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sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Pesquisa revela novas espécies da Caatinga e amplia conhecimento sobre a biodiversidade do semiárido



***Estudo da Univasf, em parceria com o MIDR, foi desenvolvida no âmbito do licenciamento ambiental do PISF, maior obra de infraestrutura hídrica do país.

imagem: Sudene/ reprodução



O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) é parceiro e incentivador das ações ambientais conduzidas pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), localizada em Petrolina (PE). Essa cooperação, que integra os programas ambientais do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional, acaba de gerar resultados inéditos: a identificação de novas espécies da flora da Caatinga, ampliando o conhecimento sobre a biodiversidade do semiárido. 

A pesquisa foi desenvolvida no âmbito do licenciamento ambiental do PISF, maior obra de infraestrutura hídrica do país executada pelo MIDR. O estudo analisou informações e materiais biológicos coletados ao longo de 15 anos, entre 2008 e 2023, em uma área de 56 mil km² do semiárido nordestino.  "Essa pesquisa foi desenvolvida porque a Univasf é parceira do MIDR na execução de programas ambientais relacionados à fauna e à flora. Dentre eles, destaca-se o Programa de Conservação da Fauna e da Flora, que é fundamental para a mitigação dos impactos decorrentes da implantação do Projeto de Integração do Rio São Francisco", afirmou a coordenadora-geral de Programas Ambientais da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), Elianeiva Odísio. 

O monitoramento realizado pela universidade tem contribuído para a produção de informações científicas sobre a fauna e a flora da Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro. Além disso, fornece subsídios técnicos que permitem acompanhar os efeitos dos impactos gerados pela obra e viabilizar a implementação de ações adequadas de gestão ambiental. 

Elianeiva Odísio reforça que esse trabalho vai além da pesquisa. "O monitoramento da flora e da fauna da Caatinga, realizado no âmbito do programa, também gera subsídios para acompanhar os efeitos dos impactos causados pela obra, permitindo, assim, uma implantação adequada da gestão ambiental", destacou a coordenadora. Com o incentivo e a parceria do MIDR, o trabalho da Univasf se consolida como referência na proteção da biodiversidade e no fortalecimento da gestão ambiental associada ao PISF, obra fundamental para garantir segurança hídrica a milhões de nordestinos. 

Os levantamentos feitos no semiárido já resultaram na descoberta de espécies de plantas antes desconhecidas pela ciência, revelando a riqueza oculta da Caatinga e contribuindo para estratégias de conservação. Clique aqui para mais informações sobre a pesquisa.


Reportagem: Mayra Crhisti
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Indústria alagoana se conecta ao futuro com Jornada Nacional de Inovação em Maceió



***Evento reunirá lideranças para debater transição ecológica e digital, com foco em soluções regionais que podem ganhar escala nacional.

imagem: Jonathan Lins/ Secom Maceió/ reprodução



A Jornada Nacional de Inovação da Indústria, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), desembarca em Maceió (AL), na próxima terça-feira (23). O evento reunirá lideranças locais para debater a transição ecológica e digital, com foco em soluções regionais capazes de alcançar escala nacional.

O encontro será realizado na Casa da Indústria Napoleão Barbosa, no bairro do Farol. Até março de 2026, a Jornada passará pelas 27 Unidades da Federação e será concluída no 11º Congresso de Inovação da Indústria, em São Paulo.

Para o assessor de Sustentabilidade Industrial da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), Júlio Zorzal, o evento é estratégico: "Alagoas será um dos primeiros estados do Nordeste a receber a Jornada Nacional de Inovação da Indústria. A Jornada conecta empresas, startups, universidades, governos e investidores, fortalecendo o ecossistema de inovação de Alagoas e preparando o estado para a economia do futuro", destaca Zorzal.

Jornada Nacional de Inovação da Indústria: etapa de Maceió

A programação contará com painéis sobre os desafios e oportunidades da indústria alagoana, com a participação de empresas como Nosso Mangue, Cooperativa Pindorama, Veolia/Braskem (na área de transição ecológica) e Hand Talk, Telesil e Solar Coca-Cola (em transformação digital).

Também serão realizados workshops sobre acesso a recursos financeiros para inovação, com orientações sobre editais, linhas de financiamento e estratégias para estruturar projetos em empresas de diferentes portes.

A Jornada Nacional de Inovação está percorrendo o Brasil em busca das melhores práticas em soluções tecnológicas e sustentáveis, que serão apresentadas no Congresso Nacional de Inovação, em março de 2026, em São Paulo. A agenda completa dos eventos pode ser conferida no site oficial.


