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quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Oportunidade - Pós-doutorado em geoquímica de sedimentos marinhos no IO-USP

imagem: No Laboratório de Química Inorgânica Marinha, bolsista vai avaliar as assinaturas geoquímicas de sedimentos na região da Bifurcação de Santos para reconstrução paleoceanográfica (foto: Anastasia Taioglou/Unplash) / reprodução

Agência FAPESP – Uma Bolsa FAPESP de Pós-Doutorado está disponível pelo Projeto Temático "A Bifurcação de Santos: presente e passado", desenvolvido no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG). As inscrições terminam no domingo (30/10).




Desenvolvida no Laboratório de Química Inorgânica Marinha do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), a pesquisa busca avaliar as assinaturas geoquímicas de sedimentos na região da Bifurcação de Santos para reconstrução paleoceanográfica. Para tanto, serão realizadas algumas atividades, entre elas determinação da concentração de metais em testemunhos sedimentares; cálculo e análise das relações metal/metal para conhecer a origem dos sedimentos, condições redox, produtividade e mudanças climáticas na região da Bifurcação de Santos.

A área de estudo compreende os setores Baía de São Paulo e Florianópolis-Mostardas da margem sudoeste do Atlântico. Os cruzeiros estão planejados para serem realizados no navio oceanográfico Alpha Crucis.

Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail rfigueira@usp.br.

Mais informações sobre a vaga em: www.fapesp.br/oportunidades/5342.

A oportunidade de pós-doutorado está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 8.479,20 mensais e Reserva Técnica equivalente a 10% do valor anual da bolsa para atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista de PD resida em domicílio fora da cidade na qual se localiza a instituição-sede da pesquisa e precise se mudar, poderá ter direito a um auxílio-instalação. Mais informações sobre a Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em www.fapesp.br/bolsas/pd.

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.fapesp.br/oportunidades.

Fonte:  Agência FAPESP

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terça-feira, 25 de outubro de 2022

Para especialistas, revisão para cima da estimativa do PIB brasileiro de 2022 pelo FMI confirma melhora da economia

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / reprodução

***Instituição internacional ampliou de 1,7% para 2,8% projeção de crescimento da economia do Brasil este ano.



A revisão para cima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) não surpreendeu especialistas ouvidos pelo portal Brasil 61. Para eles, ao atualizar a projeção, o FMI apenas confirmou o que os indicadores e os analistas de mercado já deixaram claro: a economia brasileira melhorou em 2022.

Na última semana, o Fundo Monetário Internacional ampliou de 1,7% para 2,8% a expectativa de alta do PIB brasileiro. A projeção vai ao encontro das expectativas do mercado, reveladas pelo Relatório Focus, do Banco Central, e da Secretaria de Produtividade Econômica do Ministério da Economia, que projetam alta de 2,7% para o PIB brasileiro este ano.

"O ambiente está melhorando e o FMI fez nada mais do que reconhecer isso. A economia brasileira tem tido um desempenho, nos últimos anos, que não é brilhante, mas não é desastroso e depois do fim da pandemia ela está bem. O crescimento em 2021 foi brilhante, de 4,6%. Superamos a queda do PIB em 2020 e ainda saímos no lucro. Vamos ter um crescimento um pouco mais expressivo em 2022", analisa o economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central.

Comparação

Segundo projeções do próprio FMI, o Brasil deve crescer mais do que a média das economias avançadas (2,4%), que a França (2,5%), Estados Unidos (1,6%), Japão (1,7%) e Alemanha (1,5%), Na comparação com vizinhos sul-americanos, o PIB brasileiro também deve levar vantagem. O Peru deve crescer 2,7%; o Chile 2% e o Paraguai 0,2%

Para Rubens Moura, professor de Ciências Econômicas da Faculdade Presbiteriana Mackenzie, parte do desempenho positivo da economia brasileira em relação a outros países se explica porque o Banco Central começou a aumentar os juros para conter a inflação mais cedo. "O Brasil começou a acionar o Banco Central para políticas monetárias mais contracionistas para combater a inflação antes".

Segundo o economista, o cuidado com a inflação ajudou a colocar a economia nos trilhos. "O efeito da correção da inflação gera uma melhor perspectiva para o empresário, gera um cenário mais otimista e ele começa a agir. E, ao mesmo tempo, estamos em ano eleitoral, em que os gastos são maiores, houve aumento do Auxílio Brasil, isso também vai impactando na geração de demanda agregada e geração de renda e vai impulsionando o consumo e o consumo vai impulsionando os serviços, que respondem por 70% do PIB", explica.

