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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

As 18 Razões contra a Redução da Maioridade Penal


Imagem: Arquivo Wikimedia


1º. Porque já responsabilizamos adolescentes em ato infracional

A partir dos 12 anos, qualquer adolescente é responsabilizado pelo ato cometido contra a lei. Essa responsabilização, executada por meio de medidas socioeducativas previstas no ECA, têm o objetivo de ajudá-lo a recomeçar e a prepará-lo para uma vida adulta de acordo com o socialmente estabelecido. É parte do seu processo de aprendizagem que ele não volte a repetir o ato infracional.

Por isso, não devemos confundir impunidade com imputabilidade. A imputabilidade, segundo o Código Penal, é a capacidade da pessoa entender que o fato é ilícito e agir de acordo com esse entendimento, fundamentando em sua maturidade psíquica.

2º. Porque a lei já existe. Resta ser cumprida!

O ECA prevê seis medidas educativas: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação. Recomenda que a medida seja aplicada de acordo com a capacidade de cumpri-la, as circunstâncias do fato e a gravidade da infração.

Muitos adolescentes, que são privados de sua liberdade, não ficam em instituições preparadas para sua reeducação, reproduzindo o ambiente de uma prisão comum. E mais: o adolescente pode ficar até 9 anos em medidas socioeducativas, sendo três anos interno, três em semiliberdade e três em liberdade assistida, com o Estado acompanhando e ajudando a se reinserir na sociedade.

Não adianta só endurecer as leis se o próprio Estado não as cumpre!

3º. Porque o índice de reincidência nas prisões é de 70%

Não há dados que comprovem que o rebaixamento da idade penal reduz os índices de criminalidade juvenil. Ao contrário, o ingresso antecipado no falido sistema penal brasileiro expõe as (os) adolescentes a mecanismos/comportamentos reprodutores da violência, como o aumento das chances de reincidência, uma vez que as taxas nas penitenciárias são de 70% enquanto no sistema socioeducativo estão abaixo de 20%.

A violência não será solucionada com a culpabilização e punição, mas pela ação da sociedade e governos nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que as reproduzem. Agir punindo e sem se preocupar em discutir quais os reais motivos que reproduzem e mantém a violência, só gera mais violência.

4º. Porque o sistema prisional brasileiro não suporta mais pessoas.

O Brasil tem a 4º maior população carcerária do mundo e um sistema prisional superlotado com 500 mil presos. Só fica atrás em número de presos para os Estados Unidos (2,2 milhões), China (1,6 milhões) e Rússia (740 mil).

O sistema penitenciário brasileiro NÃO tem cumprido sua função social de controle, reinserção e reeducação dos agentes da violência. Ao contrário, tem demonstrado ser uma "escola do crime".

Portanto, nenhum tipo de experiência na cadeia pode contribuir com o processo de reeducação e reintegração dos jovens na sociedade.

5º. Porque reduzir a maioridade penal não reduz a violência.

Muitos estudos no campo da criminologia e das ciências sociais têm demonstrado que NÃO HÁ RELAÇÃO direta de causalidade entre a adoção de soluções punitivas e repressivas e a diminuição dos índices de violência.

No sentido contrário, no entanto, se observa que são as políticas e ações de natureza social que desempenham um papel importante na redução das taxas de criminalidade.

Dados do Unicef revelam a experiência mal sucedida dos EUA. O país, que assinou a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aplicou em seus adolescentes, penas previstas para os adultos. Os jovens que cumpriram pena em penitenciárias voltaram a delinquir e de forma mais violenta. O resultado concreto para a sociedade foi o agravamento da violência.

6º. Porque fixar a maioridade penal em 18 anos é tendência mundial

Diferentemente do que alguns jornais, revistas ou veículos de comunicação em geral têm divulgado, a idade de responsabilidade penal no Brasil não se encontra em desequilíbrio se comparada à maioria dos países do mundo.

De uma lista de 54 países analisados, a maioria deles adota a idade de responsabilidade penal absoluta aos 18 anos de idade, como é o caso brasileiro.

Essa fixação majoritária decorre das recomendações internacionais que sugerem a existência de um sistema de justiça especializado para julgar, processar e responsabilizar autores de delitos abaixo dos 18 anos.

7º. Porque a fase de transição justifica o tratamento diferenciado.

A Doutrina da Proteção Integral é o que caracteriza o tratamento jurídico dispensado pelo Direito Brasileiro às crianças e adolescentes, cujos fundamentos encontram-se no próprio texto constitucional, em documentos e tratados internacionais e no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Tal doutrina exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada, mediando e operacionalização de políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa.

A definição do adolescente como a pessoa entre 12 e 18 anos incompletos implica a incidência de um sistema de justiça especializado para responder a infrações penais quando o autor trata-se de um adolescente.

A imposição de medidas socioeducativas e não das penas criminais relaciona-se justamente com a finalidade pedagógica que o sistema deve alcançar, e decorre do reconhecimento da condição peculiar de desenvolvimento na qual se encontra o adolescente.

8º. Porque as leis não podem se pautar na exceção.

Até junho de 2011, o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL), do Conselho Nacional de Justiça, registrou ocorrências de mais de 90 mil adolescentes. Desses, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora seja considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil, que conta com 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos.

