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domingo, 16 de abril de 2023

Ampliação do teto de faturamento do MEI é prioridade de frentes parlamentares que, juntas, têm 253 deputados

imagem: arquivo / reprodução

***Projeto de lei prevê que o limite de receita bruta anual dos microempreendedores individuais passaria dos atuais R$ 81 mil para R$ 130 mil. Especialistas e parlamentares apoiam correção do teto e apontam benefícios que isso trará para a economia.




Compostas por 253 deputados, as frentes parlamentares do Empreendedorismo (FPE) e do Comércio e Serviços (FCS) tratam como prioridade para este ano o aumento do limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI). Aprovado há um ano e oito meses no Senado, o projeto de lei que sobe para R$ 130 mil o teto da receita bruta anual do MEI caminha a passos lentos na Câmara dos Deputados.

No fim do ano passado, líderes de nove partidos assinaram um requerimento de urgência para votação na Casa, mas a proposta continua no mesmo lugar. Desde fevereiro, cinco parlamentares pediram para que o texto – cujo relator no Plenário já está definido – fosse incluído na Ordem do Dia. A ideia é aumentar a ofensiva para que o texto seja aprovado.

O limite de receita bruta anual do MEI foi atualizado, pela última vez, em 2018. Passou de R$ 60 mil para R$ 81 mil. Corrigir o teto é uma das reivindicações da categoria, uma vez que a inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste período é de 34,4%. Fosse atualizado apenas pela inflação de lá para cá, o faturamento máximo para que um empresário seja enquadrado como MEI deveria estar na casa dos R$ 109 mil.

Marco Antonio Rocha, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aprova a revisão para cima do que os MEIs podem faturar anualmente.

"Eu acho que o limite poderia ser atualizado. É benéfico e, nesse sentido, o projeto está correto. A gente está falando de uma receita bruta de quase R$ 10 mil por mês. Não é muito coisa. [O teto] de R$ 81 mil estava muito desatualizado. A inflação de serviço foi bem alta, onde tem muito MEI. Boa parte da economia dos centros urbanos é baseada em microempreendedores individuais", avalia.

O especialista acredita que isso pode trazer uma série de benefícios para a competitividade desses microempreendedores, mas ressalta que a elevação do teto produz outros efeitos indiretos.

"O problema é que há uma série de brechas na forma de tributação e na legislação trabalhista que induzem ao que a gente chama de pejotização. Quando a gente amplia esse limite tributário existe o efeito benéfico em relação à competitividade desses microempreendimentos e à capacidade de geração de emprego e renda, por um lado, mas, por outro lado, existe o impacto que isso produz na forma de contratação das grandes empresas. Tudo isso tem que ser levado em consideração".

Prejuízo

Um dos principais argumentos daqueles que defendem o aumento do teto é o princípio da "justiça tributária". A falta de atualização dos limites conforme os índices oficiais, como a inflação, acaba por tirar do regime aqueles que antes estavam como destinatários pela lei.

Imagine uma cabeleireira que teve um faturamento bruto de R$ 77 mil no ano passado – média de R$ 6,4 mil por mês. Segundo o IBGE, a inflação em 2022 foi de 5,79%. Se essa empreendedora quiser corrigir os serviços prestados pela inflação para não perder dinheiro este ano e, além disso, apenas manter o fluxo de atendimento do ano passado, ela terá faturado R$ 81,4 mil ao fim de 2023, ultrapassando o teto do MEI e sendo obrigada a migrar para a microempresa.

Na prática, ainda que ela atenda a mesma quantidade de pessoas do ano passado e não tenha aumento no faturamento real, terá ultrapassado o limite do MEI.

Coordenador da FCS, o deputado federal Domingos Sávio (PL-MG), explica que esses trabalhadores são prejudicados pela não revisão do teto, o que incentiva irregularidades.

"O MEI logo precisa ou parar de trabalhar, porque senão ele ultrapassa, ou ele tem que buscar caminhos ilícitos, ou de produzir sem emissão de nota ou pegar nota emprestada com outro colega e isso não é o que nós queremos para a microempresa. Nós queremos que a microempresa também possa crescer. Agora, com um teto de limite de faturamento defasado, esse segmento está sendo duramente prejudicado e a economia brasileira está sendo prejudicada", afirma.

Membro da FPE, o deputado federal Jorge Goetten (PL-SC) diz que a não correção dos valores têm como consequência a sonegação por parte dos microempreendedores e, também, o desestímulo à continuação da empresa ao longo do ano, o que impacta a economia.

