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quarta-feira, 31 de julho de 2024

REFORMA TRIBUTÁRIA - Prestes a ser votada no Senado, regulamentação é vista como complexa e impraticável por governador Caiado

imagem: arquivo / Reprodução Secom Goiás

***Chefe do executivo de Goiás acredita que reforma vai tirar independência dos estados e governadores viverão de "mesada".



O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, chegou a dizer em 2023: "ela não passará" — se referindo à reforma tributária. Mas no apagar das luzes do Congresso no ano passado, a EC 132/23 foi promulgada, contrariando as crenças do chefe do executivo de Goiás. Com o texto substitutivo já aprovado pela Câmara e agora prestes a ser apreciado pelo Senado, Caiado — em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo — criticou vários pontos da reforma e acredita que ela "não terá aplicabilidade na vida real".

Uma das principais críticas está no Imposto sobre Bens e Serviços, o IBS — que será a unificação dos atuais ISS e ICMS recolhidos por estados e municípios. E que para Caiado é "algo impossível de ser aplicado". O governador entende que "não se faz uma mudança que envolve mais de 5,5 mil prefeituras de 26 estados e um Distrito Federal dentro de uma emenda constitucional, que diz que as prerrogativas dos governadores serão secundárias e que um comitê gestor vai deliberar sobre a partilha da arrecadação aos municípios e aos Estados."

Comitê gestor "super poderoso"
Para administrar o IBS — imposto arrecadado por estados e municípios — será criado o Comitê Gestor do IBS. Trata-se de um comitê que vai fazer a arrecadação, a compensação de débitos e créditos, a distribuição de receitas para os entes. E que, na opinião de Caiado, o representante desse comitê "vai ter mais poder do que o governador", reclama.

"Ele é quem vai avisar o governador: sua mesada chega amanhã e vai ser de tantos milhões de reais. Eu apresentei um plano de governo, fui eleito, encontrei um Estado quebrado, endividado, que não conseguia fazer empréstimos, e hoje Goiás é um Estado com equilíbrio fiscal, progrediu, tem dinheiro em caixa, tem investimento, tem saúde e educação. E aí vou ter de governar com uma mesada", avalia o governador de Goiás.

O advogado tributarista e sócio do Toledo Marchetti Advogado, Luis Claudio Yukio Vatari, concorda com o pensamento de Caiado, avaliando a situação econômica do estado que ele representa.

"Ele está num estado que possivelmente vai ser muito impactado pela arrecadação própria, ele vai depender muito de repasses, por isso eu concordo com o que ele diz sobre essa questão."

Brigas na justiça
Outra crítica de Caiado está no que tange às ações na justiça decorrentes do IBS. Para ele, "vai ser a maior judicialização que já se viu no mundo quando o IBS começar a funcionar. Nós vamos ter os 5.568 municípios e os 26 Estados mais o Distrito Federal com ações no Supremo Tribunal Federal", prevê.

"Vão reclamar do valor de repasse da arrecadação, vão alegar que uns ganham mais do que outros, vão questionar a responsabilidade do comitê gestor. Eu acho que essa proposta do governo é infeliz, é concentradora sobre Brasília, retira 100% da representatividade, da capacidade de gestão e de governança dos governadores e dos prefeitos e transfere para aquilo que chamei inicialmente de 'Comitê Venezuelano'. Simplesmente vai ficar na mão deles a distribuição de R$ 1 trilhão. Quem gerir o comitê terá o cargo mais importante do País", diz Caiado.

O advogado Yukio Vatari concorda que haverá aumento de ações na justiça e critica o modelo que foi usado para a base do IBS.

"A gente pegou o tributo mais complexo, que é o ICMS, e estamos usando ele como modelo para fazer tudo. Aqui no meu escritório, já temos teses preparadas para os clientes mesmo sem ter a legislação pronta. E não é só meu escritório, a maior parte dos escritórios que trabalham com [reforma] tributária já viram falhas, abusos e outras questões de ordem procedimental junto ao Congresso."

O texto substitutivo está no Senado e deve começar a ser apreciado na volta do recesso, agora em agosto. Sobre as possíveis mudanças que o texto poderia vir a sofrer no Senado, Caiado afirma que "a partir da aprovação da PEC (em dezembro de 2023), essas mudanças são apenas acessórios e não vão alterar as sequelas que já implantou em termos de consequências reais à população. Não adianta querer tratar uma fratura exposta com band aid."