Sabemos que os jovens infratores são a minoria, no entanto, é pensando neles que surgem as propostas de redução da idade penal. Cabe lembrar que a exceção nunca pode pautar a definição da política criminal e muito menos a adoção de leis, que devem ser universais e valer para todos.

As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com a adoção de leis penais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade de centenas de adolescentes ao crime e à violência.

9º. Porque reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, não a causa!

A constituição brasileira assegura nos artigos 5º e 6º direitos fundamentais como educação, saúde, moradia, etc. Com muitos desses direitos negados, a probabilidade do envolvimento com o crime aumenta, sobretudo entre os jovens.

O adolescente marginalizado não surge ao acaso. Ele é fruto de um estado de injustiça social que gera e agrava a pobreza em que sobrevive grande parte da população.

A marginalidade torna-se uma prática moldada pelas condições sociais e históricas em que os homens vivem. O adolescente em conflito com a lei é considerado um 'sintoma' social, utilizado como uma forma de eximir a responsabilidade que a sociedade tem nessa construção.

Reduzir a maioridade é transferir o problema. Para o Estado é mais fácil prender do que educar.

10º. Porque educar é melhor e mais eficiente do que punir.

A educação é fundamental para qualquer indivíduo se tornar um cidadão, mas é realidade que no Brasil muitos jovens pobres são excluídos deste processo. Puni-los com o encarceramento é tirar a chance de se tornarem cidadãos conscientes de direitos e deveres, é assumir a própria incompetência do Estado em lhes assegurar esse direito básico que é a educação.

As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com adoção de leis penais mais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade de centenas de adolescentes ao crime e à violência.

Precisamos valorizar o jovem, considerá-los como parceiros na caminhada para a construção de uma sociedade melhor. E não como os vilões que estão colocando toda uma nação em risco.

11º. Porque reduzir a maioridade penal isenta o estado do compromisso com a juventude

O Brasil não aplicou as políticas necessárias para garantir às crianças, aos adolescentes e jovens o pleno exercício de seus direitos e isso ajudou em muito a aumentar os índices de criminalidade da juventude.

O que estamos vendo é uma mudança de um tipo de Estado que deveria garantir direitos para um tipo de Estado Penal que administra a panela de pressão de uma sociedade tão desigual. Deve-se mencionar ainda a ineficiência do Estado para emplacar programas de prevenção da criminalidade e de assistência social eficazes, junto às comunidades mais pobres, além da deficiência generalizada em nosso sistema educacional.

12º. Porque os adolescentes são as maiores vitimas, e não os principais autores da violência

Até junho de 2011, cerca de 90 mil adolescentes cometeram atos infracionais. Destes, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil que conta com 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos.

Os homicídios de crianças e adolescentes brasileiros cresceram vertiginosamente nas últimas décadas: 346% entre 1980 e 2010. De 1981 a 2010, mais de 176 mil foram mortos e só em 2010, o número foi de 8.686 crianças e adolescentes assassinadas, ou seja, 24 POR DIA!

A Organização Mundial de Saúde diz que o Brasil ocupa a 4º posição entre 92 países do mundo analisados em pesquisa. Aqui são 13 homicídios para cada 100 mil crianças e adolescentes; de 50 a 150 vezes maior que países como Inglaterra, Portugal, Espanha, Irlanda, Itália, Egito cujas taxas mal chegam a 0,2 homicídios para a mesma quantidade de crianças e adolescentes.

13º. Porque, na prática, a pec 33/2012 é inviável!

A Proposta de Emenda Constitucional quer alterar os artigos 129 e 228 da Constituição Federal, acrescentando um parágrafo que prevê a possibilidade de desconsiderar da inimputabilidade penal de maiores de 16 anos e menores de 18 anos.

E o que isso quer dizer? Que continuarão sendo julgados nas varas Especializadas Criminais da Infância e Juventude, mas se o Ministério Público quiser poderá pedir para 'desconsiderar inimputabilidade', o juiz decidirá se o adolescente tem capacidade para responder por seus delitos. Seriam necessários laudos psicológicos e perícia psiquiátrica diante das infrações: crimes hediondos, tráfico de drogas, tortura e terrorismo ou reincidência na pratica de lesão corporal grave e roubo qualificado. Os laudos atrasariam os processos e congestionariam a rede pública de saúde.

A PEC apenas delega ao juiz a responsabilidade de dizer se o adolescente deve ou não ser punido como um adulto.

No Brasil, o gargalo da impunidade está na ineficiência da polícia investigativa e na lentidão dos julgamentos. Ao contrário do senso comum, muito divulgado pela mídia, aumentar as penas e para um número cada vez mais abrangente de pessoas não ajuda em nada a diminuir a criminalidade, pois, muitas vezes, elas não chegam a ser aplicadas.

14º. Porque reduzir a maioridade penal não afasta crianças e adolescentes do crime

Se reduzida a idade penal, estes serão recrutados cada vez mais cedo.

O problema da marginalidade é causado por uma série de fatores. Vivemos em um país onde há má gestão de programas sociais/educacionais, escassez das ações de planejamento familiar, pouca oferta de lazer nas periferias, lentidão de urbanização de favelas, pouco policiamento comunitário, e assim por diante.

A redução da maioridade penal não visa a resolver o problema da violência. Apenas fingir que há "justiça". Um autoengano coletivo quando, na verdade, é apenas uma forma de massacrar quem já é massacrado.

