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quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Previsão do tempo para 15 estados no Brasil nesta sexta-feira 06 de setembro de 2024

imagem: arquivo / reprodução

***Digital Webradio e Webtv - A Sua Melhor companhia!!!.



As previsões do tempo, temperatura, e, de umidade relativa do ar, estão disponíveis para você estar bem informado(a) e programar-se.


Fonte:  DigitalRadioTv / Instituto Nacional de Meteorologia

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Quinta Conferência Global sobre Sinergia Climática e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

imagem: Leoni Andronov/Getty Images / reprodução

***A Conferência está sendo co-organizada pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (UN DESA) e pela ONU Mudanças Climáticas (UNFCCC), tendo como anfitrião o Governo do Brasil, em conjunto com seu atual papel na Presidência do G20.



Os compromissos estão muito aquém do planejado, o que confere urgência à Conferência. As emissões continuam a aumentar à medida que a ação climática no âmbito do Acordo de Paris caminha a passos lentos, e os últimos 12 meses foram os mais quentes já registrados.


Fonte:  DigitalRadioTv / ONU Br

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MPOX: São Paulo lidera ranking de estados com mais casos

imagem: Debora F. Barreto Vieira - OIC - Fiocruz / reprodução

***De acordo com o Ministério da Saúde, Mpox não é efeito colateral da vacina contra covid-19.



Dados do último boletim epidemiológico sobre Mpox, divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (3), mostram que, no Brasil, os estados que registraram os maiores quantitativos de casos da doença até o momento foram: São Paulo (487; 51,5%), Rio de Janeiro (216; 22,9%), Minas Gerais (52; 5,5%) e Bahia (39; 4,1%). Por outro lado, Amapá, Tocantins e Piauí não tiveram registro de casos confirmados ou prováveis.

Confira o levantamento completo aqui

Entre os municípios, os cinco que registraram maiores quantitativos de casos confirmados e prováveis foram: São Paulo (343; 36,3%), Rio de Janeiro (160; 16,9%), Belo Horizonte (43;4,6%), Salvador (28; 3,0%) e Brasília (20; 2,1%). Vale destacar que, entre os atuais 264 casos suspeitos de Mpox no País, o estado de São Paulo concentra 40,5% (107) das notificações.

Em todo o país, entre as Semanas Epidemiológicas 1 a 35 de 2024, foram notificados 945 casos confirmados ou prováveis da doença. A região com maior número de notificações de casos foi a Sudeste, com 80,7% (763) dos casos nacionais.

O infectologista do Sabin Diagnóstico e Saúde, Claudilson Bastos, destaca que, entre as principais medidas de prevenção estão evitar o contato com pessoas infectadas e manter uma higiene rigorosa.

"Com relação às medidas preventivas para monkeypox, nós temos que considerar a questão do contato físico para aqueles pacientes que apresentam lesões, como vesículas ou como pústulas ou como infecções, lesões de pele, sejam elas na região genital, ou no corpo mesmo, mãos, braços, enfim. Então nesse caso eu preciso ter o contato a distanciamento. O uso de máscara também é importante porque transmite por gotículas, então é preciso ter cautela com relação a isso, usar máscara, álcool gel", recomenda.

Mpox não é efeito colateral da vacina contra covid-19
De acordo com o Ministério da Saúde, depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 14 de agosto de 2024, a Mpox como emergência de saúde internacional, começaram a circular nas redes sociais informações falsas sobre a doença. Entre, os conteúdos falsos está a "afirmação de que a Mpox é efeito colateral da vacina contra a covid-19." A Pasta, no entanto, reitera que "não há nenhum dado científico ou qualquer evidência que permita afirmar qualquer ligação entre Mpox e vacinação."  

Por meio de nota, o ministério afirma que a Mpox é "uma doença viral zoonótica transmitida aos seres humanos por meio de contato com pessoas infectadas ou materiais contaminados. Ela é causada pelo vírus MPXV, pertencente ao gênero Orthopoxvirus e à família Poxviridae. Ela não é um efeito colateral das vacinas contra a covid-19 ou de qualquer outra vacina."