"Não é só importante, como urgente. Esse teto deveria ser até retroativo, porque tem muitas empresas que já perderam a possibilidade de continuar no regime do Simples porque estouraram o teto. E mais ainda, não só sonegar. Tem muitas empresas que param de vender lá no quarto trimestre, porque senão vão estourar o teto. Necessariamente tem que alterar o teto para valores reais. Só falta a Câmara votar e não tenho dúvida nenhuma que os colegas deputados vão aprovar", aposta.

Mudanças

Várias foram as propostas ao longo dos últimos anos para que o limite de faturamento do MEI fosse ampliado. A que mais vingou foi o projeto de lei complementar 108/2021, cuja autoria é do senador Jayme Campos (União–MT).

Além de ampliar o teto do MEI para R$ 130 mil, o texto aprovado no Senado permite que o microempreendedor individual tenha até dois funcionários e não apenas um, como atualmente.

Na Câmara dos Deputados, o projeto foi aprovado com alterações pelas comissões de Finanças e Tributação (CFT) e Constituição e Justiça (CCJ). Na CFT, o relator, o deputado federal Marco Bertaiolli (PSD-SP), propôs que o teto seja corrigido considerando a inflação acumulada desde 2006.

Naquele ano, ainda não existia a figura do MEI, mas havia o "microempresário individual" – "figura jurídica correspondente" – cujo limite anual de receita bruta era de R$ 60 mil. Ao corrigir esse valor pela inflação, o parlamentar calculou que o teto para o enquadramento do MEI deva ser de R$ 144.913,41. Além disso, o texto do projeto de lei prevê a correção automática desse limite anualmente, de acordo com o IPCA.

História
Criado há quinze anos por meio da Lei Complementar 128/2008, o MEI foi uma aposta do governo para reduzir a informalidade no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, garantir o aumento da arrecadação.

Isso porque embora tenha condições simplificadas para o pagamento de impostos, o microempreendedor individual paga mensalmente tributos como o ISS (para prestadores de serviços), ICMS (para quem é do comércio, indústria ou transportes) e ainda contribui para o INSS.

O economista Ciro de Avelar diz que o aumento do teto para enquadramento dos microempreendedores individuais contribui para a arrecadação dos municípios. "As prefeituras podem se favorecer muito desse reenquadramento. Até porque, diferentemente da União, os estados e os municípios não podem emitir títulos para se financiar. É necessário buscar uma reestruturação tributária para ofertar esses serviços públicos para a população. E tem que ter fiscalização para que esse aumento seja utilizado em benefício da população".

Segundo o Data Sebrae, o país tem mais de 12 milhões de MEIs.

Fonte:  Br 61

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quinta-feira, 13 de abril de 2023

Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza tem objetivo de vacinar 90% do grupo prioritário em 2023


***Mais de 80 milhões de brasileiros fazem parte do grupo prioritário para a vacinação contra a influenza.



Com o objetivo de prevenir a disseminação da gripe e suas complicações em todo o país, o Ministério da Saúde  promove a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. O público-alvo são pessoas com mais de seis meses de idade e grupos de risco, como idosos, gestantes, crianças pequenas, profissionais de saúde e pessoas com doenças crônicas.

Em 2022, apenas 68% do público-alvo foi imunizado contra a gripe. Para reverter esse cenário, a meta é vacinar 90% do grupo prioritário em 2023. Mais de 80 milhões de brasileiros fazem parte deste grupo.

Julival Ribeiro, infectologista, indica que a campanha de vacinação no Brasil é a melhor estratégia para prevenir formas graves do vírus no país.

"Portanto ela deve ser tomada por toda a população que esteja indicada. Nesse momento, o programa do Ministério da Saúde está recomendando sobretudo para gestantes, puérperas, pessoas imunossuprimidas com doenças crônicas, indígenas, profissionais de saúde entre outros", explica.

De acordo com a pasta, em 2019 a cobertura vacinal contra a gripe atingiu 91% e em 2020 95% do público-alvo. Porém, em 2021 houve queda no índice de vacinação, que refletiu em apenas 72% do público- alvo vacinado. Em 2023, foram registrados 1,3 mil casos da doença e 87 mortes confirmadas.

Em 2021, 901 pessoas morreram devido a complicações da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), causada pela Influenza e em 2022, o número de mortes registradas foi de 1.612. Nos últimos dois anos, o número de mortes pela doença aumentou  78%.