Medidas como essa têm caráter de vingança, não de solução dos graves problemas do Brasil que são de fundo econômico, social, político. O debate sobre o aumento das punições a criminosos juvenis envolve um grave problema: a lei do menor esforço. Esta seduz políticos prontos para oferecer soluções fáceis e rápidas diante do clamor popular.

Nesse momento, diante de um crime odioso, é mais fácil mandar quebrar o termômetro do que falar em enfrentar com seriedade a infecção que gera a febre.

15º. Porque afronta leis brasileiras e acordos internacionais

Vai contra a Constituição Federal Brasileira que reconhece prioridade e proteção especial a crianças e adolescentes. A redução é inconstitucional.

Vai contra o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) de princípios administrativos, políticos e pedagógicos que orientam os programas de medidas socioeducativas.

Vai contra a Doutrina da Proteção Integral do Direito Brasileiro que exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada às políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa.

Vai contra parâmetros internacionais de leis especiais para os casos que envolvem pessoas abaixo dos dezoito anos autoras de infrações penais.

Vai contra a Convenção sobre os Direitos da Criança e do Adolescente da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Declaração Internacional dos Direitos da Criança compromissos assinados pelo Brasil.

16º. Porque poder votar não tem a ver com ser preso com adultos

O voto aos 16 anos é opcional e não obrigatório, direito adquirido pela juventude. O voto não é para a vida toda, e caso o adolescente se arrependa ou se decepcione com sua escolha, ele pode corrigir seu voto nas eleições seguintes. Ele pode votar aos 16, mas não pode ser votado.

Nesta idade ele tem maturidade sim para votar, compreender e responsabilizar-se por um ato infracional.

Em nosso país qualquer adolescente, a partir dos 12 anos, pode ser responsabilizado pelo cometimento de um ato contra a lei.

O tratamento é diferenciado não porque o adolescente não sabe o que está fazendo. Mas pela sua condição especial de pessoa em desenvolvimento e, neste sentido, o objetivo da medida socioeducativa não é fazê-lo sofrer pelos erros que cometeu, e sim prepará-lo para uma vida adulta e ajuda-lo a recomeçar.

17º. Porque o brasil está dentro dos padrões internacionais.

São minoria os países que definem o adulto como pessoa menor de 18 anos. Das 57 legislações analisadas pela ONU, 17% adotam idade menor do que 18 anos como critério para a definição legal de adulto.

Alemanha e Espanha elevaram recentemente para 18 a idade penal e a primeira criou ainda um sistema especial para julgar os jovens na faixa de 18 a 21 anos.

Tomando 55 países de pesquisa da ONU, na média os jovens representam 11,6% do total de infratores, enquanto no Brasil está em torno de 10%. Portanto, o país está dentro dos padrões internacionais e abaixo mesmo do que se deveria esperar. No Japão, eles representam 42,6% e ainda assim a idade penal no país é de 20 anos.

Se o Brasil chama a atenção por algum motivo é pela enorme proporção de jovens vítimas de crimes e não pela de infratores.

18º. Porque importantes órgãos têm apontado que não é uma boa solução.

O UNICEF expressa sua posição contrária à redução da idade penal, assim como à qualquer alteração desta natureza. Acredita que ela representa um enorme retrocesso no atual estágio de defesa, promoção e garantia dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. A Organização dos Estados Americanos (OEA) comprovou que há mais jovens vítimas da criminalidade do que agentes dela.

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) defende o debate ampliado para que o Brasil não conduza mudanças em sua legislação sob o impacto dos acontecimentos e das emoções. O CRP (Conselho Regional de Psicologia) lança a campanha Dez Razões da Psicologia contra a Redução da idade penal CNBB, OAB, Fundação Abrinq lamentam publicamente a redução da maioridade penal no país.

Mais de 50 entidades brasileiras aderem ao Movimento 18 Razões para a Não redução da maioridade penal.

Fonte: 18razões

por Joao Paulo Miranda Venceslau



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Depois de 4 anos mostrando sua arte nas ruas, Jae Alves agora tem obras expostas no Museu Municipal de Itaquaquecetuba, terra natal da artista.





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O que está repercutindo na mídia hoje.


fluxo escolar      
18/02/2016 - Agência Brasil
Diminui diferença entre jovens ricos e pobres que concluem o Ensino Médio
Dados são de levantamento divulgado hoje pela ONG Todos Pela Educação feito com base na Pnad
 
18/02/2016 - Bom Dia Brasil - Rede Globo
Aumenta a taxa de alunos que concluem o Ensino Médio no país
Segundo levantamento da ONG Todos Pela Educação, número passou de 41% para 56% em 2014; região Norte teve o maior crescimento
 
18/02/2016 - Estadão.com
56,7% dos alunos concluem o Ensino Médio na idade certa
Etapa, que tem estagnação no indicador de qualidade, é um dos principais desafios da Educação Pública brasileira
 
18/02/2016 - Rádio CBN
Quase metade dos brasileiros com 19 anos não concluiu o Ensino Médio
Todos Pela Educação diz que dados de levantamento são preocupantes e apontam descumprimento de metas
 
18/02/2016 - G1
56,7% dos jovens concluem o Ensino Médio até os 19 anos, diz estudo
Taxa de conclusão dessa etapa do ensino subiu 15 pontos percentuais em 10 anos
 
