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quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Indústria de jogos cresceu 152% no Brasil nos últimos quatro anos

imagem: ovena Rosa/Agência Brasil / reprodução

***Chegada do 5G pode alavancar ainda mais o setor, que já é o 10º maior do mundo, com US$ 2,6 bilhões em receitas.



A indústria de jogos do Brasil já é a maior da América Latina e a 10ª mais importante do planeta. Os dados são de um levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Empresas Desenvolvedoras de Jogos Digitais (Abragames), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil). O documento revela que a indústria de desenvolvimento de games no país cresceu 152% nos últimos quatro anos, passando de 375 estúdios para 1.009. E a chegada do 5G tem tudo para alavancar o setor, que tem receita anual de US$ 2,6 bilhões.

O Relatório da Indústria Brasileira de Games 2022, realizado pela empresa Homo Ludens Inovação e Conhecimento, traz um mapeamento inédito da indústria brasileira de desenvolvimento de games e aponta o potencial de talentos para o mercado global de jogos eletrônicos, segundo a Abragames.

A pesquisa demonstrou que o Brasil entrou, em 2022, no grupo dos dez maiores países do mercado mundial de games em termos de receita. Além disso, ocupa a terceira posição no planeta em número de jogadores, com 100 milhões, como explica Carol Caravana, vice-presidente da Abragames.

"De acordo com a Newzoo, em 2021, o mercado brasileiro estava em US$ 2,3 bilhões e para esse ano eles estão colocando em US$ 2,6. Isso coloca a gente como 10º no mundo em revenue. Só que em base de jogadores estaríamos em terceiro, com mais de 100 milhões de jogadores", aponta.

O estudo também aponta o relatório da XDS Summit (2022) como indicador de crescimento do nosso mercado. Segundo o documento do importante evento canadense, nos últimos dois anos desenvolvedoras de jogos e publicadoras de todo o mundo notaram que o Brasil pode ser a região mais promissora para a prestação de serviços neste setor. Não por acaso diversas empresas multinacionais do ecossistema de jogos digitais estão presentes no Brasil, tais como Sony, Microsoft, Google, Tencent e Apple. Com relação às desenvolvedoras e publishers de jogos digitais, as empresas Riot, Ubisoft, Garena, IGG, Blizzard, entre as mais importantes, possuem escritórios comerciais em solo nacional.

Mercado aquecido

Carol Caravana ressalta que o número de profissionais no setor passou de 1.278 em 2014 para 12.441 em 2022 e que mais investimentos na formação serão necessários, já que a indústria crescerá muito nos próximos anos. Segundo a Abragames, para qualificar a indústria, atualmente, o Brasil conta com mais de 4.000 cursos de graduação de Jogos Digitais ou de Design de Games cadastrados no Ministério da Educação, e a estimativa é de que a cada ano se formem um total de 3.965 estudantes.

"Eu acho que é um número interessante, mas eu acho que ele poderia ser melhorado. Existe espaço. Atualmente temos mais de 12 mil pessoas contratadas nessa indústria, mas existe muita possibilidade das empresas que já existem crescerem e novas empresas se formarem. Então, a gente precisa investir mais não só na quantidade de pessoas entrantes, como na qualidade desses profissionais", aponta Carol.

5G vai revolucionar

A internet móvel de quinta geração já chegou às capitais brasileiras e, nos próximos anos, estará presente em todos os municípios. E a nova tecnologia abre portas não só para uma revolução no mercado de jogos eletrônicos, como também para novas indústrias do setor.

Em evento promovido pelo Ministério das Comunicações em Natal (RN) sobre o tema, Marcelo Rodino, especialista em tecnologias imersivas e pioneiro em realidade aumentada no Brasil, explicou que a indústria nacional de jogos e a de hardwares finalmente vão trabalhar em pé de igualdade com outros países onde o 5G já está estabelecido, além de proporcionar as novidades aos usuários.