Maria Cristina, estudante de 13 anos e moradora do Gama (DF), cidade-satélite do DF, conta que mesmo sendo nova,procura deixar a caderneta de vacinação sempre em dia e não deixa de tomar o imunizante. "Eu acho a vacina uma coisa muito importante, porque ela deixa a gente imunizada. E vai evitar que peguemos gripes muito fortes".

Documentos necessários para a vacinação
  • Documento de identificação;
  • Cartão de vacinação;
  • Crachá, contracheque ou outro documento comprobatório (para pessoas de categoria profissional).
Grupos prioritários da vacinação contra gripe
  • Idosos com 60 anos e mais;
  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);
  • Gestantes e puérperas;
  • Povos indígenas;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Professores das escolas públicas e privadas;
  • Pessoas com comorbidades;
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Forças de segurança e salvamento;
  • Forças armadas;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
  • Trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade,sob medidas socioeducativas;
  • População privada de liberdade.

Fonte:  Br 61

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terça-feira, 11 de abril de 2023

É preciso ir além da visibilidade e garantir direitos, reivindicam participantes de sessão em homenagem ao Dia Nacional da Visibilidade Trans


***A REPORTER MARIA NEVES ACOMPANHOU.



Pela primeira vez, a Câmara realiza sessão solene em comemoração ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, data criada em 2004. Conforme explicou o presidente da Casa, Arthur Lira, em mensagem, a data foi escolhida em homenagem à campanha Travesti e Respeito, realizada em Brasília no dia 29 de janeiro daquele ano. Embora considerem importante a comemoração, as participantes ressaltaram que o momento é de ir além da visibilidade e garantir direitos efetivos a transexuais e travestis.

A deputada estadual por São Paulo, Carolina Iara, do Psol, defendeu que o Brasil não pode mais aceitar que a expectativa de vida da população trans seja de 35 anos. A parlamentar paulista ressaltou ser necessário assegurar a esse contingente acesso a direitos básicos, como saúde, educação, trabalho e renda.

Uma das medidas de inclusão defendidas por Carolina Iara é a adoção de cotas para trans em universidades. Segundo argumenta, essas ações são fundamentais, inclusive, para que essa população possa viver plenamente sua identidade.

"Nós precisamos fazer que essa população possa conseguir emprego e renda, possa conseguir sobrevivência e seus direitos, sem ter que apelar para a destransição, que uma coisa que as igrejas neopentecostais têm feito muito, para que a população trans deixe a sua identidade de lado para conseguir um emprego, para conseguir se disfarçar com muitas aspas, e entrar no mercado de trabalho, ou que essa população fique eternamente na prostituição porque as empresas não as contratam."

Representante do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades, Fabian Algarte, ressaltou que a Constituição de 1988 garante a todas as pessoas o direito à dignidade, mas a população trans ainda está lutando, inclusive, por esse direito básico. Na opinião de Algarte, por não cumprir a Constituição "o Estado é criminoso" com essa parcela dos brasileiros, que não tem acesso a direitos como emprego, família, afeto e respeito.

Já a deputada estadual por Sergipe, Linda Brasil, também do Psol, ressaltou que não se pode naturalizar "discursos de ódio que matam a população LGBTQIA+". Segundo Linda Brasil, já foram apresentados 69 projetos de lei antitrans no país somente este ano.

Para a deputada de São Paulo, Carolina Iara, uma das maneiras de combater esses projetos transfóbicos é por meio do "compromisso ético" de aliados da causa LGBTQIA+ na Câmara dos Deputados. Ela defende que para cada projeto antitrans, os deputados aliados apresentem outros que garantam direitos à população trans.

Conforme ressaltaram vários participantes da sessão, o Brasil continua a ser um dos países que mais matam transexuais e travestis no mundo. O presidente Arthur Lira, por exemplo, relatou que, no ano passado, dados do Observatório dos Direitos Humanos, mostraram 131 assassinatos de pessoas trans no Brasil. Desses, 65% seriam motivadas por ódio, "com requintes de crueldade".

A deputada Érika Kokay (PT-DF), que sugeriu a solenidade, ressaltou algumas conquistas da população LBGTQIA+ nos últimos anos. Dentre elas, citou a própria instituição do Dia Nacional da Visibilidade Trans, o direito ao chamado nome social, mesmo para pessoas que não passaram por cirurgia de ressignificação, e a garantia de uso do nome e do gênero com os quais a pessoa se identifica. Além disso, desde 2019 a homofobia tornou-se crime análogo ao racismo.

Para Érika Kokay, a tentativa de silenciamento da população LGBTQIA+ decorre também dessas conquistas, porque há segmentos que querem bloquear o acesso dessas pessoas aos espaços de poder. Mas, na opinião da deputada, não há espaço para retrocessos.