Reportagem: Lívia Braz

Fonte:  Br 61

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NIS FINAL 0 - Pagamentos do Bolsa Família continuam nesta quarta-feira (31)

imagem:  Lula Marques/Agência Brasil / reprodução

***Pagamento é realizado preferencialmente na conta do CAIXA Tem ou na Poupança Fácil da CAIXA.



Nesta quarta-feira (31), a CAIXA finaliza o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de julho, com a realização do crédito para os beneficiários com o Número de Identificação Social - NIS terminado em 0.

O pagamento é realizado preferencialmente na conta do CAIXA Tem ou na Poupança Fácil da CAIXA. Vale lembrar que, com a conta no CAIXA Tem, o beneficiário pode fazer transferências, pagar contas e fazer até PIX direto no aplicativo do celular.

O benefício também pode ser movimentado utilizando o cartão de débito da conta nos comércios ou nas Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e em Agências da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família é bem fácil, basta entrar na loja de aplicativos do seu smartphone.

Reportagem: Br 61

Fonte:  Br 61

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Estudo aponta exercício intervalado de alta intensidade como o mais benéfico para mulheres idosas

imagem: Estudo envolveu 92 mulheres idosas e em situação de vulnerabilidade socioeconômica da cidade de Bauru (foto: Emmanuel Ciolac/Unesp) / reprodução

***Pesquisadores da Unesp avaliaram o efeito de três diferentes programas de treinamento de baixo custo num grupo de voluntárias em situação de vulnerabilidade social. A combinação de HIIT com fortalecimento muscular foi a mais efetiva na redução da pressão arterial e da rigidez arterial, principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.




Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – Estudo feito com 92 mulheres idosas e em situação de vulnerabilidade socioeconômica comparou a eficácia de diferentes programas de exercício comunitário de baixo custo na melhora e/ou manutenção de diversos parâmetros cardiovasculares e funcionais, como circunferência abdominal, pressão arterial e, sobretudo, rigidez arterial – um fator de risco para a aterosclerose.

Os resultados, divulgados no European Journal of Preventive Cardiology, indicam que a combinação de treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT, na sigla em inglês) com fortalecimento muscular foi a opção com mais benefícios à saúde.

Composto por sequências rápidas de exercícios muito intensos intercaladas com períodos curtos de descanso, o HIIT proporciona estímulos que trabalham o corpo inteiro, executados no mínimo de tempo possível. Esse tipo de treino vem sendo utilizado há décadas por atletas de alto rendimento e virou febre nos últimos anos, sobretudo, pelo fato de oferecer sessões mais curtas e sem a necessidade de equipamentos.

Os outros protocolos testados na pesquisa foram fortalecimento muscular praticado de forma isolada ou associado a treinamento aeróbio moderado. O trabalho foi conduzido com apoio da FAPESP na Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista (FC-Unesp), campus de Bauru.

Os diferentes programas foram praticados pelas voluntárias duas vezes na semana, ao longo de nove meses, em centros comunitários de Convivência do Idoso. Os parâmetros de saúde das participantes foram avaliados antes da primeira sessão de exercícios, logo após o término da intervenção e três meses após sua interrupção.

Na comparação, os dois programas de exercício combinados (fortalecimento com HIIT e fortalecimento com aeróbico moderado) foram igualmente efetivos na redução da circunferência abdominal (diminuição de 3,3 centímetros em média) e esse benefício se manteve após a interrupção dos treinos. No entanto, somente o treinamento combinado envolvendo HIIT foi efetivo na diminuição da pressão arterial sistólica (7.9 milímetros de mercúrio – mmHg) e da rigidez arterial (0,69 metro por segundo – m/s). A avaliação mostrou ainda que, nesse grupo, apenas a rigidez arterial se manteve mais baixa três meses após o fim do treinamento.

Todos os programas de exercício foram efetivos para melhorar o desempenho funcional, mas somente o grupo que praticou HIIT combinado a fortalecimento muscular manteve, ao menos parcialmente, melhoras funcionais (força de preensão manual, flexibilidade, força nos membros inferiores e mobilidade) após o fim do treinamento.

"A ausência de melhora nos parâmetros cardiovasculares nos grupos que realizaram apenas o treinamento de força ou o treinamento de força associado ao aeróbio de moderada intensidade sugere que o HIIT foi o responsável pela melhora da pressão arterial e da rigidez arterial. Essa superioridade do HIIT pode ser, ao menos em parte, atribuída à necessidade constante de ajuste dos vasos sanguíneos durante o exercício intervalado", avalia Emmanuel Ciolac, professor da FC-Unesp e coautor do artigo.