18/02/2016 - O Globo (RJ)
Conclusão de ensino na idade adequada sobe em dez anos
Taxa evoluiu 15 pontos percentuais entre 2005 e 2014
 
18/02/2016 - Valor Econômico (SP)
Perfil do Ensino Médio avança, mas fica abaixo da meta
Entre 2005 e 2014, taxa de conclusão dessa etapa do ensino aos 19 anos subiu de 41,4% para 56,7%
 
18/02/2016 - Portal Primeira Edição
Conclusão do Ensino Médio entre os mais pobres aumentou
Dados são de levantamento divulgado hoje pela ONG Todos Pela Educação feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio
 
18/02/2016 - Correio do Povo (RS)
Cai diferença entre jovens ricos e pobres que concluem Ensino Médio
Todos Pela Educação divulgou levantamento com base em dados da Pnad
 
18/02/2016 - Zero Hora (RS)
Conclusão do Ensino Médio cresce 15% no Rio Grande do Sul
Apesar deste percentual, estado ainda tem os piores índices da região Sul, segundo dados do Todos Pela Educação
 
18/02/2016 - Diário Catarinense (SC)
Levantamento aponta queda no desempenho do Ensino Médio em Santa Catarina em uma década
Estado caminha a passos lentos no quesito e não atingiu a meta estabelecida pelo Todos Pela Educação
 
18/02/2016 - Correio da Bahia (BA)
Concluintes dos Ensinos Médio e Fundamental estão abaixo da média
Metas foram estipuladas pelo movimento Todos Pela Educação, para quem a conclusão do Ensino Médio deve ser feita até os 19 anos e do Ensino Fundamental, aos 16
 
18/02/2016 - Diário do Nordeste (CE)
75,6% dos alunos do Ceará concluem na idade certa
Apesar de não conseguir atingir a meta 4 do Movimento Todos Pela Educação, o estado teve crescimento positivo
 
18/02/2016 - O Povo (CE)
Número de concluintes do Ensino Médio aos 19 anos no Ceará cresce 61%
Dados de 2014 mostram que, em dez anos, subiu 61,1% o percentual de cearenses com 19 anos que concluíram essa etapa
 
18/02/2016 - Jornal do Commercio (PE)
Aumenta o número de jovens em Pernambuco que concluíram o Ensino Médio com até 19 anos
Em uma década, índice de estudantes que terminaram a última etapa da Educação Básica subiu de 27,2% para 56,3%
 
CURRÍCULO      
18/02/2016 - Folha de S.Paulo (SP)
Com 4 mil sugestões, MEC terá de 'enxugar' base nacional comum
Expectativa é que documento seja concluído até junho deste ano, data limite prevista na lei do Plano Nacional de Educação
 
18/02/2016 - Portal MEC
Pareceres e contribuições apresentadas na primeira fase da consulta à Base Nacional estão disponíveis
Ainda é possível apresentar propostas ao documento; escolas, professores, organizações da sociedade civil e cidadãos têm prazo até 15 de março para fazê-lo
 
17/02/2016 - G1
Base curricular de história dará mais espaço a questões globais em revisão
MEC recebeu mais de 10 milhões de contribuições para nova Base Nacional; conteúdo da disciplina foi criticado por ignorar História Antiga e Medieval
 
ORÇAMENTO      
18/02/2016 - Correio Braziliense (DF)
Opinião: 2016 - o ano de fazer mais com menos na Educação
"Em meio a ajustes orçamentários, é fundamental ter consciência da dívida histórica em relação à Educação para que avancemos sem retroceder", afirma Priscila Cruz, do Todos Pela Educação
 
GESTÃO      
18/02/2016 - Folha de S.Paulo (SP)
Gestão Alckmin fecha turmas e causa 'desorganização escolar'
Sindicato dos professores afirma que a secretaria da Educação fechou 1.043 turmas e está promovendo uma 'reorganização branda'
 
17/02/2016 - O Estado de S. Paulo (SP)
Redução de 1 hora em escolas integrais é 'normal' , diz Alckmin
Governador argumentou que o padrão nessas unidades em todo o mundo é de 8 horas; pais não foram avisados da mudança
 
ANALFABETISMO      
17/02/2016 - Bom Dia Brasil - Rede Globo
Mais da metade dos analfabetos funcionais do País estão empregados
Maior parte, cerca de 21%, está na agropecuária
 
PNE      
18/02/2016 - O Globo (RJ)
Estado do Rio descumpre prazo do plano de Educação
Metas deveriam estar estabelecidas há 8 meses
 
DESENVOLVIMENTO      
17/02/2016 - Portal Brasil
Brasil amplia número de alunos do Bolsa Família em ensino de tempo integral
Entre 2012 e 2013, a cobertura de estudantes que recebem o benefício e estão matriculados nessa modalidade de ensino aumentou 5 pontos percentuais
 
GÊNERO      
17/02/2016 - Agência Brasil
Facebook expõe assédio sexual praticado por professores
Página 'Meu Professor Abusador' traz mais de 750 relatos de agressões e já foi curtida por 16 mil pessoas
 