"Essa violência política de gênero, que é enfrentada pelos corpos que adentram os espaços que eles querem fechar as portas. Vão se abrindo as portas, abrindo a porta com muita convicção, para que nós possamos enfim dizer eles não nos afastarão, eles não nos silenciarão, eles não irão dominar os nossos corpos, as nossas vidas. Por isso essa política de gênero, ela tem de ser enfrentada com muito amor e com muita verdade, a verdade que uma parlamentar trans traz, e como incomoda, incomoda aqueles que não aceitam a diversidade, nem aceitam o direito de ser."

Deputada estadual pelo Rio de Janeiro, Dani Balbi, do PCdoB, também cobrou do governo políticas de inclusão. A deputada demanda que o Ministério da Educação, por exemplo, encontre maneiras de enfrentar "o triste quadro" de 78% de evasão de pessoas transexuais e travestis do ensino básico. Ela também reivindica que as universidades criem políticas que assegurem não só o acesso, como cotas, mas também a permanência no ensino superior para a população trans.

Fonte:  De Brasília, Maria Neves

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segunda-feira, 10 de abril de 2023

No Ceará, chikungunya matou mais do que dengue na última década


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No Ceará, Estado com o maior número de casos de chikungunya (77.418 casos) registrados no país, o número de mortes pela doença nos últimos dez anos foi superior ao da dengue, que é transmitida pelos mesmos mosquitos das espécies Aedes aegypti e Aedes albopictus. Foi 1,3 óbito por mil casos diagnosticados (a taxa de mortalidade da dengue é de 1,1 por mil). A conclusão é do maior e mais abrangente estudo epidemiológico sobre o tema, que acaba de ser publicado na revista The Lancet Microbe. A partir das análises, os pesquisadores envolvidos no trabalho foram capazes ainda de determinar o padrão de disseminação da doença e os fatores de risco que podem servir de base para a elaboração de estratégias efetivas de controle, prevenção e tratamento.

Quando o vírus causador da febre chikungunya (CHIKV) foi introduzido no Brasil, há quase uma década, especialistas em arboviroses (doenças causadas por vírus transmitidos por artrópodes) acreditavam que ele repetiria a dinâmica que já havia apresentado em outros países, como a Índia, por exemplo: uma ou, no máximo, duas ondas curtas e explosivas, com exposição de grande parte da população, seguidas de um hiato considerável de anos. Porém, o que se observa são epidemias consecutivas e recorde de casos nas Américas – mais de 1,2 milhão registrados. É importante lembrar que não há vacinas ou medicamentos disponíveis para prevenir ou tratar a infecção.

Diferentemente da dengue, cujo vírus causador pode apresentar quatro genótipos distintos e, portanto, provocar quatro eventos de contaminação, o CHIKV não deveria causar reinfecções. E, para entender as causas do diferenciado padrão americano de disseminação, pesquisadores do Imperial College (Reino Unido), do Laboratório de Saúde Pública do Ceará, do Ministério da Saúde, das universidades Estadual de Campinas (Unicamp), de São Paulo (USP) e Federal de Roraima (UFRR) e da University of Texas Medical Branch (Estados Unidos) se debruçaram sobre dados de sequenciamento genômico, de distribuição de vetor e informações epidemiológicas de casos confirmados.

O estudo, que contou com apoio da FAPESP por meio de três projetos (16/00194-8, 18/14389-0 e 19/24251-9), revelou que, entre março de 2013 e junho de 2022, o país enfrentou sete ondas epidêmicas, com 253.545 casos confirmados por laboratório em 3.316 (59,5%) municípios. Cada região funcionou como um "pequeno bolsão" da doença e foi afetada de forma diferente em cada momento. No Ceará, os municípios que mais sofreram nas duas primeiras ondas foram os que menos somaram casos na terceira.

"Os resultados mostram que a dinâmica da dispersão do chikungunya é diferente da observada no caso da dengue e, provavelmente, da zika: ele não está reinfectando a população, mas causando surtos explosivos em lugares com baixa exposição prévia ao vírus", explica William Marciel de Souza, pesquisador da University of Texas Medical Branch que divide a primeira autoria do estudo com Shirlene Telmos Silva de Lima, pesquisadora do Laboratório Central de Saúde Pública do Ceará e do Departamento de Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia do Instituto de Biologia da Unicamp (IB-Unicamp). "Como o Brasil é um país de dimensões continentais e o mosquito transmissor está virtualmente presente em todos os municípios, vivemos um ciclo interminável."