Durante a execução de exercícios de alta intensidade, a frequência cardíaca e o volume sistólico (quantidade de sangue que sai do coração a cada batimento) aumentam, explica o pesquisador. Geralmente, esse aumento é proporcional à intensidade do exercício e, por consequência, artérias e vasos menores precisam se ajustar (vasodilatação) para receber o maior fluxo sanguíneo. Da mesma forma, no período menos intenso do treinamento intervalado, também chamado de recuperação, ocorre a redução da vasodilatação para se ajustar ao menor volume de sangue que sai do coração.

"Nossa hipótese é que o principal mecanismo por trás da melhora da rigidez arterial esteja associado com a constante necessidade de ajuste dos vasos, produzindo mais ou menos substâncias vasodilatadoras, durante os períodos de alta intensidade e recuperação do exercício intervalado", diz o pesquisador à Agência FAPESP.

Políticas públicas

É importante destacar que mulheres idosas e de baixa renda formam um dos grupos mais vulneráveis para doenças cardiovasculares. Portanto, os autores acreditam que os resultados do estudo, indicando benefícios de um programa de exercícios de baixo custo, podem ter reflexos importantes no bem-estar dessa população e na formulação de políticas públicas para a prevenção e redução de doenças cardiovasculares.

"Esperávamos que o treinamento combinado de HIIT e fortalecimento muscular trouxesse mais benefícios cardiovasculares, pois estamos realizando, nos últimos dez anos, estudos parecidos com outras populações de risco [obesos e diabéticos, por exemplo] e essa combinação mostrou-se sempre muito benéfica para parâmetros cardiovasculares e metabólicos. Mas o que mais nos surpreendeu foi a manutenção da melhora da rigidez arterial mesmo após três meses de interrupção dos treinamentos. Pode-se dizer que o treinamento reduziu o envelhecimento vascular dessas mulheres", destaca o pesquisador.

Como explica Ciolac, a rigidez arterial tende a potencializar o risco para doenças cardiovasculares. "Uma redução de 7 mmHg da pressão sistólica é algo bem substancial, pois diminui bastante o risco de essas mulheres virem a apresentar um evento cardíaco ou acidente vascular cerebral. A rigidez arterial é considerada o principal marcador de envelhecimento vascular e é uma variável importantíssima para a própria elevação da pressão sistólica", explica.

O pesquisador ressalta que estudos anteriores de seu grupo mostraram que o HIIT não apresenta riscos para hipertensos, indivíduos obesos, diabéticos ou populações clínicas em geral. "O indicado apenas é fazer uma avaliação prévia para confirmar que o indivíduo não tem contraindicação para a sua prática, como um elevado risco de enfarte, por exemplo. Mas, no geral, se trata de uma modalidade muito segura", afirma Ciolac.

O artigo Superior effect of long-term community-based high-intensity interval training on cardiovascular and functional parameters in low-income older women pode ser lido em: https://academic.oup.com/eurjpc/advance-article-abstract/doi/10.1093/eurjpc/zwae200/7691592?redirectedFrom=fulltext.

Fonte:  Agência FAPESP

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terça-feira, 30 de julho de 2024

Escolha o curso que é a sua cara... GRÁTIS, GRÁTIS, GRÁTIS.

imagem: arquivo / reprodução

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O Instituto PROA nasceu em 2007 com o objetivo de capacitar e inserir jovens de baixa renda, vindos de escolas públicas, no mercado de trabalho. Por meio de desenvolvimento pessoal e profissional, o PROA já impactou mais de 70 mil jovens e hoje atua em 12 Estados: SP, RJ, MG, SC, RS, PR, PE, BA, GO, DF, MS e PA com dois projetos: o PROPROFISSÃO e a Plataforma PROA.

Visite o site e tenha todas as informações necessárias. O endereço é https://www.proa.org.br/#cursoideal




Geração Z: juventudes periféricas no mercado de trabalho.

Confira os principais resultados do impacto do PROA com a sua atuação em escala.

Fonte:  Instituto PROA

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Ministério da saúde confirma primeiras mortes por febre oropouche no Brasil

imagem: Marcello Casal Jr / Agência Brasil / reprodução

***Casos de óbitos em mulheres jovens na Bahia alertam para aumento expressivo de 766,6% nos registros da doença em 2024, destacando a necessidade de prevenção e vigilância.



