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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Fwd: Convite: “Mobilização pela Democracia Direta: convocação de consultas populares na cidade de São Paulo” - 09/12



Prezad@s,

Convidamos para o evento "Mobilização pela Democracia Direta: convocação de consultas populares na cidade de São Paulo", que irá iniciar o debate sobre a regulamentação do artigo 10 da Lei Orgânica do Município (LOM), que prevê a possibilidade de convocação de plebiscito para obras de grande impacto na cidade.

O Grupo de Trabalho (GT) Democracia Direta da Rede Nossa São Paulo e outras organizações da sociedade civil querem que o instrumento de consulta popular, previsto na lei maior da cidade, seja efetivamente exercido pelos paulistanos.

Por isso, o objetivo do evento, a ser realizado no dia 9 de dezembro na Câmara Municipal, é chamar a atenção dos vereadores e da população para a necessidade de se regulamentar o mencionado artigo.

Durante a atividade, está previsto o lançamento da Frente Parlamentar Pró-Democracia Direta, que está sendo articulado entre organizações da sociedade civil e vereadores paulistanos.

A proposta é que a frente suprapartidária (formada por vereadores de diversos partidos) estabeleça um amplo debate com a sociedade civil e lidere o processo para aprovar, na Câmara Municipal, a regulamentação do artigo 10 da Lei Orgânica do Município.

A Rede Nossa São Paulo convida a todos os movimentos, organizações sociais e cidadãos que se preocupam com as obras de grande impacto e defendem maior participação da população nos destinos da cidade a comparecerem ao evento.

 

Serviço:

Mobilização pela Democracia Direta: convocação de consultas populares na cidade de São Paulo

Data: 9 de dezembro de 2014 – terça-feira

Horário: das 18h30 às 21h

Local: Sala Sérgio Vieira de Melo, na Câmara Municipal de São Paulo

 

Programação:

•             18h30 às 18h40: Abertura

•             18h40 às 19h00: Histórico do Projeto de Lei 440 de 1993 e a importância da consulta popular para a cidade (Chico Whitaker)

•             19h00 às 19h30: Democracia Direta em São Paulo (Prof. Fábio Konder Comparato)

•             19h30 às 19h45: Apresentação Grupo de Trabalho Democracia Participativa

•             19h45h às 20h00: Lançamento da Frente Parlamentar Pró Democracia Direta

•             20h00 às 20h20: Mobilização pelas consultas populares: Plebiscitos Municipais (Oded Grajew)

•             20h20 às 21h: Intervenção da plateia e dos Movimentos Sociais

•             21h: Encerramento

 

Participe!

Confirme sua presença no evento pela página no Facebook!

 

Por: Andrea R. Laurenti Magri



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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Portaria redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) - Publicado nova Instrução Normativa da Ouvidoria-Geral da União




PORTARIA Nº 2.446, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2014
Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)
 e Art. 18. Fica revogada a Portaria nº 687/GM/MS, de 30 de
março de 2006, publicada no DiárioOficial da União nº 63, Seção 1,
do dia seguinte, p. 138.

http://www.brasilsus.com.br/index.php/legislacoes/gabinete-do-ministro/1049-2446



http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/dados/txt_496042933.pdf

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Instrução Normativa Ouvidoria Geral da União

A Instrução Normativa da Ouvidoria-Geral da União  OGU nº 1, de 5 de novembro de 2014, resolve que as ouvidorias públicas do Poder Executivo federal deverão observar as normas estabelecidas nesta Instrução, considerando "ouvidoria pública federal" a instância de controle e participação social responsável pelo tratamento das reclamações, solicitações, denúncias, sugestões e elogios relativos às políticas e aos serviços públicos, prestados sob qualquer forma ou regime, com vistas ao aprimoramento da gestão pública (DOU de 6/11/14, PR, pág. 8). Essa Instrução Normativa entra em vigor 120 (cento e vinte) dias após sua publicação.


http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=06/11/2014&jornal=1&pagina=8&totalArquivos=136

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=06/11/2014&jornal=1&pagina=9&totalArquivos=136


Flavia Loureiro - Núcleo dos Amigos
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Participe on line Zoneamento/Uso Ocupação Solo 22.11 Oficina Campo Limpo, São Miguel, Ermelino Matarazzo, Perus e Mooca.



