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quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Farmácias autorizadas a realizar testes de ISTs devem ficar atentas à nota técnica do Ministério da Saúde

imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil / reprodução

***Documento, com base na resolução 786/2023 da Anvisa, orienta sobre exigência de local e profissionais legalmente habilitados.



As farmácias autorizadas a realizar testes de HIV, sífilis, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) devem ficar atentas à nota técnica publicada pelo Ministério da Saúde (MS). Segundo o documento, elas precisam atender aos requisitos previstos na resolução da Anvisa (RDC Nº 786/2023), que exige local e profissionais legalmente habilitados para realizar os exames.

Além disso, diferentemente das farmácias comuns, esses estabelecimentos devem estar integrados à rede de diagnóstico, assistência à saúde e vigilância.
A professora do curso de Farmácia da Universidade de Brasília (UnB) Micheline Marie Meiners destaca o papel das farmácias na prestação de serviços de saúde à comunidade.

"A farmácia é considerada um estabelecimento de saúde que vai prestar serviços à comunidade, tanto na dispensação e venda dos medicamentos, como de outros serviços farmacêuticos, entre eles, a realização dos testes rápidos, a aplicação de vacinas, de injetáveis, a consulta farmacêutica, entre outras coisas."

Capacitação e cuidados
A professora Micheline Meiners reforça a importância das farmácias terem um profissional bem capacitado para realizar os exames rápidos de ISTs. "No caso, o farmacêutico com capacitação e habilitação na área pode realizar o teste em uma farmácia que tenha recebido licenciamento sanitário para realizar essa atividade".

"É muito importante que os profissionais estejam capacitados, até para que os resultados não sejam comprometidos. Hoje, durante a formação do farmacêutico, tanto os testes rápidos como a aferição de alguns outros parâmetros — como pressão arterial, glicemia capilar, oximetria — já são abordados em disciplinas no curso", recomenda.

A especialista também detalha os cuidados antes da realização dos testes.

"Dentro da farmácia tem que ter um local para a realização desses testes. Nesse local, o profissional deve se paramentar, ou seja, colocar os equipamentos de proteção individual para realizar os procedimentos: luvas, máscara e jaleco. Todos os materiais que vão ser usados devem ser descartáveis e ser mostrados à pessoa que vai realizar o teste para mostrar que todo o material é descartável e está adequado."

Os testes rápidos para detecção de ISTs geralmente são feitos por meio de punção digital, ou seja, uma pequena gota de sangue extraída da ponta do dedo do paciente. Micheline Meiners reforça a importância da higienização para a coleta do material.

"O local onde vai ser feita a punção digital deve ser higienizado com álcool 70%. Essa punção deve ser realizada com uma lancetadora descartável e todo o material utilizado deve ser descartado corretamente. Após a realização do teste rápido, o farmacêutico deverá entregar à pessoa uma declaração de serviço farmacêutico com o resultado do teste realizado. O resultado pode ser reagente, não reagente, ou o teste foi inválido por algum motivo."

Em nota ao portal Brasil 61, o Ministério da Saúde informou que o teste rápido tem a finalidade de triagem, sem fins confirmatórios, já que "a conclusão do diagnóstico permanece sendo feita apenas pelo serviço de saúde".

Crianças e adolescentes
A nota técnica do Ministério da Saúde traz ainda orientações para a realização dos testes rápidos de ISTs em crianças e adolescentes. De acordo com o documento, quando se tratar de:

  • crianças de até 12 anos incompletos: a testagem e a entrega de exames devem ser feitas exclusivamente com a presença dos pais ou responsáveis;
  • adolescentes de 12 a 18 anos: após avaliação das condições de discernimento do paciente, a realização do exame fica restrita à vontade dele, bem como o compartilhamento do resultado com outras pessoas.
O Ministério da Saúde informa ainda que os exames realizados em farmácias autorizadas que positivarem para HIV não deverão ser notificados. No entanto, a pasta recomenda que o estabelecimento crie um fluxo com as vigilâncias epidemiológicas locais para informação e encaminhamento dos casos reagentes identificados.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Paloma Custódio

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HISTÓRIAS EXPORTADORAS - amor pelo café impulsiona planos ambiciosos do Café Caiçara

imagem: Instagram / reprodução

***Empresa familiar que começou há 74 anos, em Jundiaí, interior de São Paulo, está pronta para exportar café, depois de passar por treinamento junto à ApexBrasil.



O amor pelo café foi o que motivou João Pignatta a comprar uma pequena torrefação no município de Jundiaí, interior de São Paulo, em 1950. Foi assim que surgiu o Café Caiçara. A paixão foi passada de geração em geração e, hoje, cabe à Renata Pignatta — neta do fundador — dar continuidade à trajetória de sucesso da empresa familiar, que acabou de completar 74 anos.