"Mudamos ainda um paradigma importante com este estudo: o de que apenas a dengue seja uma doença grave – chikungunya, além de debilitante, é também mortal", completa Lima.

O mapeamento também apontou fatores de risco envolvidos nas infecções sintomáticas, mais prevalentes em mulheres, e nas mortes, mais frequentes em crianças e idosos, que possuem sistemas imunes menos fortalecidos.

Saúde pública

De acordo com os pesquisadores, o panorama traçado pelo estudo indica que as subsequentes epidemias de chikungunya não serão encerradas sem intervenções de saúde pública – como evidência, citam o surgimento de uma nova onda este ano, desta vez em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

"Considerando o tamanho continental do Brasil, com mais de 5 mil municípios, nosso trabalho fornece conhecimento para estudos posteriores determinarem e priorizarem áreas mais suscetíveis a chikungunya, o que ajudará na criação de ações mais focadas de agentes de saúde pública', diz de Souza. "Além disso, capacitar médicos que atendem grupos mais suscetíveis a mortes para realizar intervenções com agilidade."

Fonte:  Moióli / Agência FAPESP

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domingo, 9 de abril de 2023

Governo estuda retirar veículos velhos das ruas mediante pagamento de indenização

imagem: arquivo / reprodução

***Ministro Fernando Haddad propôs utilização do fundo das petroleiras para indenizar proprietários.



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta segunda-feira , que o governo analisa a criação de programa para renovar a frota de veículos do País.

A proposta seria retirar os veículos mais velhos das ruas mediante pagamento de indenização aos proprietários com o objetivo de proteger o meio ambiente, tendo em vista que os carros mais antigos tendem a poluir mais.

Tratei com o vice presidente Geraldo Alckmin sobre a possibilidade de estabelecer programa que usa um fundo das petroleiras. Queremos dedicar esse fundo à transição ecológica, por meio da renovação de frota de carros muito velhos que precisam ser retirados de circulação, mediante indenização, para que a frota seja renovada em proveito do meio ambiente.

Disse Fernando Haddad, ministro da Fazenda

Segundo Haddad, os técnicos do Ministério da Fazenda estudarão a proposta. O ministro ressaltou ainda que o dinheiro já está separado, o que não implicaria em novos gastos para o governo.

"Vamos montar uma equipezinha para estudar [a proposta] e vamos dar devolutiva para ele [Alckmin]. O processo é rápido. É um recurso que já está segregado para isso", acrescentou.

As falas foram proferidas após encontro entre Haddad e Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, no qual trataram da ampliação do Programa Renovar.

Programa Renovar
No mês passado, o governo  regulamentou o Programa Renovar via decreto presidencial.

O programa previa, originalmente, a substituição de caminhões, implementos rodoviários, ônibus, micro-ônibus, vans e furgões com mais de 30 anos de fabricação por meio de fundo formado por recursos de empresas de combustíveis.

Na reunião entre os ministros, foi levantada a ideia de ampliar o programa aos veículos mais velhos nas ruas. Contudo, como a proposta passará a ser estudada, ainda não há previsão de qual o tempo de fabricação máxima para os veículos circularem nas ruas, tampouco os possíveis valores das indenizações.

Fonte:  Agência Brasil e Divulga no Blog

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Efeitos do envelhecimento no organismo se tornam mais evidentes após os 60 anos, mostra estudo

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***Estudo feito com 118 pessoas saudáveis de diferentes faixas etárias mostra que é a partir dos 60 anos que se tornam mais evidentes os prejuízos causados pelo envelhecimento no controle da frequência cardíaca em repouso e na aptidão cardiorrespiratória, ou seja, na capacidade do corpo de captar (sistema respiratório), transportar (sistema cardiovascular) e consumir (músculos) oxigênio durante o exercício físico. Contudo, foram observadas certas alterações no perfil metabólico, isto é, na concentração de substâncias no sangue, que aparentemente estão relacionadas com a mitigação dos efeitos deletérios da senescência.

Fonte:  O artigo Integrative perspective of the healthy aging process considering the metabolome, cardiac autonomic modulation and cardiorespiratory fitness evaluated in age groups pode ser lido em: www.nature.com/articles/s41598-022-25747-5.

Fonte: Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP

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sexta-feira, 7 de abril de 2023

Notícias da manhã

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Fonte:  Br 61

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Jornal da Manhã do dia 07 de abril de 2023

imagem: arquivo / reprodução

***As principais notícias do dia.




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Fonte:  Br 61

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