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Quem quer ser um milionário?




Somos frutos de uma geração de graduados que aprendeu que havia um pote de ouro no fim do arco-íris.

No filme indiano, acompanhamos a trajetória de um jovem que passou por muitas dificuldade e agora tem a chance de se tornar um milionário. Apesar das circunstancias diferenciadas, é perfeitamente possível uma analogia da trajetória de Jamal Malik com o caminho do advogado iniciante.

Então, advogado, vai esperar pelo "prêmio" milionário ou desistir agora?

A maior dificuldade que os leitores que estão iniciando na advocacia relatam é a falta de dinheiro. Essa situação recai como uma bomba em um recém-formado, pois ele foi ensinado que a qualificação traria sucesso profissional e financeiro. Esse erro é básico e muito comum. Somos frutos de uma geração que aprendeu que havia um pote de ouro no fim do arco-íris.

Veja bem: o sucesso financeiro vai chegar, mas não é após o TCC. Advogar é empreender e todo empreendimento leva um tempo para apresentar lucros. É preciso sapiência para ultrapassar essa fase difícil e não são todos que estão dispostos a pagar o preço.



Semana passada, um dos advogados mais bem sucedidos que conheço me relatou que, no início de sua carreira, chorava diariamente no seu escritório. Vejam só, o medo do fracasso atinge até os ídolos. Dói muito não ter dinheiro para arcas com as contas, fazer aquela pós, uma viagem ou, apenas, para dar satisfação aos familiares e amigos. Se você é um advogado anônimo e sem costas quentes, essa é uma história da sua vida. É o preço que você está pagando.

Sabe, hoje, não consigo ver meu ilustre colega chorando em seu escritório com receio de um futuro incerto, mas, para o meu azar, consigo ver tantos leitores desanimados com advocacia, amigos insatisfeitos nos corredores dos fóruns e tantos colegas se desvalorizando.

Vejo que advocacia já perdeu muito profissionais brilhantes para o medo.

Não farei um texto de auto-ajuda, nem muito menos vou te incentivar a permanecer em algo que não está te mantendo. Sei que as contas estão aí, aos montes! Entretanto, entenda de uma vez por todas algo que a faculdade não ensina: Você vai terminar o curso de Direito quebrado porque não existe dinheiro fácil. É preciso trabalhar duro, sacrificar horas de lazer e modificar nosso pensamento imediatista.

Sacrificar a carona para um dia ser o dono do carro.

No fim do arco-íris encontramos uma caixa de ferramentas prontas para construção. É preciso uma decisão do que fazer com elas. Qual sua postura?

Está chorando em cima das ferramentas?

Fingindo que as ferramentas não existem?

Com inveja das ferramentas alheias?

Ou está vendendo as ferramentas para bancar uma vida que você - AINDA- não tem?

Reflita. A escolha é sua.

Então, meu amigo causídico, entre pela porta da frente: construa seu caminho e busque o crescimento profissional com amor pelo seu ofício. Faça uma análise crítica com base nas perguntas acima e MÃOS A OBRA!


Por: Alanne Eugenia
Advogada. Pós-graduanda em Direito Penal, Eleitoral e previdenciário.


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