"Com a chegada do 5G, vai facilitar muito a vida dos desenvolvedores, deixando a vida deles muito mais prática. E para quem consome, trazer uma experiência muito mais fluida, muito mais natural, seja para ver um filme via streaming, sem engasgar, seja nos jogos, onde você terá uma experiência sem travar", destaca Rodino, responsável pela criação do Flex Universe, a primeira ferramenta brasileira no metaverso. O metaverso é um tipo de mundo virtual coletivo que tenta replicar a realidade por meio de dispositivos digitais.

Com o 5G, os jogos passaram a ser ainda mais espaços importantes de socialização, o que também pode se voltar para a profissionalização e educação. Um exemplo disso é o próprio metaverso, que expande o uso para outras fronteiras, transformando os jogos em plataformas de interação social, onde é possível interagir com outros elementos da cultura, tais como shows e desfiles de moda, além de possibilitar um novo espaço ampliado de educação. Alunos podem, por exemplo, percorrer juntos os corredores de um museu em qualquer lugar do mundo e interagir como se estivessem fisicamente presentes.

Carol Caravana explica que a indústria espera ansiosamente a massificação do 5G, o que vai revolucionar não só a vida dos usuários, como também dos desenvolvedores.

"Como o 5G será usado pelo público geral, o desenvolvimento passa a ter novas possibilidades. Pode baratear certas formas de entregas para o usuário final e usar a tecnologia no próprio processo de desenvolvimento. A indústria, de uma forma geral, vê o 5G como a grande promessa, a grande virada", explica.

Atualmente, o mercado ainda está concentrado nas regiões Sudeste e Sul, mas o panorama está mudando. E como o 5G deverá estar em todos os municípios até 2029, a tendência é de uma descentralização do setor. Atualmente, os estados que possuem a maior concentração de desenvolvedoras são São Paulo (280 empresas), Rio de Janeiro (89), Rio Grande do Sul (58), Santa Catarina (52), Minas Gerais (51) e Paraná (49). Mas todos os estados, com exceção do Amapá, possuem empresas ligadas à indústria dos games.

Fonte:  Br 61

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Mercado reduz expectativa para inflação em 2022 pela 17ª semana consecutiva

imagem:  José Cruz/Agência Brasil / reprodução

***Relatório Focus divulgado nessa segunda-feira (24) também aumentou previsão de crescimento do PIB para este ano.



O mercado diminuiu de 5,62% para 5,60% a expectativa de inflação para 2022, de acordo com o Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central nessa segunda-feira (24). Foi a 17ª vez seguida que as instituições reviram para baixo a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo o IBGE, o IPCA acumulado nos últimos 12 meses é de 7,17%. O índice vem de três quedas consecutivas (deflação) entre julho e setembro, e a aposta do mercado é de que ele vai continuar caindo até dezembro.

José Luiz Pagnussat, presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), destaca que a limitação do ICMS sobre os combustíveis e a Selic em alta contribuíram para a tendência de queda na previsão da inflação pelo mercado.  

"Especialmente a partir do momento em que o governo passou a adotar uma política de certo controle sobre os combustíveis, que impactam todos os setores da economia, ou seja, reduzem custo e, com isso, você acaba tendo uma redução de preços e, claro, o Banco Central elevou taxa de juros num patamar bastante significativo comparado com outros países e isso ajudar a segurar a inflação", avalia.

A expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2022 aumentou de 2,71% para 2,76%, segundo o Focus. Foi a segunda alta consecutiva da estimativa. Para 2023, o mercado estima que o PIB vai subir 0,63%, ante os 0,59% projetados no relatório Focus da semana passada.

"A tendência é a gente continuar a ter previsões melhores de inflação, ou seja, ela se reduzindo e, ao mesmo tempo, tendo uma revisão para cima do PIB. O Brasil começou o ano com a pior previsão de crescimento do mundo e, agora, está se aproximando de uma previsão mais ou menos equilibrada ao comportamento médio mundial", diz Pagnussat.

Já a previsão em torno da Selic, a taxa básica de juros da economia, permaneceu em 13,75% para 2022, e em 11,25% para o ano que vem.