Nota: Muitas obras ( empreendimentos, estabelecimentos públicos ou privados) deixam de ter certos espaços ou condições justamente por não estarem descritos em lei.
Que tal ter uma área própria para a Coleta Seletiva, ao invés de estar misturado com o lixo domiciliar. Ampliar e criar bicicletários ou ampliar vagas para  pessoas com deficiência no estacionamento.Diminuir o número de vagas para veículos grandes. Ou de vagas por apartamento conforme a área da construção. por ex, 3 carros por apartamento.
Preservar mais áreas verdes e de mananciais. Preservar zonas mistas e comerciais próximas a zonas residenciais.Maior atenção sobre a emissão de ruído e poluição do ar. Cota ambiental

Então Participe. Sua proposta é muito importante.
Formulário propostas on line - veja as regras do jogo
http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/formulario-de-propostas-zoneamento/

Veja as propostas. Entenda a sua cidade.
http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/principais-propostas-da-revisao/

Saiba mais: Revisão Participativa da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo (LPUOS)

http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/principal-zoneamento/

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento_urbano/legislacao/planos_regionais/index.php?p=1901

Veja como foram as oficinas de propostas da revisão participativa da lei de zoneamento deste sábado, 08 de novembro

Cerca de mil pessoas participaram dos encontros, que aconteceram nas subprefeituras da Freguesia do Ó/Brasilândia, Vila Maria/Vila Guilherme, São Mateus, Cidade Tiradentes, Casa Verde e Butantã. As próximas oficinas estão marcadas para o dia 22 de novembro, em Campo Limpo, São Miguel, Ermelino Matarazzo, Perus e Mooca.

Cerca de mil pessoas participaram, na manhã deste sábado, 08 de novembro, das oficinas de propostas da revisão participativa da Lei de Zoneamento. Os encontros foram realizados nas subprefeituras de Freguesia do Ó/Brasilândia, Vila Maria/Vila Guilherme, São Mateus, Cidade Tiradentes, Casa Verde e Butantã. As próximas oficinas estão marcadas para o dia 22 de novembro, em Campo Limpo, São Miguel, Ermelino Matarazzo, Perus e Mooca.

Durante os meses de outubro, novembro e dezembro, serão realizados encontros nas 32 subprefeituras, audiências públicas e disponibilizadas ferramentas de participação digital, além da disponibilização de todo material utilizado nas apresentações publicas, em formato aberto.

Na subprefeitura de São Mateus, cerca de 360 pessoas compareceram para dar sua contribuição. Vila Maria recebeu 151 participantes e 233 estiveram no Butantã.

Após a apresentação, os participantes são distribuídos em grupos, para avaliar as propostas apresentadas e dar sua contribuição.

A lei de zoneamento reúne regras sobre o tamanho, a localização e as características mais adequadas de construções e empreendimentos em cada parte da cidade.

Quem não puder comparecer ás oficinas também pode participar através a ferramenta de participação digital, basta preencher o formulário online e enviar sua contribuição. Todas as propostas registradas nos formulários impressos recebidas nas atividades presenciais ou no formulário online, serão sistematizadas e divulgadas na plataforma digital.

http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/noticias/cerca-de-mil-pessoas-deram-suas-contribuicoes-nas-oficinas-de-propostas-da-revisao-participativa-da-lei-de-zoneamento-neste-sabado/

Regras do jogo

1. Todas as propostas deverão ser registradas no Formulário de Propostas, disponível em todas as oficinas e audiências ou e no Formulário Eletrônico, disponível no site www.gestoaurbana.sp.gov.br.

2. Todas as propostas registradas nos formulários impressos recebidas nas atividades presenciais – oficinas participativas e audiências publicas – serão sistematizadas e divulgadas no site gestão urbana. As propostas recebidas no formulário eletrônico também serão divulgadas periodicamente.