Reportagem: Déborah Souza
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Notícia com apoio cultural das seguintes empresas:

Bahia recebe a Jornada Nacional de Inovação da Indústria para impulsionar transição ecológica e digital



***Evento em Feira de Santana reunirá empresas, startups, universidades e governo para discutir soluções que fortalecem a competitividade regional.

imagem:  Prefeitura de Feira de Santana/ reprodução



A Jornada Nacional de Inovação da Indústria chega ao município de Feira de Santana (BA), no dia 22 de setembro, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a iniciativa tem como foco impulsionar a transição ecológica e digital no setor industrial, conectando empresas, startups, universidades e o poder público.

A programação inclui palestras, painéis e workshops sobre bioeconomia, sustentabilidade, inovação digital e gestão, além da apresentação de experiências de empresas locais.

Para a gerente de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) na região Central da Bahia, Fernanda Moreira, o encontro será estratégico para o desenvolvimento regional. "Feira de Santana se destaca como um dos mercados mais fortes do interior da Bahia. Possui indústria diversificada, comércio dinâmico e ambiente acadêmico muito ativo. Trazer a pauta da inovação para o território é essencial, porque significa abrir espaço para que empresas de diferentes portes e segmentos tenham acesso a essas novas tecnologias, a novos modelos de negócio e práticas sustentáveis", afirma.

Segundo Fernanda, o evento fortalecerá conexões estratégicas entre setor produtivo, academia e governo. "A Jornada contribui para reforçar a imagem da cidade como um polo inovador, capaz de atrair investimentos, reter talentos e inspirar novos empreendedores. Então, o evento consolida Feira de Santana no mapa da inovação e no desenvolvimento industrial da Bahia", completa a gerente.

Jornada Nacional de Inovação da Indústria: etapa de Feira de Santana (BA)

A etapa de Feira de Santana prevê:

  • Palestra sobre bioeconomia e inovação no Portal do Sertão.
  • Painel sobre transição ecológica e digital, com cases e debates entre empresas, startups e academia;
  • Dois workshops: acesso ao fomento à inovação e gestão da inovação.

As inscrições são gratuitas e têm vagas limitadas. O participante pode escolher entre três modalidades: acompanhar toda a programação (manhã e tarde), participar apenas do turno da manhã, com palestra e painel de discussão, ou se inscrever exclusivamente nos workshops da tarde, escolhendo uma das duas temáticas disponíveis. Inscreva-se aqui.

A edição de Feira de Santana (BA) conta com a parceria da FIEB e suas casas Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), do Sebrae Bahia e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), além do apoio da UEFS e o Ecossistema Inova Feira de Santana de Negócios.

A Jornada Nacional de Inovação está percorrendo o Brasil em busca das melhores práticas em soluções tecnológicas e sustentáveis, que serão apresentadas no Congresso Nacional de Inovação, em março de 2026, em São Paulo. A agenda completa dos eventos pode ser conferida no site: www.jornadanacionaldeinovacao.com.br


Reportagem: Déborah Souza
Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Brasil pode faturar até US$ 140 bilhões por ano com bioeconomia até 2032



***Estudo da ICC Brasil aponta potencial em setores como alimentos, agronegócio e saúde; Banco da Amazônia amplia linhas de crédito para projetos sustentáveis na região.

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil/ reprodução



O estudo "O Potencial do Brasil na Bioeconomia do Conhecimento", elaborado pela ICC Brasil, aponta que o país pode movimentar entre US$ 100 bilhões e US$ 140 bilhões por ano até 2032 com o fortalecimento desse setor, que combina ciência, inovação e biodiversidade para criar produtos e soluções sustentáveis. O crescimento é esperado principalmente nos segmentos de alimentos, agronegócio, saúde e cosméticos.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a bioeconomia é um modelo de produção industrial baseado no uso de recursos biológicos, voltado a oferecer alternativas que aumentem a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Com foco nesse potencial, o Banco da Amazônia atua para impulsionar o desenvolvimento sustentável na região, oferecendo linhas de crédito específicas para fomentar a bioeconomia amazônica. Entre as iniciativas apoiadas está o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), que ao longo de 2024, beneficiou cerca de 22 mil famílias e para 2025, tem como principal meta beneficiar cerca de 100 mil famílias, com uma expectativa de investimento na ordem dos R$ 2.5 Bilhões. 

Já no primeiro semestre o Banco da Amazônia ampliou sua participação em investimentos voltados para projetos nas áreas de infraestrutura sustentável, conservação e recuperação de áreas degradadas, bem como os de bioeconomia, sendo financiados no Banco da Amazônia sobretudo as culturas do açaí, cacau, apicultura e dendê, já alcançando a marca de 12 mil famílias que, trabalhando com essas culturas, foram diretamente beneficiadas com os recursos do Banco da Amazônia. 