Fonte:  Br 61

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Com mais de 1,6 milhão de trabalhadores, nenhum setor da indústria emprega mais que o alimentício

imagem: Agência de Notícias da Indústria / reprodução

***Dados da CNI apontam que os trabalhadores estão distribuídos em mais de 45 mil empresas do ramo, que viram suas vendas crescerem 3,2% no primeiro semestre de 2022.



O setor alimentício é o braço da indústria que mais emprega no Brasil: mais de 1,6 milhão de trabalhadores em 45 mil empresas. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) também apontam que, no primeiro semestre de 2022, as vendas da indústria brasileira de alimentos cresceram cerca de 3,2%, o que também foi acompanhado pela produção, com alta de 2,6%.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), um dos fatores para esse resultado são as exportações. Somente no primeiro semestre deste ano, as vendas internacionais atingiram US$ 27 bilhões, aumento de 30,5% quando comparadas com as vendas da primeira metade de 2021. Entre os principais produtos exportados estão as proteínas animais, farelos, açúcares, óleos e gorduras.

Em 2021, a associação calculou faturamento de R$ 922,6 bilhões para o setor. Esse resultado, 16,9% superior ao registrado em 2020, representa 10,6% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para o ano passado.

Sial Paris 2022

Entre os dias 14 e 19 de outubro, cem empresários brasileiros liderados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) participaram da maior feira de alimentos e bebidas do mundo, na França. No Salão Internacional da Alimentação (Sial), realizado em Paris, a missão brasileira pôde participar de rodadas de negócios com rendimento previsto de mais de R$ 200 milhões em exportações nos 12 meses seguintes. A Missão Comercial Sial Paris 2022 foi até o dia 19 de outubro, numa parceria da CNI com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A feira recebeu visitantes de mais de 200 países, dentre produtores, importadores, compradores e varejistas, especialistas em mídia e associações independentes. A delegação brasileira vai representar empresas de todas as regiões do país, instaladas em 13 estados:  Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Segundo Sarah Saldanha, gerente de Internacionalização da CNI, a feira pode trazer ainda mais destaque para o Brasil no setor alimentício, principalmente com as companhias que já participam da SIAL neste ano. "A ideia é que, no próximo ano, essas empresas possam, inclusive, expor seus produtos na SIAL Paris. Que a cada ano, a empresa suba mais um degrau no seu processo de internacionalização e daqui a pouco, caminhe sozinha, de maneira autônoma, participando de eventos, estabelecendo negócios, prospectando outros negócios e levando a marca do produto brasileiro para o mundo", desejou a gestora.

Fonte:  Br 61

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Setor de mineração contará com produtos financeiros para captação de recursos

imagem: Secretaria-Geral da Presidência da República / reprodução

***Iniciativa do Ministério de Minas e Energia visa expandir a política de crédito para o financiamento de projetos no setor de mineração.



Com o intuito de incluir mais a política de crédito para o financiamento de projetos no setor de mineração, o Ministério de Minas e Energia (MME) tem ampliado o diálogo com instituições financeiras e com empresas do segmento. Com isso, novos produtos financeiros têm sido desenhados pela pasta em conjunto com bancos e empresários.

O objetivo é conseguir investimentos importantes para as instituições financeiras, assim como para investidores, observando, inclusive, os riscos das transações. O secretário-executivo adjunto do ministério, Emmanuel Sousa de Abreu, considera a medida relevante, uma vez que o setor carece de produtos financeiros, principalmente as pequenas mineradoras.

"A mineração, inerentemente, tem por característica o alto risco, grande necessidade de financiamento e dificuldade de captação de recursos no mercado. Hoje, o mercado de capitais, por exemplo, tem uma participação muito pequena do setor de mineração. Um dos instrumentos que estamos encaminhando é uma Letra de Risco de Mineração. É um título emitido por sociedade que dá o direito, de preferência em mineração, caso a pesquisa louve êxito. Você consegue pulverizar esse título, que é colocado no mercado para qualquer investidor", pontua.

Na avaliação do diretor da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM) e presidente do Sindicato da Mineração de Goiás e Distrito Federal, Luiz Antônio Vessani, a medida é positiva e vai ajudar na evolução do setor.