Fique atento: só serão sistematizadas as propostas apresentadas nesses instrumentais – eletrônico ou impresso – e aquelas apresentadas nas audiências publicas. As demais propostas serão recebidas, mas não serão sistematizadas. Documentos protocolados que tratam do zoneamento não serão sistematizados. Durante as oficinas, qualquer munícipe pode anexar documentos ao formulário impresso, mas só será sistematizado aquilo que for registrado no formulário devidamente preenchido com a identificação do interessado e só será sistematizada como proposta o que for registrado no formulário, no campo "Descreva sua proposta".

3. Nas Audiências Publicas, todas as falas serão gravadas e transcritas para sistematização e todo o interessado poderá também registrar sua proposta por escrito no formulário de propostas disponibilizado no próprio local da audiência ou registra-la no formulário eletrônico.

http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/regras-do-jogo/


Flavia Loureiro - Núcleo dos Amigos do Brooklin

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Fwd: [CEAC] 13º SEMINÁRIO ESTADUAL ÁREAS CONTAMINADAS E SAÚDE



CONTEXTOS HIDROLÓGICOS CRÍTICOS E INCREMENTO DA EXPLORAÇÃO DE AQUÍFEROS

DATA 27 de novembro de 2014
LOCAL: Anfiteatro João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da USP
Avenida Dr. Arnaldo 715- Cerqueira César - São Paulo - SP

PARTICIPANTES
Profissionais das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde e dos órgãos de Meio Ambiente, estudantes e pesquisadores das universidades, representantes da sociedade civil, especialistas de outras instituições públicas e privadas que tenham interface com o tema.
APRESENTAÇÃO
Na primeira década de 2000, o conjunto das áreas contaminadas, resultado de históricos processos produtivos destituídos de cuidados ambientais, passou a figurar de forma mais consistente na agenda do Sistema Único de Saúde – SUS paulista. Este despertar coincide com a divulgação, em 2002, pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, a Cetesb, do cadastro de áreas contaminadas. Atualmente estão contabilizadas 4771 áreas contaminadas no estado.
Casos como o da Shell Paulínia e Vila Carioca, Ajax em Bauru e Condomínio Barão de Mauá, entre tantos outros, evidenciaram a necessidade do SUS se estruturar para enfrentar tais desafios, cujo grau de complexidade e incertezas supera as práticas já consolidadas do setor saúde no que diz respeito às questões ambientais.
Os seminários Áreas Contaminadas e Saúde que a Secretaria de Estado da Saúde, por meio do Centro de Vigilância Sanitária, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças, realiza desde 2002 em parceria com a USP são parte da estratégia do poder público e da universidade voltada a promover o debate e a busca de soluções criativas e integradas para a questão.
A parceria desde aquele ano com instituições de notória competência na área de saúde pública ou ambiental, como a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP), Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da USP (Procam/USP), Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e Faculdades de Saúde Pública e de Medicina da USP, permitiram que os seminários abordassem com sucesso um variado conjunto de temas.
Há doze anos, portanto, os seminários vêm apreciando o tema áreas contaminadas sob diferentes pontos de vista: (I) as políticas, estratégias e metodologias para enfrentamento dos riscos à saúde decorrentes da exposição a substâncias perigosas; (II) as experiências municipais; (III) o papel da universidade; (IV) as relações da contaminação do solo com os recursos hídricos; (V) as questões relativas à produção, trabalho e saúde; (VI) as interações entre desenvolvimento urbano, passivos ambientais e saúde; (VII) a avaliação de saúde no contexto do gerenciamento de passivos e no licenciamento ambiental; (VIII) as interações saúde e ambiente no contexto da nova legislação paulista de proteção da qualidade do solo e gerenciamento de áreas contaminadas; (IX) os novos contextos de produção e consumo de substâncias perigosas à saúde e geradoras de passivos ambientais; (X) os históricos processos de produção e de regulação sanitária de riscos; (XI) os riscos sanitários decorrentes de atividades de estocagem e comércio de derivados de petróleo e outros combustíveis e (XII) as questões relativas à contaminação e comunicação de risco.
A relevância e complexidade do tema, assim como o crescente interesse despertado em toda a sociedade, conduzem à realização neste ano da 13ª versão do evento. Em 2014, o Centro de Vigilância Sanitária, em conjunto com as faculdades de Saúde Pública e de Medicina da USP, organizam o 13º Seminário Áreas Contaminadas e Saúde, que terá como assunto principal os "Contextos hidrológicos críticos e incremento da exploração de aquíferos".
Neste ano extremamente crítico quanto ao regime de chuvas, muito abaixo das médias históricas, o estado de São Paulo se defronta com a redução dos fluxos ou níveis de seus corpos hídricos, situação que altera as relações entre disponibilidade e demanda por água em várias regiões do território paulista e lança ameaças à plena e regular oferta de produto para as populações urbanas.
Mais vulneráveis aos humores do ciclo hidrológico, os mananciais superficiais – rios, córregos, represas etc. – sofrem com maior intensidade os efeitos da estiagem e limitam a adução de água para o abastecimento público de muitas cidades e mesmo das regiões metropolitanas paulistas.
Com 96,2% dos 42,7 milhões de habitantes vivendo atualmente nas cidades, o estado de São Paulo oferece serviço de abastecimento público de água a cerca de 98% de sua população urbana, condição que impõe a dependência dos consumidores ao pleno funcionamento de sistemas coletivos bem estruturados para oferta contínua e segura de água. Contingências ou prenúncios de instabilidade desses modelos coletivos de plena oferta de água implicam movimentos sociais e corporativos na procura por soluções alternativas de abastecimento, geralmente vinculadas à exploração dos aquíferos.
Deste modo, vislumbram-se tendências variadas pela busca no meio urbano de soluções alternativas, coletivas ou individuais, ao abastecimento público. A situação que ora se configura merece ser ponderada a partir da premência de garantir acesso da população à água e, concomitantemente, de proteger o consumidor dos riscos associados ao uso de água fora dos padrões de potabilidade.
Na oportunidade desse décimo terceiro evento, a intenção é, portanto, promover o debate de como garantir que o incremento do uso dos aquíferos como soluções alternativas de abastecimento não implique riscos à saúde dos consumidores, tendo em vista haver quase cinco mil áreas cadastradas como contaminadas no Estado e milhares de atividades econômicas no meio urbano com potencial de contaminar o solo e as águas subterrâneas.
Pois assim, estão todos convidados – técnicos e gestores dos órgãos de saúde e de meio ambiente, estudantes e pesquisadores das universidades, representantes da sociedade civil, especialistas e demais interessados no tema – ao debate deste assunto que tanto interessa ao conjunto da sociedade paulista. Sejam todos bem vindos!

