maceio). 

Fonte:  DigitalRadioTv / Nações Unidas no Brasil

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terça-feira, 6 de agosto de 2024

Pós-enchentes no RS - é preciso manter a caderneta de vacinação das crianças em dia, orienta UNICEF

imagem: Reprodução Cristine Rochol-PMPA / reprodução

***O UNICEF orienta que a prevenção das doenças que podem causar surtos — como as síndromes respiratórias — são prioridade.



Com uma lista vasta e completa de imunizantes, o Calendário Nacional de Vacinação oferece vacinas que protegem as crianças das mais variadas doenças — desde rotavírus, sarampo até meningite. Mas para garantir a proteção completa, é preciso manter a caderneta de vacinação atualizada. E neste contexto de pós-enchentes do estado, que ainda representa riscos à saúde dos pequenos, pais e responsáveis devem manter a vacinação dos filhos em dia. A orientação é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).
 
O oficial de Saúde do UNICEF, Gerson da Costa, reforça: a vacinação é um cuidado "fundamental". "Faz parte central dos cuidados elementares de saúde a que qualquer pessoa tem direito, sobretudo as crianças, e especialmente na primeira infância — quando a criança tem muitas vacinas recomendadas que as protegem de doenças preveníveis."
 
O desafio aumenta num contexto de alagamento, dificuldade de deslocamento, perda de documentação médica, dificuldade de acesso aos sistemas de informação. Em cenários onde os pais ou responsáveis não conseguem ter acesso ou consultar as cadernetas de vacina das crianças — para saber o histórico vacinal — vale a orientação do oficial de Saúde do UNICEF.
 
"Sendo possível consultar o histórico vacinal, [é necessário] atualizar tudo. Não sendo possível, fazer o esquema básico de vacinas que envolve, entre outras doenças, o sarampo, que é uma doença que causa muito surto — então precisa estar sempre vigiando para que a cobertura vacinal esteja adequada", recomenda Gerson da Costa Filho.  
 
Confira o Calendário Nacional de Vacinação (Fonte: Ministério da Saúde)

 
  1. ● ao nascer - Vacina BCG / Vacina Hepatite B
  2. ● 2 meses - Vacina Pentavalente / Vacina poliomielite / Vacina pneumocócica / Vacina rotavírus
  3. ● 3 meses - Vacina meningocócica C
  4. ● 4 meses - Vacina Pentavalente / Vacina poliomielite / Vacina pneumocócica / Vacina rotavírus
  5. ● 5 meses - Vacina meningocócica C
  6. ● 6 meses - Vacina Pentavalente / Vacina poliomielite / Influenza / Covid
  7. ● 7 meses - Covid (2ª dose)
  8. ● 9 meses - Vacina Febre Amarela
  9. ● 12 meses - Vacina pneumocócica / Vacina meningocócica C / Tríplice viral
  10. ● 15 meses - Vacina DTP / Vacina poliomielite / Hepatite A / Vacina Tetra viral
  11. ● 4 anos - Vacina DTP / Vacina Febre Amarela / Vacina poliomielite / Vacina varicela
  12. ● 5 anos - Vacina Febre Amarela / Vacina pneumocócica
  13. ● 9 e 10 anos - Vacina HPV
 
O UNICEF orienta que, caso a criança esteja com as vacinas atrasadas ou sem nenhum registro de vacinação, os pais ou responsáveis devem buscar o serviço de saúde mais próximo — preferencialmente as Unidades Básicas de Saúde (UBS). A família deve levar para a vacinação um documento, de preferência, a caderneta da criança. Caso não tenha a carteira de vacinação, deve ir da mesma forma. Nada deve impedir a criança de se vacinar.
 
O oficial do UNICEF lembra que toda chance de cuidado da saúde deve ser aproveitada ao máximo. "A ideia é que a gente não perca a oportunidade de vacinar e que a gente ofereça — sempre que tiver contato com essa criança — tudo que ela precisa. O ideal é que essa criança, tendo contato com um serviço de saúde, possa fazer tudo que seja recomendado para a idade dela" alerta Gerson Filho.


Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Lívia Braz

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Especialista dá dicas para consumidores comprarem café de qualidade

imagem: Freepik / reprodução

***Após Ministério da Agricultura desclassificar 16 marcas por estarem acima do limite de impureza e matéria estranha, confira o que levar em conta na hora de comprar café.



Tidas como impróprias para o consumo, 16 marcas de café torrado foram desclassificadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na última semana. Alguns dos lotes fiscalizados pela pasta foram analisados quando já estavam à venda. A desqualificação levanta a questão: o que o consumidor deve levar em conta na hora de comprar esse produto?

Diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), Celírio Inácio afirma que o Brasil é o país com maior consumo de café per capita do mundo, o que demonstra o quanto essa bebida é importante no dia a dia da população.

"É uma relação de sentimento, de hábitos e de exigência pela qualidade. Por haver tantas marcas, o consumidor precisa ter cuidado ao escolher o café, principalmente nos momentos atuais, onde os preços estão bem valorizados", avalia.

O especialista dá algumas dicas que podem ajudar os consumidores de café a minimizar as chances de erro na hora de comprar o produto.

  • Evite a "marca turista", que aparece e desaparece do ponto de venda, de tempos em tempos;
  • Cuidado com as marcas desconhecidas, sem certificações;
  • Atenção com as marcas que apresentam preços bem abaixo da maioria;
  • Compre de um supermercado que tenha responsabilidade em oferecer produtos certificados.
  • Inácio informa que se os critérios definidos em lei forem atendidos, a questão da qualidade torna-se mais subjetiva, dependendo de cada consumidor.

"O café de qualidade é aquele que atende a legislação, com os padrões exigidos de impureza e oferecendo notas sensoriais acima do mínimo exigido. É comum as pessoas confundirem qualidade com estilos de bebidas. Todos os cafés certificados pela ABIC têm qualidade. O que é melhor passa por um critério pessoal de preferência."

Além disso, o Mapa alega que o café torrado e moído pode conter fraudes difíceis de se detectar a olho nu. A pasta diz que é importante que os consumidores verifiquem se os estabelecimentos que fazem a torra do café estão registrados junto ao Mapa.

Critérios do Mapa
A desclassificação das 16 marcas de café pelo Mapa atende aos critérios de uma portaria publicada em 2022. Segundo a norma, é considerado impróprio para o consumo humano, com a comercialização proibida, o café torrado que apresentar teor de matéria estranha e impureza superior a 1%.

De acordo com a portaria, matérias estranhas são corpos ou detritos de qualquer natureza, estranhos ao produto, como grãos ou sementes de outras espécies vegetais, areia, pedras e torrões, por exemplo.

Já as impurezas são elementos extrínsecos, como cascas, paus e outros detritos que acabam sendo colhidos com o café na lavoura cafeeira. 


Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Felipe Moura

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