Linhas de financiamento: fortalecimento sustentável

Amazônia Rural Verde

Linha do Banco da Amazônia voltada a produtores rurais (PF ou PJ), populações tradicionais e empresas do setor rural, com foco em atividades agropecuárias sustentáveis. Essa linha tem como principal finalidade o financiamento a projetos de base sustentável, eficiência energética e adoção de fontes alternativas e renováveis, com vistas a beneficiar sobretudo produtores rurais, populações tradicionais da Amazônia e empresas do setor rural.

FNO Biodiversidade

Também alinhado aos conceitos aqui abordados, o FNO biodiversidade destina-se a apoiar a recuperação de áreas e o uso sustentável de recursos naturais e a conservação da biodiversidade, através do incentivo a técnicas como o plantio direto na palha que reaproveita o que ficou da safra colhida sem revolver o solo. Além disso, operações com recursos dessa linha investem também em técnicas para recuperação de pastagem, uso da fixação de nutrientes no solo além do reflorestamento com espécies nativas. Estando disponível para produtores rurais em geral. 

PRONAF Bioeconomia

A linha do PRONAF Bioeconomia é direcionada sobretudo para sistemas extrativistas e de base agroecológica, promovendo a substituição de tecnologias de alto impacto por soluções sustentáveis, financiando, dentre outras coisas a substituição de equipamentos a combustíveis fósseis por renováveis, implantação e expansão de sistemas de tratamento de efluentes e compostagem, silvicultura, sistemas agroflorestais (SAFs), turismo rural, construção/ampliação de unidades de bioinsumos e biofertilizantes para uso próprio.

Pronaf Floresta

Adicionalmente o PRONAF Floresta apoia agricultores familiares na implantação e manutenção de sistemas agroflorestais, estimulando práticas de uso sustentável do solo, é passível de acesso a linha todos os agricultores que estão devidamente enquadrados no perfil estabelecido nas regras do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF). 

AMABIO

Para além dos esforços na aplicação do recurso, o Banco também vem trabalhando em outras inciativas que, tendo como principal objetivo o fortalecimento das cooperativas e associações que trabalham com bioeconomia na Amazônia, dentre as quais destaca-se o Programa AMABIO, parceria do Banco da Amazônia com a Agencia Francesa de Desenvolvimento, com execução em conjunto com a Expertise France. 

O programa AMABIO conta com 3 componentes, entre esses o componente 1 é voltado de forma exclusiva a bioeconomia, com recursos disponibilizados para editais de fortalecimento a cooperativas, associações e startups que trabalham com bioeconomia tem recursos na ordem de até R$ 4 milhões para este primeiro ano, em recursos não reembolsáveis, para financiar iniciativas sustentáveis na Região Amazônica.  

O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destaca que o intuito é fortalecer cadeias produtivas sustentáveis, além de promover inovação na Região Amazônica.

"Esse edital é um marco para a bioeconomia amazônica. Ele reconhece o papel estratégico das organizações locais e busca apoiar soluções baseadas na floresta, na ciência e nos conhecimentos tradicionais para gerar renda, inclusão e sustentabilidade", afirma Lessa. 

Sustentabilidade do Banco da Amazônia

Conforme o Banco da Amazônia, a instituição reforça o compromisso com a sustentabilidade considerando aspectos como o financiamento das atividades produtivas regionais a partir dos recursos captados. Além disso, o banco também promove apoio financeiro à cadeia produtiva, desde o agricultor familiar ao projeto de infraestrutura.

Já entre os benefícios gerados pela instituição nos empreendimentos financiados estão a geração de empregos, salários e tributos e a indução de adesão de modelos de negócios sustentáveis por meio do crédito.



Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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Frente Parlamentar debate projetos sobre trabalho em feriados e dosimetria de multas



***Setor produtivo defende segurança jurídica e equilíbrio na fiscalização; parlamentares e CACB reforçam apoio às propostas.

imagem:  Paulo Pinto/Agência Brasil/ reprodução



A Frente Parlamentar de Comércio e Serviços promoveu, nesta quarta-feira (17), reunião para discutir duas pautas de interesse do setor produtivo: o PL 5552/23, de autoria do deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), que trata do trabalho aos domingos e feriados, e o PL 2766/21, de relatoria do deputado Luiz Gastão (PSD-CE), sobre a dosimetria das multas aplicadas a empresas.

Sobre a proposta do trabalho aos domingos e feriados, o deputado Domingos Sávio (PL-MG), que é um dos presidentes da Frente, comentou que é fundamental garantir a liberdade de escolha: "Não tem cabimento proibir as pessoas de trabalhar. Todos têm direito ao descanso, mas é necessário que aqueles que querem ou precisam trabalhar possam fazer isso também aos domingos e feriados, desde que sejam respeitados todos os direitos do trabalhador. As cidades turísticas, onde milhares de pessoas dependem desses trabalhadores, só funcionam porque o serviço está disponível", afirmou.