"O Brasil não tem tradição de investimento de risco. Então, a obtenção de recursos financeiros é inversamente proporcional ao risco existente. Se você tem projetos iniciais de alto risco, esqueça, pois não existe mecanismo atual de obtenção de recursos financeiros. Essas ferramentas não estavam sendo consideradas de maneira ampla pelo setor e agora são colocadas por um especialista que tem a responsabilidade de gerenciar o setor mineral, e vem com uma visão extremamente otimista", destaca.

O diretor editorial da Brasil Mineral, Francisco Alves, entende que a iniciativa é uma forma de oportunizar que as pequenas mineradoras evoluam a partir de novos investimentos e ampliem seus negócios cada vez mais.

"O setor está pleiteando e o governo permitindo que títulos minerários atestando que determinada área foi pesquisada e que algum recurso mineral que possa ser explorado foi encontrado possa ser aceito como garantia de financiamento. É algo que pode ajudar, sobretudo, as pequenas companhias", considera.  

Com os gargalos que os mineradores enfrentam para captar recursos no Brasil, alguns só encontram soluções fora do país. O próprio Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), fez parceria com as Bolsas de Toronto (TSX e TSXV) para conseguir recursos para a pesquisa geológica.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o trabalho é desenvolvido com a partir de discussões com o setor, promovidas por meio da Iniciativa Mercado Minas e Energia (IMME).

Fonte:  Br 61

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Infraestrutura: emissão de debêntures incentivadas até setembro somou R$ 28,1 bilhões em investimentos para o setor

imagem: Beth Santos/Secretaria-Geral da PR / reprodução

***Quase 25% do montante, cerca de R$ 5,2 bilhões, foram para o segmento de transporte e logística, de acordo com o Ministério da Infraestrutura.



A emissão de debêntures incentivadas de janeiro a setembro de 2022 já garantiu R$ 28,1 bilhões em investimentos para o setor de infraestrutura. Quase 25% do montante, cerca de R$ 5,2 bilhões, foram para o segmento de transporte e logística, de acordo com o Ministério da Infraestrutura.

Segundo a pasta, nos nove primeiros meses do ano foram emitidas dez debêntures incentivadas, que beneficiaram seis projetos no modal rodoviário, dois no setor aeroportuário e dois no portuário.

Rubens Moura, professor de Ciências Econômicas da Faculdade Presbiteriana Mackenzie, diz que diante da baixa capacidade de investimento público, as debêntures são importantes para assegurar o desenvolvimento da infraestrutura. "Isso é importantíssimo, ainda mais agora que o governo está com restrição orçamentária. Na minha opinião, esse é o melhor caminho", destaca.

"Geralmente, é um excelente caminho para a empresa fazer. A debênture ligada à infraestrutura de transporte é excelente, precisa. O fato de você ter investimento público reduzido não quer dizer que o investimento agregado caiu, porque o investimento agregado na economia é o investimento público e o privado. É importante que, no final, ele não caia", completa Rubens.

Luciano Nakabashi, especialista em infraestrutura, afirma que os investimentos na área no Brasil eram feitos tradicionalmente pelo setor público. Mas com o orçamento cada vez mais pressionado por gastos obrigatórios, como a Previdência e a folha de pagamento dos servidores, a participação do governo tem diminuído.

"Precisa-se dessas outras alternativas, trazendo recursos da iniciativa privada para fazer investimento em infraestrutura. [O baixo investimento em infraestrutura] é um dos gargalos da economia brasileira. A gente não investe nem o suficiente para repor a depreciação do capital da infraestrutura que vai se desgastando com o tempo. A gente está investindo aquém para manter o que a gente tem. Então precisa lançar mão desses instrumentos para trazer esses recursos".

Debêntures incentivadas

As debêntures são títulos de dívidas emitidos por empresas para captar recursos junto a investidores, podendo ser pessoas físicas ou jurídicas. Em geral, é mais vantajoso do que recorrer a um empréstimo bancário. Na prática, a empresa consegue o dinheiro necessário para aplicar no negócio e garante ao investidor o valor emprestado acrescido de juros mais à frente.