APRENDIZAGEM      
17/02/2016 - Gazeta do Povo (PR)
Escola em Quatro Barras (PR) realiza mergulho no mundo circense para valorizar leitura e conhecimento
Entre os 240 alunos envolvidos nas atividades, muitos nunca tinham visitado um circo
 
MATERIAL DIDÁTICO      
17/02/2016 - Folha de S.Paulo (SP)
Professores ajudam a 'baianizar' livros didáticos distribuídos em Salvador
Cerca de 76 mil alunos do 1º ao 5 º ano do Ensino Fundamental receberam exemplares de matemática e português que traduzem a cultura e os saberes locais
 
DENÚNCIA      
18/02/2016 - O Estado de S. Paulo (SP)
Justiça manda Educação de Alckmin entregar contratos com cooperativas da merenda
Relator da investigação Alba Branca quer dados a partir de 2010, incluindo pagamentos de gêneros alimentícios


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Cidade Adentro - Letramento Político




"O homem não vê o universo a partir do universo,
o homem vê o universo desde um lugar"
Milton Santos


                                                     
Cidade Adentro - Letramento Político
Educação + Democracia + Juventude + Culturalidades + Sustentabilidade + Tecnologia


Pensar a cidade como forma sensível de civilização, exige substancialmente processos e itinerários socioeducativos que dialoguem com inovações cívicas. As comunidades que vivem realidades complexas de subcidadania necessitam ter acesso às inovações e tecnologias que dialoguem com o desenvolvimento e qualificação de sua participação comunitária, o que para tanto compreende aliar tecnologias de comunicação, interculturalidades, linguagens midiáticas e disponibilizar fluxos informacionais que permitam funcionalidades informativa, participativa e interativa, o que permite estabelecer controle social, processo educativo e entendimento por parte das pessoas que vivem as vulnerabilidades provocadas por modelos ineficazes de desenvolvimento urbano que até hoje não garantiram o direito desse público à cidadania.

Assim, desde 2008 trilhamos um caminho com adolescentes e jovens de São Miguel, dentro e fora da escola com projetos de educomunicação, intervenção social, processos e ações voltadas à conexão dos espaços educativos com os territórios, com os lugares onde se vive. São adolescentes, jovens e educadores com os quais desenvolvemos juntos, habilidades e jogos arte – comunicacionais para provocar descobertas e estímulos sensoriais - ecossistêmicos nas linguagens audiovisual, literária, musical, poética e de reflexão histórica – política – social. Assim, passamos a conviver com as possibilidades de produção de conhecimento alimentada por inteligências colaborativas, facilitadas também pelas tecnologias da contemporaneidade.

Experimentações dentro e fora dos muros das escolas, modos e processos com finalidade "comunicativa – comunitária" organizados em sequências didáticas em sintonia com as atividades permanentes e ocasionais das escolas ou dos projetos, atividades nascidas e geradas nas descobertas dos jovens em relação aos campos de atuação, autorias e intervenções nos territórios físico e subjetivo.

Aprendemos nessa jornada que os impactos sonhados e projetados pelos jovens quando da identificação da possibilidade da exercer ativamente a participação, sentimento e corresponsabilidade pela vida e pelo equilíbrio dos seres animados e inanimados de um lugar, num princípio de leitura do mundo, configura uma postura política, isso sempre nos estimularam a prosseguir num caminho que identificamos talvez como transdisciplinar, o que, mais tarde relendo Basarab Nicolescu, propõe a consideração de uma realidade multidimensional, estruturada em múltiplos níveis, substituindo a realidade unidimensional, com um único nível.

Dessa forma, adentramos um aprendizado que passa a ter o direito à cidade como pressuposto fundamental, visitando e compreendendo a importância das plataformas colaborativas, o controle social e do "mangue ativo gerador" de propostas para mudar as múltiplas realidades, advindas do interesse, sobretudo dos jovens, em estudar o lugar onde vivem, compreender a cidade sistêmica e organicamente a partir de aprendizados sobre a função social e a organicidade do território e, nessa ambiência, provocar o olhar para a comunidade e para a escola pública, nosso objetos mais afetivo numa certeza de que a escola se reinventa sempre.

Seguimos assim um caminho, uma "percorrida" que além de constatar e intervir remete a todos com os quais aprendemos e nos relacionamos, conhecer com profundidade o real e o possível somado à necessidade da existência de lampejos utópicos numa dimensão política, entre os sonhos e o necessário para a redução das desigualdades, o que requer trabalhar com o altruísmo da reciprocidade, com o compartilhamento e o engajamento em rede, considerando o presencial e a ocupação cultural e pedagógica do espaço público, importantes "arregimentadores" de saberes, sentidos e de ideias.  

Entendemos também que as tecnologias da contemporaneidade impulsionam a multiplicação de espaços e rodas para semear um ativismo com potência democrática e estética política que permitem estudar as causas da pobreza e o surgimento de uma nova forma de se educar e viver para a igualdade e equidade o que implica ter consciência de que é nosso corpo, nossos sentidos e ideias que movimentam a rede (autoria), de que habitar é mais do que estar aqui, ali, acolá, habitar é se relacionar, compor e entender o organismo da cidade e seu funcionamento para interagir e, consequentemente, voltar-se para uma cultura participativa e democrática. 