Trabalho aos domingos e feriados (PL 5552/23)

O projeto de Joaquim Passarinho propõe alterar leis como a do Repouso Semanal Remunerado (Lei nº 605/49), a da Participação nos Lucros e a da Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/19), para autorizar permanentemente o funcionamento do comércio aos domingos e feriados, sem necessidade de acordo ou convenção coletiva.

Segundo o parlamentar, a proposta busca encerrar de vez a insegurança jurídica provocada por sucessivas portarias do governo.

"Na reforma trabalhista, achávamos que tínhamos resolvido este problema e tiramos aquela dependência dos sindicatos terem que impor suas vontades contra outros sindicatos, e você acabar penalizando o povo, a sociedade e até mesmo os turistas de cidades turísticas. A relação era entre patrão e empregado, sem que isso retirasse direito trabalhista do empregado", disse Passarinho.

O parlamentar destacou ainda que o objetivo é simplificar a regra e garantir estabilidade para o setor: "O queremos é apenas trabalhar, pagar imposto e melhorar este país. É um projeto que, definitivamente, independentemente de portaria, dá liberdade de trabalhar — lógico, havendo acordo entre patrões e empregados e respeitando a legislação atual."

Dosimetria das multas (PL 2766/21)

O segundo projeto discutido, de autoria do deputado Luiz Gastão, busca tornar mais equilibrada a atuação dos órgãos fiscalizadores. A proposta pretende evitar autuações múltiplas contra empresas, incentivar ações educativas com prazo para correções, substituir multas por reparações ao consumidor e definir a Secretaria Nacional do Consumidor como foro central para conflitos interestaduais.

A medida também altera dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, com o objetivo de coibir práticas abusivas e garantir mais segurança jurídica às empresas.

Apoio da CACB

O diretor institucional da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), João Andrade, destacou a importância das propostas: "A CACB espera fortemente que esses projetos vão para frente e a gente está acompanhando de perto para que isso tudo aconteça da melhor forma."

Segundo Andrade, tanto o PL 5552/23 quanto o PL 2766/21 são fundamentais para o sistema associativista e para a economia como um todo.



Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61 

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Setor de TIC deve gerar 147 mil vagas até o fim de 2025; parceria entre SENAI e empresas pretende ampliar formação na área



***Acordo busca reduzir déficit de profissionais qualificados no setor de Tecnologia da Informação e Comunicação.

imagem: Gabriel Pinheiro/CNI / reprodução



O setor de Tecnologia, Informação e Comunicação (TIC) segue como um dos mais promissores no Brasil, com perspectiva de gerar até 147 mil vagas formais até o fim do ano. No entanto, a previsão esbarra na dificuldade de encontrar mão de obra qualificada. O déficit de profissionais de tecnologia foi de mais de 30% entre 2018 e 2023. Os dados são Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom).

Para ajudar a suprir essa lacuna, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e a Brasscom assinaram um Acordo de Cooperação para a divulgação de programas voltados à formação técnica no setor de TIC.

O acordo prevê a produção de conteúdo sobre o setor e a divulgação de oportunidades de emprego para alunos egressos dos cursos de formação do SENAI para as empresas associadas à Brasscom.

Segundo o superintendente de Educação Profissional e Superior do SENAI, Felipe Morgado, a parceria vai contribuir para que as formações atendam às reais necessidades das empresas.
"O SENAI, junto com a Brascom, está convidando as empresas para formar profissionais para atender a demanda de mão de obra qualificada. É uma customização, uma oferta em larga escala e, principalmente, uma forma de atrair a juventude e o trabalhador para o setor", explica.

Para Morgado, a união com grandes empresas tornará o país mais produtivo e competitivo em um setor estratégico, em franco crescimento não só no Brasil, mas em todo o mundo. "Temos certeza que, melhorando ainda mais o nosso currículo, acertando essa pontaria junto com as empresas, a gente vai conseguir uma empregabilidade ainda maior e remunerações ainda maiores para os nossos estudantes."

Melissa Rangel, especialista em Qualidade de Software na Keeggo – empresa que presta consultoria de tecnologia –, acredita que a união do SENAI com o setor produtivo vai aumentar a empregabilidade de quem está começando na carreira. "Na nossa área de qualidade de software, por exemplo, isso ajuda muito, porque quanto mais preparados os profissionais estiverem, melhor vai ser a entrega dos projetos de tecnologia. Então, acredito que as parcerias assim fortalecem todo o setor", ressalta.

Cenário promissor

A parceria ocorre em um momento estratégico para o setor. Pesquisa inédita da Brasscom em parceria com a Fundação Telefônica Vivo aponta que 82% das empresas planejam ampliar suas equipes nos próximos dois anos. Quase metade desse total (46%) pretende direcionar as novas vagas a profissionais juniores, como estagiários, aprendizes e iniciantes de carreira.


Fonte:  DigitalRadioTv / Divulga no Blog / Br 61

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