Entre as modalidades de debêntures existem as incentivadas. As debêntures incentivadas são aquelas que têm relação com o desenvolvimento da economia, como construção ou melhoria de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias, por exemplo. Elas recebem esse nome porque o governo garante isenção fiscal aos investidores.

As pessoas físicas que emprestam dinheiro para as empresas que emitem debêntures incentivadas são isentas do Imposto de Renda sobre o lucro. Já as pessoas jurídicas são tributadas em 15%.

Debêntures de infraestrutura

Em paralelo às autorizações para emissão de debêntures incentivadas, o Ministério da Infraestrutura trabalha para aprovar ainda este ano o Projeto de Lei 2.646/2020, conhecido como PL das Debêntures de Infraestrutura. Já aprovado na Câmara, mas parado há um ano no Senado, o texto cria um novo tipo de debênture voltada para o setor.

O PL direciona os incentivos fiscais para as empresas que precisam de crédito para projetos de infraestrutura. Segundo a proposta, elas poderiam deduzir da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) os juros pagos aos investidores quando do vencimentos das debêntures.

O secretário de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura,  Rafael Furtado, explica que a ideia é que, com o incentivo, as empresas ofereçam mais rentabilidade aos investidores e atraiam mais recursos.

"Ou seja, se ele estaria disposto, numa debênture comum, a pagar, por exemplo, um juro de 5%, com o benefício fiscal ele poderia pagar até 6%, por exemplo, de maneira que aquelas debêntures se tornam mais atrativas para o mercado. A gente acha que tem o benefício para o emissor, quando ele deixa de pagar o Imposto de Renda, e tem o benefício para o adquirente, quando ele tem um ganho superior à média do mercado. A gente está completamente de acordo e estamos buscando a aprovação deste projeto ainda este ano", afirma.

Fonte:  Br 61

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Oportunidade - Pós-doutorado em nanofotônica no Instituto de Física da USP

imagem: Ralf Vetterle/Pixabay / reprodução

***Bolsista participará de projeto que estuda a interação entre luz e matéria em estruturas plasmônicas acopladas com materiais 2D.




 Uma oportunidade de pós-doutorado com bolsa da FAPESP está disponível no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP) por meio do projeto "Regime extremo da interação de luz-matéria em estruturas plasmônicas acopladas com materiais 2D". As inscrições podem ser feitas até domingo (30/10).

A pesquisa envolve colaboração entre equipes da USP e da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), da Suíça. A ideia é combinar a experiência do grupo suíço na área de dispositivos optoeletrônicos baseados em materiais 2D e o conhecimento brasileiro na área de nanoestruturas plasmônicas e nanocristais. A sinergia entre os plásmons e as propriedades intrínsecas do éxciton de materiais bidimensionais poderia ser usada para explorar a forte interação luz-matéria e novas aplicações em dispositivos. Entre as possibilidades estão: criar realce de fotoluminescência, emissão de luz coerente e manipulação e controle de éxcitons.

As inscrições devem ser enviadas para o professor "Euclydes Marega Junior, no e-mail euclydes@ifsc.usp.br.

Mais informações sobre a vaga em: www.fapesp.br/oportunidades/5442.

A oportunidade de pós-doutorado está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 8.479,20 mensais e Reserva Técnica equivalente a 10% do valor anual da bolsa para atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista de PD resida em domicílio fora da cidade na qual se localiza a instituição-sede da pesquisa e precise se mudar, poderá ter direito a um auxílio-instalação. Mais informações sobre a Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em www.fapesp.br/bolsas/pd.

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.fapesp.br/oportunidades.

Fonte:  Agência FAPESP

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Oportunidade - Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos oferece bolsa de pós-doutorado

imagem: Louis Reed/Unplash / reprodução

***Objetivo da vaga é testar in vitro a ação de compostos sintéticos contra o Plasmodium falciparum, um dos protozoários causadores de malária.




 O Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar) recebe, até domingo (30/10), inscrições para uma oportunidade de pós-doutorado com bolsa da FAPESP. O bolsista vai desenvolver projeto na área de parasitologia e química medicinal.