Fonte:  Br 61

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Atendimentos por telemedicina se destacam frente ao aumento dos casos de gripe no país

imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / reprodução

***Impulsionado pela pandemia, serviço é incentivado para conter a transmissão do vírus e de outras doenças.



Com o aumento de casos de gripe no país, a procura por atendimentos em telemedicina cresceu nas últimas semanas. A telemedicina é o exercício da medicina a distância, em que médico e paciente se comunicam por videochamadas de aplicativos como Whatsapp e Skype. Esta é uma das medidas adotadas pelo Ministério da Saúde desde o começo da pandemia.

A telemedicina, que ganhou regulamentação do Conselho Federal de Medicina em setembro de 2021, é uma ferramenta útil para diminuir a circulação do vírus e reduzir o risco de colapso no sistema de saúde.

"O indivíduo que está gripado deve ter um acesso precoce a informações e isso pode ser feito por meio do teleatendimento, e não necessariamente por meio do atendimento médico", explica o  médico cardiologista Fabrício da Silva, especialista em emergências clínicas, que presta assistência às vítimas da Covid-19 desde o início da pandemia. O cardiologista defende a prestação desse serviço por outros profissionais da saúde, enfermeiros e fisioterapeutas.

Para a servidora pública Camila Tokarski, 38 anos, que teve sintomas gripais e precisou de uma teleconsulta para saber se poderia voltar ao trabalho presencial, a experiência não foi tão fácil. "Eu entrei no site e fiz um cadastro bem rápido. Aí quando eu entrei na fila estava na posição 957, fiquei acompanhando durante todo o dia. Fui chamada perto das 18h."

Como funciona a telemedicina?

Esse método de atendimento através de tecnologias eletrônicas para o serviço de saúde de qualidade é cada vez mais utilizado para ampliar a cobertura de atendimento, monitorar pacientes, trocar informações médicas e analisar resultados de exames. O processo não envolve somente atendimento assistencial, ele contribui para educação em saúde (capacitando continuamente os profissionais envolvidos), pesquisa, prevenção de doenças e agravos e promoção da saúde.

Além de viabilizar cuidados de saúde para parte da população que carece desse atendimento, seja pela localidade onde vive ou condição clínica, ela permite aos profissionais de saúde que confirmem resultados de exames, ouçam uma outra opinião, e até auxiliem ou recebam auxílio remoto em uma cirurgia.

Os atestados, laudos dos exames podem ser produzidos e entregues em formato digital, servindo como apoio importante para a medicina tradicional. Um especialista pode contribuir com o diagnóstico ou tratamento que está sendo realizado por outro profissional em qualquer lugar do mundo. Basta que tenham acesso à internet e troquem informações.

A telemedicina já é aplicada no mundo todo, é segura e legalizada, e está de acordo com a legislação e as normas médicas através do sigilo profissional, guarda e proteção de dados do atendimento, respeitando a Lei de Proteção de dados. Ela abrange educação, consultas e assistência.

Para procurar o sistema de telemedicina basta fazer os seguintes passos:

  • No caso de possuir um plano privado. Entre em contato com a operadora para saber quais canais são oferecidos;
  • Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar as informações da secretaria de saúde da sua cidade.
  • A interação a distância deve contemplar os atendimentos diretos pré-clínicos, clínicos, de suporte assistencial, de monitoramento e diagnóstico, por meio de tecnologia da informação e comunicação.

Fonte:  Br 61

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Com novas regras, SAC é obrigado a informar tempo de espera para que consumidor seja atendido

imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil / reprodução

***Exigências para o Serviço de Atendimento ao Consumidor estão em vigor desde o dia 3 de outubro.



Pelas novas regras para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), está previsto o cancelamento de um serviço em qualquer canal disponibilizado pela empresa para contratação, inclusive pelas redes sociais. As mudanças estão em vigor desde o dia 3 de outubro.

Para Lucas Marcon, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor (IDEC), o decreto do SAC trouxe alguns benefícios para o consumidor e regulamentou algumas práticas que ainda não tinham uma estipulação legal. Esse decreto irá afetar todo e qualquer serviço de atendimento ao consumidor.

"Ele prevê que o consumidor tem o direito de acessar algum canal de atendimento da empresa 24h. Esse canal não necessariamente vai ser pelo telefone. Pelo telefone, o que foi determinado pelo decreto, é que o atendimento humano tem que ser ofertado por no mínimo 8 horas por dia. Então a empresa pode colocar 8 horas por dia de atendimento pelo telefone e o resto do dia deixar o atendimento só por escrito", completa.