O Ministério da Saúde confirmou na última quinta-feira (25) duas mortes por febre oropouche no país. Até o momento, não havia relato na literatura científica mundial sobre a ocorrência de óbito pela doença, informou a pasta, em nota. As mortes são de mulheres que viviam no interior da Bahia, tinham menos de 30 anos de idade, sem comorbidades, e apresentavam sinais e sintomas semelhantes ao de dengue grave. Neste ano, o país já registrou 7.236 casos, uma alta de 766,6% em relação ao acumulado de 2023. Em nota ao portal  Brasil 61, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou os  óbitos e destacou as medidas de prevenção.

"Por ser transmitida por um mosquito - o maruim ou mosquito palha, as medidas de  prevenção, a exemplo do uso de repelente, podem ser  adotadas pelos indivíduos."

Entenda a Febre Oropouche

A febre oropouche é uma infecção causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense, transmitida principalmente pelo mosquito Culicoides paraenses, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, na região amazônica. Em locais silvestres, outros insetos como o Coquilletti diavenezuelensis e o Aedes serratus podem disseminar o patógeno. Já em áreas urbanas, onde a circulação do vírus é menos comum, o mosquito Culex quinquefasciatus também atua como um vetor.  Karina Martins, médica infectologista faz um alerta sobre a oropouche.

"Essa virose com alerta epidemiológico tem sintomas muito parecidos com dengue, chikungunya ou zika. Ela é também uma arbovirose, ou seja, transmitida por artrópodes como os mosquitos ou carrapatos, só que o mosquito da febre do oropouche é um mosquito diferente, é um mosquito chamado mosquito culicoides paraenses, conhecido como maruim ou mosquito pólvora. Também o mosquito culex pode ser transmissor em ambientes urbanos".

Os sintomas da febre oropouche incluem febre alta, dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares, e em alguns casos, manifestações hemorrágicas. Os sintomas costumam aparecer de 4 a 8 dias após a picada do mosquito infectado. Karina Martins explica as diferenças dos sintomas.

"Então, a maioria das pessoas têm aqueles sintomas como febre, dor de cabeça, dor no olho ou até dor atrás dos olhos, algum "rash" cutâneo, vermelhidão cutânea. Esses sintomas são muito parecidos, né, com as outras arboviroses. O que costuma aí diferenciar é essa recuperação mais lenta, que pode durar várias semanas, e cerca de 60% desses pacientes com oropouche podem apresentar recidiva. Então, depois de uma, duas semanas de cura da febre, volta a recidivar com febre.

Prevenção e Tratamento

A prevenção da febre oropouche envolve medidas para evitar a picada dos mosquitos vetores, como o uso de repelentes, roupas de manga longa e instalação de telas em portas e janelas. Além disso, é crucial eliminar focos de água parada que possam servir de criadouro para os mosquitos. A médica Karina Martins explica sobre os tratamentos.

"Não temos um tratamento específico para essa doença, não temos vacina, não temos remédio específico para essa virose, os cuidados então se baseiam em sintomáticos e as medidas de prevenção contra o mosquito. Sintomáticos, são usados analgésicos, antitérmicos e, principalmente, repouso e hidratação. Muito importante manter a hidratação adequada, é o principal fator para a recuperação do paciente. Explica

Pacientes com sintomas graves devem ser hospitalizados para monitoramento e cuidados intensivos.

Grupos de Risco

Embora qualquer pessoa possa ser infectada pelo vírus, os grupos mais vulneráveis incluem crianças, idosos e pessoas com sistemas imunológicos comprometidos. Karina faz um alerta sobre essa virose.

"Fique atento a essa nova virose que tem sintomas aí muito parecidos com dengue e chikungunya. Para fazer esse diagnóstico diferencial é necessário uma notificação desses casos e envio para vigilância epidemiológica para poder fazer testes, pois não temos esses testes disponíveis ainda em laboratório particular".

A rápida identificação e tratamento dos casos são essenciais para prevenir complicações e óbitos.

Reportagem: Mireia Vitoria

Fonte:  Br 61

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Apenas 5% dos aposentados conhecem senha do aplicativo Meu INSS

imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil / reprodução

***Dados da Assessoria Previdenciária do Brasil (APB) mostram que a quase totalidade dos aposentados desconhece as próprias informações previdenciárias, como a senha de acesso ao app Meu INSS.



Dados da Assessoria Previdenciária do Brasil (APB) revelam que 95% dos aposentados e pensionistas desconhecem suas informações previdenciárias. Apenas 5% dessas pessoas sabem suas senhas de acesso ao aplicativo Meu INSS –  utilizado para acessar os serviços do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No aplicativo Meu INSS o beneficiário pode acessar dezenas de serviços, extratos e informações previdenciárias, como o valor do benefício, espécie e número do benefício no INSS, bem como informações sobre o banco responsável pelo pagamento. A ferramenta do governo federal pode ser acessada pelo computador, pelo site, ou pelo celular – cujo aplicativo é compatível com dispositivos com sistemas Android e iOS.