Nesta nova matéria de uma série de reportagens sobre histórias inspiradoras de empreendedores que decidiram exportar seus produtos, vamos mostrar como o Café Caiçara conquistou Jundiaí e região e como pretende fazer o mesmo com os amantes de café ao redor do mundo.

Trajetória de sucesso
Quando iniciou suas atividades, o Café Caiçara oferecia apenas dois produtos: o café torrado em pó e o café torrado em grãos. Itens que permanecem como as estrelas da companhia até hoje. À medida que os anos se passavam e o aroma conquistava mais adeptos, a empresa idealizada por João Pignatta ampliava seu portfólio de cafés.

Em 1964, a empresa lançou quatro variedades de café torrado e moído: Tradicional, Extra Forte, Superior, Gourmet e Descafeinado. Mas não parou por aí, conta Renata Pignatta. "A gente atualizou o nosso portfólio, trazendo produtos novos, como a cápsula de café, o café solúvel, cappuccino, filtro de papel. A gente se tornou a empresa que é pelo nosso esforço e pelo rigoroso padrão de qualidade dos nossos produtos", acredita.

O sucesso construído ao longo das décadas foi tão grande que a empresa já não é mais apenas uma empresa. Trata-se do Grupo Caiçara Alimentos — que adquiriu outras marcas regionais de café.

Novos sonhos
Embora o Café Caiçara seja parte de sua vida desde quando era pequena, foi só em 2016 — depois de se formar engenheira agrônoma e adquirir experiência no mercado de trabalho — que Renata passou a trabalhar com o pai na empresa.

Logo ao chegar, ela propôs algo desafiador. "Eu trouxe essa ideia de a gente tentar expandir o nosso mercado para o comércio exterior", lembra.

Renata já sabia, inclusive, onde a empresa poderia encontrar suporte teórico e prático para expandir as vendas para além das fronteiras brasileiras. "Eu fiz contato com a ApexBrasil [Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos]. A Apex foi super comunicativa e nos recebeu de braços abertos, nos ofereceu um programa [de treinamento] para quebrar o gelo sobre o mercado exterior", lembra.

O treinamento ao qual ela se refere é o Programa de Qualificação para Exportação (Peiex), iniciativa por meio da qual os empreendedores nacionais que buscam ingressar no comércio exterior recebem um plano de exportação personalizado.

O treinamento deu certo e a empresa está pronta para dar o próximo passo em suas atividades. "Depois que nós fizemos a consultoria com a Apex, eu posso dizer que o Café Caiçara tem potencial e já pratica orçamentos para o mercado exterior. A gente não tem mais receio de participar dessa venda externa", relata.

Embora já tenha 74 anos, o Café Caiçara está apenas dando os primeiros passos quando o assunto é exportação. Assim como o avô, Renata tem planos arrojados para a empresa familiar. "Somos líderes de vendas em Jundiaí e região. Vendemos mais que as empresas nacionais, e eu acho que o meu avô, enxergando o patamar que a gente está junto buscando junto a parceiros como a Apex, estaria bem feliz e grato por a gente estar crescendo e tentando levar nosso café não só para a nossa região, mas para o mundo inteiro", diz a engenheira agrônoma.

Suporte
A ApexBrasil oferta uma série de programas que visam facilitar a inserção de empresas brasileiras — sobretudo micro e pequenos negócios — no mercado internacional de seus segmentos.

Um deles é o Peiex. Presente em todas as regiões do país, o programa orienta os empresários que desejam exportar seus produtos. Os interessados podem entrar em contato com os respectivos núcleos operacionais da ApexBrasil, em cada estado do país e assinar um termo de adesão ao programa.

O atendimento às empresas por meio do programa é gratuito. Basta ao empresário estar disposto a dedicar tempo e a investir na melhoria do seu negócio. O diagnóstico do que a empresa precisa melhorar para acessar o mercado exterior dura aproximadamente 38 horas. O empreendedor recebe um plano de exportação com orientações para internacionalizar sua marca.

Entre 2021 e 2023, o Peiex atendeu 5,3 mil empresas. Destas, 827 já estão exportando e faturaram, no período, US$ 3,16 bilhões.

Para mais informações sobre empresas que internacionalizam suas vendas e programas de incentivo à exportação, acesse: www.apexbrasil.com.br

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Felipe Moura

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terça-feira, 13 de agosto de 2024

Dinheiro esquecido - cerca de R$ 8,5 bilhões ainda não haviam sido resgatados até junho, segundo BC

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / reprodução

***Até o momento, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 7,4 bilhões dos R$ 15,9 bilhões aos quais os brasileiros têm direito.