 Existem em São Paulo muitas experiências educomunicativas estimuladas, sobretudo,  pela Sociedade Civil que dialogam com escolas públicas e territórios que provocam mais participação e ativismo comunitários. Nossas experiências na região de São Miguel e Itaim permitiram configurar um universo relacional de educadores e de educandos, colaboradores geradores de experiências, práticas e intervenções que dialoga com o ciclo autoral, também as recentes mobilizações dos jovens do ensino médio e, recentemente identificados com alguns itinerários formativos dos professores da rede municipal.     

Assim, o que foi construído colaborativamente, passou a contribuir para com as interações e relações entre as pessoas no sentido de fazer com que as potências juvenis, no nosso caso com uma metodologia que se identifica com os conceitos da educomunicação, possam comungar propostas e discuti-las. Para tanto o Galpão de Cultura e Cidadania teve papel preponderante, pois abrigou desde 2008, um verdadeiro laboratório real e, sobretudo, encontros entre as escolas do Projeto Jovem Comunica, para que as trocas, o compartilhamento e um ativismo coletivo pudessem ser percebidos por todos, frutos do trabalho de educadores da Fundação Tide Setubal no chão das escolas com grupos híbridos de educadores e educandos.

 Muitas das 23 escolas com as quais nos relacionamos ao longo desses oito anos desenharam a cada encontro uma rede de comunicação e de produção de conhecimento compartilhados sobre seus territórios e saberes, com suas intervenções e exemplaridades.

Os momentos vividos e as experiências fortaleceram nossas intenções de levar adiante um desejo de dialogar, ainda mais, com as escolas públicas de São Miguel, numa perspectiva possível de investir num movimento que permita contribuir para um movimento epistemológico da periferia para o centro, compartilhando os saberes com a cidade. Hoje participamos do processo de provocar o pensar e o agir para o fortalecimento da escola pública, por meio das formações de educadores dos ciclos Interdisciplinar e autoral, aprendendo muito com educandos, educadores e gestores.

E há dois anos um grupo de jovens do Projeto Intermídia Cidadã, participantes ativos das ações de mobilização comunitária no Jd Lapenna, suas intervenções arte – comunicacionais no espaço público, verdadeiros colaboradores das ações nas escolas públicas e nas ruas de São Miguel do que passamos a chamar de letramento político, em meio ao desenvolvimento de habilidades e de conhecimento em sintonia com intencionalidades de sustentabilidade social, beneficiados por uma política pública municipal de transferência de renda, bolsa – trabalho, idealizaram um aplicativo denominado "Cidade Adentro" que tem como proposta incentivar os debates virtuais a cerca do encaminhamento das políticas públicas e oferecer informações sobre a esfera política de uma cidade. Mesmo que esse projeto não seja materializado, o processo de criação foi vivido com ações e estratégias protagonizadas por esses mesmos jovens na relação com a comunidade, também por meio, do que denominamos, letramento político.

Essa ideia dialoga com tecnologias digitais e com telefonia celular pela sua ubiquidade, uma verdadeira proposta de mídia cívica com potencial para interagir com a cidade e exercer um papel preponderante para disseminar a cultura da participação na polis. Essa cocriação juvenil despertou o interesse de atores que tem como viabilizar tecnicamente seu desenvolvimento, o processo de disseminação / difusão e a dinâmica participativa que advém de suas possibilidades. Quiça´um dia, pelo menos, possa ser considerado uma semente e colaborar para uma finalidade voltada ao desenvolvimento de localidades da periferia paulistana.

Esse é um dos frutos dessa caminhada, o qual pode despontar, porém tantos outros olhares, significados, impactos e frutos já despontaram, como por exemplo, jovens que estão na universidade estudam e se aprofundam em questões que vivenciaram nas ações e provocações educomunicacionais identificadas com o desenvolvimento humano. Os jovens do Projeto Intermídia Cidadã, lá do Jd Lapenna, seguiram seus caminhos, porém deixaram um legado e uma experiência de que educar é mais do que aprender e ensinar é saber intervir.

Como disse o geógrafo Milton Santos: "O homem não vê o universo a partir do universo, o homem vê o universo desde um lugar". Olhando para o território em que vive sob a perspectiva dos direitos, desejamos, sempre, que a comunidade torne-se protagonista da sua luta por direitos, verdadeiros agentes transformadores da própria história.




Por: José Luiz Adeve (Cometa)
Coordenador de Comunicação Comunitária 


A permanência no mundo de forma consciente significa saber intervir e não apenas constatar.


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Oficinas culturais



Passando adiante, na esperança de uma sociedade repleta de vida.

Cultura é potência para realizações. Faça parte, compartilhe.

Beijos
Gratidão amigxs

Por; Lika

"CORALUSP" Inscrições para novos Cantores! - cultura leste



O Coral da Universidade de São Paulo (CORALUSP), ligado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU), está com as inscrições abertas para novos cantores. Para participar, não é preciso ter vínculo com a USP ou qualquer experiência prévia com canto; basta se inscrever gratuitamente no site do Coral e, depois disso, passar por um teste de avaliação vocal.
Atualmente, o CORALUSP conta com 12 grupos, totalizando aproximadamente 560 vozes. Os ensaios e aulas acontecem em diversos pontos da cidade, como a Cidade Universitária, no bairro do Butantã; o Tendal da Lapa, na Lapa; a Casa de D. Yayá, em Bela Vista; e na Faculdade de Direito, no centro da cidade. Cada grupo possui um repertório de diversos estilos, do erudito ao popular, passando por peças sacras, folclóricas, samba, MPB e rock.