O CIBFar é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado no Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP).

O bolsista terá a tarefa de avaliar o perfil antiplasmodial de compostos sintetizados em colaboração com o Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a organização sem fins lucrativos Medicines for Malaria Venture.

O candidato deve ter doutorado (obtido há no máximo sete anos) em química medicinal, parasitologia, biologia celular, bioquímica, farmacologia ou disciplinas afins. Exigem-se também registro de realizações científicas evidenciado por publicações, patentes etc.; experiência internacional comprovada e habilidade em trabalhar com equipes multidisciplinares; e experiência em cultura de células e ensaios de inibição, preferencialmente aplicados a parasitas.

É desejável experiência no cultivo de P. falciparum e ensaios de atividade antiplasmodial utilizando o método de SYBR GREEN.

Os interessados devem enviar carta de interesse, carta de recomendação e currículo atualizado com lista de trabalhos publicados para o e-mail do professor Rafael Guido (rvcguido@ifsc.usp.br).

Mais informações sobre a vaga em: www.fapesp.br/oportunidades/5446.

A oportunidade de pós-doutorado está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 8.479,20 mensais e Reserva Técnica equivalente a 10% do valor anual da bolsa para atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista de PD resida em domicílio fora da cidade na qual se localiza a instituição-sede da pesquisa e precise se mudar, poderá ter direito a um auxílio-instalação. Mais informações sobre a Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em www.fapesp.br/bolsas/pd.

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.fapesp.br/oportunidades.

Fonte:  Agência FAPESP

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Oportunidade - Doutorado direto em conversão de biomassa e bioprocessos na Unicamp

imagem:  Trust "Tru" Katsande/Unplah / reprodução

***Vaga requer graduação em engenharia química, alimentos, bioprocessos ou biotecnologia. Experiência prévia em microbiologia e interesse em ciência da fermentação serão vantagens.




 O Laboratório de biocombustíveis avançados de segunda geração (A2G Lab), vinculado ao Programa São Paulo Excellence Chair (SPEC), está com uma vaga aberta de doutorado direto com bolsa da FAPESP, voltada a candidatos com interesse em processamento de biomassa e engenharia de bioprocessos. O prazo de inscrição termina no domingo (30/10).

O A2G Lab está situado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O bolsista participará de projeto que tem como temas: bioprocessamento consolidado (CBP) de matérias-primas de cana-de-açúcar utilizando bactérias termofílicas celulolíticas e sacarolíticas; caracterização fisiológica de microrganismos potencialmente úteis para CBP; desconstrução mecânica durante a fermentação em vez de pré-tratamento termoquímico para aumentar a acessibilidade da lignocelulose ao ataque biológico; otimização das condições de cultivo relevantes para o processamento industrial de matérias-primas lignocelulósicas.

O candidato selecionado participará de uma equipe interdisciplinar na Unicamp e de uma rede internacional de pesquisadores colaborativos. Terá a oportunidade de realizar parte dos seus estudos nos Estados Unidos.

A vaga requer graduação em engenharia química, alimentos, bioprocessos ou biotecnologia. Experiência prévia em microbiologia e interesse em ciência da fermentação serão vantagens.

As candidaturas devem ser escritas em inglês e incluir currículo, carta de interesse descrevendo a experiência, nomes e informações de contato de três referências. Os documentos devem ser enviados para o e-mail a2g.unicamp@gmail.com.

Mais informações sobre a vaga em: www.fapesp.br/oportunidades/5485.

A bolsa de Doutorado Direto fornecida pela FAPESP tem duração de 48 meses e valor mensal de R$ 2.349,60 no primeiro ano, R$ 2.494,20 no segundo ano, R$ 3.462,42 no terceiro ano e R$ 4.285,50 no quarto ano. Um auxílio financeiro equivalente a 30% do valor anual da bolsa será concedido para despesas diretamente relacionadas às atividades de pesquisa. Os requisitos e benefícios estão disponíveis em fapesp.br/bolsas/dd.

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.fapesp.br/oportunidades.

Fonte:  Agência FAPESP

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