Cerca de R$ 8,5 bilhões de recursos esquecidos pelos brasileiros no sistema financeiro ainda não haviam sido sacados até o fim de junho. É o que aponta o Banco Central, em relatório divulgado esta semana.

Até o momento, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 7,4 bilhões dos R$ 15,9 bilhões aos quais os brasileiros têm direito.

Por meio desse sistema, o cidadão pode consultar se ele, sua empresa ou algum falecido próximo tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição. Se tiver valor a receber, ele pode solicitar o saque.

Mais de 20,1 milhões de pessoas e 1,5 milhão de empresas já retiraram dinheiro esquecido por meio do SVR. No entanto, cerca de 41,2 milhões de brasileiros e 3,4 milhões de pessoas jurídicas ainda não fizeram o resgate.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Felipe Moura

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Conselho Nacional de Turismo se reúne e reafirma compromissos prioritários no setor

imagem: Roberto Castro/MTur / reprodução

***A pauta do encontro incluiu a apresentação dos trabalhos das câmaras temáticas do colegiado, envolvendo assuntos como ações voltadas à proteção climática, segurança turística e a gestão de crises e riscos no turismo.



O oitavo Salão do Turismo: Conheça o Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), foi palco, neste sábado (10/08), de reunião do Conselho Nacional de Turismo, o CNT.

Composto por gestores públicos e privados do setor, representantes da sociedade civil e acadêmicos, o CNT participa ativamente da definição dos rumos do segmento no país.

A pauta do encontro incluiu a apresentação dos trabalhos das câmaras temáticas do colegiado, envolvendo assuntos como ações voltadas à proteção climática, segurança turística e a gestão de crises e riscos no turismo, como a pandemia da Covid-19 e as recentes chuvas no Rio Grande do Sul.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, enalteceu as contribuições do CNT para o fortalecimento do ramo:

"Obrigado pela participação decisiva de cada um de vocês, que culminou na publicação ontem do nosso Plano Nacional de Desenvolvimento do Turismo para os próximos anos, até 2027. Esse Conselho Nacional de Turismo que foi criado pelo presidente da República há 20 anos atrás, o presidente Lula, foi retomado fortemente no ano passado, ampliada a participação da sociedade civil, do Congresso Nacional. Então, é um Conselho bastante plural, aonde todo mundo aqui tem voz, tem vez, participa".

Na presença da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, Celso Sabino destacou a importância da adesão do Ministério do Turismo à Articulação Nacional pelo Feminicídio Zero, desenvolvida pelo governo federal e que busca promover a proteção de mulheres.

A reunião do CNT também marcou a apresentação da nova secretária executiva do Conselho, Cristiane Sampaio, que também ocupa o cargo de secretária nacional substituta de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo.

Cristiane garantiu a continuidade da cooperação com o CNT e celebrou a realização do encontro no Salão do Turismo:

"A realização também do Conselho aqui no Salão do Turismo fortalece esse elo dos entes envolvidos aí na cena do turismo, ne, no objetivo do turismo sustentável, e a gente só tem a comemorar aqui. O ente nosso enquanto federal, instância federal, o trade, também as instâncias municipais. Então, a gente só tem a agradecer. É um momento assim muito, é histórico".

Os debates do CNT envolveram ainda incentivos à promoção do turismo interno, como o 1º Feirão do Turismo.

O evento, entre 24 e 26 de agosto, terá a oferta de condições exclusivas e descontos para a compra de passagens aéreas, pacotes de viagem e hospedagem, entre outros serviços, na baixa temporada.

Também foram abordados avanços em ações de incentivo ao turismo em comunidades tradicionais, negras e indígenas e na regionalização do turismo.

O Salão do Turismo, promovido pelo Ministério do Turismo no Riocentro, começou na última quinta-feira (08/08) e segue até este domingo, 11 de agosto.

O evento é organizado em parceria com a Fecomércio-RJ, o Sebrae Nacional, o SESC, o SENAC, a Secretaria de Estado de Turismo do Rio e a Prefeitura Municipal.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Agência do Rádio

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Brasil ainda não atingiu meta de universalização do abastecimento de água

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / reprodução

***Nenhuma macrorregião alcançou o objetivo proposto pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico em 2024, aponta estudo do Trata Brasil.



O ano é 2024. Já se passaram mais de quatro anos e meio – a partir da aprovação do marco regulatório do Saneamento (Lei nº 14.026) – e o Brasil ainda não conseguiu alcançar uma das metas propostas de universalização dos serviços de Saneamento Básico: oferecer abastecimento de água potável para 99% da população. É o que mostra a terceira edição do estudo Avanços do Novo Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2024 (SNIS, 2022), do Trata Brasil. Segundo a pesquisa, a região Norte apresentou o indicador mais distante da meta em 2022, com apenas 64,22% da população abastecida.