9h00 às 9h30
ABERTURA

9h30 às 12h00
MESA 1
SITUAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS EM SÃO PAULO

ROSÂNGELA PACINI MODESTO - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB)
LEILA GOMES - Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE)
LUÍS SÉRGIO OZÓRIO VALENTIM - Centro de Vigilância Sanitária (CVS)
LUCIANA MARTINS M. F. FERREIRA - Instituto Geológico (IG)

12h00 às 13h30
ALMOÇO

13h30 às 16h00
MESA 2
QUALIDADE, DISPONIBILIDADE E DEMANDAS DOS RECURSOS HÍDRICOS NO TERRITÓRIO PAULISTA

REGINALDO BERTOLO - Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas da Universidade de São Paulo (CEPAS USP)
EVERTON DE OLIVEIRA - Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS)
ANA PAULA QUEIROZ - Associação Brasileira de Empresas de Consultoria e Engenharia Ambiental (AESAS)
ALAINE CUNHA - Empresa SERVMAR Ambiental e Engenharia

Obs.: O evento será transmitido ao vivo, online, pelo site do IPTV-USP (iptv.usp.br) .

Local. Auditório João Yunes – Faculdade de Saúde Pública da USP
Av. Dr. Arnaldo, 715 – Prédio da Biblioteca.


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terça-feira, 18 de novembro de 2014

I Forum HMU-Guarulhos e Cefatef "Cuidados Paliativos e os Aspectos Juídicos e Psicológicos"


O HMU - Hospital Municipal de Urgências de Guarulhos e o O CEFATEF – Centro de Formação e Estudos Terapêuticos da Famílias, em nome das diretorias e da equipe organizadora convidam para o 

I FÓRUM EM DEBATE DE 2014:
"CUIDADOS PALIATIVOS E OS ASPECTOS JURÍDICOS E PSICOLÓGICOS"

 
EIXOS TEMÁTICOS DO ENCONTRO:
- Cuidados Paliativos
- Testamento Vital.
- Direito a vida.
 