Fundado em 1967, o CORALUSP inclui quatro turnês pelo exterior, premiações da crítica especializada e uma média de 120 apresentações por ano, realizadas em rádio, TV, teatros, festivais, igrejas, parques e universidades de diversas cidades brasileiras. Entre as personalidades da música que iniciaram sua carreira no CORALUSP, está Negra Li, rapper e compositora paulistana. "Uma pessoa que entra no Coral hoje, sem nunca ter cantado, pode se apresentar na Sala São Paulo no fim do ano junto com a Orquestra Sinfônica da USP", conta Alberto Cunha, regente do Coral.
Além dos ensaios e apresentações, os cantores  participam de um programa didático organizado pelas equipes das áreas de técnica ­vocal e estruturação.
As inscrições para novos cantores ficarão abertas de 18 de janeiro a 31 de março, ou enquanto houver vagas. Os candidatos devem se inscrever no site do coral e aguardar o contato da equipe para agendar o teste de avaliação vocal.

Faça as suas Inscrições  no Site:( Acesse.. http://www.coralusp.prceu.usp.br/ )
Serviço:
CORAL USP Inscrições Abertas
Informações:(11) 2648 ­- 0848 / 3091 - 3930
 Email: coralusp@usp.br.


Quem quer ser um milionário?




Somos frutos de uma geração de graduados que aprendeu que havia um pote de ouro no fim do arco-íris.

No filme indiano, acompanhamos a trajetória de um jovem que passou por muitas dificuldade e agora tem a chance de se tornar um milionário. Apesar das circunstancias diferenciadas, é perfeitamente possível uma analogia da trajetória de Jamal Malik com o caminho do advogado iniciante.

Então, advogado, vai esperar pelo "prêmio" milionário ou desistir agora?

A maior dificuldade que os leitores que estão iniciando na advocacia relatam é a falta de dinheiro. Essa situação recai como uma bomba em um recém-formado, pois ele foi ensinado que a qualificação traria sucesso profissional e financeiro. Esse erro é básico e muito comum. Somos frutos de uma geração que aprendeu que havia um pote de ouro no fim do arco-íris.

Veja bem: o sucesso financeiro vai chegar, mas não é após o TCC. Advogar é empreender e todo empreendimento leva um tempo para apresentar lucros. É preciso sapiência para ultrapassar essa fase difícil e não são todos que estão dispostos a pagar o preço.



Semana passada, um dos advogados mais bem sucedidos que conheço me relatou que, no início de sua carreira, chorava diariamente no seu escritório. Vejam só, o medo do fracasso atinge até os ídolos. Dói muito não ter dinheiro para arcas com as contas, fazer aquela pós, uma viagem ou, apenas, para dar satisfação aos familiares e amigos. Se você é um advogado anônimo e sem costas quentes, essa é uma história da sua vida. É o preço que você está pagando.

Sabe, hoje, não consigo ver meu ilustre colega chorando em seu escritório com receio de um futuro incerto, mas, para o meu azar, consigo ver tantos leitores desanimados com advocacia, amigos insatisfeitos nos corredores dos fóruns e tantos colegas se desvalorizando.

Vejo que advocacia já perdeu muito profissionais brilhantes para o medo.

Não farei um texto de auto-ajuda, nem muito menos vou te incentivar a permanecer em algo que não está te mantendo. Sei que as contas estão aí, aos montes! Entretanto, entenda de uma vez por todas algo que a faculdade não ensina: Você vai terminar o curso de Direito quebrado porque não existe dinheiro fácil. É preciso trabalhar duro, sacrificar horas de lazer e modificar nosso pensamento imediatista.

Sacrificar a carona para um dia ser o dono do carro.

No fim do arco-íris encontramos uma caixa de ferramentas prontas para construção. É preciso uma decisão do que fazer com elas. Qual sua postura?

Está chorando em cima das ferramentas?

Fingindo que as ferramentas não existem?

Com inveja das ferramentas alheias?

Ou está vendendo as ferramentas para bancar uma vida que você - AINDA- não tem?

Reflita. A escolha é sua.

Então, meu amigo causídico, entre pela porta da frente: construa seu caminho e busque o crescimento profissional com amor pelo seu ofício. Faça uma análise crítica com base nas perguntas acima e MÃOS A OBRA!


Por: Alanne Eugenia
Advogada. Pós-graduanda em Direito Penal, Eleitoral e previdenciário.


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56,7% dos jovens concluem o ensino médio até os 19 anos, diz estudo


Metas do Todos Pela Educação. (Foto: Reprodução/Todos Pela Educação)

Taxa de conclusão do ensino médio subiu 15 pontos em 10 anos.
Em 2014, 1.951.586 alunos concluíram os estudos.

O Brasil avançou 15,4 pontos percentuais na taxa de conclusão do ensino médio dos jovens até os 19 anos, conforme levantamento do Todos Pela Educação (TPE) com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE.

O percentual subiu de 41,4% em 2005 para 56,7% em 2014, dado mais recente disponível. O total de estudantes formados subiu de 1.442.101 para 1.951.586.

O objetivo do TPE com o levantamento foi monitorar a Meta 4 do movimento – Todo jovem de 19 anos com ensino médio concluído. A meta também monitora a conclusão do Ensino Fundamental até
os 16 anos.