Mesmo que a meta estabelecida seja até 2033, a advogada especialista em direito ambiental Ariana Garcia, acredita que dificilmente o país conseguirá cumprir com o acordo.

"Eu acho difícil universalizar todo o país até 2033, por todos os motivos que a gente vem discutindo. Pode ser falta de vontade política, pode ser falta de investimento, pode ser atraso por conta de prazos para se planejar e modelar bem, pode ser em função das travas que a disputa de mercado tem gerado parando o investimento, parando o capital, mas de qualquer forma, a realidade é essa", lamenta.

Os dados mostram que a macrorregião que mais se aproximou da meta estabelecida foi a Sul, com 91,64% de atendimento em 2022 – pouco mais de sete pontos percentuais abaixo da meta. Com relação à evolução, a região Norte se destacou com um avanço de 7,17 pontos percentuais. No entanto, essa mesma região também apresentou o indicador mais distante da meta em 2022, com apenas 64,22% da população abastecida com água.

Apesar dos entraves, a especialista Ariana Garcia acredita que o governo e a sociedade não podem se acomodar. "Eu acho que os esforços precisam continuar sendo empreendidos nesse sentido mas, de fato, com toda a realidade, a diferença de cobertura em nível nacional do Oiapoque ao Chuí é muito diferente. A gente precisa estar preparado para um prazo a mais", ressalta.

Diferenças regionais
O Trata Brasil informa que o estudo levou em consideração dados públicos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS, ano-base 2022). De acordo com a pesquisa, ainda existem cerca de 32 milhões de pessoas que sofrem com a ausência de água tratada no Brasil.

O indicador médio de atendimento dos 100 maiores municípios é de 94,92% e mostra um pequeno progresso frente ao índice de 94,19% observado em 2021. No topo da lista das localidades com piores indicadores está Porto Velho (RO), com nota 4,22 e 41,79% no "Índice de Atendimento Total de Água" do SNIS (IN055) – que calcula a porcentagem da população total do município atendida com abastecimento de água. Na sequência, Ananindeua (PA), com nota 4,32 e IN055 42,74%.

Já Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR) estão entre os municípios mais bem avaliados. Ambos apresentaram nota 10 e IN055 100%.

Na opinião da presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, a realidade do saneamento não acontece de forma igualitária e são necessárias decisões rápidas para atender as necessidades da população.

"Que haja então um horizonte de universalização. Então, acho que já tivemos avanços, já tivemos um maior aporte de investimentos, estamos para ter um novo ciclo que ainda está em estudo e que precisa virar. E, por outro lado, precisamos olhar com atenção para esses municípios aí que ainda estão irregulares, mesmo após 4 anos da aprovação do marco legal de saneamento", destaca.

Metas de universalização
O Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB) estabelece 29 metas que envolvem, entre outras, 8 indicadores para o componente de abastecimento de água, 6 para esgotamento sanitário e 8 para Resíduos Sólidos Urbanos. O texto propõe estratégias de atuação para orientar os gestores, em especial o Governo Federal, entendido como referência para a construção dos programas a serem elaborados. A meta é que, até 2033, 99% dos brasileiros recebam água tratada em suas torneiras.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Lívia Azevedo

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Recorde - quase 60 mil jovens aprendizes contratados no primeiro semestre de 2024

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***Foram 58.656 contratações entre janeiro e junho, melhor resultado da história, sendo 8,39% maior em comparação ao mesmo período de 2023.



Entre janeiro e junho deste ano, quase 60 mil jovens tiveram o primeiro contato com o mercado profissional, com carteira assinada, por meio da Lei do Jovem Aprendiz (Lei 10.097/00). As 58.656 contratações no primeiro semestre atingiram o melhor resultado da história, sendo 8,39% maior em comparação ao mesmo período de 2023, que teve 54.115 jovens contratados.

Segundo o secretário de Qualificação, Emprego e Renda, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Magno Lavigne, o resultado positivo do jovem aprendiz é atribuído ao esforço do ministério para fomentar oportunidades de trabalho decentes.

Em maio deste ano, o número de vínculos ativos chegou a 615.401, sendo o melhor resultado desde a criação da lei. Em junho, foram 614.515 aprendizes. A diminuição em relação ao mês anterior se justifica por conta do maior número de desligamentos de contratos em junho, quando houve mais desligamentos do que admissões. De acordo com a pasta, o fato faz parte da sazonalidade – já que, ao final do semestre nas escolas, existem encerramentos de contratos.

Em nota, o ministério informa que dos 614.575 jovens aprendizes no país, 66,30% têm até 17 anos e 51,70% cursam o ensino médio. As mulheres são maioria, com 52,60%.

Segundo o ministério, o Jovem Aprendiz é uma das principais políticas públicas que combatem a evasão escolar.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Bianca Mingote

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