DEBATEDORES:
Prof. Moisés Alves dos Santos
Graduado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil e Enfermagem pela Faculdade de Enfermagem UNIESP. Pós Graduado em Tanatologia Ciência da Morte pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FMUSP e Faculdade de Medicina UNISANTA, Câncer e Cuidados Paliativos pelo Hospital AC Camargo. Membro da Equipe multidisciplinar de Cuidados Paliativos do Hospital Dr. Alípio Correa Neto, da Associação Latinoamericana de Cuidados Paliativos em Buenos Aires Argentina e da Association Palliative Care nos Estados Unidos da América.

Prof. Robson Silva Ferreira
Graduado em Direito pela Universidade de Guarulhos UNG. Pós-graduado em Processo Penal e Direito Penal pela Escola Paulista de Direito. Mestrando em Direitos Humanos pela UNIFIEO. Palestrante, membro consultor da Comissão do Jovem Acadêmico pela Advogados do Brasil seção São Paulo.

Prof. Luis Antonio da Silva
Graduado em Psicologia pela Universidade São Marcos e Técnico em Organização e Gestão de Eventos pela Anhembi Morumbi. Possui Mestrado Multidisciplinar em Administração, Comunicação e Educação, pela Universidade São Marcos. Pós-Graduado com MBA em Gestão Empresarial pela Uninove. Consultor de Recursos Humanos, Psicólogo Clínico e Acompanhante Terapêutico. Coordenador de Pós-Graduação no Campo Sociojurídico pelo Cefatef. Trabalhou como Acompanhante Terapêutico nos Estados Unidos e Inglaterra. 

PROGRAMAÇÃO
8:00 ÀS 9:00 Cofee Break, Credenciamento, Entrega de material.
9:00 às 9:30 Abertura (Lourdes Aoik Assistente Social e Capelã Hospital Emilio Ribas)
9:30 às 12:30 Apresentações e Debate
12:30 às 14:00 Almoço
14:00 às 16:30 Apresentação e Debate
16:30 às 17:00 Entrega de Certificados
Sorteios de Livros

Coordenadores: 
Cléo Melo, A. Roberto Cavalini e Fabiane Siqueira.
 

DATA: 28/11/2014 (Sexta Feira)
HORÁRIO: das 9h00 às 17h00
LOCAL: UNG – Universidade de Guarulhos – Anfiteatro C Praça Tereza Cristina, 88 – Centro Guarulhos.
INSCRIÇÕES no Site: www.cefatef.com.br
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Para cada dólar gasto com ciclovias, cidades economizam até US$ 24, indica estudo


Pesquisadores da Nova Zelândia sugerem novas políticas de transporte de baixo custo para promover saúde pública e benefícios ambientais



Para cada dólar gasto com a construção de ciclovias segregadas, as cidades podem economizar até US$ 24, graças à redução de custos com saúde, poluição e tráfego, de acordo com um estudo divulgado por pesquisadores da Nova Zelândia para a revista norte-americana científica Environmental Health Perspectives, do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental.