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Marquezan Araújo

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Dengue: Brasil registra 6,5 milhões de casos prováveis em 2024

imagem: jcomp/Freepik / reprodução

***De janeiro até agora foram contabilizados 5.267 óbitos pela doença e outros 1.988 estão em investigação, segundo o Ministério da Saúde.



O Brasil já registrou 6.509.794 casos prováveis de dengue em 2024. O dado é da mais recente atualização do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. De janeiro até agora, foram contabilizadas 5.267 mortes pela doença e outras 1.988 estão em investigação. No momento, o coeficiente de incidência de dengue no país é de 3.205,8 casos para cada 100 mil habitantes.

Segundo o monitoramento da pasta, 55% dos casos foram identificados entre as mulheres. A faixa etária mais acometida pela dengue é entre 20 e 29 anos, seguida por 30 a 39 anos e 40 a 49 anos. Bebês com menos de 1 ano, idosos com 80 anos ou mais e crianças de 1 a 4 anos são os menos atingidos pela doença.

Entre os estados, São Paulo lidera com o maior número de casos graves e sinais de alarme, com 24.934 casos de janeiro até agora. Na sequência estão Minas Gerais, com 15.128; Paraná, com 13.546, e Distrito Federal, com 10.249. Roraima (3), Acre (11) e Rondônia (33) são os estados com menos casos graves ou sinais de alarme.
O infectologista Antônio Carlos Bandeira reforça as medidas preventivas contra a dengue.

"As principais medidas de prevenção podem ser divididas em duas partes, a primeira individual e a segunda coletiva. Na parte individual, é fundamental usar repelentes, tais como aqueles à base de icaridina ou DEET, principalmente as gestantes precisam usar repelentes do primeiro ao último dia da gestação para que não tenham possibilidade de se contaminarem com o vírus da zika, que é altamente teratogênico. A outra situação para prevenção é você utilizar roupas mais compridas, telas, em regiões onde você pode dormir com telas, e ar-condicionado."

Na parte coletiva, é fundamental eliminar os focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue e outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela — não deixando água parada.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Paloma Custódio

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Seca: 106 cidades do Piauí em situação de emergência

imagem: MIDR / reprodução

***Municípios nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Minas Gerais e Rondônia também enfrentam longo período de ausência de chuvas e obtiveram o reconhecimento.



O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quarta-feira (4), a situação de emergência em 106 cidades do estado do Piauí que enfrentam a seca, um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem. A portaria com a medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Para conferir mais detalhes, acesse o link abaixo.

Portaria nº 3.033

O Piauí é um dos estados brasileiros que sofrem com a falta de chuvas. No momento, 115 municípios estão com reconhecimento de situação de emergência vigente. Do total, 107 por seca e oito por estiagem.

Na região Norte, também muito afetada pela estiagem, mais cinco municípios obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência. São eles: Tonantins, Itamarati, Humaitá e Maués, na Amazônia, e Pimenta Bueno, em Rondônia. Saiba mais detalhes aqui.

Em Minas Gerais, as cidades de São Romão e Setubinha também registraram seca, além de Nossa Senhora do Livramento, no Mato Grosso.

Já no Rio Grande do Sul, o município de Barros Cassal foi atingido por fortes chuvas.

Agora, todas as prefeituras estão aptas a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos
Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.

Fonte:  DigitalRadioTv / MIDR 
Reportagem: Petronílio Oliveira

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USP oferece curso on-line de introdução à programação para meninas

imagem: StartupStockPhotos/Pixabay / reprodução

***As inscrições vão até domingo.




As aulas serão ministradas aos sábados, das 14h às 17h, entre 21 de setembro e 19 de outubro

Agência FAPESP – O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP) recebe, até domingo (08/09), inscrições para a nova edição do curso "Meninas Programadoras: Introdução à Programação para alunas do Ensino Médio ou Concluintes".