O advogado fundador do Instituto Previdência e Cidadania, de Brasília (DF), Felipe Bocayuva, aponta quais são os prejuízos da falta de conhecimento da senha do Meu INSS e avalia que a desinformação sobre esse dado fragiliza o acesso às informações do próprio aposentado ou pensionista.

"Os prejuízos de não conhecer os próprios dados, os próprios acessos, as próprias situações, são o bloqueio, o impedimento dessa pessoa desse aposentado em conseguir acessar suas informações, em conseguir ter acesso e se empoderar das informações que são dele mesmo, dessa própria pessoa", diz Bocayuva.

Felipe Bocayuva destaca que saber a senha do Meu INSS contribui para o beneficiário acessar os serviços ofertados pelo INSS de casa, sem precisar se locomover às agências credenciadas.

"Saber a senha e saber o login do sistema Meu INSS é extremamente importante, justamente para que o segurado ou o aposentado, o usuário do INSS tenha acesso aos serviços do INSS primeiramente e, ainda, ter acesso aos seus próprios documentos, carta de concessão de aposentadoria, carta de concessão do seu benefício, o seu extrato de contribuições previdenciárias, simulações de benefício, solicitações de atualizações de cadastro, prova de vida à distância, da sua própria casa, do seu próprio lar, a todo aparato, a todo conglomerado de serviços do INSS", ressalta Bocayuva.

O especialista aponta que as dificuldades com as novas tecnologias podem distanciar os aposentados do acesso ao Meu INSS, porém, segundo ele, confiar os dados a uma pessoa de confiança é uma alternativa. É o caso de Maria das Dores Anselmo, aposentada, de 64 anos, de Brasília (DF), cujos filhos quem acessam a plataforma quando ela precisa.

"Eu não sei o a senha do Meu INSS, mas os meus filhos sabem. Quando eu preciso entrar no aplicativo eles entram para mim, porque eu não sei muito ainda mexer nessa tecnologia, estou tentando aprender, então eles fazem isso para mim", conta a aposentada.

Como acessar o app Meu INSS e recuperar a senha
O acesso ao Meu INSS é feito por meio do cadastro da conta gov.br. O interessado deve fazer login no site, informando o número de CPF e a senha criada anteriormente. Caso não lembre a senha, Felipe Bocayuva explica que a recuperação dos dados previdenciários pode ser feita  em alguma agência do INSS ou no próprio site.

No site (meu.inss.gov.br) ou no aplicativo Meu INSS, o usuário deve clicar em "esqueci minha senha". Após isso, deve acessar a loja de aplicativos e baixar o aplicativo "gov.br". Em seguida, ainda no celular, abrir o aplicativo e clicar no botão "Ler QR code" na tela inicial. Depois disso, no computador, é necessário clicar no botão "Gerar QR code" e fazer a leitura utilizando o leitor de QR code do aplicativo no celular. Depois, é só seguir os procedimentos indicados e recuperar a senha.

Prevenção contra golpes e fraudes
A advogada especialista em direito previdenciário, Vivian Mendes, de Santos (SP), pontua que outro risco de não saber o login do aplicativo Meu INSS é de o usuário ser vítima de empréstimos feitos por terceiros.

"Os prejuízos de não conhecer os dados previdenciários em relação às pessoas que já são aposentadas e pensionistas, está basicamente em poder sofrer algum empréstimo consignado, em ter os seus dados vazados para utilização em abertura de contas, financiamentos, alguma coisa nesse sentido, utilizando-se os dados que estão disponíveis na plataforma do meu INSS", salienta Vivian Mendes.

Ela reforça a importância de se ter cuidado com os próprios dados previdenciários, já que um dos golpes mais comuns contra aposentados é o empréstimo consignado. Inclusive, por meio do INSS é possível acessar os extratos de pagamento.

"Se esse empréstimo tiver uma parcela pequena de desconto, às vezes a pessoa nem percebe que vem sendo descontado no seu benefício. Quando vai ver detalhadamente é que verifica a existência de um empréstimo consignado, que não foi por ela requerido. Então, esse é o principal golpe, o principal prejuízo que a gente vê em relação aos aposentados", afirma Mendes.

Reportagem: Bianca Mingote

Fonte:  Br 61

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