O advogado também expõe que o novo decreto ainda não estabeleceu um tempo determinado de espera do consumidor para poder realizar o atendimento telefônico.

De acordo com Marcelo Nascimento, diretor-geral do Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF), as novas regras do SAC são direcionadas aos serviços regulados pelo poder público.

"Dentro desse segmento dos serviços prestados regulados pelo poder público, as maiores reclamações estão nos serviços de telecomunicações, envolvendo telefonia móvel, TV por assinatura e serviço de internet. Também o serviço de aviação civil, transporte público de passageiros e também dos serviços financeiros e bancários".

Marcelo diz que empresas para as quais as novas regras não foram direcionadas, podem adotar como política de atendimento ao consumidor as regulamentações previstas no novo decreto.

Principais mudanças

Pluralidade de canais: As empresas têm a possibilidade de escolher, dentre os diferentes canais de atendimento oferecidos, quais estarão disponíveis de maneira ininterrupta. Um destes deve funcionar durante 24 horas por dia, nos sete dias da semana. O atendimento telefônico deverá estar disponível durante, no mínimo, 8 horas diárias, com atendimento humano.

Informação sobre o tempo de espera: Os Serviços de Atendimento ao Consumidor são obrigados a informar tempo de espera para que o consumidor seja atendido, em minutos ou pela posição na fila.

Vedação de publicidade sem consentimento do consumidor: É proibido que mensagens publicitárias sejam veiculadas durante o tempo de espera, sem o consentimento do consumidor. Durante a espera, são permitidas apenas mensagens informativas, como aquelas sobre direitos do consumidor ou outros canais de atendimento.

Limite de transferência da chamada: Nos casos em que o primeiro atendente da chamada não tenha atribuição para resolver a demanda do consumidor, poderá ser realizada a transferência ao setor competente uma só vez e, mesmo assim, para atendimento definitivo da demanda.

Retorno das chamadas: Caso a ligação caia antes do fim do atendimento, o atendente deverá retornar a chamada e concluir a solicitação. Durante o novo atendimento, não poderá ser solicitado que o cliente repita sua demanda após o primeiro registro, a qual deverá estar devidamente anotado no sistema da empresa.

Cancelamento e suspensão de serviços: O menu do SAC deverá conter, na primeira etapa, opções mínimas de serviço, incluindo as de reclamação e cancelamento de contratos e serviços.

  • Em caso de reclamação sobre serviço não solicitado ou cobrança indevida, a suspensão deverá ser imediata;
  • Em relação aos cancelamentos, estes também devem ser feitos de forma imediata, com exceção dos casos em que haja a necessidade de processamento técnico do pedido.

Fonte:  Br 61

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Mais de 200 municípios brasileiros estão preparados para receber o 5G

imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil / reprodução

***No total, 209 cidades já atualizaram suas legislações locais de antenas, para facilitar a instalação da infraestrutura necessária para receber a tecnologia de quinta geração da telefonia móvel.



O Brasil atingiu a marca de 209 municípios preparados para receber a quinta geração de internet móvel. Essas cidades já atualizaram suas legislações de antenas, agora alinhadas à legislação federal, o que facilita a instalação da infraestrutura necessária para receber a nova tecnologia. Os dados são da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Movimento Antene-se, que reúne entidades de vários setores, como Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel) e Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Luciano Stutz, presidente da Abrintel, explica que a meta do Movimento Antene-se, que ajudou os municípios na atualização das leis, foi alcançada antes do tempo e deve ser ultrapassada em, pelo menos, 15% até dezembro.

"O Movimento Antene-se tinha um target, um alvo, de fazer 200 municípios brasileiros com leis atualizadas até o final do ano de 2022. Nós alcançamos esse alvo ainda no final do mês de setembro, tendo antecipado a meta. Esperamos que até o final do ano, pelo menos outras 20 cidades, que já têm projetos de lei propostos nas câmaras municipais, possam ter também a aprovação dessas novas legislações", aponta.

As 209 cidades representam cerca de 32% da população brasileira, mas 97% dos municípios do país ainda têm legislações ultrapassadas, o que pode atrapalhar a instalação das novas infraestruturas de 5G – a tecnologia demanda de cinco a dez vezes mais antena do que o 4G.

O Sudeste é a região com maior número de cidades com leis de antenas atualizadas, 132, sendo que São Paulo é o estado com a maior concentração de cidades preparadas para o 5G: 49. Em seguida, temos o Rio de Janeiro, com 37. O Sul é a segunda região mais bem preparada, com destaque para Santa Catarina, que tem 33 cidades já alinhadas com a legislação federal de antenas.