Para cada dlar              gasto com ciclovias cidades economizam at US 24 indica              estudo
Estudo é pioneiro em concluir como investimentos em infraestrutura cicloviária podem trazer retornos financeiros em longo prazo
"No momento em que a maioria das cidades está dominada pelos carros, é fácil justificar o dinheiro gasto com novas estradas como resposta à crescente utilização do automóvel, apesar dos impactos negativos que isso traz ao meio ambiente e à saúde das pessoas, agora e no futuro", explica Alexandra Macmillan, principal autora do estudo, da Universidade de Auckland, em entrevista ao site Co. Exist. "Nós queríamos explorar algumas escolhas políticas que são realistas, a preços acessíveis, transformadoras e saudáveis", acrescenta.
No artigo "Os custos sociais e os benefícios da bicicleta: simulando os efeitos de políticas específicas a partir de sistemas de modelos dinâmicos", seis pesquisadores analisaram a cidade de Auckland, a maior da Nova Zelândia, usando métodos da agência de transporte local para calcular índices indicativos de custo-benefício em dólares neozelandeses para diferentes investimentos em ciclovias.
"Em nossos pressupostos de modelos primários, os benefícios de todas as políticas de intervenção superam os danos, entre 6 até 24 vezes", concluem os pesquisadores no artigo.
"Estima-se que essas mudanças trariam grandes benefícios para a saúde pública nas próximas décadas, em dezenas de dólares para cada dólar gasto em infraestrutura. Os maiores benefícios serão a redução da mortalidade por todas as causas", completam.
Para cada dlar              gasto com ciclovias cidades economizam at US 24 indica              estudo
Além disso, os autores também observaram que se a Prefeitura de Auckland construísse uma rede de ciclovias segregada e diminuísse as velocidades de tráfego, tais medidas poderiam aumentar o ciclismo em 40% até 2040. No entanto, caso optasse por adicionar pistas apenas em alguns poucos pontos estratégicos, isso só aumentaria o tráfego de bicicletas em 5%.
Embora já existam pesquisas que sustentem que andar de bicicleta nos faz mais felizes, mais saudáveis e até mesmo aumenta a lucratividade de negócios locais, este estudo é pioneiro em concluir como investimentos em infraestrutura cicloviária podem trazer retornos financeiros para as cidades em longo prazo, além do bem-estar físico, social e ambiental.
Quanto maior o número de pessoas que andam de bicicleta, maior a redução de custos de cuidados de saúde.
Embora o estudo tenha se concentrado em Auckland, os pesquisadores acreditam que os princípios gerais se aplicam a outras cidades onde os carros dominam. "Auckland é muito semelhante em design e padrões de transporte de muitas cidades norte-americanas, por isso, esperamos que nossos resultados sejam relevantes também para outros lugares" , explica MacMillan. "Acredito que a maré esteja mudando, tanto na Nova Zelândia quanto em muitos outros países que têm negligenciado a bicicleta nas duas últimas décadas ", completa Alastair Woodward, co-autor do estudo.




segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ação em Debate traz a política econômica para o centro da discussão em novembro


Retomando os espaços de formação e reflexão sobre temas da conjuntura nacional e internacional, o Ação em Debate chega em sua oitava edição com o desafio de refletir sobre as perspectivas da política econômica nacional e as possibilidades de modelos de desenvolvimento. O encontro Ação em Debate "À beira da crise? Entendendo a política econômica brasileira" acontece na na segunda-feira (24/11).

Contaremos com a presença de Marcelo Trindade Miterhof , economista do BNDES e colunista da Folha de São Paulo, e de Ladislau Dowbor , economista, professor da PUC de São Paulo e consultor das Nações Unidas. A mediação do encontro ficará por conta de Carmen Bressane , advogada, coordenadora do Núcleo São Paulo da Auditoria Cidadã da Dívida.

A iniciativa "Ação em Debate" amplia os espaços de formação política da organização e acontece sempre nas últimas segundas-feiras de cada mês, a partir das 19h30. Para os que não puderem comparecer, teremos transmissão ao vivo pelo link: www.acaoeducativa.org/aovivo
Ação em Debate: 20 anos em Ação

Em 2014, a Ação Educativa comemora 20 anos de uma trajetória de luta pela defesa e implementação dos direitos humanos e pela ampliação da democracia, fortalecendo a nossa identidade com a educação popular. Muitas serão as rodas de conversas, os debates e espaços voltados à reflexão sobre as diferentes realidades de nosso país. O Ação em Debate é mais uma iniciativa que se soma a este objetivo, integrando a dimensão formativa de nossa organização. Saiba mais sobre esta e outras ações voltadas à Formação em Direitos Humanos, acesse: www.acaoeducativa.org/fdh e confira!

Serviço
8º Encontro Ação em Debate – À beira da crise? Entendendo a política econômica brasileira
Data/horário: 24/11, a partir das 19h30
Local: Ação Educativa (Rua General Jardim, 660). São Paulo/SP



 Por  Idália Pereira



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