O principal objetivo é fornecer às alunas oportunidade de desenvolver habilidades de programação e de resolução de problemas por meio de aulas que combinam teoria e prática. O curso também busca motivar as garotas a ingressar em carreiras de computação.

A iniciativa se destina a alunas que estão matriculadas no ensino médio e àquelas que já terminaram o ensino médio, não importando há quanto tempo. Para participar, basta ter um computador com acesso à internet.

As aulas serão on-line, sempre aos sábados, das 14h às 17h, começando em 21 de setembro e terminando em 19 de outubro. O curso é realizado por meio do Google Classroom e do Google Meet e emprega plataformas específicas de programação.

As inscrições podem ser feitas pelo Sistema Apolo da USP. É importante preencher o e-mail corretamente, pois é pelo contato cadastrado que as inscritas receberão informações sobre como enviar a documentação para concluir a inscrição, o resultado da seleção e como acompanhar as aulas.

Todas que participarem de, pelo menos, 75% das atividades propostas receberão um certificado de conclusão da USP.

Mais informações: https://meninasprogramadoras.icmc.usp.br/.

Fonte:  DigitalRadioTv / USP

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quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Energia elétrica terá bandeira vermelha patamar 2 em setembro

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***Segundo o esquema de cobrança da Aneel, haverá um acréscimo de cerca R$ 7,88 a cada 100 kWh consumidos.



A bandeira tarifária das contas de energia elétrica em setembro será vermelha patamar 2. Com a mudança, haverá um acréscimo de aproximadamente R$ 7,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o aumento na tarifa foi motivado pela previsão de chuvas abaixo da média nos reservatórios das hidrelétricas, o que provocou o acionamento das usinas termelétricas, que são mais caras para produzir energia.

Essa é a primeira vez desde agosto de 2021 que a bandeira vermelha patamar 2 é acionada. Desde então, houve uma sequência de bandeiras verdes, quando não há cobrança extra da fatura de energia elétrica. Apenas em julho deste ano os boletos vieram com bandeira amarela (R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos), seguido por bandeira verde novamente em agosto.

Segundo o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília (UnB) Ivan Camargo, o esquema de bandeiras tarifárias permite que o consumidor saiba com antecedência quando a cobrança será mais cara.

"Antigamente, antes do uso da bandeira tarifária, o consumidor só saberia que a energia estava cara no ano seguinte, no reajuste da conta de luz. Hoje, temos um sinal instantâneo. A gente sabe que, nesse mês de setembro, teremos o custo da energia mais cara. É uma forma de indicar ao consumidor que, nesse período do ano, período historicamente seco, nós teremos uma energia mais cara devido ao uso das termoelétricas."

Segundo a Aneel, antes do esquema de bandeiras, o repasse dos custos de acionamento das termelétricas na seca, por exemplo, era feito apenas no reajuste tarifário anual. Dessa forma, o brasileiro não sabia quando deveria diminuir o consumo.

Mas, para o professor Ivan Camargo, o uso consciente de energia elétrica deve ser feito o ano todo, independentemente da bandeira tarifária em vigência.

"Nós estamos passando por um período dificílimo. O pessoal chama de transição energética, os problemas climáticos que estamos sofrendo. Todo consumidor consciente tem que economizar energia porque a produção da energia elétrica, ou qualquer outra energia, produz efeitos climáticos e ambientais, de forma que o consumo tem que ser sempre consciente."

Entre as principais recomendações para evitar o desperdício da energia elétrica estão:

  • evite tomar banhos longos em chuveiro elétrico;
  • não deixe luzes acesas durante o dia ou em ambientes desocupados;
  • opte por comprar aparelhos com o selo de eficiência A do Inmetro e lâmpadas de LED, que são mais eficientes e gastam menos;
  • acumule roupas para lavar e passar de uma vez;
  • priorize a iluminação e ventilação natural, entre outras.

Fonte:  DigitalRadioTv / Br 61
Reportagem: Paloma Custódio

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