Em contrapartida, cinco estados não têm sequer uma cidade com lei atualizada: Tocantins, Rondônia, Amapá, Sergipe e Alagoas. Nem mesmo as capitais desses estados, que receberam a nova tecnologia recentemente, se modernizaram. Segundo Luciano Stutz, Rondônia deve ser o primeiro a sair da lista.

"As capitais desses estados, além de não terem atualizado, também nenhuma cidade desses estados atualizou. A única que mudou, desse panorama, é o estado de Rondônia, porque a capital Porto Velho aprovou na Câmara, e está esperando a sanção da sua lei de antenas alinhada com a Lei de Antenas federal", explica o presidente da Abrintel.

Nos últimos meses, a Anatel reforçou junto aos vereadores de todo o país a importância de atualizar as leis de antenas. A agência disponibilizou um modelo de lei para ser utilizado como referência pelos legisladores locais, já alinhado à Lei Federal nº 13.116/2015 (Lei das Antenas).

O 5G começou a ser implementado nas capitais há três meses. Ainda segundo a Anatel, todo o país deve ser atendido pela tecnologia 5G até 2029.

Fonte:  Br 61

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segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Ministério da Saúde lança a Campanha Nacional de Combate ao Aedes aegypti

imagem: Fiocruz / reprodução

***Números de casos de dengue, zika e chikungunya cresceram em quase todas as regiões do país neste ano.



Os casos prováveis de dengue subiram 184,6% (1.362.125) em comparação com o ano passado (478.574), assim como os óbitos, que registraram aumento de 290,1%: foram 909 em 2022, frente a 233 em 2021. O panorama da chikungunya também teve um crescimento maior no total de mortes. Foram 76 neste ano contra 14 até outubro de 2021, aumento de 442%. Já em relação à zika, apesar de não haver óbitos neste ano, o percentual de casos cresceu 98,8% em 2022: foram 10.501, frente a 5.421 no ano passado.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Saúde, que lançou nesta quinta-feira (20) a Campanha Nacional de Combate ao Aedes aegypti, com o tema "Todo dia é dia de combater o mosquito". O mosquito Aedes é o responsável pela transmissão de dengue, zika e chikungunya.
"Alguns fatores podem ter contribuído para esse aumento. As condições ambientais favoráveis, fundamentalmente acúmulo de água, altas temperaturas, moradias inadequadas, grande número de pessoas suscetíveis às doenças e à mudança no sorotipo circulante, obviamente, interferem na transmissibilidade", explica o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros.

O Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRA) apontou que os principais depósitos do mosquito são os móveis, como barris e depósitos de barro, seguido por pneus e lixo.

Ações de combate ao mosquito

Segundo o Ministério da Saúde, diversas frentes de atuação foram desenvolvidas no combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Entre as principais, estão a instalação de Salas de Situação, entre maio e junho deste ano, em resposta ao aumento do número de casos; proposta de atualização da gestão de insumos estratégicos usados para controle do Aedes; e a elaboração do Plano Nacional de Contingência para Emergência por dengue, zika e chikungunya.

No lançamento da campanha, o diretor do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Hamida, chamou atenção para a participação ativa da população no combate ao mosquito.

"O mosquito vem se adaptando. Antes só falávamos de dengue, e passamos a falar de zika e chikungunya. Nós também temos de nos adaptar e mudar os métodos de enfrentamento e combate. Gosto de frisar a responsabilidade que a população tem sobre isso. Não adianta fazer campanha se não tivermos a conscientização do combate no dia a dia. Lá na ponta, no meu quintal, levar para as escolas, crescer com a cultura do enfrentamento para que possamos superar", disse.

Fonte:  Br 61

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Cadastro Único: prazo para atualização dos dados vai até 11 de novembro

imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil / reprodução

***Segundo o Ministério da Cidadania, mais de 260 mil famílias ainda precisam atualizar o cadastro.



As filas formadas em todo o país nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) levaram o Ministério da Cidadania a prorrogar o prazo para atualização dos dados do Cadastro Único até 11 de novembro. A medida é válida apenas para as famílias com cadastros revisados pela última vez em 2016 ou 2017.

Segundo o governo federal, do total de 1,4 milhão de famílias que precisavam atualizar as informações, cerca de 263 mil ainda não haviam renovado o cadastro. A pasta da Cidadania destaca que a renovação dos dados é fundamental para assegurar que os registros no Cadastro Único estejam sempre de acordo com a realidade dos beneficiários.