Para cumprir a meta, nos próximos oito anos, a taxa de jovens de 19 anos com ensino médio completo suba para 90%. Já a meta estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE) é chegar a 2022 com 85% dos alunos de 15 a 17 anos matriculados no ensino médio.

Taxa de conclusão
Entre 2013 e 2014, a taxa de conclusão no Ensino Médio na idade adequada aumentou 2,4 pontos percentuais, subindo de 54,3% para 56,7%.

"Considerado o período de 2005 a 2014, as regiões também evoluíram individualmente. Além do Norte, que cresceu 19,2 pontos percentuais, a evolução do Nordeste também deve ser destacada: 22,4 pontos percentuais", afirma o TPE.

Desigualdades
Se considerados os resultados por renda per capita, por raça/cor e por localidade, as diferenças ficam evidentes."Embora as desigualdades tenham diminuído, como apontam os dados, as disparidades ainda são altas e precisam ser corrigidas de forma vigorosa para garantir a todos igualdade de oportunidades no sistema público de ensino", afirma Priscila Cruz, presidente-executiva do Todos Pela Educação.
Em 2014, somente a taxa de conclusão foi de 36,8% se considerado o grupo dos 25% mais pobres; enquanto 84,9% é a taxa entre os 25% mais ricos. Apesar da disparidade, a diferença caiu de 62,4 pontos percentuais em 2005 para 48,1 pontos percentuais em 2014.

"Entre os grupos de jovens por raça/cor, o maior avanço registrado na década está entre a população parda, cuja taxa de conclusão aos 19 anos aumentou 19,8 pontos percentuais. Entre os pretos, o crescimento foi de 17,1 pontos percentuais", afirma o estudo do TPE.

Do G1, em São Paulo

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Observatório Social de Cascavel realiza bazar neste sábado


Mercadorias foram doadas pela Receita Federal e comercialização será neste sábado (20) mediante distribuição de senha e apresentação de CPF


No próximo dia 20 de fevereiro (Sábado), das 8 às 16 horas, o Observatório Social de Cascavel – PR (OSC) estará promovendo um bazar com produtos doados pela Receita Federal. De acordo com o presidente da instituição, Gilceo Klein, o objetivo desta ação é arrecadar verba para a manutenção do local.

Os produtos, que vão de brinquedos a eletrônicos, serão comercializados na Avenida Rocha Pombo, 1.586, em Cascavel. Somente podem participar compradores "pessoas físicas", mediante apresentação do CPF (Cadastro da Pessoa Física).

Para a realização do bazar, a Receita Federal exige que seja cumprida uma série de regras, conforme explica Klein. "Há limite de número de peças compradas por pessoa; as compras não podem exceder R$ 900 por comprador; não se pode vender o lote fechado e, é claro, somente podem comprar pessoas físicas, ou seja, que utilizarão os produtos para fins pessoais e não comércio", ressalta.

A organização do bazar conta com o auxílio voluntário da Rhede Sistemas, que vai disponibilizar colaboradores e o próprio sistema de vendas, que aceitará, inclusive, cartão como forma de pagamento. "Todas as vendas são registradas com o número do CPF do comprador e, pelo sistema, já podemos controlar os limites por compra", alerta Gilceo lembrando que também não é permitida a compra com CPF de outra pessoa.

Senhas

No dia 19, das 18 às 20 horas, no mesmo local onde acontecerá o bazar, os voluntários distribuirão senhas para acesso ao bazar do dia seguinte. "Em conversa com outras entidades que já realizaram bazares com produtos apreendidos pela Receita Federal, vimos que esse 'modelo' de senhas funciona melhor", acrescenta o presidente do Observatório Social de Cascavel.

Todas as regras do bazar e informações adicionais estarão disponíveis na página do Observatório Social do Facebook (www.facebook.com/ObservadoresCascavel).


Sobre o Observatório Social de Cascavel

O Observatório Social de Cascavel é uma instituição sem fins lucrativos, criada para atuar como organismo de apoio à comunidade no que diz respeito ao exercício da cidadania fiscal e ao controle da qualidade da aplicação dos recursos públicos no município. Filiada à Rede da Cidadania Fiscal e ao Observatório Social do Brasil, o Observatório Social de Cascavel norteia-se mediante regulamento nacional e estatuto local e é amparado por mantenedores. O desenvolvimento de suas ações conta com a participação majoritária de voluntários que têm interesse na conquista da justiça social, sejam eles empresários, profissionais liberais, professores, estudantes, aposentados e cidadãos em geral, desde que, sem filiação partidária. O Estatuto de constituição do Observatório de Cascavel foi assinado em 12 de novembro de 2008 por representantes de aproximadamente 25 entidades. São objetivos da instituição: contribuir para que haja maior transparência na gestão dos recursos públicos, estimular a participação da sociedade civil no processo de avaliação da gestão dos recursos públicos, realizar e divulgar estudos relativos às atividades governamentais e empresarias de interesse da comunidade, dentre outros.

Para mais informações contate Alexandre Galo pelo telefone  (45) 3223-8876 ou e- mail cascavel@cidadaniafiscal.com.br

Com informações de Camila Agner via CBN Cascavel
Foto: TV Tarobá Cascavel

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