A base de dados é utilizada para a distribuição de programas sociais como o Auxílio Brasil, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). O governo esclarece que o cadastro deve ser atualizado a cada dois anos ou sempre que houver alteração.

Leila Crepaldi, de 72 anos, atualizou os dados em março deste ano e fez o pedido para reativação do benefício do INSS. O prazo para resposta, no entanto, começou em dez dias úteis e chegou até 180, período que já ficou para trás segundo a filha dela, Karolly Ludger.

"No Cadastro Único consta que está tudo atualizado desde março, mas no INSS falam que a demanda é muito grande. Agora, após quase nove meses, fomos obrigados a entrar com um pedido judicial. Foram feitos três pedidos. Um de reativação, que foi aprovado, e dois que o próprio INSS fez para avaliar a situação para poder reativar. Não deram prazo e temos que aguardar", conta Karolly.

Enquanto o benefício não é reativado, destaca Ludger, dona Leila precisa de ajuda para sobreviver. "Está dependendo de ajuda de todos para que possa pagar o local onde mora, a comida. É uma pessoa de 72 anos, com leucemia linfocítica crônica (LLC) e indícios de Alzheimer. Ela tinha esse benefício, que é de direito, segundo o governo, e agora simplesmente não tem mais por conta de um erro no cadastro, talvez, ou desatualização", conclui.

Em nota, o INSS explicou que "O Benefício de Prestação Continuada (BPC) da senhora Leila Crepaldi foi reativado e os valores serão enviados à agência bancária. O pagamento é relativo ao período de fevereiro a outubro deste ano. O benefício havia sido cessado por falta de inscrição/atualização no Cadastro Único (CadÚnico). Antes dessa cessação, o INSS havia enviado comunicação à senhora Leila por carta, conforme previsto na legislação."

Como atualizar as informações

Os beneficiários podem verificar como está a situação do cadastro por meio do aplicativo Gov.BR, que pode ser baixado gratuitamente tanto em Android como em iOS. Há ainda a possibilidade de fazer pelo computador, pelo cadunico.dataprev.gov.br

Caso os dados permaneçam os mesmos, basta apenas a confirmação on-line. Se for preciso atualizar, os beneficiários devem ir até um posto de atendimento do Cadúnico ou do CRAS.

Fonte:  Br 61

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Confira dicas que podem ajudar com a concentração no dia do Enem

imagem: Valter Campanato/Agência Brasil / reprodução

***O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), será aplicado no segundo e terceiro domingos de novembro, dias 13 e 20.



O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado no segundo e terceiro domingos de novembro, dias 13 e 20. O exame é uma das principais formas de ingresso ao ensino superior. O processo é realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

No dia 13, a prova será de linguagens, códigos, ciências humanas e redação. Já no dia 20, a prova será sobre ciências da natureza e matemática. Ao todo são 180 questões de múltipla escolha, 45 em cada área do conhecimento. No caso do Enem Digital, a redação seguirá os mesmos moldes de aplicação e correção da versão em papel, redigida em formato impresso.

Serão 3.396.632 participantes, sendo 3.331.566 na modalidade impressa e 65.066 na digital. As duas versões serão aplicadas nos mesmos dias, além de contarem com itens iguais e o mesmo tema de redação.

Lidiane Santiago, estudante de 20 anos, optou por fazer a prova na versão física, pois para ela  é mais desgastante ficar muito tempo em frente ao computador, mesmo com a praticidade do preenchimento do gabarito automático. Lidiane conta como tem se preparado para as provas.

"Tenho me preparado por um curso on-line preparatório para o Enem porque para mim, fica mais flexível porque como eu faço faculdade e trabalho ao mesmo tempo, eu optei pelo on-line", conclui.

A psicopedagoga Talita Santos diz que evitar pensamentos negativos e ficar com os amigos, familiares e pessoas que estimulam a confiança são dicas valiosas durante a preparação para a prova.

"É importante não ficar se forçando a estudar demais nas vésperas da prova. Já é o momento de você dar uma desacelerada. Fazer coisas que te façam relaxar, curtir com os amigos. A gente, às vezes, fica preocupada porque não conseguiu estudar tudo. Mas nem sempre estudar tudo é mais importante. Às vezes vale mais a pena, melhor do que ficar estudando mais e mais nas vésperas da prova", completa.

A psicopedagoga diz que se programar para fazer uma respiração profunda, focar no agora e na oportunidade de alcançar o seu sonho são práticas que podem ajudar a manter a concentração no dia da avaliação.

Fonte:  Br 61

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